MINUTOMOTO: RESUMO DA SEMANA – PRODUÇÃO, TRIUMPH, ROYAL E BMW

PRODUÇÃO E VENDAS CRESCEM EM MAIO
A indústria de duas rodas manteve sua curva de expansão em maio. Nesse mês, as fabricantes instaladas no Polo Industrial de Manaus (AM) produziram 100.997 unidades, volume 3,9% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado (97.203) e 10,7% maior na comparação com abril deste ano (91.220). Os números são da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares – Abraciclo. Segundo levantamento do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam), em maio foram emplacadas 97.989 motocicletas, correspondendo a um crescimento de 20,6% ante o mesmo mês de 2018 (81.238 unidades) e de 4,9% na comparação com abril do presente ano (93.370 unidades). No acumulado de janeiro a maio o total de motocicletas emplacadas foi de 450.011 unidades, volume 17,6% superior ao registrado no mesmo período do ano passado (382.660 unidades).

TRIUMPH E ROYAL ENFIELD INAUGURAM NOVAS CONCESSIONÁRIAS
Royal Enfield e Triumph estão investindo na ampliação de sua rede de concessionárias. No caso da Triumph, a inauguração aconteceu no dia 1º de junho, com a abertura da Triumph Fortaleza, na capital cearense, a 17ª loja da marca inglesa em terras brasileiras. A linha completa da Triumph está a venda, incluindo toda a gama de variação da família Bonneville e as bigtrail da família Tiger. A nova concessionária faz parte de um grupo empresarial que já atua no segmento de distribuição de veículos com lojas de várias outras marcas, inclusive da Yamaha. O objetivo da nova loja é vender 100 motos até dezembro deste ano e fica na Avenida Domingos Olímpio, 32, no bairro de José Bonifácio. Além da ampliação de rede, a marca prepara dois lançamentos: as clássicas Street Twin e a Scrambler 1200.
Já a Royal Enfield segue o plano de expansão anunciado no final de 2018 e inaugurou em em 8 de junho, em Curitiba (PR), a terceira loja da marca no Brasil, após São Paulo e Brasília. A marca de origem inglesa e fabricação indiana atua por aqui desde 2017 e tem planos de chegar a 10 lojas por aqui até o final deste ano. A revenda fica na Rua General Mario Tourinho, 710, no bairro Seminário. A abertura de novos pontos de venda da Royal Enfield é estimulado pela chegada no final de 2018 da trail Himalayan, que alcança níveis de aceitação bem maiores que as motos clássicas da marca. A Royal Enfield vende por aqui três modelos: Bullet 500, Classic 500 e Himalayan 410. A marca de motocicletas mais antiga do mundo em produção contínua deve trazer sua linha de 650cc para o Salão Duas Rodas.

MOTOSTORY EXPÕE NA UNIBES
Se você é apaixonado pelo ‘motociclismo raiz’ não deixe de visitar na Unibes Cultural e ver a exposição da Motostory, que mostra parte da história da motocicleta no Brasil. A exposição acontece até o dia 24 de junho e é parte do Mobile Photo Festival 2019, que oferece a Exposição São Paulo em Movimento, promovida pela produtora MObgraphia.
Idealizado por Carlãozinho Coachman, o Motostory tem o objetivo de contar a história da motocicleta no Brasil e nesta exposição exibe fotografias, reportagens de jornais e revistas antigos e outros registros, como correspondências, anúncios e relações de inscritos de importantes eventos. No espaço há também obras dos fotógrafos Miguel Costa Junior e de Mário Bock, dois fotógrafos especializados em automobilismo e motociclismo respectivamente, que aceitaram o desafio de realizar um ensaio inédito com o celular. “Tentamos mostrar o contraste de dois mundos, da foto moderna do mobile através do olhar clínico de grandes fotógrafos, e uma pequena mostra do acervo histórico do Motostory, que retrata quase um século do motociclismo brasileiro”, explica Coachman.

Exposição Motostory – São Paulo em Movimento
Local: Unibes Cultural
Endereço: Rua Oscar Freire, 2500 – Sumaré, São Paulo
Data: de 05 a 24 de junho.
Horário: das 10:00 às 19:00
Entrada gratuita

BMW INVESTE MAIS R$9 MILHÕES EM MANAUS (AM)
Inaugurada no final de 2016, a única fábrica de motos da BMW fora da Alemanha fica em Manaus (AM). Todas as outras operações da marca para motocicletas fora da Alemanha (China, Tailândia e Índia) são parcerias com outras marcas. E agora, antes de completar 3 anos de atividade, esta unidade recebe novo investimento, desta vez de R$9 milhões, cerca de 24% do investimento inicial, que foi de R$40 milhões (10 milhões de Euros) na época. Como se nota, trata-se de um aporte importante nesta unidade, onde são montadas 10 das 12 motos BMW vendidas no Brasil. As únicas exceções são as touring K 1600 GTL e K 1600 B. O comunicado da empresa informa que esta quantia é destinada a implantação de novas tecnologias na infraestrutura da fábrica, à manutenção de maquinário e também para a adaptação da linha de montagem para receber novos modelos de motocicletas que serão produzidos no local. No entanto, a BMW não informa quais serão estes novos modelos, nem quando eles chegarão. As únicas novas motos que estão confirmadas são a R 1250 GS e a R 1250 GS Adventure, que substituirão as R 1200 GS e R 1200 GS Adventure e entrarão em produção no último trimestre deste ano. Hoje a fábrica produz dez modelos: G 310 R, G 310 GS, F 750 GS, F 850 GS, F 850 GS Adventure, R 1200 GS, R 1200 GS Adventure, S 1000 R, S 1000 RR e S 1000 XR, responsáveis por 99% das vendas da marca no Brasil. Com este novo valor, a fábrica da BMW em Manaus consumiu R$70 milhões em investimentos desde a fundação. A capacidade de produção permanece a mesma – 10 mil motocicletas por ano em um turno de trabalho – com 175 funcionários.

