COM 97 CV, SPEED TWIN É A NOVA CLÁSSICA MODERNA DA TRIUMPH

Montada no Brasil, a Triumph apresentou a Speed Twin. Com preço sugerido de R$ 47.990, a nova moto de origem inglesa será a principal concorrente da Kawasaki Z900 RS (R$ 48.990). Baseada no modelo original de 1938, esta releitura reúne estilo contemporâneo, desempenho e tecnologia da café racer Thruxton R – e de seu motor de 1200cc – e, de quebra, a ergonomia da Bonneville T120. Destaque para os três modos de pilotagem (Sport, Road e Rain), controle de tração, acelerador eletrônico, freios ABS e iluminação de LED.

Imponente visualmente, a personalidade roadster moderna ganha vida com seu propulsor de 1200 cc High Power 8, um dois cilindros paralelos, que foi atualizado. Ou seja, o propulsor da Speed Twin recebeu nova tampa de magnésio do came; conjunto da embreagem revisado; e novas tampas do motor com massa otimizada. Juntas, essas atualizações oferecem uma economia de peso de 2,5 kg em comparação ao motor da Thruxton.

Com potência de 97 cv (a 6.750 rpm), a nova clássica da Triumph Speed Twin também oferece pico de torque de 11,4 kgf.m (a 4.950 rpm). Em função da confiabilidade construtiva do modelo, a marca oferece o primeiro intervalo de serviço estendido para 16.000 km.

Nesta clássica moderna, a ciclística recebeu atenção especial. Desenvolvido a partir da Thruxton R, o novo quadro recebeu aplicação de alumínio e suspensão com nova calibragem. No sistema de freios, mais eficiência em função da adoção de pinças de quatro pistões Brembo com discos duplos na frente e, na roda traseira, pinça flutuante de dois pistões e um disco único. Em comparação a Thruxton, a nova Speed Twin teve redução de peso de 10 kg.

TECNOLOGIAS EMBARCADAS
TRÊS MODOS DE PILOTAGEM – Vinculados ao sistema de aceleração ride-by-wire, os três modos de pilotagem selecionáveis, “Sport”, “Road” e “Rain”, cada um com mapas de aceleração e definições do controle de tração específicas, proporcionando controle e segurança aprimorados ao motociclista e, no modo “Sport”, resposta mais imediata do acelerador.

FREIOS ABS – O padrão de segurança contemporâneo, com impacto visual mínimo. O sistema de freios ABS é sensível e eficiente, mas discreto.
CONTROLE DE TRAÇÃO COMUTÁVEL – Ao administrar a entrega de alto torque da Speed Twin quando a tração está comprometida, o sistema selecionável oferece maior controle ao piloto.
FAROL LED DRL – Incorporada ao farol, a luz de circulação diurna LED proporciona excelente visibilidade e um perfil de luz distinto.
INDICADORES E LUZES TRASEIRAS LED – Integrados à sua traseira minimalista de inspiração clássica, os indicadores e a luz traseira LED oferecem um padrão de iluminação traseira único e uma excelente eficiência energética.

SISTEMA DE ACELERAÇÃO RIDE-BY-WIRE – Melhora da resposta, segurança e sensibilidade do acelerador.
TOMADA DE CARREGAMENTO USB – Para máxima conveniência, a tomada de carregamento USB pode carregar os dispositivos eletrônicos essenciais do piloto.
IMOBILIZADOR DE MOTOR – O transponder integrado na chave adiciona maior segurança.
OPÇÕES DE CORES – Silver Ice/Storm Grey, com linhas de grafite pintadas à mão e listra branca; Korosi Red/Storm Grey, com linhas de grafite pintadas à mão e listra branca; e Jet Black.

NOVA SCRAMBLER 900
A Speed Twin se junta a outras seis opções de clássicas modernas disponíveis ao mercado brasileiro: Bonneville T100 Black, Street Twin, Bonneville T120 Black, Bobber, Thruxton R e a nova Street Scrambler 900 (foto acima). Com preço sugerido de R$ 43.850, a moto de uso misto da Triumph ganhou importantes atualizações, tendo potência como prioridade. O motor de 900 cc foi atualizado e ganhou 10 cv de potência, totalizando 65 cv, o que representa um aumento de desempenho de 18% em relação ao seu antecessor. Agora o propulsor oferece 8,15 kgf.m de torque, já disponíveis a 3.200 rpm. A nova versão da Scrambler também teve atualizações estéticas e ciclísticas.

