KWID OUTSIDER: O SUV COMPACTO DA RENAULT ESTÁ MAIS DESCOLADO

KWID OUTSIDER: O SUV COMPACTO DA RENAULT ESTÁ MAIS DESCOLADO

A Renault lança o Kwid Outsider, a versão mais descolada e aventureira de seu compacto SUV. O veículo apresenta novidades em design e conectividade. A versão traz de série a nova central multimídia de 7 polegadas (Media Evolution), única do segmento com tecnologia Android Auto e Apple Carplay, que permite usar Spotify, Waze, Google Maps (Android Auto) e reproduzir áudios de Whatsapp na tela touchscreen capacitiva. O Kwid Outsider também recebeu skis frontal e traseiro, barras de teto, proteção lateral, moldura do farol de neblina e calotas na cor preta. Já o interior do veículo apresenta novo revestimento dos bancos com detalhes alaranjados nas portas, volante e câmbio. O Kwid Outsider chega ao mercado brasileiro por R$ 43.990.

Linha Kwid
Com a chegada da versão Outsider, a linha Kwid agora apresenta quatro versões de acabamento: Life, Zen, Intense e Outsider, nas opções de cores Orange Ocre, Branco Marfim, Vermelho Fogo, Branco Neige, Prata Étoile e Preto Nacré. Confira abaixo as os principais itens de série de todas as versões da linha Kwid.

Versão Outsider – R$ 43.990
Barras de teto, skis frontal e traseiro, moldura do farol de neblina, proteção lateral, retrovisores elétricos, calotas na cor preta, detalhes em laranja no volante, câmbio, portas e bancos. Media Evolution com Android Auto, Apple Carplay e câmera de ré, abertura elétrica do porta-malas, rodas Flexwheel e chave dobrável.

Versão Intense – R$ 41.890
Retrovisores elétricos, faróis de neblina cromados, Media Evolution com Android Auto, Apple Carplay e câmera de ré, abertura elétrica do porta-malas, rodas Flexwheel e chave dobrável. Além de diferentes detalhes de acabamento externo e interno.

Versão Zen – R$ 38.790
Direção elétrica, ar-condicionado, travas e vidros dianteiros elétricos, rádio com Bluetooth e entradas USB e AUX.

Versão Life – R$ 33.290
Principais itens de série: rodas 14”, dois airbags laterais, dois airbags frontais, dois Isofix, predisposição para rádio e indicadores de troca de marcha e de condução.

Os diferenciais do SUV
O Kwid é o único veículo do segmento a trazer de série quatro airbags, sendo dois laterais e dois frontais, em todas as versões. São de série também duas fixações Isofix para cadeirinhas infantis e alertas visual e sonoro, além do pré-tensionador dos cintos de segurança dianteiros.
Com 2.423 mm de entre-eixos, o Kwid garante aos ocupantes um excelente espaço interno. No interior do veículo o ocupante do banco traseiro tem o maior espaço para os joelhos do segmento. O mesmo ocorre com o compartimento de bagagem, que acomoda 290 litros e é o maior da categoria. Com banco rebatível chega até 1.100 litros.

Principais características
O Kwid foi primeiro SUV compacto urbano lançado no Brasil. O veículo se destaca pela maior altura do solo (180 mm) da categoria e os ângulos de entrada (24°) e de saída (40°) dignos do segmento SUV.

A linha Kwid está equipada com o motor 1.0 SCe (Smart Control Efficiency) com três cilindros, 12 válvulas, duplo comando de válvulas (DOHC) e bloco em alumínio. A transmissão é manual de cinco marchas. Abastecido com etanol, rende 70 cv de potência a 5.500 rpm e torque de 9,8 kgfm a 4.250 rpm. Com gasolina, são 66 cv a 5.500 rpm e 9,4 kgfm a 4.250 rpm.

Veículo mais econômico do segmento no uso misto, segundo a Renault, o Kwid Outsider faz 14,1 km/l com gasolina e 9,6 km/l com etanol. Na estrada, 14,4 km/l com gasolina e 10 km/l com etanol. No uso urbano, os números são 13,8 km/l com gasolina e 9,8 km/l com etanol.

LÍDER ENTRE OS SUVs, JEEP RENEGADE REEDITA O PACOTE NIGHT EAGLE

LÍDER ENTRE OS SUVs, JEEP RENEGADE REEDITA O PACOTE NIGHT EAGLE

A Jeep retomou o pacote Night Eagle para o Renegade Sport Flex A/T. A versão mais recheada de equipamentos conta agora central multimídia Uconnect de 7” polegadas (tela igual à do Compass Sport) – compatível com Android Auto e Apple CarPlay -, ar-condicionado dual zone e sensores traseiros de estacionamento. O preço sugerido do Renegade Night Eagle é de R$ 92.020 (R$ 85.990 da versão Sport automática básica, mais R$ 4.500 do kit e a adição de mais R$ 1.530 pela pintura metálica: Cinza Antique, Prata Billet e Preto Carbon. )

Na parte visual, o utilitário esportivo adotou pintura preta nas rodas de liga leve aro 17” (de acabamento brilhante), teto, laterais acima das portas e logotipos. Por dentro, o tema “all-black” continua dando o tom em todas as molduras (aros do volante multifuncional, saídas de ar, alto-falantes e base da alavanca de câmbio).

