VÍDEO EXCLUSIVO: EXÉRCITO BRASILEIRO TESTA HELICÓPTERO TURCO

VÍDEO EXCLUSIVO:  EXÉRCITO BRASILEIRO TESTA HELICÓPTERO TURCO

Maior País da América do Sul, o Brasil ocupa uma área superior a 8.500.000 quilômetros quadrados.Tem 23.102 km de fronteiras, sendo 15.735 km terrestres e 7.367 km marítimas. Com dimensões continentais, nosso País precisa proteger cada centímetro de seu território. Para este trabalho contamos com as Forças Armadas, formada por Exército, Marinha e Aeronáutica. MinutoMotor foi convidado para assistir a demonstração de voo do helicóptero T129 ATAK, da Turkish Aerospace. A exibição aconteceu no final de março, no Comando de Aviação do Exercito (CIAvEx), que fica em Taubaté, no Vale do Paraíba (SP).

O helicóptero, usado pelas Forças Armadas Turcas, é uma das opções do Exército Brasileiro que busca modernizar sua frota de apenas 96 helicópteros multitarefas. Não há hoje no Brasil nenhuma aeronave específica para combate. Atualmente são utilizadas unidades adaptadas para receber armamento.
O T129 ATAK é um helicóptero bimotor de nova geração, com dois lugares em tandem, desenvolvido especificamente para ataque e reconhecimento. O modelo está equipado com dois motores, novos aviônicos, sensores e armas; fuselagem modificada, trem de acionamento reforçado e novo rotor de cauda.

Poder de fogo
O T129A tem grande poderio bélico. O canhão de 20mm está montado numa torre no nariz da aeronave. Tem capacidade de 500 projéteis. Pode transportar até quatro lançadores de foguetes, com um total de 76 foguetes não guiados.
A versão T129B também contará com foguetes Mizrak ATGMS e Cirit (foguetes de 70mm guiados a laser) e mísseis ar-ar Stinger, garantindo operações diurnas e noturnas.

DUCATI BR: CRESCIMENTO, CONCESSIONÁRIA MODELO E NOVA SUPERESPORTIVA

DUCATI BR: CRESCIMENTO, CONCESSIONÁRIA MODELO E NOVA SUPERESPORTIVA

Enfim, a luz. Depois de um período de forte retração, o segmento de duas rodas está se recuperando de forma gradativa. Segundo dados da Fenabrave, que reúne os concessionários de todo o País, o setor teve crescimento de quase 18% no primeiro trimestre, comparado ao mesmo período de 2018. No acumulado do ano já foram vendidas quase 260 mil motos. Essa retomada de crescimento tem dado uma injeção de ânimo ao mundo corporativo, que não está poupando esforços para ampliar sua capilaridade. Bons exemplos não faltam!

A Triumph, por exemplo, abriu revendas em Várzea Grande (MT) e Fortaleza (CE), além da reinaugurar a Triple, que foi para o Distrito de Sousas, em Campinas (SP). A marca inglesa também prometeu cinco lançamentos para este ano. A Harley-Davidson deve ter mais uma revenda na região Sudeste, que também terá uma realocação. Tudo indica que a marca norte-americana reabrirá uma loja na região Nordeste. Em março, a Ducati inaugurou revenda em Campo Grande (MS), sua primeira concessionária integrada no modelo Audi-Ducati. É a décima loja da marca italiana no Brasil.

O novo formato inclui um espaço exclusivo de 100 metros quadrados para motocicletas com oficina e pátio. Já a área de showroom apresenta um novo modelo de exposição – as motocicletas estarão distribuídas pela concessionária ao lado dos carros da Audi -, numa sinergia entre os modelos de quatro e duas rodas.

Crescimento
Falando na “Ferrari das Motos”, 2019 começou acelerado. A marca italiana registrou o melhor trimestre desde o início da sua operação no País em 2012. Foram 297 unidades emplacadas impulsionando um crescimento de 26% da marca nos primeiros três meses do ano no comparativo com igual período de 2018.