PETRONAS APRESENTA LUBRIFICANTE SYNTIUM PARA CARROS HÍBRIDOS

“Menos emissão de CO2, maior eficiência, menor atrito e usando tecnologias mais sustentáveis. Como as OEMs em todo o mundo vêm se transformando para tornar os meios de transporte menos poluentes, nós, da Petronas, estamos comprometidos em ajudar nossos clientes a atenderem as demandas de diminuição da poluição por intermédio dos benefícios aperfeiçoados da linha Petronas Syntium, com tecnologia CoolTech”, disse Luiz Sabatino, Diretor Geral da Petronas para o Cone Leste (Américas). A linha inclui o primeiro lubrificante indicado para carros híbridos, marcando a entrada da marca nesse mercado, que será bastante promissor para os próximos anos. A companhia deve atuar no varejo, mas também de olho nas novas oportunidades junto às montadoras, principalmente japonesas e europeias.

A linha Petronas Syntium com tecnologia CoolTech é desenvolvida com cadeias de moléculas extremamente fortes que protegem o motor dos danos causados pela alternância de baixas e altas temperaturas, otimizando a eficiência no consumo de combustível e permitindo que os propulsores fiquem mais frios, mesmo sob pressão. “Estamos satisfeitos por levar aos nossos consumidores os fluidos e lubrificantes criados com nossa tecnologia campeã, um dos diferenciais que nos separa de outros players da indústria”, afirma Sabatino.

Depois de um 2018 bem-sucedido, em que a Petronas se comprometeu a dedicar 75% de seus investimentos em pesquisa e tecnologia em projetos para reduzir as emissões de CO2 e proteção ao meio ambiente, agora a empresa está buscando mais oportunidades para aplicar essa tecnologia com seus parceiros ao redor do mundo (está presente em 90 países e representada por dez fábricas). A nova linha de lubrificantes Petronas Syntium 7000 estará disponível globalmente a partir do segundo trimestre de 2019. Aqui, o preço deve girar entre R$ 70 e R$ 75, o litro no varejo.

AUTOTALK 2: CONHEÇA OS TIPOS DE CÂMBIO AUTOMÁTICO

AUTOTALK 2: CONHEÇA OS TIPOS DE CÂMBIO AUTOMÁTICO

O projeto AutoTalk é uma iniciativa da TSO Brasil em parceria com a Douglas Mendonça Conteúdos Digitais, empresa especializada na criação de textos para o setor automotivo. A AutoTalk tem como principal objetivo, levar conteúdo técnico diferenciado e entretenimento para todos aqueles que apreciam carros, seu funcionamento e tendências futuras. Com a devida autorização dos responsáveis pela produção deste material, o MinutoMotor tem a honra de publicar os ensinamentos do mestre Douglas Mendonça. Neste capítulo vamos falar sobre os tipos câmbio automático, que são excelentes aliados dos motoristas, principalmente nos grandes centros. Espero que gostem, comentem e compartilhem!

Lá pelos anos 70 e 80, câmbio automático era tido pela grande maioria dos motoristas como algo abominável. Ninguém queria saber deles e, dizia-se entre aqueles que gostavam de carro, que era coisa de preguiçoso ou de motoristas incompetentes que não sabiam trocar de marcha. Por isso, creio que 95% dos carros que circulavam pelo país na época tivessem câmbios manuais. Mas, claro que o mercado e, principalmente os motoristas evoluíram. Percebeu-se que além do conforto e da dirigibilidade suave, o câmbio automático permitia que o motorista se concentrasse mais no ato de dirigir ao invés de ficar dividindo sua atenção com a transmissão manual e o momento correto de trocar as marchas. Carro automático era também mais seguro.

Já no final dos anos 80 e início dos anos 90, tínhamos a opção do câmbio automático (Ou transmissão automática) em alguns carros de luxo nacionais e a chegada dos importados no início dos anos 90, definitivamente popularizou o câmbio automático nos carros médios e até mesmo nos pequenos. E o brasileiro foi tomando gosto pelo conforto, silêncio e, em algumas situações, até economia de combustível quando comparado aos câmbios manuais. Atualmente, temos a opção de câmbios convencionais automáticos com conversor de torque (Esses, a grande maioria); CVT (Continuously Variable Transmission, ou transmissão continuamente variável no bom português); os chamados câmbios automatizados de embreagem simples e, finalmente, os dupla embreagem (Que basicamente são a evolução dos automatizados).

