“MECÂNICO VIRTUAL”, ENGIE FAZ DIAGNÓSTICOS DE 10 MIL ITENS

Se você é ligado em carro, manutenção e tecnologia, leia com atenção esta notícia. Disponível para modelos a partir do ano 2002, o Engie – solução que faz diagnósticos de prevenção e manutenção de mais de 10 mil itens de um carro em tempo real – funciona em conjunto com o aplicativo Engie para celular. Criado por uma startup israelense, cofundada por um dos criadores do Waze e do Moovit, Uri Levine, o Engie veio para revolucionar a experiência de manutenção preventiva ao funcionar como um “mecânico virtual”.  

 

O dispositivo Engie verifica o estado geral do veículo e notifica automaticamente o motorista pelo aplicativo caso algum item não esteja funcionando bem. O app, além de indicar oficinas e mecânicos credenciados por região, permite também que o dono do carro peça orçamentos online, arquive informações sobre consumo de combustível. O Engie lembra ainda o motorista onde o carro está estacionado, entre outros serviços úteis. Segundo o fabricante, usados juntos, dispositivo e app são capazes de gerar uma economia de até 30% na manutenção do veículo e em gastos diários.

A instalação é simples e rápida: basta acoplar o dispositivo à entrada OBD2 do carro, que geralmente fica abaixo do volante. Por meio do sistema Bluetooth, o “gadget” envia os dados coletados do carro para o aplicativo Engie baixado no celular. Além de Brasil, o produto só é encontrado em Israel, Reino Unido, EUA, Espanha e México. Nesses países, são 150 mil veículos conectados e 250 mil downloads realizados. No Brasil, um de seus mercados mais promissores, já são 30 mil veículos conectados e 90 mil downloads.

O Engie participa pela primeira vez da Black Friday com desconto de 18% para quem comprar o dispositivo até o dia 25 de novembro.  Os preços variam entre R$ 82, para o sistema operacional Android, e R$ 111, para o iOS. Além disso, a promoção Pague 2 e Leve 3 pelo valor de R$ 164 (Android) e pelo valor de R$ 222 (iOS), valerá até 25 de novembro. A entrega é grátis e a promoção online pode ser acessada no link http://www.blackfriday.engieapp.com.

TESTE: MERCEDES-BENZ C 200 EQ BOOST É ADITIVO ENERGÉTICO

TESTE: MERCEDES-BENZ C 200 EQ BOOST É ADITIVO ENERGÉTICO

O atual Classe C está no meio do seu ciclo de produto. Lançada em 2014, a quarta geração do sedã da Mercedes-Benz acaba de ganhar, em sua linha 2019, ligeiros retoques visuais e alguns novos equipamentos para manter-se atualizada até a chegada da quinta geração, que deve vir em 2021. Mas a principal novidade da linha 2019 vai além das aparências: é a versão C 200 EQ Boost. Essa versão usa um motor elétrico para suplementar a potência do motor a combustão nas arrancadas e acelerações.

Além da versão C 200 EQ Boost, o modelo terá as já conhecidas configurações C180 Exclusive e Avantgarde e a C300 Sport – essa última teve a sua potência aumentada de 245 para 258 cavalos. A linha 2019 do Classe C será um dos destaques no estande da Mercedes-Benz no próximo Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, que começa a semana que vem. Depois disso, o modelo chega as concessionárias nacionais.

A reestilização do modelo 2019 do Classe C inclui a adoção de novo para-choque frontal, faróis full-led com luzes de neblina integradas e lanternas com novo arranjo de luzes – agora, quando estão acessas, em vez dos antigos três traços, o feixe luminoso tem forma de “C”. As rodas também têm novo design. Por dentro, mudaram materiais de acabamento, o volante agora tem comandos sensíveis ao toque e a central multimídia permite a integração com o navegador Waze. O painel digital configurável de 12,3 polegadas também é novo. O cockpit inclui um conjunto de instrumentos totalmente digital, que permite a opção entre três estilos visualmente distintos: “Clássico”, “Esportivo” e “Progressivo”. A função de partida Keyless-Go (sem chave) é standard para todos os modelos e o botão para acionar o motor foi reestilizado.

Mas é o lançamento da versão C 200 EQ Boost que mais anima os fãs do Classe C. O motor a gasolina 1.5 com turbocompressor acionado pelos gases do escapamento gera 183 cavalos a 5.800 rpm e 28,5 kgfm a 3.000 rpm. Quando há demanda, pode receber mais 14 cavalos e 16,3 kgfm vindos de uma rede elétrica adicional de 48 volts, com um motor de arranque/alternador unificado acionado por correia (BSG – Belt-driven Starter-generator). O motor elétrico usa a energia da desaceleração para carregar a bateria e viabiliza ainda a adoção do modo de deslizamento (roda livre), que deixa o propulsor a combustão desligado em velocidade de cruzeiro e passa a usar apenas a energia elétrica para manter o movimento por algum tempo, para ajudar na economia de combustível.

