VÍDEO: ‘ONE RIDE’: O MAIS DEMOCRÁTICO PASSEIO DE MOTO DO MUNDO

VÍDEO: ‘ONE RIDE’: O MAIS DEMOCRÁTICO PASSEIO DE MOTO DO MUNDO

Um dia para celebrar a amizade e reunir pessoas que tem a mesma afinidade: a paixão pela moto, motociclismo e o motopurismo. E foi neste clima de total confraternização que a Royal Enfield promoveu o ‘One Ride 2019’. Ação mundial, o ‘One Ride’ foi realizado este ano, simultaneamente, em 35 países (aproximadamente 300 passeios). Na terceira edição brasileira, a marca indiana reuniu mais de 100 participantes no Brasil, em 5 de maio.

Esta comunidade colocou suas motos – Royal (clássicas e também a recém-chegada Himalayan) e modelos de outras marcas – para rodar e curtir um dia pra lá de especial. No Brasil, o ride democrático aconteceu ao mesmo tempo em São Paulo (SP) e Brasília.

Na capital paulista, o ponto de encontro foi na concessionária Royal Enfield – SP, que fica na Zona Sul. O comboio cruzou a cidade pelas Marginais Pinheiros e Tietê até acessar a Rodovia Ayrton Senna. Os motociclista seguiram para Biritiba-Mirim, via Mogi das Cruzes. A confraternização aconteceu no restaurante Rancho da Moto.

Confira o vídeo do passeio realizado em São Paulo. A produção foi da Miopia Filmes, com conteúdo do MinutoMotor.

DICAS PARA TRANSPORTAR CORRETAMENTE SUA BIKE

Em 2018 foram produzidas mais de 770 mil bicicletas no Brasil, segundo dados da Abraciclo – associação que reúne os fabricantes de motos e bikes. No verão a procura por uma “magrela” explode e a vontade de passear ao ar livre aumenta, principalmente, nos fins de semana. Mas você sabe como transportar sua bike corretamente? Os suportes para veículos de passeio oferecem diversos modelos. Há os que são acoplados diretamente no porta-malas, os que se conectam nos engates automotivos e os que ficam no teto do automóvel.

Os modelos acoplados ao teto requerem que o veículo já tenha barras transversais onde o suporte de bike é fixado. Nesse mecanismo, a bicicleta é transportada em pé e as rodas ficam sobre trilhos. Em alguns casos, a roda dianteira é retirada e acomodada dentro do veículo. Já os suportes fixados diretamente no porta-malas devem ser bem presos por meio de cintas de fixação, que se encaixam no vão do porta malas do veículo, deixando as bikes em uma posição perpendicular ao solo. Uma outra solução são os suportes de bike acoplados ao engate automotivo, que traz como diferencial a fácil instalação. 

Uma das principais fabricantes destes suportes é a Reese, marca da Horizon Global Brasil. Seus produtos se destacam por design arrojado e funcional, além de apresentarem facilidade de instalação. Alguns modelos contam com sistema antifurto, tanto para bike quanto para o suporte de bike. Os preços partem de R$ 220 (suportes de teto).

Legislação
Fique ligado! Se as bikes cobrirem a placa ou as luzes de sinalização de direção do veículo, mesmo que parcialmente haverá necessidade do uso da régua de sinalização e o uso da segunda placa, de acordo com a Resolução 349/10 do Contran. Outra orientação é a necessidade de respeitar o peso máximo de carga especificado para o veículo. Por isso fique atento as regras de regulamentação para transporte de cargas, regidas pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), evitando assim multas e acidentes.

HOJE É SEXTA: VAMOS PRATICAR O MOTOTURISMO?