Automático Convencional
O câmbio convencional automático é o projeto mais antigo entre eles. Claro que foi passando por contínua evolução, e hoje seu funcionamento beira a perfeição. No mercado nacional, a grande maioria dos automáticos possui 6 marchas e a quase totalidade deles é produzida por um único fabricante. Mas, nesses convencionais existem ainda velhos câmbios de 4 marchas, alguns poucos de 5 e outros com 7, 8 e até 9 marchas. O problema desses câmbios normalmente muito duráveis, é que quando necessitam de reparos, os consertos são caros e executados apenas por alguns especialistas. Trocas de óleo no tempo correto e utilizando exatamente o lubrificante recomendado pelo fabricante do veículo é que garantem a longevidade dessas transmissões. Essa é uma ótima dica.
Câmbio CVT
O câmbio CVT começou sendo aplicado na Europa em motores de pequeno torque e potência. Pela natureza do seu funcionamento (São duas polias que vão alterando seus diâmetros simultaneamente ligados por uma correia, alterando a velocidade entre os eixos), a limitação da correia e do calor gerado entre as polias não permitia a transmissão de muito torque. Por isso, a coisa funcionava em scooters e microcarros de motores bem limitados. Mas a tecnologia não parou, e o desenvolvimento de novos materiais e sistemas de monitoramento eletrônicos permitiam que o câmbio CVT fosse viabilizado cada vez por motores maiores e mais potentes. Assim como no câmbio automático convencional, a lubrificação do CVT é ainda mais crítica pela severidade do seu funcionamento: Nesse, é fundamental a troca de óleo no momento correto e a utilização do lubrificante recomendado pelo fabricante. Com relação ao câmbio convencional, o CVT caracteriza-se por manter constante a rotação do motor a medida que a velocidade aumenta. E a pressão no pedal do acelerador é que vai definir a rotação. Quanto mais se pisa, maior é o regime de rotações e mais rápido é o aumento de velocidade.
Câmbio Automatizado
O automatizado é, na realidade, um câmbio convencional manual que, ao invés da alavanca de mudanças e da embreagem, possui um sistema robotizado que aciona a embreagem e faz as trocas de marchas sempre que o sistema eletrônico avalia que é o momento correto. O sistema automatizado funciona relativamente bem, se o motorista não for muito exigente no que tange a suavidade de condução. Particularmente, aprovo o sistema e acho que ele funciona bem, principalmente no pesado trânsito urbano das cidades. Dá conforto ao motorista que não se preocupa com a embreagem nas ladeiras ou com o momento das trocas de marcha. Mas o mercado reclama que, depois de 50 ou 70 mil quilômetros, há desgastes nos mecanismos que executam as trocas, e elas começam a ficar imperfeitas. Nesse caso, necessitam de reparos em intervalos relativamente curtos.
Automatizado de Dupla Embreagem
Finalmente, chegamos a dupla embreagem. Pelo menos, teoricamente, o melhor de dois mundos em termos de transmissão: Não tem as pequenas perdas por escorregamento do câmbio automático convencional e, um bom rendimento mecânico mostra trocas de marcha suaves e silenciosas como um câmbio automático convencional. Apesar de internamente parecer um câmbio convencional manual, tem monitoramento eletrônico e um projeto totalmente novo, onde duas embreagens atuam, dependendo do momento, nas marchas ímpares e a outra nas marchas pares: Quem seleciona a marcha de tração são as embreagens. Quando a embreagem das marchas ímpares está acoplada, está engatada a primeira, a terceira, a quinta ou a sétima. Se estiver acoplada a embreagem das marchas pares, certamente estará engatada a segunda, quarta, sexta ou oitava, dependendo do câmbio. Certamente esse é o câmbio mais inteligente e normalmente destinados aos carros mais caros e sofisticados pelo alto custo do seu projeto.

