ROX MOTO, UMA NOVA EXPERIÊNCIA PREMIUM EM DUAS RODAS

Compartilhar está na moda. Mas não adianta apenas compartilhar equipamentos, imóveis ou veículos. É preciso também agregar experiências e que esta nova percepção de mundo – menos posses e mais tempo para curtir o que realmente importa – seja usada para conhecer novos lugares, pilotar motos diferentes e dividir este conhecimento com os amigos. Com uma visão e inovadora nasce a ROX Moto, que opera em parceria com a Triumph Experience (TRX).

A nova empresa do grupo Triple Power – proprietária de seis concessionárias em São Paulo – três no interir, duas na capital e uma no litoral – das marcas Triumph, BMW e Ducati – estará focada em oferecer experiências, produtos e serviços diferenciados para motociclistas de perfil mais aventureiro. A princípio, a ROX oferecerá locação de motos – avulsas ou para períodos mais longos –, além de viagens nacionais e internacionais.

A empresa conta também com showroom para venda de seminovas, oficina multimarca e loja completa de acessórios. Tudo distribuído em uma área de 500 metros quadrados no distrito de Sousas, em Campinas (SP). Em breve, a ROX contará com uma unidade da lanchonete Lucky Wings, que terá a cara de um posto de gasolina dos anos 1950.

Plano de negócio diferenciado

Um dos principais diferenciais é a locação de motos bigtrail para períodos de um ou dois anos, pagando uma mensalidade a partir de R$ 840,00 para usar a moto, a priori, por um final de semana por mês. Com pacotes modulares, ou seja, bastante flexíveis, é possível compartilhar a moto com um grupo de amigos, por exemplo.

Mas quais as vantagens de alugar uma moto em um pacote anual? Segundo a ROX, o consumidor terá desconto de até 35% em relação à locação avulsa; cada fim de semana você pode experimentar uma moto diferente; top case grátis nas locações; seguro total contra roubos, furtos e colisões e terceiro. Para Lucas Ozi, um dos sócios da empresa, “o motociclista não terá a mínima preocupação com revisão, documentos. E ganha ainda um curso de pilotagem com o pessoal da TRX”. Outra novidade oferecida pela empresa é a opção de fechar um contrato de dois anos e usar um scooter 0km (Honda Elite 125) todos os dias.

Viagens internacionais

A ROX Moto já tem programado na agenda 14 viagens internacionais para 2019. Os roteiros serão pela Europa, América do Norte, América do Sul e África do Sul. Em função da parceria operacional com a TRX – que tem cinco anos de experiência, mais de 55 viagens realizadas e 11 mil clientes atendidos, a nova empresa já traz todo o know-how para essas operações no exterior, com guias certificados em pilotagem, primeiros socorros e mecânica; hotéis de categoria superior e carro de apoio.

“A ROX representa uma solução completa para atender às diversas necessidades dos motociclistas, unindo experiências e serviços inovadores, aqui e fora do Brasil”, afirma Ozi, dizendo que depois de toda esta degustação desperte no aventureiro o desejo de comprar uma moto.

SERVIÇO

www.roxmoto.com.br

(19) 99365-8180

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MAIS RADICAL, A YAMAHA MT-09 2020 CHEGA POR R$ 43.690

MAIS RADICAL, A YAMAHA MT-09 2020 CHEGA POR R$ 43.690

A segunda geração do Yamaha MT-09 chega agora em março com várias novidades: estéticas, ciclísticas e tecnológicas, com destaque para a adoção do controle de tração e câmbio quick shift, além de suspensão dianteira com ajustes e reposicionamento do painel, que é 100% digital. A MT-09 2020 está disponível em três opções de cores – preto fosco, azul e cinza. O preço público sugerido (sem frete) é de R$ 43.690, com garantia é de um ano sem limite de quilometragem. 


Em termos de design, a naked da marca nipônica, que está chegando com certo atraso ao mercado nacional, traz um novo conjunto óptico formado por dois faróis duplos em LED, tomadas de ar maiores, que estão posicionadas junto ao tanque de combustível e as carenagens de proteção do radiador, na qual agora são fixados os piscas dianteiros, deixaram seu visual ainda mais arrojado e musculoso à naked. Já na traseira, lanterna com efeito 3D em LED e paralama junto à roda que. A peça está fixada diretamente na balança, que também tem a função de suporte da placa. Realmente, a MT-09 está mais radical.

Tecnologia embarcada

A versão 2020 vem equipada com controle de tração, sistema “quick shift” – que permite trocas de marchas ainda mais rápidas – e embreagem deslizante do tipo “slip clutch”, que possibilita reduções de marcha mais bruscas sem risco do travamento da roda traseira. O novo sistema, segundo a Yamaha, reduz em 20% o esforço do piloto no acionamento do manete de embreagem.