Segundo dados da Fenabrave, entre janeiro a abril já foram
emplacamentos exatas 21.383 unidades do líder Renegade, 3.499 a mais do que o segundo colocado, o Jeep Compass (campeão de vendas em 2017 e 2018). Os dois somados representam 24% do segmento, praticamente um quarto do total de vendas da categoria.

HONDA HR-V TOURING 2020 RETORNA COM MOTOR TURBO DE 173 CV

HONDA HR-V TOURING 2020 RETORNA COM MOTOR TURBO DE 173 CV

A Honda lançará, em junho, a linha 2020 do HR-V, com preço sugerido R$ 139.900. A principal novidade do SUV é o retorno da versão Touring, que chega ao mercado ainda mais completa e com a adoção de equipamentos inéditos como, por exemplo, teto solar panorâmico e motor 1.5 Turbo de 173 cv; além de ganhar um visual mais moderno. Traduzindo: a dianteira traz faróis principais e de neblina Full LED, bem como uma nova grade frontal, com acabamento em black piano. O inédito teto solar panorâmico da versão Touring aumenta a sensação de espaço e luminosidade para os ocupantes dos bancos dianteiros e traseiros.

Na parte traseira, o logotipo “Turbo” e o sistema de escapamento em inox com duas saídas completam o design mais arrojado do SUV topo de linha da Honda. Outro diferencial é que essa versão passa a ter – de acordo com a cor externa – a opção de acabamento na cor cinza claro ou preto para bancos – revestidos em couro – laterais de porta, console central e painel.
Equipado com a tecnologia Smart Entry, o HR-V Touring permite a abertura das portas sem o uso da chave, por aproximação, enquanto o botão de partida torna ainda mais cômoda a operação do veículo. Equipado com sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, câmera de ré – com três modos de visualização – e o exclusivo sistema Honda LaneWatch, o HR-V Touring permite visibilidade total em manobras e durante a condução. Os motociclistas agradecem!

Para quem não sabe, o sistema LaneWatch é composto de uma câmera instalada no retrovisor direito, que amplia o ângulo de visão do motorista além do proporcionado pelo espelho retrovisor, eliminando pontos cegos e projetando essa imagem ampliada no sistema multimídia, ao se acionar a seta, ou mesmo ao pressionar um botão na alavanca. Com isso, o condutor passa a ter muito mais segurança em mudanças de faixa e mais comodidade em manobras. O sistema LaneWatch já era usado no Civic Si.
Para completar, a versão Touring recebe central multimídia de 7 polegadas touchscreen, com conectividade aos sistemas Apple CarPlay e Android Auto, com navegador GPS integrado ao sistema.

Motor turbo de 173 cv
A versão Touring marca a estreia da motorização turbo com injeção direta no HR-V, garantindo alto desempenho e ótima eficiência energética. O motor 1.5 de quatro cilindros traz calibragem específica para o HR-V Touring, já que usa turbo de baixa inércia, injeção direta, variação de tempo de abertura das válvulas de admissão e escape (Dual VTC) e válvula wastegate eletrônica, gerando 173 cv a 5.500 rpm, com o torque de 22.4 kgf.m entre 1.700 rpm a 5.500 rpm.
Este propulsor é acoplado a transmissão continuamente variável (CVT), a mesma adotada no Civic Touring e no CR-V, mas ajustada especificamente para o HR-V Touring, que entrega ampla potência ao longo de toda a faixa de trabalho do motor.

Versões, cores e preços
O HR-V é oferecido em quatro versões, LX, EX e EXL, todas equipadas com o motor 1.8 16V FlexOne de até 140 cv e a renovada versão Touring, com o novo motor 1.5 Turbo, com 173 cv. Em todas as variantes, o HR-V adota transmissão CVT – com simulação de sete velocidades e aletas para trocas de marchas no volante, nas versões EX, EXL e Touring.

