TESTE-DRIVE: JEEP COMPASS LONGITUDE, O QUERIDINHO DO MERCADO

Com preços a partir de R$ 111.990, o Jeep Compass pode ser considerado um sucesso de vendas. Primeiro por ser o SUV mais emplacado no acumulado até novembro, com 55.522 unidades de acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Segundo, por estar entre os dez veículos mais emplacados de todo o Brasil. Minuto Motor pode avaliar a edição limitada Night Eagle, baseada na versão Longitude, para conhecer os atributos do utilitário que conquistou o mercado. Infelizmente, já não é mais possível encontrar a Night Eagle nas concessionárias. Uma pena!

Equipado com motor quatro cilindros, 2.0 Tigershark Flex, o propulsor é capaz de desenvolver 166 cv e 20,5 kgfm a 4.000 rpm quando abastecido com etanol e 159 cv e 19,9 kgfm a 4.000 rpm com gasolina, levando o Jeep Compass de 0 a 100 km/h em 10,6 segundos e com velocidade máxima de 192 km/h, sempre com câmbio automático de 6 velocidades, com opção de trocais manuais graças as aletas atrás do volante. Além da versão flex 4×2, também é possível encontrar nas concessionárias o modelo equipado com o motor turbodiesel 2.0 Multijet II 4×4, com nove marchas, 170 cv a 3.750 rpm e 35,7 kgfm a 1.750 rpm (Longitude, Limited e Trailhawk).

Com visual que agrada boa parte dos consumidores, sempre com linhas bem resolvidas, sobretudo pela grade dianteira com as tradicionais sete fendas verticais, o Jeep Compass Longitude 2019 conta com rodas de 18 polegadas, retrovisores laterais com rebatimento elétrico e tela de 7” no painel de instrumentos.
Ainda nos itens de série, o utilitário esportivo conta com controle de estabilidade, que inclui sistemas eletrônicos anticapotamento, ar-condicionado digital bizona, bancos revestidos em couro e central multimídia com tela de 8,4 polegadas compatível com Apple CarPlay e Android Auto, além de assistente de partida em rampa e monitoramento de pressão dos pneus.

O Compass conta também com coluna de direção com regulagem de altura e de distância, regulagem manual da altura do banco, câmera de ré com ótima visualização na tela multimídia, volante com comandos de telefonia, som e controle de velocidade, garantindo boa ergonomia para os ocupantes e motorista, deixando a dirigibilidade mais agradável.

Numa viagem entre São Paulo e Pouso Alegre (MG), com direito a conhecer o Laboratório Nacional de Astrofísica, localizado em Itajubá, também no estado mineiro, o Compass mostrou-se confortável e com comportamento exemplar para quatro ocupantes e malas. Durante o trajeto, de aproximadamente três horas, foi possível conhecer um pouco mais dos atributos do utilitário, suas tecnologias e sistemas eletrônicos. Pena que o motor 2.0 TigerShark Flex poderia ser um pouco mais forte.

Texto e Fotos: Fernando Eduardo, especial para o MinutoMotor

 Ficha técnica – Jeep Compass 2.0 flex Longitude 4×2

Motor – de quatro cilindros linha, flex, 1.995 cm³ de cilindrada, com potências de 166 cv (etanol) a 6.000 rpm e 159 cv (gasolina) a 6.000 rpm e torques máximos de 20,5 kgfm (etanol) a 4.000 rpm e 19,9 kgfm (gasolina) a 4.000 rpm
Transmissão – tração dianteira e câmbio automático de seis marchas
Direção – tipo pinhão e cremalheira, com assistência elétrica
Freios – disco ventilado na dianteira, e sólido na traseira
Suspensão – dianteira, McPherson, com barra estabilizadora; traseira, McPherson com braços laterais/transversais e barra estabilizadora
Capacidades –Tanque de combustível, 60 litros; carga útil (passageiros + bagagem), 400 kg; porta-malas, 410 litros
Rodas/pneus – 7×18”de liga de alumínio/225/55R18
Peso – 1.546 kg
Dimensões (metro) – comprimento, 4,41; largura, 1,81; altura, 1,63; distância entre-eixos, 2,64
Desempenho – velocidades máximas, 192 km/h (etanol) e 188 km/h (gasolina); aceleração até 100 km/h, 10,6 (etanol) e 10,9 (gasolina)
Consumo (km/l) – urbano, 6,1 (etanol) e 8,8 (g); estrada, 7,5 (etanol) e 10,8 (g)
Dimensões – Compr.: 4,41 m / Largura: 1,81 m / Altura: 1,63 m / Entre-eixos: 2,63 m

NOVO SCOOTER HONDA ELITE 125 TEM PREÇO DEFINIDO: R$ 8.250

O novo scooter de entrada da Honda já está chegando às lojas. O preço do modelo foi definido esta semana pela montadora: R$ 8.250. Em função de suas características, o Elite 125 tem tudo para ser uma nova referência de mobilidade urbana sobre duas rodas. Traz boa dose de tecnologia, modernidade e design, aliado ao motor injetado e transmissão automática V-Matic. Para maior segurança e conforto, o Elite está equipado com freio CBS, painel LCD, iluminação frontal por LED, porta-capacete sob o assento, além de piso plano. Seu principal concorrente, o Yamaha Neo 125 UBS custa R$ 8.290.