A moto conta com o sistema Yamaha D-MODE (Drive Mode), que possibilita a escolha de três diferentes formas de respostas ao acelerador, a STD, A e a B, que podem ser escolhidos de acordo com as condições de pilotagem e estilo de cada um:
•STD: Opção que cobre várias situações de pilotagem, entregando torque firme e contínuo tanto em baixa como em alta velocidade;
•A: Mais agressivo do que o modo STD, com respostas mais rápidas;
•B: Brando, se comparado ao STD, este modo proporciona uma pilotagem mais moderada.

Já o controle eletrônico de tração tem a função de dosar a entrega de torque do motor para a roda traseira, evitando que ela destracione em situações de aceleração brusca ou quando houver baixa aderência no piso.

Na MT-09 esse recurso tem duas opções de ajustes: o modo 1 evita que a roda patine em qualquer situação, enquanto o modo 2 realiza um controle moderado, intervindo menos na pilotagem. Além disso, o sistema permite ser desligado para tornar a pilotagem ainda mais emocionante, ideal para quem utiliza a MT-09 de forma mais esportiva, como em um track day, por exemplo.

Apesar de toda a evolução, o motor continua o mesmo: motor de três cilindros em linha de 847 cm³ de capacidade e tecnologia Crossplane, que gera 115 cv de potência máxima a 10.000 rpm e absurdos 8,9 kgf.m de torque máximo a 8.500 giros. A relação peso e potência é de 1,67 quilo por cv.

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TEST-DRIVE: SW4 SRV – BOM PARA FAMÍLIA, PÉSSIMO PARA O BOLSO

Com visual moderno, boa lista de equipamentos e motorização robusta, porém beberrona -, a Toyota SW4 2019 se posiciona como um dos utilitários esportivos mais vendidos no mercado nacional. O modelo está disponível em quatro versões de acabamento: SR, SRV, SRX e SRX Diamond. As duas primeiras são equipadas com um motor 2.7 litros flex, enquanto as outras duas com o propulsor 2.8 litros turbo diesel. Os preços partem de R$ 169.190, podendo alcançar salgados R$ 267.690 em sua configuração mais completa. Confira a avaliação feita pelo MinutoMotor.

A SW4 tem 4,79 m de comprimento, daí você pode imaginar que o entre-eixo tem 2,74m isso proporciona muito espaço para os passageiros da segunda fileira. Infelizmente não acontece na terceira fileira, além de ter pouco espaço, como o banco da segunda fileira não corre sobre trilhos, dificulta bem o acesso para as fileiras de trás. O espaço para as pernas dos passageiros é bem estreito para adultos, cabendo confortavelmente somente duas crianças. Apesar da robustez, o utilitário esportivo da Toyota chama a atenção pelas linhas exclusivas, com destaque para a dianteira agressiva, que ganhou a adoção do faróis que tem desenho fluído e projetor de LED para facho alto e baixo na versão topo de linha.

Na traseira, as lanternas também são usam LED. Para facilitar o acesso dos usuários à cabine, o conta com estribo. Já os retrovisores são rebatidos eletricamente. O modelo tem 1,85 de largura e 1,83 de altura.

Internamente o SUV da Toyota tem defletor de ar no teto para os passageiros dos bancos traseiros. Além disso, os ocupantes têm o controle independente das saídas de ar e temperatura. No habitáculo, há uma mescla de tonalidades e materiais no acabamento. Tem couro em tons – marrom e preto-, detalhes imitando madeira e em preto brilhante, maçanetas cromadas e apliques em cor prata.

A central multimídia da Toyota não é muito intuitiva, embora tenha DVD e TV Digital, que funciona somente com o carro parado; além de câmera de ré e navegador.

Em termos de conforto, o SW4 vem bem recheado: acendimento automático dos faróis, ar-condicionado dual zona, banco traseiro bipartido, rebatível, reclinável e com descansa-braços, chave tipo canivete, volante multifuncional com ajuste de altura e profundidade, compartimento refrigerado no painel, controle de cruzeiro, faróis com follow me home, modos de condução Eco e Power, vidros, travas e retrovisores elétricos.

Falando de segurança, o SUV da Toyota tem airbag duplo frontal para motorista, laterais para os passageiro e de cortina e airbag para os joelhos.

Para total controle do carro nas estradas e ruas, o SW4 tem controles de estabilidade e tração, assistente de subida, assistente de reboque, luz auxiliar de freio em LED, luz de condução diurna, luz de frenagem emergencial, freios ABS com EBD e BAS, sensor de estacionamento traseiro e Isofix. Já o porta-malas tem um bom espaço – 500 litros- , mesmo com a terceira fileira de bancos levantadas, ainda sobra espaço para colocar pequenas malas e mochilas.

O Toyota SW4 SRV uso o propulsor Dual VVT-i Flex 2.7 com 163 cv de potência a 5.000 rpm, quando abastecidos com etanol, e 159 cv, também a 5.000 rpm, com gasolina. Com 1.880 kg, a Toyota SW4 SRV 2.7 Flex, mesmo com transmissão automática de seis velocidades, não pode ir muito longe, pois peca no quesito economia.