Textos Sidney Levy / Motonline – Edição Aldo Tizzani / MinutoMotor

FAZER 250 ABS 2020 É UMA BOA OPÇÃO DE COMPRA. SAIBA POR QUE!

FAZER 250 ABS 2020 É UMA BOA OPÇÃO DE COMPRA. SAIBA POR QUE!

Uma das motos mais bonitas e eficientes de sua categoria, a Yamaha Fazer 250 ABS ganhou uma nova opção de cor em sua versão 2020: vermelho metálico e custa R$ 15.790 (+ frete). Terceiro modelo mais vendido da categoria City, segundo dados de emplacamentos da Fenabrave, com 9.845 unidades entre janeiro e maio, a representante da Yamaha só perde para as Honda CG 160 (127.972) e para a CB 250F Twister (14.678), sua principal concorrente e que tem preço sugerido a partir de R$ 15.140. Mas será que o modelo é uma boa opção de compra?

Em 12 anos de mercado foram fabricadas mais de 300 mil unidades, por isso a Fazer 250 ABS 2020 pode ser um upgrade natural para que tem uma moto 125, 150 ou 160cc. Outros diferenciais: modelo tem garantia de 4 anos e plano de manutenção com preço fixo. Confira abaixo as principais características da Fazer 250 ABS:

Design
A escolha de sua próxima moto passa, certamente, pelo visual. A Fazer 250 2020 conta com um desenho bastante atual, diria até radical pelas linhas adotadas no tanque de combustível, entradas de ar e rabeta. 100% digital, o painel da Fazer 250 ABS é um dos mais completo de sua categoria. Destaque para os indicadores de consumo médio e instantâneo. O modelo usa ainda farol e lanterna traseira em LED.

Agilidade
Por ser ágil e muito prática, a Fazer é uma moto perfeita para dupla jornada, ou seja, rodar trechos urbanos no dia a dia e em viagens curtas nos finais de semana. O modelo se destaca pela ergonomia, conforto e facilidade na pilotagem. Isso se dá graças à redução do peso em 4 kg em relação à geração anterior, a centralização de massa, a geometria bem acertada e ciclística eficiente.

Freios ABS e disco em ambas as rodas
O sistema de freios é composto por disco simples de 282mm e uma pinça de duplo pistão na frente, e disco de 220mm e pinça dupla na traseira. Destaque para o sistema ABS como item de série. Ele impede o travamento das rodas em condições de baixa aderência (asfalto molhado ou sujo), e até mesmo em frenagens de emergência.

Motor e Economia
O monocilíndrico, de arrefecimento misto – uma vez que conta com o auxílio de um radiador de óleo – tem a capacidade de 249,5 cm³ e utiliza duas válvulas acionadas por comando simples no cabeçote. Com gasolina, a potência máxima da Fazer é de 21,3 cv e de 21,5 cv com etanol, ambos a 8.000 rpm. O torque é de 2,1 kgf.m, alcançado a 6.500 giros. O consumo é de mais de 30 km/l.

Garantia
Outra vantagem oferecida na compra de uma Fazer 250 ABS 0 km é a sua garantia de fábrica de 4 anos, a maior do mercado de duas rodas no Brasil. Só para comparar, a Honda dá para a 250 Twister 3 anos de garantia sem limite de quilometragem, mais óleo grátis em 7 revisões. A moto da Yamaha contará ainda com a Revisão Preço Fixo Yamaha. A primeira revisão acontece aos 1.000 Km, a segunda aos 5.000 Km e as demais a cada 5.000 km. Os preços do plano de manutenção variam entre R$ 104 a R$ 474, que pode ser pago em até seis vezes.

Cores e Preço
O modelo 2020 da Yamaha Fazer 250 ABS três opções de cores: azul metálico, vermelho metálico e preto sólido (Preto Eclipse). Preço sugerido de R$ 15.790,00 + frete.

APTIV ABRE SUAS PORTAS PARA O FUTURO DA ELETRIFICAÇÃO

A Aptiv, empresa de tecnologia global que fornece arquitetura veicular para praticamente para todas marcas de veículos ao redor do mundo, inaugurou sua nova fábrica em Espírito Santo do Pinhal, que fica a 200 Km de São Paulo. Com um investimento total de R$ 30 milhões, a nova instalação visa atender às necessidades dos clientes com modernos sistemas de distribuição eletroeletrônicos, principalmente chicotes elétricos.

Mas a Aptiv já está pensando na ampliação de sua nova casa – em 3.000 metros quadrados, já nos próximos três anos. Além disso, a empresa está investindo mais R$ 5 milhões em sua unidade de Conceição do Ouro (MG), duplicando a operação e contratando mais 300 colaboradores até o final do ano.

Com a produção de 30 mil chicotes elétricos/dia, “a empresa usou sua nova base em Pinhal como portal para negócios mais ambiciosos ligados à eletrificação e a projetos de veículos autônomos, que exigirão sistemas cada vez mais complexos e que possam administrar melhor a corrente elétrica e os problemas eletromagnéticos nos automóveis, reduzindo as atuais interferências”, observa Alejandro Quiroz, presidente da Aptiv para a América Latina.

