CHEVROLET CORVETTE GANHA LIVRO DA EDITORA ALAÚDE

Lançado em 1953, o Chevrolet Corvette é um dos superesportivos mais icônicos e desejados de todos os tempos, com uma trajetória que transcende a da própria indústria automotiva. O sucesso deste modelo lhe rendeu diferentes versões, motores, transmissões e edições especiais, conquistando uma legião de adoradores no Brasil e no mundo.

Ricamente ilustrado com fotos raras dos arquivos da própria General Motors e, ainda, com imagens deslumbrantes dos modelos mais modernos, esta obra de arte nos leva por uma incrível viagem por toda a história desse clássico do automobilismo, contando desde os detalhes do desenvolvimento do projeto até as inúmeras curiosidades e dados técnicos das diferentes gerações do veículo.

O texto foi produzido pelo jornalista Fernando Miragaya atua há mais de 20 anos como colaborador nas principais publicações e sites especializados do país. Parabéns a Alaúde pela iniciativa; ao colega Miragaya pela pesquisa e textos e também aos colegas da GM.

FICHA TÉCNICA:

Título: Clássicos Esportivos – Corvette
Autor: Fernando Miragaya
Formato: 18 x 18 cm
Nº de Páginas: 108
Edição: 1ª, 2018
Acabamento: capa dura, colorido
ISBN: 978-85-7881-571-4
Preço: R$39,90

SALÃO DO AUTOMÓVEL: BALANÇO E HARD NEWS

O melhor salão da história

A aposta dos organizadores do Salão do Automóvel em enfatizar a experiência para os visitantes da 30a edição deu certo. Uma prova disso foi o número aproximado de 742 mil pessoas que visitaram o São Paulo Expo desde o último dia 8. O evento apresentou marcas grandiosas como os 66 modelos lançados, 45 mil test drives, mais de 1.200 atividades interativas, mais de 540 veículos em exposição e aproximadamente 100 eventos paralelos, com destaque para a inédita Arena New Mobility. As montadoras aproveitaram o evento para apresentar seus modelos elétricos e lançamentos, como foram os casos do Audi e-Tron, Chevrolet Bolt, Nissan Leaf e Renault Zoe.

O tema Mobilidade foi amplamente debatido na Arena New Mobility, que recebeu mais de 130 palestrantes, entre eles jornalistas, representantes de empresas, start-ups e referências do setor, que abordaram diversos temas referentes ao futuro da mobilidade urbana. O projeto foi decisivo para o retorno da Bosch ao Salão do Automóvel depois de 24 anos e apresentou o espaço ao lado de patrocinadores como CBMM, Discovery, Goodyear e Smarters.
Ao entrar no pavilhão do São Paulo Expo, o público viu de perto as principais novidades de Audi, BMW, CAOA Chery, Chevrolet, Chrysler, Dodge, Ferrari, Fiat, Ford, Honda, Hyundai, Jeep, KIA, Lamborghini, Lexus, Lifan, Maserati, Mercedes-Benz, Mini, Mitsubishi, Nissan, Porsche, Renault, Rolls Royce, Subaru, Suzuki, Toyota, Troller e Volkswagen. Além das montadoras, o total de expositores foi 25% maior em relação à edição de 2016.

Juntas, as montadoras apresentaram 66 novos modelos para o público, comprovando a importância do Salão do Automóvel para o setor no País. Os modelos elétricos e híbridos, tendências mundiais, foram amplamente explorados pelas montadoras. As empresas também aproveitaram a ocasião para reforçar a importância desse portfólio, destacando também os modelos autônomos. O que se viu foi uma verdadeira exposição de supermáquinas mas também de modelos que cabem no bolso do brasileiro.

Gringo no pedaço

A paixão do brasileiro por carros icônicos coloca o novo Chevrolet Camaro como uma das principais atrações do Salão Internacional do Automóvel de São Paulo. É a primeira aparição do modelo fora dos Estados Unidos. O superesportivo é apresentado no Brasil na versão SS cupê e conversível com aperfeiçoamentos na performance do motor 6.2 V8 de 461 cavalos, associado à nova transmissão automática sequencial de 10 velocidades com função “launch control”, para arrancadas bruscas com a máxima eficiência. O novo Camaro se diferencia também pelo design mais imponente e esportivo. A nova geração do “muscle car” deve chegar ao mercado brasileiro no início de 2019.

Pelas costas

O Ford EcoSport passou recentemente por uma profunda renovação de conteúdo, com a introdução do motor 1.5 Ti-VCT de três cilindros, da nova transmissão automática e da central multimídia Sync 3. A marca norte-americana revela agora o próximo passo para completar a transformação de seu SUV compacto: o lançamento de uma versão sem o estepe afixado na tampa do porta-malas. O futuro modelo de produção, que será a versão Titanium do EcoSport, é uma das atrações da Ford no Salão de São Paulo. O modelo projetado e desenvolvido no Brasil será o primeiro da categoria a adotar o “Run Flat Tire”, um pneu que roda até 80 quilômetros com pressão zero.