 

Ferramenta de trabalho, opção inteligente para a questão da mobilidade urbana, a moto é também um instrumento de prazer. Já que ela pode levar o homem a conhecer novos lugares, novas culturas… Pode ser considerada um agente de socialização. Não há nada melhor que depois de dezenas de quilômetros rodados parar em uma cidadezinha, fazer novas amizades – ou rever velhos amigos de estrada –, poder trocar experiências e contar ‘causos’. E isso é uma experiência única!
Pode ser ainda um ‘rolê’ no centro velho, conhecer uma cidade histórica, descer para o litoral e ver o mar. Muitas vezes a moto se transforma em um tanque de guerra que enfrenta obstáculos. Em outras oportunidades em um avião para devorar as curvas de um autódromo em alta velocidade. É ir até onde a imaginação deixar (ou a rodovia permitir). Praticar o mototurismo é um estado de espírito, um estilo de vida que rejuvenesce as pessoas .
Não tem nenhuma ligação com marca, modelo ou cilindrada. Claro que há afinidades, gosto pessoal. Mas no final não importa o tamanho do “brinquedo”. O que importa mesmo é se aventurar, programar roteiros incríveis, já que a moto não tem fronteiras. Espero que as 11 fotos de Johanes Duarte, do Photo & Road, inspirem muitas pessoas a redescobrirem o Brasil sobre duas rodas, um País continental de inúmeras belezas!
Revise a moto, faça as malas e boa viagem. Bons equipamentos são fundamentais para uma viagem mais confortável e segura. Ah! Não esqueça da capa de chuva. O smartphone também é indispensável para registrar os momentos de alegria e descontração. Agora é pé na estrada!!!

FOTOS: Johanes Duarte / Photo & Road – www.photoandroad.com

PASSEIO DE MOTO PELOS ALPES REÚNE BELAS PAISAGENS E BOA GASTRONOMIA

No inverno, os Alpes europeus ficam bicolor: o branco da neve depositada no cume das montanhas se funde com o azul do céu. Este cenário atrai milhares de turistas todos os anos para aproveitar o clima e pretexto para a pratica de esportes radicais como, por exemplo, esqui e snowboard. No verão é a hora e a vez dos motociclistas invadirem os alpes e transformar a região em um verdadeiro parque de diversão à céu aberto, isso em função da grande quantidade de curvas. Um belo passeio por meio das cênicas estradas europeias que cruzam vales e os mais famosos passos alpinos.
Com início e término em Erdinger, Alemanha, o mototurista que participará do Tour Alpes 2018, organizado pela 2Ride em parceria com a Power Motorrad e Triple Triumph, conhecerá algumas das mais charmosas cidades da Áustria, Suíça, Itália e, é claro, da própria Alemanha. Isso sem falar na experiência única de ter contato direto com a história, cultura e gastronomia de uma das regiões mais aconchegantes da Europa. A viagem sobre duas rodas acontece entre 21 de setembro a 30 de setembro, com grupos reduzidos e preço altamente competitivo.


Seja nas Autobahns, estradas de mão única ou em deslocamentos por rodovias vicinais, o Tour Alpes 2018 percorre paisagens de tirar o fôlego que somente as estradas que serpenteiam as montanhas podem proporcionar. Ou seja, cada parada uma surpresa quase que cinematográfica! O percurso total é de 1.800 quilômetros, com média de 200 quilômetros/dia.
Esta viagem pelos Alpes europeus tem como destaque os Passos Stelvio, Umbrail, Foscagno, Rolle, Grossglockner, Gavia, Croce Domini, além do Lago Hydra, Garda e as maravilhosas Dolomitas, com seus vários passos e estradas deslumbrantes.
Os mototuristas terão a oportunidade de conhecer com tranquilidade as principais cidades deste roteiro: Bormio, Gargnano e Corvada In Badia, bem como seus costumes, comidas típicas, vinhos e arquitetura. Os restaurantes e hotéis foram escolhidos para proporcionar a melhor e prazerosa experiência possível.
Com grupos reduzidos – máximo sete casais – a 2Ride aposta em uma viagem com atendimento personalizado,  conforto e muita segurança. A moto escolhida para o  Tour Alpes 2018 será a bigtrail BMW R 1200 GS, com todos os opcionais e três malas rígidas. 

