TRIUMPH COMEMORA 25 MIL MOTOS E TERÁ SEIS LANÇAMENTOS EM 2019

“Hoje é dia de superação. Dia de comemorar um recorde histórico. Produzimos 25 mil motos em Manaus. Somos a subsidiária que mais cresceu no mundo. Para este ano projetamos um crescimento de 10% acompanhando, claro, o reaquecimento do mercado, isso em função do novo cenário econômico e político. Mas também fruto da força de expansão de nossa rede de concessionárias, pós-venda eficiente e no decorrer do ano traremos mais seis modelos ao País”, afirma Waldyr Ferreira, gerente geral da Triumph Brasil, durante solenidade na planta da marca na capital manauara, em 13 de fevereiro. Segundo o executivo, a meta para 2019 é fabricar cinco mil motos e encerrar o ano com 30 mil motos montadas e vendidas aqui. Número ambicioso, mas não impossível de se concretizar!

As novidades que o “big boss” se referiu à ampliação do número de revendas – com destaque para Vitória e Cuiabá e previsão de inauguração para Fortaleza e Salvador –, além do lançamento de vários modelos: Bobber Black, Speed Twin, a Scrambler 1200, nas versões XE e XC; e as atualizações da Street Twin e da Scrambler 900, que começam a desembarcar em nosso mercado a partir de abril. “Hoje, com a linha Tiger, somos líderes na categoria Trail de alta cilindrada. Queremos nos manter nesta posição e, vamos avançar com as clássicas modernas, segmento que temos uma belíssima gama de produtos”, conta Ferreira, dizendo que a moto número 25 mil montada em Manaus só poderia ter sido um Tiger 800 XCa.

Fábrica com alta produtividade

A linha já recebeu, desde sua inauguração, cerca de US$ 13 milhões em investimentos. Com uma estrutura modesta, mas altamente produtiva, a planta conta com 3.000 metros quadrados de área construída. No início desse trabalho a Triumph contava com apenas 19 funcionários. Hoje são 60 colaboradores diretos. A capacidade instalada da “Fábrica 6” é de 7 mil unidades/ano e atualmente monta cerca de 30 unidades/dia. Como a linha é totalmente flexível, os kits que chegam da Inglaterra e, principalmente da Tailândia, e correspondem a 21 modelos (cinco famílias) do line-up.

 

Os kits são recepcionados e as peças são separadas em dois carrinhos, que representam cada um dos lados da moto. Lá são acomodados tanque, painel, comandos e parafusos, muitos parafusos. Para não haver confusão na hora da inserção dos componentes tudo é dividido e identificado em bandejas . Organização do início ao fim do processo. O motor recebe atenção especial, já que é totalmente montado e testado no Brasil. Ao final da linha, todas as motos passam pelo dinamômetro e é feita uma checagem minuciosa na eletrônica e parte elétrica. A parte final do processo, a moto segue para o setor de que prepara a moto para seguir para as concessionárias. Ali, o modelo Triumph voltada para a mesma estrutura que chegou ao País. Tudo embalado, lacrado e com alto nível de sustentabilidade.

Só para se ter uma ideia, em 2012 a subsidiária brasileira havia produzido apenas 228 unidades e hoje há a previsão de montar 5 mil motos. Ou seja, a produção cresceu quase 22 vezes. Além da organização, o baixo turnover – 70% dos colaboradores têm mais de 5 anos de casa –, há um comprometimento de cada um dos funcionários para transformar kits em sonhos sobre duas rodas.

Com o crescimento acima da média do mercado e já pensando na “Indústria 4.0”, a Triumph já está preparada para mudar de endereço e ir para um espaço maior. “Com este novo cenário estamos estudando várias possibilidades. Mudar uma linha de produção requer organização e muito planejamento. A mudança demoraria cerca de três semanas”, afirma Leandro Oliveira, gerente da planta Triumph em Manaus.

No mundo, a marca tem mais de 700 concessionárias e perto de 2.000 funcionários. A produção somada deve ficar pouco abaixo dos 67 mil motos por ano. O faturamento mundial gira em torno de R$ 2,1 bilhões e suas vendas no varejo giram na casa de 64 mil unidades anuais.