Balão de ensaio

A Kia Motors destaca em seu estande no Salão de São Paulo o SUV compacto Stonic, desenvolvido sobre a plataforma do hatch Rio. Apesar de estar exposto na mostra paulistana, o Stonic foi projetado para o mercado europeu e não deve ser lançado no Brasil. A intenção da marca sul-coreana é testar as reações do público sobre o carro pois está projetando um modelo similar para o nosso país. Embora a Kia guarde os detalhes sobre o futuro utilitário esportivo a sete chaves, comenta-se que poderá utilizar a plataforma do Cerato, com porte um pouco maior em relação ao Stonic e mais espaço interno.

SUV e cupê

O novo Audi Q8 é uma das estrelas da marca alemã no Salão Internacional do Automóvel de São Paulo. O modelo tem a proposta de combinar a elegância de um cupê de quatro portas de luxo à versatilidade de um SUV de grande porte. Interior com dimensões generosas e compartimento de bagagens variável, sistema operacional de última geração, suspensão tecnológica, sistemas de assistência inteligentes e tração integral permanente quattro caracterizam a personalidade do Q8. Para o nosso mercado, o novo Q8 será equipado com motor 3.0 TFSI (turbo) com 340 cavalos de potência, associado à transmissão tiptronic de 8 velocidades.

Novo A

A Mercedes-Benz promete muita modernidade em termos de interface com o usuário na quarta geração do Classe A. O modelo chega ao Brasil nas configurações hatch e sedã e conta com motor 2.0 turbo de quatro cilindros com 224 cavalos de potência. Previsto para chegar ao mercado em 2019, o novo Classe A está sendo exposto no Salão de São Paulo. É o primeiro modelo da marca alemã a contar com o sistema de multimídia MBUX. A plataforma tem um “cockpit” de duas telas integradas com reconhecimento de voz, acessível por meio das palavras-chave “olá”, “oi ou “e aí?”, seguidas por “Mercedes”.

Game não virtual

A Hyundai mostra pela primeira vez fora da Europa e dos Estados Unidos o conceito N 2025 Vision Gran Turismo, modelo que antecipa o futuro dos veículos de alto desempenho da fabricante sul-coreana. O carro está exposto no Salão do Automóvel de São Paulo e servirá também como “padrinho” da HB20 Motorsports, categoria que está sendo lançada no evento paulistano, com estreia em 2019. Criado a partir da série de jogos Gran Turismo Sport do PlayStation, o N 2025 se inspira na aeronáutica e nos testes feitos no “Rogers Dry Lake”, no qual pilotos e astronautas treinavam para viagens ao espaço, como no filme Os Eleitos.

Losango com caçamba

Ainda sem data para estrear como veículo de produção, a picape média Alaskan está sendo mostrada pela Renault no Salão de São Paulo como conceito. O novo modelo da fabricante francesa será construído na Argentina, ao lado das “irmãs de plataforma”, a Nissan Frontier e a Mercedes Classe X, prevista para chegar ao mercado no próximo ano. O “protótipo” da Alaskan mostrada em São Paulo é equipada com o mesmo motor 2.3 diesel biturbo de 190 cavalos e o câmbio automático de 7 velocidades da Frontier, vendida há mais de duas décadas.

Dragão SUV

A Lifan Motors se apresenta no Salão de São Paulo com uma linha completamente renovada de veículos, incluindo três SUVs e uma minivan. Os seis anos de atuação no mercado brasileiro e os quatro modelos exibidos na mostra paulistana atestam o novo patamar de qualidade alcançado pela fabricante chinesa. A principal atração da marca asiática em São Paulo é o X70, modelo que terá a missão de disputar espaço no competitivo segmento dos SUVs. O utilitário esportivo da Lifan tem motor 2.0 de quatro cilindros que desenvolve 140 cavalos e 18,9 kgfm de torque.

Presença brasileira

Fabricante nascida em São José dos Campos/SP, a D2D Motors confirma no Salão de São Paulo a construção de sua planta na cidade de Linhares, no Espírito Santo, com investimento de R$ 30 milhões na primeira fase do projeto. Na mostra paulista, a marca brasileira destaca o mini carro Sky, exposto como protótipo na edição de 2016 do Salão de São Paulo. O Sky utiliza motor fornecido pela Chery. “O carro tem muitos diferenciais para o segmento. O projeto se concentra no design e na qualidade de acabamento”, afirma Eduardo Eberhardt, idealizador e presidente da D2D Motors.

Na pista

Já vem de longe na história dos grandes salões automotivos: se a Ferrari está presente na mostra, ela é a grande estrela. No Salão de São Paulo, não é diferente. Desta vez, a “prima donna” é a 488 Pista. A máquina da Casa de Maranello tem motor 4.0 V8 com 720 cavalos de potência, que faz o “bólido” vermelho acelerar de zero a 100 km/h em apenas 2,8 segundos e chegar aos 340 km/h, números similares aos de outra grande atração da mostra, o McLaren Senna. Mas, não tem jeito. Não há visitante do evento que não pare em frente à Ferrari 488 e não “babe” um pouco.

 

Texto: Daniel Dias  /  Fotos: Humberto Monteiro Pereira / Agência AutoMotrix e Divulgação

TESTE: MINI COUNTRYMAN ALL4 FOI FEITO PARA ACELERAR

Clássico e ao mesmo tempo moderno, o grande diferencial do Mini John Cooper Works Countryman ALL4 não é seu design arrojado de formas robustas, mas sim o motor, considerado o mais potente já instalado em um modelo da marca britânica – que hoje é controlada pela alemã BMW. O propulsor 2.0 l de quatro cilindros turbo entrega generosos 231 cv de potência máxima. Além de tração integral e câmbio automático de oito velocidades. Com preço sugerido de R$ 219.990, a versão mais esportiva da linha Mini é para quem gosta de dirigir e acelerar forte.

