DE CAIXAS ELETRÔNICOS A MOTOS CUSTOMIZADAS, CONHEÇA O “PAI” DA BIZ

DE CAIXAS ELETRÔNICOS A MOTOS CUSTOMIZADAS, CONHEÇA O “PAI” DA BIZ
Luiz “Careca” Mingione em ação na Given
A história de Luiz Eduardo Fonseca Mingione merece um livro de memórias, já que carrega em seu currículo experiências pra lá de vitoriosas e peculiares. Criou gabinetes para caixas eletrônicos, foi campeão do Rali Dakar com uma 250cc e hoje customiza motos em Milão (ITA). Luiz “Careca”, como é mais conhecido, é também um dos pais da Honda Biz. Diferentemente de sua antecessora Dream, a motoneta traz como diferencial roda traseira de 14 polegadas e espaço sob o assento. Depois de mais de 20 anos no mercado, a CUB da Honda é a quarta moto mais vendida do País.
Com o mokap de uma nova versão da Biz, no Japão
Em 2002, aos 43 anos, Luiz Mingione assumiu novo desafio, agora como piloto. E, de cara, sagrou-se campeão do Rally Paris-Dakar na categoria Super Production para motos até 250 cilindradas. O estreante na maior e mais difícil competição off-road do mundo rodou quase 10 mil quilômetros sobre uma Honda Tornado 250 entre a França e Senegal, passando ainda por Espanha, Marrocos, Mauritânia.
Campeão do Rally Dakar 2002 com uma Honda 250cc
Depois da fama (industrial e esportiva), o Luiz “Careca” teve de ganhar o mundo após sua saída da marca líder do segmento de duas rodas. Nômade, trabalhou na China, trouxe motos asiáticas para o Brasil (Iros) e, mais recentemente, atuou na Turquia para a Ford. Hoje o paulistano do boêmio bairro da Vila Madalena vive na Itália para ficar mais próximo da família da esposa Isabel – filha de japoneses e que tinha restaurante em Milão – e oferecer uma educação de melhor qualidade para o filho Enzo, de 13 anos.
Placa de reconhecimento assinada pelo presidente mundial da Honda
Irrequieto, esbanjando conhecimento técnico e disposição física, Mingione, hoje com 60 anos, ganhou nova oportunidade, agora na Given Motodesign Italy, um estúdio que customiza motos na “Capital Mundial da Moda”! Então é hora de conhecer melhor a história de Luiz “Careca”, campeão de criatividade, que transforma sonhos em peças funcionais. Neste caso, deixar uma exclusivíssima DUU CR&S ainda mais única. A customização feita na Given Motodesign durou quase um ano e consumiu 25 mil Euros. Confira os principais trechos desta entrevista para o MinutoMotor.
A DUU CR&S em sua versão original
MinutoMotor – Vamos falar das principais características da versão original da moto que você ajudou a customizar?
Luiz Mingione – A moto é uma DUU CR&S – em referência ao numeral dois em um dialeto milanês e as iniciais de Cafe Racers e Superbikes. Foram fabricadas cerca de 150 unidades que estão espalhadas pela Europa. Lançada em 2009 no Salão de Motos de Milão (Eicma), a moto artesanal custava 47.628 Euros, cerca de R$ 208 mil. Infelizmente, a empresa frechou em 2013.
O motor da DUU é um dois cilindros em “V” a 56° fabricado pela S&S X-Wedge, que tem 1916 cm³ de capacidade, 100 cv potência, câmbio de seis marchas e chega a 200km/h. A moto traz chassi de treliça em aço e alumínio e belíssimas rodas em liga leve de 17 polegadas. A suspensão dianteira é invertida e parte traseira conta com braço oscilante e monoamortecedor.
A DUU não tem sistema de freios ABS e para parar seus 245kg (peso seco), a moto usa freio a disco 320 mm duplo na frente e disco traseiro de 260 mm fixado na parte interna da roda.
Peças fabricadas exclusivamente para a customização da DUU
MM – Que tipo de personalização foi feita? O cliente fez sugestões?
Mingione – Esta DUU CR&S foi objeto de uma profunda personalização comparada ao modelo original. O cliente deixou a criação a cargo da Given e acompanhou todo o trabalho de perto, dando sugestões. A moto foi inteiramente redesenhada. Foram criadas várias peças nas partes traseira, frontal e lateral. Com a minha ajuda, Donato Cannatello, dono e designer Sênior do estúdio, pode expressar as ideias de customização e estilo com critérios de funcionalidade, estética e exclusividade. A DUU customizada pela Given Motodesign chama atenção por anda passa.
A maioria das peças foram desenhadas em CAD e depois fabricadas em alumínio. Tantas outras foram feitas à mão, seguindo a inspiração do momento. Segundo Donato, neste tipo customização é sempre bom deixar uma parte do trabalho para o coração e a sensibilidade do momento. Com certeza a emoção fez toda a diferença neste projeto.
DUU reestilizada pela Given Motodesign, estúdio que fica em Milão (ITA)
MM – Como foi o passo-a-passo desta personalização. O que foi feito? Quais as dificuldades? Quanto tempo?
Mingione – Esta moto foi o resultado de muito trabalho de projeto, que inclui sempre uma fase preliminar de conceito 2D em que submetemos ao cliente e onde tentamos deixar claro todos os pontos que serão objeto de modificação. Feito isso prosseguimos com a definição do projeto desenvolvendo com o uso do computador, mas também não abdicamos de fazer desenhos a lápis na oficina.
Todas as peças projetadas em CAD foram feitas em CNC em alumínio, plexiglass e ABS, entre outros materiais. Este projeto levou quase um ano de trabalho, desde os schets com as ideias iniciais, trabalho de CAD, fabricação, pintura e acabamento das peças e modificações sugeridas pelo cliente. Algumas dificuldades foram resolvidas durante a montagem. Outros pequenos problemas surgiram durante o teste de rodagem e foram prontamente solucionados.
Moto em fase de reconstrução no estúdio milanês
MM – Quantas pessoas trabalharam neste projeto. Descrever a função de cada elemento da equipe?
Mingione – Trabalharam neste projeto Donato Cannatello, designer, proprietário da Given Motodesign e líder desta customização; Marco Jimenes, designer Sênior; Fabio Spiga Casadio, designer; Paolo Zanetti, mecânico especializado, e eu, que fiquei responsável pela modelagem – clay –, sugestões e soluções para algumas peças, pintura, montagem e teste de rodagem.
Dianteira ganhou formato triangular e monoamortecedor
MM – Alguma solução criativa adotada nesta customização?
Mingione – Sim. Eu posso citar a suspensão dianteira – que traz monoamortecedor Öhlins –, a parte de iluminação traseira e frontal de LED e o uso materiais de acabamento como cobre. Muitas peças foram feitas artesanalmente em resina, ABS, além de outros materiais. Na minha opinião esta reunião de materiais e formas inusitadas fizeram a diferença no visual desta releitura do modelo.
Traseira com peças feitas em cobre e lanterna de LED
MM – Como é trabalhar com o designer que criou a moto originalmente?
Mingione – Já trabalhei com designers da Honda no Japão; chineses da UM United Motorcycle e Zongshen na China; com designers turcos na Ford em Istambul; brasileiros da Honda e agora na Given Motodesign na Itália. É um grande prazer e aprendizado trabalhar com alguém com a experiencia de Donato Cannatello. Ele é experiente, criativo e rápido em buscar soluções para o desenvolvimento e fabricação de peças especiais. Conhece muito de motocicleta, de customização e põe, literalmente, a mão na massa, como um autêntico italiano. Trabalhamos com música na oficina, Apesar da seriedade e responsabilidade na personalização de uma mota há sempre tempo boas histórias, risadas e trocas de experiências. O ambiente e a equipe são excelentes. Estou aprendendo muito com Donato. Ele é diferente de todos os outros com quem já trabalhei na vida. E em nossas reuniões de final do dia sobre o projeto sempre ‘rola’ uma cerveja para descontrair.
Mingione com a nova DUU rodando pelas ruas de Milão (ITA)
MM – Como é o comportamento dinâmico da moto?
Mingione – Apesar do peso, tamanho e sem nenhuma eletrônica embarcada, a nova DUU surpreendeu. Quando tive o primeiro contato com a moto imaginava que seria difícil pilotar na cidade, mas o modelo tem uma ciclística muito boa. Além das modificações estéticas, alteramos o sistema de suspensão dianteira, que ganhou um design exclusivo e oferece bom comportamento.
A DUU tem um bom desempenho na cidade, rodando no trânsito maluco de Milão. Mas ela mostra seu melhor potencial de performance e dirigibilidade nas belas estradas secundarias e autopistas italianas. Ela tem um motor monstruoso e forte, vibrante, literalmente. A moto tem pouca autonomia e não tem o conforto de uma moto japonesa, que é minha referência. Mas, em tiros rápidos, é muito divertida e prazerosa de pilotar. Além, obviamente, de chamar muito a atenção por onde passa, isso em função de seu design totalmente exclusivo.
Segue a gente nas mídias
Facebook
Facebook
YouTube
Instagram
Enviar via Email