Alejandro Quiroz e Eric Carneiro, executivos da Aptiv

Já Eric Carneiro, vice-presidente e diretor executivo da Aptiv para a América do Sul, acredita na evolução do mercado automotivo e também nos novos rumos da indústria mundial, que passa pela eletrificação e carros autônomos. “Aqui em Pinhal serão feitos estes novos e modernos chicotes. O veículo autônomo é parte de um macrossistema que oferecerá uma maior segurança ao ser humano e, nós, da Aptiv, temos que estarmos prontos para esta nova revolução tecnológica”, explica Carneiro.

Crescimento do segmento
Bastante motivado, o vice-presidente e diretor executivo da Aptiv aposta que a retomada de crescimento do setor automobilístico acontecerá no segundo semestre. A previsão de crescimento da empresa no mercado mundial em 2019 deve girar na casa dos 3%. Ou seja, em seis, sete anos, a receita global deve pular de US$ 14 bilhões para US$ 20 bilhões.

Já em Pinhal, com adequação da produção, aumento do número de colaboradores e, obviamente, a ampliação de produção para antigos clientes (VW) e chegada de novos projetos (Toyota e FCA), o faturamento desta unidade deve girar entre 10 e 15%.

Segundo o executivo, “em breve teremos carros de última geração fabricados nos Estados Unidos e Europa – em especial franceses e alemães – com peças produzidas aqui em Espírito Santo do Pinhal. Nossa meta é sermos líderes neste tipo de tecnologia embarcada”, conclui, eufórico, Eric Carneiro.

Os números da Aptiv
Espírito Santo do Pinhal
Área Total – 68 mil m² – duas vezes maior do que a antiga unidade
Área construída – 18.600 m²
Área fabril – 14 mil m²
Área para expansão – 3 mil m²
Total de funcionários – 1.300 colaboradores (60% mulheres e 40% homens, já que a produção conta com a maioria dos processos manuais)
Fornecedores – 208
Itens – 3.525 (36% de produtos importados, 64% fornecedor local)
No Brasil
Número de fábricas – 5
Total de colaboradores – 5 mil

BIZ, POP, PCX, NMAX E ELITE, OS ‘QUERIDINHOS’ DA MOBILIDADE URBANA

Analisando os dados de emplacamentos divulgados pela Fenabrave – entidade que reúne os distribuidores de veículos –, o MinutoMotor listou cinco modelos, entre CUBs e scooters, que são os queridinhos da mobilidade urbana no Brasil. São fáceis de pilotar, econômicos e tem preços sugeridos que variam R$ 5.790 até R$ 12.390. Os eleitos são a solução de muita gente que não aguenta mais a ineficiência do transporte público, dos congestionamentos, enfim, do estresse no trânsito, principalmente nos grandes centros. Estes modelos de duas rodas são ágeis no deslocamento e oferecer boa economia de tempo e também de dinheiro. Confira abaixo os preços e suas principais características:

Honda Biz – A partir de R$ 7.828
Segunda moto mais vendida no País – só perde para a Honda CG 160 –, a Biz é um veículo genuinamente brasileiro. Para ganhar espaço sob o generoso assento, a pequena CUB ganhou uma roda traseira menos, de 14 polegadas. Hoje, a Honda comercializa duas versões da Biz: 110 e 125cc, ambas equipadas com motores injetados e câmbio rotativo de quatro velocidades. Não há manete para acionamento da embreagem. Há mais de 20 anos no mercado, a Biz tem mais de 40% de seus compradores do sexo feminino e roda cerca de 50 km/l. Nos primeiros quatro meses do ano já foram vendidas 52.419 unidades da Honda Biz

Honda Pop 110i – R$ 5.790
Modelo Honda mais barato vendido no País, a Pop 110i recebeu uma importante melhoria para 2019: freios combinados. Ou seja, quando o motociclista aciona o pedal do freio traseiro, parte quando o motociclista aciona o pedal de freio traseiro parte desta força aplicada vai para o freio dianteiro. O sistema pode salvar a vida dos menos experientes, já que mesmo sem a intenção, o freio dianteiro é acionado. Apesar do visual espartano, a Pop é bem “espertinha” no trânsito, isso em função da potência (7,9 cv) e torque (0,90 kgf.m) de seu pequeno motor de 110 cm³ de capacidade. Faz cerca de 50 km com um litro de gasolina. De janeiro a abril, 33.986 unidades da Pop foram vendidas em todo o Brasil.

Honda PCX 150 – A partir de R$ 11.620
Líder da categoria, o scooter PCX 150 passou por uma completa reformulação. O design foi revigorado, com linhas mais esportivas; ganhou iluminação de LED; o motor agora oferece uma maior eficiência energética e baixos níveis de emissão de poluentes. Traz a facilidade da transmissão automática continuamente variável CVT. É só ligar e acelerar! Para maior comodidade do piloto, o porta-luvas no escudo frontal ficou maior e conta com tomada 12V para carregar um smartphone. Além disso, o PCX ganhou nova suspensão traseira e mais espaço sob o assento (28 litros). O modelo chega a sua terceira geração com três diferentes versões: de entrada, com freios combinados; DLX e Sport, com freios ABS e disco de freio na roda traseira. Nos primeiros quatro meses do ano já foram vendidas 8.768 unidades.