YAMAHA CROSSER 150 2019 GANHA FREIOS ABS DE SÉRIE

Depois da radical reformulação que Yamaha fez na XTZ 250 Lander ABS – com exceção do motor –, a marca dos três diapasões também resolveu dar um up grade tecnológico e estético na sua trail urbana de entrada. A Crosser 2019 é a primeira moto de sua categoria – on/off até 160cc – a estar equipada com freio ABS de série – na roda dianteira. Sua principal concorrente, a Honda NXR 160 Bros ESDD usa freios combinados (CBS). O ABS evita o travamento da roda dianteira em situações de emergência ou piso com baixa aderência. Além disso, o modelo ganhou freio a disco na roda traseira, que garante mais equilíbrio ao conjunto. Mas as mudanças no param por aí!

A Crosser 2019 traz agora um painel mais completo. Conta-giros analógico e visor LCD digital que apresentam múltiplas funções: velocímetro, hodômetro parcial e total, marcador de combustível, fuel trip e relógio. Em ambas as versões – “S” (para-lama é baixo, junto a roda, para uso no asfalto) e “Z”(paralama mais alto, mais aventureira) –, a Crosser é equipada com lampejador de farol alto. Há ainda indicador “Eco”, para uma pilotagem mais focada na economia de combustível e indicador de marchas, útil para o motociclista entrante.

Para se adaptar à altura do piloto, a Crosser traz guidão ajustável, que melhorou a ergonomia do motociclista. A Yamaha manteve o assento em dois níveis. Segundo a marca, a nova versão da Crosser aumentou a sensação de conforto com a adoção da suspensão traseira do tipo monocross com link, capaz de absorver melhor as imperfeições do piso. Para ajudar neste trabalho, a moto usa roda aro 19 polegadas na dianteira e 17 polegadas na traseira, calçadas com pneus de uso misto.

O motor é o bom e velho conhecido: Monocilíndrico arrefecido a ar, com exatos 149cm3 de capacidade, capaz de gerar 12,2 cv de a potência máxima quando abastecido com gasolina, e 12,4 cv com etanol. O modelo conta com fácil manutenção, baixo consumo e boa autonomia (taque de combustível com capacidade para 12 litros). 

A nova Crosser 2019 segue com três anos garantia e também faz parte do programa Revisão Preço Fixo da Yamaha. Estará disponível nas revendas já no início de março. A Crosser “S” tem o preço sugerido de R$ 12.390,00 (+ frete) e será vendida nas cores branco e preto. Já a versão “Z”, duas opções de cores: azul e preto. E valor de R$ 12.590,00 (+ frete).

NISSAN COMEMORA 300 MIL VEÍCULOS PRODUZIDOS EM RESENDE

NISSAN COMEMORA 300 MIL VEÍCULOS PRODUZIDOS EM RESENDE

A Nissan alcançou os 300 mil veículos produzidos no Complexo Industrial de Resende (RJ). Um Nissan Kicks foi o responsável pela marca histórica. Inaugurada em abril de 2014, a unidade do sul fluminense produz o crossover Nissan Kicks e os compactos March e Versa. Em setembro de 2017, cerca de três anos e meio após o início das operações, a fábrica chegou aos 150 mil carros produzidos. Para alcançar a marca histórica, a Nissan precisou de apenas 16 meses. As atividades na unidade vão desde a área de estamparia até as pistas de testes, passando pela chaparia, pintura, injeção de plásticos, montagem e inspeção de qualidade, além da fábrica de motores.

Mais que atender às demandas do mercado brasileiro e as necessidades do consumidor, o Complexo também é um importante centro de exportações para toda a América Latina. Veículos produzidos em Resende são exportadas para diferentes mercados, como Argentina, Bolívia, Chile, Costa Rica, Panamá, Peru, Paraguai e Uruguai. A fábrica de Resende é a primeira da Nissan na América Latina, operação que conta também desde julho de 2018 com a fábrica de picapes de Santa Isabel, em Córdoba, na Argentina, onde é produzida a Nissan Frontier.