Preço
O valor do pacote para o casal é de € 4.000 (Quatro Mil Euros). O preço contempla hotéis, aluguel da moto equipada com três malas rígidas e seguro. Não está incluso: alimentação, bebidas, pedágios, ingressos e bilhete aéreo. É obrigatório o uso de todos os equipamentos de proteção: capacete, botas, luvas, jaqueta e calça com proteções. Não é permitido o uso de calça jeans, tênis e capacete aberto.
Serviço
E-mail: contato@2ride.com.br ou (11) 99586-8093, com Edgar Rocha. 
* Viagem sujeita ao número mínimo participantes. Realização da viagem atrelada a condições climáticas.

DUAS MULHERES, DUAS HARLEY E UM SONHO

Experientes motociclistas, Ana Pimenta e Ana Sofia são fanáticas pelo ronco do motor “V2” e, como a paixão é grande, elas irão fazer um ‘rolezinho básico’ de cerca de 28 mil km pilotando duas Harley-Davidson entre Porto Alegre (RS) e Milwaukee, nos Estados Unidos. A ideia é rodar por 115 dias, passar por 115 concessionárias da centenária marca norte-americana e chegar no primeiro dia da grande festa de aniversário dos 115 anos da Harley, em Milwaukee, Estado de Winsconsin (EUA). O roteiro épico das Anas foi batizado de “The Ride 115”.

A partida acontece agora em 19 de maio, na capital gaúcha, e a chegada em Milwaukee – berço do ícone norte-americano – está prevista para 29 de agosto. Na primeira parte da viagem, Ana Pimenta e Ana Sofia rasgarão o Brasil de Sul a Norte. Passarão por Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Distrito Federal, Goiás, Tocantins, Maranhão, Pará e Amazonas.

Na segunda e maior etapa do roteiro, as duas cruzarão os estados norte-americanos da Florida, Geórgia, Carolina do Norte, Tennessee, Mississippi, Los Angeles, Texas, Arizona, Nevada, Califórnia, Utah, Idaho, Wyoming, Dakota do Sul, Minnesota, Illinois, Michigan e Winsconsin. Além do desafio de rodar 28 mil quilômetros, as meninas levarão a bandeira da prevenção do câncer de mama, doença que atinge hoje 1,4 milhões de homens e mulheres em todo o mundo. Para Ana Pimenta, além da paixão pela Harley, “esta viagem é uma jornada pela vida”!

Para suportar horas e horas no comando das motos – Street Glide e Ultra Limited , ambas da linha Touring da Harley -, a dupla intensificou trabalhos de condicionamento físico, apostaram no pilates, treinos programados na academia e caminhadas. A preparação mental também é importante e a prática da Ioga será fundamental. 

A ansiedade e a repercussão da viagem só aumentam, assim como o número de fãs que querem rodar um pouquinho com as Anas. Se você quer saber onde elas estarão é só entrar no site www.theride115.com e conferir o roteiro.  Além das mídias sociais:

Instagram: @theride115
Facebook: The Ride 115
Twitter: @theride115

A dupla tem o apoio da Harley-Davidson, GAB Transportes, DiRoma, RCI e AMCHAM.

Fotos: Johanes Duarte / PhotoandRoad

 

COMETA FLECHA VOLTA A ENCARAR A ESTRADA


Quem tem mais de 40 anos e foi morador da cidade de São Paulo nas décadas de 1960, 1970 e início dos anos 1980, com certeza irá lembrar do Terminal Rodoviário da Luz e sua fachada decorada com acrílicos coloridos. De lá partiam ônibus para o interior e também para outros estados. A vida da antiga rodoviária durou praticamente duas décadas (de 1961 a 1982), mas o saudosismo ficou na memória de paulistanos e migrantes que chegam e partiam do centro de cidade.

Para resgatar um pouco desta história, a Viação Cometa está colocando em operação o Flecha, ônibus ícone de conforto e segurança que rodou por este “mundão” chamado Brasil entre os anos de 1960 e 1970. O motivo para este retorno é a comemoração dos 70 anos da empresa. Para festejar, o Grupo Cometa elaborou 70 destinos que serão realizados pelo Flecha, que foi totalmente remodelado. A “viagem no tempo” tem prazo de validade: até 12 de junho.