Nas reduções de velocidade, o motor elétrico funciona como um alternador, recuperando energia cinética e carregando a bateria. O câmbio automático GTronic de 9 velocidades é o mesmo utilizado em todas as versões do Classe C. Os componentes elétricos tradicionais, como as luzes, são alimentados por uma rede com 12 volts.

Pela legislação brasileira, quando pelo menos 2% da força de um veículo é derivada de um recurso elétrico, o modelo é classificado como híbrido, e está liberado do rodízio nos municípios em que os híbridos podem rodar sem restrições. Já a Mercedes-Benz só considera híbrido um veículo que é capaz de rodar apenas com energia elétrica, mesmo que seja por alguns momentos.

Como no 200 EQ Boost a propulsão elétrica funciona como um reforço de potência, a marca alemã não enquadra o EQ Boost como híbrido. De qualquer forma, as tecnologias renderam à versão a classificação “A” em emissões e “C” no geral nos testes do Inmetro, com consumo de 10,2 km/l na cidade e 13,6 km/l na estrada e emissão de 117 g/km de dióxido de carbono fóssil.

Na linha 2019, as versões do Classe C que já existiam anteriormente tiveram seus preços aumentados em cerca de 5%. A C180 Avantgarde agora custa R$ 187.900, a C180 Exclusive sai por R$ 188.900 e a C300 Sport, que é importada da Alemanha, sai por R$ 259.900. Já a novata C200 EQ Boost, montada na fábrica paulista de Iracemápolis, custa R$ 228.900. A Mercedes aposta que essa nova versão representará 25% do mix de vendas da linha.

Experiência a bordo – Padrão elegante

Por dentro da linha 2019 do Classe C, há novas opções de cores de revestimento, dependendo da versão, bem como de materiais de acabamento do console. O painel de instrumentos digital e configurável de 12,3 polegadas reúne as principais informações do carro e a central multimídia conta com sistema de navegação GPS em conexão com os aplicativos de smartphones com sistemas Apple ou Android. O volante multifuncional também mudou, e agora conta com partes sensíveis ao toque para acessar o sistema multimídia. Lembra bastante o do Classe E.

A central multimídia conta com uma tela de 10,3 polegadas com ótima resolução, mas que não é “touchscreen”. Os controles do sistema continuam sendo feitos por meio de um botão giratório no console central, de manejo pouco intuitivo. Os comandos sensíveis ao toque no volante do novo Classe C melhoraram a usabilidade.

O moderníssimo sistema de infoentretenimento MBUX (Mercedes-Benz User Experience) apresentado no início do ano no novo Classe A – com tela sensível ao toque, touchpad, comandos vocais, capacidade de auto-aprendizagem e navegação com realidade aumentada (quando imagens reais são integradas aos gráficos) – provavelmente só chegará ao Classe C com a nova geração do modelo, prevista para 2021.

No multimídia disponível atualmente, a conectividade foi aprimorada e agora é possível replicar as funções do smartphone por meio do Android Auto ou do Apple CarPlay, o que coloca aplicativos como Waze, Google Maps e Spotify à disposição do motorista.

 

Primeiras impressões – A 120 km/h e com o motor desligado

O C200 EQ Boost marca a estreia da Mercedes-Benz do Brasil rumo à eletrificação, uma das tendências hegemônicas da indústria automotiva global. O novo 1.5 turbo a gasolina de 183 cavalos de potência e 28,6 mkgf de torque funciona em parceria com um motor de arranque/alternador unificado acionado por correia que atua em demandas específicas. Ele pode contribuir com 14 cavalos e 16,3 kgfm em acelerações mais vigorosas. O sistema é conhecido como “híbrido leve” ou “híbrido parcial”, já que o motor elétrico não substitui o propulsor a combustão – apenas adiciona potência e torque ao conjunto.

Uma das constatações mais impressionantes para quem dirige o C200 EQ Boost é como o suporte do motor elétrico permite rodar no modo de deslizamento (roda-livre) para economizar combustível. Essa função atua com princípios semelhantes ao Start/Stop, só que em movimento. Em velocidades de cruzeiro, em torno de 120 km/h, com o carro no modo Eco, nos momentos em que o motorista libera o pedal do acelerador, o EQ Boost pode desligar o motor a combustão. O sistema de 48V mantém os diferentes sistemas do carro em funcionamento por algum tempo, para economizar combustível. A visão do conta-giros zerado ao lado do velocímetro apontando 120 km/h não deixa de ser um tanto atemorizante.

Mas, assim que o motorista pisa no acelerador ou no freio, ou quando a carga da bateria do EQ Boost começa a cair, o motor é reativado automaticamente, já na marcha correta para a velocidade. Tudo sem trancos e de forma elegante e quase imperceptível. Além de reforçar as acelerações, o EQ Boost ajuda na economia de combustível porque a energia acumulada pelo sistema pode ser usada pelo sistema Start/Stop, para dar a partida no motor, e também para viabilizar o uso da função roda-livre.

