CRESCE VENDAS DA HONDA POP 110i NOS GRANDES CENTROS

Conhecida por sua praticidade, fácil pilotagem e preço acessível (R$ 5.598), a Pop 110i é, com certeza, o modelo mais econômico da linha Honda. Pode rodar até 50 km com um litro de gasolina. Ferramenta de mobilidade que garante o ir e vir de pessoas que vivem em pequenas cidades do interior, agora o modelo está ganhando importância também nos grandes centros, segundo a montadora. Muito provavelmente em função da crise e a necessidade de buscar novas oportunidades com agilidade e economia. A pequena motinho foi lançada há 12 anos como Pop 100. Ao longo deste tempo já ultrapassou a marca de 1 milhão de unidades produzidas no Polo Industrial de Manaus (PIM) e apresentou evolução tecnológica.

Há exatos três anos, a nova Pop ganhou sistema de injeção eletrônica e um moderno motor de 110 cm³ de capacidade, além de mudanças no visual. A Pop 110i ficou mais “esperta” em função do ganho de potência (7,9 cv) e torque (0,90 kgf.m). Desde julho de 2015, quando foi lançada, a Pop 110i já atingiu o marco de 312 mil unidades produzidas em Manaus (AM). É o quarto modelo mais vendido do País, só perde para as Honda CG, NXR 160 Bros e Biz.

Com bom custo-benefício e baixo custo de manutenção, o modelo foi criado para ampliar o acesso à mobilidade em todas as regiões do Brasil. O maior mercado deste do modelo é o Nordeste, com 70% das vendas; seguido pela região Norte, com 22,5%. Sudeste, Centro-Oeste e Sul representam 4,3%, 2,6% e 0,5%, respectivamente.

Apesar de a representatividade ser maior no Nordeste, a região Sudeste vem apresentando importantes resultados. A Grande São Paulo, por exemplo, registrou crescimento de 70% nos emplacamentos do modelo no período de janeiro a agosto de 2018 com relação ao mesmo intervalo de tempo em 2017. Outra localidade que vem se destacando é a capital mineira, Belo Horizonte, que registrou 27% de aumento nas vendas no mesmo período. Será que os moradores dos centros urbanos estão vendo na Pop 110 uma opção barata para fugir do transporte público ineficiente, do elevado preço da gasolina e, consequentemente, da crise econômica?

Entre as modalidades de pagamento, o consórcio se destaca, com 61% de participação, seguido pela compra à vista, com 24%. Já o CDC (Crédito Direto ao Consumidor) fica com 14% das vendas do modelo. Guardando as devidas proporções, a Pop 110i é para o Norte/Nordeste o que a Vespa foi para a Itália e Europa. Ou seja, um veículo que serve para locomoção e geração de pequenos negócios, com muita economia e baixa manutenção.

FOTOS: Renato Teixeira / MinutoMotor

 

VESPA: HISTÓRICA, VERSÁTIL E MODERNA

Fim da Segunda Grande Guerra Mundial. Povo europeu mentalmente abalado, economicamente arruinado e materialmente destruído. Eram necessários meios de transporte financeiramente viáveis e que não consumissem o então caro e raro combustível. Rodas de trem de pouso, motores de popa e de partida de aviões, além de tubulações destinadas a armamentos. Eram os elementos disponíveis! Neste contexto de poucos recursos surgiu a Vespa, um ícone da genialidade em prol da mobilidade. A Itália e, consequentemente, a Europa, precisava rodar. As videiras e as oliveiras tinham que voltar a produzir para gerar receita. Afinal se a gasolina estava escassa, o dinheiro estava muito mais. E a reconstrução do “Velho Continente” gerou a racionalização de recursos, mas não de ideias.

No início da década de 1940, Enrico Piaggio e Corradino D’Ascanio não tinham noção do que estavam criando. Que o reaproveitamento de muitas peças e partes sucateadas resultaria em um dos veículos que mudaria o conceito de ir e vir que nos norteiam até hoje. No início de 1946, um pequeno e extravagante veículo de duas rodas foi apresentado. Prático e econômico, a Vespa foi projetada especialmente para jovens com espírito de liberdade e mulheres, que agora poderiam finalmente pilotar vestindo saia e sem sujar os sapatos.

O veículo foi batizado de Paperino (Pato Donald, em italiano – acima, à esq.), mas Enrico Piaggio, vendo a silueta de sua criação disse: “Parece uma vespa. E a Vespa nasceu com o seguinte slogan: 80 mil liras para um sonho de liberdade a 60 quilômetros por hora”. Tudo começou com o modelo MP5.

The Oscar Goes To

Mas foi o cinema que decretou o sucesso de público e crítica do produto. A Vespa se tornaria em poucos anos o símbolo da Itália Pós-Guerra e se transformaria em cobiçado objeto de cena de muitos filmes e cartões postais da “Vecchia Botta”. Em particular, o filme ‘Roman Holiday’ (A Princesa e o Plebeu), estrelado por Audrey Hepburn e Gregory Peck. O casal cruza a capital Roma em uma Vespa branca. A inesquecível cena produzida em 1953 se transformaria em um verdadeiro spot publicitário para o fabricante.


