A “DAMA DE PRATA” DO MOTOCICLISMO BRASILEIRO

Há 32 anos pilotando motos e 18 participando do Rally dos Sertões – uma das maiores e mais exigentes provas do off-road mundial –, Moara Sacilotti pode receber o título de a “dama de prata” do motociclismo brasileiro. Não por seu sorriso largo, muito menos pelo brilho de seu capacete. A experiente piloto de 39 anos adotou um hobby como profissão. Há alguns anos ela transforma prata e ouro em joias feitas de forma artesanal.

De mãos delicadas, mas ao mesmo tempo firmes e fortes, a piloto de rali muitas vezes usa ferramentas de moto para dar forma às suas obras. “O motociclismo tem poucos recursos. Por isso, quando tenho alguma dificuldade para desenvolver uma nova peça vou na minha caixa de ferramentas e tento adaptá-las para esta produção”, explica Moara, dizendo que não é um ourives experiente, mas sim uma iniciante na profissão, que exige foco, determinação e muita concentração. É como pilotar uma moto”!

Hoje, Moara cria vários tipos de joias, muitas delas com a temática carro/moto, que podem servir de pingente, pulseira ou até chaveiro. Mas ela também fabrica brincos e anéis. “Hoje uso prata 950 pura, com apenas 5% de cobre. Recentemente fiz um chaveiro, que precisava ser mais resistente, rústico, por isso optei por uma liga de prata com 7,5% de cobre (926). No final, a peça ganhou mais rigidez. Mas existe ainda a opção de joias feitas em ouro”, conta a esportista.

Tudo começou em 2006
A paixão pela ourivesaria começou na época da faculdade de fisioterapia. Incentivada por uma amiga – Raquel –, Moara se apaixonou por esta nova oportunidade profissional, que foi adotada de pronto. Depois de formada Moara deixou músculos e tendões de lado para focar em martelo e maçarico para fundir metal.

Fez cursos e, aos poucos, foi se especializando. O mercado perdeu um fisioterapeuta, mas ganhou um ourives que traz em suas peças a paixão por competições a motor. Depois de um intervalo de alguns anos para ajudar o pai na administração da empresa familiar – segurança patrimonial -, Moara retorna ao atelier em 2016 para acelerar, efetivamente, sua nova profissão.

Com apenas 1,60 e 53 quilos, Moara Sacilotti quer ir cada dia mais longe, agora com suas criações inspiradas no universo das competições – Rally Dacar, Rally dos Sertões etc . Ela também desenvolve outras temáticas e peças sob encomenda. Agora a sempre agitada motociclista quer investir seu tempo livre na criação de peças artesanais e exclusivas, mas que tem a consciência que precisa evoluir, como sempre fez em seus treinamentos dentro e fora das competições de moto.

Quem quiser conferir alguns trabalhos da “dama de prata” Moara Sacilotti basta seguir o perfil Moh Joalheria de Autor, no Instagram. As peças custam entre R$ 80 e R$ 200. A variação de preço se dá pelo tamanho, peso, metal e quantidade. A produção de apenas uma peça pode durar entre 8 horas a 3 dias, dependendo do grau de dificuldade e dos detalhes.

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VENDAS DE CONSÓRCIO CRESCEM 16,9% NO PRIMEIRO QUADRIMESTRE

Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) divulgou pesquisa que mostra que no primeiro quadrimestre do ano, o Sistema de Consórcios contabilizou aumento de 16,9% nas vendas de novas cotas em relação ao mesmo período do ano passado. Saltou de 788 mil (jan-abr/2018) para 921,5 mil (jan-abr/2019), aproximando-se do primeiro milhão.

Os créditos concedidos aos contemplados, possivelmente injetados nos mercados dos diversos setores da cadeia produtiva os quais o consórcio está presente, indicaram aumento de 2,6% de janeiro a abril de 2019, chegando a 13,85 bilhões, reafirmando a relevância da modalidade no desenvolvimento econômico.

No acumulado dos quatro meses, os destaques foram as altas de vendas nos setores de serviços e de veículos pesados com 59,7% e 55,9%, respectivamente. Houve também evoluções positivas nos demais setores – veículos leves, motocicletas, eletroeletrônicos e imóveis.

No caso específico do segmento de duas rodas, O Consórcio Honda é hoje uma administradora referência no setor, com 73% da carteira de clientes ativos no mercado e mais de 33 mil contemplações todos os meses. A empresa já entregou mais de 6 milhões de motos por meio desta modalidade.

