Simulador de moto traz o realismo da pilotagem para o mundo virtual

O uso do simulador como ferramenta de ensino nas auto-moto escolas ainda é um assunto polêmico. Em meados do ano passado, o Ministério da Infraestrutura anunciou que as aulas em simuladores de direção não são mais obrigatórias. Porém, nos Centros de Formação de Condutores (CFCs) do Rio Grande do Sul segue com o uso obrigatório do simulador. No meio desta ‘pendenga’ há empresas que ainda estão apostando na tecnologia para formar melhores motoristas e pilotos, e diminuindo os índices de acidentes. É o caso da Younder by ProSimulador, que nos últimos três anos desenvolveu o ProS.moto. O sistema reproduz com realismo a sensação de pilotar uma moto. Usa toda sua tecnologia ligada a uma moto real (Yamaha Factor). Detalhe: Austrália, Nova Zelândia, Reino Unido, Índia, Canadá, EUA e Holanda usam simuladores de trânsito durante a formação dos futuros condutores de automotores.

O ProS.moto utiliza uma combinação de hardware e software que oferecem uma experiência quase real, isso em virtude do alto nível de realismo. O sistema pode ser modificado para reproduzir a dinâmica veicular de qualquer motocicleta. “O equipamento é o único capaz de proporcionar um teste muito próximo do realizado nas ruas. Quem testou ficou impressionado com o realismo e precisão do equipamento. O ProS.moto reproduz a interação entre corpo e máquina, proporcionando a sensação de aceleração, velocidade e frenagem muito próxima do real”, destaca Sheila Borges, diretora de produtos da ProSimulador.

Neste grande console onde a moto é o controle, o software reproduz cenários urbanos, rodovias, serras e pistas de centros de treinamento, além de possibilitar a pilotagem nas mais diversas condições climáticas (sol, chuva, neblina, geada e neve) e de trânsito. Também é possível simular avarias, como falhas nos freios, falta de combustível, superaquecimento e até um pneu furado.

“Seja na formação de novos condutores ou na qualificação de habilitados, o equipamento ajuda a prevenir acidentes, já que consegue simular, de forma segura e controlada, situações que não podem ser vivenciadas em aulas práticas.”, argumenta Claudia de Moraes, CEO da Younder. Segundo a executiva, “a tecnologia pode ser empregada no treinamento e conscientização de condutores, inclusive com empresas de aplicativos de entrega. No caso das montadoras, além de projetos especiais de capacitação, é possível disponibilizar os simuladores para experiências imersivas de clientes em concessionárias e eventos”.

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