Depois disso nenhum turista ficou imune à possibilidade de alugar, mesmo que por apenas por algumas horas, o mítico veículo de duas rodas para circular pelas principais cidades italianas como, por exemplo, Milão, Turim, Gênova e Florença, além, é claro, na “Cidade Eterna” de Roma e seus monumentos históricos. Há quem prefira mergulhar – de corpo, alma e de Vespa – na charmosa Costa Amalfitana.

Museo Piaggio

Quer fazer uma viagem no tempo e conhecer melhor a história da Vespa? Então visite o Museo Piaggio di Pontedera, que fica no coração da Toscana, perto de Pisa, ‘piccolo paese’ famoso por sua torre inclinada. Com certeza será uma experiência inesquecível. Completamente renovado este ano, o Museo Piaggio ocupa hoje cinco mil metros quadrados, recebeu mais de 600 mil visitantes e conta com mais de 50 Vespa, sem contabilizar modelos de competição. A coleção traz modelos da década de 1940 até a edição comemorativa 946 Emporio Armani (acima), de 2015. O modelo é uma releitura de grife construído em 1946. Foi criado em homenagem aos 40 anos da Armani e aos 130 anos do Grupo Piaggio. Além do design impactante, a 946 foi concebida com freios ABS.

Em função de sua infraestrutura e quantidade de veículos, o Museu Piaggio di Pontedera é, hoje, o maior e mais completo museu italiano dedicado ao segmento de duas rodas. O acervo recebe exemplares únicos que contam não apenas a história da Vespa, mas também de outras marcas do Grupo Piaggio, entre elas: Aprilia, Gilera e Moto Guzzi. Mais informações, acesse: www.museopiaggio.it

Texto João Tadeu Boccoli, do Pitacos do Vovô, especial para o MinutoMotor

VÍDEO: EU, ELE E A MOTO – ESPECIAL DIAS DOS PAIS

VÍDEO: EU, ELE E A MOTO – ESPECIAL DIAS DOS PAIS

Como explicar a relação de amor entre pai e filho? Esta troca de experiências é muito mais que ‘bater uma bolinha’ ou empinar um pipa. A intensão deste vídeo produzido pelo MinutoMotor é mostrar a parceria e o companheirismo entre duas gerações tendo na motocicleta uma ferramenta de união, respeito e cumplicidade. Ou seja, uma paixão que fortalece os laços familiares.

Neste caso, a moto tem o poder de amadurecer os mais jovens e rejuvenescer os mais experientes. Em cima da ‘motoca’ todos são iguais. O melhor de tudo é olhar para o espelho retrovisor e ver seu pai, ali, junto com você. Ou, quem sabe, ver seu filho lado a lado na estrada dividindo uma mesma paixão.

A relação de pai e filho é eterna, porém poder compartilhar estes momentos é simplesmente um privilégio, uma dádiva. Feliz Dias dos Pais, seja ele motociclista ou não!

CB 400: UMA MOTO – LITERALMENTE – DE COLEÇÃO


Entre amostras de tecido, moldes, manequins e talões de pedido, Evandro Luiz de Souza Baptista tem uma paixão especial por rodas e motores. Desde a infância, o comerciante do ramo do vestuário feminino tinha em seu imaginário pilotar carros de corrida. Na fase adulta Evandro conseguiu realizar parte de seus sonhos acelerando um kart em Interlagos (SP), circuito no qual ganhou algumas provas amadoras.

Fã de carteirinha de Ayrton Senna que, aliás, morou no mesmo bairro (Horto Florestal, extremo da Zona Norte de São Paulo), Evandro acompanhou todos os passos do vizinho campeão. “Ele era um piloto diferenciado, dono de um estilo único. Senna impressionava por sua dedicação e postura positiva frente às adversidades”. Mas o que Ayrton e Evandro têm em comum? A paixão pela velocidade e pelas motos. No caso do comerciante, uma Honda CB 400 1981 impecavelmente “zerada”! 


Em função da correria do dia a dia, do excesso de trabalho e por sua paixão por carros, especificamente pelos Fiat Uno 1.5R e Tempra Style Turbo, sedã que está na família desde 1.995 -, a CB 400 ficou parada por dois períodos, que totalizaram 12 anos de hibernação. Hoje, com exatos 27.240 quilômetros rodados, a primeira grande moto do brasileiro traz o visual – e a aura – de uma unidade que acabou de sair da linha de montagem.

A pintura é reluzente e os adesivos estão intactos. Por cima do polimento do motor, a CB ganhou uma demão de verniz, que protege e dá mais vida ao propulsor de dois cilindros, de ‘impressionantes’ 40 cavalos de potência máxima. Detalhe: os parafusos foram zincados para não enferrujar. Recentemente a moto ganhou pneus novos. “A CB nunca foi restaurada, apenas cuidamos de sua estética e fizemos uma completa manutenção mecânica. Nível máximo de conservação para dar aquelas voltinhas de final de semana”, comemora o comerciante de 57 anos.


Na garagem da casa dos Baptista, a moto saiu do estado de inércia e ganhou vida já na segunda ‘pedalada’. O motor propagou um som médio, ritmado, sem bater válvulas. A moto está com o Evandro desde que saiu da concessionária. O próximo passo será reunir a papelada para garantir a placa preta, indicada para veículos fabricados há mais de 30 anos e que conserva suas características originais de fabricação.