No sistema de transmissão há uma opção de mudanças manuais na alavanca e atrás do volante (shift padle), mas o motor fraco exige muito giro alto e paciência. Nesta avaliação conseguimos apenas 4,9 km/litro no etanol e 7,1 km/litro na gasolina, em circuito urbano. Na estrada, ela faz 5,9 km/litro no etanol e 8 km/litro na gasolina.

Em curvas bem fechadas e a traseira começa a sair facilmente. A estabilidade é condizente com a proposta. Ou seja, não dá para brincar em serviço. Os pneus cantam imediatamente e na pior das hipóteses com segurança, os controles de tração e estabilidade entram em ação.

Toyota SW4

Ficha técnica

Motor: quatro cilindros, dianteiro, longitudinal 2.646 cm³ de cilindrada, 16V, flex

Potência: 158/163 cv a 5.000 rpm (G/E)

Torque: 25,0 kgfm a 4.000 rpm

Câmbio: automático com modo manual de seis marchas

Direção: Hidráulica

Suspensão: Independente McPherson na dianteira com barra estabilizadora e 4-link e molas helicoidal na traseira

Freios: Discos ventilados na dianteira e na traseira com ABS e EBD (distribuição de força e frenagem)

Rodas e Pneus: liga-leve aro 17” com pneus 265/65 R 17

Comprimento: 4,79 m

Largura: 1,85 m

Altura: 1,83 m

Entre-eixos: 2,74 m

Capacidade do tanque: 80 litros

Peso: 1.880 kg (Em ordem de marcha)

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TESTE-DRIVE: HONDA HR-V LX CONTINUA NA EVOLUÇÃO

TESTE-DRIVE: HONDA HR-V LX CONTINUA NA EVOLUÇÃO

Sucesso de vendas da Honda desde 2015, quando foi lançado, o HR-V 2019 chega ao mercado reestilizado, com destaque para a grade dianteira cromada e novos faróis projetores com luzes diurnas em LED para todas as versões. Já na traseira, o utilitário esportivo conta com lanternas em LED com detalhes escurecidos e novas rodas aro 17 polegadas, calçados com pneus 215/55. MinutoMotor avaliou a versão de entrada, a LX, que tem preço sugerido de R$ 92.500,00.

Por fora, as mudanças foram mais pontuais e garantem ao HR-V a atualização necessária para acompanhar os demais mercados da Honda. Mas o que realmente mudou foi a suspensão do SUV, retrabalhada para absorver melhor as imperfeições e atender a uma das principais reclamações dos consumidores, o barulho incomodo de uma batida seca na traseira que acontecia no modelo anterior.

Outras mudanças que serão sentidas no dia a dia é a nova programação do câmbio CVT (nas versões EX e EXL simulam sete marchas), que melhorou as respostas em aceleração e diminuí a necessidade do aumento da rotação em determinadas situações, e isolamento acústico aprimorado, que varia de acordo com a versão.

O motor continua o 1.8 litro com 140 cv e 17,3 kgmf quando abastecido com gasolina. Numa viagem de ida e volta com quatro pessoas de São Paulo até Amparo, com trechos de serra, o HR-V teve como média 12 km/l de acordo com o computador de bordo. Os quatro ocupantes puderam viajar confortavelmente e o que chama a atenção é a conhecida versatilidade do interior modular dos bancos traseiros, chamado pela marca de “Magic Seat”. Já os bancos dianteiros são novos, com melhor apoio ao corpo, e o console central tem acabamento em black piano, que garante um ar de sofisticação.

Dentre os itens de série, estão ar-condicionado, direção elétrica, controles de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa (HSA) e luzes de frenagem de emergência (ESS), freio de estacionamento com assistente de partida em rampas, controle de cruzeiro e faróis de neblina, vidros elétricos com toque para subida/descida e destravamento do porta-malas pela chave. O que deixa a desejar numa versão desse valor são: a falta de multimídia de 5 polegadas sensível ao toque com Android Auto ou Apple CarPlay, câmera de ré e sensores de estacionamento e também bancos em couro.

+ GOSTAMOS: Design, conforto, acabamento interno, nova suspensão e programação do câmbio

– NÃO GOSTAMOS: Falta de: câmera de ré, sensor de estacionamento, espelhamento do celular e banco em couro

 

 

Ficha técnica
Motor: quatro cilindros, dianteiro, transversal, 1.799 cm³ de cilindrada, 16V, flex

Potência: 140/139 cv a 6.500/6.300 rpm (G/E)

Torque: 17,3/17,4 kgfm a 4.800/5.000 rpm (G/E)

Câmbio: automático CVT

Direção: Elétrica

Suspensão: Independente McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira

Freios: Discos ventilados na dianteira e sólidos na traseira, ABS

Rodas e Pneus: liga-leve aro 17” com pneus 215/55

Comprimento: 4,32 m

Largura: 1,77 m

Altura: 1,58 m

Entre-eixos: 2,61 m

Capacidade do tanque: 51 litros

Peso: 1.271 kg

Central multimídia: 5 polegadas

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TEST-RIDE: HIMALAYAN, UMA INDIANA ESPARTANA E OUSADA!!!