“Este resultado inédito é reflexo do trabalho consistente realizado pela Ducati do Brasil nos últimos dois anos e meio. Sem dúvida a unidade brasileira está em seu melhor momento”, explica Diego Borghi, presidente da subsidiária no País. Segundo o executivo, além da consistência nas ações, “temos sido persistentes ao demonstrar que é possível conquistar mercado, melhorar a rentabilidade e aumentar a capilaridade no território brasileiro. Só para comparar, o mercado de duas rodas acima de 500 cm3 evoluiu apenas 4,3% nos primeiros três meses do ano”, afirma Borghi.

Panigale V4 R à venda
Para deixar os ducatistas, amantes da velocidade ainda mais animados, a marca confirmou a pré-venda da Panigale V 4 R. A nova superesportiva apresenta um novo motor Desmosedici Stradale R, de quatro cilindros, 998 cm3, que oferece 221 cv de potência máxima, distribuídos em apenas 172 quilos.

As encomendas da versão R, modelo mais potente e de maior desempenho já construído pela Ducati, serão feitas por meio dos concessionários. O preço da Panigale V4 R é de R$ 250 mil. Para fazer parte deste seleto grupo, o abonado piloto deverá pagar 20% do valor da moto (R$ 50 mil) já no ato da reserva.

TEST-DRIVE: YARIS SEDAN XLS 1.5 É LACUNA PREENCHIDA

A Toyota é uma grande conhecida do brasileiro. O pós-venda dos seus veículos e valor de revenda jogam sempre a favor dos automóveis da marca. Mas faltava algo no portfólio da fabricante japonesa. Bem, isso já não pode ser mais questionado. A chegada do Yaris, nas versões hatch e sedan, tentam completar e ao mesmo tempo conquistar os clientes do segmento compactos premium. Será que consegue?  avaliou a versão completa do sedan, a XLS 1.5 automática com câmbio CVT, que tem preço sugerido de R$ 83.590.

Logo de cara, o visual agrada, com linhas bem resolvidas. Lembra o irmão mais velho, o Corolla. Com desenho moderno e harmonioso, com faróis alongados integrados a grade dianteira deixam a dianteira do sedan bonita. Já as laterais possuem traços mais suaves e a traseira aposta nas lanternas horizontais, que invadem o porta-malas. E é exatamente neste ponto a primeira falha do Yaris, a falta de cuidado no acabamento do bagageiro.

Já internamente, temos espaço de sobra para quatro ocupantes. Os 2,55 metros de entre-eixos do Yaris Sedan possibilita aos passageiros viajarem com conforto, mas a curvatura da caída do teto podem incomodar os mais altos.

Já o fato do túnel central ser mais baixo, representa um ganho expressivo para as pernas. Outro ponto positivo é ao adentrar no veículo. Mesmo com muito plástico rígido, o desenho no geral é agradável, até mais moderno que o Corolla. O acabamento em preto brilhante tenta dar um ar mais sofisticado, mas para por aí.

A versão topo de linha, avaliada por MinutoMotor, conta ainda com teto solar, sensor de chuva, maçanetas cromadas, faróis com projetor e lâmpadas halógenas, lanternas em LED e sete airbags, adicionando dois laterais, dois de cortina e um de joelhos para o motorista, além dos banco de couro, ar-condicionado digital, nova central multimídia com tela de sete polegadas (um tanto confusa para espelhar e fazer funcionar um smartphone), entre outros mimos.

O motor 1.5 com 110 cavalos de potência e 14,9 kgmf de torque quando abastecido com álcool tem sede. No computador de bordo do Yaris Sedan, a máxima alcançada foi de 5 km/l na média, o que no final assustou, já que seu tanque tem apenas 45 litros. Já o câmbio é o mesmo utilizado no Corolla, o conhecido CVT e a suspensão tem acerto mais voltado para o conforto, o que pode incomodar ao passar por vias mais esburacadas. Já na estrada, é bastante agradável.