O modelo está disponível nas cores: Branco Tafetá (sólido), Prata Platinum, Cinza Barium, Azul Cósmico (metálicos), Branco Estelar, Preto Cristal e Vermelho Mercúrio (perolizados). A versão Touring traz interior na cor cinza nas cores Branco Estelar, Cinza Barium e Azul Cósmico. As demais cores trazem interior com acabamento preto.
HR-V LX: R$ 94.400
HR-V EX: R$ 101.700
HR-V EXL: R$ 111.900

ARGO TREKKING, A VERSÃO AVENTUREIRA DO HATCHBACK DA FIAT

ARGO TREKKING, A VERSÃO AVENTUREIRA DO HATCHBACK DA FIAT

Para quem tem saudade da família Adventure da Fiat, a marca começa a resolver esse problema. Já que seu SUV de verdade, baseado na Toro, deve chegar somente em 2021, eis que eles oferecem uma versão pseudo-aventureira do seu hatchback de entrada: eis o Argo Trekking. Os preços ainda não foram divulgados, mas devem ficar em torno dos R$ 60 mil na versão básica – lembrando que os únicos opcionais são as rodas de liga e a câmera de ré, que devem acrescentar de R$ 2 mil a R$ 3 mil na conta. O Argo Trekking chega no final de abril e tem como principais concorrentes Onix Activ, Ka FreeStyle, HB20X e Sandero Stepway.

Cara de aventureiro
O Argo Trekking tem esse ar de aventureiro urbano. Produto comum para a maioria das montadoras, eles tem cara de SUV, mas coração de carro urbano. No caso do Fiat, ele é baseado na versão Drive 1.3. O motor é o Firefly 1.3 com potência de 109 cv e torque de 14,2 kgfm. A caixa de câmbio é apenas manual de cinco marchas.
Com suspensão elevada e o maior vão livre da categoria (ground clearance) – 210 mm, o novo Fiat Argo Trekking está agora 40 mm mais alto em relação à versão Drive 1.3. Equipado com novos pneus 205/60R15 91H S-ATR WL Pirelli Scorpion (os mesmos modelos que equipam o Jeep Renegade, só que mais estreitos), com banda de rodagem para uso misto e montados exclusivamente para a versão Trekking, proporciona o máximo de desempenho e, mesmo com perfil mais alto, assegura mais conforto e robustez para o veículo, graças ao extenso trabalho de engenharia que revisitou toda a elastocinemática do chassis, passando por molas, amortecedores e até tunning da direção elétrica.

Para completar suas características off road light, voltada para os clientes que desejam sair do asfalto, o Fiat Argo Trekking é o melhor de seu segmento em pisos irregulares, apresentando os mais altos níveis de conforto, mantendo a excelência do comportamento dinâmico do veículo. A nova versão apresenta ainda melhor absorção de impacto e mais segurança em terrenos com baixa aderência, como estradas de terra.

Estiloso
Além de todas as mudanças que foram feitas para que o carro tivesse uma performance e conforto diferenciados na hora de viajar por estradas irregulares, o Fiat Argo Trekking ainda é completo e cheio de estilo, algo muito buscado pelos clientes mais jovens. A nova versão traz equipamentos de série que conferem uma personalidade mais aventureira e esportiva ao seu design tanto por fora quando por dentro.

O Fiat Argo Trekking é a única versão aventureira do segmento com teto bicolor. Traz ainda barras no teto, que é pintado em preto assim como os retrovisores e aerofólio. Em cima, nas laterais inferiores e na traseira, outra novidade: o logotipo “Trekking”. O símbolo é composto por três diferentes formas com significados distintos: transcender, explorar e criar, ou seja, exatamente aquilo que a nova versão permite que seu proprietário faça pelas estradas dentro ou fora das cidades.
A versão tem ainda um adesivo preto no capô, faróis com design em LED, nova moldura da caixa de rodas e do para-choque traseiro na parte inferior, logomarca da Fiat com acabamento exclusivo em cromo escurecido na traseira, ponteira de escapamento trapezoidal com cor exclusiva, além de rodas com aro 15 com calotas escurecidas.

Por dentro, logo ao entrar, chama a atenção o tecido escuro dos bancos de alta qualidade com o contraste da costura laranja, área central com textura quadriculada e o logotipo Trekking bordado. O motorista também logo repara no logotipo Fiat do volante escurecido assim como a peça central do painel e a moldura do console central e, para completar, as saídas de ar são cromadas.
A nova versão traz de série ainda o Uconnect de 7 polegadas touchscreen com Apple CarPlay e Android Auto, vidro dianteiros e traseiros elétricos, retrovisores elétricos e faróis de neblina. Como opcionais, o cliente pode também incluir rodas de liga leve 6.0 de aro 15 com cor exclusiva e câmera de ré com linhas dinâmicas.