Mas a paixão pela máquina está sempre na memória do paulistano que levava o modelo, literalmente, para passear. “Eu colocava a moto na carreta para curtir a viagem de carro e lá, no destino, aproveitava para fazer passeios curtos de CB em companhia da minha esposa Cibele”, conta quase que gargalhando, lembrando das aventuras por Monte Verde (SP) e Guarapari (ES). “A moto saia de frente e de traseira no barro e na areia”.


Tamanho natural e miniatura – Para formar dupla com a Honda CB original de fábrica, o comerciante uniu seu outro hobby: o de colecionar de miniaturas. Há pouco tempo o comerciante fez uma encomenda para Claudio Antonio da Silva, da Claus Miniatura, modelista de Minaçu, interior de Goiás (GO).

Em escala 1:12, a mini CB 400 de Evandro traz riqueza de detalhes. Tanque, rabeta, farol, escapamentos, além da cor. Tudo igual ao modelo de tamanho original. “Depois da encomenda, a motinho demorou quase três meses para chegar. Fiquei preocupado, mas valeu a espera, já que a miniatura feita em resina de forma artesanal é muito bem acabada”, explica o comerciante de São Paulo.

Ayrton, Ayrton, Ayrton Senna do Brasil!!! – Além da CB 400, a Evandro Baptista tem um santuário na parte superior de sua casa no qual guarda algumas recordações do tempo do kart – fotos e troféus – e 204 miniaturas, exemplares de marcas europeias, norte-americanas, japoneses, modelos dos anos 1930, clássicos nacionais, esportivos e, é claro, uma coleção completa de carros pilotados pelo ídolo Ayrton Senna.

São 22 réplicas, desde a Mercedes C190 até a Willians, passando pelo kart e também pelas equipes Toleman, Lotus e os carros campeões da McLaren. Oito miniaturas em tamanho 1:18 e mais 14 em escala 1:43. A coleção começou em 1992 com os populares “carrinhos de ferro” da Matchbox.


Seja em tamanho real ou em miniatura, “a CB 400 era o sonho de consumo, um marco da indústria nacional. Aliás, sonho para poucos. O modelo Honda carregava status, glamour. Época de um motociclismo romântico. Comparando, seria como comprar hoje modelos de luxo da BMW, Harley ou Triumph”, finaliza, saudosista, Evandro Baptista, que se diz um apaixonado pelo ronco dos motores de três cilindros da marca inglesa.

FOTOS: Renato Teixeira

AUDI TT RS: EMOÇÃO DE 0 A 100 KM/H EM 3,7 SEGUNDOS

Ser rico pode gerar uma série de complicações na vida de uma pessoa. Mas também traz lá as suas vantagens. Uma delas é poder cometer extravagâncias normalmente inacessíveis às criaturas comuns. Como comprar um Audi TT RS, por exemplo. A versão mais esportiva do charmoso cupê da marca das quatro argolas é empurrada por um poderoso motor 2.5 de cinco cilindros turbinado que gera 400 cavalos, gerenciados por um câmbio automatizado de dupla embreagem com sete marchas e com tração integral Quattro. O conjunto mecânico permite ao carro fazer de zero a 100 km/h em apenas 3,7 segundos. A velocidade máxima do cupê alemão é de 250 km/h, limitada eletronicamente. O preço sugerido é de R$ 424.990, em versão única. Se o comprador achar que ter um Audi TT RS não é exclusividade suficiente, há a possibilidade de optar pela a cor Lime Green, um tom cítrico oferecido pelo programa Audi Exclusive e que acrescenta R$ 30 mil ao preço do cupê, totalizando R$ 454.990. O cliente pode personalizar também outras características, como costuras, detalhes de acabamento interno e revestimentos.

Por ser um carro exclusivo, demora cerca de 5 meses para chegar ao país. Se a ideia é ser um milionário extravagante, tal exclusividade pode valer o preço adicional e a espera. Mas, para ricos que preferem um estilo mais discreto, a tonalidade Lime Green definitivamente não seria a escolha mais adequada.
Em fevereiro, quase três anos após o lançamento da geração atual do TT, a Audi finalmente trouxe a versão RS para o mercado brasileiro. A sigla vem de Rennsport (automobilismo, em alemão). Ou seja, a RS é a versão do TT com mais identificação com as pistas de corrida. O motor 2.5 com cinco cilindros em linha tem 20 válvulas de abertura variável com duplo comando e injeção direta e indireta de combustível. Entrega não apenas brutais 400 cavalos de potência, mas igualmente impressionantes 49 kgfm de torque, em uma ampla faixa de 1.700 a 5.850 rpm. A potência específica é de excelentes 161,3 cavalos/litro e, como o carro pesa 1.440 quilos, a relação peso/potência é de 3,6 kg/cavalo. Para cativar também a audição, o botão RS ajusta o som emitido pelo escapamento de acordo com a rotação do motor.

A tarefa de gerenciar o motor fica com o conhecido câmbio S Tronic robotizado de dupla embreagem com 7 marchas, que proporciona trocas comandadas por meio de borboletas junto ao volante. A tração é a tradicional Quattro, com distribuição eletrônica inteligente por meio de vetorização de torque. Segundo a Audi, a potência é transmitida para cada roda de acordo com a necessidade, o que melhora a dirigibilidade e a segurança.
Mas nem só de um “powertrain” poderoso se faz um grande cupê esportivo. O visual é um ingrediente fundamental nesse gênero de carro. E o TT RS exibe um desenho sedutor de esportivo, mas com uma “pegada” extremamente elegante. A grade frontal tem acabamento em preto brilhante e moldura em aço escovado. O para-choque conta com duas grandes tomadas de ar laterais e um defletor também em aço escovado ajuda a ressaltar a esportividade – como se isso fosse necessário. Os faróis de leds e os quatro anéis da Audi na tampa do motor completam o aspecto moderno, mas sem exageros espalhafatosos.
Contudo, a principal característica visual do mais poderoso dos TT é mesmo o vistoso aerofólio traseiro.