Ousadia é a palavra-chave que vai nortear os caminhos da Royal Enfield no Brasil a partir de 2019. A marca indiana quer abrir este ano dez novas concessionárias e, de quebra, apresentou a Himalayan, uma espartana trail que tem preço sugerido de R$ 18.990. O termo ‘espartana’ não é pejorativo, se deve há dois motivos: a simplicidade no design e acabamentos e também pela sua capacidade de enfrentar desafios, principalmente no fora-de-estrada. Forjada e testada na mais alta cadeia montanhosa do mundo, o Himalaia, o modelo indiano de estilo retrô está equipado com motor de 410 cm3 de capacidade cúbica, que foi projetado do zero.

A Royal Enfield vê sua trail como um modelo de nicho, com um perfil de público bastante diferenciado, formado por fanáticos pelo estilo mais clássico. “A Himalayan ocupará seu próprio espaço dentro do cenário motociclístico brasileiro. Versátil e robusta, a nossa moto vai ser uma boa opção para que se aventurar pelo Brasil, seja pela terra, seja pelo asfalto”, explica Claudio Giusti, diretor Geral da Royal Enfield do Brasil.

O design “ame ou odeia” desta nova indiana tem suas vantagens, principalmente por não chamar a atenção dos amigos alheio. De cara, a Himalayan lembra a BMW R80 GS, que foi fabricada na década de 1980. Porém, o tanque de combustível está protegido por uma estrutura tubular, minimizando o risco de avarias em caso de uma queda.

A moto conta com dois paralamas na dianteira, um rente ao pneu e outro mais alto, como em suas principais concorrentes. Além disso traz, de série, protetor de cárter, bagageiros e preparação para receber malas laterais e outros itens como, por exemplo, galões sobressalentes. Como curiosidade, há no painel uma bússola digital para dar o “Norte” aos motoviajantes.

MOTOR

A Himalayan está equipada com um motor de um cilindro, 410 cm3 de capacidade, batizado de LS 410. Totalmente novo, o propulsor oferece boa distribuição de torque e potência, principalmente em baixos e médio regimes de rotação. São 3,2 Kgf.m de torque já disponíveis a 4.250 rpm. Já os 24,5 cv de potência estão em seu pico a 6.500 giros.

Ou seja, a moto é esperta na trilha e no trânsito, quando é preciso usar a força, que também é bem-vinda para encarar uma ladeira, apesar de seus 185 quilos à seco.

Neste teste, a equipe do MinutoMotor rodou quase 300 quilômetros pelo interior de São Paulo, entre asfalto, estradas vicinais e trilhas. O desempenho foi surpreendente. Com relação ao motor, o LS 410 vibra bem menos se comparados aos propulsores da linha clássica da Royal e traz câmbio de cinco velocidades. Além disso, o consumo girou entre 25 e 30 km/litro, o que confere a Himalayan uma autonomia de cerca de 450 quilômetros (tanque de 15 litros).

É possível rodar entre São Paulo e Minas com apenas um tanque de combustível. Aqui depende do peso da mão do piloto. Outro diferencial é que está trail retrô pode rodar até 10 mil quilômetros entre trocas de óleo.

CICLÍSTICA

Ancorada por um robusto chassi em berço duplo, a Himalayan é uma motocicleta equilibrada, isso em função do conjunto de suspensão e freios, que conta com ABS de série. Na dianteira o tradicional garfo telescópico de 41mm e 200 mm de curso e freio a disco único de 300 mm de diâmetro.

Já na traseira suspensão monoamortecida, com 220 mm de curso, e disco simples de 220 mm de diâmetro. Apesar de soluções espartanas, o conjunto deu conta do recado. Em nenhum momento, mesmo em voos pelas valas nas trilhas, a moto deu final de curso. Com distância do solo de 220 mm, o modelo supera obstáculos com facilidade.

Já os freios são honestos e cumprem seu papel. Isso graças ao sistema ABS de dois canais. Para ajudar nesta missão, a Himalayan vem calçada com pneus on/off-road (Pirelli MT 60) – aro 21 polegadas na dianteira e 15 polegadas na traseira –, que oferece boa aderência e bom desempenho em qualquer condição de terreno.

ERGONOMIA E CONFORTO

A Himalayan é uma moto confortável, isso em função da largura do guidão, o assento em dois níveis, com espuma de boa densidade; aliado a posição das pedaleiras. Aliás, as pedaleiras largas são um belo aliado para quem gosta de pilotar de pé (como eu) pelos deslocamentos na terra. É possível remover a borracha e deixar no ferro, que é todo serrilhado para apoiar melhor a bota.

