BMW e Kawasaki apresentam novas versões de suas superesportivas

Terceira geração da S1000RR chega por R$ 91.950 / Divulgação

Parece que as motos superesportivas, com mais de 200 cv de potência máxima, voltaram ser objeto de desejo de muitos motociclistas. Não faltam novidades neste segmento. Primeiro foi a chegada da Honda CBR 1000RR Fireblade. Mês passado a Ducati apresentou a Panigale V4 S, com seu potente motor de quatro cilindros em “V”, aliado a um desenho radical e muita eletrônica. Agora é a vez da BMW vender a terceira geração da S 1000RR. Totalmente renovada, a moto alemã custa a partir de R$ 91.950. E a Kawasaki trouxe a série especial da Ninja ZX-10R, que foi desenvolvida no Campeonato Mundial de Superbike. A principais mudanças ficaram por conta das atualizações no motor, que resultaram no aumento de potência e torque. A moto japonesa custa R$ 95.990.

A série especial da Ninja ZX-10R custa R$ 95.990  / Divulgação

Design
Montada em Manaus (AM), a S 1000RR emagreceu 11 quilos (197 kg) em comparação ao modelo anterior. Na parte estética a moto está com o nariz para baixo e traseira para cima. Isso deixou o modelo com um desenho mais agressivo, com destaque para as carenagens frontais e tanque de combustível mais estreito. Já a Ninja ZX-10 SE também é bastante radical em sua silhueta, com destaque para as carenagens e a fusão harmoniosa entre o tanque e o quadro.

Mais "magro" e 'torcudo', o motor da S 1000RR gera 207 cv de potência  / Divulgação

Motor de mais de 200 cv
Quatro quilos mais leve, o novo motor de quatro cilindros em linha da BMW S 1000RR oferece 207cv de potência máxima a 13.500 rpm e 11 kgf.m de torque máximo, disponíveis entre 5.500 e 14.500 rpm. O destaque fica por conta da nova tecnologia ShiftCam que permite extrair máxima potência e torque, não apenas em faixas altas de rotação, mas principalmente em baixos e médios regimes de rotação.

O motor da ZX-10R SE, da Kawasaki, gera 213 cv de potência máxima / Divulgação

Já a principal notícia da ZX-10R está no ganho de desempenho: a potência máxima agora é de 213 cv a 13.500 rpm (ante 210 cv a 13.000) e torque máximo de 11,7 kgf.m alcançado a 11.200 rpm (antes era a 11.500 rpm). O elemento que contribuiu para estes acréscimos foi uma mudança no sistema de ação das válvulas.

Redesenhada, a superbike alemã está mais bonita e eficiente  / Divulgação

Tecnologias embarcadas
Outro diferencial da Ninja é o controle eletrônico de suspensão que traz sensores e solenoides integrados às unidades de suspensão, garantindo que o sistema atue de maneira discreta e com alto nível de eficiência. Na BMW, o destaque fica para a opção Pro, que oferece mais três modos de pilotagem (Race Pro 1, 2 e 3), que são totalmente configuráveis. Isso permite um ajuste individual das mais diversas funções de gerenciamento dos sistemas. Recurso ideal para ser utilizado nas pistas.

A ZX-10 SE ganhou potência e ajuste de suspensão eletrônico / Divulgação

Outros recursos do modo Pro da BMW são controle de largada para arrancadas e limitador de velocidade dentro do perímetro do pit pane. E também mudanças ultrarrápidas de marcha sem a necessidade de acionamento da embreagem. A nova Ninja ZX-10R SE também tem quick-shifter bidirecional, controle de tração, controle de largada, sistema de freios ABS, pintura de alta durabilidade e rodas forjadas Marchesini.

O painel TFT de 6,5" da BMW parece mais um tablet / Divulgação

Painel e preços
O painel de instrumentos da S 1000RR conta com tela TFT de 6,5 polegadas e múltiplas informações disponíveis ao piloto. Na Ninja ZX-10 SE, o painel é digital e conta com conta-giros de barras iluminado por LEDs na parte superior. A superesportiva alemã chega ao mercado brasileiro a partir de R$ 91.950 e já pode ser reservada nas lojas BMW. Já à venda, o foguete japonês sai por R$ 95.990 em sua série especial. Já a versão standard da Ninja ZX-10R custa entre R$ 73.990 e R$ 75.990.

Apesar de mais conservador, o painel da ZX-10R SE conta com mostrador digital / Divulgação

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