Honda Biz é usada no mapeamento do asfalto

HONDA BIZ É USADA NO MAPEAMENTO DO ASFALTO EM SÃO PAULO

A Honda Biz foi idealizada para ser uma moto prática, fácil de pilotar, muito robusta e econômica. Ou seja, um veículo “pau para toda obra”. Plagiando Cicero Lima, ex-editor da revista Duas Rodas, há uma Biz para cada tipo de profissão, exemplos não faltam: A “Bizcoito” para o padeiro, a “bizteca” para o açougueiro, a “bizpado” para o padre, a “bizmuto” para o químico e a “bizturi” para o médico motociclista chegar mais rápido ao plantão. Mas como seria o nome de uma Biz que fez um trabalho voluntário de prospecção e visitas presenciais em 835 endereços para mapear os buracos da Zona Sul da cidade de São Paulo. Que tal “bizarro”? Isso em função das condições de asfalto encontradas. Segundo dados da própria Secretaria das Subprefeituras, havia, em abril, 38 mil buracos catalogados na capital paulista.

Pilotada por Luiz Artur Cané, do Movimento Brasileiro de Motociclistas (MBM) e do Aplicativo Aisa9, a CUB da Honda rodou, no total, 3.917 quilômetros, 1.700 só na Zona Sul de São Paulo. De bairros chiques até os guetos da periferia, além de duas viagens bate e volta até Divinópolis (MG). De ruas em perfeitas condições até chão batido, passando por crateras, ondulações e obras inacabadas, a pequena Biz 125 deu conta do recado. “O pior consumo, com o “cabo enrolado”, foi de 33 km/l e o melhor, 53 km/l. O consumo médio ficou em 45 km/l”, contabiliza Cané que roda o Brasil inteiro sobre qualquer tipo de moto, das pequenas CUBs e Streets, até bigtrails. No final do trabalho não foi detectado nenhum problema de suspensão e freios da pequena moto, porém em São Paulo há muitos problemas vias.

A economia da Honda Biz 125 vem com motor de um cilindro, de 125 cm3 de capacidade e que gera 9,2 cv de potência máxima. O modelo está equipado câmbio rotativo de quatro velocidades e freios combinados. A CUB pesa (a seco) apenas 100 quilos.

O mais importante é que este mapeamento voluntário feito por Artur Cané poderá ajudar as subprefeituras agilizarem os trabalhos de recuperação de vias na cidade, já que todo a levantamento foi fotografado, catalogado e entregue aos órgãos competentes. Bom para os motoristas, melhor ainda para os motociclistas, já que buraco é sinônimo de acidente. Isso sem falar nos danos físicos e materiais no caso de uma queda potencializada por um problema na via.

“A Biz foi uma parceira perfeita, já que oferece muita agilidade e economia, de tempo e de dinheiro”, conta Cané, dizendo que agora é aguardar o poder público fazer sua parte. “Se as subprefeituras tiveram a mesma rapidez que a motinho, o trabalho será feito rapidinho!”, comemora o motociclista.

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