Os pontos de fixação de bagagem para malas rígidas, alforjes e galões de combustível fazem parte do design da motocicleta. Ou seja, o motoaventureiro não precisa fazer nenhum tipo de adaptação, já está tudo lá pensado para a instalação de outros acessórios.

O painel de instrumentos é simples, porém completo. Lá é possível controlar a velocidade, temperatura ambiente, tempo de viagem, intervalos de manutenção e direção (bússola). Seu baixo centro de gravidade garante facilidade em colocar os pés no chão e assegura controle total durante a pilotagem. A trail indiana está disponível em duas opções de cores – Granite e Snow – e será comercializada pelo valor de R$ 18,990,00 – sem frete.

CONCLUSÃO

A Royal Enfield Himalayan é uma moto com personalidade forte. Feita para enfrentar qualquer tipo de desafio. Para muitos ela não é bonita, não é a mais potente de sua categoria, muito menos a mais tecnológica. Acho que está aí o seu charme. É uma moto que vai te legar para onde você quiser ir. É uma moto que você poderá rodar sem a preocupação de ter uma arma apontada para sua cabeça, já que não é um modelo ostentação.

A trail Himalayan é uma moto raiz, feira para quem quer curtir e fazer passeios on/off-road. É uma moto para quem não precisa provar mais nada para ninguém. É uma moto para percorrer distâncias, não fazer o melhor tempo. Como disse Claudio Giusti, diretor Geral da Royal Enfield, “a Himalayan é espartana, versátil e confiável que carrega, na sua essência, o espírito de liberdade do motociclista!!”. Isso sem falar na ousadia de encarar a concorrência de frente.

Como postou meu amigo Flávio Bressan no Instagram (estradasamazonicas), “a Himalayan é uma moto rústica, bruta e sistemática! Como todas as trails deveriam ser. A Himalayan é aquela Ténéré 250 mais forte que todos queríamos ter. Se tivesse o logo da Yamaha no tanque tava todo mundo babando e chamando a moto de herdeira real do nome lendário da Ténéré”.

Fotos Johanes Duarte / Divulgação

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TEST-DRIVE: YARIS SEDAN XLS 1.5 É LACUNA PREENCHIDA

A Toyota é uma grande conhecida do brasileiro. O pós-venda dos seus veículos e valor de revenda jogam sempre a favor dos automóveis da marca. Mas faltava algo no portfólio da fabricante japonesa. Bem, isso já não pode ser mais questionado. A chegada do Yaris, nas versões hatch e sedan, tentam completar e ao mesmo tempo conquistar os clientes do segmento compactos premium. Será que consegue?  avaliou a versão completa do sedan, a XLS 1.5 automática com câmbio CVT, que tem preço sugerido de R$ 83.590.

Logo de cara, o visual agrada, com linhas bem resolvidas. Lembra o irmão mais velho, o Corolla. Com desenho moderno e harmonioso, com faróis alongados integrados a grade dianteira deixam a dianteira do sedan bonita. Já as laterais possuem traços mais suaves e a traseira aposta nas lanternas horizontais, que invadem o porta-malas. E é exatamente neste ponto a primeira falha do Yaris, a falta de cuidado no acabamento do bagageiro.

Já internamente, temos espaço de sobra para quatro ocupantes. Os 2,55 metros de entre-eixos do Yaris Sedan possibilita aos passageiros viajarem com conforto, mas a curvatura da caída do teto podem incomodar os mais altos.

Já o fato do túnel central ser mais baixo, representa um ganho expressivo para as pernas. Outro ponto positivo é ao adentrar no veículo. Mesmo com muito plástico rígido, o desenho no geral é agradável, até mais moderno que o Corolla. O acabamento em preto brilhante tenta dar um ar mais sofisticado, mas para por aí.

A versão topo de linha, avaliada por MinutoMotor, conta ainda com teto solar, sensor de chuva, maçanetas cromadas, faróis com projetor e lâmpadas halógenas, lanternas em LED e sete airbags, adicionando dois laterais, dois de cortina e um de joelhos para o motorista, além dos banco de couro, ar-condicionado digital, nova central multimídia com tela de sete polegadas (um tanto confusa para espelhar e fazer funcionar um smartphone), entre outros mimos.

O motor 1.5 com 110 cavalos de potência e 14,9 kgmf de torque quando abastecido com álcool tem sede. No computador de bordo do Yaris Sedan, a máxima alcançada foi de 5 km/l na média, o que no final assustou, já que seu tanque tem apenas 45 litros. Já o câmbio é o mesmo utilizado no Corolla, o conhecido CVT e a suspensão tem acerto mais voltado para o conforto, o que pode incomodar ao passar por vias mais esburacadas. Já na estrada, é bastante agradável.