Honda Elite 125 – Especificações técnicas
Tipo: OHC, Monocilíndrico 4 tempos, arrefecido a ar.
Cilindrada: 124, 9 cc
Potência Máxima: 9,34 CV a 7500 rpm
Torque Máximo: 1,05 kgf.m a 6000 rpm
Transmissão: Tipo V – MATIC
Sistema de Partida: Elétrica
Diâmetro x Curso: 52,4 x 57,9 mm
Relação de Compressão: 9.8 : 1
Sistema Alimentação: Injeção Eletrônica PGM-FI
Combustível: Gasolina
Tanque de Combustível: 6,4 litros
Óleo do Motor: 0,8 litro
Chassi: Monobloco (underbone)
Suspensão Dianteira/Curso: Garfo telescópico/ 90 / 80 mm
Suspensão Traseira/Curso: Monoamortecida/ 70 / 70 mm
Freio Dianteiro/Diâmetro: A disco / 160,8 mm / 190 mm
Freio Traseiro/Diâmetro: A tambor / 130 mm
Pneu Dianteiro: 90/90 -12
Pneu Traseiro: 100/90 -10
Comprimento x Largura x Altura: 1735 x 689 x 1118 mm
Distância entre eixos: 1223 mm
Distância mínima do solo: 133 mm
Altura do assento: 772 mm
Peso Seco: 104 kg

LEVORIN FAZ 75 ANOS E AMPLIA LINHA DE PNEUS PARA SCOOTERS

Para comemorar os 75 nos da empresa e ampliar sua participação no segmento moto, a Levorin – que hoje pertence ao grupo Michelin – apresentou uma nova linha de pneus para scooter, que atente a diversos modelos entre 100 a 300cc. Com design moderno, o novo pneu Matrix Scooter é um produto que pode ser usado sem câmara que foca no conforto da pilotagem, unindo aderência e segurança na frenagem em pista molhada. Isso em virtude desenho com sulcos em aclive para melhorar o escoamento de água.Há dez medidas disponíveis ao consumidor no varejo, cobrindo 95% do segmento scooter. Para os pneus dianteiros, as medidas são: 3.50-10, 90/90-10, 90/90-12, 90/90-14, 110/70-13, 110/70-16. E para os pneus traseiros: 100/90-10, 130/70-13, 100/90-14, 130/70-16. Para exemplificar, o novo pneu Matrix Scooter pode ser usado nos modelos Suzuki Burgman (90/90-10 e 100/90-10), Honda Lead (90/90-12 e 100/90-10), Yamaha NMax (110/70-13 e 130/70-13), Honda PCX (90/90-14 e 100/90-14) e até no Dafra Citycom 300i (110/70-16 e 130/70-16).“Retomamos o nome Matrix, referência em motos, oferecendo pneus para scooters de 100 a 300cc com design moderno e esportivo. A novidade chega para completar nosso portfólio de produtos com novas tecnologias, qualidade e confiança”, afirma Francis Ferreira, presidente da Levorin.

TESTE-DRIVE: VOLKSWAGEN GOL 1.6 MSI AUTOMÁTICO

No final de julho deste ano, o Gol passou por uma discreta reestilização. Mas a grande mudança do modelo 2019 do compacto da Volkswagen foi o lançamento da versão topo de linha MSI, a primeira do Gol com câmbio automático – antes, a opção era apenas entre câmbio manual ou automatizado. Externamente, as diferenças estéticas da versão automática em relação ao restante da linha são discretas. O capô e a grade do radiador são mais elevados do que nas outras configurações, com dois frisos ligando os faróis, que são maiores e mais retangulares. O para-choque dianteiro conta com entradas de ar na parte de baixo e design mais esportivo. Os faróis de neblina ganharam formas trapezoidais e molduras pretas. A assinatura “MSI Automatic”, próxima à lanterna direita, arremata as diferenciações externas.

O novo câmbio trabalha em conjunto com o motor 1.6 MSI com quatro cilindros e 16 válvulas, o mesmo da antiga versão Rallye, que foi descontinuada na linha 2019. Com duplo comando de válvulas, bloco e cabeçote feitos de alumínio, o Gol 1.6 MSI automático atinge 110 cavalos quando abastecido com gasolina e 120 cavalos com etanol, em ambos os casos a 5.750 giros. Já o torque é de 15,8 kgf.m com gasolina e 16,8 kgf.m com etanol, disponível aos 4 mil giros. Segundo a Volkswagen, o conjunto leva o Gol do zero a 100 km/h em 10,1 segundos, com velocidade máxima de 185 km/h. No novo câmbio, as trocas seqüenciais podem ser feitas na alavanca ou, opcionalmente, nas aletas localizadas atrás do volante. O sistema tem ainda o modo de acionamento esportivo (posição “S” na base da alavanca), que altera o momento de entradas das marchas para rotações mais altas para conferir acelerações mais vigorosas.