GOOGLE ANDROID AUTO GANHA NOVO DESIGN E RECURSOS

A Google anunciou uma nova interface do Android Auto, que será lançado para todos os carros compatíveis no segundo semestre. A nova interface foi projetada para facilitar a vida na hora de ir para a rua, mostrar informações ainda mais úteis – que o motorista possa enxergar numa olhada rápida – e simplificar tarefas que costumamos fazer enquanto dirigindo. Lançado há cinco anos para tornar a experiência atrás do volante mais simples, o Android Auto pode ser usado em mais de 500 modelos de automóveis, de 50 montadoras diferentes. Veja abaixo todas as novidades:

Simplicidade na hora de ir para a rua: Quando você liga o carro, o Android Auto continua tocando a música que você estava ouvindo antes, e abre o aplicativo de navegação que você está habituado a usar. Basta tocar sobre um local sugerido ou dizer “OK Google” para saber como chegar ao destino.
Controle dos aplicativos preferidos: A nova barra de navegação mostra instruções a cada curva. Com ela, você pode controlar os apps e o telefone na mesma tela.
Mais ações com menos comandos: A nova barra de navegação também permite controlar os aplicativos com apenas um toque, sem complicações. Você pode ver instruções sobre o percurso a cada curva, voltar alguns segundos o podcast que estava ouvindo ou atender o telefone – tudo na mesma tela.

Comunicação fácil e segura: O novo centro de notificações mostra chamadas recentes, mensagens e alertas – e você escolhe o momento mais seguro para visualizar, escutar e responder.
Cores suaves para os olhos: O design do Android Auto foi aprimorado para se adaptar melhor ao interior de um carro. O tom escuro, com toques coloridos e fontes fáceis de ler, melhora a visibilidade da tela.
Tela adequada a mais modelos de carros: Para automóveis com visores grandes, o Android Auto agora aproveita ainda melhor esse espaço e mostrar mais informações: quando fazer a próxima curva, comandos para voltar ou avançar uma música e controle de telefonemas.

VÍDEO EXCLUSIVO: EXÉRCITO BRASILEIRO TESTA HELICÓPTERO TURCO

VÍDEO EXCLUSIVO:  EXÉRCITO BRASILEIRO TESTA HELICÓPTERO TURCO

Maior País da América do Sul, o Brasil ocupa uma área superior a 8.500.000 quilômetros quadrados.Tem 23.102 km de fronteiras, sendo 15.735 km terrestres e 7.367 km marítimas. Com dimensões continentais, nosso País precisa proteger cada centímetro de seu território. Para este trabalho contamos com as Forças Armadas, formada por Exército, Marinha e Aeronáutica. MinutoMotor foi convidado para assistir a demonstração de voo do helicóptero T129 ATAK, da Turkish Aerospace. A exibição aconteceu no final de março, no Comando de Aviação do Exercito (CIAvEx), que fica em Taubaté, no Vale do Paraíba (SP).

O helicóptero, usado pelas Forças Armadas Turcas, é uma das opções do Exército Brasileiro que busca modernizar sua frota de apenas 96 helicópteros multitarefas. Não há hoje no Brasil nenhuma aeronave específica para combate. Atualmente são utilizadas unidades adaptadas para receber armamento.
O T129 ATAK é um helicóptero bimotor de nova geração, com dois lugares em tandem, desenvolvido especificamente para ataque e reconhecimento. O modelo está equipado com dois motores, novos aviônicos, sensores e armas; fuselagem modificada, trem de acionamento reforçado e novo rotor de cauda.

Poder de fogo
O T129A tem grande poderio bélico. O canhão de 20mm está montado numa torre no nariz da aeronave. Tem capacidade de 500 projéteis. Pode transportar até quatro lançadores de foguetes, com um total de 76 foguetes não guiados.
A versão T129B também contará com foguetes Mizrak ATGMS e Cirit (foguetes de 70mm guiados a laser) e mísseis ar-ar Stinger, garantindo operações diurnas e noturnas.

VÍDEO: CIVIC SI VERSUS CBR 1000RR FIREBLADE SP. QUAL É A SUA PRAIA?

VÍDEO: CIVIC SI VERSUS CBR 1000RR FIREBLADE SP. QUAL É A SUA PRAIA?

Esportividade é um termo bastante habitual na Honda e muitas vezes levado ao extremo: basta olhar a quantidade de títulos mundiais que a empresa fundada por Soichiro Honda conquistou nas principais categorias do esporte a motor, entre Formula 1 e MotoGP. Neste comparativo colocamos lado a lado o que a marca japonesa tem de mais especial no mercado brasileiro: de um lado o Civic SI e do outro, a CBR 1000RR Fireblade SP. Em comum o DNA esportivo e a boa dose de tecnologia embarcada. Isso sem falar que os dois veículos compartilham da mesma arquitetura do motor: um quatro cilindros em linha. Uma pergunta: qual é a sua praia? Moto ou carro?