Em relação ao volume de vendas, no acumulado de janeiro a abril, houve um crescimento de 7,21%. Foram 250.736 cotas vendidas no primeiro quadrimestre desde ano, ante 233.880 no mesmo período de 2018. Na análise isolada do mês de abril, a comercialização cresceu 5,25% no último mês quando comparado com abril de 2018. Foram 60.414 novas cotas vendidas no último mês, ante 57.399 em abril do ano passado.

O Consórcio Honda comercializou 724.111 cotas no último ano, que representou 28,1% das vendas da Honda em 2018.

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‘ROCK IN RIO’ SOBRE DUAS RODAS INICIA A VENDA DE INGRESSOS

Os aficionados por motociclismo já podem adquirir os ingressos para o Festival Duas Rodas, que acontecerá entre os dias 29 de agosto e 1º de setembro, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP). As entradas estarão à venda a partir de R$ 55,00 e oferecerão uma vasta gama de experiências para o público

Espécie de Rock in Rio sobre Duas Rodas, o evento terá shows e lançamentos de motocicletas, até test-ride e apresentações de pilotos. Atrações como Flat Track, Motocross Freestyle e Wheeling também farão parte deste grande parque temático de motos. Os ingressos podem ser comprados através do site www.festivalduasrodas.com . O evento contará com a presença das principais montadoras do setor, como BMW, Dafra, Ducati, Harley-Davidson, Honda, Kawasaki, KTM, Triumph e Yamaha.

Além de uma programação voltada ao mundo de duas rodas, o público poderá curtir shows exclusivos que vão agitar e animar ainda mais o evento. No sábado, quem comanda o som é a banda Capital Inicial, que apresentará grandes sucessos de sua carreira e novas canções que fazem parte do novo álbum “Sonora”.

Já no domingo, o Call The Police, formado pelo guitarrista Andy Summers, do The Police, o baterista João Barone, dos Paralamas do Sucesso, e o baixista Rodrigo Santos, ex-Barão Vermelho, embala a galera com sucessos e hits como “So Lonely”, “Every Breath You Take”, “Roxanne” e “Message in a Bottle”, encerrando o Festival com chave de ouro.

INFORMAÇÕES SOBRE INGRESSOS:
· Street Pass: acesso para toda a área de exposição + pista de mobilidade urbana + estacionamento gratuito para moto
Dia/avulso – R$ 55,00 inteira / R$ 27,50 meia-entrada
Combo 4 dias Inteira – R$ 176,00 (20% de desconto)
Combo 4 dias Meia – Conforme a Lei federal 12.933/2013, que dispõe sobre a meia-entrada, o benefício não será cumulativo com quaisquer outras promoções.
Combo 3 dias Inteira – R$ 148,50 (10% de desconto)
Combo 3 dias Meia – Conforme a Lei federal 12.933/2013, que dispõe sobre a meia-entrada, o benefício não será cumulativo com quaisquer outras promoções.

· Show Pass: acesso para toda a área de exposição + pista de mobilidade urbana + acesso para show noturno + estacionamento gratuito para moto
Dia/Avulso – R$ 98,00 inteira / R$ 49,00 meia-entrada
Combo 2 dias Inteira – R$ 176,40 (10% de desconto)
Combo 2 dias Meia – Conforme a Lei federal 12.933/2013, que dispõe sobre a meia-entrada, o benefício não será cumulativo com quaisquer outras promoções.

· Ride Pass: direito ao test-ride em todas as pistas + acesso para toda a área de exposição + acesso para show noturno + estacionamento gratuito para moto.
Valor único – R$ 395,00

· Training Pass: curso de pilotagem com Leandro Mello + direito ao test-ride em todas as pistas + acesso para toda a área de exposição + acesso para show noturno + estacionamento gratuito para moto.
Valor único – R$ 980,00

Classifcação: Livre*
*Menor de 16 anos: acompanhado dos pais ou responsável legal
16 anos em diante: permitida a entrada desacompanhado

Até 10 anos – entrada gratuita
De 11 a 17 anos – necessária a apresentação do ingresso (meia-entrada)

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SEGURO DA MOTO CUSTA MENOS DO VOCÊ IMAGINA

Ter uma motocicleta na garagem significa ir e voltar de qualquer lugar, gastando pouco e ainda se divertindo. Quem já desfruta dessa situação não consegue viver sem a sua moto, não é verdade? Porém, existe uma situação bem delicada que não podemos deixar de falar: o risco de roubo.
Infelizmente, somente na cidade de São Paulo, são furtadas mais de 35 motos por dia. Mas esse é um problema que aflige até quem não tem moto. Celulares, relógios, mochilas e cachorros também são roubados.