RANGER 2020: BRUTA, TECNOLÓGICA E PARTE DE R$ 128.250

Cada vez mais disputado, o mercado brasileiro de picapes tem na liderança, desde 2015, a Toyota Hilux com 30,8% de “share” no segmento das picapes médias feitas sobre longarinas. Atrás da picape da Toyota está a Chevrolet S10, que emplacou 24,9% de participação em 2018. Mas quem mais ganhou mercado nos últimos anos foi a Ranger. A picape da Ford era a sexta colocada do ranking em 2012, com 9,4% de participação, quando foi apresentada a atual geração. Foi conquistando espaço e, em 2018, deixou para trás a Nissan Frontier, a Volkswagen Amarok e a Mitsubishi L200, emplacando os 16,1% de participação que a colocaram no terceiro lugar no ranking.
Nos cinco primeiros meses deste ano, com o prestígio abalado pela decisão anunciada em fevereiro de fechar a fábrica de caminhões em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, a Ford viu sua picape perder o terceiro posto para a Amarok. Para tentar uma recuperação e, quem sabe, até brigar pela liderança, a Ford acaba de apresentar o modelo 2020 da Ranger. A picape recebeu discretos retoques estilísticos e incorporou equipamentos. Dentro da estratégia de reforçar a competitividade, a Ford fez tais aprimoramentos sem aumentar os preços, que permanecem exatamente os mesmos da linha 2019.
Em termos de design, as mudanças da Ranger 2020 se concentram na parte frontal. Grade, para-choque, faróis principais e de neblina foram redesenhados para reforçar o aspecto de robustez desejável em uma picape desse gênero. As versões com motor 3.2 trazem diversos elementos cromados, como grade dianteira, capa dos retrovisores, maçanetas e para-choque traseiro. No perfil, a roda de 18 polegadas ganhou uma nova pintura. Na traseira, a novidade é a tampa da caçamba com assistente de abertura e fechamento que, segundo a Ford, reduz de 12 quilos para três quilos o peso equivalente na sua movimentação. Por dentro, o padrão de acabamento da cabine foi aperfeiçoado e recebeu novos materiais. Na parte de engenharia, veio uma evolução importante: a picape produzida na Argentina ganhou uma nova suspensão que, de acordo com os engenheiros da marca, melhora a dirigibilidade e o conforto tanto no asfalto quanto no fora-de-estrada.
Entre os novos equipamentos da linha estão tecnologias autônomas de assistência, que são uma tendência na indústria automotiva mundial e inéditas entre as picapes vendidas no Brasil. Entre elas, a versão “top” Limited traz o sistema de frenagem autônoma com detecção de pedestres. Com o auxílio de duas câmeras e um radar, caso identifique outros veículos, ciclistas ou pedestres, a Ranger freia até a imobilidade se o sistema não perceber qualquer reação do motorista. A faixa ideal de operação do sistema é entre 5 km/h e 60 km/h – além desse limite, a colisão pode não ser evitada, mas será atenuada. Outra novidade é o sistema de reconhecimento de sinais de trânsito, que indica as velocidades máximas permitidas na tela multimídia. Sistemas autônomos já disponíveis anteriormente na Ranger continuam lá, como o piloto automático adaptativo e o sistema de permanência em faixa. Para reforçar a segurança, os faróis baixos de xênon contam com luzes diurnas de leds.
Sob o capô, a novidade é que a Ranger deixa de oferecer a opção de motor flex 2.5. Conforme a Ford, os motores bicombustíveis estão em apenas 8% das picapes médias sobre longarinas vendidas no Brasil atualmente. “Para o cliente da flex, oferecemos hoje a versão XLS a diesel, uma opção mais inteligente com preço próximo das versões flex da concorrência”, explica Fabrizzia Borsari, gerente de Marketing Produto da Ford. A Ranger 2020 mantém os dois motores a diesel da família Duratorq, o 3.2 de cinco cilindros, com duzentos cavalos, e o 2.2 de 160 cavalos. Toda a linha já vem de série com o AdvanceTrac, composto por controle eletrônico de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, controle automático de descida, assistência de frenagem de emergência, luzes de emergência em frenagens bruscas, controle de oscilação de reboque, sistema anticapotamento e controle adaptativo de carga, além de diferencial traseiro blocante eletrônico. Também é a única do segmento que oferece cinco anos de garantia.
Com a decisão de manter os valores praticados na linha 2019, os preços da linha 2020 da Ranger partem de R$ 128.250 na versão XLS 2.2 4×2 automática e chegam a R$ 188.990 da Limited 3.2 4×4 automática. Como parte da estratégia de ganhar participação no mercado, as diversas configurações da picape da Ford se posicionam abaixo dos preços das concorrentes com equipamentos similares e ainda oferecem tecnologias inéditas no segmento. Em meio ao momento conturbado que vive no Brasil, a Ford reafirma sua estratégia global de concentrar esforços nos utilitários esportivos e nas picapes, deixando os carros de passeio gradativamente em segundo plano. Nesse contexto, com a evolução do produto e a política agressiva de preços, a nova Ranger pode ganhar protagonismo na marca dentro do mercado nacional. Para, quem sabe, se tornar a nova cara da Ford por aqui.