“Seguimos um altíssimo padrão japonês de qualidade, e o esforço de todas as equipes se reflete no sucesso de nossa marca. Nossa fábrica é um dos pilares que sustentam o crescimento da Nissan na América Latina, e estamos cumprindo nossos objetivos. A marca de 300 mil carros produzidos reforça ainda mais o compromisso da Nissan com o país e com a região”, disse Sergio Casillas, vice-presidente de Operações de Manufatura da Nissan América Latina.

 

SCOOTER PCX 2019 CHEGA MAIS TECNOLÓGICO E PARTE DE R$ 11.620

Sucesso absoluto de vendas no Brasil – 133 mil unidades entre abril de 2013 e janeiro de 2019 – o scooter Honda PCX 150 chega a sua terceira geração com várias novidades e três diferentes versões: de entrada, DLX e Sport, mas preservando suas principais características: economia de combustível, facilidade de pilotagem e praticidade. O PCX 150 de entrada será oferecida nas cores prata metálico e azul perolizado e preço de R$ 11.620. A DLX estará disponível na cor branco perolizado, banco creme e com preço valor de R$ 12.990. Já versão Sport será fabricada na cor prata metálico, com assento em vermelho e preço tambpem de R$ 12.990. Confira abaixo aos destaques da versão 2019 do scooter mais vendido do País:

• Design renovado, com linhas mais angulosas, esportivas
• Novo conjunto ótico com a adoção de iluminação por LED e a presença do DRL (Daytime Running Light) ou luzes de rodagem diurna. A lanterna traseira, também é iluminada por LED
• Painel 100% digital e multifuncional

Smart Key System de chave presencial e freios ABS para as versões DLX e Sport
• Disco de freio na roda traseira para as versões DLX e Sport
• Freios CBS (Combined Brake System), com a utilização de disco e tambor na versão de entrada
• Assento redesenhado visando maior nível de conforto do piloto
• Porta-luvas no escudo frontal ficou maior e tem tomada 12V

• Nova suspensão traseira. O par de amortecedores tem nova calibragem da parte hidráulica e conta com três estágios de regulagem na tensão da mola
• Pneus mais largos. 100/80-14 na dianteira e 120/70-14 na traseira (anteriormente 90/90-14 e 100/90-14)
• Capacidade sob o assento cresceu em 1 litro. Agora são 28 litros para transportar carga, o que dá para guardar um capacete fechado

• Todas as três versões compartilham o mesmo motor de 149,3 cm3, monocilíndrico OHC (Over Head Camshaft), 4 tempos, com injeção eletrônica PGM-FI (Programmed Fuel Injection), a gasolina, arrefecido a líquido e com transmissão automática continuamente variável CVT (V-Matic). A potência máxima é de 13,2 cv a 8.500 rpm e torque máximo de 1,38 kgf.m a 5.000 rpm.

• O tanque de combustível de 8 litros dá ao PCX uma autonomia de cerca de 380 km – segundo dados aferidos ao Instituto de Pesquisas Mauá, com consumo urbano médio de 47,5 km/l.

Os preços divulgados são base Estado de São Paulo. A garantia do scooter Honda é de três anos, sem limite de quilometragem além de sete trocas de óleo gratuitas na rede de concessionárias da marca.

 

MALEIRO DE TETO É BOA OPÇÃO PARA TRANSPORTAR BAGAGEM

Para que o excesso de bolsas e caixas não atrapalhem o conforto dos ocupantes do veículo, não comprometa o espaço interno, muito menos dificulte a visão do motorista, o ideal é investir em malas de teto. Presas no rack ou no bagageiro, os maleiros utilizam o espaço superior como porta-malas. Mas antes de comprar o acessório, é necessário consultar o manual do carro para saber qual o modelo ideal e as dimensões adequadas para cada veículo, assim como o limite de peso suportado.

Tais cuidados são necessários para não impactar negativamente na aerodinâmica do veículo, o que acarreta em gastos maiores com combustível, além de não prejudicar a estabilidade da direção, contribuindo para o risco de acidentes.

“As malas de teto são a melhor opção para levar bagagem durante a viagem, uma vez que são impermeáveis, possuem zíper invisível para fechamento, além de serem presas ao veículo com as correias de instalação. Toda a bagagem fica segura e protegida”, explica a gerente comercial e de marketing da Horizon Global Brasil, Emanuella Santos. A empresa que comercializa no Brasil as malas de teto Reese.