Com a redução na quantidade de versões imposta na linha 2019 do Gol, a Volkswagen adotou uma configuração de acabamento única para a família. Assim, os equipamentos da versão 1.6 16V MSI automática são os mesmos disponíveis quando o modelo vem com o motor 1.0 de três cilindros ou o 1.6 8 válvulas, ambos com câmbio manual – não há mais a oferta do transmissão automatizada. Por dentro, com exceção da troca da alavanca manual pela automática, o hatch continua o mesmo. Os plásticos rígidos ainda predominam no acabamento interno. Os bancos são revestidos em tecido e o do motorista conta com ajuste de altura. O volante incorpora comandos para acessar o sistema de áudio, computador de bordo e telefonia. A lista de itens de série inclui ar-condicionado, direção hidráulica, banco do motorista com ajuste de altura, suporte para celular com entrada USB, travamento elétrico das portas e vidros dianteiros com acionamento elétrico, alerta sonoro de faróis acesos, tomada 12V no console central, para-sol com espelho para motorista e passageiro e luzes indicadoras de frenagem de emergência.

As rodas são de aço, com 15 polegadas, mas, opcionalmente, é possível adotar rodas de liga leve de 15 polegadas. Por R$ 3 mil adicionais, o pacote “Urban Completo” adiciona chave canivete, retrovisores elétricos com pisca integrado, sensor de estacionamento traseiro, faróis de neblina e rodas de liga leve. Gastando mais R$ 2 mil, é possível acrescentar a central multimídia com espelhamento de smartphones, volante multifuncional com borboletas para troca de marchas e computador de bordo. Completo, como o modelo avaliado, o Gol salta de R$ 54.580 para R$ 59.580.

Aparentemente, a estratégia da Volkswagen ao lançar a sua linha 2019 – na qual a principal novidade é a inédita versão automática MSI – deu resultado. No primeiro semestre, antes do lançamento, a média de vendas do Gol ficava perto das 5.500 unidades mensais. Começou a subir após o lançamento da linha 2019, em julho. Em outubro, já atingiu 8.973 emplacadas. No ranking de vendas, superou o Chevrolet Prisma e o Volkswagen Polo e saltou da sexta para a quarta posição. Agora, está atrás apenas de Chevrolet Onix, Hyundai HB20 e Ford Ka. No embalo do novo câmbio automático, o Gol mostra que ainda é capaz de surpreender.

Impressões ao dirigir 

A ausência do pedal da embreagem no Volkswagen Gol não é novidade. Mas o desempenho do hatch com a nova transmissão automática é imensamente superior ao oferecido pelo antigo câmbio automatizado e seus desagradáveis “soluços” nas trocas de marcha. O motor 1.6, com 120 cavalos e 16,8 kgfm de torque com etanol, movimenta com o Gol desenvoltura. As trocas de marchas do câmbio automático de 6 velocidades são rápidas e a sintonia com o propulsor impressiona, proporcionando ao compacto um desempenho bastante satisfatório. O carro tem boas arrancadas e um torque decente desde as baixas rotações.

A boa relação de marchas do câmbio elimina os trancos nas mudanças e rentabiliza com eficiência a força do motor. E as aletas atrás do volante para trocas manuais das marchas aumentam os recursos de quem gosta de uma performance mais esportiva. Para os menos afeitos aos esforços dispensáveis, há ainda a opção de levar a alavanca de câmbio do modo “D” para o modo “S” (Sport), que faz com que as marchas sejam trocadas em giros mais elevados.

O acerto de suspensão dos automóveis da Volkswagen normalmente é um pouco mais firme. No caso do Gol, o conjunto suspensivo proporciona boa estabilidade em curvas rápidas, porém, transfere para o interior do carro as imperfeições da pista. O compacto tem um comportamento dinamicamente equilibrado, com rolagens de carroceria discretas. Para um modelo que não conta com controle eletrônico de estabilidade, não faz feio. A direção tem assistência hidráulica, um pouco mais pesada que a assistência elétrica do Pólo.

Mas o bom diâmetro de giro facilita as manobras. Aos poucos, os modelos de entrada do mercado automotivo brasileiro começam a se adaptar aos novos gostos dos consumidores. A transmissão automática figura entre os itens desejados por consumidores deste tipo de veículos. Para quem roda muito em cidades engarrafadas, o câmbio automático é uma “extravagância” que começa a ser encarada como racional.