Na parte inferior, o difusor contribui para aumentar a estabilidade do cupê em altas velocidades. As lanternas exclusivas da versão usam diodos de emissão de luz orgânicos (OLEDs, sigla do termo inglês Organic Light-Emitting Diodes). Os OLEDs podem fornecer luminosidade mais nítida e brilhante e usam menos energia do que os diodos emissores de luz (os leds) convencionais. Junto aos escapamentos com ponteiras ovais e acabamento em preto brilhante, formam um dos mais harmônicos conjuntos traseiros da atual safra automotiva. No perfil, além do belo visual inerente aos cupês e da clássica tampa de combustível – similar às dos carro de competição e que acompanha o TT desde seu lançamento, há duas décadas –, se destacam as parrudas rodas de 19 polegadas exclusivas da versão, que deixam ver os enormes freios a disco ventilados e perfurados.

Por dentro, a principal diferença do RS em relação ao restante da linha TT está no volante. Semelhante ao adotado no R8, traz o botão de partida e o acionamento dos modos de condução embutidos no aro. De resto, as formas do painel e de todo o habitáculo são bem parecidas com as dos outros TT, acrescidas de costuras vermelhas, peças em plástico reforçado com fibra de carbono e couro Alcantara que completam o pacote de acabamento RS.
Em resumo, o TT RS é um “brinquedo de rico” que beira o meio milhão de reais. Para quem tem realmente muito dinheiro, é fã do design arrebatador do cupê da Audi e busca esportividade com exclusividade, é um prazer que o dinheiro pode comprar. Para alguns afortunados, isso já é mais do que suficiente para justificar uma compra. Sorte deles!

Experiência a bordo – Na medida certa

Quando as portas do TT RS são abertas, o nome “Audi Sport” aparece projetado no chão. Uma vez lá dentro, nota-se que o cupê acomoda bem duas pessoas e permite ao motorista dirigir como se estivesse em um cockpit. Os bancos de couro são extremamente aconchegantes. O quadro de instrumentos, chamado pela marca de Audi Virtual Cockpit, é de série e fornece todas as informações relevantes em uma tela LCD de 12,3 polegadas, diretamente no campo de visão do motorista, sobre o volante. É possível selecionar os modos de visualização. No modo Sport, por exemplo, o conta-giros fica centralizado e outros mostradores ligados à performance surgem dos dois lados. Se o motorista preferir, a telona de 12,3 polegadas pode exibir o mapa do navegador GPS. O volante com base achatada é revestido de couro Alcantara, e o carro ainda conta com equipamento de som Bang & Olufsen e sistema multimídia com memória interna para 10 GB, compatível com Android Auto e Apple CarPlay.
A bordo, apesar do espaço restrito inerente aos cupês esportivos, não falta conforto e sofisticação, com acabamentos primorosos que incluem couro e revestimentos em fibra de carbono. Levar qualquer pessoa com mais de 12 anos nos dois pequenos bancos traseiros deve ser evitado. Funcionam mais como um porta-malas adicional. Já para quem ocupa os dois envolventes bancos frontais, ambos com múltiplos ajustes, a ergonomia é ótima. O TT RS ainda oferece confortos como memórias para os ajustes dos bancos, ar-condicionado automático individual e o lúdico Audi Drive Select – que possibilita ajustar direção, suspensão e as respostas do motor para diferentes estilos de condução. Em termos de porta-malas, os dos cupês esportivos costumam ser muito pequenos. O do TT RS nem é dos menores, contudo leva só 305 litros.

Impressões ao dirigir – De parar o trânsito

Pessoas que acham que atrair a inveja alheia pode atrapalhar suas vidas devem evitar desfilar por aí com um Audi TT RS – principalmente no incomum tom Green Lime. O carro funciona como um verdadeiro “ímã de olhares”. Para quem não pertence à nobreza britânica, não é galã de Hollywood ou “pop star” da música e nem ao menos um mega-astro do esporte, é até divertido ter a experiência de ver como é atrair todas as atenções onde quer que se esteja. Alguns passantes se esforçam, porém é impossível ostentar indiferença ao cruzar com o esportivo da Audi. A estupefação generalizada é tamanha que pode ser perigosa e provocar acidentes – alguns motoristas simplesmente não conseguem tirar os olhos do carro e esquecem de olhar para a frente.
Logo na primeira pisada no acelerador, fica evidente que as letras RS não estão no carro por acaso. A denominação das versões mais esportivas dos Audi marca uma série de atributos especialmente aprimorados. Um deles é a suspensão. O Audi TT RS proporciona performances arrebatadoras em estradas sinuosas, onde a rápida aceleração e a absoluta firmeza do conjunto se harmonizam com a tração Quattro, que entrega a potência necessária às rodas. O cupê tem pneus muito largos, que ajudam a manter a aderência nas curvas. As frenagens contam com discos ventilados e perfurados na dianteira e sólidos na traseira. São de uma precisão fora do comum.