A marca tem três modelos com capacidade que variam entre de 339 (extensível a 453 litros), 368 e 425 litros. Há opções com isolamento térmico, protegendo o conteúdo do frio e do calor. Todas são dobráveis, assim, quando não estiverem em uso, podem ser guardadas no porta-malas, sem ocupar muito espaço muito, diferente dos bagageiros rígidos. Preços: a partir de R$ 250.

PARA COMPRAR VEÍCULO DE LEILÃO É PRECISO ENTENDER AS REGRAS

Foto: Ciete Silvério/A2img/Divulgação

Hoje há várias formas para comprar um veículo: à vista, financiado ou até mesmo via consórcio. Porém, adquirir um carro ou uma moto de leilões pode ser uma boa oportunidade, mas é preciso ficar atento às regras para não ter complicações, muito menos dor de cabeça futura. Confira as dicas do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP). Os pregões têm edital publicado no site www.detran.sp.gov.br, onde podem ser checados o nome do leiloeiro, a empresa do leilão virtual, o endereço do pátio, horários de visitação dos veículos, etc.

As mesmas empresas e leiloeiros podem realizar outros leilões de veículos, como particulares, judiciais, de bancos, mas apenas as ofertas do Detran.SP é que podem ser verificadas no site oficial do departamento. Empresas e pátios que estiverem usando irregularmente o nome do Detran.SP para pregões de veículos devem ser denunciados à Polícia Civil e também à Ouvidoria do Detran.SP, no site do departamento de trânsito. O sigilo é garantido.

Os veículos com direito a documentação (que podem voltar a circular nas ruas) só podem ser adquiridos por pessoas físicas a partir dos 18 anos. Eles devem se credenciar e informar todos os dados solicitados.Todas as dívidas do veículo serão desvinculadas pelo Detran.SP. O comprador só deve efetuar a transferência do veículo para o seu nome, emitindo um novo documento (no caso de veículos que podem voltar a circular). Antes de participar do leilão, o cidadão tem direito de visitar o veículo no pátio. Ele também pode verificar a situação cadastral do veículo com uma simples consulta no portal, além de consultar possíveis vistorias anteriores.

VEÍCULOS LEILOADOS

Os veículos leiloados são removidos pela Polícia Militar, em perímetro urbano, por infrações que competem ao Estado fiscalizar, como racha, manobra perigosa, falta de licenciamento, veículo sem placa ou com a placa ilegível. Veículos removidos por estacionamento irregular, por exemplo, são de responsabilidade das prefeituras. 

Aqueles removidos em estradas são de responsabilidade dos órgãos que atuam em rodovias, como o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Já os veículos removidos por envolvimento em crimes são de responsabilidade da Secretaria da Segurança Pública (SSP) e aqueles com pendências judiciais competem ao Poder Judiciário.

PORQUE USAR LUVAS É TÃO IMPORTANTE AO PILOTAR UMA MOTO?

PORQUE USAR LUVAS É TÃO IMPORTANTE AO PILOTAR UMA MOTO?

Depois do capacete – item de segurança obrigatório em todo território nacional –, a luva é um equipamento de segurança indispensável para o motociclista. Ignorada muitas vezes pela maioria dos pilotos, as luvas protegem as mãos (ossos, músculos e pele) de impactos e dilacerações, como também do frio, do sol, de pedriscos e de insetos. 

A mão é uma das ferramentas mais precisas do corpo humano. Usamos tal membro todos os dias para inúmeras tarefas: abrir uma porta, teclar uma mensagem, indicar um caminho ou acenar para um amigo. Elas também são fundamentais para a condução da motocicleta: acionar embreagem, freio, acelerador e, claro, segurar o guidão. 

Quando o motociclista cai da moto, instintivamente ele projeta as mãos à frente e é ai que o membro sofre danos – fraturas, escoriações ou, em casos extremos, a amputação. Ou seja, se o motociclista não estiver com uma luva de qualidade – de preferência de couro – as sequelas podem ser irreversíveis.

Em alguns casos o motociclista perderá o tato e até os movimentos dos dedos. Ou seja, sem este movimente ficará impossível pilotar uma motocicleta novamente, já que não haverá como engatar marchas ou frear o veículo.