Yamaha NMax 160 ABS – R$ 12.390
O modelo da Yamaha traz um belo conjunto estético, aliado a uma eficiente ciclística – destaque para freios à disco com ABS nas duas rodas – e motor injetado de 160cc (15,1 cv a 8.000 rpm de potência máxima e torque máximo de 1,47 kgf a 6.000 rpm). A facilidade na condução também vem da transmissão automática CVT e rodas aro 13 polegadas. A autonomia é de 200 quilômetros, ou seja, chega a rodar cerca de 40 km com um litro de gasolina. Com painel 100% digital, iluminação de LED e porta objetos com capacidade de 25 litros sob o assento, o scooter mais vendido da Yamaha é o produto mais caro entre os “queridinhos” da mobilidade urbana. De janeiro a abril, 4.747 unidades do NMax foram comercializadas em todo o território nacional.

Honda Elite 125 – R$ 8.500
O Elite 125 tem tudo para ser uma nova referência de mobilidade urbana sobre duas rodas. Traz boa dose de tecnologia, modernidade e design, aliado ao motor injetado e transmissão automática. Para maior segurança e conforto, o scooter da Honda está equipado com freio combinados, painel LCD, iluminação frontal por LED, porta-capacete sob o assento (20 litros), além de piso plano. Traz pneus de perfil mais alto, se comparado com seu antecessor, o Lead. Vai colaborar com o conforto, já que terá como absorver melhor as imperfeições do piso. Faz cerca de 50 km/l. Nos primeiros quatro meses do ano já foram vendidas 4.742 unidades do Elite.

BMW, TOYOTA, MERCEDES, AUDI E VW SÃO OS “REIS DO RECALL” NO BRASIL

BMW, TOYOTA, MERCEDES, AUDI E VW SÃO OS “REIS DO RECALL” NO BRASIL

Hoje, os Apps fazem parte da nossa vida como as fichas telefônicas nos anos de 1970. Temos aplicativos para tudo: pedir comida, chamar taxi, pagar contas, editar e tratar imagens e até criar stickers personalizados para usar no WhatsApp. A indústria automotiva também trabalha com aplicativos e inteligência cognitiva. Nesta onda até os recalls podem ser consultados pelo consumidor por meio de simples toques na tela do smartphone. O levantamento do aplicativo Papa Recall mostra que 32% das fabricantes e 8% dos modelos que circulam no Brasil – entre carros compactos até picapes – foram afetados por campanhas nos três primeiros meses de 2019. Uma a cada três dias! Destaques negativos para BMW, Toyota, Mercedes-Benz, Audi e VW.
Os três primeiros meses registraram 34 campanhas, afetando 13 montadoras e 66 modelos diferentes de veículos. Ao todo, em 44% desses recalls afetaram os carros cadastrados no aplicativo. A montadora BMW é a líder de campanhas no trimestre, com oito recalls. A Toyota ocupa a segunda posição, com cinco chamamentos, seguida pela Mercedes-Benz com quatro. (Veja lista abaixo). Detalhe: praticamente um terço das fabricantes (32%) realizou alguma campanha de reparação nesse período, segundo o Papa Recall.

Alemãs e japonesa na mira
Contudo, entre os modelos são os motoristas de Audi que precisaram ficar mais atentos. O Audi A5 teve 12 recalls únicos nos três primeiros meses do ano; enquanto o Audi A4 realizou dez. Já o VW Saveiro ficou na terceira posição com sete. No total, 8% dos modelos que circulam no Brasil foram afetados.
Apesar de não ocupar as primeiras posições de recall no trimestre, a Volkswagen está realizando a recompra de alguns veículos. No total, 194 carros de diversos modelos e anos serão recomprados pela montadora por 100% do valor na Tabela FIPE.

Detetive Virtual
O aplicativo surgiu em fevereiro de 2019 e, desde então, já cadastrou mais de 600 campanhas dos últimos 14 anos, totalizando 2836 recalls únicos, 40 montadoras e 796 modelos diferentes. No total, 16% dos carros com recall no App são Corolla com necessidade de troca do airbag do motorista. Mais de 24 mil veículos já estão sendo monitorados pela solução.
O Papa Recall também trabalha com o conceito “Recall Único”, onde as campanhas são agrupadas por modelos e anos de fabricação afetados. Por exemplo: uma campanha que afeta os modelos A e B dos anos de fabricação 2017 e 2018. Para a montadora é somente um recall, mas o aplicativo considera quatro “recalls únicos”: A-2017, A-2018, B-2017 e B-2018. Assim, as 34 campanhas do primeiro trimestre tornam-se 177 recalls únicos.

“O número mostra não só a importância dos recalls, mas também a necessidade de divulgá-los de forma correta. Tivemos uma campanha a cada três dias no primeiro trimestre de 2019, mas ainda assim são poucos os motoristas que se informam sobre isso. A segurança no trânsito também passa pela necessidade de tirar veículos da rua que podem causar acidentes”, explica Vinicius Melo, CEO do Papa Recall.