 

+ GOSTAMOS: Design, conforto, acabamento interno, preço se comparado aos principais rivais

– NÃO GOSTAMOS: Acabamento porta-malas, autonomia, consumo, usabilidade da central multimídia confusa

Texto e Fotos: Fernando Eduardo, especial para o MinutoMotor

YARIS SEDAN XLS 1.5

Ficha Técnica
Motor: quatro cilindros, dianteiro, transversal 1.496 cm³ de cilindrada, 16V, comando duplo variável, flex

Potência: 105/110 cv a 5.600 rpm (G/E)

Torque: 14,3/14,9 kgfm a 4.750 rpm

Câmbio: automático CVT simulando sete marchas

Direção: Elétrica

Suspensão: Independente McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira com barra estabilizadora

Freios: Discos solidos na dianteira e tambores na traseira, ABS

Rodas e Pneus: Liga-leva aro 15” com pneus 185/60 R 15

Comprimento: 4,42 m

Largura: 1,73 m

Altura: 1,49 m

Entre-eixos: 2,54 m

Capacidade do tanque: 45 litros

Peso: 1.150 kg

Central multimídia: 7 polegadas

 

TRIUMPH COMEMORA 25 MIL MOTOS E TERÁ SEIS LANÇAMENTOS EM 2019

“Hoje é dia de superação. Dia de comemorar um recorde histórico. Produzimos 25 mil motos em Manaus. Somos a subsidiária que mais cresceu no mundo. Para este ano projetamos um crescimento de 10% acompanhando, claro, o reaquecimento do mercado, isso em função do novo cenário econômico e político. Mas também fruto da força de expansão de nossa rede de concessionárias, pós-venda eficiente e no decorrer do ano traremos mais seis modelos ao País”, afirma Waldyr Ferreira, gerente geral da Triumph Brasil, durante solenidade na planta da marca na capital manauara, em 13 de fevereiro. Segundo o executivo, a meta para 2019 é fabricar cinco mil motos e encerrar o ano com 30 mil motos montadas e vendidas aqui. Número ambicioso, mas não impossível de se concretizar!

As novidades que o “big boss” se referiu à ampliação do número de revendas – com destaque para Vitória e Cuiabá e previsão de inauguração para Fortaleza e Salvador –, além do lançamento de vários modelos: Bobber Black, Speed Twin, a Scrambler 1200, nas versões XE e XC; e as atualizações da Street Twin e da Scrambler 900, que começam a desembarcar em nosso mercado a partir de abril. “Hoje, com a linha Tiger, somos líderes na categoria Trail de alta cilindrada. Queremos nos manter nesta posição e, vamos avançar com as clássicas modernas, segmento que temos uma belíssima gama de produtos”, conta Ferreira, dizendo que a moto número 25 mil montada em Manaus só poderia ter sido um Tiger 800 XCa.

Fábrica com alta produtividade

A linha já recebeu, desde sua inauguração, cerca de US$ 13 milhões em investimentos. Com uma estrutura modesta, mas altamente produtiva, a planta conta com 3.000 metros quadrados de área construída. No início desse trabalho a Triumph contava com apenas 19 funcionários. Hoje são 60 colaboradores diretos. A capacidade instalada da “Fábrica 6” é de 7 mil unidades/ano e atualmente monta cerca de 30 unidades/dia. Como a linha é totalmente flexível, os kits que chegam da Inglaterra e, principalmente da Tailândia, e correspondem a 21 modelos (cinco famílias) do line-up.

 

Os kits são recepcionados e as peças são separadas em dois carrinhos, que representam cada um dos lados da moto. Lá são acomodados tanque, painel, comandos e parafusos, muitos parafusos. Para não haver confusão na hora da inserção dos componentes tudo é dividido e identificado em bandejas . Organização do início ao fim do processo. O motor recebe atenção especial, já que é totalmente montado e testado no Brasil. Ao final da linha, todas as motos passam pelo dinamômetro e é feita uma checagem minuciosa na eletrônica e parte elétrica. A parte final do processo, a moto segue para o setor de que prepara a moto para seguir para as concessionárias. Ali, o modelo Triumph voltada para a mesma estrutura que chegou ao País. Tudo embalado, lacrado e com alto nível de sustentabilidade.