Produzido pelo MinutoMotor em parceria com a Miopia Filmes, este conteúdo contou com a participação de André Deliberato, um especialista no assunto que trabalhou sete anos em UOL Carros. Neste comparativo entre os modelos mais “apimentados” da Honda, Deliberato – que oficialmente passa a colaborar com o MinutoMotor – nos empresta todo seu conhecimento para falar desse rojão de 208 cv de potência máxima, que mais parece um kart com ar-condicionado.

Guiar o Civic Si significa ter a mais pura esportividade japonesa em suas mãos. Câmbio preciso com engates extremamente rápidos, motor turbo com fôlego de sobra e dinâmica com excelente comportamento em curvas: o Si 2019 une todas as melhores características de um kart em um cupê de alto desempenho. Sim, cupê! O novo Civic Si só chega importado ao Brasil na versão de duas portas e com caimento exclusivo na coluna traseira. Custa R$ 162.900.

Pilotar a CBR 1000RR Fireblade SP é ter uma moto de competição homologada para a rua. O modelo é utilizado pela Honda na principal categoria da motovelocidade nacional, a Superbike Brasil. Não é um ‘brinquedo’ para pilotos inexperientes, já que potência e torque se apresentam de forma instantânea, isso em função do acelerador eletrônico.

A Fireblade SP conta com seis modos de pilotagem, sendo três já pré-programados e outros dois totalmente customizáveis. Para uso em pista, por exemplo, a entrega de potência é absurda e as trocas de marchas via quickshift são rápidas e precisas. Até o pneu da SP é homologado para pista, que oferece maior aderência, principalmente em curvas mais acentuadas. Resumindo: motor, ciclística e eletrônica estão na mesma sintonia. O que reflete em um controle total numa pilotagem mais agressiva! Custa R$ 79.900.

VÍDEO: CONHEÇA EM DETALHES O NOVO JEEP WRANGLER RUBICON

VÍDEO: CONHEÇA EM DETALHES O NOVO JEEP WRANGLER RUBICON

A Jeep confirmou no último dia 4 abril, Dia Mundial do Jeep, que irá importar a versão mais “off-road” do trilheiro Wrangler. A chegada do novo modelo está prevista para o segundo semestre, em duas opções: Sahara e Rubicon. Aliás, o nome Rubicon é uma homenagem a uma das trilhas mais famosas e complexas que o SUV enfrenta anualmente em encontros de fãs e jipeiros nos Estados Unidos.

Vale ressaltar que todo Wrangler já nasce com o selo “Trail Rated” que garante seu potencial off-road, ao atender as exigências da Jeep em cinco quesitos: tração, distância do solo, articulação, manobrabilidade e capacidade de submersão.

Equipado com motor 2.0 turbo de impressionantes 272 cavalos e 40,8 kgfm de torque, o Wrangler conta com câmbio automático de oito marchas. A versão Rubicon traz como diferencial suspensão até 5 cm mais alta que a de um Wrangler convencional, diferenciais de bloqueio eletrônico, pneus mais lameiros é maior proteção de carroceria.

Multimídia de última geração
Pela primeira vez, o Jeep Wrangler oferece a quarta geração do conjunto multimídia Uconnect, com tela de toque de 8,4 polegadas. O novo sistema inclui recursos fáceis de usar, potência de processamento aprimorada, tempos de inicialização mais rápidos e gráficos de alta resolução. Além de navegação GPS própria e conectividade com os sistemas Apple Car Play e Android Auto.

Outra exclusividade do Uconnect no Wrangler são as Off-Road Pages. Essas telas passam informações importantes como os graus de inclinação lateral e longitudinal do veículo, o modo de tração selecionado, o grau de esterço da direção, as coordenadas geográficas, altitude em relação ao nível do mar, entre outras.

À frente do motorista, salta aos olhos a tela colorida de 7” no centro do quadro de instrumentos, com inúmeras possibilidades de configuração e uma simpática surpresa ao dar a partida – um dos vários easter eggs espalhados pelo veículo. Nesse visor, também podem ser selecionadas muitas das informações do monitor central do Uconnect.