O volante tem dois botões na parte de baixo – à direita, fica a ignição, e à esquerda, o Drive Select, com os modos Comfort, Auto, Dynamic e Individual. No Dynamic, a divisão automática de tração entre os eixos traz o carro para dentro da tangência da curva, e a rolagem da carroceria parece ter sido abolida. As trocas podem ser automáticas ou manuais, por meio da alavanca ou das borboletas. São sempre muito ágeis, mérito do câmbio S-Tronic de 7 marchas, com dupla embreagem. Um botão no console serve para selecionar o som do escapamento como esportivo ou normal. No modo esportivo, o ronco grave e “embaralhado” do motor, acompanhado de estampidos secos que saem das ponteiras duplas, lembra bastante o dos carros da Fórmula-1. É tão alto que chama atenção de todos os viventes no entorno – como se tal coisa fizesse sentido no veículo em questão.
Na estrada, basta pisar um pouco mais forte com o pé direito para a marca de 200 km/h aparecer no velocímetro. E é nas altas velocidades que o Audi TT RS mais se sente “em casa”, com um comportamento dinâmico irrepreensível. No trânsito urbano, o start-stop desliga o motor quando o carro está parado com o motorista com o pé no freio, para ajudar a conter o consumo do motorzão. No final, a impressão que se tem é que o TT RS é um esportivo que se passa sem dificuldades por um superesportivo com mais de 500 cavalos – que são modelos com preços bem mais “salgados” que o do TT RS.

TEXTO: Luiz Humberto Monteiro Pereira / Agência AutoMotrix    FOTOS: Luiza Kreitlon / Agência AutoMotrix

Ficha Técnica

Audi TT RS Coupé 2.5 TFSI Quattro

Motor: Dianteiro, transversal, gasolina, 5 cilindros em linha, 2.480 cm³, 20 válvulas, turbocompressor, injeção direta e indireta
Potência: 400 cavalos entre 5.850 rpm e 7.000 rpm
Torque: 49 kgfm entre 1.700 e 5.850 rpm
Câmbio: automático sequencial, sete marchas, dupla embreagem
Tração: integral Quattro
Direção: Elétrica
Suspensão: McPherson (dianteira) e Multilink (traseira)
Freios: Discos ventilados (dianteira e traseira)
Pneus: 245/35 R19
Dimensões
Comprimento 4,19 m
Largura: 1,83 m
Altura: 1,34 m
Entre-eixos: 2,50 m
Tanque: 55 litros
Porta-malas: 305 litros
Peso: 1.440 kg
Central multimídia: 12,3 polegadas, integrada ao quadro de instrumentos, não é sensível ao toque
Preço básico: R$ 424.990
Carro avaliado (na cor Green Lime): R$ 454.990

COM OUSADIA E NOVOS MODELOS, HARLEY QUER RENOVAR PÚBLICO


É preciso se reinventar para crescer. Enfrentar desafios, criar novos rumos e oportunidades! A partir de agora a Harley-Davidson adotará uma atitude mais agressiva para renovar seus produtos e, consequentemente, buscar consumidores cada vez mais jovens. Prestes a completar 115 anos, a H-D apresentou em 30 de julho o projeto More Roads to Harley-Davidson. Nestes novos caminhos, a marca terá modelos em novas categorias e até motos de baixa capacidade cúbica produzidas no continente asiático. Essa é a estratégia da marca norte-americana para se popularizar. Segundo a própria Harley, o primeiro passo é criar uma nova plataforma (modular) capaz de servir de base para três novos modelos e de motorização distinta, que podem variar de 500cc a 1.250cc, mas sempre com motor V2.


A notícia está causando o maior alvoroço nos sites especializados e nas mídias sociais. Muita especulação ainda em relação às especificações técnicas. A Pan America 1250 (acima) será uma “adventure touring”. Este ‘tanque de guerra’ estará equipado com motor V2 de 1250cc de arrefecimento líquido. A moto terá suspensões de longo curso (Showa) freios Brembo (duplo disco e pinça de fixação radial na dianteira), painel 100% digital e múltiplas proteções (farol, tanque, motor e manoplas, com pisca integrado). O formato da carenagem frontal lembra a Road Glide, da família Touring. Com a Pan America 1250 os caminhos ganharão novos pisos: terra, areia, cascalho! 

A Streetfighter 975 (acima) lembra muito a XR 1200 X, só que com um design mais agressivo e entre-eixo menor. Ambas chegam em 2020. No ano seguinte será a vez da Custom 1250 (abaixo), que compartilha o motor com a Pan America. A moto fará parte de um seleto grupo formado pelas muscle bike. Sua principal concorrente será a Ducati XDiavel. Começa a ser vendida em 2021. Porém, a ousada estratégia de crescimento começa com a LiveWire (última foto), modelo elétrico que será lançado em agosto de 2019. Ou seja, em breve teremos mais novidades sobre a moto que, em vez de gasolina, traz bateria de íons de lítio. Mas os projetos com energia elétrica não ficarão apenas na moto. Devem ter outras finalidades! A marca ficará eletrizada!