Uma solução legal, no caso dos veículos – inclusive a moto – é o seguro específico para roubo e furto. Segundo Robson Tricarico – Diretor Comercial da Suhai Seguradora (abaixo), esse tipo de seguro não é tão caro e chega a ser até 80% mais barato que um seguro completo, dependendo do caso.

Quanto custa?
Para saber quanto custa o seguro, fizemos uma cotação de seguro para o estudante Gustavo Bonami (abaixo), morador de Atibaia (SP). Ele tem uma Yamaha Fazer 150 SED, ano 2014, que usa diariamente para ir ao trabalho e também para a faculdade, no período noturno.

A moto do Gustavo vale R$ 6.906,00 pela tabela FIPE (que é usada para calcular os preços de veículos usados). O custo do seguro por um ano de seu moto foi orçado pela Suhai em R$ 642,67 e o valor pode ser pago em até três vezes sem juros, ou 12 parcelas de R$ 69,06. Em caso da moto do Gustavo ser roubada ou furtada ele receberia R$ 6.560,00 que é 95% do valor de tabela.

Seguro completo
Outra possibilidade é fazer um seguro completo. Que dá direito ao conserto da moto em caso de queda, paga despesas médicas e até os custos para arrumar outro veículo – caso o piloto da moto seja o culpado pelo acidente.

Para fazer um seguro desse tipo, pela Porto Seguro, por exemplo, o Gustavo teria que pagar R$ 989,50 a vista ou 11 parcelas de R$ 122,00. Fora isso, essa modalidade de seguro ainda cobra uma franquia em caso de despesas para consertar a moto ou outro veículo.

Como vimos o preço varia bastante, mas seja qual for a opção, ter um seguro é fundamental para rodar mais tranquilo. Pois em caso de furto ou roubo, as autoridades recomendam nunca reagir, mesmo que seja para defender sua tão amada motocicleta.

Texto: Cicero Lima, especial para o MinutoMotor

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TOY STORY 4 GANHA CARRINHOS HOT WHEELS

TOY STORY 4 GANHA CARRINHOS HOT WHEELS

Inspirada nos personagens de Toy Story 4, os novos brinquedos da Mattel prometem fazer sucesso entre crianças, colecionadores e fãs do filme de animação da Disney Pixar. A fabricante de brinquedos apresentou 30 opções, incluindo figuras de ação, minibonecos, Imaginexts, jogos e playsets. Entre os lançamentos estão bonecos do Woody e do Buzz Lightyear – em escala perfeita para recriar suas cenas favoritas do filme -, com diversos pontos de articulação e mais de 15 sons e frases.

Jeremy Lloyd/Audra Bennett

Destaque para os carrinhos Hot Wheels personalizados para os personagens do novo filme Toy Story 4. A coleção tem oito modelos para brincar ou colecionar.

SERVIÇO
www.mattel.com
0800-550-780

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SEIS MITOS E VERDADES PARA QUEM PRECISA VENDER UM CARRO USADO

O mercado de usados está aquecido. A cada veículo novo emplacado, quatro seminovos trocam de mãos. Só nos primeiros quatro meses de 2019 quase três milhões de carros mudaram de donos. Mas vender um automóvel não é uma tarefa tão fácil assim. Afinal, há muitos mitos propagados sobre o setor. Questões como a quantidade de proprietários e o período de venda, por exemplo, ainda exercem peso considerável sobre o valor praticado pelas pessoas. Portanto, antes de colocar seu automóvel à venda, pesquise e planeje bastante para conseguir uma negociação rápida e segura. Para nos ajudar nesta missão contamos com o apoio da InstaCarro, uma startup de compra e vendas de carros. Confira os principais mitos e verdades que rondam o mercado de usados:

Veículos brancos, pretos e pratas têm revenda mais fácil
É uma verdade. Os modelos dessas cores são mais “comercializáveis” por conta da grande procura. Além disso, costumam ser padronizadas, ou seja, não apresentam grandes variações – outro ponto que ajuda quem tem essas preferências. Em contrapartida, o verde e o azul são ótimos exemplos de cores que apresentam variação significativa, o que faz com que muitos compradores tenham resistência a essas colorações.