 

+ GOSTAMOS: Design, conforto, acabamento interno, preço se comparado aos principais rivais

– NÃO GOSTAMOS: Acabamento porta-malas, autonomia, consumo, usabilidade da central multimídia confusa

Texto e Fotos: Fernando Eduardo, especial para o MinutoMotor

YARIS SEDAN XLS 1.5

Ficha Técnica
Motor: quatro cilindros, dianteiro, transversal 1.496 cm³ de cilindrada, 16V, comando duplo variável, flex

Potência: 105/110 cv a 5.600 rpm (G/E)

Torque: 14,3/14,9 kgfm a 4.750 rpm

Câmbio: automático CVT simulando sete marchas

Direção: Elétrica

Suspensão: Independente McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira com barra estabilizadora

Freios: Discos solidos na dianteira e tambores na traseira, ABS

Rodas e Pneus: Liga-leva aro 15” com pneus 185/60 R 15

Comprimento: 4,42 m

Largura: 1,73 m

Altura: 1,49 m

Entre-eixos: 2,54 m

Capacidade do tanque: 45 litros

Peso: 1.150 kg

Central multimídia: 7 polegadas

 

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HONDA ANUNCIA INVESTIMENTOS DE R$ 500 MILHÕES EM MANAUS

Cada companhia enxerga o momento econômico – interno e global – de formas distintas. Enquanto a Ford fecha sua unidade em São Bernardo do Campo (SP), a Moto Honda da Amazônia anuncia um novo ciclo de investimentos em sua fábrica em Manaus (AM). A empresa prevê aportes na ordem de R$ 500 milhões até 2021. O objetivo é realizar uma completa transformação na cadeia produtiva: melhorias significativas em termos de logística, avanços tecnológicos, maior eficiência e, consequentemente, maior competitividade e aumento na produção. Detalhe: a Honda detém hoje quase 80% do share do mercado de duas rodas no Brasil, cuja produção nacional já superou 24 milhões de unidades, isso desde 1976 com a CG 125. É a Honda em sua incansável “metamorfose ambulante”! Tudo para melhorar processos e diminuir impactos ao meio ambiente.

Issao Mizoguchi, presidente da Honda; Wilson Lima, governador do Estado do Amazonas; e Alfredo de Menezes Júnior, superintendente da Suframa.

“Em 48 anos de Brasil, acompanhamos o amadurecimento deste mercado e, claro, do público consumidor que está cada vez mais exigente em quesitos como design, segurança, tecnologias amigáveis ao meio ambiente e preço. Assim, estamos fortalecendo a nossa eficiência no processo produtivo para continuarmos satisfazendo nossos consumidores e obtendo a competitividade internacional em um segmento cada vez mais concorrido e globalizado”, comenta Issao Mizoguchi, presidente da Honda South America.

A modernização da planta de Manaus – a maior da Honda no mundo em termos de produção verticalizada, já que fabrica 90% de todos os componentes utilizados em seus modelos – consiste na renovação de equipamentos, construção de novos, reposicionamento de linhas produtivas e melhoria dos postos de trabalho estão entre as ações que serão implementadas na fábrica nos próximos três anos com o objetivo de tornar a Moto Honda ainda mais eficiente.

Para se obter um fluxo produtivo mais interligado e com menor movimentação, algumas áreas da empresa serão realocadas. A iniciativa terá início com o agrupamento dos processos para a fabricação de motores, a partir da transferência da fundição, da usinagem, da pintura alumínio e da montagem dos motores para uma nova estrutura predial, inaugurando, assim, a fábrica de motores.

A primeira área a ser transferida será a fundição, cujo novo galpão já está construído e possui 13.852 mil metros quadrados. A partir do segundo semestre deste ano ocorrerá a transferência do processo de usinagem, também para um novo local, com 11.928 metros quadrados, que está em obras no momento.

Já a transferência da pintura alumínio e da nova montagem dos motores, que também ganharão novos prédios, deverá estar concluída até 2020. Da mesma forma, simultaneamente à fábrica de motores, será conduzida a modernização de toda a cadeia produtiva, incluindo a montagem de motos, a produção do chassi, a produção de peças plásticas, os processos de soldagem e pintura dos tanques, além dos departamentos de embalagem e expedição.

Diretoria da Honda – (Júlio Koga à dir) – , além do governador do Amazonas e o superintendente da Suframa

“Estamos engajados em tornar a Honda referência em produtividade. Esta iniciativa irá proporcionar maior flexibilidade e rapidez à nossa operação para superar cada dia mais as expectativas de nossos clientes”, explica Júlio Koga, vice-presidente Industrial da Moto Honda da Amazônia.

  • O jornalista Aldo Tizzani viajou para Manaus (AM) à convite da Honda 
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FIAT CRONOS PRECISION 1.8 AT ELEGÂNCIA ITALIANA

Uma das grandes apostas da FIAT para o segmento de sedãs compactos, o Cronos já mostra que veio para brigar. Com 29 mil unidades vendidas em 2018, o três volumes da fabricante italiana têm argumentos de sobra para fazer parte da sua garagem. Por 15 dias, Minuto Motor pode avaliar a versão topo de linha, a Precision 1.8 Automático, que vale R$ 73.990 sem opcionais como as rodas de 17 polegadas, couro, entre outros. Foram mais de 700 Kms em trechos urbanos e rodoviários.