Texto: Luiz Humberto Monteiro Pereira / Agência AutoMotrix Fotos: Luiza Kreitlon/Agência AutoMotrix


Ficha técnica
Volkswagen Gol MSI 1.6 automático

Motor: Gasolina e etanol, 1.598 cm³, dianteiro, transversal, quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro e comando variável de válvulas. Injeção multiponto sequencial e acelerador eletrônico.
Transmissão: Câmbio automático com seis marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira. Não dispõe de controle de tração.
Potência máxima: 110 cavalos e 120 cavalos a 5.750 rpm com gasolina e etanol.
Torque máximo: 15,8 kgfm e 16,8 kgfm às 4 mil rpm com gasolina e etanol.
Aceleração de zero a 100 km/h: 10,1 segundos.
Velocidade máxima: 185 km/h.
Diâmetro e curso: 76,5 X 86,9 mm. Taxa de compressão: 11,5:1.
Freios: A disco na frente e a tambor atrás, com ABS e EBD.
Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson, com braços triangulares transversais e barra estabilizadora. Traseira com eixo de torção com braços longitudinais. Não dispõe de controle de estabilidade.
Carroceria: Hatch em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Com 3,92 metros de comprimento, 1,90 metro de largura, 1,49 metro de altura e 2,47 metros de distância entre-eixos. Airbags frontais.
Peso: 1.040 kg.
Capacidade do porta-malas: 285 litros.
Tanque de combustível: 55 litros.
Produção: Taubaté/SP.
Preço: R$ 54.580.

Opcionais: Rodas de liga leve de 15 polegadas, alarme keyless, chave tipo “canivete” com controle remoto, retrovisores e maçanetas pintados na cor do veículo, grade do radiador pintada em preto ninja, espelhos retrovisores externos com ajuste elétrico, função tilt down (lado direito) e luzes indicadoras de direção integradas, sensor de estacionamento traseiro, vidros elétricos dianteiros e traseiros, destravamento elétrico da tampa traseira com controle remoto, travamento elétrico das portas com controle remoto, para-sol com espelho iluminado, farol de neblina, lanterna traseira escurecida, duas luzes de leitura dianteiras e duas traseiras, alças de segurança no teto, coluna de direção com ajuste de altura e distância, central multimídia com espelhamento de celulares, computador de bordo, volante multifuncional e aletas para trocas manuais de marchas.
Preço completo: R$ 59.580.

“MUNDO SENAI” ABRE SUAS PORTAS PARA O ENSINO PROFISSIONALIZANTE

“MUNDO SENAI” ABRE SUAS PORTAS PARA O ENSINO PROFISSIONALIZANTE

Entre os dias 08 e 09 de novembro acontece mais uma edição do MUNDO SENAI. Nestes dois dias, as escolas do sistema de ensino mantido pela indústria espalhadas por todo o País abrem suas portas oferecendo à comunidade a oportunidade de ampliar o conhecimento em educação profissional, inovação, serviços técnicos e tecnológicos. A programação inclui workshops e visitas monitoradas aos ambientes de ensino como oficinas e laboratórios .

O MUNDO SENAI tem como objetivo apresentar ao público às profissões e ajudá-los a optar por uma delas e a desenvolver a indústria brasileira. Além disso, valorizar a inovação e a evolução constante do ensino. E, é claro, promover a carreira na indústria como opção rentável.

Dentre várias soluções educacionais destacam-se os cursos de Aprendizagem Industrial (1.500 horas) e Cursos Técnicos ( 1.600 horas), ambos gratuitos e com duração de dois anos. Além disso, o SENAI oferece cursos de graduação(2.400 horas) , pós graduação( 360 horas) e cursos de formação inicial e continuada voltados aos setores automotivo e eletroeletrônica.

Para quem gosta do universo automotivo visite a Escola Senai-SP que fica no bairro do Ipiranga, na capital paulista, é referência quando o assunto é reparação de carros, caminhões e motos.

SERVIÇO
Datas: 08 e 09/11
Período: das 08:00 às 17:00
Duração média para participação : 02 horas
Escola Senai “Conde José Vicente Azevedo” – Rua Moreira de Godói, 226 – Ipiranga – São Paulo/SP
www.facebook.com/senaiautomobilistica
@senaiautomobilistica

NOVA DUCATI MULTISTRADA 1260 CHEGA POR R$ 74.900

NOVA DUCATI MULTISTRADA 1260 CHEGA POR R$ 74.900

A nova Multistrada 1260 desembarca no Brasil em duas versões – ABS e S – e renova a participação da Ducati no segmento bigtrail de alta cilindrada e que se caracteriza por unir alta tecnologia, conforto e desempenho. De eletrônica sofisticada, nova Multistrada 1260 traz o motor de 1.262 cm³ de capacidade, que oferece 158 cavalos de potência máxima. Em comparação a geração anterior, o motor Testastretta DVT teve um aumento do torque e capacidade de tração. Agora a Ducati Multistrada 1260 entrega mais potência a partir de baixas rotações.