Tirando a curiosa novidade tecnológica, o Classe C modelo 2019 preserva o elevado padrão que já caracterizava o anterior, com muito equilíbrio dinâmico em retas e em curvas e performances consistentes. Trata-se de um sedã de respeito, com bastante tecnologia embarcada – e a nova versão apenas aprofundou essa característica. O seletor de modos de condução continua a contar com as opções Eco, Comfort, Sport, Sport Plus e Individual, que ajustam as respostas do motor/câmbio, direção/suspensão e ESP.

O câmbio é sempre o GTronic de 9 velocidades, que tem trocas de marchas precisas e discretas e possibilita que o torque esteja sempre disponível, assegurando força para acelerar sempre que o motorista pressiona o pedal da direita. A percepção de confiabilidade transmitida pelo conjunto é reconfortante. Uma característica dinamicamente interessante do C200 EQ Boost é que o sistema gerador elétrico é acionado antes mesmo do turbocompressor, fazendo com que o motor atinja altas rotações mais rapidamente. O recarregamento do sistema elétrico ocorre quando o motorista não está acelerando, e pode ser monitorado pelo mostrador digital.

TEXTO Luiz Humberto Monteiro Pereira / Agência AutoMotrix – FOTOS Divulgação

Ficha técnica

Mercedes-Benz Classe C 200 EQ Boost

Motor: 1.5 litro, 1.497 cm3, turbo, 4 cilindros em linha, gasolina. Sistema de recuperação de energia nas frenagens / desaceleração e função coasting (roda-livre) com motor totalmente desligado. Motor elétrico de arranque/alternador unificado acionado por correia BSG (Belt-driven Starter-generator)
Potência: 183 cavalos de 5.800 a 6.100 giros (+ 14 cavalos com motor elétrico)
Torque: 28,5 kgfm, entre 3 mil e 4 mil giros (+ 16,3 kgfm com motor elétrico)
Transmissão: automática 9GTronic com 9 velocidades
Comprimento: 4,86 metros
Largura: 2.02 metros
Altura: 1,44 metro
Peso: 1.505 quilos
Suspensão: multibraços (dianteira e traseira)
Peneus: 225/50 R 17
Porta-malas: 435 litros
Tanque: 66 litros
Zero a 100 km/h: 7,7 segundos
Velocidade máxima: 239 km/h (limitada eletronicamente)
Itens de série: Attention Assist; airbags dianteiros e laterais para condutor e passageiro
dianteiro e windowbags para condutor, passageiro dianteiro e passageiros do banco traseiro; conectividade via Bluetooth para celular e players de mídia; controle de temperatura automático independente para motorista e passageiro dianteiro, freios adaptive brake (ABR); controle eletrônico de estabilidade (ESP); distribuição eletrônica de força de frenagem (EBD); sistema anti-bloqueio dos freios (ABS); controle de tração na aceleração (ASR); tração eletrônica em cada roda (ETS); assistente de freio (BAS); assistente de partida na subida (HSA); pré-carregamento de freios, Brake
drying e função Hold; Isofix.
Preço: R$ 228.900

TESTE: MINI COUNTRYMAN ALL4 FOI FEITO PARA ACELERAR

Clássico e ao mesmo tempo moderno, o grande diferencial do Mini John Cooper Works Countryman ALL4 não é seu design arrojado de formas robustas, mas sim o motor, considerado o mais potente já instalado em um modelo da marca britânica – que hoje é controlada pela alemã BMW. O propulsor 2.0 l de quatro cilindros turbo entrega generosos 231 cv de potência máxima. Além de tração integral e câmbio automático de oito velocidades. Com preço sugerido de R$ 219.990, a versão mais esportiva da linha Mini é para quem gosta de dirigir e acelerar forte.

O Countryman ALL4 adotou um bom pacote tecnológico que conta com controles de tração dinâmico (DTC) e de bloqueio eletrônico do diferencial (EDLC). Além disso, o carro traz freios Brembo, central multimídia com tela touch de 8,8 polegadas, sistema de navegação, áudio da grife Harman-Kardon, função Start/Stop e teto solar panorâmico.
Ao entrar no carro, o banco ‘concha’ abraça o motorista. Ou seja, o condutor fica colado ao assento, mesmo nas mudanças mais radicais de direção – só faltou o cinco de cinco pontas.

Então chegou a hora de dar o ‘start’. O botão que dá vida ao carro fica no console central (já que o All4 conta com chave presencial). De cara, o carro urra. O som do motor que sai do escape duplo é, ao mesmo tempo, ‘rouco’ e grave – um misto de Rod Stewart e Joe Cocker. A melodia instiga o motorista a pisar com vontade no acelerador. Segundo a marca, o novo Mini John Cooper Works Countryman ALL4 vai de zero a 100 km/h em 6,5 segundos e a velocidade máxima é superior a 230 km/h.

Modos de pilotagem

O crossover inglês oferece três perfis de condução: Sport, Mid e Green. Dependendo do modo escolhido, o carro pode alterar a rigidez do pedal do acelerador e da direção, as características do câmbio, assim como o controle dinâmico da suspensão.