Experiência a bordo – Evolução da espécie
Por dentro, o padrão de acabamento da cabine da Ranger 2020 evoluiu. A percepção geral de aumento de qualidade é notável, principalmente se os ocupantes não olharem para cima – o porta-óculos e as luzes de teto lembram os adotados no EcoSport e destoam do padrão de requinte do habitáculo. Todas as versões da Ranger vêm com a eficiente central multimídia Sync 3 com tela de oito polegadas sensível ao toque, navegação, comandos por voz e compatibilidade com as plataformas Android Auto e Apple CarPlay. Também são de série ar-condicionado digital de duas zonas, painel configurável com duas telas de 4,2 polegadas, faróis de neblina e sete airbags. A versão XLT 3.2 com tração 4×4, transmissão automática e bancos de couro acrescenta itens como sensor de chuva, monitoramento individual de pressão dos pneus e faróis automáticos.
No entanto, é na versão de topo de linha 3.2 Limited que a Ranger “ostenta” mais e ganha termos de aparato tecnológico e itens de conforto. Vem com farol alto automático, sistema de acesso sem chave e botão de partida Ford Power, tampa traseira com travamento elétrico, rodas de 18 polegadas com acabamento exclusivo, sistema autônomo de frenagem com detecção de pedestres, reconhecimento de sinais de trânsito, monitoramento individual de pressão dos pneus, piloto automático adaptativo, sistema de permanência em faixa e sistema de personalização da luz ambiente com sete cores.
Primeiras impressões – A força do conjunto
Entre os vinhedos da fria e árida região de Mendoza, à beira dos imponentes Andes argentinos, o teste da Ford Ranger Limited 3.2 4×4 automática foi feito em um trajeto de cerca de 150 quilômetros, incluindo estradas asfaltas e muitas trilhas de terra e cascalho e um pequeno trecho de “off-road” mais radical especialmente preparado. O motorzão 3,2 litros 20V turbo com cinco cilindros entrega o robusto torque de 47,9 kgfm já em baixas rotações, a partir de 1.750 rpm, o que se traduz em uma disposição permanente para acelerar. A potência máxima de duzentos cavalos também é mais do que necessário para conferir um comportamento dinâmico convincente às 2,2 toneladas da picape. O bom entendimento com o câmbio automático de 6 marchas faz com que o potencial do motor seja otimizado e as retomadas ocorram sem vacilações.
Entretanto, o grande destaque da Ranger 2020 é o novo ajuste da suspensão, que está muito além do padrão do segmento e posiciona a picape da Ford em um patamar mais elevado. O veículo se comporta quase como um carro de passeio e esbanja equilíbrio em altas velocidades, tanto no asfalto quanto nas trilhas. Nem parece uma picape. Das novas tecnologias autônomas, pelas condições do teste de apresentação, não foi possível avaliar o assistente autônomo de frenagem que, de acordo com a Ford, aciona os freios automaticamente para evitar ou reduzir os danos de uma colisão. Já o sistema de reconhecimento de sinais de trânsito, que usa as mesmas câmeras para rastrear as placas na pista, se mostrou bem efetivo para alertar o motorista sobre os limites de velocidade.
Na trilha de “off-road” preparada pela Ford, foi possível submeter a picape a situações extremas, em crateras enormes e aclives e descidas intimidadoras. Em todas as situações a que foi submetida, a Ranger enfrentou os obstáculos sem se abalar ou dar sinais de fragilidade ou fadiga. Para quem realmente pretende “chafurdar” com a Ranger, a capacidade de imersão de oitenta centímetros e de reboque de 3,5 toneladas são atributos que destacam o modelo da Ford dentro da categoria.
Texto Luiz Humberto Monteiro Pereira / Agência AutoMotrix / Mendoza/Argentina
Ficha Técnica
Ford Ranger Limited 3.2 4×4 automática
Motor: Dianteiro, longitudinal, 5 cilindros em linha, 3.2, 20V, comando duplo, turbo, injeção direta de diesel
Potência: 200 cv a 3 mil rpm
Torque: 47,9 Kgf.m a 1.750 rpm
Câmbio: Automático de 6 marchas; tração 4×4 com reduzida
Direção: Elétrica
Suspensão: Independente com barra estabilizadora (dianteira) e eixo rígido (traseira)
Freios: Discos ventilados na dianteira e tambores na traseira
Pneus e rodas: 265/60 R18
Dimensões: 5,35 metros de comprimento, 1,86 metro de largura, 1,85 metro de altura e 3,22 metros de entre-eixos
Caçamba: 1.180 litros
Tanque de combustível: 80 litros
Peso: 2.261 kg
Produção: General Pacheco/Argentina.
Preço: R$ 188.990
Segue a gente nas mídias
Facebook
Facebook
YouTube
Instagram
Enviar via Email