O Countryman ALL4 adotou um bom pacote tecnológico que conta com controles de tração dinâmico (DTC) e de bloqueio eletrônico do diferencial (EDLC). Além disso, o carro traz freios Brembo, central multimídia com tela touch de 8,8 polegadas, sistema de navegação, áudio da grife Harman-Kardon, função Start/Stop e teto solar panorâmico.
Ao entrar no carro, o banco ‘concha’ abraça o motorista. Ou seja, o condutor fica colado ao assento, mesmo nas mudanças mais radicais de direção – só faltou o cinco de cinco pontas.

Então chegou a hora de dar o ‘start’. O botão que dá vida ao carro fica no console central (já que o All4 conta com chave presencial). De cara, o carro urra. O som do motor que sai do escape duplo é, ao mesmo tempo, ‘rouco’ e grave – um misto de Rod Stewart e Joe Cocker. A melodia instiga o motorista a pisar com vontade no acelerador. Segundo a marca, o novo Mini John Cooper Works Countryman ALL4 vai de zero a 100 km/h em 6,5 segundos e a velocidade máxima é superior a 230 km/h.

Modos de pilotagem

O crossover inglês oferece três perfis de condução: Sport, Mid e Green. Dependendo do modo escolhido, o carro pode alterar a rigidez do pedal do acelerador e da direção, as características do câmbio, assim como o controle dinâmico da suspensão.

Rodar com transmissão automática tradicional (Drive) é a melhor opção para encarar o trânsito carregado dos centros urbanos. Melhor ainda se o motorista selecionar opção Green, que otimiza o consumo de combustível, porém deixando as respostas do veículo mais lentas (ou mais racionais). Neste modo de condução a tração integral é desacoplada entre 50 km/h e 160 km/h, assim que o motorista tira o pé do acelerador. Já o modo Mid tem foco no conforto e também na eficiência.

Se você quer emoção, desloque a alavanca de câmbio para baixo e para a esquerda. Na posição Sport as trocas de marchas poderão ser feitas via paddle shift, alavancas que ficam atrás do volante, que garante trocas de marchas mais rápidas e emocionantes – tipo Stock Car ou Formula1. Neste modo de pilotagem até a calibragem dos amortecedores – mais rígida – favorece uma condução mais agressiva.

Como roda o esportivo

Entre aceleradas vigorosas e trocas de marcha rápidas, a potência máxima chega já a apenas 5.000 rpm. Com a subida de giro do motor o carro ganha velocidade rapidamente. Outro destaque fica por conta do torque – 35,7 kgfm, disponível a partir de 1.450 rpm. Traduzindo: muita força nas arrancadas e retomadas.
Dinamicamente, o Mini John Cooper Works Countryman ALL4 oferece estabilidade em curvas e rápidas desacelerações.

Para obter a menor perda de aderência, esse esportivo da Mini conta até com controle de largada.
Aliás, a tração integral ALL4 também garante estabilidade em situações adversas. Ela está acoplada ao controle dinâmico de estabilidade (DSC), que é responsável por oferecer respostas vigorosas. Para melhorar o desempenho do carro, os sistemas eletrônicos distribuem torque entre as rodas dianteiras e traseiras. Em média, o clássico esportivo da Mini faz 6 km/l, conforme o computador de bordo.

Suspensão e freios

O sistema de suspensão MacPherson (D) e Multi-link (D) – oferece uma posição elevada do veículo em relação ao solo – trabalha de forma bastante precisa, absorvendo bem as imperfeições do piso, mesmo com o uso de rodas aro 19 polegadas, calçadas com pneus de perfil esportivo (225/45). Em uso esportivo e com ajuda da tecnologia embarcada, a suspensão apresentou mais firme.

Superdimensionado, o sistema de freios fabricados pela grife italiana Brembo traz discos ventilados de pinça fixa e quatro pistões nas rodas dianteiras. As pinças foram pontadas em vermelho e ganharam o logo John Cooper Works.

O bom desempenho do carro se dá graças a transmissão automática Steptronic – com mais emoção por mio do paddle shift –, mas também ao baixo centro de gravidade e a suspensão bem acertada que gruda o carro no chão praticamente em todas as situações. Resumindo: potência com controle máximo. O Mini John Cooper Works Countryman ALL4 não é um Porsche 911, mas não deixa de ser um carro muito divertido de dirigir.

Fotos: Renato Teixeira / MinutoMotor

CB 400: UMA MOTO – LITERALMENTE – DE COLEÇÃO


Entre amostras de tecido, moldes, manequins e talões de pedido, Evandro Luiz de Souza Baptista tem uma paixão especial por rodas e motores. Desde a infância, o comerciante do ramo do vestuário feminino tinha em seu imaginário pilotar carros de corrida. Na fase adulta Evandro conseguiu realizar parte de seus sonhos acelerando um kart em Interlagos (SP), circuito no qual ganhou algumas provas amadoras.