Só para se ter uma ideia, em 2012 a subsidiária brasileira havia produzido apenas 228 unidades e hoje há a previsão de montar 5 mil motos. Ou seja, a produção cresceu quase 22 vezes. Além da organização, o baixo turnover – 70% dos colaboradores têm mais de 5 anos de casa –, há um comprometimento de cada um dos funcionários para transformar kits em sonhos sobre duas rodas.

Com o crescimento acima da média do mercado e já pensando na “Indústria 4.0”, a Triumph já está preparada para mudar de endereço e ir para um espaço maior. “Com este novo cenário estamos estudando várias possibilidades. Mudar uma linha de produção requer organização e muito planejamento. A mudança demoraria cerca de três semanas”, afirma Leandro Oliveira, gerente da planta Triumph em Manaus.

No mundo, a marca tem mais de 700 concessionárias e perto de 2.000 funcionários. A produção somada deve ficar pouco abaixo dos 67 mil motos por ano. O faturamento mundial gira em torno de R$ 2,1 bilhões e suas vendas no varejo giram na casa de 64 mil unidades anuais.

TEST-DRIVE: FIAT TORO 4X4 DIESEL TEM TORQUE E CONFORTO

Uma marca criadora de tendências. Quando a Fiat lançou a Palio Weekend Adventure no Brasil, em 1999, a montadora estava apostando num segmento que ainda não existia, a de veículos com apelo aventureiro, mas não necessariamente com aptidões “mecânicas” para enfrentar o off-road. Deu certo! Com o Toro, não foi diferente. Lançado em 2017, o SUP (Sport Utility Pick-up), definição da fabricante para veículo com características de utilitário com caçamba e capacidade de uma picape; tem como diferencial atributos fora de estrada, como tração 4×4. Novamente, deu certo. Líder no segmento desde o seu lançamento, com 58 mil unidades vendidas somente em 2018 segundo a Fenabrave, MinutoMotor avaliou a versão Freedom 2.0 AT9 4×4 Diesel, que custa R$ 133.990.

Num trajeto de aproximadamente 600 quilômetros, com trechos sinuosos entre Bragança Paulista e Serra Negra, em São Paulo, foi possível avaliar as principais qualidades do Toro, como posição de dirigir confortável e o ideal peso da direção elétrica (leve para manobras na cidade e com boa comunicação em velocidades mais altas) e uma suspensão independente nas quatro rodas que garantiu boas respostas em curvas e também na absorção de buracos.

Com motor a diesel, o Toro tem força de sobra mesmo considerando o peso do veículo, afinal, são 35,7 kgf.m e torque a 1.750 rpm. Temos um ligeiro turbo lag, comum nos motores a diesel, mas é bem melhor que a versão flex. Para quem quer utilizar em terrenos mais acidentados, basta acionar no controle central o botão giratório que permite selecionar os modos auto (uso normal), 4WD (que tava a tração com distribuição igual entre os eixos) e a reduzida (para trechos mais acidentados).

Já o câmbio automático não tem trocas tão suaves, dando alguns trancos principalmente em baixas rotações. Quem optar por fazer as trocas pelas borboletas (Paddle Shift), vai perceber uma leve demora para subir e, em algumas situações, as reduções são ignoradas.

Internamente, o Toro tem amplo espaço para quatro ocupantes, inclusive pessoas com mais de 1,70 m nos bancos traseiros. Os assentos são confortáveis e revestidos em couro. Mas o modelo deixa a desejar com relação a central multimídia, aquém ao preço cobrado e conectividade oferecida por outros equipamentos até mesmo da própria FCA.