Equipamentos Mopar
Além de todos os diferenciais que já fazem parte da versão Trekking, a Mopar oferece muito mais possibilidades de tornar cada Fiat Argo um veículo único. São mais de 50 acessórios disponíveis para o modelo, sendo que dois são exclusivos do Argo Trekking: as barras transversais de teto e o suporte para bicicleta. Este é apoiado naquelas que, por sua vez, precisam das barras longitudinais – item de série específico da configuração aventureira do hatch.
A Mopar também está aproveitando o lançamento do Fiat Argo Trekking para colocar outra novidade no mercado, a rede vertical de carga. Ela permite organizar melhor objetos que ficariam totalmente soltos no porta-malas. Vale dizer ainda que uma das características de estilo de maior destaque do Trekking pode ser adotada em qualquer Argo: o teto escuro. Enquanto a nova versão exibe a capota pintada de preto na fábrica, a Mopar oferece a chance de “envelopar” o teto com um adesivo preto fosco – emprestando um ar mais esportivo do carro e também aumentando a proteção da pintura nessa área.

Texto: Mário Salgado, do ShopCar (MS), especial para o MinutoMotor

VW T-CROSS 200 TSI COMFORTLINE: NEM TANTO, NEM TÃO POUCO

VW T-CROSS 200 TSI COMFORTLINE: NEM TANTO, NEM TÃO POUCO

A Volkswagen chegou atrasada à “festa” dos utilitários esportivos compactos, segmento automotivo que não para de crescer no Brasil e no mundo desde meados da década passada. Ao longo desse período, modelos como o Ford EcoSport, o Renault Duster, o Jeep Renegade, o Honda HR-V e o Hyundai Creta tiveram seus dias de glória e renderam ótimos resultados para suas marcas. Como chegou depois da concorrência, o primeiro utilitário esportivo “made in Brazil” da Volkswagen teve tempo de desenvolver com calma a sua estratégia. Desembarca nas concessionárias em abril, em quatro configurações, com preços de R$ 84.990 a R$ 109.990. A mais cara é a versão Highline 250 TSI, que tem uma “pegada” mais esportiva e é equipada com motor 1.4 de 150 cavalos com etanol a 4.500 giros e torque de 25,5 kgfm, acoplado à transmissão automática de 6 marchas. Porém, a função de brigar pelas vendas fica mesmo é com as três versões 200 TSI, que investem mais na relação custo/benefício e são movidas pelo propulsor 1.0 com 128 cavalos de potência com etanol a 5.500 rotações por minuto e torque de 20,4 kgfm na faixa de 2 mil a 3.500 rpm, associado ao câmbio manual ou à transmissão automática com 6 marchas e “paddles shifts” no volante para trocas sequenciais. Dessas três versões 200 TSI, a Comfortline é mais bem equipada. Seu preço deixa clara a passagem pelo departamento de marketing da marca. Custa R$ 99.990, estratégicos R$ 10 abaixo dos R$ 100 mil. Um valor que muitos consumidores do segmento se impõem como “teto” para gastar na compra de um novo carro.

O T-Cross é montado sobre a plataforma modular MQB, a mesma do hatch Polo e do sedã Virtus. Mede 4,20 metros de comprimento e 1,57 metro de altura. A distância entre os eixos é de 2,65 metros – o mesmo entre-eixos do Virtus. O design é indisfarçavelmente Volkswagen. A identidade com outros modelos da marca é total. A dianteira é alta, com uma grade ampla e faróis de leds integrados. Todas as versões são equipadas com luz de condução diurna (DRL) em leds, integrada ao farol de neblina. A lateral é atravessada por um friso largo em baixo relevo, abaixo das maçanetas das portas, que vai do final do para-lama dianteiro até as lanternas. Na traseira, as lanternas são unidas por uma “ponte” de refletores estendida transversalmente, emoldurada por um painel preto.

Todos os T-Cross vêm com controle de estabilidade (ESC), seis airbags, freios a disco nas quatro rodas com ABS, bloqueio eletrônico do diferencial, direção elétrica e ajuste de altura e distância para o volante, assistente para partida em rampas (Hill Hold), sensores traseiros de estacionamento, sistema Isofix para fixação de cadeirinhas infantis, faróis com função Coming & Leaving, de neblina com função cornering, luzes de condução diurna e lanternas em led, banco dianteiro do passageiro com encosto rebatível, suporte para smartphone com entrada USB, travas e vidros elétricos e volante multifuncional.

A versão automática acrescenta controle de velocidade, apoio de braço central com porta-objetos, volante multifuncional revestido de couro, duas entradas USB para o banco de trás, saída traseira de ar-condicionado, sistema de som Composition Touch com tela colorida sensível ao toque de 6,5 polegadas e App-Connect. E a Comfortline adiciona ar-condicionado digital, banco do motorista com ajuste lombar, câmera de ré, indicador de pressão dos pneus, manopla da alavanca de câmbio revestida de couro, porta-luvas refrigerado, sistema save de variação do espaço do porta-malas, rodas de liga leve de 17”, sensores de estacionamento e sistema de frenagem automática pós-colisão. Detalhes cromados na grade dianteira pintada em preto brilhante, colunas centrais na cor preto brilhante e para-choque traseiro com apliques cromados na região inferior diferenciam a versão.