O Flecha percorrerá vários trajetos saindo de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, entre outras cidades. Todos as rotas e horários podem ser consultados no site www.viacaocometa.com.br/viagem-flecha. Há a possibilidade de fazer a compra da passagem on-line. Quem tiver o privilégio de rodar no Flecha irá, com certeza, resgatar na memória a potência do motor Scania, a exclusividade da suspensão a ar e, é claro, do revestimento dos bancos em couro vermelho. Fica a dica e boa viagem!

TSUNAMI DE HARLEYS ATINGE CAMBORIÚ (SC)

A vida só tem sentido se colecionarmos experiências. Com as ruins aprendemos, as boas guardamos de recordação. Agora tenha em mente esta equação: experiência positiva, somada com um grupo de amigos que compartilham da mesma paixão. De quebra eleve este produto a um lugar paradisíaco com céu azul e mar de águas mornas. Tudo em um clima do mais puro alto astral. O resultado foi o National H.O.G. Rally 2018, que aconteceu em Balneário Camboriú (SC) entre os dias 28 e 30 de abril. O evento anual organizado pela Harley-Davidson reuniu 1200 pessoas e cerca de 700 motos no badalado litoral catarinense. Um verdadeiro “tsunami de motos” que invadiu as ruas da cidade. 

Além do cenário cinematográfico, esta irmandade sobre duas rodas pode participar de festas a beira da piscina regadas com o bom e velho rock´n roll, jantar e festa a fantasia (com temática Anos 80). Além, é claro, do tradicional desfile de Harleys, que ligou o balneário até Penha, onde fica o Beto Carreiro (parque temático), num percurso de 30 quilômetros. Lá foi realizado o ‘Motor Games’, disputa de habilidades de pilotagem sobre as máquinas americanas, e o almoço de confraternização. No final das contas foram muitos quilômetros rodados e novas amizades para adicionar aos contatos do celular. Confira abaixo algumas histórias que rolaram durante o H.O.G. Rally:

Experiência internacional
Roberto Thedaco (acima), de 48 anos, é fã de carteirinha da Harley-Davidson. A bordo deste ícone americano há 11 anos, o empresário já rodou quase 130 mil quilômetros, que foram divididos entre viagens no Brasil, Estados Unidos, Europa e Austrália. Na garupa sua inseparável companheira Ketty. Sua primeira H-D foi uma V-Rod, moto que chegou ao Brasil em 1.999 custando míseros R$ 100 mil.
Simpático e de sorriso largo, Thedaco diz não comprou uma moto, adquiriu um novo estilo de vida e, de quebra, veio uma família junto. “Claro que as Harleys são importantes, já que nos levam a descobrir lugares maravilhosos, além conquistar novos amigos”, afirma o mototurista. “As minhas motos são como “Lego”, já que não acabo de encaixar peças e acessórios”.
Hoje Thedaco é dono de uma Ultra Limited, edição comemorativa aos 115 anos da marca, que rodou de São Paulo até o Balneário Camboriú com outras 50 Harleys no “bonde” da concessionária ABA.

Estranho no ninho
Ver uma BMW K 1600 GTL (moto prata) no meio de cerca de 700 Harleys parece uma cena surreal, mas aconteceu no desfile de motos entre Balneário Camboriú e Penha. Andrei Rakowitsch, que também é dono de uma H-D Road King, esbanjava bom humor. “Rodo também de Harley, tenho amigos harleiros, mas, desta vez optei pelos seis cilindros da K 1600”, brincou.
Aos 67 anos, o empresário de São Paulo, decidiu vir com a grã-turismo alemã pelo maior nível de conforto para encarar trechos mais longos. “A idade pesa. Em viagens mais curtas, a ‘rainha da estrada’ é minha companheira habitual”, afirmou, dizendo que os eventos organizados pela Harley são muito democráticos. “Qualquer motociclista, dono de qualquer tipo ou marca de moto, é sempre muito bem recebido. Em outras marcas a recíproca não é verdadeira”, conta o experiente piloto.