+ GOSTAMOS: Dirigibilidade, conforto, espaço interno, motorização, direção e suspensão

– NÃO GOSTAMOS: Central Multimídia e câmbio

 

Texto e Fotos: Fernando Eduardo, especial para o MinutoMotor

FIAT TORO FREEDOM 4X4 DIESEL
Ficha técnica

Motor: Turbo e intercooler, diesel, quatro cilindros, dianteiro, transversal, 1.956 cm³ de cilindrada

Potência: 170 cv a 3.750 rpm 

Torque: 35,7 kgf.m a 1.750 rpm

Câmbio: Automático de 9 marchas e tração 4×4 automática

Direção: Elétrica

Suspensão: Independente McPherson na dianteira e multilink na traseira

Freios: Discos ventilados na dianteira e tambores na traseira, ABS

Rodas e Pneus: Alumínio aro 17” com pneus 225/65 R 17

Comprimento: 4,91 m

Largura: 1,84 m

Altura: 1,74 m

Entre-eixos: 2,99 m

Capacidade do tanque: 60 litros

Peso: 1.871 kg em ordem de marcha

Caçamba: 820 litros

Carga útil: 1.000 kg

Central multimídia: 5 polegadas

Preço: R$ 133.990

TEST-DRIVE: MAIS MODERNO, O AUDI Q5 ESTÁ COM FÔLEGO DE SOBRA

Com preços a partir de R$ 249.990, a segunda geração do Audi Q5 chega mais leve, mais econômica e com um sistema de tração 4×4 mais eficiente. Em todas as versões, o SUV Premium da marca alemã é equipado com um motor 2.0 TFSI a gasolina de 252 cv de potência, 37,7 kgf.m de torque, câmbio de dupla embreagem de sete velocidades e famosa tração integral QUATTRO. E com os seus 1.720 quilos, uma redução de aproximadamente 50kg em relação a primeira geração, o utilitário é capaz de fazer 0 a 100 km/h em 6,3 segundos, com velocidade máxima de 237 km/h, isso de acordo com a fabricante. MinutoMotor pode avaliar o modelo topo de linha, a Ambition, que custa R$ 297.990.

A primeira impressão é que ele parece o seu irmão maior, o Audi Q7, com linhas mais modernas e visual mais invocado, graças aos detalhes em preto. Com 4,66 metros de comprimento e 2,82 metros de distância entre-eixos, a segunda geração do SUV de luxo cresceu em todos os aspectos, além de passar por um leve “regime”, graças a uma mistura de aços de alta resistência e alumínio na carroceria.

Numa viagem de ida e volta para o sul de Minas Gerais, com quatro ocupantes, o que mais impressionou foram as respostas do silencioso motor 2.0 TFSI, ainda melhores quando o propulsor ultrapassa os 1.500 rpm. Já a suspensão, que surpreende ao absorver com muito conforto as irregularidades do asfalto, também faz parte das novidades da nova geração graças ao sistema ULTRA, capaz de desacoplar o eixo traseiro quando não é necessário, resultando em economia de combustível.

Com cinco modos de condução, comfort, efficiency, dynamics, off-road (que minimiza a força do motor no início) e individual, optamos por utilizar a maior parte da viagem na effiency, garantindo mais economia no consumo de combustível. Agora, quem optar por dirigir na dynamics, tenha certeza que a surpresa fica por conta das respostas mais rápidas do acelerador e o giro do motor subindo mais rápido. Para fazer as trocas de marchas, é possível realiza-las tanto pela manopla ou das aletas atrás do volante.

Dentro do Audi Q5, a tela multimídia de 8,3 polegadas é bonita e chama a atenção, mas deixa a desejar por não ser sensível ao toque, sendo necessário usar o seletor ou os comandos no painel central. Outra forma de utilizar a central é por meio de uma área localizada no console, que pode ser facilmente confundida com um mousepad, mas que também é pouco prática no dia a dia. Já o ar-condicionado também possui a sua. Com nove botões, consegue controlar até o clima do banco de trás. Agora, o painel de instrumentos 100% digital, com dois tipos de layouts, sendo um clássico (velocímetro e conta-giros grandes) e outra com mapa de navegação maior, chama a atenção.