Para o T-Cross Comfortline, há quatro pacotes opcionais. O Exclusive & Interactive, que custa R$ 3.950, inclui sistema de infoentretenimento Discover Media com navegador via satélite, tela de 8 polegadas, comando por voz e entrada USB no console central, iluminação ambiente em leds, seletor do modo de condução, sistema Kessy de abertura das portas sem chave e partida do motor por botão; retrovisores externos com rebatimento elétrico e tapetes adicionais de carpete. O pacote Sky View II, de R$ 4.800, traz o teto solar panorâmico, retrovisor interno eletrocrômico e sensores de chuva e crepuscular. O pacote Design View, que sai por R$ 1.950, agrega bancos de couro com detalhes na cor marron e apliques decorativos no painel com detalhes na cor bronze namíbia. O quarto pacote, o Premium, sai por R$ 6.050 e incorpora o sistema Park Assist 3.0, faróis full-led com luz de condução diurna em leds e sistema de som Beats com subwoofer. São oito as opções de cores para a carroceria: branco puro, preto ninja, prata sargas, cinza platinum, vermelho crimson, azul norway e as novas laranja energetic – a do modelo testado – e bronze namibia.

Lugar familiar
Quem entra pela primeira vez no T-Cross 200 TSI Comfortline se impressiona com o espaço. É bastante generoso para um SUV compacto – o entre-eixos de 2,65 metros resulta em bastante área livre para quem viaja no banco traseiro. Tanto na frente quanto atrás, a percepção de espaço é similar aos sedãs médios. O Virtus traz de série itens como cintos de três pontos e apoios de cabeça para todos os assentos, seis airbags e sistemas de ancoragem de assentos infantis. Tudo isso ajudou o mais novo Volkswagen a alcançar cinco estrelas no Latin NCAP, que afere a segurança automotiva na América Latina. Em termos de design interno e acabamento, a sensação de “dejá vù” é inevitável. O motorista tem a impressão de que já esteve naquele carro antes. Há bastante plástico rígido e tecido e muitos detalhes parecidos com os de outros modelos da Volkswagen. Comandos de faróis, ar-condicionado e retrovisores elétricos, assim como o suporte para celular, são todos “herdados” do Gol. Já o volante é similar ao do Polo e do Virtus.

O porta-celular permite pendurar o smartphone no alto do painel para que o motorista possa utilizar dispositivos como o Waze – há inclusive uma entrada USB adicional. O aparato é de série, mas pode ser removido por quem achar que sua presença compromete a estética interna do veículo. O descanso de braço central é ajustável longitudinalmente em 10 centímetros e é o mesmo do Virtus. Sob ele, há um compartimento para guardar objetos. Na versão Comfortline, o sistema de entretenimento é intuitivo e conta com entradas USB, para SD-card e conexão Bluetooth. O sistema integra a imagem da câmera traseira de auxílio ao estacionamento. Também são de série ar-condicionado, direção elétrica, travas e vidros elétricos, alarme, controle de estabilidade e tração, controle de descida, bloqueio eletrônico do diferencial, volante multifuncional com ajustes de altura e profundidade, sensor de estacionamento e espelhos elétricos. O porta-malas tem volume variável de 373 a 420 litros, de acordo com o posicionamento do banco traseiro.

Primeiras impressões
O T-Cross 200 TSI Comfortline é um automóvel fácil de gostar. O SUV compacto se destaca por seu bom comportamento dinâmico e entrega bastante prazer ao dirigir. O motor 200 TSI Total Flex desenvolve potência de até 128 cavalos a 5.500 rpm, com etanol – com gasolina, são 116 cavalos, à mesma rotação. O torque máximo é de 20,4 kgfm (ou 200 Nm, o que justifica a denominação do motor), com gasolina ou etanol, sempre na faixa de 2 mil a 3.500 rpm. São números mais que suficientes para mover com desenvoltura os 1.252 quilos do SUV. Na versão Comfortline, esse motor é combinado a um câmbio automático de 6 marchas com função Tiptronic, que além de uma manopla ergonômica conta com as aletas no volante para troca de marcha. Faz de zero a 100 km/h em 10,4 segundos e atinge 184 km/h de velocidade máxima. Nada extremamente esportivo, mas um conjunto bastante satisfatório. Revestidos em tecido, os bancos dianteiros acomodam bem o corpo e não cansam, mesmo em trajetos longos.

No T-Cross 200 TSI Comfortline, arrancadas e retomadas são bem espertas e a elasticidade do conjunto permite até encarar rampas sem precisar recorrer à primeira marcha. O câmbio automático tem um sutil “delay” de reação, principalmente quando os giros caem demais. Nada que chegue a causar incômodo. O nível de rigidez da carroceria e a inclinação nas curvas é bem decente para um utilitário esportivo. A assistência elétrica oferece respostas bem diretas. Os freios, a disco nas quatro rodas, dão conta do recado com eficiência. Sistemas como os controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampas e bloqueio eletrônico de diferencial ajudam a tornar a vida do motorista mais tranquila, assim como a câmera de ré e os sensores dianteiros de estacionamento. Já o isolamento acústico poderia ser melhor. O ruído do motor domina o habitáculo quando se pisa forte no acelerador.