Depois de todo o imbróglio com o presidente Donald Trump, a montadora americana fez uma parceria com uma fábrica asiática, cujo nome está sendo guardado em segredo. O objetivo será entrar no mercado de modelos de baixa cilindrada. O foco estará nas motos entre 250cc a 500cc, destinadas para a Índia e outros mercados da Ásia. Será que futuramente será fabricada no Brasil? Motos de “massa” não são nenhuma novidade para quem tem mais de 50 anos. A marca, que havia sido vendida para a American Machine and Foundry (AMF), vendia no Brasil as Harley-Daidson Motovi SS, nas versões 125/175/250. Os modelos, equipados com motores de um cilindro, eram importados pela Magazine Mesbla, nos anos de 1960.

Ou seja, a marca norte-americana terá uma nova imersão nos modelos de baixa cilindrada. Mas será que a popularização da marca, tida como Premuim, não causará certa estranheza por parte dos mais abonados, que tem na Harley símbolo de status. Muitos clientes tradicionais irão torcer no nariz?! Vender motos populares em marca luxo não será uma tarefa das mais fáceis. Mas a atitude ousada da centenária marca norte-americana mostra que quem fica parado é poste. A mudança de rota e a entrada em novos segmentos podem ser decisivos para o futuro. Meu desejo é que a H-D se reinvente e traga à reboque um público da vez mais jovem para o mundo das duas rodas. As motos podem mudar, as marcas podem mudar e até as pessoas podem mudar. Mas a sensação de vento no rosto, a tal liberdade, continuará viva em todo motociclista.

 

INDIAN ENCERRA AS OPERAÇÕES NO BRASIL

A Indian Motorcycles chegou oficialmente no Brasil no final de 2015. Apesar de centenária foi a estreante no Salão Duas Rodas daquele ano. Agora, infelizmente, a Polaris – detentora da marca norte-americana – anunciou a suspensão da importação e comercialização das motocicletas Indian para o mercado brasileiro. O processo de transição será de até 120 dias com as concessionárias da marca, que ficam localizadas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Florianópolis e Goiânia. A Indian Motorcycle vendia no País sete modelos das linhas Midize, Cruiser, Bagger e Touring. 
Em comunicado, a empresa confirma o seu compromisso com os consumidores e dará continuidade aos serviços de pós-venda das motocicletas, incluindo a comercialização de peças de reposição, atendimento à garantia e manutenção em geral, por meio de concessionárias Polaris selecionadas e de novas oficinas credenciadas. A decisão não afeta a operação da marca em outros países onde a Indian Motorcycle está presente.
A falta de rentabilidade do negócio no Brasil, a instabilidade política e econômica e a redução da indústria de motocicletas nos últimos anos foram fatores preponderantes para a tomada de decisão. “Nosso compromisso é de total suporte à rede de concessionárias e aos clientes da Indian Motorcycle nessa transição”, comenta Paulo Brancaglion, Country Manager da Polaris Brasil. Agora a Polaris passa a concentrar todos seus esforços no negócio de veículos off-road: quadriciclos e UTVs.

Para mais esclarecimentos, a Polaris criou um canal direto com o cliente Indian:
(11) 3336-5482 ou pelo e-mail: contatobrasil@indianmotorcycle.com

R$ 39.990 É O PREÇO DA NOVA TRIUMPH BONNEVILLE T100 BLACK

A chegada da nova Bonneville T100 Black ao Brasil reforça a estratégia da Triumph em investir cada vez mais nas clássicas modernas, já os modelos trail – Tiger 800/1200 – são sucesso de vendas no País e em várias partes do mundo. Agora são sete modelos disponíveis aos motociclistas brasileiros: Street Twin, Street Scrambler, T120, T120 Black, Thruxton R e Bobber, além da nova T100 Black, que está equipada com motor de dois cilindros, 900 cc e preço sugerido a partir de R$ 39.990.

Como o nome já sugere, a Bonneville T100 Black traz diversos componentes em preto como, por exemplo, aros das rodas, escapamento e tampa do motor. O resultado é um visual clássico e, ao mesmo tempo, jovial.

O novo modelo é inspirado na Bonneville de 1959. Nesta releitura, a moto traz boa dose tecnologia – ABS, controle de tração, acelerador eletrônico, entrada USB, computador de bordo – e mais de 150 acessórios para customização. Já que a moto é a extensão de seu corpo, de seu estilo de vida. E ninguém é igual a ninguém!

Um dos destaques do modelo é a sua nova configuração de chassi e suspensão, que melhorou os níveis de conforto do motociclista, seja para longas viagens, para o uso diário ou para rodar com garupa. Em função de seu peso menor (213 kg, peso seco) e também entre-eixos mais curto do que sua antecessora, a nova T100 é mais fácil de pilotar.

Para melhorar ainda mais a tocada, a moto está equipada com pneus Pirelli Phantom Sportscomp, personalizados e projetados especialmente pela Pirelli para a família Bonneville, com mudanças de perfil e rigidez no pneu dianteiro e faixa de rodagem mais profunda no pneu traseiro para garantir uma pilotagem segura e maior durabilidade.

A T100 Black oferece um bom desempenho, principalmente em ambiente urbano. Seu motor bicilíndrico de 900 cc, com arrefecimento líquido, proporciona agora mais torque e maior economia de combustível. O motor de 55 cv de potência máxima recebeu  melhorias para atingir um torque mais elevado em rotações bem baixas – 8,16 kgf.m a 3.200 rpm (18% acima da geração anterior do modelo). Resumindo: partidas mais vigorosas no trânsito urbano.  