De série, a versão Ambition do Audi Q5 é equipado com trio elétrico, direção elétrica, ar-condicionado automático de três zonas, bancos de couro sintéticos, bancos dianteiros elétricos com ajusto de lombar e memória do banco do motorista, painel de instrumentos 100% digital, controle de velocidade de cruzeiro, sensor de luz e chuva, retrovisor fotocromático, sistema start-stop, volante multifuncional de três raios, teto solar panorâmico, porta-malas com abertura e fechamento elétrico, airbag lateral dianteiro e de cabeça, alarme, faróis 100% LED, lanternas traseiras em LED com indicação dinâmica, assistente de farol alto, faróis com ajuste automático de altura, Auto Hold, sistema limpador de faróis, Parking Assist, câmera de ré, chave presencial e o Audi Sound System com tela de 8,3 polegadas.

Texto e Fotos: Fernando Eduardo, especial para o MinutoMotor

AUDI Q5

Ficha técnica
Motor: Turbo, quatro cilindros em linha, longitudinal, gasolina, 1.984 cm³ de cilindrada, comando duplo, injeção direta FSI
Potência: 252 cv a 6.000 rpm
Torque: 37,7 kgfm a 4.500 rpm
Câmbio: Dupla embreagem de 7 marchas e tração integral
Direção: Elétrica
Suspensão: Integral multilink
Freios: Discos ventilados na dianteira e traseira
Pneus: 255/45 R 20
Comprimento: 4,66 m
Largura: 1,89 m
Altura: 1,66 m
Entre-eixos: 2,82 m
Capacidade do tanque: 70 litros
Peso: 1.720 kg
Porta-malas: 550 litros
Central multimídia: 8,3 polegadas, não sensível ao toque

  

20 CURIOSIDADES SOBRE OS 60 ANOS DO VOLKSWAGEN FUSCA

Um dos veículos mais queridos pelos brasileiros comemora 60 anos no país. O lendário VW Fusca começou a ser produzido em São Paulo há seis décadas. Para que o aniversário do sedã não passasse em branco, o Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) preparou uma lista com 20 curiosidades e informações sobre o carro mais amado do Brasil!

1. A produção brasileira do Fusca começou em 3 de janeiro de 1959.
2. Os primeiros saíram da fábrica Anchieta da montadora Volkswagen.
3. No sistema do Detran.SP, constam atualmente 827.202 unidades registradas.
4. É o modelo mais colecionado no Estado de São Paulo. Do total de veículos registrados, 6.927 têm a cobiçada placa preta, para colecionadores.
5. São Paulo (com 3.856 unidades), Campinas (com 193) e São Bernardo do Campo (com 167) são as cidades com mais Fuscas com placa preta.

6. O primeiro modelo do Fusca foi lançado na Alemanha em 1935. Ele foi chamado de Volkswagen (ou carro do povo).
7. O automóvel foi criado pelo alemão Ferdinand Porsche (sim, o mesmo da marca Porsche).
8. O Fusca também é conhecido como Beetle (ou “besouro”, em inglês).
9. Bug, Käfer, Type 1, Carocha, Coccinelle, Escarabajo, Maggiolino são alguns exemplos de nomes ou apelidos do Fusca em alguns países.
10. No Brasil, ele chegou como Volkswagen Sedan. E sua fabricação por aqui começou em 1959 e foi até 1986.

11. No Rio Grande do Sul ficou conhecido como Fuca; no Paraná, como Fuqui.
12. De seu projeto, surgiram ainda outros sucessos, como a Brasília e a Variant.
13. Em 1993, o Fusca voltou à linha de produção, a pedido do então presidente Itamar Franco. A nova fase durou até 1996.
14. Houve até uma última versão, a Série Ouro, que teve apenas 1.500 unidades.
15. Durante os anos 1970, a produção do “besouro” bateu a marca de 1,5 milhão de veículos fabricados no Brasil. Ao todo, foram fabricados cerca de 3,3 milhões de Fuscas.