Fã de carteirinha de Ayrton Senna que, aliás, morou no mesmo bairro (Horto Florestal, extremo da Zona Norte de São Paulo), Evandro acompanhou todos os passos do vizinho campeão. “Ele era um piloto diferenciado, dono de um estilo único. Senna impressionava por sua dedicação e postura positiva frente às adversidades”. Mas o que Ayrton e Evandro têm em comum? A paixão pela velocidade e pelas motos. No caso do comerciante, uma Honda CB 400 1981 impecavelmente “zerada”! 


Em função da correria do dia a dia, do excesso de trabalho e por sua paixão por carros, especificamente pelos Fiat Uno 1.5R e Tempra Style Turbo, sedã que está na família desde 1.995 -, a CB 400 ficou parada por dois períodos, que totalizaram 12 anos de hibernação. Hoje, com exatos 27.240 quilômetros rodados, a primeira grande moto do brasileiro traz o visual – e a aura – de uma unidade que acabou de sair da linha de montagem.

A pintura é reluzente e os adesivos estão intactos. Por cima do polimento do motor, a CB ganhou uma demão de verniz, que protege e dá mais vida ao propulsor de dois cilindros, de ‘impressionantes’ 40 cavalos de potência máxima. Detalhe: os parafusos foram zincados para não enferrujar. Recentemente a moto ganhou pneus novos. “A CB nunca foi restaurada, apenas cuidamos de sua estética e fizemos uma completa manutenção mecânica. Nível máximo de conservação para dar aquelas voltinhas de final de semana”, comemora o comerciante de 57 anos.


Na garagem da casa dos Baptista, a moto saiu do estado de inércia e ganhou vida já na segunda ‘pedalada’. O motor propagou um som médio, ritmado, sem bater válvulas. A moto está com o Evandro desde que saiu da concessionária. O próximo passo será reunir a papelada para garantir a placa preta, indicada para veículos fabricados há mais de 30 anos e que conserva suas características originais de fabricação.

Mas a paixão pela máquina está sempre na memória do paulistano que levava o modelo, literalmente, para passear. “Eu colocava a moto na carreta para curtir a viagem de carro e lá, no destino, aproveitava para fazer passeios curtos de CB em companhia da minha esposa Cibele”, conta quase que gargalhando, lembrando das aventuras por Monte Verde (SP) e Guarapari (ES). “A moto saia de frente e de traseira no barro e na areia”.


Tamanho natural e miniatura – Para formar dupla com a Honda CB original de fábrica, o comerciante uniu seu outro hobby: o de colecionar de miniaturas. Há pouco tempo o comerciante fez uma encomenda para Claudio Antonio da Silva, da Claus Miniatura, modelista de Minaçu, interior de Goiás (GO).

Em escala 1:12, a mini CB 400 de Evandro traz riqueza de detalhes. Tanque, rabeta, farol, escapamentos, além da cor. Tudo igual ao modelo de tamanho original. “Depois da encomenda, a motinho demorou quase três meses para chegar. Fiquei preocupado, mas valeu a espera, já que a miniatura feita em resina de forma artesanal é muito bem acabada”, explica o comerciante de São Paulo.

Ayrton, Ayrton, Ayrton Senna do Brasil!!! – Além da CB 400, a Evandro Baptista tem um santuário na parte superior de sua casa no qual guarda algumas recordações do tempo do kart – fotos e troféus – e 204 miniaturas, exemplares de marcas europeias, norte-americanas, japoneses, modelos dos anos 1930, clássicos nacionais, esportivos e, é claro, uma coleção completa de carros pilotados pelo ídolo Ayrton Senna.

São 22 réplicas, desde a Mercedes C190 até a Willians, passando pelo kart e também pelas equipes Toleman, Lotus e os carros campeões da McLaren. Oito miniaturas em tamanho 1:18 e mais 14 em escala 1:43. A coleção começou em 1992 com os populares “carrinhos de ferro” da Matchbox.


Seja em tamanho real ou em miniatura, “a CB 400 era o sonho de consumo, um marco da indústria nacional. Aliás, sonho para poucos. O modelo Honda carregava status, glamour. Época de um motociclismo romântico. Comparando, seria como comprar hoje modelos de luxo da BMW, Harley ou Triumph”, finaliza, saudosista, Evandro Baptista, que se diz um apaixonado pelo ronco dos motores de três cilindros da marca inglesa.

FOTOS: Renato Teixeira

AUDI TT RS: EMOÇÃO DE 0 A 100 KM/H EM 3,7 SEGUNDOS

Ser rico pode gerar uma série de complicações na vida de uma pessoa. Mas também traz lá as suas vantagens. Uma delas é poder cometer extravagâncias normalmente inacessíveis às criaturas comuns. Como comprar um Audi TT RS, por exemplo. A versão mais esportiva do charmoso cupê da marca das quatro argolas é empurrada por um poderoso motor 2.5 de cinco cilindros turbinado que gera 400 cavalos, gerenciados por um câmbio automatizado de dupla embreagem com sete marchas e com tração integral Quattro. O conjunto mecânico permite ao carro fazer de zero a 100 km/h em apenas 3,7 segundos. A velocidade máxima do cupê alemão é de 250 km/h, limitada eletronicamente. O preço sugerido é de R$ 424.990, em versão única. Se o comprador achar que ter um Audi TT RS não é exclusividade suficiente, há a possibilidade de optar pela a cor Lime Green, um tom cítrico oferecido pelo programa Audi Exclusive e que acrescenta R$ 30 mil ao preço do cupê, totalizando R$ 454.990. O cliente pode personalizar também outras características, como costuras, detalhes de acabamento interno e revestimentos.