Ou seja, 85% do torque já está disponível a partir de 3.500 rpm com um aumento da curva de 18% a 5.500 rpm, comparado com o modelo anterior. Isso torna o modelo com o maior valor de torque a 4.000 rpm de sua categoria.
Entre as principais novidades destaque para o Ducati Quick Shift, que permite a troca de marchas automática para cima ou para baixo, sem o uso da embreagem (disponível na versão S). E também para o sensor de monitoramento da pressão dos pneus. Os preços sugeridos variam entre R$ 74.900 (ABS) e R$ 84.900, para a versão “S”. A bigtrail da marca italiana fará sua estreia no Salão Internacional do Automóvel de São Paulo.

Multistrada 1260 ABS – Principais equipamentos
• Bosch IMU (Unidade de Medição Inercial)
• Sistema Bosch-Brembo 9.1ME ABS com assistência em curvas
• Discos dianteiros de 320 mm com pinças Brembo de 4 pistões
• Controle de cruzeiro eletrônico
• Modos de pilotagem
• Modo de Potência Ride-by-Wire
• Ducati Wheelie Control (DWC)
• Controle de Tração Ducati (DTC)
• Controle de retenção de veículo (VHC)
• Altura do assento do piloto ajustável
• Painel de instrumentos em LCD


Multistrada 1260 S – Principais equipamentos
• Ducati Motor Testastretta DVT 1262
• Ducati Quick Shift (DQS) up/down
• Ducati Safety Pack (Bosch Cornering ABS + DTC)
• Bosch IMU (Unidade de Medição Inercial)
• Sistema Bosch-Brembo 9.1ME ABS con assistência em curvas
• Discos dianteiros de 320 mm com pinças Brembo de 4 pistões
• Controle de cruzeiro eletrônico
• Modos de pilotagem
• Modo de Potência Ride-by-Wire
• Ducati Wheelie Control (DWC)
• Controle de Tração Ducati (DTC)
• Controle de retenção de veículo (VHC)
• Ducati Multimedia System (DMS)
• Altura do assento do piloto ajustável
• Painel de instrumentos em LCD
• Sistema de suspensão eletrônica semiativa Sachs Ducati Skyhook Suspension (DSS) Evolution
• Farol Full-LED com Ducati Cornering Lights (DCL)
• Painel de instrumentos com tela de 5” de alta resolução TFT em cores

BMW E SENAI-SP: PREPARANDO PROFISSIONAIS PARA O FUTURO

BMW E SENAI-SP: PREPARANDO PROFISSIONAIS PARA O FUTURO

Com investimentos na casa dos R$ 4 milhões –R$ 3 milhões em instalações, área construída e infraestrutura, e mais R$ 1 milhão em equipamentos e produtos –, a Academia BMW Group Brasil SENAI-SP surge para atender um complexo panorama de negócios e com forte expectativa de crescimento. “Esta co-training tem a missão de levar a um nível superior a questão da capacitação profissional nas áreas autônoma, conectada, eletrificada e compartilhada no País”, explica Helder Boavida, presidente da BMW do Brasil.

Ou seja, o novo centro de treinamento conta tecnologia de última geração para formação de profissionais em veículos elétricos e híbridos, sistemas de diagnóstico e programação, assim como agrega ferramental voltado para reparação de carrocerias feitas de alumínio.

Com uma área de 1.000 m², a edificação está em anexo às dependências da Escola SENAI-SP do Ipiranga. A previsão é atender 2.700 pessoas/ano, sendo 1.500 profissionais da própria rede BMW e as outras 1.200 vagas estarão disponíveis para a comunidade. Os primeiros treinamentos acadêmicos começam a partir da 2ª quinzena de janeiro de 2019. A inauguração do complexo aconteceu em 29 de outubro.

O novo local também está capacitado para treinar profissionais da rede BMW e alunos do SENAI–SP em tecnologias assistentes de condução semiautônoma presentes em veículos como o BMW X3 M40i, produzido na fábrica do BMW Group em Araquari (SC). O novo centro de treinamento oferecerá também capacitação técnica para as novas tecnologias em produtos e serviços das marcas BMW, MINI e BMW Motos.

Esta iniciativa ainda permitiu a unificação das áreas de capacitação específica de funilaria e pintura, de mecânica e eletrônica embarcada, além de favorecer a logística, reduzindo o tempo de deslocamento de equipamentos e de pessoal.

Para Paulo Skaf, presidente do SENAI-SP, o Brasil precisa estar mais conectado nas grandes mudanças tecnológicas no mundo. “A quarta revolução deverá chegar logo ao País. Por isso já estamos preparando a mão de obra do futuro”, completo Skaf.

HONDA PROMOVE ‘MINI SALÃO DUAS RODAS’ 2019

A Honda aproveitou sua convenção nacional de vendas para montar uma espécie de ‘mini Salão Duas Rodas’ em virtude da quantidade e qualidade das novidades de sua linha 2019, nove no total. A marca apresentou dois lançamentos de peso: as poderosas Gold Wing (Bagger e Tour) e a impactante CB 1000R Neo Sport Café. Colocou em linha o scooter de entrada Elite 125 e a off-road CRF 250F, equipada com o motor da CB 250 Twister. E mais cinco atualizações. Só os valores da CRF 250F (R$ 14.990) e das novas Gold Wing – R$ 136.550 na versão de entrada; e R$ 156.550 na versão Tour – foram divulgados pela montadora. Confira as principais características e data de chegada dos novos modelos.