Texto e Fotos Luiz Humberto Monteiro Pereira / Agência AutoMotrix

Ficha técnica
Volkswagen T-Cross 200 TSI Comfortline

Motor: flex, dianteiro, transversal, 3 cilindros, 12 válvulas, 999 cm3, turbocompressor. Injeção eletrônica de combustível.
Tração: dianteira
Potência máxima: 115/128 cavalos a 5.500 rpm (G/E)
Torque máximo: 20,4 kgfm de 2 mil a 3.500 rpm (G/E).
Diâmetro e curso: 74,5 x 76,4 mm
Taxa de compressão: 10,5:1
Câmbio: automático Tiptronic de 6 marchas
Direção: elétrica
Suspensão: dianteira com McPherson e traseira com eixo de torção
Freios: disco ventilado (dianteira) e sólido (traseira)
Pneus: 205/55 R17
Direção: elétrica
Dimensões: 4,20 metros de comprimento, 1,75 metro de largura (estimada), 1,72 metro de altura, 2,65 metros de distância entre os eixos
Preço: R$ 99.990.

TEST-DRIVE: YARIS SEDAN XLS 1.5 É LACUNA PREENCHIDA

A Toyota é uma grande conhecida do brasileiro. O pós-venda dos seus veículos e valor de revenda jogam sempre a favor dos automóveis da marca. Mas faltava algo no portfólio da fabricante japonesa. Bem, isso já não pode ser mais questionado. A chegada do Yaris, nas versões hatch e sedan, tentam completar e ao mesmo tempo conquistar os clientes do segmento compactos premium. Será que consegue?  avaliou a versão completa do sedan, a XLS 1.5 automática com câmbio CVT, que tem preço sugerido de R$ 83.590.

Logo de cara, o visual agrada, com linhas bem resolvidas. Lembra o irmão mais velho, o Corolla. Com desenho moderno e harmonioso, com faróis alongados integrados a grade dianteira deixam a dianteira do sedan bonita. Já as laterais possuem traços mais suaves e a traseira aposta nas lanternas horizontais, que invadem o porta-malas. E é exatamente neste ponto a primeira falha do Yaris, a falta de cuidado no acabamento do bagageiro.

Já internamente, temos espaço de sobra para quatro ocupantes. Os 2,55 metros de entre-eixos do Yaris Sedan possibilita aos passageiros viajarem com conforto, mas a curvatura da caída do teto podem incomodar os mais altos.

Já o fato do túnel central ser mais baixo, representa um ganho expressivo para as pernas. Outro ponto positivo é ao adentrar no veículo. Mesmo com muito plástico rígido, o desenho no geral é agradável, até mais moderno que o Corolla. O acabamento em preto brilhante tenta dar um ar mais sofisticado, mas para por aí.

A versão topo de linha, avaliada por MinutoMotor, conta ainda com teto solar, sensor de chuva, maçanetas cromadas, faróis com projetor e lâmpadas halógenas, lanternas em LED e sete airbags, adicionando dois laterais, dois de cortina e um de joelhos para o motorista, além dos banco de couro, ar-condicionado digital, nova central multimídia com tela de sete polegadas (um tanto confusa para espelhar e fazer funcionar um smartphone), entre outros mimos.

O motor 1.5 com 110 cavalos de potência e 14,9 kgmf de torque quando abastecido com álcool tem sede. No computador de bordo do Yaris Sedan, a máxima alcançada foi de 5 km/l na média, o que no final assustou, já que seu tanque tem apenas 45 litros. Já o câmbio é o mesmo utilizado no Corolla, o conhecido CVT e a suspensão tem acerto mais voltado para o conforto, o que pode incomodar ao passar por vias mais esburacadas. Já na estrada, é bastante agradável.

 

+ GOSTAMOS: Design, conforto, acabamento interno, preço se comparado aos principais rivais

– NÃO GOSTAMOS: Acabamento porta-malas, autonomia, consumo, usabilidade da central multimídia confusa

Texto e Fotos: Fernando Eduardo, especial para o MinutoMotor

YARIS SEDAN XLS 1.5

Ficha Técnica
Motor: quatro cilindros, dianteiro, transversal 1.496 cm³ de cilindrada, 16V, comando duplo variável, flex

Potência: 105/110 cv a 5.600 rpm (G/E)

Torque: 14,3/14,9 kgfm a 4.750 rpm

Câmbio: automático CVT simulando sete marchas

Direção: Elétrica

Suspensão: Independente McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira com barra estabilizadora