A mão é bastante delicada e flexível. Por isso perder a pele que a reveste poderá comprometer muito os movimentos. Por isso use luvas, sempre. O equipamento de segurança pode ser a diferença entre o motociclista capaz de pilotar ou uma aposentadoria precoce. Por isso invista em sua segurança. Use luvas!!! É o MunitoMotor na campanha de incentivo ao uso de equipamentos de segurança por parte dos motociclistas. 

FORD USA REALIDADE VIRTUAL 3D PARA CRIAR CARROS

FORD USA REALIDADE VIRTUAL 3D PARA CRIAR CARROS

Revolução na indústria automobilística. A Ford é a primeira montadora a usar o Gravity Sketch, nova ferramenta de realidade virtual 3D que permite projetar carros por meio de gestos, com rastreadores de movimento e óculos especiais, sem precisar passar pela fase de esboço em caneta e papel. Além de revolucionar o trabalho dos estúdios de design, a novidade reduz drasticamente o tempo de desenvolvimento dos veículos. “Poder enxergar todos os ângulos do veículo em 360 graus enquanto ele está sendo desenhado realmente libera a criatividade e reforça a nossa proposta de centrar o design no cliente desde o início de cada projeto”, diz Michael Smith, gerente de design da Ford nos EUA.

O design tradicional de automóveis começa com um esboço 2D, que é digitalizado para produzir uma imagem de alta qualidade. Depois, ele é transformado em modelo 3D por um software de design auxiliado por computador (CAD). Esse modelo então é transferido a um ambiente de realidade virtual para análise da viabilidade. Como isso pode levar semanas, os designers selecionam com muito cuidado os projetos que chegam ao estágio de modelagem 3D.

Com o Gravity Sketch todo o processo é feito em questão de horas, usando desde o início um modelo 3D que permite pular o estágio 2D. Os projetistas podem criar o veículo em torno do motorista, girando e visualizando o design 3D em qualquer ângulo e tamanho, e entrar no esboço para ajustar seus detalhes internos. “Essa colaboração com os designers da Ford nos permitiu mergulhar no seu processo criativo e descobrir modos de ajustar o aplicativo para melhor atender às suas necessidades”, diz Oluwaseyi Sosanya, CEO e um dos fundadores da Gravity Sketch.

A introdução do Gravity Sketch em todos os estúdios globais de design da Ford vai agilizar o fluxo de trabalho e também gerar mais oportunidades de colaboração em tempo real entre os times. “Essa ferramenta leva todo o processo para o mundo da realidade virtual. Com ela podemos analisar mais opções de projeto, em menor tempo, e criar melhores veículos para nossos clientes”, completa Smith.

TEST-DRIVE: FIAT TORO 4X4 DIESEL TEM TORQUE E CONFORTO

Uma marca criadora de tendências. Quando a Fiat lançou a Palio Weekend Adventure no Brasil, em 1999, a montadora estava apostando num segmento que ainda não existia, a de veículos com apelo aventureiro, mas não necessariamente com aptidões “mecânicas” para enfrentar o off-road. Deu certo! Com o Toro, não foi diferente. Lançado em 2017, o SUP (Sport Utility Pick-up), definição da fabricante para veículo com características de utilitário com caçamba e capacidade de uma picape; tem como diferencial atributos fora de estrada, como tração 4×4. Novamente, deu certo. Líder no segmento desde o seu lançamento, com 58 mil unidades vendidas somente em 2018 segundo a Fenabrave, MinutoMotor avaliou a versão Freedom 2.0 AT9 4×4 Diesel, que custa R$ 133.990.

Num trajeto de aproximadamente 600 quilômetros, com trechos sinuosos entre Bragança Paulista e Serra Negra, em São Paulo, foi possível avaliar as principais qualidades do Toro, como posição de dirigir confortável e o ideal peso da direção elétrica (leve para manobras na cidade e com boa comunicação em velocidades mais altas) e uma suspensão independente nas quatro rodas que garantiu boas respostas em curvas e também na absorção de buracos.