Mais segurança
A segurança e proteção dos ocupantes tem sido primordial ao desenvolver o novo Jeep Wrangler, que se reflete nas dezenas de componentes de segurança ativos e passivos. Como por exemplo: quatro air bags sendo dois frontais e dois laterais, controles de tração, de estabilidade (ESC) e oscilação da carroceria (ERM), assistente de partida em rampa (HSA) e assistente de descida (HDC) Os preços sugeridos para os Wrangler são de R$ 259.990 (2p) e R$ 274.990 (4p).

Texto: André Deliberato, especial para o MinutoMotor

BÊ-A-BÁ: O QUE É E COMO FUNCIONA O SISTEMA DE FREIOS ABS

BÊ-A-BÁ: O QUE É E COMO FUNCIONA O SISTEMA DE FREIOS ABS

O ABS (Antilock Braking System) é um sistema de segurança ativa que evita que as rodas travem em frenagens de emergência – situação em que o veículo corre o risco de perder a aderência à pista e derrapar. As derrapagens estão entre os fatores que mais contribuem para a ocorrência de acidentes. Com o ABS, as rodas continuam com aderência à pista, o motorista mantém o controle sobre o veículo, sua estabilidade, e pode desviar de obstáculos mesmo pisando fundo no freio. Mas você sabe como esse mecanismo opera no veículo? É o que vamos ver agora, com informações do Cesvi Brasil – Centro de Experimentação e Segurança Viária.

Esse sistema eletrônico faz um monitoramento da rotação de cada roda, comparando-as com a velocidade do veículo. O ABS só entra em ação quando essa rotação da roda diminui muito em relação à velocidade do carro, indicando uma frenagem de emergência. O sistema envia sinais para que haja alternâncias muito rápidas entre alívio e pressão sobre os freios, que ocorrem em frações de segundo – tempo suficiente para evitar que as rodas travem.

Honda CB 250 Twister com freios ABS de série

Freios mais eficientes também nas motos
O ABS também está em vários modelos de duas rodas. Nas motos, o princípio é o mesmo dos automóveis: aplicando-se força normal e firme nos manetes de freio, há a distribuição eletrônica da intensidade de frenagem nas rodas traseira e dianteira, evitando o travamento. Detalhe: até o final deste ano, segundo norma do Contran, editada em 2016, todas as motocicletas novas devem vir equipadas, de série, com freios ABS (acima de 300cc) ou freios combinados (CBS), para modelos de até 300cc.

Pise fundo
Com um sistema convencional de frenagem, o motorista geralmente tem receio de pisar com toda a força no pedal do freio, pois sabe que as rodas podem travar. Com o ABS, não funciona assim. Numa frenagem de emergência, você deve pressionar o pedal do freio e manter a pressão sobre ele com força máxima – sem medo. Você pode vir a perceber um tremor do pedal, mas mantenha a pressão assim mesmo, até atingir a velocidade adequada para o desvio do obstáculo à frente. O tremor é característico do sistema ABS e acontece pela rápida variação na pressão do freio.
É importante ter em mente que velocidade tem limite. Não há recurso de segurança que salve vidas se houver um exagero no risco proporcionado por uma combinação entre excesso de velocidade e manobras perigosas.

MAIS RADICAL, A YAMAHA MT-09 2020 CHEGA POR R$ 43.690

MAIS RADICAL, A YAMAHA MT-09 2020 CHEGA POR R$ 43.690

A segunda geração do Yamaha MT-09 chega agora em março com várias novidades: estéticas, ciclísticas e tecnológicas, com destaque para a adoção do controle de tração e câmbio quick shift, além de suspensão dianteira com ajustes e reposicionamento do painel, que é 100% digital. A MT-09 2020 está disponível em três opções de cores – preto fosco, azul e cinza. O preço público sugerido (sem frete) é de R$ 43.690, com garantia é de um ano sem limite de quilometragem. 


Em termos de design, a naked da marca nipônica, que está chegando com certo atraso ao mercado nacional, traz um novo conjunto óptico formado por dois faróis duplos em LED, tomadas de ar maiores, que estão posicionadas junto ao tanque de combustível e as carenagens de proteção do radiador, na qual agora são fixados os piscas dianteiros, deixaram seu visual ainda mais arrojado e musculoso à naked. Já na traseira, lanterna com efeito 3D em LED e paralama junto à roda que. A peça está fixada diretamente na balança, que também tem a função de suporte da placa. Realmente, a MT-09 está mais radical.