16. No mundo todo, a produção foi de mais de 21,5 milhões de unidades.
17. Até hoje, o Fusca está entre os modelos mais fabricados de todos os tempos, seja no Brasil ou no mundo.
18. No dia 22 de junho é comemorado o Dia Mundial do Fusca. No Brasil, existe ainda o Dia Nacional do Fusca, em 20 de janeiro.
19. O Fusca permaneceu na liderança de vendas do mercado automobilístico por 24 anos consecutivos (entre 1959 e 1982).
20. Sua produção mundial foi encerrada em 2003, no México.

TRIUMPH PROMOVE EVENTO DE TECNOLOGIA E LAZER DENTRO DO SENAI

TRIUMPH PROMOVE EVENTO DE TECNOLOGIA E LAZER DENTRO DO SENAI


Para comemorar sua bem-sucedida parceria de quatro anos com o Senai, a Triumph realizou o “Triumph Tech”, com foco em tecnologia, experiência de pilotagem dos modelos da marca e também lazer e diversão para toda a família. O evento aconteceu na unidade Conde José Vicente de Azevedo do Senai, instalada no bairro do Ipiranga (Rua Moreira de Godói, 226), em São Paulo (SP)

“Desde 2014, a Triumph já investiu cerca de R$ 700 mil nesta parceria com o Senai, com o objetivo de aprimorar e ampliar cada vez o treinamento técnico oferecido aos profissionais que atuam nas nossas 15 Concessionárias”, explica Waldyr Ferreira, General Manager da Triumph Brasil. Entre mecânicos, chefes de oficina, consultores de serviço e gestores de pós-venda, cerca de 310 especialistas já passaram por treinamentos realizados pela Triumph com apoio do Senai neste período, sempre buscando desenvolver nestes profissionais os conhecimentos sobre os produtos da marca inglesa.

“Optamos por trabalhar junto com o Senai devido à necessidade de criarmos um programa de cursos básicos e continuados de qualidade para atender a nossa rede. Nos diversos treinamentos disponíveis neste período, buscamos desenvolver as competências técnicas e comportamentais dos profissionais, proporcionando um conhecimento sólido sobre a marca”, afirma Cláudio Peruche, gerente de Pós-Vendas da Triumph. Atualmente, a empresa mantem no local quatro elevadores e 13 motocicletas para serem utilizadas nos vários cursos e treinamentos.

O evento reuniu mais de 800 pessoas

TEST-RIDE: SCOOTER HONDA ELITE 125

O novo scooter de entrada da Honda já chegou às lojas e o preço sugerido é de R$ 8.250. Em função de suas características, o Elite 125 tem tudo para ser uma nova referência de mobilidade urbana sobre duas rodas. Traz boa dose de tecnologia, modernidade e design, aliado ao motor injetado e transmissão automática V-Matic. Para maior segurança e conforto, o Elite está equipado com freio CBS, painel LCD, iluminação frontal por LED, porta-capacete sob o assento, além de piso plano. Seu principal concorrente, o Yamaha Neo 125 UBS custa R$ 8.290. Confira o vídeo!

+ GOSTAMOS

1 – Painel moderno
Agrega valor ao produto. Remete às motos mais caras da Honda. O hodômetro parcial ajuda no controle de abastecimento, principalmente para quem percorre boas distâncias.

2 – Detalhes de acabamento
Bom no geral. Destaque para a capa do banco com costura dupla.

3 – Curso da suspensão
Por conta de nosso pavimento irregular, o curso de 90 mm vai os scooteristas brasileiros

4 – Pneus
De perfil mais alto que o da Lead. Vai colaborar com o conforto, já que terá como absorver melhor as imperfeições.

5 – Ergonomia
O joelho fica numa boa distância do anteparo frontal.

6 – Partes pintadas
Peças bem divididas no conjunto, facilitando a substituição por áreas danificadas no uso diário.

7 – Mecânica
Robusta e simples. Fácil e baixa manutenção.

8 – Consumo
Com declarados 52 km/l vai ficar difícil não ser racional.