Carros que tiveram um único dono são mais valorizados
É um mito bastante difundido atualmente. O número de donos não é importante, mas sim o cuidado que ele (ou eles) tiveram com o veículo. A maneira de dirigir, a manutenção e outras iniciativas preventivas podem fazer com que o carro de um único proprietário tenha uma conservação pior do que aquele que já passou em várias mãos. Portanto, na hora de anunciar seu automóvel, divulgue, principalmente, os detalhes sobre como ele foi cuidado, revisões, quilometragem, etc.

A quilometragem é muito importante
Verdade! Analisar e divulgar a quilometragem do veículo é um ponto muito importante para uma venda. Entretanto, um índice menor nem sempre representa as melhores opções – afinal, o carro pode ter ficado parado por muito tempo, não recebendo todas as manutenções necessárias. Então, para não sofrer com desconfiança, anuncie a quilometragem, mas dê informações complementares para ajudar em uma decisão mais criteriosa.

Reparar a lataria é positivo na hora de vender o carro
Esse é um mito que muitos acreditam. O custo de reparos e consertos depende da qualidade do serviço, do gasto envolvido para o proprietário atual e da percepção de valor para o novo proprietário. Em muitos casos, o dono do veículo não tem tanto conhecimento técnico sobre peças e pinturas e pode gastar com algo que não ficará de acordo com o gosto e a experiência do potencial comprador – e que, por sua vez, vai descontar do valor da oferta final. Além disso, dependendo do tipo de reparo visual, pode ser que a inspeção do estado de uma peça mais estrutural seja comprometida, permitindo questionamentos se há ocultação de um problema mais grave no carro e, dessa forma, depreciando o valor de venda.

Blindagens e modificações reduzem o valor na revenda
Sim, é verdade. Muitas pessoas gostam de realizar modificações em seus veículos para deixá-los com um toque personalizado e especial, como capôs, pintura e para-choques. Contudo, essa prática impacta diretamente no preço na hora de tentar vendê-lo. Quanto mais distante um veículo estiver do desenho original, mais difícil será encontrar uma pessoa interessada e, com isso, o valor tende a cair. O mesmo vale para blindagens. O custo para instalação e manutenção não é revertido na revenda e o prejuízo fica com o proprietário.

Vale mais vender o carro por conta própria
Um mito bem comum no setor automotivo. As pessoas têm a sensação de que precisam desembolsar uma quantia considerável para que uma empresa faça a venda por eles. Isso pode até ser verdade em alguns casos, mas hoje existem opções seguras, rápidas e eficientes. Os usuários podem, por exemplo, utilizar plataformas online e vários outros meios oferecidos pelas empresas do setor.

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APTIV ABRE SUAS PORTAS PARA O FUTURO DA ELETRIFICAÇÃO

A Aptiv, empresa de tecnologia global que fornece arquitetura veicular para praticamente para todas marcas de veículos ao redor do mundo, inaugurou sua nova fábrica em Espírito Santo do Pinhal, que fica a 200 Km de São Paulo. Com um investimento total de R$ 30 milhões, a nova instalação visa atender às necessidades dos clientes com modernos sistemas de distribuição eletroeletrônicos, principalmente chicotes elétricos.

Mas a Aptiv já está pensando na ampliação de sua nova casa – em 3.000 metros quadrados, já nos próximos três anos. Além disso, a empresa está investindo mais R$ 5 milhões em sua unidade de Conceição do Ouro (MG), duplicando a operação e contratando mais 300 colaboradores até o final do ano.

Com a produção de 30 mil chicotes elétricos/dia, “a empresa usou sua nova base em Pinhal como portal para negócios mais ambiciosos ligados à eletrificação e a projetos de veículos autônomos, que exigirão sistemas cada vez mais complexos e que possam administrar melhor a corrente elétrica e os problemas eletromagnéticos nos automóveis, reduzindo as atuais interferências”, observa Alejandro Quiroz, presidente da Aptiv para a América Latina.

Alejandro Quiroz e Eric Carneiro, executivos da Aptiv

Já Eric Carneiro, vice-presidente e diretor executivo da Aptiv para a América do Sul, acredita na evolução do mercado automotivo e também nos novos rumos da indústria mundial, que passa pela eletrificação e carros autônomos. “Aqui em Pinhal serão feitos estes novos e modernos chicotes. O veículo autônomo é parte de um macrossistema que oferecerá uma maior segurança ao ser humano e, nós, da Aptiv, temos que estarmos prontos para esta nova revolução tecnológica”, explica Carneiro.

Crescimento do segmento
Bastante motivado, o vice-presidente e diretor executivo da Aptiv aposta que a retomada de crescimento do setor automobilístico acontecerá no segundo semestre. A previsão de crescimento da empresa no mercado mundial em 2019 deve girar na casa dos 3%. Ou seja, em seis, sete anos, a receita global deve pular de US$ 14 bilhões para US$ 20 bilhões.