MOTORISTA NÃO PRECISA MAIS IR AO DETRAN.SP PARA RENOVAR CNH

MOTORISTA NÃO PRECISA MAIS IR AO DETRAN.SP PARA RENOVAR CNH
Renovar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) sem ir ao Detran.SP já é uma realidade em 85 cidades do Estado. Solicitado pelo portal, o serviço de renovação simplificada reaproveita a última coleta biométrica do cidadão (foto, assinatura e digitais) e emite automaticamente a CNH, sem envolver unidades de atendimento, modernizando o processo e reduzindo a demanda presencial. Para receber o documento em casa, basta agendar os exames médico e psicotécnico no portal do Detran.SP (detran.sp.gov.br), ir à clínica e pagar a taxa de emissão e de envio pelos Correios. O valor total é de R$ 54,77.
“Antes, o motorista tinha de se deslocar três vezes até uma unidade do Detran de São Paulo para confirmar os dados e a biometria, retornar com o laudo médico e, por fim, retirar o documento. Agora isso acabou”, explica Jânio Loiola, diretor de Atendimento ao Cidadão do Detran.SP.
O serviço está disponível para condutores com CNH A (moto), B (automóvel) e A/B. Juntas, essas categorias representam 82% do total de 24 milhões de habilitações registradas no Estado. Já a renovação corresponde a mais de 50% dos serviços de CNH realizados nos postos do Detran.SP. Ao todo, são cerca de 300 mil renovações mensais.
Está apto à renovação simplificada, quem tem CNH vencida ou a vencer em 30 dias, com foto e em situação regular (não estar suspensa ou cassada). Se houver necessidade de alterar dados (nome de casado, endereço, entre outros), bem como de nova coleta biométrica, ou caso o sistema identifique algum impedimento, o processo deverá ser efetuado presencialmente.
Brasília – A nova Carteira de Habilitação (CNH) com o QR Code já implementado foi apresentada hoje (José Cruz/Agência Brasil)
Veja abaixo o passo a passo da renovação simplificada:
1) Faça login no portal detran.sp.gov.br e acesse Renovação Simplificada em Serviços Online, no topo da página inicial;
2) Confirme os dados em tela e escolha as datas e os horários dos exames médico e psicotécnico (esse último só se exercer atividade remunerada, como taxista, por exemplo). Na capital, é possível escolher a macro e a microrregião também. O sistema agenda os médicos e informa todos os dados dos profissionais, como nome, endereço e telefone. Guarde esses dados, pois precisará deles para reagendar por telefone com a clínica, caso ocorra algum imprevisto e não possa comparecer;
3) Realize o exame médico e psicotécnico (se necessário). A taxa do exame médico é de R$ 87,55. O psicotécnico custa R$ 102,14. Os valores são fixos e devem ser pagos diretamente aos profissionais;
4) Pelo número do CPF, pague na rede bancária ou via internet banking a taxa de renovação da CNH com o custo de envio pelos Correios, no valor total de R$ 54,77, e aguarde a entrega em até sete dias úteis no conforto da sua casa.
A renovação da CNH de forma presencial continua sendo oferecida em todas as unidades do Detran.SP, pois a Renovação Simplificada é um serviço opcional. Confira a lista dos 85 municípios onde o serviço está disponível no momento: http://bit.ly/CidadesRenovaçãoSimplificada . Gradativamente, essa inovação será expandida a todo o Estado. No total, o Detran.SP disponibiliza 43 serviços de forma online em seu portal.
Segue a gente nas mídias
Facebook
Facebook
YouTube
Instagram
Enviar via Email