9 – Design
Até pode não ser uma unanimidade, mas acompanha as tendências mundiais com esportividade.

10 – Sistema freio
Muito eficiente para o porte do veículo e sendo combinado. Oferece uma frenagem bem equilibrada.

11 – Ciclística
Veículo muito simples para manobras.

12 – Preço
Totalmente dentro do mercado. É uma excelente opção para quem procura um veículo de entrada de baixo valor agregado.

– NÃO GOSTAMOS

1 – Pedaleiras para o garupa
Formato desconfortável e dependendo do calçado, tende a jogar o pé para fora.

2 – Bagageiro
Colocaram alças para o garupa.Pelo pouco espaço sob o banco seria mais apropriado estar equipado com um suporte para acomodar o bagageiro.

3 – Espaço sob o banco
Plausível para o mercado, mas não tem como não comparar com o da Lead.

4 – USB
Nos dias de hoje é fundamental para carregar celulares.

*Análise: João Tadeu Boccoli , do scooterista / Pitacos do Vovô, especial para o MinutoMotor

 

Honda Elite 125 – Especificações técnicas
Tipo: OHC, Monocilíndrico 4 tempos, arrefecido a ar.
Cilindrada: 124, 9 cc
Potência Máxima: 9,34 CV a 7500 rpm
Torque Máximo: 1,05 kgf.m a 6000 rpm
Transmissão: Tipo V – MATIC
Sistema de Partida: Elétrica
Diâmetro x Curso: 52,4 x 57,9 mm
Relação de Compressão: 9.8 : 1
Sistema Alimentação: Injeção Eletrônica PGM-FI
Combustível: Gasolina
Tanque de Combustível: 6,4 litros
Óleo do Motor: 0,8 litro
Chassi: Monobloco (underbone)
Suspensão Dianteira/Curso: Garfo telescópico/ 90 / 80 mm
Suspensão Traseira/Curso: Monoamortecida/ 70 / 70 mm
Freio Dianteiro/Diâmetro: A disco / 160,8 mm / 190 mm
Freio Traseiro/Diâmetro: A tambor / 130 mm
Pneu Dianteiro: 90/90 -12
Pneu Traseiro: 100/90 -10
Comprimento x Largura x Altura: 1735 x 689 x 1118 mm
Distância entre eixos: 1223 mm
Distância mínima do solo: 133 mm
Altura do assento: 772 mm
Peso Seco: 104 kg

LEVORIN FAZ 75 ANOS E AMPLIA LINHA DE PNEUS PARA SCOOTERS

Para comemorar os 75 nos da empresa e ampliar sua participação no segmento moto, a Levorin – que hoje pertence ao grupo Michelin – apresentou uma nova linha de pneus para scooter, que atente a diversos modelos entre 100 a 300cc. Com design moderno, o novo pneu Matrix Scooter é um produto que pode ser usado sem câmara que foca no conforto da pilotagem, unindo aderência e segurança na frenagem em pista molhada. Isso em virtude desenho com sulcos em aclive para melhorar o escoamento de água.Há dez medidas disponíveis ao consumidor no varejo, cobrindo 95% do segmento scooter. Para os pneus dianteiros, as medidas são: 3.50-10, 90/90-10, 90/90-12, 90/90-14, 110/70-13, 110/70-16. E para os pneus traseiros: 100/90-10, 130/70-13, 100/90-14, 130/70-16. Para exemplificar, o novo pneu Matrix Scooter pode ser usado nos modelos Suzuki Burgman (90/90-10 e 100/90-10), Honda Lead (90/90-12 e 100/90-10), Yamaha NMax (110/70-13 e 130/70-13), Honda PCX (90/90-14 e 100/90-14) e até no Dafra Citycom 300i (110/70-16 e 130/70-16).“Retomamos o nome Matrix, referência em motos, oferecendo pneus para scooters de 100 a 300cc com design moderno e esportivo. A novidade chega para completar nosso portfólio de produtos com novas tecnologias, qualidade e confiança”, afirma Francis Ferreira, presidente da Levorin.