Rodar com transmissão automática tradicional (Drive) é a melhor opção para encarar o trânsito carregado dos centros urbanos. Melhor ainda se o motorista selecionar opção Green, que otimiza o consumo de combustível, porém deixando as respostas do veículo mais lentas (ou mais racionais). Neste modo de condução a tração integral é desacoplada entre 50 km/h e 160 km/h, assim que o motorista tira o pé do acelerador. Já o modo Mid tem foco no conforto e também na eficiência.

Se você quer emoção, desloque a alavanca de câmbio para baixo e para a esquerda. Na posição Sport as trocas de marchas poderão ser feitas via paddle shift, alavancas que ficam atrás do volante, que garante trocas de marchas mais rápidas e emocionantes – tipo Stock Car ou Formula1. Neste modo de pilotagem até a calibragem dos amortecedores – mais rígida – favorece uma condução mais agressiva.

Como roda o esportivo

Entre aceleradas vigorosas e trocas de marcha rápidas, a potência máxima chega já a apenas 5.000 rpm. Com a subida de giro do motor o carro ganha velocidade rapidamente. Outro destaque fica por conta do torque – 35,7 kgfm, disponível a partir de 1.450 rpm. Traduzindo: muita força nas arrancadas e retomadas.
Dinamicamente, o Mini John Cooper Works Countryman ALL4 oferece estabilidade em curvas e rápidas desacelerações.

Para obter a menor perda de aderência, esse esportivo da Mini conta até com controle de largada.
Aliás, a tração integral ALL4 também garante estabilidade em situações adversas. Ela está acoplada ao controle dinâmico de estabilidade (DSC), que é responsável por oferecer respostas vigorosas. Para melhorar o desempenho do carro, os sistemas eletrônicos distribuem torque entre as rodas dianteiras e traseiras. Em média, o clássico esportivo da Mini faz 6 km/l, conforme o computador de bordo.

Suspensão e freios

O sistema de suspensão MacPherson (D) e Multi-link (D) – oferece uma posição elevada do veículo em relação ao solo – trabalha de forma bastante precisa, absorvendo bem as imperfeições do piso, mesmo com o uso de rodas aro 19 polegadas, calçadas com pneus de perfil esportivo (225/45). Em uso esportivo e com ajuda da tecnologia embarcada, a suspensão apresentou mais firme.

Superdimensionado, o sistema de freios fabricados pela grife italiana Brembo traz discos ventilados de pinça fixa e quatro pistões nas rodas dianteiras. As pinças foram pontadas em vermelho e ganharam o logo John Cooper Works.

O bom desempenho do carro se dá graças a transmissão automática Steptronic – com mais emoção por mio do paddle shift –, mas também ao baixo centro de gravidade e a suspensão bem acertada que gruda o carro no chão praticamente em todas as situações. Resumindo: potência com controle máximo. O Mini John Cooper Works Countryman ALL4 não é um Porsche 911, mas não deixa de ser um carro muito divertido de dirigir.

Fotos: Renato Teixeira / MinutoMotor

KIA STINGER GT CHEGA POR R$ 350 MIL EM EDIÇÃO ASSINADA POR FITTIPALDI

 

 

“O carro oferece alta performance, conforto, muita tecnologia embarcada, isso sem falar no design arrebatador. Não fica devendo em nada para os concorrentes europeus”, afirma o bicampeão Mundial de Formula 1, Emerson Fittipaldi, no lançamento do sedã esportivo Stinger GT, veículo mais potente da história da Kia. Equipado com motor V6, de 3.3 litros, biturbo, Stinger GT tem 370 cv de potência e chega ao mercado brasileiro por R$ 399.990, com garantia de cinco anos ou 100 mil km. “Como esse primeiro lote, para garantia de compra, teve seu câmbio fechado para o fabricante, ainda na época do dólar a R$ 3,35, para essas primeiras vinte unidades da Launch Edition by Fittipaldi, vamos praticar preço especial de lançamento de R$ 349.990”, explica José Luiz Gandini, presidente da Kia Motors do Brasil.

As primeiras 20 unidades a serem vendidas no Brasil fazem parte de uma edição especial, numerada, denominada “Launch Edition by Fittipaldi”, com identificação no painel e acompanham placa especial oficializando a edição, assinada pelo próprio bicampeão Formula 1. Contratado pela Kia Motors Corporation para estrelar o filme de lançamento do Stinger GT nos EUA, Fittipaldi – ao lado do roqueiro Steven Tyler, líder do Aerosmith – também apadrinha a chegada do sedã ao Brasil que, na festa de lançamento enalteceu as qualidades dinâmicas do carro e suas linhas elegantes. Com uma série de prêmios da mídia automotiva mundial, incluindo os prestigiados Red Dot Awards e o iF Design de 2018, o Stinger GT chega ao mercado brasileiro equipado com os mais modernos itens em tecnologia, segurança e conforto. É, com certeza, um divisor de águas dentro da marca sul-coreana.