A versão 2019 da Gold Wing traz um novo motor seis cilindros boxer, mais potente, leve e que permite escolher quatro modos de pilotagem. O câmbio DCT de sete marchas pode atuar automaticamente ou com seleção de marchas via comandos no punho esquerdo. Inédito também é o chassi de alumínio, a inovadora suspensão dianteira por braço duplo e a traseira monobraço, que através da sofisticada eletrônica “entendem” a situação de carga e qual a seleção do riding mode. Freios D-CBS, para-brisa regulável e grande capacidade de carga (110l), compatibilidade com Apple CarPlay e dotada com airbag de série.

CB 1000R Neo Sport Café

A CB 1000R Neo Sports Café e uma releitura prá lá de moderna do conceito café racer que, aliás, têm atraído cada dia mais motociclistas. Esta retrô futurista também é bastante apimentada, já que conta com motor de quatro cilindros de 145 cv de potência máxima e 10 kgfm de torque, propulsor compartilhado com a superesportiva CBR 1000RR Fireblade. Apesar do design minimalista, a CB 1000R traz boa dose de tecnologia embarcada: três modos de pilotagem, controle de tração e acelerador eletrônico. Previsão de chegada: primeiro trimestre de 2019.

CRF 250F


Nova integrante da família CRF nacional, a CRF 250F conta com design de linhas arrojadas, que foram inspirado nos modelos de competição.. Nascida de um projeto 100% inédito, a Honda CRF 250F se vale de um motor que é capaz de oferecer 20% a mais de potência e torque em comparação ao motor da CRF 230F. Para fazer frente a este significativo incremento de performance, a arquitetura do chassi foi alvo de criativas soluções, capazes de conciliar incomparável maneabilidade com a robustez esperada de uma Honda off-road. Novo chassi, suspensões e freios – disco nas duas rodas – prometem trazer ainda mais diversão para os apaixonados pelo esporte off-road.

Elite 125


O novo scooter de entrada da Honda deverá chegar às lojas ainda este ano. O Elite 125 tem tudo para ser uma nova referência de mobilidade urbana sobre duas rodas. Traz boa dose de tecnologia, modernidade e design, aliado ao motor injetado. Para maior segurança e conforto, o Elite está equipado com freio CBS, painel LCD, iluminação frontal por LED, porta-capacete sob o assento, além de piso plano. O modelo chega ainda este ano para ser o concorrente direto do Yamaha Neo 125.

PCX 150


Líder de sua categoria, o PCX 150 2019 está mais moderno em termos de tecnologia e design. Todas as versões – Standard, DLX e Sport – contam agora com novo conjunto ótico frontal e lanterna traseira, ambas em LED, e traz ainda um inédito painel digital e porta-luvas maior. A marca atualizou toda a suspensão traseira (item bastante criticado nas primeiras versões). O conjunto ganhou novos amortecedores. Além disso houve um posicionamento do conjunto mola-amortecedor que, segundo a marca, resultou em melhoria no conforto e dirigibilidade. As versões DLX e Sport agora estão equipadas com sistema de freio ABS. A chave presencial Smart Key também é novidade nessas versões. Chega no início de 2019.

SH 300i Sport

O scooter SH 300i ganha a versão Sport, que se diferencia do resto na família pela exclusiva pintura branco perolizada, com apliques em preto no escudo frontal e carenagem de farol, além de bengala da suspensão, rodas e bagageiros escurecidos. Traz novo banco e, de quebra, o mais moderno motor do segmento. Conta ainda com sistema de freios ABS e chave presencial Smart Key. Renovado, o produto chegará ainda este ano na rede Honda.

XRE 300 ABS

A trail passou por um belo processo de facelift, que apresenta alterações estéticas do paralama – mais curto – à rabeta, que adotou nova alça para o garupa. A moto ficou bonita e ao mesmo tempo encorpada. O modelo, que completará dez anos de mercado em 2019, traz iluminação full-LED e sistema de frenagem ABS como item de série. Essa versão atualizada manteve outros pontos fortes da moto: posição de pilotagem ereta e suspensões de longo curso, que absorve perfeitamente as imperfeições do piso. Outra boa notícia é a XRE 300 emagreceu. A moto perdeu 5,4 kg. O versátil modelo chegará ainda este ano nas revendas da marca.

CG 160 Titan SE

Para comemorar os 25 anos do lançamento da primeira Titan, a Honda resolveu apresentar a CG 160 Titan SE. Inicialmente serão produzidas 8 mil unidades da Special Edition. A nova versão, que começará a ser vendida no início de 2019, se caracteriza pelos grafismos exclusivos – “badge” 25 anos – e também pelas cores especiais – prata, preta e dourado. Inclusive as rodas foram pintadas de dourado, como já havia acontecido na versão de 40 anos da CG.