Já em Pinhal, com adequação da produção, aumento do número de colaboradores e, obviamente, a ampliação de produção para antigos clientes (VW) e chegada de novos projetos (Toyota e FCA), o faturamento desta unidade deve girar entre 10 e 15%.

Segundo o executivo, “em breve teremos carros de última geração fabricados nos Estados Unidos e Europa – em especial franceses e alemães – com peças produzidas aqui em Espírito Santo do Pinhal. Nossa meta é sermos líderes neste tipo de tecnologia embarcada”, conclui, eufórico, Eric Carneiro.

Os números da Aptiv
Espírito Santo do Pinhal
Área Total – 68 mil m² – duas vezes maior do que a antiga unidade
Área construída – 18.600 m²
Área fabril – 14 mil m²
Área para expansão – 3 mil m²
Total de funcionários – 1.300 colaboradores (60% mulheres e 40% homens, já que a produção conta com a maioria dos processos manuais)
Fornecedores – 208
Itens – 3.525 (36% de produtos importados, 64% fornecedor local)
No Brasil
Número de fábricas – 5
Total de colaboradores – 5 mil

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BIZ, POP, PCX, NMAX E ELITE, OS ‘QUERIDINHOS’ DA MOBILIDADE URBANA

Analisando os dados de emplacamentos divulgados pela Fenabrave – entidade que reúne os distribuidores de veículos –, o MinutoMotor listou cinco modelos, entre CUBs e scooters, que são os queridinhos da mobilidade urbana no Brasil. São fáceis de pilotar, econômicos e tem preços sugeridos que variam R$ 5.790 até R$ 12.390. Os eleitos são a solução de muita gente que não aguenta mais a ineficiência do transporte público, dos congestionamentos, enfim, do estresse no trânsito, principalmente nos grandes centros. Estes modelos de duas rodas são ágeis no deslocamento e oferecer boa economia de tempo e também de dinheiro. Confira abaixo os preços e suas principais características:

Honda Biz – A partir de R$ 7.828
Segunda moto mais vendida no País – só perde para a Honda CG 160 –, a Biz é um veículo genuinamente brasileiro. Para ganhar espaço sob o generoso assento, a pequena CUB ganhou uma roda traseira menos, de 14 polegadas. Hoje, a Honda comercializa duas versões da Biz: 110 e 125cc, ambas equipadas com motores injetados e câmbio rotativo de quatro velocidades. Não há manete para acionamento da embreagem. Há mais de 20 anos no mercado, a Biz tem mais de 40% de seus compradores do sexo feminino e roda cerca de 50 km/l. Nos primeiros quatro meses do ano já foram vendidas 52.419 unidades da Honda Biz

Honda Pop 110i – R$ 5.790
Modelo Honda mais barato vendido no País, a Pop 110i recebeu uma importante melhoria para 2019: freios combinados. Ou seja, quando o motociclista aciona o pedal do freio traseiro, parte quando o motociclista aciona o pedal de freio traseiro parte desta força aplicada vai para o freio dianteiro. O sistema pode salvar a vida dos menos experientes, já que mesmo sem a intenção, o freio dianteiro é acionado. Apesar do visual espartano, a Pop é bem “espertinha” no trânsito, isso em função da potência (7,9 cv) e torque (0,90 kgf.m) de seu pequeno motor de 110 cm³ de capacidade. Faz cerca de 50 km com um litro de gasolina. De janeiro a abril, 33.986 unidades da Pop foram vendidas em todo o Brasil.

Honda PCX 150 – A partir de R$ 11.620
Líder da categoria, o scooter PCX 150 passou por uma completa reformulação. O design foi revigorado, com linhas mais esportivas; ganhou iluminação de LED; o motor agora oferece uma maior eficiência energética e baixos níveis de emissão de poluentes. Traz a facilidade da transmissão automática continuamente variável CVT. É só ligar e acelerar! Para maior comodidade do piloto, o porta-luvas no escudo frontal ficou maior e conta com tomada 12V para carregar um smartphone. Além disso, o PCX ganhou nova suspensão traseira e mais espaço sob o assento (28 litros). O modelo chega a sua terceira geração com três diferentes versões: de entrada, com freios combinados; DLX e Sport, com freios ABS e disco de freio na roda traseira. Nos primeiros quatro meses do ano já foram vendidas 8.768 unidades.