Por ser um carro exclusivo, demora cerca de 5 meses para chegar ao país. Se a ideia é ser um milionário extravagante, tal exclusividade pode valer o preço adicional e a espera. Mas, para ricos que preferem um estilo mais discreto, a tonalidade Lime Green definitivamente não seria a escolha mais adequada.
Em fevereiro, quase três anos após o lançamento da geração atual do TT, a Audi finalmente trouxe a versão RS para o mercado brasileiro. A sigla vem de Rennsport (automobilismo, em alemão). Ou seja, a RS é a versão do TT com mais identificação com as pistas de corrida. O motor 2.5 com cinco cilindros em linha tem 20 válvulas de abertura variável com duplo comando e injeção direta e indireta de combustível. Entrega não apenas brutais 400 cavalos de potência, mas igualmente impressionantes 49 kgfm de torque, em uma ampla faixa de 1.700 a 5.850 rpm. A potência específica é de excelentes 161,3 cavalos/litro e, como o carro pesa 1.440 quilos, a relação peso/potência é de 3,6 kg/cavalo. Para cativar também a audição, o botão RS ajusta o som emitido pelo escapamento de acordo com a rotação do motor.

A tarefa de gerenciar o motor fica com o conhecido câmbio S Tronic robotizado de dupla embreagem com 7 marchas, que proporciona trocas comandadas por meio de borboletas junto ao volante. A tração é a tradicional Quattro, com distribuição eletrônica inteligente por meio de vetorização de torque. Segundo a Audi, a potência é transmitida para cada roda de acordo com a necessidade, o que melhora a dirigibilidade e a segurança.
Mas nem só de um “powertrain” poderoso se faz um grande cupê esportivo. O visual é um ingrediente fundamental nesse gênero de carro. E o TT RS exibe um desenho sedutor de esportivo, mas com uma “pegada” extremamente elegante. A grade frontal tem acabamento em preto brilhante e moldura em aço escovado. O para-choque conta com duas grandes tomadas de ar laterais e um defletor também em aço escovado ajuda a ressaltar a esportividade – como se isso fosse necessário. Os faróis de leds e os quatro anéis da Audi na tampa do motor completam o aspecto moderno, mas sem exageros espalhafatosos.
Contudo, a principal característica visual do mais poderoso dos TT é mesmo o vistoso aerofólio traseiro.

Na parte inferior, o difusor contribui para aumentar a estabilidade do cupê em altas velocidades. As lanternas exclusivas da versão usam diodos de emissão de luz orgânicos (OLEDs, sigla do termo inglês Organic Light-Emitting Diodes). Os OLEDs podem fornecer luminosidade mais nítida e brilhante e usam menos energia do que os diodos emissores de luz (os leds) convencionais. Junto aos escapamentos com ponteiras ovais e acabamento em preto brilhante, formam um dos mais harmônicos conjuntos traseiros da atual safra automotiva. No perfil, além do belo visual inerente aos cupês e da clássica tampa de combustível – similar às dos carro de competição e que acompanha o TT desde seu lançamento, há duas décadas –, se destacam as parrudas rodas de 19 polegadas exclusivas da versão, que deixam ver os enormes freios a disco ventilados e perfurados.

Por dentro, a principal diferença do RS em relação ao restante da linha TT está no volante. Semelhante ao adotado no R8, traz o botão de partida e o acionamento dos modos de condução embutidos no aro. De resto, as formas do painel e de todo o habitáculo são bem parecidas com as dos outros TT, acrescidas de costuras vermelhas, peças em plástico reforçado com fibra de carbono e couro Alcantara que completam o pacote de acabamento RS.
Em resumo, o TT RS é um “brinquedo de rico” que beira o meio milhão de reais. Para quem tem realmente muito dinheiro, é fã do design arrebatador do cupê da Audi e busca esportividade com exclusividade, é um prazer que o dinheiro pode comprar. Para alguns afortunados, isso já é mais do que suficiente para justificar uma compra. Sorte deles!

Experiência a bordo – Na medida certa

Quando as portas do TT RS são abertas, o nome “Audi Sport” aparece projetado no chão. Uma vez lá dentro, nota-se que o cupê acomoda bem duas pessoas e permite ao motorista dirigir como se estivesse em um cockpit. Os bancos de couro são extremamente aconchegantes. O quadro de instrumentos, chamado pela marca de Audi Virtual Cockpit, é de série e fornece todas as informações relevantes em uma tela LCD de 12,3 polegadas, diretamente no campo de visão do motorista, sobre o volante. É possível selecionar os modos de visualização. No modo Sport, por exemplo, o conta-giros fica centralizado e outros mostradores ligados à performance surgem dos dois lados. Se o motorista preferir, a telona de 12,3 polegadas pode exibir o mapa do navegador GPS. O volante com base achatada é revestido de couro Alcantara, e o carro ainda conta com equipamento de som Bang & Olufsen e sistema multimídia com memória interna para 10 GB, compatível com Android Auto e Apple CarPlay.
A bordo, apesar do espaço restrito inerente aos cupês esportivos, não falta conforto e sofisticação, com acabamentos primorosos que incluem couro e revestimentos em fibra de carbono. Levar qualquer pessoa com mais de 12 anos nos dois pequenos bancos traseiros deve ser evitado. Funcionam mais como um porta-malas adicional. Já para quem ocupa os dois envolventes bancos frontais, ambos com múltiplos ajustes, a ergonomia é ótima. O TT RS ainda oferece confortos como memórias para os ajustes dos bancos, ar-condicionado automático individual e o lúdico Audi Drive Select – que possibilita ajustar direção, suspensão e as respostas do motor para diferentes estilos de condução. Em termos de porta-malas, os dos cupês esportivos costumam ser muito pequenos. O do TT RS nem é dos menores, contudo leva só 305 litros.