Evolução do carro conceito da marca, o projeto do Stinger GT foi supervisionado por Peter Schreyer, chefe de Design e presidente da Kia Motors Corporation, e sua equipe de designers em Frankfurt. Acompanhado do seu grupo de engenheiros, o diretor de testes de veículos de alto desempenho da Kia, Albert Biermann, cuidou do desenvolvimento da condução no autódromo Nürburgring Nordschleife, na Alemanha.

Equipado com motor V6, de 3.3 litros, biturbo, com 370 cv de potência a 6.000 rpm e oferece torque de 52 kgm a 4.500 rpm, o Stinger GT traz transmissão automática sequencial de 8 velocidades, além de cinco modos de condução: Smart, Eco, Comfort, Sport e Custom. O sedã vai de 0 a 100 km/h em 4,9 segundos e atinge velocidade máxima de 270 km/h. Conta com controle de torque vetorial AWD (All-Wheel Drive), suspensão eletrônica com ajuste de altura do amortecedor e freios Brembo. Sob o capô longo e esculpido, duas turbinas estão disponíveis para oferecer uma sensação de aceleração emocionante, mesmo a partir de baixas velocidades.

Oferecer itens de luxo e características inovadoras já se tornou parte do DNA do Kia Stinger GT. Neste carro há ainda vários sistemas avançados de assistência ao condutor (ADAS) operam em conjunto para transformar a condução do veículo em uma experiência única, com mais segurança e comodidade. Por exemplo, para estacionar com segurança, os sensores ultrassônicos do Stinger GT informam a existência de obstáculos ou pedestres na frente e atrás do veículo. Outro destaque fica por conta do sistema Around View Monitor (AVM), com orientação de estacionamento, que combina as imagens de quatro lentes grande-angulares posicionadas na frente, na traseira e nas laterais do veículo para fornecer uma visão completa do entorno, seja na hora de estacionar ou enquanto trafega a velocidades inferiores a 20 km/h.

Já a função Blind-Spot Colision Warning (BCW) sinaliza a presença de outro veículo no ponto cego do motorista, inclusive durante as mudanças de pista. O Alerta de Tráfego Cruzado Traseiro (RCTA) monitora a área situada atrás do veículo ao sair de ré de uma vaga de estacionamento, alertando o motorista com um aviso sonoro caso seja detectado algum tráfego cruzado. O Stinger GT também chega ao mercado com os mais modernos sistemas de informação e entretenimento. A altura ajustável do visor colorido Head-Up Display (HUD) permite que o motorista veja informações importantes sobre a direção refletida no vidro do para-brisa, navegação passo a passo, configurações de áudio e controle de cruzeiro. Dentro do console central encontra-se uma bandeja para carregamento sem fio de smartphone e o sistema hands free, via Bluetooth, além da possibilidade de acessar diversos comandos pelo volante.

No Stinger GT, o sistema de áudio premium Harman Kardon projeta 720 Watts por meio de um amplificador externo para proporcionar músicas perfeitamente nítidas. Com 15 alto-falantes e os primeiros subwoofers – para sons graves – montados sob os assentos do condutor e do passageiro, o sistema conta com a tecnologia patenteada Clari-Fi e está equipado com o sistema de som surround QuantumLogic de última geração, que extrai sinais da gravação original e os redistribui em um cenário de som autêntico e multidimensional claro, refinado e cheio de detalhes.

A extensa lista de itens de conforto e de dirigibilidade contempla ainda volante revestido de couro, painel mostrador com uma combinação de instrumentação analógica e digital, tela de TFT colorida entre os medidores que informa dados de desempenho, tais como as forças G em curva, tempos de percurso e a temperatura do óleo do motor, e também informações auxiliares, como o computador de bordo, a configuração de controlador e a navegação. As aberturas radiais circulares de inspiração aeronáutica são encontradas na frente e na traseira, e um cromado acetinado percorre a cabine. O efeito é um ambiente íntimo e agradável. A longa distância entre-eixos permite uma generosa área para as pernas, enquanto a posição baixa do assento proporciona amplo espaço para frente e para trás.

VÍDEO: NOVA CB TWISTER 2019, MAIS AGRESSIVA E SEGURA

Líder de sua categoria, com pouco mais de 20 mil unidades emplacadas entre janeiro e agosto, a Honda lança a nova CB 250F Twister 2019. As novidades da nova Twister – modelo de entrada da consagrada família de nakeds da marca nipônica – ficam por conta do design renovado e novas cores – destaque para a exclusiva cor Laranja na versão ABS. Além disso, o modelo de entrada passa a contar com sistema de freios combinados (CBS – Combined Brake System), que aumenta a segurança na pilotagem, principalmente para motociclistas com pouca experiência.

Os preços agora variam entre R$ 13.990 (CBS) e R$ 14.990 (ABS). Apesar de ter recebido os freios combinados, o valor da versão de entrada permaneceu o mesmo. Já no top de linha, com ABS, o preço final foi reduzido em mais de R$ 500. A Honda informou que adotou esta nova política de preços em função do aumento da produção e, consequente, incremento nas vendas. Ou seja, maior volume, menor preço.