Freios: Discos solidos na dianteira e tambores na traseira, ABS

Rodas e Pneus: Liga-leva aro 15” com pneus 185/60 R 15

Comprimento: 4,42 m

Largura: 1,73 m

Altura: 1,49 m

Entre-eixos: 2,54 m

Capacidade do tanque: 45 litros

Peso: 1.150 kg

Central multimídia: 7 polegadas

 

TEST-DRIVE: FIAT TORO 4X4 DIESEL TEM TORQUE E CONFORTO

Uma marca criadora de tendências. Quando a Fiat lançou a Palio Weekend Adventure no Brasil, em 1999, a montadora estava apostando num segmento que ainda não existia, a de veículos com apelo aventureiro, mas não necessariamente com aptidões “mecânicas” para enfrentar o off-road. Deu certo! Com o Toro, não foi diferente. Lançado em 2017, o SUP (Sport Utility Pick-up), definição da fabricante para veículo com características de utilitário com caçamba e capacidade de uma picape; tem como diferencial atributos fora de estrada, como tração 4×4. Novamente, deu certo. Líder no segmento desde o seu lançamento, com 58 mil unidades vendidas somente em 2018 segundo a Fenabrave, MinutoMotor avaliou a versão Freedom 2.0 AT9 4×4 Diesel, que custa R$ 133.990.

Num trajeto de aproximadamente 600 quilômetros, com trechos sinuosos entre Bragança Paulista e Serra Negra, em São Paulo, foi possível avaliar as principais qualidades do Toro, como posição de dirigir confortável e o ideal peso da direção elétrica (leve para manobras na cidade e com boa comunicação em velocidades mais altas) e uma suspensão independente nas quatro rodas que garantiu boas respostas em curvas e também na absorção de buracos.

Com motor a diesel, o Toro tem força de sobra mesmo considerando o peso do veículo, afinal, são 35,7 kgf.m e torque a 1.750 rpm. Temos um ligeiro turbo lag, comum nos motores a diesel, mas é bem melhor que a versão flex. Para quem quer utilizar em terrenos mais acidentados, basta acionar no controle central o botão giratório que permite selecionar os modos auto (uso normal), 4WD (que tava a tração com distribuição igual entre os eixos) e a reduzida (para trechos mais acidentados).

Já o câmbio automático não tem trocas tão suaves, dando alguns trancos principalmente em baixas rotações. Quem optar por fazer as trocas pelas borboletas (Paddle Shift), vai perceber uma leve demora para subir e, em algumas situações, as reduções são ignoradas.

Internamente, o Toro tem amplo espaço para quatro ocupantes, inclusive pessoas com mais de 1,70 m nos bancos traseiros. Os assentos são confortáveis e revestidos em couro. Mas o modelo deixa a desejar com relação a central multimídia, aquém ao preço cobrado e conectividade oferecida por outros equipamentos até mesmo da própria FCA.

+ GOSTAMOS: Dirigibilidade, conforto, espaço interno, motorização, direção e suspensão

– NÃO GOSTAMOS: Central Multimídia e câmbio

 

Texto e Fotos: Fernando Eduardo, especial para o MinutoMotor

FIAT TORO FREEDOM 4X4 DIESEL
Ficha técnica

Motor: Turbo e intercooler, diesel, quatro cilindros, dianteiro, transversal, 1.956 cm³ de cilindrada

Potência: 170 cv a 3.750 rpm 

Torque: 35,7 kgf.m a 1.750 rpm

Câmbio: Automático de 9 marchas e tração 4×4 automática

Direção: Elétrica

Suspensão: Independente McPherson na dianteira e multilink na traseira

Freios: Discos ventilados na dianteira e tambores na traseira, ABS

Rodas e Pneus: Alumínio aro 17” com pneus 225/65 R 17

Comprimento: 4,91 m

Largura: 1,84 m

Altura: 1,74 m

Entre-eixos: 2,99 m

Capacidade do tanque: 60 litros

Peso: 1.871 kg em ordem de marcha

Caçamba: 820 litros

Carga útil: 1.000 kg

Central multimídia: 5 polegadas

Preço: R$ 133.990

HARLEY DIVULGA O PREÇO DA LIVEWIRE: US$ 29.799, CERCA DE R$ 112 MIL

A Harley-Davidson divulgou mais novidades sobre a LiveWire, seu primeiro modelo da linha 2020, que será também a pioneira de uma família totalmente elétrica da marca norte-americana. Exibida inicialmente no Dealer Convention pelo chefe do Departamento de Estilo e Design da marca, Paul James, a moto elétrica da Harley é também o primeiro modelo do projeto “More Roads to H-D”, na tradução literal: ‘Mais estradas para a H-D’. Naquela ocasião, poucas informações estavam disponíveis à imprensa, a não ser que o modelo seria lançado oficialmente em agosto de 2019, já como linha 2020.