Impressões ao dirigir – De parar o trânsito

Pessoas que acham que atrair a inveja alheia pode atrapalhar suas vidas devem evitar desfilar por aí com um Audi TT RS – principalmente no incomum tom Green Lime. O carro funciona como um verdadeiro “ímã de olhares”. Para quem não pertence à nobreza britânica, não é galã de Hollywood ou “pop star” da música e nem ao menos um mega-astro do esporte, é até divertido ter a experiência de ver como é atrair todas as atenções onde quer que se esteja. Alguns passantes se esforçam, porém é impossível ostentar indiferença ao cruzar com o esportivo da Audi. A estupefação generalizada é tamanha que pode ser perigosa e provocar acidentes – alguns motoristas simplesmente não conseguem tirar os olhos do carro e esquecem de olhar para a frente.
Logo na primeira pisada no acelerador, fica evidente que as letras RS não estão no carro por acaso. A denominação das versões mais esportivas dos Audi marca uma série de atributos especialmente aprimorados. Um deles é a suspensão. O Audi TT RS proporciona performances arrebatadoras em estradas sinuosas, onde a rápida aceleração e a absoluta firmeza do conjunto se harmonizam com a tração Quattro, que entrega a potência necessária às rodas. O cupê tem pneus muito largos, que ajudam a manter a aderência nas curvas. As frenagens contam com discos ventilados e perfurados na dianteira e sólidos na traseira. São de uma precisão fora do comum.


O volante tem dois botões na parte de baixo – à direita, fica a ignição, e à esquerda, o Drive Select, com os modos Comfort, Auto, Dynamic e Individual. No Dynamic, a divisão automática de tração entre os eixos traz o carro para dentro da tangência da curva, e a rolagem da carroceria parece ter sido abolida. As trocas podem ser automáticas ou manuais, por meio da alavanca ou das borboletas. São sempre muito ágeis, mérito do câmbio S-Tronic de 7 marchas, com dupla embreagem. Um botão no console serve para selecionar o som do escapamento como esportivo ou normal. No modo esportivo, o ronco grave e “embaralhado” do motor, acompanhado de estampidos secos que saem das ponteiras duplas, lembra bastante o dos carros da Fórmula-1. É tão alto que chama atenção de todos os viventes no entorno – como se tal coisa fizesse sentido no veículo em questão.
Na estrada, basta pisar um pouco mais forte com o pé direito para a marca de 200 km/h aparecer no velocímetro. E é nas altas velocidades que o Audi TT RS mais se sente “em casa”, com um comportamento dinâmico irrepreensível. No trânsito urbano, o start-stop desliga o motor quando o carro está parado com o motorista com o pé no freio, para ajudar a conter o consumo do motorzão. No final, a impressão que se tem é que o TT RS é um esportivo que se passa sem dificuldades por um superesportivo com mais de 500 cavalos – que são modelos com preços bem mais “salgados” que o do TT RS.

TEXTO: Luiz Humberto Monteiro Pereira / Agência AutoMotrix    FOTOS: Luiza Kreitlon / Agência AutoMotrix

Ficha Técnica

Audi TT RS Coupé 2.5 TFSI Quattro

Motor: Dianteiro, transversal, gasolina, 5 cilindros em linha, 2.480 cm³, 20 válvulas, turbocompressor, injeção direta e indireta
Potência: 400 cavalos entre 5.850 rpm e 7.000 rpm
Torque: 49 kgfm entre 1.700 e 5.850 rpm
Câmbio: automático sequencial, sete marchas, dupla embreagem
Tração: integral Quattro
Direção: Elétrica
Suspensão: McPherson (dianteira) e Multilink (traseira)
Freios: Discos ventilados (dianteira e traseira)
Pneus: 245/35 R19
Dimensões
Comprimento 4,19 m
Largura: 1,83 m
Altura: 1,34 m
Entre-eixos: 2,50 m
Tanque: 55 litros
Porta-malas: 305 litros
Peso: 1.440 kg
Central multimídia: 12,3 polegadas, integrada ao quadro de instrumentos, não é sensível ao toque
Preço básico: R$ 424.990
Carro avaliado (na cor Green Lime): R$ 454.990

SHELL V-POWER DISTRIBUIRÁ 5 MIL INGRESSOS PARA A PORSCHE CUP

A próxima etapa da Porsche Cup, que acontece no próximo sábado, 28 de julho, em Interlagos (SP), vai proporcionar um momento inesquecível. Além dos pilotos que disputam a competição, a pista receberá um grupo diferente de motoristas: proprietários de Porsche que se inscreveram e abasteceram com Shell V Power Racing ganharam o direito de acelerar na lendária pista do autódromo paulistano. É a segunda vez que esta ação é realizada pela marca. A prova será inédita em diversos aspectos. Além da ação de ativação da marca com a participação dos consumidores, as arquibancadas estarão, pela primeira vez, abertas ao público. E para marcar a ocasião, a marca Shell vai distribuir 5 mil ingressos em postos de combustíveis em São Paulo para clientes Shell V-Power.