Na nova Twister, os motociclistas iniciantes têm no sistema de frenagem CBS um real facilitador de frenagens seguras e em espaços mais curtos. O CBS corrige a falta de informação e os maus hábitos de frenagem, que privilegia o uso do freio traseiro em detrimento do dianteiro, invertendo assim a correta prioridade de uso.

Mas na prática, como funcionam os freios combinados? Ao pressionar o pedal, parte da força de frenagem é enviada ao disco dianteiro. Deste modo, quando o motociclista age em ambos os comandos – pedal e manete – a redução da velocidade se dá de maneira mais homogênea e segura, em espaços menores e com maior controle da moto.

Na versão topo de linha, Twister 250 conta o sistema de freios ABS. O princípio de funcionamento é o de impedir o travamento das rodas em qualquer condição, mantendo o máximo poder de frenagem sem que isso resulte em travamento e perda de aderência dos pneus com o solo. Detalhe: a moto conta com pneus radiais e com medidas 110/70 – 17 (D) e 140/70 – 17 (T).

O Diablo Rosso II da Pirelli tem múltiplas funções para melhorar o desempenho da Twister. Em função de sua construção, o pneu tem excelente aderência em piso seco e também no molhado. Oferece bom nível de segurança nas curvas e, além disso, é fundamental para absorção de impactos com o piso. Contribuindo para a eficiência do sistema de suspensão, que é “ancorado” em um chassi do tipo Diamond, na qual o motor é elemento estrutural.

Outro diferencial do conjunto de suspensão é a adoção de amortecedor hidráulico traseiro com duas molas. Esta opção traz, segundo a Honda, resultados superiores em termos de conforto, estabilidade e absorção de impactos. Dotadas de especificações diferentes quanto à rigidez, as molas cumprem tarefas distintas: a maior destina-se a absorção das irregularidades de maior amplitude. Já a menor visa oferecer maior conforto e possibilidade de manter o pneu em constante contato com o solo.
Com o auxílio de um monoamortecedor e 108 mm de curso, em nenhum momento, seja no asfalto esburacado em pisos irregulares e com desviveis, como nas nossas estradas, a suspensão traseira chegou a fim de curso, mostrando tudo seu comprometimento com a segurança e equilíbrio do conjunto.

 

MOTOR ECONÔMICO

A CB Twister está equipada com motor monocilíndrico, 4 tempos, arrefecido a ar de 249,5 cm3, com comando de válvulas simples no cabeçote (OHC – Overhead Camshaft) de quatro válvulas e alimentado pela injeção eletrônica de combustível PGM-Fi (Programmed Fuel Injection). Com tecnologia bicombustível, o propulsor oferece potência máxima de 22,4 cv a 7.500 rpm e 2,24 kgf.m a 6.000 giros abastecido com gasolina. Já com o combustível vegetal, a potência é de 22,6 cv a 7.500 rpm. Já o torque é de 2,28 kgf.m a 6.000 giros. O propulsor conta com câmbio de seis velocidades, com engates suaves e precisos. Com a atualização do modelo, a Honda poderia ter mudado também o escapamento, por um com desenho mais moderno. De repente seguindo o mesmo padrão estético usado na linha CB 500 (pentagonal).

O monocilíndrico da pequena naked trabalha de forma exemplar. Entrega força e potência de forma de forma linear. Em função de sua arquitetura e menor número de peças, a vibração é quase zero. Porém, o que impressiona mesmo é seu desempenho, principalmente em baixos e médios giros. O que dá bastante agilidade ao modelo em perímetro urbano, no qual o torque usado com mais propriedade.

Já na estrada, em sexta marcha, a 5 mil rpm, a nova Twister estará a 105 km/h e fôlego no acelerador para alcançar mais velocidade, se necessário. Segundo dados do Instituto de Tecnologia Mauá, a CB 250F Twister chega a 136 Km/h. Mas está informação não é a mais importante! O destaque deste monocilíndrico de 250cc é sua economia. Faz mais de 35 Km/l com um litro de gasolina. Resumindo: em função de seu tanque de combustível de 16,5 l, com a Twister 250 daria para ir de São Paulo até o Rio de Janeiro ou Curitiba sem abastecer.

 

LED, PAINEL, CORES E PREÇOS

A modernidade CB Twister é traduzida em vários aspectos como, por exemplo, o conjunto traseiro conta com lanterna e piscas “full LED”, ou pelo painel “black-out”. Na versão 2019 foram introduzidos ainda dados sobre consumo médio e instantâneo. Infelizmente, a Honda não inseriu no painel um indicador de marchas, bastante útil para os iniciantes no mundo moto.

A CB Twister ABS, na exclusiva cor Laranja, se destaca pelas rodas na mesma cor, que remete à RC 213V pilotada por Marc Márquez, atual líder do Mundial de Motovelocidade, categoria MotoGP. A CB Twister vermelha pode ser escolhida com freios ABS ou CBS, enquanto as versões prata metálico e branco vêm exclusivamente no modelo de entrada. Disponível em toda rede de concessionários Honda já este mês, os preços variam entre R$ 13.990 (CBS) e R$ 14.990 (ABS), base estado de São Paulo. Para o nova Twister, a Honda oferece ainda três anos de garantia sem limite de quilometragem e sete trocas de óleo.