Sonho de infância
“Meu sonho de infância era ter uma Harley. Hoje sou dono de uma Fat Boy 2009”, conta Cláudio Quirino Guimarães, 43 anos. Sempre ligado em carros e motos, o empresário fez sua primeira viagem de H-D entre São Paulo e o balneário catarinense. “A sensação de ‘poder’ é indescritível”, conta com lágrimas nos olhos.
Para comprar a Fat Boy, Cláudio teve de abrir mão de uma outra joia sobre rodas, um Chevrolet Opala SS, 1975, impecavelmente restaurado. 
“Hoje me sinto um pouco dependente da Fat Boy. Não consigo ficar dois dias sem pilotar minha moto. Invento desculpas para ir comprar algo ou encher o tanque. Mas, ao mesmo tempo que você fica ‘pilhado’ para pilotar, a moto também oferece um efeito relaxante. “Harley é isso, uma turbulência de sentimentos e emoções”, resume Cláudio Guimarães. Agora o empresário está de olho em uma moto da linha Touring. O objetivo é viajar com mais frequência e conforto ao lado da esposa Bárbara que, aliás, já está de olho na Sportster 883, modelo de entrada da marca da águia.

Aulas de pilotagem para mãe
Ninguém duvida das habilidades de Ana Magosso no comando de sua H-D Street Glide Special (na moto branca), de quase 400 quilos. A curitibana de 21 anos é, hoje, um dos nomes fortes quando o assunto é manobras em baixa velocidade. A jovem foi um dos destaques do ‘Motor Games’, categoria feminina. Ficou na segunda colocação. Perdeu para Samantha Longhi (em primeiro plano pilotando uma H-D Road King), que apresentou um estilo clássico de pilotagem e postura invejável. Isso sem falar na frieza sobre a moto.
Mas como não dá para ganhar todas, Ana vai treinando para melhorar seu desempenho que, aliás, é invejável. Ana começou a pilotar minimotos aos 7 anos e, hoje, a estudante de direito diz que não trocaria sua Harley por nada. “Ela faz parte de mim!”, afirma a fotógrafa nas horas vagas.
Apesar de pai e irmão motociclistas, Ana Magosso teve certa resistência para tirar sua carta de moto. Teve que pagar o valor escondida para fazer os exames teóricos e práticos e obter a tão sonhada CNH, categoria “A”. Depois da aprovação geral da família e, é claro, a cumplicidade do irmão, a futura advogada foi curtir a estrada e já viajou para várias cidades, entre elas, Petrópolis (RJ) e Foz do Iguaçu (PR). Agora Ana Magosso tem dois objetivos: ensinar a mãe a pilotar (já iniciou as aulas) e montar sua própria escola de manobras. Para isso deverá fazer cursos nos Estados Unidos. “Fazer manobras é minha vida”!

Novos harleiros
“Um dos pilares do National H.O.G. Rally é atrair pilotos novatos para uma experiência incrível. Uma viagem com total segurança, a possibilidade de ‘trocar figurinhas’ com pilotos mais rodados e ter ao seu redor um ambiente familiar e de pura confraternização. É uma irmandade que vem crescendo a cada ano”, avalia Flávio Villaça, gerente de Marketing da Harley-Davidson América Latina, que contabiliza hoje 10 mil associados ao H.O.G. no Brasil. O moto grupo da H-D tem 1 milhão de integrantes em todo o planeta.

CLÁSSICAS INVADEM O CENTRO DE SÃO PAULO

Fotos Johanes Duarte/photoandroad.comMuitas vezes o motociclista precisa de um certo ‘incentivo’ para sair de casa com sua moto. Compartilhar seu assunto preferido, tomar café com amigos, pegar a estrada, fazer novas amizades ou rodar por lugares que, de tão conhecidos, muitas vezes passam despercebidos. Pensando em reunir amigos em torno de uma paixão, a Triumph organizou o “Classic Brit Riders”, primeiro passeio de motocicletas clássicas da capital. Os grupos se concentraram na manhã ensolarada de sábado, 21 de abril, feriado de Tiradentes, nas concessionárias Triple e Autostar e seguiram para a Praça Charles Miller, no Estádio do Pacaembu.