Marca – Chamamentos*
BMW – 8 Recalls

X5 xDrive48i (2006 e 2007) – Sistemas de combustível, elétrico e freios
X5 xDrive30d, X5 xDrive30i, X5 xDrive48i, X6 xDrive35i e X6 xDrive50i (2006 a 2008) – Airbag do condutor
X1 sDrive20i (2018 e 2019) – Lanternas laterais traseiras
Série 5 530i e 550i (2005 e 2006) – Suspensão
X3 (2008) – Sistema de combustível
X5 4.8is (2005) – Transmissão
Série 7 750i (2006) – Suspensão
M3, M4 GTS e M4 Coupé (2016) – Eixo-cardã

TOYOTA – 5 Recalls
Corolla Fielder (2004 a 2008) – Airbag do Passageiro
Prius (2011 a 2013) – Falha no sistema híbrido
Corolla (2015 a 2017) – Airbag do Motorista
Etios e Etios Sedan (2015 a 2017) – Airbag do motorista
Hilux (2015) – Airbag do motorista

MERCEDES-BENZ – 3 Recalls
C 180 Coupé, AMG S 63 L 4Matic+ e AMG S 65 L (2018) – Cinto de segurança
AMG S 63 L 4Matic+ e AMG S 63 4Matic+ Coupé (2018) – Direção elétrica
C 180 Coupé (2018) – Controle de estabilidade

  • Fonte: Papa Recall

KWID OUTSIDER: O SUV COMPACTO DA RENAULT ESTÁ MAIS DESCOLADO

KWID OUTSIDER: O SUV COMPACTO DA RENAULT ESTÁ MAIS DESCOLADO

A Renault lança o Kwid Outsider, a versão mais descolada e aventureira de seu compacto SUV. O veículo apresenta novidades em design e conectividade. A versão traz de série a nova central multimídia de 7 polegadas (Media Evolution), única do segmento com tecnologia Android Auto e Apple Carplay, que permite usar Spotify, Waze, Google Maps (Android Auto) e reproduzir áudios de Whatsapp na tela touchscreen capacitiva. O Kwid Outsider também recebeu skis frontal e traseiro, barras de teto, proteção lateral, moldura do farol de neblina e calotas na cor preta. Já o interior do veículo apresenta novo revestimento dos bancos com detalhes alaranjados nas portas, volante e câmbio. O Kwid Outsider chega ao mercado brasileiro por R$ 43.990.

Linha Kwid
Com a chegada da versão Outsider, a linha Kwid agora apresenta quatro versões de acabamento: Life, Zen, Intense e Outsider, nas opções de cores Orange Ocre, Branco Marfim, Vermelho Fogo, Branco Neige, Prata Étoile e Preto Nacré. Confira abaixo as os principais itens de série de todas as versões da linha Kwid.

Versão Outsider – R$ 43.990
Barras de teto, skis frontal e traseiro, moldura do farol de neblina, proteção lateral, retrovisores elétricos, calotas na cor preta, detalhes em laranja no volante, câmbio, portas e bancos. Media Evolution com Android Auto, Apple Carplay e câmera de ré, abertura elétrica do porta-malas, rodas Flexwheel e chave dobrável.

Versão Intense – R$ 41.890
Retrovisores elétricos, faróis de neblina cromados, Media Evolution com Android Auto, Apple Carplay e câmera de ré, abertura elétrica do porta-malas, rodas Flexwheel e chave dobrável. Além de diferentes detalhes de acabamento externo e interno.

Versão Zen – R$ 38.790
Direção elétrica, ar-condicionado, travas e vidros dianteiros elétricos, rádio com Bluetooth e entradas USB e AUX.

Versão Life – R$ 33.290
Principais itens de série: rodas 14”, dois airbags laterais, dois airbags frontais, dois Isofix, predisposição para rádio e indicadores de troca de marcha e de condução.

Os diferenciais do SUV
O Kwid é o único veículo do segmento a trazer de série quatro airbags, sendo dois laterais e dois frontais, em todas as versões. São de série também duas fixações Isofix para cadeirinhas infantis e alertas visual e sonoro, além do pré-tensionador dos cintos de segurança dianteiros.
Com 2.423 mm de entre-eixos, o Kwid garante aos ocupantes um excelente espaço interno. No interior do veículo o ocupante do banco traseiro tem o maior espaço para os joelhos do segmento. O mesmo ocorre com o compartimento de bagagem, que acomoda 290 litros e é o maior da categoria. Com banco rebatível chega até 1.100 litros.

Principais características
O Kwid foi primeiro SUV compacto urbano lançado no Brasil. O veículo se destaca pela maior altura do solo (180 mm) da categoria e os ângulos de entrada (24°) e de saída (40°) dignos do segmento SUV.

A linha Kwid está equipada com o motor 1.0 SCe (Smart Control Efficiency) com três cilindros, 12 válvulas, duplo comando de válvulas (DOHC) e bloco em alumínio. A transmissão é manual de cinco marchas. Abastecido com etanol, rende 70 cv de potência a 5.500 rpm e torque de 9,8 kgfm a 4.250 rpm. Com gasolina, são 66 cv a 5.500 rpm e 9,4 kgfm a 4.250 rpm.

Veículo mais econômico do segmento no uso misto, segundo a Renault, o Kwid Outsider faz 14,1 km/l com gasolina e 9,6 km/l com etanol. Na estrada, 14,4 km/l com gasolina e 10 km/l com etanol. No uso urbano, os números são 13,8 km/l com gasolina e 9,8 km/l com etanol.

CONHEÇA A “SOPA DE LETRINHAS” QUE DENOMINA AS HARLEY

CONHEÇA A “SOPA DE LETRINHAS” QUE DENOMINA AS HARLEY

Certamente muitos apaixonados pelo mundo das duas rodas já se perguntou o que significa aquela “sopa de letrinhas” que identifica os modelos da Harley-Davidson. A maioria deve ter se questionado se isso tudo faz algum sentido. Bom, a resposta é sim! Todas aquelas letras que designam um modelo H-D seguem uma linha coerente linha de raciocínio e, hoje, é dia de decifrá-las. Usarei como exemplo dois modelos com longas designações: Ultra Classic Electra Glide, que é denominada FLHTCU; e a Bad Boy (Softail produzida entre 1995 e 1997), também conhecida como FXSTSB. Vale ressaltar que a explicação abaixo vale apenas para os motores “Big Twin”.