O Cronos tem um excelente conjunto de cambio e motor, apesar do consumo bem elevado, ele se mostrou muito ágil e trocas de marchas quase imperceptíveis. Seu interior tem bastante plástico com algumas textura que deixam a aparência mais bonita, mas os encaixes não são precisos, isso deixa o interior do carro bem barulhento quando você roda em ruas esburacadas. O banco do motorista é bem simples, em uma viagem mais longa é capaz de você ficar cansado.
Já a central multimídia tem conexão com celular e bem fácil de mexer.


Ao buscarmos o sedã, o que logo chama a atenção é o design harmonioso do modelo. Com a frente mais invocada do que o Argo, graças ao capô exclusivo, grade e para-choque levemente modificados, e a traseira com visual caprichado, com lanternas de LED e bipartidas, o Cronos poderia ser muito bem enquadrado numa categoria superior. As dimensões do sedã confirmam isso: entre-eixos de 2,52 metros, comprimento de 4,36 metros, largura de 1,72 metro e o enorme porta-malas de 525 litros.


Com suspensão do tipo McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira, o Cronos tem um ótimo equilíbrio entre conforto e estabilidade. Somente em trechos urbanos mais irregulares, juntamente com os pneus de perfil baixo e as rodas de 17 polegadas, as irregularidades são transferidas com maior intensidade.


A motorização do Cronos é o já conhecido motor 1.8 E.Torq de 139/135 cv (Gasolina/Etanol) a 5.750 rpm, com torque de 19,3/18,8 kgfm a 3.750 rpm. Com bloco de ferro fundido e comando de válvulas simples, ganhou “sobre-vida” com a adoção do recurso Neutral Function, que auxilia na economia de combustível ao desacoplar o motor da transmissão em paradas rápidas de trânsito. Já o câmbio é automático de seis velocidades, com paddle shifters, o mesmo utilizado na picape Toro e no Fiat Argo. Resta esperar agora a adoção dos novos motores que a Fiat prepara para um futuro próximo.

GOSTAMOS: Design, central multimídia, interior e conforto e estabilidade, paddle shifters atrás do volante

NÃO GOSTAMOS: Motor 1.8 de concepção antiga, bancos dianteiros, apoio de braço central atrapalha a regulagem da inclinação dos bancos

Ficha técnica
Motor: quatro cilindros, dianteiro, transversal 1.747 cm³ de cilindrada, 16V

Potência: 139/135 cv a 5.750 rpm (G/E)

Torque: 19,3/18,8 kgfm a 3.750 rpm

Câmbio: automático de seis marchas

Direção: Elétrica

Suspensão: Independente McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira

Freios: Discos ventilados na dianteira e tambores na traseira, ABS

Rodas e Pneus: alumínio aro 17” com pneus 205/45 R 17

Comprimento: 4,36 m

Largura: 1,72 m

Altura: 1,51 m

Entre-eixos: 2,52 m

Capacidade do tanque: 48 litros

Peso: 1.271 kg

Central multimídia: 7 polegadas Uconnect touch em estilo flutuante

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TRIUMPH COMEMORA 25 MIL MOTOS E TERÁ SEIS LANÇAMENTOS EM 2019

“Hoje é dia de superação. Dia de comemorar um recorde histórico. Produzimos 25 mil motos em Manaus. Somos a subsidiária que mais cresceu no mundo. Para este ano projetamos um crescimento de 10% acompanhando, claro, o reaquecimento do mercado, isso em função do novo cenário econômico e político. Mas também fruto da força de expansão de nossa rede de concessionárias, pós-venda eficiente e no decorrer do ano traremos mais seis modelos ao País”, afirma Waldyr Ferreira, gerente geral da Triumph Brasil, durante solenidade na planta da marca na capital manauara, em 13 de fevereiro. Segundo o executivo, a meta para 2019 é fabricar cinco mil motos e encerrar o ano com 30 mil motos montadas e vendidas aqui. Número ambicioso, mas não impossível de se concretizar!

As novidades que o “big boss” se referiu à ampliação do número de revendas – com destaque para Vitória e Cuiabá e previsão de inauguração para Fortaleza e Salvador –, além do lançamento de vários modelos: Bobber Black, Speed Twin, a Scrambler 1200, nas versões XE e XC; e as atualizações da Street Twin e da Scrambler 900, que começam a desembarcar em nosso mercado a partir de abril. “Hoje, com a linha Tiger, somos líderes na categoria Trail de alta cilindrada. Queremos nos manter nesta posição e, vamos avançar com as clássicas modernas, segmento que temos uma belíssima gama de produtos”, conta Ferreira, dizendo que a moto número 25 mil montada em Manaus só poderia ter sido um Tiger 800 XCa.