O objetivo desta ação visa integrar à jornada do cliente e oferecer experiências cada vez mais prazerosas e descomplicadas em sua rotina. Exemplos delas são as edições do maior cinema ao ar livre do mundo – o Shell Open Air, no Rio e em São Paulo; as inovações do Shell Box que facilitam o pagamento nos postos e os novos modelos de Lojas de Conveniência Shell Select. Esta ação em Interlagos, om a Porsche Cup, é mais uma forma de aproximar a marca, única a ter presença expressiva nas principais séries do esporte a motor no mundo, dos apreciadores e amantes de automobilismo. 

Como participar?
Os consumidores que quiserem assistir a ccorrida deve abastecer com qualquer produto da família Shell V-Power nos postos participantes:

GIPIRES POSTO DE SERVICO LTDA AV CASA VERDE, 2971, SAO PAULO, SP
CARLOS ALBERTO PAPACIDERO AV PROF CELESTINO BOURROUL ,34, SAO PAULO, SP
CENTRO AUTO JARDIM MARAJOARA LTDA AV DOM AGUIRRE, 40, SAO PAULO
AUTO POSTO NOVO CAUA LTDA AV PRESIDENTE KENNEDY, 2470, OSASCO
GIGANTE DA IMIGRANTES AUTO P LTDA AV PROF.ABRAHAO DE MORAIS, 1180, SAO PAULO
CENTRO AUTOMOTIVO FIANDEIRAS LTDA AV SANTO AMARO, 1510, SAO PAULO
POSTO NOVA FAMILIA LTDA AV SENADOR TEOTONIO VI, 2089 TERREO, SAO PAULO, SP
AUTO POSTO ESTONIA LTDA AV DAS NACOES, 826, SANTO ANDRÉ, SP
AUTO POSTO ESTONIA 2 LTDA AV DOS ESTADOS, 6943, SANTO ANDRÉ, SP
AUTO POSTO ESTONIA 3 LTDA RUA SANTA FILOMENA, 751, SAO BERNARDO DO CAMPO, SP

EQUIPES RED BULL F1 TERÃO MOTORES HONDA PARA A TEMPORADA 2019

A Honda e o Grupo Red Bull assinaram um novo acordo no qual a Honda será parceira da Red Bull Racing no fornecimento de motores para os próximos dois anos, a partir do Campeonato Mundial de Fórmula 1 da FIA de 2019. Isso será um adendo ao atual acordo com a Scuderia Toro Rosso. A partir do ano que vem, os dois times da Red Bull – Toro Rosso e Aston Martin Red Bull Racing – irão competir com propulsores Honda, que serão idênticos para as duas equipes.

Takahiro Hachigo, presidente da Honda, afirma que em função de um bom relacionamento com a Scuderia Toro Rosso, “decidimos estender nosso envolvimento com a Fórmula 1 para a outra equipe da família Red Bull, a Aston Martin. Ter duas equipes significa que podemos acessar o dobro de dados de antes. Acreditamos que esta decisão nos permitirá chegar mais perto do nosso objetivo de vencer corridas e campeonatos, construindo duas parcerias fortes “.

“Esta parceria com a Honda sinaliza uma nova era para o Grupo Red Bull na Fórmula 1, com as duas equipes se beneficiando do fornecimento comum coordenado pela Red Bull Technology. Ficamos extremamente impressionados com o comprometimento e o progresso da Honda e compartilhamos as mesmas ambições”, observa Helmut Marko, conselheiro da Red Bull Motorsport.

Já Christian Horner, diretor da Aston Martin Red Bull Racing, disse que após cuidadosa análise e avaliação, “estamos certos de que esta parceria com a Honda é a direção certa para a equipe. Ficamos impressionados com o compromisso da Honda com a F1, com os rápidos passos que eles deram nos últimos tempos com a nossa equipe irmã, a Scuderia Toro Rosso, e com o escopo de sua ambição, que combina com a nossa “, conclui.

MCLAREN E DUCATI: DAS PISTAS PARA AS RUAS

A McLaren, fabricante britânica de carros esportivos de luxo e supercarros, desembarcou no Brasil e abriu as portas de sua concessionária em São Paulo, em 8 de maio. A revenda – que pertence ao Grupo Eurobike, representante de outras marcas Premium no País, entre carros e motos – fica na Vila Olímpia e foi projetada para atender aos exigentes padrões de atendimento da marca. O showroom de cerca de 400 m² exibirá a linha completa de carros de alto desempenho da McLaren, incluindo o novo 720S, assim como os modelos 570S Coupé e 570GT. Os preços variam entre R$ 1,9 milhão e R$ 3,1 milhões.

Está exposto também o McLaren Senna GTR Concept. Apresentado pela primeira vez no Brasil, o carro da família Ultimate Series foi inspirado na longa associação da marca com o tricampeão mundial Ayrton Senna, que conquistou todos seus três títulos mundiais de F1 (1988, 1990 e 1991) ao volante de uma McLaren. O supercarro foi desenvolvido por seu sobrinho e piloto de testes da McLaren Automotive, Bruno Senna (abaixo).