1ª Letra: Significa a série do motor

G = Servicar três rodas, produzido de 1932 a 1973
E = Válvulas Overhead de 61 polegadas cúbicas (1000 cc) “Big Twin” (Motor / transmissão separados)
F = Válvulas Overhead de 74 (1200 cc) ou 80 (1340 cc) polegadas cúbicas “Big Twin”
K = Válvula lateral 45 (750 cc) e 55 (900 cc) polegadas cúbicas que substituiu o WL em 1953 e foi substituído pelo Sportster em 1957. O modelo tinha muitos recursos de design que foram transportados para o Sportster.
U = Válvula lateral de 74 (1200cc) ou 80 (1340 cc) polegadas cúbicas “Big Twin”
V = Válvula lateral de 74 (1200cc) polegadas cúbicas feitas antes de 1936
W = Válvula lateral de 45 (750 cc) polegadas cúbicas feitas de 1934 a 1952
X = Esportiva e construção especial. Aplicado no período entre 1918 e 1922 para motores Twin opostos Sport. Em 1944 para motores militares opostos Twin e em 1957 para apresentar a linha Sportster.

2ª Letra: Identifica o tamanho da frente (garfo dianteiro)
*Exclui as Sportster e V-Rod

L = Pneu dianteiro largo e garfo dianteiro Hydra-Glide
X = Pneu dianteiro fino e garfos dianteiros esportivo (fino)

3ª Letra: Designa o chassi ou características da moto

H/T = Highway/Touring
ST = Softail
D = Dyna
R = Rubber-Mount ou Racing (dependendo do modelo)
B = Belt-Drive, partida a bateria (modelos iniciais)

4ª e demais letras: Características dos modelos

A = Versão Militar para exército
B = Acabamento preto,
C = Classic, Competition, Custom
D = Deuce
DG = Disc Glide
E = Partida elétrica
F = Partida a Pedal, “Fat”
H = Varia entre alta performance e alta carga. Por exemplo, as primeiras FLH produziam 5 cv de potência a mais do que as FL regulares.
I = Injeção Eletrônica
L = Low
LR = Low Rider
N = Night (como na Nightster ou Iron 883/1200)
P = Versão Policial
R = Road King
S = Versão Esportiva (exemplo: FLHS – Electra Glide Sport) ou Frente Springer
T = Touring
U = Ultra
WG = Wide Glide
X = Special

Vejamos então a tradução dos modelos mencionados acima:

FLHTCU – Ultra Classic Electra Glide
F = Motor Big Twin
L = Frente Larga
HT = Chassi Highway/Touring
C = Classic
U = Ultra

FXSTSB – Bad Boy
F = Motor Big Twin
X = Frente Fina
ST = Chassi Softail
S = Springer
B = Acabamento preto

Antes de passarmos para a explicação das Sportster e dos novos modelos Softail, equipados com o motor Milwaukee-Eight, vamos explicar a V-Rod.
A família esportiva da H-D, a V-Rod sempre foi conhecida pelas letras VRSC que significa:
V = V Twin
R = Racing
S = Street
C = Custom

Os modelos da família V-Rod ao longo do tempo foram identificados com as seguintes letras:
A = Modelo Inicial
B = Acabamento Preto (chassi principalmente – já que originalmente era pintado de cinza)
D = Dark (Night Rod)
F = Fat (Muscle)
R = Racing (Street Rod)
X = Special

As Sportster são denominadas XL (antes eram XLH) e a explicação aqui é que o “X” representa a esportividade e a letra “L” denominava motores de alta compressão. Já a letra “H” foi introduzida em 1958 para denominar uma taxa de compressão ainda maior. E em 1959 surgiu a XLCH (CH de Competition Hot).

Outra denominação que foi comum a Sportster foi a XLCR (CR significando Cafe Racer) produzida de 1977 a 1978, e a XR 1000 (na qual o “R” denominava Racing).

Softails Milwaukee-Eight
Uma mudança de nomenclatura começou a ser colocada em prática em 2008 com o surgimento da Rocker e mantido na Blackline e Slim. A Rocker era denominada FXCW:
F = Big Twin
X = Frente Fina
C = Custom
W = Wide (pneu de 240 mm).

Já a Blackline era FXS e a Slim FLS, tentando simplificar a nomenclatura. O mesmo padrão foi seguido com a introdução do motor Milwaukee-Eight nos modelos Softail onde:
FX = Big Twin de frente fina
FL = Big Twin de Frente Larga

Restante das letras denomina o modelo:

BB = Street Bob
LR = Low Rider
SL = Slim
FB = Fat Boy / Fat Bob
DE = Deluxe
HC = Heritage Classic
BR = Breakout
DR = Drag Racing

Quando a última letra for acrescida do “S”, significa Sport e se refere ao motor de 114 polegadas cúbicas.