VW DELIVERY 4.160 É CUSTOMIZADO PARA O MERCADO MEXICANO

Dirigibilidade e conforto de automóvel com robustez de caminhão sob medida para a operação nas cidades. No caminho sem volta da internacionalização da Volkswagen Caminhões e Ônibus, a linha Delivery desembarca no México com uma nova versão do modelo de quatro toneladas: o Delivery 4.160. O veículo preserva seus diferenciais, ao mesmo tempo em que traz algumas novas configurações em linha com a preferência do mercado mexicano. Com capacidade de carga útil de 1.835 kg, entrega 156 cv de potência máxima. O VW está equipado com motor Cummins ISF de 2,8 litros e tecnologia SCR, além da transmissão Eaton ESO 4206 de seis velocidades.
Segundo a VW, o trem de força se caracteriza pelas vantagens que a linha oferece: o Delivery 4.160 entrega a melhor potência e torque de sua categoria para maior produtividade no dia a dia. Assim como o chassi, que alia robustez e leveza: com novos materiais, une redução de massa a ganho de capacidade de carga.
Desenvolvida e produzida na América Latina, a família VW Delivery nasceu para atender a padrões internacionais dos mercados mais exigentes. Com uma plataforma altamente flexível, foi concebida a partir da receita de sucesso da primeira linha e da experiência dos clientes das mais de 100 mil unidades produzidas.
“A nova família Delivery chega para ter o melhor custo total de operação do segmento. Os caminhões foram construídos procurando otimizar ao máximo sua carga útil, além de proporcionar maior economia de combustível e menor desgaste de componentes”, destaca Leandro Radomile, diretor da operação mexicana da Volkswagen Caminhões e Ônibus.
O espaço interno é um marco em sua categoria, baseado nos padrões e dimensões mais atuais, para diminuir o desgaste do motorista. Logo, todas as peças interiores e as dimensões da cabine foram aperfeiçoadas para as melhores soluções. A manobrabilidade também se destaca como a melhor do mercado na categoria, graças ao maior ângulo de esterçamento e ganho na capacidade de realizar as manobras em vias estreitas. Ao entrar no caminhão o motorista já poderá sentir que o modelo é feito sob medida, volante de múltiplas regulagens e menor diâmetro. A coluna de direção é ajustável em altura e profundidade, o que facilita a operação e proporciona ergonomia de carro de passeio.
Segue a gente nas mídias
Facebook
Facebook
YouTube
Instagram
Enviar via Email

GUERRA ANUNCIADA: AFRICA TWIN, SCRAMBLER 1200 E R 1250 GS

GUERRA ANUNCIADA: AFRICA TWIN, SCRAMBLER 1200 E R 1250 GS

A chegada das novas versões das bigtarails deve agitar o mercado no segundo semestre. A Honda apresenta a CRF 1000L Africa Twin 2020. Já a BMW anunciou para setembro a chegada da R 1250 GS. Isso sem falar na Triumph Scrambler 1200, que deve surpreender os pilotos mais aventureiros. A apresentação oficial da nova moto inglesa é julho. No mercado italiano, por exemplo, a briga entre a Africa Twin e GS dá certa vantagem para o modelo alemão – 2.549 unidades emplacadas contra 1.834, em números absolutos nos cinco primeiros meses do ano. No mercado brasileiro quem está ‘dando as cartas’ até agora é a Triumph Tiger 800, com 1.225 unidades licenciadas entre janeiro a maio.
Mas que uma coisa fique bem clara, a Honda e a BMW estarão com “bala na agulha” para reverter este quadro. Ou seja, a guerra pelo consumidor está anunciada. A marca nipônica inclusive terá uma inédita versão da Africa Twin, batizada de Adventure Sports, que já poderá ser vista no Bike Fest Tiradentes, evento que acontece na histórica cidade mineira entre 26 a 30 de junho. Já os aficionados pela GS já podem preparando o bolso já que os preços foram divulgados: R$ 69.950 para a R 1250 GS Sport e R$ 82.950 para a Premium. A topo de linha, a Adventure, custará R$ 91.950. Confira abaixo as principais características das novas versões destas aventureiras que encaram qualquer tipo de desafio.
Africa Twin Adventure Sports
A Honda CRF 1000L Africa Twin e sua nova versão, a CRF 1000L Africa Twin Adventure Sports, chegam em versão 2020 oferecendo melhor equilíbrio entre peso e potência, além de mais tecnologia embarcada. Uma das novidades é a adoção do sistema de acelerador eletrônico, equipamento que trouxe consigo três modos de pilotagem, ampliando as capacidades do sistema de controle de troque.
A inédita versão Adventure Sports da Africa Twin se caracteriza por curso ampliado em 20 mm em ambas suspensões, tanque de maior capacidade (24,2 litros ante 18,8 litros), para brisa e carenagens maiores e posição de pilotagem mais confortável. Outro diferencial é o seu assento flat, que permite amarração de bagagem na parte traseira.
Ambas versões trazem um painel de instrumentos com tela retangular LCD blackout. Nas versões Travel Edition, os modelos podem ser equipados com vários acessórios opcionais: proteções tubulares do tanque, cavalete central, malas laterais e top box (este, somente na versão CRF 1000L Africa Twin). Toda a estratégia comercial será divulgada na primeira quinzena de julho.
Um ícone chamado GS
Com produção em Manaus (AM), as novas BMW R 1250 GS e BMW R 1250 GS Adventure chegam em meados de setembro. Ambas trazem o novo motor boxer bicilíndrico, de oito válvulas e 1.254 cm³, capaz de desenvolver 136 cavalos de potência a 7.750 rpm e 14,58 Kgf.m de torque a 6.250 rpm — ante 125 cavalos de potência a 7.750 rpm, 12,74 Kgf.m de torque a 6.500 rpm e 1.170 cm³ do modelo anterior. O novo propulsor com controle variável de válvulas traz a nova tecnologia ShiftCam que oferece, segundo a montadora, uma excepcional dinâmica de condução, desempenho surpreendente e maior suavidade de funcionamento. Isso ocorre graças à árvore de comando com abertura diferenciada das válvulas de admissão do motor, que tem diferentes perfis. Assim, há maior capacidade de aceleração, elasticidade do motor e muito torque mesmo em baixas rotações. O motor é acompanhado de câmbio de seis velocidades com embreagem hidráulica anti-deslizante, lubrificada a óleo.
Entre os itens de série estão: acelerador eletrônico; assistente de partida em subida; ABS, controle automático de estabilidade; modos de pilotagem; para brisa com ajuste de altura; sistema de conectividade com painel em TFT, suspensões paralever e telelever, suporte de top case e tomada de 12v. A versão Adventure se destaca externamente pela presença de barras de proteção do tanque e motor.
BMW R 1250 GS (Sport e Premium)
O pacote Sport acrescenta aos itens de série farol em LED; luz de posição diurna; protetor de escapamento cromado; manoplas aquecidas; controle de pressão dos pneus; controle eletrônico de velocidade; protetores de mãos; luzes de direção em LED e banco conforto.
Já a versão Premium traz todos equipamentos de série e do pacote Sport, mais controle de tração dinâmico; ajuste eletrônico dinâmico da suspensão; sistema de partida sem chave; assistente de troca de marchas pro; modos de pilotagem pro; preparação para GPS; kit passageiro; kit de rebaixamento (com banco baixo); motor com acabamento preto; ABS pro; suporte para malas laterais e rodas raiadas. O modelo está disponível em quatro opções de cores: “preto metálico” e “azul metálico” (somente no pacote Sport), “exclusive” e “estilo HP” (somente no pacote Premium).
BMW R 1250 GS Adventure
O modelo R 1250 GS Adventure traz, além dos itens de série, controle de tração dinâmico; ajuste eletrônico da suspensão; farol em LED; sistema de partida sem chave; luz de posição diurna; assistente de troca de marchas pro; modos de pilotagem pro; preparação para GPS; protetor de escapamento cromado; manoplas aquecidas; controle de pressão dos pneus; controle eletrônico de velocidade; farol adicional em LED; luzes de direção em LED; ABS pro e suporte para malas laterais em alumínio. A capacidade do tanque de combustível é de 30 litros, com cerca de 4 litros de reserva. O modelo é oferecido em três opções de cores: “cinza”, “exclusive” e “estilo HP”.
Segue a gente nas mídias
Facebook
Facebook
YouTube
Instagram
Enviar via Email