Tecnologia embarcada

A versão 2020 vem equipada com controle de tração, sistema “quick shift” – que permite trocas de marchas ainda mais rápidas – e embreagem deslizante do tipo “slip clutch”, que possibilita reduções de marcha mais bruscas sem risco do travamento da roda traseira. O novo sistema, segundo a Yamaha, reduz em 20% o esforço do piloto no acionamento do manete de embreagem.

A moto conta com o sistema Yamaha D-MODE (Drive Mode), que possibilita a escolha de três diferentes formas de respostas ao acelerador, a STD, A e a B, que podem ser escolhidos de acordo com as condições de pilotagem e estilo de cada um:
•STD: Opção que cobre várias situações de pilotagem, entregando torque firme e contínuo tanto em baixa como em alta velocidade;
•A: Mais agressivo do que o modo STD, com respostas mais rápidas;
•B: Brando, se comparado ao STD, este modo proporciona uma pilotagem mais moderada.

Já o controle eletrônico de tração tem a função de dosar a entrega de torque do motor para a roda traseira, evitando que ela destracione em situações de aceleração brusca ou quando houver baixa aderência no piso.

Na MT-09 esse recurso tem duas opções de ajustes: o modo 1 evita que a roda patine em qualquer situação, enquanto o modo 2 realiza um controle moderado, intervindo menos na pilotagem. Além disso, o sistema permite ser desligado para tornar a pilotagem ainda mais emocionante, ideal para quem utiliza a MT-09 de forma mais esportiva, como em um track day, por exemplo.

Apesar de toda a evolução, o motor continua o mesmo: motor de três cilindros em linha de 847 cm³ de capacidade e tecnologia Crossplane, que gera 115 cv de potência máxima a 10.000 rpm e absurdos 8,9 kgf.m de torque máximo a 8.500 giros. A relação peso e potência é de 1,67 quilo por cv.

FORD USA REALIDADE VIRTUAL 3D PARA CRIAR CARROS

FORD USA REALIDADE VIRTUAL 3D PARA CRIAR CARROS

Revolução na indústria automobilística. A Ford é a primeira montadora a usar o Gravity Sketch, nova ferramenta de realidade virtual 3D que permite projetar carros por meio de gestos, com rastreadores de movimento e óculos especiais, sem precisar passar pela fase de esboço em caneta e papel. Além de revolucionar o trabalho dos estúdios de design, a novidade reduz drasticamente o tempo de desenvolvimento dos veículos. “Poder enxergar todos os ângulos do veículo em 360 graus enquanto ele está sendo desenhado realmente libera a criatividade e reforça a nossa proposta de centrar o design no cliente desde o início de cada projeto”, diz Michael Smith, gerente de design da Ford nos EUA.

O design tradicional de automóveis começa com um esboço 2D, que é digitalizado para produzir uma imagem de alta qualidade. Depois, ele é transformado em modelo 3D por um software de design auxiliado por computador (CAD). Esse modelo então é transferido a um ambiente de realidade virtual para análise da viabilidade. Como isso pode levar semanas, os designers selecionam com muito cuidado os projetos que chegam ao estágio de modelagem 3D.

Com o Gravity Sketch todo o processo é feito em questão de horas, usando desde o início um modelo 3D que permite pular o estágio 2D. Os projetistas podem criar o veículo em torno do motorista, girando e visualizando o design 3D em qualquer ângulo e tamanho, e entrar no esboço para ajustar seus detalhes internos. “Essa colaboração com os designers da Ford nos permitiu mergulhar no seu processo criativo e descobrir modos de ajustar o aplicativo para melhor atender às suas necessidades”, diz Oluwaseyi Sosanya, CEO e um dos fundadores da Gravity Sketch.

A introdução do Gravity Sketch em todos os estúdios globais de design da Ford vai agilizar o fluxo de trabalho e também gerar mais oportunidades de colaboração em tempo real entre os times. “Essa ferramenta leva todo o processo para o mundo da realidade virtual. Com ela podemos analisar mais opções de projeto, em menor tempo, e criar melhores veículos para nossos clientes”, completa Smith.