Texto Dan Morel, do Blog Doctor Dan, especial para MinutoMotor / Fotos Divulgação

PIRELLI FECHARÁ FÁBRICA NO RS E INVESTIRÁ 120 MILHÕES DE EURO EM SP

Um bom pneu deve ser fabricado com matéria-prima de qualidade, ter um bom rendimento quilométrico e escoar bem a água em dias de chuva. Na vida empresarial também é preciso fazer escolhas e traçar novos rumos. E é exatamente isso que a Pirelli está fazendo. Uma grande reengenharia. Mas como toda mudança há prós e contras. Segundo a fabricante, a reorganização da estrutura produtiva tem o objetivo de acelerar o foco nos produtos High Value, maximizar a eficiência e garantir a competitividade. A fábrica de Campinas (SP) se transformará em um polo produtivo de pneus High Value para carros, moto e Motorsport para América Latina. Dessa forma, a Pirelli confirma o investe 120 milhões de Euro no período 2019-2021 e promete a contratação de 300 pessoas até 2022.

O lado ruim é o encerramento da produção de pneus de moto na unidade de Gravataí (Rio Grande do Sul). A fábrica emprega hoje cerca de 900 pessoas. Pirelli e sindicato estão em tratativas para minimizar os impactos sociais na região. O processo se completará até a metade de 2021.

Investimento complementar
O investimento será usado para a modernização e a reconversão dos estabelecimentos produtivos de Standard a High Value e para o melhoramento contínuo do mix e da qualidade das fábricas de Campinas (São Paulo) e Feira de Santana (Bahia). Estes investimentos se somam aos 320 milhões de Euro que já foram realizados no período 2013-2018.

O rearranjo prevê o fortalecimento da fábrica de Campinas, que atualmente se concentra exclusivamente na produção de pneus para carros. E, gradativamente, será feita a transferência da produção de pneus de moto da unidade de Gravataí (RS).
Segundo a empresa, esta reengenharia permitirá a otimização dos processos produtivos e dos fluxos logísticos, inclusive graças à localização no interior de São Paulo, mais próxima às montadoras e cuja operação permitirá a contratação de cerca de 300 colaboradores até 2022.

VÍDEO: NOVA HONDA GOLD WING CHEGA MAIS BONITA E TECNOLÓGICA

VÍDEO: NOVA HONDA GOLD WING CHEGA MAIS BONITA E TECNOLÓGICA

Para quem gosta de viajar de primeira classe há uma nova opção no mercado de duas rodas. A Honda anunciou a chegada da GL 1800 Gold Wing 2019. Topo de linha, o modelo touring traz o que há de mais atual em termos de tecnologia, conforto, design e desempenho. O Brasil irá comercializar as duas versões com preço público sugerido de R$ 136.550, para a Gold Wing, e R$ 156.550, para a versão Tour, que traz como diferencial a transmissão DCT (Dual Clutch Transmission) de 7 velocidades. A nova GL 1800 tem garantia de 3 anos, sem limite de quilometragem e assistência em 5 países da América do Sul.

Nesta nova geração, a Gold Wing recebeu uma profunda reformulação, mas conseguiu preservar seu caráter estradeiro. O objetivo da marca foi o de oferecer aos fãs a mais completa experiência em termos de tecnologia e condução motociclística, mantendo, porém, intacta a incomparável personalidade do modelo. Conseguiram!!!

A nova Gold Wing está mais compacta e leve (- 39 kg na versão Gold Wing e -18 kg na versão Tour) que a versão anterior. Seu motor preserva a arquitetura Boxer de 6 cilindros horizontalmente opostos, agora com cabeçotes Unicam de quatro válvulas por cilindro. Agora o motor pode ser ajustado de acordo com quatro diferentes modos de pilotagem: TOUR, SPORT, ECON e RAIN. Outras novidades agora a nova Gold, entre elas, acelerador eletrônico, controle de tração, assistente de partida em subidas e sistema Start&Stop, sistema que veio dos carros de luxo, mas também equipa o pequeno scooter PCX 150.

Motor de 126 cv
Apesar de manter praticamente a mesma capacidade cúbica (de 1.832 cc cresceu à 1.833 cc), o motor da Gold Wing ganhou mais potência (126 cv contra 118 cv) e torque (17,34 kgf.m ante 17,0 kgf.m) além de estar 3,8 kg mais leve (versão Tour) e 29 mm mais curto que o motor da versão anterior da Gold Wing.

Acoplado ao motor está a última geração do moderno câmbio de dupla embreagem DCT com 7 marchas (versão Tour). O piloto tem a opção de utilizá-lo no modo plenamente automático ou selecionar a marcha desejada através de comandos “+” e “–” situados no punho esquerdo do guidão. Sistema muito similar ao utilizado na Honda VFR 1200F, uma sport touring que apareceu no Brasil em 2011. Quando chegou, a VFR era uma moto muito além do seu tempo. Foi mal compreendida, quase crucificada pelos “enroladores de cabos”!

Agora, o câmbio DCT que equipa a nova Gold Wing Tour oferece ainda a inédita modalidade ‘Walking Mode‘, que movimenta a motocicleta em velocidade limitada (1,8 km/h à frente e 1,2 km/h em marcha a ré) para auxiliar o piloto nas manobras de estacionamento.