Com motor a diesel, o Toro tem força de sobra mesmo considerando o peso do veículo, afinal, são 35,7 kgf.m e torque a 1.750 rpm. Temos um ligeiro turbo lag, comum nos motores a diesel, mas é bem melhor que a versão flex. Para quem quer utilizar em terrenos mais acidentados, basta acionar no controle central o botão giratório que permite selecionar os modos auto (uso normal), 4WD (que tava a tração com distribuição igual entre os eixos) e a reduzida (para trechos mais acidentados).

Já o câmbio automático não tem trocas tão suaves, dando alguns trancos principalmente em baixas rotações. Quem optar por fazer as trocas pelas borboletas (Paddle Shift), vai perceber uma leve demora para subir e, em algumas situações, as reduções são ignoradas.

Internamente, o Toro tem amplo espaço para quatro ocupantes, inclusive pessoas com mais de 1,70 m nos bancos traseiros. Os assentos são confortáveis e revestidos em couro. Mas o modelo deixa a desejar com relação a central multimídia, aquém ao preço cobrado e conectividade oferecida por outros equipamentos até mesmo da própria FCA.

+ GOSTAMOS: Dirigibilidade, conforto, espaço interno, motorização, direção e suspensão

– NÃO GOSTAMOS: Central Multimídia e câmbio

 

Texto e Fotos: Fernando Eduardo, especial para o MinutoMotor

FIAT TORO FREEDOM 4X4 DIESEL
Ficha técnica

Motor: Turbo e intercooler, diesel, quatro cilindros, dianteiro, transversal, 1.956 cm³ de cilindrada

Potência: 170 cv a 3.750 rpm 

Torque: 35,7 kgf.m a 1.750 rpm

Câmbio: Automático de 9 marchas e tração 4×4 automática

Direção: Elétrica

Suspensão: Independente McPherson na dianteira e multilink na traseira

Freios: Discos ventilados na dianteira e tambores na traseira, ABS

Rodas e Pneus: Alumínio aro 17” com pneus 225/65 R 17

Comprimento: 4,91 m

Largura: 1,84 m

Altura: 1,74 m

Entre-eixos: 2,99 m

Capacidade do tanque: 60 litros

Peso: 1.871 kg em ordem de marcha

Caçamba: 820 litros

Carga útil: 1.000 kg

Central multimídia: 5 polegadas

Preço: R$ 133.990

DICAS PARA TRANSPORTAR CORRETAMENTE SUA BIKE

Em 2018 foram produzidas mais de 770 mil bicicletas no Brasil, segundo dados da Abraciclo – associação que reúne os fabricantes de motos e bikes. No verão a procura por uma “magrela” explode e a vontade de passear ao ar livre aumenta, principalmente, nos fins de semana. Mas você sabe como transportar sua bike corretamente? Os suportes para veículos de passeio oferecem diversos modelos. Há os que são acoplados diretamente no porta-malas, os que se conectam nos engates automotivos e os que ficam no teto do automóvel.

Os modelos acoplados ao teto requerem que o veículo já tenha barras transversais onde o suporte de bike é fixado. Nesse mecanismo, a bicicleta é transportada em pé e as rodas ficam sobre trilhos. Em alguns casos, a roda dianteira é retirada e acomodada dentro do veículo. Já os suportes fixados diretamente no porta-malas devem ser bem presos por meio de cintas de fixação, que se encaixam no vão do porta malas do veículo, deixando as bikes em uma posição perpendicular ao solo. Uma outra solução são os suportes de bike acoplados ao engate automotivo, que traz como diferencial a fácil instalação. 

Uma das principais fabricantes destes suportes é a Reese, marca da Horizon Global Brasil. Seus produtos se destacam por design arrojado e funcional, além de apresentarem facilidade de instalação. Alguns modelos contam com sistema antifurto, tanto para bike quanto para o suporte de bike. Os preços partem de R$ 220 (suportes de teto).

Legislação
Fique ligado! Se as bikes cobrirem a placa ou as luzes de sinalização de direção do veículo, mesmo que parcialmente haverá necessidade do uso da régua de sinalização e o uso da segunda placa, de acordo com a Resolução 349/10 do Contran. Outra orientação é a necessidade de respeitar o peso máximo de carga especificado para o veículo. Por isso fique atento as regras de regulamentação para transporte de cargas, regidas pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), evitando assim multas e acidentes.