Pop 110i CBS

Modelo Honda mais barato do Brasil, na casa dos R$ 6 mil, a versão 2019 da Pop 110i recebeu freios CBS – Combined Brake System –, tecnologia que distribui a frenagem em ambas as rodas. Item que aumentará a segurança principalmente dos motociclistas iniciantes. Destaque para a nova opção de cor: branco com assento vermelho. Com mecânica simples e muito econômica, a participação da Pop 110i vem crescendo nos grandes centros urbanos. O modelo atualizado chega às revendas até o final do ano.

TESTE: MT-07 2019 ESTÁ MAIS EQUILIBRADA E AGRESSIVA

 

Lançada no Brasil em 2015, a Yamaha MT-07 chega à sua segunda geração. O design está mais agressivo, o conjunto de suspensão aprimorado e os bancos foram redesenhados. Já o motor é o mesmo da versão anterior: dois cilindros em linha de 689cc, quase 75 cv de potência máxima (9.000 rpm) e o torque máximo de 7 kgf.m (6.500 rpm). Disponível nas cores Racing Blue (azul metálico), Matt Gray Fluo (cinza metálico fosco) e Matt Black (preto fosco), a MT-07 2019 chega nas revendas da marca já no próximo dia 20. Preço sugerido de R$33.790, mais frete.

Entre suas concorrentes diretas, a MT-07 vai encarar a Honda CB 650F (motor de quatro cilindros e preço sugerido de R$ 34.900), Ducati Monster 797 (R$39.900) e Kawasaki Z 650 (R$ 29.990). Ambas com motores de dois cilindros.

Com 992 unidades emplacadas entre janeiro e setembro, agora com a reformulação da MT-07 a Yamaha quer crescer ainda mais no mercado naked. Não será por falta de bons motivos. De comportamento dócil e ao mesmo tempo vigoroso, isso acontece em função da adoção da tecnologia Crossplane, que garante entrega da torque e potência sem buracos na aceleração.

Com apenas 183 kg em ordem de marcha, a naked da Yamaha tem a melhor relação peso/potência da categoria: 2,4 kg/cv.

NOVO DESIGN E PAINEL LCD

As mudanças no desenho começaram pelo novo tanque de combustível (14 litros), com destaque para os defletores de ar e abas do radiador. O paralama dianteiro e o farol dianteiro também foram remodelados. O painel de instrumentos, de posicionamento ao centro, tem display em LCD totalmente digital. Conta com relógio, indicadores de marcha e combustível; outros destaques são o conta giros que indica, além da rotação, a faixa de maior torque, e o fundamental indicador de marchas.

Completo, o painel oferece inúmeras outras informações: hodômetro total e parcial, consumo médio, consumo instantâneo, F-trip (hodômetro parcial de reserva de combustível), temperatura do líquido de arrefecimento, temperatura do ar de admissão e o indicador “Eco”, que mostra quando a motocicleta está consumindo de maneira eficiente o combustível considerando rotação do motor, ângulo de abertura da borboleta e velocidade.

CONTROLE E SEGURANÇA

A principal mudança  ficou mesmo na parte ciclística, já que o conjunto de suspensão teve uma boa evolução. Os amortecedores dianteiros ganharam nova calibragem – mola e óleo – e agora o comportamento é mais firme. Já o amortecedor traseiro (monocross) traz ajuste de retorno, além das nove regulagens de compressão da mola, similar ao da irmã mais velha, a MT-09. Segundo Henrique Tunes, consultor técnico da Yamaha, “essas mudanças dão à nova MT-07 maior agilidade, controle, estabilidade e segurança”.

Falando nisso, a nova geração da naked está equipada com sistema de freios formado por dois discos flutuantes de 282 mm e pinças de 4 pistões cada na dianteira, um disco de 245 mm e pinça simples na traseira, e claro, sistema ABS. 

Impressões de pilotagem

A principal característica da MT-07 2019 é seu torque generoso – quase 7 kgfm, disponíveis a 6500 giros. Isso reflete em muita agilidade no trânsito urbano e também poucas trocas de marcha. Em muitos modelos, as reduções são necessárias para que a moto ganhe velocidade. Não é o caso da MT-07. Por exemplo, rodando no corredor, em baixa velocidade e em quarta marcha engatada, o piloto vai dosando bem giro do acelerador e, consequentemente, a entrega de torque à roda traseira.

Nesta hora a naked se transforma em um scooter, de tão controlada e fácil que é a condução. A naked média da Yamaha entrega tanto torque como potência (74,8 cv a 9.000 rpm) de forma bastante linear.