TOYOTA APRESENTA O YARIS, QUE PARTE DE R$ 59.950

O carro número 1 da Toyota em vendas ao redor do mundo chega ao Brasil com a missão de desbancar a forte concorrência. O Yaris, que será comercializado nas plataformas hatch e sedã, enfrentará artilharia pesada – lê-se VW Virtus e Polo, Fiat Cronos e Argus, Honda City e Fit, além do GM Cobalt. A marca japonesa vive um momento especial, comemora 60 anos de Brasil. Com o lançamento de seu novo compacto premium, a Toyota quer crescimento sustentado, porém com grandes ambições. A expectativa é de vender este ano 200 mil carros, 5% a mais que ano passado. E o Yaris é peça-chave para crescimento ainda mais acelerado em 2019. Ou seja, recorde sobre recorde!


As versões manuais (de entrada) deverão representar apenas 5% das vendas totais no modelo. Segunda a marca, a fabricação deverá seguir a seguinte proporção: 55% hatch e 45% sedã. Grande parte das vendas estarão nas versões intermediárias e, é claro, nos modelos topo de linha. Para o modelo hatch, são elas: XL manual e XL CVT, XL Plus Tech CVT (todas com motorização 1.3 litro), XS e XLS, estas com câmbio CVT e motor 1.5 litro. A carroceria sedã possui as mesmas versões, somente com motorização 1.5 litro. O novo modelo conta com os motores Dual VVT-i que já equipam o Etios, transmissão automática CVT e manual de seis velocidades. A economia é ponto chave no processo de crescimento de vendas do modelo. Segundo dados do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular do Inmetro, o hatch da Toyota é o mais econômico da categoria. Com consumo médio – cidade e estrada – entre 8,8 km/l (hatch 1.5 manual) a 9,6 km/l (sedã 1.5 CVT).


O compacto premium conta ainda com uma completa lista de itens como, por exemplo, vidros e travas elétricos, controle de estabilidade, tração e assistente de subida em rampa, faróis com regulagem elétrica e acendimento automático, roda de liga leve de 15” e faróis de neblina.

MOTOR, POTÊNCIA E TORQUE
– 1.3L Flexfuel, Dual VVT-i DOHC de 16 válvulas, que rende 101 cv a 5.600 rpm, quando abastecido com etanol, e 94 cv, a 5.600 giros, com gasolina. O torque máximo nesta configuração é de 12,9 kgfm (com etanol) e de 12,5 kgfm (com gasolina), sempre a 4.000 rpm. Em comparação com o Etios, o ganho foi de 3 cv e 0,2 kgfm de torque com etanol e de 6 cv com gasolina em comparação com o Etios.

– 1.5L Flexfuel, Dual VVT-i DOHC de 16 válvulas, que rende 110 cv de potência a 5.600 rpm, quando abastecido com etanol, e 105 cv, a 5.600 giros, com gasolina. O torque máximo nesta configuração, a 4.000 giros, é de 14,9 kgfm (com etanol) e de 14,3 kgfm (com gasolina). Para esta motorização, o ganho de potência também foi de 3 cv e 0,5 kgfm de torque com etanol e de 3 cv com gasolina em comparação com o Etios.


EQUIPAMENTOS DE SÉRIE

A Toyota recheou o novo Yaris com de itens de conforto, conveniência, tecnologia e segurança, fazendo dele um dos modelos mais completos de sua categoria. Ou seja, a concorrência que se cuide. O recheio é requintado. Desde a versão de entrada XL de câmbio manual, a linha traz de série, computador de bordo, comandos no volante, descansa-braços dianteiro, controle de estabilidade (VSC), tração (TRC) e assistente de partida em rampa (HAC).

O modelo também possui direção eletroassistida progressiva (EPS), ar-condicionado, vidros dianteiros e traseiros com acionamento elétrico por um toque, travas elétricas, faróis com regulagem elétrica, faróis de neblina, retrovisor interno eletrocrômico, banco traseiro rebatido 40/60 (sedã), entre outros itens, além dos obrigatórios airbag duplo dianteiro e freios com sistema ABS de última geração com distribuição eletrônica de frenagem (EBD).

A versão XL com câmbio CVT adiciona os seguintes itens: controle de velocidade de cruzeiro e função Eco Driving do computador de bordo.

Já a versão XL Plus Tech passa a contar com descansa-braços traseiro, detalhes internos na cor prata, ar-condicionado automático e digital, chave inteligente presencial, Smart Entry e sistema de partida sem chave tipo Start Button, banco traseiro rebatido 40/60 na versão hatch e central multimídia com tela de 7” sensível ao toque com funções de rádio AM/FM, MP3, entrada USB, conexão auxiliar Bluetooth, Toyota Play+, sistema que permite espelhamento de aplicativos por meio da tecnologia SDL e com tecnologia Harman e navegador Tom Tom para sistemas operacionais IOS e Android e Waze para sistema IOS.

A versão XS agrega todos os equipamentos da XL Plus Tech, e volante, manopla do câmbio e revestimento das portas em couro, grade com detalhes cromados, roda de liga leve de 15” Dual Tone (preto e prata), bancos de couro, retrovisor externo com rebatimento elétrico, câmera de ré, tapetes em carpete e computador de bordo com tela de 4.2” com tecnologia TFT.