COM 97 CV, SPEED TWIN É A NOVA CLÁSSICA MODERNA DA TRIUMPH

Montada no Brasil, a Triumph apresentou a Speed Twin. Com preço sugerido de R$ 47.990, a nova moto de origem inglesa será a principal concorrente da Kawasaki Z900 RS (R$ 48.990). Baseada no modelo original de 1938, esta releitura reúne estilo contemporâneo, desempenho e tecnologia da café racer Thruxton R – e de seu motor de 1200cc – e, de quebra, a ergonomia da Bonneville T120. Destaque para os três modos de pilotagem (Sport, Road e Rain), controle de tração, acelerador eletrônico, freios ABS e iluminação de LED.

Imponente visualmente, a personalidade roadster moderna ganha vida com seu propulsor de 1200 cc High Power 8, um dois cilindros paralelos, que foi atualizado. Ou seja, o propulsor da Speed Twin recebeu nova tampa de magnésio do came; conjunto da embreagem revisado; e novas tampas do motor com massa otimizada. Juntas, essas atualizações oferecem uma economia de peso de 2,5 kg em comparação ao motor da Thruxton.

Com potência de 97 cv (a 6.750 rpm), a nova clássica da Triumph Speed Twin também oferece pico de torque de 11,4 kgf.m (a 4.950 rpm). Em função da confiabilidade construtiva do modelo, a marca oferece o primeiro intervalo de serviço estendido para 16.000 km.

Nesta clássica moderna, a ciclística recebeu atenção especial. Desenvolvido a partir da Thruxton R, o novo quadro recebeu aplicação de alumínio e suspensão com nova calibragem. No sistema de freios, mais eficiência em função da adoção de pinças de quatro pistões Brembo com discos duplos na frente e, na roda traseira, pinça flutuante de dois pistões e um disco único. Em comparação a Thruxton, a nova Speed Twin teve redução de peso de 10 kg.

TECNOLOGIAS EMBARCADAS
TRÊS MODOS DE PILOTAGEM – Vinculados ao sistema de aceleração ride-by-wire, os três modos de pilotagem selecionáveis, “Sport”, “Road” e “Rain”, cada um com mapas de aceleração e definições do controle de tração específicas, proporcionando controle e segurança aprimorados ao motociclista e, no modo “Sport”, resposta mais imediata do acelerador.

FREIOS ABS – O padrão de segurança contemporâneo, com impacto visual mínimo. O sistema de freios ABS é sensível e eficiente, mas discreto.
CONTROLE DE TRAÇÃO COMUTÁVEL – Ao administrar a entrega de alto torque da Speed Twin quando a tração está comprometida, o sistema selecionável oferece maior controle ao piloto.
FAROL LED DRL – Incorporada ao farol, a luz de circulação diurna LED proporciona excelente visibilidade e um perfil de luz distinto.
INDICADORES E LUZES TRASEIRAS LED – Integrados à sua traseira minimalista de inspiração clássica, os indicadores e a luz traseira LED oferecem um padrão de iluminação traseira único e uma excelente eficiência energética.

SISTEMA DE ACELERAÇÃO RIDE-BY-WIRE – Melhora da resposta, segurança e sensibilidade do acelerador.
TOMADA DE CARREGAMENTO USB – Para máxima conveniência, a tomada de carregamento USB pode carregar os dispositivos eletrônicos essenciais do piloto.
IMOBILIZADOR DE MOTOR – O transponder integrado na chave adiciona maior segurança.
OPÇÕES DE CORES – Silver Ice/Storm Grey, com linhas de grafite pintadas à mão e listra branca; Korosi Red/Storm Grey, com linhas de grafite pintadas à mão e listra branca; e Jet Black.

NOVA SCRAMBLER 900
A Speed Twin se junta a outras seis opções de clássicas modernas disponíveis ao mercado brasileiro: Bonneville T100 Black, Street Twin, Bonneville T120 Black, Bobber, Thruxton R e a nova Street Scrambler 900 (foto acima). Com preço sugerido de R$ 43.850, a moto de uso misto da Triumph ganhou importantes atualizações, tendo potência como prioridade. O motor de 900 cc foi atualizado e ganhou 10 cv de potência, totalizando 65 cv, o que representa um aumento de desempenho de 18% em relação ao seu antecessor. Agora o propulsor oferece 8,15 kgf.m de torque, já disponíveis a 3.200 rpm. A nova versão da Scrambler também teve atualizações estéticas e ciclísticas.