O novo conjunto de suspensão deixou a moto mais firme, mas não tem a pretensão de ter o mesmo desempenho de uma superesportiva. Com nova mola e óleo, a suspensão dianteira – de 130 de curso – absorve bem os impactos com o piso. A traseira, com ajuste do retorno da mola, oferece mais controle. A sensação de segurança também se dá pelos freios, com sistema ABS, que não deixa as rodas travarem. Na dianteira discos duplos e na traseira disco simples dão conta do recado. Para ajudar neste trabalho, a moto conta com pneus de perfil esportivo.

O conjunto ciclístico, aliado a geometria do chassi tubular, ajuda a MT-07 realizar mudanças bruscas de direção com muita propriedade e contornar curvas se torna um grande prazer.


Outro item que agradou foi a ergonomia. O piloto fica praticamente com os braços retos (guidão largo), coluna mais erata e pernas semiflexionadas, que se encaixam perfeitamente ao desenho do tanque de combustível. Assim a condução é feita de forma bastante relaxada.

GOSTEI

Agilidade e versatilidade – características que se destacam em função do torque do motor, que é liberado desde as baixas rotações.
Novo conjunto de suspensão – deixou a moto mais firme e equilibrada. Uma verdadeira fun bike.
Painel de instrumentos – LCD, 100% digital, com múltiplas funções e indicador de marcha no centro. Informações com fácil visualização.

NÃO GOSTEI

Alça do garupa –  A MT-07 não oferece o item que é essencial para transportar um passageiro com segurança;
Assento duro – Apesar do novo desenho do banco, mais amplo e mais largo, a densidade da espuma está um pouco mais macia. Mesmo assim, em viagens mais longas, o piloto vai sentir certa fadiga.
Pouco tecnologia embarcada – Para uma moto que chega ao consumidor final na casa dos R$ 35 mil, só o sistema de freios ABS é muito pouco. Quem sabe na próxima geração da MT-07 teremos controle de tração e modos de pilotagem, itens adotados na sua irmã mais velha, a MT-09.

 

FICHA TÉCNICA MT-07 2019

 

Motor
4 Tempos / DOHC 8 válvulas / Arrefecimento líquido
Cilindradas (cm³) 689
Quantidade de cilindros 2
Diâmetro X curso (mm) 80×68,6
Taxa de compressão 11.5:1
Torque máximo (kgf.m/rpm) 6,9 / 6.500
Potência máxima (cv/rpm) 74,8 / 9.000
Sistema de partida Elétrica
Sistema de lubrificação Cárter Úmido
Capacidade de óleo do motor (L) 3

Capacidade do tanque de combustível (L) (reserva) 14 (2,7L)
Alimentação Injeção Eletrônica
Sistema de ignição TCI
Transmissão primária Engrenagens
Transmissão secundária Corrente
Embreagem
Úmida / Multi-disco
Câmbio 6 velocidades
Tipo de chassi Diamante
Ângulo de cáster 24º 50′
Trail (mm) 90

Pneu dianteiro Bridgestone 120/70 ZR 17M/C (58W)
Pneu traseiro Bridgestone 180/55 ZR 17M/C (73W)
Freio dianteiro Disco duplo hidráulico com sistema ABS
Ø do freio dianteiro 282
Freio traseiro Disco hidráulico com sistema ABS
Ø do freio traseiro (mm) 245
Suspensão dianteira Garfo telescópico
Suspensão traseira Balança traseira tipo Monocross com link
Curso da suspensão dianteira (mm) 130
Curso da roda traseira (mm) 130

Comprimento total (mm) 2.085
Largura total (mm) 745
Altura total (mm) 1.090
Altura do assento (mm) 805
Altura mínima do solo (mm) 140
Peso em ordem de marcha (kg) 183
Distância entre eixos (mm) 1.400

 

CAPACETE LS2 RAPID MINI É IDEAL PARA A CRIANÇADA

Voltado para o público infantil e também para as mulheres, a LS2 apresenta o capacete Rapid Mini (FF353J). Disponíveis nos tamanhos 48 ao 52, o modelo pode ser encontrado em três opções de grafismo: Monster, Pop Crazy e Monocolor. O casco do Rapid Mini é desenvolvido em HPTT, tecnologia que alia o ABS ao EPS. O resultado é um produto de maior resistência, além de uma excelente capacidade de dissipar a energia de um impacto. Detalhe: atualmente o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) permite que crianças a partir de sete anos possam ser transportadas na garupa da moto. O preço sugerido para o Rapid Mini é de R$ 599,90. Mais informações, acesse ls2.com.br .

Com apenas 1200 gramas, o modelo tem narigueira que auxilia a respiração, forro hipoalérgico cortado a laser, sem costuras em áreas sensíveis, removível e lavável. Conta ainda com viseira em policarbonato com sistema de troca rápida e pinos para colocação de sobreviseira Pinlock. “Os filhos são sempre uma prioridade para os pais e, na hora de escolher o capacete, não pode ser diferente. Por isso optamos em oferecer este produto para um público que ainda não tem muitas opções no mercado”, explica o gerente comercial da LS2 no Brasil, Jonathas Paz.