Yamaha NMax 160 ABS – R$ 12.390
O modelo da Yamaha traz um belo conjunto estético, aliado a uma eficiente ciclística – destaque para freios à disco com ABS nas duas rodas – e motor injetado de 160cc (15,1 cv a 8.000 rpm de potência máxima e torque máximo de 1,47 kgf a 6.000 rpm). A facilidade na condução também vem da transmissão automática CVT e rodas aro 13 polegadas. A autonomia é de 200 quilômetros, ou seja, chega a rodar cerca de 40 km com um litro de gasolina. Com painel 100% digital, iluminação de LED e porta objetos com capacidade de 25 litros sob o assento, o scooter mais vendido da Yamaha é o produto mais caro entre os “queridinhos” da mobilidade urbana. De janeiro a abril, 4.747 unidades do NMax foram comercializadas em todo o território nacional.

Honda Elite 125 – R$ 8.500
O Elite 125 tem tudo para ser uma nova referência de mobilidade urbana sobre duas rodas. Traz boa dose de tecnologia, modernidade e design, aliado ao motor injetado e transmissão automática. Para maior segurança e conforto, o scooter da Honda está equipado com freio combinados, painel LCD, iluminação frontal por LED, porta-capacete sob o assento (20 litros), além de piso plano. Traz pneus de perfil mais alto, se comparado com seu antecessor, o Lead. Vai colaborar com o conforto, já que terá como absorver melhor as imperfeições do piso. Faz cerca de 50 km/l. Nos primeiros quatro meses do ano já foram vendidas 4.742 unidades do Elite.

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RIO MOTORSPORTS CONSTRUIRÁ AUTÓDROMO EM DEODORO (RJ)

O Rio Motorsports foi o vencedor do edital de concorrência para construção do novo autódromo do Rio de Janeiro em Deodoro, que se chamará Rio MotorPark. Liderado pela empresa americana que dá nome do consórcio, o grupo fica com a concessão do terreno na zona oeste pelos próximos 35 anos e terá a responsabilidade de edificar uma pista com capacidade técnica para receber as principais provas do automobilismo mundial, dentre elas Fórmula 1 e MotoGP. O tempo de construção previsto gira em torno de 16, 17 meses, que poderá ser reduzido em um cenário otimista. Será que em 2021 a Formula 1 será realizada em Deodoro (RJ)?

O autódromo, que terá capacidade de 80 mil lugares fixos, podendo ultrapassar 135 mil com estruturas provisórias, contará com uma pista de 4,5 km de extensão. Está prevista uma completa estrutura com 36 boxes, paddock com para 5 mil VIP’s e centro de imprensa para mais de 400 jornalistas.

Além de parque esportivo, o modelo econômico prevê parcerias com empresas do setor de Combustíveis e Lubrificantes de alta perfomance para desenvolvimento e aprimoramento de produtos. Da mesma forma, o empreendimento contará com espaços voltados para a indústria automobilísticas na realização de testes de automóveis e aperfeiçoamento de peças e outros componentes.

O plano apresentado contou com a participação de empresas renomadas no universo esportivo. O projeto de engenharia e arquitetura ficou à cargo do Tilke Engineers & Architects, do alemão Hermann Tilke, responsável pelo Circuito de Sepang, na Malásia, Circuito das Américas, nos Estados Unidos, Xangai, na China, Sochi, na Rússia, dentre outros.

A construção do empreendimento será efetuada pela construtora espanhola Acciona. A alemã Sporttotal, experiente na operação de autódromos, como o de Nurburgring, e a brasileira Golden Goal, especializada em gestão e marketing esportivo, também integram o consórcio vencedor na concorrência.

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AUTOTALK 01 – MOTORES: SUPERALIMENTADOS, TURBO E SUPERCHARGER

O projeto AutoTalk é uma iniciativa da TSO Brasil em parceria com a Douglas Mendonça Conteúdos Digitais, empresa especializada na criação de textos para o setor automotivo. A AutoTalk tem como principal objetivo, levar conteúdo técnico diferenciado e entretenimento para todos aqueles que apreciam carros, seu funcionamento e tendências futuras. A partir agora, e com a autorização dos responsáveis pela produção deste material, o MinutoMotor tem a honra de publicar os ensinamentos do mestre Douglas Mendonça. Neste primeiro capítulo vamos falar um pouco sobre motores superalimentados. Espero que gostem, comentem e compartilhem!