Segue a gente nas mídias
Facebook
Facebook
YouTube
Instagram
Enviar via Email

PETRONAS APRESENTA LUBRIFICANTE SYNTIUM PARA CARROS HÍBRIDOS

“Menos emissão de CO2, maior eficiência, menor atrito e usando tecnologias mais sustentáveis. Como as OEMs em todo o mundo vêm se transformando para tornar os meios de transporte menos poluentes, nós, da Petronas, estamos comprometidos em ajudar nossos clientes a atenderem as demandas de diminuição da poluição por intermédio dos benefícios aperfeiçoados da linha Petronas Syntium, com tecnologia CoolTech”, disse Luiz Sabatino, Diretor Geral da Petronas para o Cone Leste (Américas). A linha inclui o primeiro lubrificante indicado para carros híbridos, marcando a entrada da marca nesse mercado, que será bastante promissor para os próximos anos. A companhia deve atuar no varejo, mas também de olho nas novas oportunidades junto às montadoras, principalmente japonesas e europeias.

A linha Petronas Syntium com tecnologia CoolTech é desenvolvida com cadeias de moléculas extremamente fortes que protegem o motor dos danos causados pela alternância de baixas e altas temperaturas, otimizando a eficiência no consumo de combustível e permitindo que os propulsores fiquem mais frios, mesmo sob pressão. “Estamos satisfeitos por levar aos nossos consumidores os fluidos e lubrificantes criados com nossa tecnologia campeã, um dos diferenciais que nos separa de outros players da indústria”, afirma Sabatino.

Depois de um 2018 bem-sucedido, em que a Petronas se comprometeu a dedicar 75% de seus investimentos em pesquisa e tecnologia em projetos para reduzir as emissões de CO2 e proteção ao meio ambiente, agora a empresa está buscando mais oportunidades para aplicar essa tecnologia com seus parceiros ao redor do mundo (está presente em 90 países e representada por dez fábricas). A nova linha de lubrificantes Petronas Syntium 7000 estará disponível globalmente a partir do segundo trimestre de 2019. Aqui, o preço deve girar entre R$ 70 e R$ 75, o litro no varejo.

Segue a gente nas mídias
Facebook
Facebook
YouTube
Instagram
Enviar via Email

HARLEY FABRICARÁ MOTO DE 338CC EM PARCERIA COM QIANJIANG

Com a missão de atrair novos clientes para a marca, a Harley-Davidson anunciou hoje (19/06), uma parceria com a chinesa Qianjiang Motorcycle Company Limited. As empresas querem lançar uma motocicleta menor, mais acessível e, consecutivamente, ampliar a participação da Harley na China e outros países da Ásia, já para o final de 2020. Segundo a agência Reuters, a empresa espera gastar entre US$ 675 milhões a US$ 825 milhões nos próximos quatro anos, cortando custos e gerando receita de US$ 5,9 bilhões a US$ 6,4 bilhões em 2022. Tudo parte do plano de expansão chamado “Mais caminhos para a Harley-Davidson”.

Segundo o comunicado oficial, “esta colaboração une a liderança global da Harley-Davidson com a capacidade de co-desenvolvimento de uma pequena moto premium de 338 cm³ de capacidade -, um dos menores já fabricado pela marca em seus 116 anos de história – para venda, inicialmente, no mercado chinês, sendo seguido por demais mercados asiáticos. A Qianjiang foi o parceiro selecionado pela HD, baseado na sua experiência de desenvolver motocicletas premium de baixa cilindrada, por contar com uma base de fornecedores já estabelecida, possuir capacidade em mercados emergentes e ter a habilidade de atender aos requerimentos dos consumidores”.

Para Matt Levatich, Presidente e Chief Executive Officer da Harley-Davidson, “a companhia sempre teve como princípio trazer inspiração aos pilotos ao redor do mundo. Nosso plano é oferecer nosso estilo de vida e o espírito de liberdade para mais pessoas. Nós estamos animados com esta oportunidade de desenvolver ainda mais a cultura das duas rodas na China, um dos maiores mercados consumidores de motocicleta do mundo”, afirma Levatich, dizendo que a Ásia é a chave para a Harley atingir o seu objetivo, que é crescer 50% até o ano de 2027. Falando em números, as vendas da Harley na China cresceram 27% em 2018 em comparação a 2017, e a companhia já aumentou os investimentos em sua fábrica na Tailândia para atender a esse mercado e evitar tarifas de importação adicionais. Além de um forte interesse pelo mercado indiano.

“Nós estamos satisfeitos de colaborar com a Harley-Davidson”, disse Donhshao GUO, Gerente Geral da Qianjiang. “Temos capacidade de produção e experiência comprovadas na China. Nós estamos comprometidos em melhorar a experiência do motociclista asiático”, disse o executivo chinês.

Segundo a Harley, o novo modelo terá um visual característico e distinto, além de um som que trará boas sensações e que irão se conectar com os novos motociclistas. A nova “little Harley” será produzida na fábrica da Qianjiang, em Winling (Província de Zhejiang), e irá adotar os rigorosos padrões de qualidade da marca norte-americana.

Comentários do autor
A pergunta mais importante que fica, na verdade, é em relação ao mercado brasileiro, que também é considerado um mercado emergente, no qual a líder Honda detém 80% de share de mercado. A primeira análise levaria a crer que não veremos mudança na estratégia da HD para o Brasil, principalmente por suas motos serem vistas e vendidas como produto premium e diferenciado – razão pela qual a Street 500/750 nunca apareceu para ser vendida por aqui, a não ser em uma rápida aparição em uma edição do Harley Days, apenas para pesquisa de mercado.
Por outro lado, analisando os números da Honda e seguindo os passos de outras marcas premium, como a BMW (que lançou a sua 310cc), além da KTM com as suas Duke (200 e 390cc), acredito que a HD possa olhar com carinho a possibilidade de expansão também na América do Sul. Em breve veremos cenas dos próximos capítulos, já que o “Annual Summer Dealer Meeting” acontece nos dias 20 e 21 de agosto, em Milwaukee, estado do Wisconsin. Ou seja, na própria casa da Harley-Davidson.