Fábrica com alta produtividade

A linha já recebeu, desde sua inauguração, cerca de US$ 13 milhões em investimentos. Com uma estrutura modesta, mas altamente produtiva, a planta conta com 3.000 metros quadrados de área construída. No início desse trabalho a Triumph contava com apenas 19 funcionários. Hoje são 60 colaboradores diretos. A capacidade instalada da “Fábrica 6” é de 7 mil unidades/ano e atualmente monta cerca de 30 unidades/dia. Como a linha é totalmente flexível, os kits que chegam da Inglaterra e, principalmente da Tailândia, e correspondem a 21 modelos (cinco famílias) do line-up.

 

Os kits são recepcionados e as peças são separadas em dois carrinhos, que representam cada um dos lados da moto. Lá são acomodados tanque, painel, comandos e parafusos, muitos parafusos. Para não haver confusão na hora da inserção dos componentes tudo é dividido e identificado em bandejas . Organização do início ao fim do processo. O motor recebe atenção especial, já que é totalmente montado e testado no Brasil. Ao final da linha, todas as motos passam pelo dinamômetro e é feita uma checagem minuciosa na eletrônica e parte elétrica. A parte final do processo, a moto segue para o setor de que prepara a moto para seguir para as concessionárias. Ali, o modelo Triumph voltada para a mesma estrutura que chegou ao País. Tudo embalado, lacrado e com alto nível de sustentabilidade.

Só para se ter uma ideia, em 2012 a subsidiária brasileira havia produzido apenas 228 unidades e hoje há a previsão de montar 5 mil motos. Ou seja, a produção cresceu quase 22 vezes. Além da organização, o baixo turnover – 70% dos colaboradores têm mais de 5 anos de casa –, há um comprometimento de cada um dos funcionários para transformar kits em sonhos sobre duas rodas.

Com o crescimento acima da média do mercado e já pensando na “Indústria 4.0”, a Triumph já está preparada para mudar de endereço e ir para um espaço maior. “Com este novo cenário estamos estudando várias possibilidades. Mudar uma linha de produção requer organização e muito planejamento. A mudança demoraria cerca de três semanas”, afirma Leandro Oliveira, gerente da planta Triumph em Manaus.

No mundo, a marca tem mais de 700 concessionárias e perto de 2.000 funcionários. A produção somada deve ficar pouco abaixo dos 67 mil motos por ano. O faturamento mundial gira em torno de R$ 2,1 bilhões e suas vendas no varejo giram na casa de 64 mil unidades anuais.

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YAMAHA CROSSER 150 2019 GANHA FREIOS ABS DE SÉRIE

Depois da radical reformulação que Yamaha fez na XTZ 250 Lander ABS – com exceção do motor –, a marca dos três diapasões também resolveu dar um up grade tecnológico e estético na sua trail urbana de entrada. A Crosser 2019 é a primeira moto de sua categoria – on/off até 160cc – a estar equipada com freio ABS de série – na roda dianteira. Sua principal concorrente, a Honda NXR 160 Bros ESDD usa freios combinados (CBS). O ABS evita o travamento da roda dianteira em situações de emergência ou piso com baixa aderência. Além disso, o modelo ganhou freio a disco na roda traseira, que garante mais equilíbrio ao conjunto. Mas as mudanças no param por aí!

A Crosser 2019 traz agora um painel mais completo. Conta-giros analógico e visor LCD digital que apresentam múltiplas funções: velocímetro, hodômetro parcial e total, marcador de combustível, fuel trip e relógio. Em ambas as versões – “S” (para-lama é baixo, junto a roda, para uso no asfalto) e “Z”(paralama mais alto, mais aventureira) –, a Crosser é equipada com lampejador de farol alto. Há ainda indicador “Eco”, para uma pilotagem mais focada na economia de combustível e indicador de marchas, útil para o motociclista entrante.

Para se adaptar à altura do piloto, a Crosser traz guidão ajustável, que melhorou a ergonomia do motociclista. A Yamaha manteve o assento em dois níveis. Segundo a marca, a nova versão da Crosser aumentou a sensação de conforto com a adoção da suspensão traseira do tipo monocross com link, capaz de absorver melhor as imperfeições do piso. Para ajudar neste trabalho, a moto usa roda aro 19 polegadas na dianteira e 17 polegadas na traseira, calçadas com pneus de uso misto.

O motor é o bom e velho conhecido: Monocilíndrico arrefecido a ar, com exatos 149cm3 de capacidade, capaz de gerar 12,2 cv de a potência máxima quando abastecido com gasolina, e 12,4 cv com etanol. O modelo conta com fácil manutenção, baixo consumo e boa autonomia (taque de combustível com capacidade para 12 litros). 

A nova Crosser 2019 segue com três anos garantia e também faz parte do programa Revisão Preço Fixo da Yamaha. Estará disponível nas revendas já no início de março. A Crosser “S” tem o preço sugerido de R$ 12.390,00 (+ frete) e será vendida nas cores branco e preto. Já a versão “Z”, duas opções de cores: azul e preto. E valor de R$ 12.590,00 (+ frete).

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