 

VÍDEO: COMO FUNCIONA O PRIUS, O HÍBRIDO DA TOYOTA

Na próxima segunda (17/09), a 14ª Plataforma Latino-Americana de Veículos Híbridos-Elétricos, Componentes e Novas Tecnologias abre suas portas. Mais importante evento do segmento na América Latina, a feira será um ambiente ideal para o fortalecimento do networking do setor, disseminando conhecimento, novas tecnologias e gerando negócios que tenham potencial para tornar as cidades mais inteligentes e sustentáveis. O evento é dividido em duas frentes: Congresso e Exposição, na qual serão apresentadas soluções para mobilidade urbana, infraestrutura e políticas para veículos sem combustão. Aproveitando o gancho de evento e o preço da gasolina nas aturas, esta semana testamos o Prius, o híbrido da Toyota. Falando na marca, a montadora de origem japonesa também participará do salão. Exibirá o protótipo Prius Flex e outros modelos híbridos da linha de luxo Lexus. O Salão Latino-Americano de Veículos Híbridos-Elétricos vai até quarta-feira (19/9) no Transamerica Expo Center, em São Paulo.


A Toyota já vendeu mais de 10 milhões de veículos híbridos em todo o mundo desde 1997, quando o Prius – primeiro híbrido de produção de massa – foi lançado. Desse total cerca de 60% são Prius. No Brasil já foram comercializadas exatas 5.340 unidades do modelo híbrido desde o lançamento em 2013. A marca já está testando um protótipo do Prius equipado com motor bicombustível. Esses testes, segundo a montadora, têm sido satisfatórios. Infelizmente, a marca não tem previsão de lançamento desta nova versão para o mercado interno.


Porém, com vários projetos de carros híbridos e elétricos ainda em desenvolvimento, a missão da Toyota é disseminar o conhecimento e os benefícios dessa tecnologia. Ou seja, as pessoas precisam conhecer mais sobre economia de combustível, baixo índice de emissão de CO2 e o quão agradável e divertido é um carro híbrido. Só depois disso, a Toyota poderá considerar a expansão gradual desse mercado de acordo com a aceitação dos consumidores. Agora confira como funciona o Prius em mais um vídeo exclusivo produzido pelo MinutoMotor.

VÍDEO: VITRIFICAÇÃO – ZERO OU USADA, SUA MOTO NOVA SEMPRE

Para dar mais vida à pintura, muitos donos de carros foram buscar na vitrificação um forte aliado para potencializar o brilho e manter o automóvel sempre com o aspecto de novo. Agora este processo, mix de restauração e conservação chegou ao mercado de duas rodas. Ou seja, a vitrificação é uma realidade nas motos. Além de dar aspecto de pintura nova, a aplicação confere também ação hidrorrepelente, que ajudará na limpeza, além de ser uma ação que não agride o meio ambiente.

O vidro líquido depois de seco preenche todos os poros do verniz, deixando a superfície com características de originalidade. O processo de vitrificação de uma motocicleta demora dois dias. Na primeira fase, o modelo passa por uma lavagem simples (água e sabão neutro). Depois é preciso preparar pintura para a vitrificação, com a aplicação de cera para tirar manchas e riscos na pintura. Na sequência, a solução – importada do Japão – é espalhada na superfície (tanque e carenagens) de forma bastante delicada. Para realçar e proteger as áreas foscas um produto especial é utilizado que dá mais vida e também proteção! 

A moto precisa descansar por, no mínimo, oito horas. Depois de ‘curada’, a pintura recebe novos produtos como, por exemplo, o hidrorrepelente. Além de ‘selar’ o vidro, cria uma fina camada, que protege ainda das altas temperaturas e raios UVA e UVB. No popular, a “pintura fica espelhada”!

“Não importa se sua moto é nova ou usada. A vitrificação veio para conservar seu bem e deixar a pintura como se a modelo tivesse acabado de sair da linha de produção. ”, explica Paulo Coutinho, da Drop Red Red Bikes, um misto de oficina, loja e bar, que fica na av. Morumbi, 8.687, zona Sul de São Paulo. Segundo o empresário, a aplicação custa entre R$ 1.000 a R$ 1.500. E a película dura, no mínimo, três anos! A manutenção deve ser feita a cada seis meses. Quanto mais camadas de vidro, mais protegida estará sua moto. 

PATINETE ELÉTRICO É OPÇÃO DE MOBILIDADE EM SP


Andando esta semana pela Avenida Paulista – centro financeiro de São Paulo – fui surpreendido por mais um modal de transporte: o patinete elétrico, que irá operar em período de testes e uso gratuito, na região da Paulista. Em apenas dois dias, mais de 300 pré-inscrições foram feitas diretamente no site da SCOO, startup de mobilidade responsável pela chegada dessa nova modalidade de transporte ao País. “Embora o sistema esteja em fase inicial, os paulistanos têm sido bastante receptivos em relação à utilização deste novo modal de transporte, que visa atuar como um agregador a outros modais, e não ser um concorrente”, explica Maurício Duarte, sócio-investidor da Seeds Capital e porta voz da SCOO.