Os motores naturalmente aspirados precisam do efeito de bombeamento dos pistões para encher os cilindros com o ar ambiente. Claro que esse movimento de subida e descida dos pistões dentro dos cilindros limitam a quantidade de ar aspirado pelo motor, e consequentemente de oxigênio, limitando a quantidade de combustível que podem ser queimada dentro das câmaras de combustão. Com isso, limitam a potência do motor. Quanto mais ar o motor aspira, mais combustível pode ser queimado dentro das câmaras de combustão e, dessa forma, maior a potência e o torque do motor.

Ainda em um motor naturalmente aspirado, pode-se utilizar comando de válvulas que permitam que se entre mais ar nos cilindros, que em contrapartida prejudicam o bom rendimento nas baixas rotações. Não tem muito o que fazer: Se aumentamos os dutos da admissão e abrimos mais as válvulas para o motor respirar melhor, essa solução compromete as baixas rotações e até os bons níveis de consumo. Assim, um motor aspirado equilibrado, deve funcionar bem, nos baixos, médios e altos regimes de rotações. Mas em nenhum deles com perfeição.

Com essa receita simples, a energia cinética e térmica dos gases de escape movem a turbina e essa, ligada através de um mesmo eixo, aciona o compressor, que aspira o ar atmosférico e o comprime na tubulação de admissão do ar de um motor. Simples e eficiente, não consome muita potência do motor, aproveitando a energia que seria perdida dos gases de escape para melhorar o enchimento dos cilindros. Além disso, sua instalação nos modernos e compactos motores é bem simples, ocupando pouco espaço, não alterando muito o layout quando comparado ao dos motores aspirados.

A boa solução mecânica encontrada pela engenharia de colocar mais ar para dentro dos cilindros e, dessa forma, conseguir queimar mais combustível, aumentando a potência e o torque, é a superalimentação (Ou sobrealimentação). Esses recursos são fáceis de serem intuídos: Ao invés dos cilindros encherem-se de ar pelo movimento de bombeamento dos pistões, colocamos uma bomba de ar externa que força a entrada do ar para dentro dos cilindros, independentemente do movimento de bombeamento dos pistões. Essas bombas externas captam o ar atmosférico e o comprime nos dutos de aspiração do motor. É fácil perceber, que com esse recurso, coloca-se muito mais ar forçado para dentro dos cilindros do que se ele aspirasse naturalmente pela pressão atmosférica.

O Turbocompressor
Uma das formas mais conhecidas de superalimentação, ou sobrealimentação, é proporcionada pelo turbocompressor, mais popularmente chamado de turbo. Ao que tudo indica, o turbo deve ser o caminho de superalimentação que a indústria automobilística mundial vai seguir. O motivo principal dessa preferência é a excelente performance dos turbos quando o assunto é a superalimentação de motores. O turbo é uma máquina de ar relativamente simples: Em um único eixo, fica ligado a turbina, acionada pelos gases de escape, e o compressor.

Quanto mais ar, mais oxigênio dentro dos cilindros. Portanto, mais combustível podemos queimar dentro das câmaras de combustão, combinando oxigênio e combustível na proporção correta. Quanto mais combustível queimado, maior a potência e o torque produzidos pelo motor. Perceba que esse recurso tecnológico aumenta sobremaneira a potência e o torque, no mesmo peso e tamanho do motor aspirado. Assim, um motor aspirado de 1 litro (A soma dos 250 cm³ de um motor de quatro cilindros ou 333 cm³ de um motor de três cilindros, totalizando 1000 cm³ ou 1 litro) que produziria de 70 a 80 cv aspirado, superalimentado ele pode ter essa potência máxima variando de 110 a 130 cv.

É fácil intuir que o ar, quando comprimido, aumenta de temperatura. Claro, teremos mais moléculas que compõe o ar atmosférico concentradas em um espaço menor, consequentemente se chocando mais e gerando mais calor. Esse fato não seria benéfico ao aumento de potência, pois ar quente coloca menos oxigênio nas câmaras de combustão. Por isso, os engenheiros solucionaram a questão esfriando o ar comprimido pelo turbo: Antes de ir para os cilindros, o ar passa através de um radiador, conhecido popularmente como intercooler, se expandindo, esfriando e, consequentemente, aumentando sua massa e quantidade de oxigênio antes de entrar nos cilindros. Na prática, isso representa mais oxigênio nas câmaras de combustão e, portanto, mais potência e torque. Outro recurso simples que aumenta o desempenho e reduz o consumo sem grandes complicações. Um simples radiador, ou intercooler, que esfria o ar da admissão.