Lá cerca de 300 motos ocuparam boa parte do templo do futebol paulista. Dezenas de motociclistas e suas máquinas de estilo retrô trouxeram mais cor e alegria ao Pacaembu. A maioria eram Triumph, mas não faltaram modelos de outras marcas como, por exemplo, Honda, Harley e Suzuki. Ou seja, neste democrático espaço do futebol todos estavam unidos pela mesma paixão: a motocicleta. Destaque para a Bonneville T100 (abaixo), toda personalizada, na qual ex-jogador inglês David Beckham rodou pela Selva Amazônica para produzir um documentário para a BBC.


Depois de muitos abraços, sorrisos e, é claro, muitas selfies foi hora de dar mais personalidade às ruas de São Paulo. As clássicas motos cruzaram o centro-velho da capital e depois seguiram para a Zona Sul, para o charmoso bairro de Moema. A confraternização final foi na Casa Murdock, misto de barbearia, tabacaria e hamburgeria. Lá foram sorteados cortes de cabelo, charutos e boné.


Para Waldyr Ferreira, gerente geral da Triumph do Brasil, o encontro superou todas as expectativas e, com certeza, acontecerão novas edições do Brit Riders. “Além de reunir amigos em prol de uma mesma paixão, as motocicletas clássicas estão ganhando espaço na vida dos brasileiros. Esteticamente são modelos que nos remetem aos anos dourados do motociclismo, mas, hoje, apresentam uma boa dose de tecnologia”, afirma Ferreira (abaixo e ao centro, de camiseta branca).

VÍDEO: HONDA APRESENTA O REDRIDER

Com mais de 40 anos de Brasil, 80% do market share e cerca de 30% de participação nas vendas de motos acima de 500cc, a Honda decidiu investir em um programa de relacionamento para consumidores de alta cilindrada. O RedRider foi desenvolvido para oferecer experiências exclusivas por meio de eventos, viagens, passeios e cursos de pilotagem. Tudo para uma maior integração entre o motociclista e a Honda. Apesar de toda sua supremacia mercadológica, a Honda, até então, seguia comendo poeira de outras marcas Premium como, por exemplo, Triumph, Harley-Davidson e BMW, que há alguns anos desenvolvem ações de relacionamento com seus clientes. Agora é hora de acelerar forte e recuperar o tempo e os quilômetros perdidos. O programa RedRider começará oficialmente em maio. 


O RedRider será baseado em três linhas de ações principais: O Rider Expedition, que promoverá roteiros de viagens e passeios pelo país e exterior. O Rider Training, com treinamentos e capacitação de pilotagem por meio de cursos homologados pelos CETH´s (Centro Educacional de Trânsito Honda). Além de eventos, que contarão com apoio das concessionárias e incluirão áreas exclusivas nos campeonatos com participação do team Honda Racing Brasil, como o SuperBike Brasil e o Brasileiro de Motocross.

Os clientes da bigtrail CRF 1000L Africa Twin serão os primeiros convidados a participar do Rider Expedition. O destino inicial será a Serra da Canastra, no Centro-Oeste de Minas Gerais, um dos destinos mais procurados hoje pelos moto-aventureiros. Além disso, ainda em 2018, está confirmado um grupo que acompanhará parte da etapa do Rally dos Sertões.


Na sequência serão atendidos consumidores de motos da linha importada da Honda, passando por modelos de alta cilindrada fabricados em Manaus, até chegar aos proprietários da família 500. Entre as ações programadas estão viagens do tipo bate-e-volta e bate-e-fica, além de atividades On-Road e Off-Road. O RedRider disponibilizará aos consumidores motocicletas do próprio programa. O calendário de atividades e os eventos serão divulgados com o lançamento do site oficial, que acontece em maio.

Serviço
www.redriders.com.br
redrider@redrider.com.br
(11) 4810-5372