Conforto e conectividade
Os assentos continuam individuais para piloto e passageiro, o que confere nível máximo de conforto e ergonomia. No “top box” e nas protetivas malas laterais há capacidade de transportar até 110 litros, na versão Tour. No novo cockpit se destaca o painel com tela TFT colorida de 7 polegadas, que oferece o mais completo nível de informações sobre a motocicleta, sistema de áudio, navegação e do controle de tração HSTC (Honda Selectable Torque Control), regulagem de suspensão e Cruise Control. A Gold Wing Tour 2019 é compatível com o Apple CarPlay – como nas Harley – e a conectividade é facilitada pela porta USB e Bluetooth. Abaixo, a lista dos principais itens desta representante da categoria grã-turismo:

• Visual moderno
• Sistema de gestão e controle do aquecimento e dos fluxos de ar
• Para-brisa regulável eletricamente variando inclinação e altura
• Cruise Control de ação gradativa com sistema TBW (Throttle By Wire)
• Full-LED e indicadores de direção com desarme automático
• Smart Key com comando para abertura de malas laterais e top box
• Novo chassi dupla trave de alumínio
• Suspensão dianteira por duplo braço oscilante
• Suspensão traseira com nova balança monobraço
• Regulagem eletrônica das suspensões com base nos modos de pilotagem
• Pré-carga da mola/amortecedor traseiro regulável eletricamente (Tour)
• Freios combinados D-CBS (Dual Combined Braking System) com ABS

• Novo motor Boxer 6 cilindros de 1.833 cc, cabeçotes de 4 válvulas
• Acelerador eletrônico TBW (Throttle By Wire) e 4 modos de pilotagem
• Controle de tração HSTC (Tour)
• Start&Stop com sistema ISG (Integrated Starter Generator)
• Sistema HSA (Hill Start Assist) para saídas em subida
• Novo câmbio DCT (Dual Clutch Transmission) com 7 marchas (versão Tour)
• Função ‘Walking Mode‘ para manobras de estacionamento
• Integração total entre os modos de pilotagem e o câmbio DCT (versão Tour)

DIA DO AUTOMÓVEL: 100 MILHÕES CIRCULANDO E MUITAS OPORTUNIDADES

13 de maio, Dia do Automóvel. A frota atual, segundo dados do Denatran, beira 102 milhões de veículos emplacados no País. Atualmente, o Brasil é o oitavo maior mercado consumidor de automóveis do mundo. Perde para as superpotências China, Estados Unidos, Japão, Índia, Grã-Bretanha e França. Só no ano passado foram licenciados exatos 2.473.173 unidades entre automóveis e comerciais leves. Porém, no ranking de crescimento no período de 2017 e 2018, o Brasil apresentou um aumento de 13,85% e se posicionou na segunda colocação.

E cenário, com números superlativos, merece bastante atenção já que a atual frota de veículos em circulação tem idade média de 9,7 anos, o maior índice dos últimos 18 anos, com tendência de aumento desse índice para os próximos anos, segundo dados do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças).

Segundo o relatório da CNseg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização), cerca de 70% dos carros registrados no Brasil não possuem qualquer tipo de seguro ou cobertura para proteção do bem e terceiros. Essas lacunas podem ser vistas como uma oportunidade para o mercado de seguros oferecer soluções a todos os tipos de veículos, independentemente da idade e condição do veículo.

De acordo com o Automóvel Clube do Brasil, há cerca de 70 mil veículos rodando com placa preta no país. Para obter a identificação visual, os modelos de coleção com mais de 30 anos devem seguir uma série de regras que atestem a originalidade acima de 70%. Outro número que mostra a forte presença dos antigos no Brasil está nos dados divulgados no ano passado pelo Sindicato Nacional da Indústria de Componentes (Sincopeças), onde 30% dos veículos tinham até 5 anos de idade; outros 35%, entre 6 e 10 anos; 17%, entre 11 e 15 anos; 12%, de 16 a 20 anos; e 6%, mais de 20 anos.

De olho nos ‘velhinhos’
Ou seja, há muitas oportunidades de negócios neste campo. Por isso as seguradoras despertaram e também querem oferecer coberturas para os “velhinhos”! Caso da Azul Seguros. Visando atender a demanda de veículos zero km até os que já tem 25 anos, o Azul Auto Leve oferece um produto focado em custo-benefício. O “Azul Auto Leve” tem o objetivo de estimular a inclusão securitária ao oferecer soluções simplificadas, sem pesar no orçamento dos clientes. “Dessa forma, desejamos levar aos nossos consumidores um produto com um ótimo custo-benefício. O produto é comercializado em todas as regiões do país e é voltado para veículos com importância segurada de até R$ 80 mil e conta com a facilidade no pagamento em até 10 vezes sem juros no cartão de crédito Porto Seguro ou débito em conta”, ressalta o diretor da Azul Seguros, Gilmar Pires.

O Azul Auto Leve oferece cobertura básica para colisão, incêndio, roubo e furto. O seguro disponibiliza, também, assistência 24 horas ao veículo com guincho até 200 km e indenização que varia entre 80% a 100% da tabela FIPE, de acordo com a apólice contratada.

Cobertura de Furto e Roubo
Já a Suhai Seguradora optou em oferecer a este nicho de mercado um seguro exclusivo de Furto e Roubo com Assistência 24h que pode ser, em média, 80% mais barato do que as coberturas tradicionais. O seguro da Suhai também não tem franquia, e sua contratação é rápida e desburocratizada.

“A Suhai é uma seguradora focada em roubo e furto de automóveis. E como uma empresa nichada, valorizamos muito os veículos antigos, que é um segmento extremamente relevante para esse mercado e é totalmente alinhado com nosso modelo de atuação”, explica Robson Tricarico, diretor comercial da Suhai Seguradora, explicando que as principais razões para as seguradoras mais tradicionais negarem o seguro de um automóvel antigo, com mais de 20 ou 30 anos, estão no fato de os antigos serem mais visados e por eles servirem de base para abastecer, infelizmente, o mercado informal de peças.