Com chassi em fibra de carbono, o McLaren Senna traz sob o capô um motor V8 biturbo, 4.0 litros, com potência declarada de 789 cv e 82 kgf.m de torque. A aceleração de 0-100 km/h é de apenas 2,8s, isso graças a sua transmissão de sete marchas e tração traseira. O peso deste superesportivo é de 1.198 kg. O preço extraoficial do McLaren Senna GTR gira em torno de R$ 8 milhões. Infelizmente, a ‘Série Senna’ não será vendida no Brasil.

Ferrari sobre duas rodas

Outro exemplo da migração das pistas para as ruas é a Ducati Panigale V4 Speciale, que está à venda no Brasil por R$ 269 mil e chegada prevista para setembro. Com edição limitada de 1.500 unidades produzidas em Borgo Panigale (ITA), apenas três estão disponíveis para o mercado brasileiro. Além do design radical, a superesportiva italiano conta com motor V4, de 1.103 cm3, 226 cavalos de potência, distribuídos em apenas 174 Kg. Ou seja, melhor relação peso-potência da categoria: 1,1 cv/kg. O modelo traz ainda com uma completa tecnologia embarcada.

A filosofia seguida pela equipe de desenvolvimento da Ducati para a Panigale V4 é a mesma que guiou os projetos dos protótipos do MotoGP: a total integração entre motor, chassi e piloto. Ou seja, performance total, porém com o máximo de controle e segurança.

VEJA: NOVO BMW 8 COUPÉ COM MOTOR V8 DE 530 CV

VEJA: NOVO BMW 8 COUPÉ COM MOTOR V8 DE 530 CV

O luxuoso M850i ​​xDrive Coupé foi parcialmente desvendado pela própria BMW. Sob o capô um inédito motor de oito cilindros que produz  530 cv. Para ajudar a usar esta potência de forma “racional”, o carro alemão apresenta dois modos de pilotagem – Sport e Sport +. O novo modelo traz outros destaques: amortecedores eletronicamente controlados, sistema de controle de estabilidade DSC (Dynamic Stability Control) e sistema de tração nas quatro rodas. A configuração padrão é na roda traseira, mas quando o condutor quiser um pouco mais de diversão ele pode bloquear o diferencial e, assim, proporcionar uma tração máxima ao acelerar nas curvas. O BMW 8 Series Coupé estará à venda na Europa já no primeiro semestre. Sua aparição oficial deverá acontecer durante a tradicional “24 Horas de Le Mans”. 

Um baixo centro de gravidade, altos valores de rigidez para a corroeria e suspensão eletrônica formam a base para as novas características de condução do BMW 8 Series Coupé. No caso do M850i ​​xDrive Coupé, tanto a agilidade como o comportamento direto da direção são adicionalmente auxiliados pela direção ativo integral. Além disso, os amortecedores controlados eletronicamente são capazes de fornecer a estabilidade máxima a qualquer momento, mesmo em trechos de superfície irregular ou piso molhado. 

A utilização do V8 teve contribuição decisiva no aumento de performance do BMW M850i ​​xDrive Coupé. O novo propulsor oferece agora 530 cv de potência máxima. Já o torque é de quase 75 Kgf.m, já disponível a 1.800 rpm (força comparável a um caminhão). O motor de oito cilindros está acolado a uma transmissão esportiva Steptronic também de 8 velocidades, com trocas de marchas mais curtas. Dessa forma, o carro pode acelerar de 0 a 100 km/h em menos de 4 segundos. 

“O novo motor V8 oferece exatamente o equilíbrio certo entre desempenho e emoção, que é o que define o novo BMW 8 Series Coupé”, afirma Christian Billig, chefe da Unidade de Integração de Sistemas. “Acima de tudo, o oito cilindros se harmoniza perfeitamente com a transmissão Steptronic. O som do escape esportivo denuncia a entrega de potência do carro. E graças ao BMW xDrive e ao bloqueio ativo do eixo traseiro, o motor sempre transfere potência ideal para uma melhor condução. 

VIDA DE PAUL WALKER GANHARÁ DOCUMENTÁRIO

A vida do ator Paul Walker (Brian O’Conner), da saga de ação “Velozes & Furiosos” morto em 2013 em um acidente de carro, ganhará um documentário que será lançado já no segundo semestre. O longa que tem nome provisório de “I am Paul Walker” irá retratar a carreira e a vida de um dos protagonistas da famosa franquia sobre rodas. O documentário da Paramount Network em parceria com a produtora Network Entertainment promete revelar fatos inéditos sobre vida do ator.

Só por curiosidade, o canal Paramount Network já produziu outros longas retratando a vida de personalidades que marcaram seus nomes na história, entre eles, do ex-presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy; do boxer Muhammad Ali e do ator Bruce Lee.

Paul Walker morreu em 30 de novembro de 2013, aos 40 anos, num acidente de carro no sul da Califórnia (EUA). O Porsche Carrera GT conduzido pelo amigo Roger Rodas – no qual Walker estava no banco do carona – perdeu o controle e bateu num poste e, na sequência, em uma árvore. Ambos morreram no local. Para finalizar o sétimo longa de “Velozes & Furiosos”, a Universal usou computação gráfica e contou ainda com a participação de dois irmãos do ator.