Por fim, a versão topo de linha XLS ainda agrega teto solar, sensor de chuva, maçanetas cromadas, faróis projetores com lâmpadas halógenas, lanternas em LED e sete airbags, adicionando aos dois frontais, dois laterais, dois de cortina e um de joelhos para o motorista.

CORES

Branco Polar (sólido), Branco Perolizado, Cinza Cosmopolita, Prata Lua Nova, Prata Premium, Preto Infinito, Vermelho Super (sólido) e a nova e exclusiva, Azul Titã.

REVISÕES

Até os 60.000 km, o custo total com revisões do Toyota Yaris será de R$ 2.914,44, o mais baixo da categoria.

 


PREÇOS
Toyota Yaris Hatch
XL 1.3 manual – R$ 59.950
XL 1.3 CVT – R$ 65.590
XL 1.5 Plus – R$ 69.950
XS 1.5 – R$ 74.590
XLS 1.5 – R$ 77.590
Toyota Yaris Sedã
XL 1.5 manual – R$ 53.990
XL 1.5 CVT – R$ 68.690
XL 1.5 Plus – R$ 73.990
XS 1.5 – R$ 76.990
XLS 1.5 – R$ 79.990

 

COM A CLÁSSICA Z900 RS, KAWASAKI COMEMORA10 ANOS DE BRASIL

A Kawasaki Motores do Brasil está em festa. A marca comemora 10 anos de operação oficial no País. A inauguração da primeira concessionária na capital paulista em 2008 e, no ano seguinte, a instalação de uma linha de montagem em Manaus (AM), deram o ‘start’ para uma trajetória de crescimento sustentado e consolidação das “verdinhas” junto ao motociclista brasileiro. Em uma década de Brasil, a subsidiária da Kawasaki Heavy Industries já produziu pouco mai de 64 mil unidades. Para fechar com have de ouro, a Kawa deverá oficializar a comercialização da Z900 RS, uma clássica moderna que foi apresentada quase que simultaneamente nos salões de Milão (Eicma) e Duas Rodas (São Paulo) no final do ano passado. No melhor estilo retrô, mas motor e ciclística atual, a moto chega no início julho e o preço sugerido é de R$ 48.990.

Desde o início das operações, o objetivo da Kawasaki foi o de oferecer uma linha diversificada de motos, alinhada com os principais lançamentos mundiais da marca. A companhia buscava trazer opções de modelos e categorias inéditas no Brasil. Bons exemplos não faltam, como a Ninja 250R, uma mini-esportiva que elevou a categoria de baixa cilindrada a um novo patamar; e a Z750, uma naked que ocupou uma lacuna entre média e alta cilindrada. De lá pra cá surgiram outras boas novidades, como a insana H2R, superesportiva equipada com um compressor (supercharger).

“Esses modelos reforçam nosso histórico de inovação globalmente, já que acabávamos de criar novos segmentos no mercado nacional, lançando uma tendência posteriormente seguida até por nossos concorrentes”, destaca Sonia Harue, gerente comercial e de marketing da Kawasaki. “Inovação é algo que realmente faz parte de nossa história de mais de 140 anos no mundo todo e ela não fica restrita às atualizações tecnológicas, à busca constante por entregar desempenho e a um belo design”, concluí Sonia Harue.

Confira abaixo os fatos que marcaram a trajetória da Kawasaki no Brasil

2008
• Início das atividades da Kawasaki Motores do Brasil com a inauguração de uma revenda. A esportiva Ninja ZX-6R é primeiro modelo comercializado oficialmente no País

2009
• Inauguração da fábrica em Manaus (AM) e os lançamentos de três ícones da marca: a mini-esportiva Ninja 250R; a naked Z750, a primeira motocicleta quatro cilindros produzida fora do Japão e a superesportiva Ninja ZX-10R

2010
• Fábrica de Manaus atinge 10.000 motos produzidas

2011
• Os modelos Z1000 e Versys 650 começam a ser montados no Brasil

2012
• Lançamento da Ninja 300, modelo que substituiu a Ninja 250R. A marca inicia as vendas da Concours 14, grã-turismo com motor de 1.400 cc e derivada da esportiva ZX-14

2013
• Comemoração dos primeiros cinco anos da Kawasaki Motores do Brasil

2014
• Chega ao mercado a Ninja 1000. A nova geração da sport-touring traz controle de tração, três modos de mapeamento do motor e malas laterais na cor da moto
• Fábrica de Manaus atinge a marca de 48 mil unidades produzidas desde o início das atividades em 2009

2015
• A Kawasaki trouxe para o Salão Duas Rodas a novíssima ZX-10 R, que estreou simultaneamente em Barcelona (Espanha) e São Paulo
• Lançamento da Z300, naked de baixa cilindrada inspirada nas motos da linha Z: Z1000 e Z800
• Lançamento da custom Vulcan S

2016
• Lançamento da superesportiva H2R, equipada com um compressor (supercharger), que atinge incríveis 326 cv de potência

2017
• Lançamento das nakeds Z650 e Z900
• Início da produção nacional dos modelos off-road KX250 e KX450
• Lançamento da Versys-X 300, modelo de entrada da linha aventureira da Kawasaki

2018
• Produção acumulada da Kawasaki no Brasil ultrapassa as 64 mil unidades
• A retrô Z900 RS traz motor de quatro cilindros e 111 cv, controle de tração e iluminação em LED