Segundo o executivo, a startup seguirá o mesmo modelo usado quando linhas de trens e metrô são inauguradas na cidade: a população terá acesso gratuito e os patinetes estarão disponíveis em todos os dias da semana, em um horário pré-estabelecido.

“A fase inicial – gratuita e que deve durar entre 30 e 90 dias – servirá para testar o funcionamento da operação, a eficiência dos pontos fixos e móveis, e a usabilidade e aceitação do consumidor em relação ao uso do produto”, explica Duarte. Todo início de operação está sujeito a adaptações”, acrescenta o empreendedor.

Presentes em diversas cidades do mundo todo – como São Francisco, Los Angeles, Pequim, Moscou e recém-chegados em Paris- os patinetes elétricos deixaram de ser tendência para ser realidade em vários países.
“Em menos de 1 ano de operação, estima-se que existam mais de 10 mil patinetes elétricos somente nos EUA. A adesão da população é grande, devido ao aspecto sustentável, e o patinete é o transporte ideal para um deslocamento mais ágil, seguro e barato”, explica Duarte.

Durante o período de testes, os patinetes elétricos também estarão disponíveis em outras ciclovias da cidade como:  Avenida Faria Lima e Amaral Gurgel, além de estarem presentes em parques, como o Ibirapuera e o Villa Lobos.
“Queremos testar a usabilidade de perfis de usuários diferentes, seja o que alugará para lazer ou o que usará para se deslocar de uma estação de metrô até o local de trabalho”, comenta o executivo, que pretende colocar até 100 patinetes elétricos na cidade ao longo das próximas semanas.

Aplicativo em teste
A função de bloqueio e desbloqueio dos patinetes elétricos por meio do aplicativo acontecerá a partir de setembro, quando a versão beta será lançada oficialmente. “Neste primeiro momento, é necessário que o usuário interessado faça um cadastro no site da SCOO“, orienta Duarte, dizendo que após aprovação do cadastro, o usuário recebe o link para utilizar o patinete, disponibilizado na Rua Hadock Lobo, 595 – em frente ao Digital Building.

Legislação
Com potência de 250w e velocidade de até 25km, os patinetes elétricos estão dentro da Lei que autoriza bicicletas e patinetes elétricos a circularem nas ciclovias da cidade. Quem for pego fora da ciclovia estará sujeito a receber uma multa de R$ 574,62, aplicada pela Prefeitura de São Paulo e pela CET (Companhia de Engenharia e Tráfego).

Segurança
Os patinetes elétricos possuem certificação de segurança fornecida pela fabricante, e as baterias de lítio-íon foram testadas por um laboratório de padrões de segurança eletrônica. A segurança do condutor também é assegurada. Capacetes serão disponibilizados gratuitamente pela SCOO para todos os condutores.

Tecnologia
O período de teste dos patinetes elétricos do SCOO também servirá para checar a tecnologia aplicada em questões de segurança do produto, protegendo-o contra furtos e avarias por vandalismo. “Todos possuem rastreadores e GPS, além do tempo de uso ser codificado como “pay-per-use”, explica Duarte.

Regras Gerais para uso
• Idade mínima 18 anos de idade
• Uso de capacete próprio ou fornecido pela SCOO, conforme exigido por lei
• Estacionar apenas em locais determinados pela empresa
• Patinar apenas em ciclovias
• Respeito aos sinais de trânsito e aos pedestres
• Acionar sempre o freio do patinete, que possui ABS
Motoristas de patinetes elétricos não devem:
• Jamais andar nas ruas ou calçadas;
• Carregar acessórios que impossibilitem que o condutor guie sem o uso das duas mãos;
• Beber e patinar;
• Dar carona;
• Usar o patinete para corridas, passeios de veículos, acrobacias ou manobras
• Operar o patinete em locais não pavimentados, ou em qualquer local que seja proibido, ilegal e/ou um incômodo para os outros
• Pesar mais do que 120kg – incluindo bagagem.

Salão do Veículo Elétrico

Falando em novas formas de mobilidade urbana, acontece entre 17 e 18 de setembro a 14ª Plataforma Latino-Americana de Veículos Híbridos-Elétricos, Componentes e Novas Tecnologias. Mais importante evento do segmento na América Latina, a feira será um ambiente ideal para o fortalecimento do networking do setor, disseminando conhecimento, novas tecnologias e gerando negócios que tenham potencial para tornar as cidades mais inteligentes e sustentáveis. O evento é dividido em duas frentes: Congresso e Exposição, na qual serão apresentadas todas as soluções para mobilidade urbana, infraestrutura e políticas para veículos sem combustão. Mais informações, acesse: www.velatinoamericano.com.br/