Na prática, isso significa um aumento de cerca de 60% na potência e torque máximos, um resultado excepcional, que se alia a um bom torque nas baixas rotações e a baixíssimos índices de consumo. Uma prova cabal de que a superalimentação é a solução imediata para o futuro dos motores: Potência, torque, bom desempenho e baixo consumo. A cara do futuro.

Veja o funcionamento do Turbocompressor


O Supercharger
Uma outra forma de superalimentação é a dos compressores volumétricos, mais popularmente conhecidos como supercharger. O funcionamento deles é bem semelhante ao dos turbos e eles se diferem apenas na forma de acionamento do compressor: Enquanto nos turbos o compressor é acionado pelos gases de escapamento, nos compressores volumétricos, ou supercharger, o compressor de ar é acionado através de correias ou correntes dentadas ligadas diretamente ao virabrequim.

Mas, seu trabalho de captar o ar atmosférico e comprimir para dentro dos dutos de admissão é semelhante ao dos turbos: Eles, através de recursos mecânicos, captam o ar atmosférico e o comprimem para dentro do motor colocando mais ar e, consequentemente, oxigênio para dentro das câmaras de combustão.
Normalmente, devido à complexidade de sua instalação, a adoção do intercooler ou radiador que esfria o ar comprimido pelo compressor, é mais difícil. Mas isso não impede a instalação do intercooler, ou esfriador do ar de admissão, nos motores que utilizam supercharger ao invés do turbo em sua superalimentação.

A vantagem do supercharger sobre o turbo está no significativo ganho de torque nos baixíssimos regimes de rotações. Por estar diretamente ligado ao virabrequim, o supercharger já inicia a compressão de ar para dentro dos cilindros logo que o regime de rotações começa a aumentar. Esse fato favorece as arrancadas e as saídas em ladeiras, pois permite o aumento do torque logo na saída ou nas retomadas de velocidades.

Em contrapartida, ao contrário do turbo, o supercharger cobra um preço para funcionar: Rouba potência do motor diretamente do virabrequim. Dessa forma, podemos dizer que, no regime de potência máxima, o compressor pode chegar a ficar com cerca de 10% do total produzido, diferentemente do turbo que oferecerá apenas uma ligeira contrapressão no sistema de escapamento quando o motor é exigido no seu máximo.

Por suas características de melhorar o torque nas baixas rotações, o supercharger já foi utilizado em motores pela Ford aqui no Brasil, pela Audi e pela Mercedes na Europa e por algumas montadoras em modelos Norte-Americanos. Agora, não tenham dúvidas, a superalimentação de motores é o futuro para unidades motrizes compactas, eficientes, com ótimos resultados de torque e potência e com bons rendimentos térmicos, o que resulta em baixo consumo de combustível e emissões de poluentes. São só vantagens e, sem dúvidas, é um tremendo avanço tecnológico para motores do presente e futuro. Para quem não sabe, os motores de Fórmula 1 atuais são pequenos e compactos 1.6 Turbo que, juntamente com os motores elétricos, dão aos carros da F1 o melhor desempenho dos carros de corrida atuais.

DOUGLAS MENDONÇA -Jornalista na área automobilística há 45 anos, trabalhou na revista Quatro Rodas por 10 anos e na Revista Motor Show por 24 anos, de onde foi diretor de redação de 2007 até 2016. Formado em comunicação na Faculdade Cásper Líbero, estudou três anos de engenharia mecânica na Faculdade de Engenharia Industrial (FEI) e no Instituto de Engenharia Paulista (IEP). Como piloto, venceu a Mil Milhas Brasileiras em 1983 e os Mil Quilômetros de Brasília em 2004, além de ter participado em competições de várias categorias do automobilismo brasileiro. Tem 64 anos, é casado e tem três filhos homens, de 17, 28 e 31 anos.

TSO E CACÁ CLAUSET – A TSO Brasil nasceu da experiência de seu idealizador Cacá Clauset em eventos automobilísticos. Antes do surgimento da empresa, em 2003, Cacá trabalhou por dez anos em publicações especializadas da área, como as revistas Carro e Quatro Rodas, sempre como repórter e editor de testes, além de ter somado vasta experiência internacional através da participação, entre outros eventos, de duas edições do Rali Paris-Dakar, quando ainda realizado na África. A partir desse currículo, que inclui participação em programas de TV e desenvolvimento de cursos de pilotagem, Cacá percebeu que poderia com vantagem organizar e operar eventos de test-drive para as fábricas de automóvel instaladas no Brasil, oferecendo para isso equipes mais bem treinadas, familiarizadas com o assunto e com foco na criatividade.

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