Texto Dan Morel, do Blog Doctor Dan, especial para MinutoMotor / Fotos Divulgação

Segue a gente nas mídias
Facebook
Facebook
YouTube
Instagram
Enviar via Email

HONDA BIZ É USADA NO MAPEAMENTO DO ASFALTO EM SÃO PAULO

A Honda Biz foi idealizada para ser uma moto prática, fácil de pilotar, muito robusta e econômica. Ou seja, um veículo “pau para toda obra”. Plagiando Cicero Lima, ex-editor da revista Duas Rodas, há uma Biz para cada tipo de profissão, exemplos não faltam: A “Bizcoito” para o padeiro, a “bizteca” para o açougueiro, a “bizpado” para o padre, a “bizmuto” para o químico e a “bizturi” para o médico motociclista chegar mais rápido ao plantão. Mas como seria o nome de uma Biz que fez um trabalho voluntário de prospecção e visitas presenciais em 835 endereços para mapear os buracos da Zona Sul da cidade de São Paulo. Que tal “bizarro”? Isso em função das condições de asfalto encontradas. Segundo dados da própria Secretaria das Subprefeituras, havia, em abril, 38 mil buracos catalogados na capital paulista.

Pilotada por Luiz Artur Cané, do Movimento Brasileiro de Motociclistas (MBM) e do Aplicativo Aisa9, a CUB da Honda rodou, no total, 3.917 quilômetros, 1.700 só na Zona Sul de São Paulo. De bairros chiques até os guetos da periferia, além de duas viagens bate e volta até Divinópolis (MG). De ruas em perfeitas condições até chão batido, passando por crateras, ondulações e obras inacabadas, a pequena Biz 125 deu conta do recado. “O pior consumo, com o “cabo enrolado”, foi de 33 km/l e o melhor, 53 km/l. O consumo médio ficou em 45 km/l”, contabiliza Cané que roda o Brasil inteiro sobre qualquer tipo de moto, das pequenas CUBs e Streets, até bigtrails. No final do trabalho não foi detectado nenhum problema de suspensão e freios da pequena moto, porém em São Paulo há muitos problemas vias.

A economia da Honda Biz 125 vem com motor de um cilindro, de 125 cm3 de capacidade e que gera 9,2 cv de potência máxima. O modelo está equipado câmbio rotativo de quatro velocidades e freios combinados. A CUB pesa (a seco) apenas 100 quilos.

O mais importante é que este mapeamento voluntário feito por Artur Cané poderá ajudar as subprefeituras agilizarem os trabalhos de recuperação de vias na cidade, já que todo a levantamento foi fotografado, catalogado e entregue aos órgãos competentes. Bom para os motoristas, melhor ainda para os motociclistas, já que buraco é sinônimo de acidente. Isso sem falar nos danos físicos e materiais no caso de uma queda potencializada por um problema na via.

“A Biz foi uma parceira perfeita, já que oferece muita agilidade e economia, de tempo e de dinheiro”, conta Cané, dizendo que agora é aguardar o poder público fazer sua parte. “Se as subprefeituras tiveram a mesma rapidez que a motinho, o trabalho será feito rapidinho!”, comemora o motociclista.

Segue a gente nas mídias
Facebook
Facebook
YouTube
Instagram
Enviar via Email

PARA COMEMORAR SUA HISTÓRIA, CITROËN LANÇA SÉRIE ESPECIAL 100 ANOS

No mês em que comemora seu centenário, a Citröen apresenta no Brasil a série especial “100 Anos”. A edição exclusiva chega para celebrar a história de criatividade e inovação da marca francesa e será disponibilizada em quatro modelos da gama atual: C3 100 Anos, Aircross 100 Anos, C4 Lounge 100 Anos e SUV C4 Cactus 100 Anos. Ao todo serão comercializadas 550 unidades dos modelos exclusivos.

Aliás, todos os modelos da Série Especial 100 Anos têm um trabalho diferenciado em termo acabamento – cores e materiais -, que remete ao passado e valoriza uma personalização esmerada e exclusiva, tanto no exterior quanto no interior dos veículos. Imediatamente identificáveis, os modelos 100 Anos se distinguem esteticamente graças a um acabamento específico e design que faz referência a um século de inovação e pioneirismo da marca.

Todos os Citröen vêm com adesivos alusivos aos 100 anos, revestimento interno exclusivo com costuras douradas e pintura bicolor nos casos de C4 Cactus e Aircross.

“Se formos pensar em quantas marcas conseguem alcançar os 100 anos de existência, não conseguimos encontrar muitas. Se procurarmos as que se guiaram pela inovação e reinventaram todo o seu setor, as opções são ainda mais limitadas. E assim foi a história da Citroën, da qual nos orgulhamos muito. Mesmo assim, somos uma Marca inquieta e já estamos pensando nos próximos 100 anos”, afirma Ana Theresa Borsari, Country Manager da Citroën no Brasil.

Modelos e preços

Serão vendidas apenas 550 unidades desta série especial: 300 do C4 Cactus, 100 do Aircross , 100 do C3 e apenas 50 do C4 Lounge. Confira os preços da linha Origins:
C3 Origins: R$ 71.790
Aircross Origins: R$ 74.490
C4 Cactus Origins: R$ 104.490
C4 Lounge Origins: R$ 107.490

Detalhe: todos os modelos da Série de 100 anos têm plano de financiamento com parcelamento em 30 meses. As prestações variam entre R$ 699 (C3) e R$ 999 (C4 Lounge). Quem comprar uma das unidades ganhará ainda lenços comemorativos, que também podem ser adquiridos nas concessionárias da Citroën. Mais informações sobre a história da marca e as novas versões, acesse: https://www.citroen.com.br/citroen/historia-da-citroen/serie-especial.html

Segue a gente nas mídias
Facebook
Facebook
YouTube
Instagram
Enviar via Email