Já em Milão, durante o Salão de Motos (Eicma 2018), a equipe do MinutoMotor trouxe novas informações técnicas sobre a moto como, por exemplo, que teria suspensões ajustáveis e carregadores para carga rápida e lenta. Além de freios de alto desempenho da grife Brembo e rodas aro 17 polegadas calçadas com pneus Michelin Scorcher Sport. Porém, a notícia mais importante vinda da ‘Terra do Tio Sam’ é que a LiveWire já está em pré-venda e custará US$ 29.799 – quase R$ 112 mil. A título de comparação, a Electra Glide Ultra Limited custa nos Estados Unidos US$ 28.089 (R$ 105 mil).

Hoje, durante o CES 2019 – maior feira de equipamentos eletrônicos do mundo, que acontece em Las Vegas, a HD aproveitou para apresentar outros dados técnicos sobre a LiveWire: Totalmente elétrico, o novo motor já tem nome: Revelation. Sim, este é o nome, e não é brincadeira! Na primeira vez que li, achei que era uma piada pronta, mas seguindo a linha do motor de arrefecimento líquido que havia recebido o nome de Revolution, até ai, um tanto compreensível. Mas neste caso achei que faltou um certo carisma.

A moto faz de 0-100 km/h em 3,5 segundos. Extremamente rápida, ainda levando-se em conta que não há embreagem para acionar e não há marchas para serem engatadas. Basta girar o acelerador e 100% do torque está disponível instantaneamente. Já a velocidade máxima será de aproximadamente 177 km/h, segundo a marca. A moto elétrica da H-D possui sistema de frenagem com geração de energia, que recarrega a bateria quando há uma frenagem. Sistema similar aos usados nos Formula 1 e em veículos híbridos.

A autonomia será de pouco mais de 170 quilômetros. Com chance de aumentar até a entrega das primeiras unidades. O percurso percorrido pela HD LiveWire já é maior que outras motos similares no mercado (Zero Motorcycles). Mas não dá para aquela longa viagem dos sonhos pela Highway 1 ou Route 66.

A moto contará com um painel 4.3 polegadas em LCD, touchscreen, capaz de mostrar autonomia, velocidade, status da bateria e pode ser customizável e mostrar até a direção ponto-a-ponto. A LiveWire contará ainda com conectividade com o celular – chamado de HD Connect, que informará dados sobre carga de bateria, alertas sobre violação, localização da moto e lembretes/notificações de serviços e revisões.

 

Inicialmente a LiveWire será comercializada em concessionárias específicas nos EUA e também na Europa e contará com três opções de cores: Yellow Fuse, Orange Fuse e Vivid Black.

Texto Dan Morel, do Blog Doctor Dan, especial para MinutoMotor / Fotos Divulgação

 

 

TEST-DRIVE: MAIS MODERNO, O AUDI Q5 ESTÁ COM FÔLEGO DE SOBRA

Com preços a partir de R$ 249.990, a segunda geração do Audi Q5 chega mais leve, mais econômica e com um sistema de tração 4×4 mais eficiente. Em todas as versões, o SUV Premium da marca alemã é equipado com um motor 2.0 TFSI a gasolina de 252 cv de potência, 37,7 kgf.m de torque, câmbio de dupla embreagem de sete velocidades e famosa tração integral QUATTRO. E com os seus 1.720 quilos, uma redução de aproximadamente 50kg em relação a primeira geração, o utilitário é capaz de fazer 0 a 100 km/h em 6,3 segundos, com velocidade máxima de 237 km/h, isso de acordo com a fabricante. MinutoMotor pode avaliar o modelo topo de linha, a Ambition, que custa R$ 297.990.

A primeira impressão é que ele parece o seu irmão maior, o Audi Q7, com linhas mais modernas e visual mais invocado, graças aos detalhes em preto. Com 4,66 metros de comprimento e 2,82 metros de distância entre-eixos, a segunda geração do SUV de luxo cresceu em todos os aspectos, além de passar por um leve “regime”, graças a uma mistura de aços de alta resistência e alumínio na carroceria.

Numa viagem de ida e volta para o sul de Minas Gerais, com quatro ocupantes, o que mais impressionou foram as respostas do silencioso motor 2.0 TFSI, ainda melhores quando o propulsor ultrapassa os 1.500 rpm. Já a suspensão, que surpreende ao absorver com muito conforto as irregularidades do asfalto, também faz parte das novidades da nova geração graças ao sistema ULTRA, capaz de desacoplar o eixo traseiro quando não é necessário, resultando em economia de combustível.

Com cinco modos de condução, comfort, efficiency, dynamics, off-road (que minimiza a força do motor no início) e individual, optamos por utilizar a maior parte da viagem na effiency, garantindo mais economia no consumo de combustível. Agora, quem optar por dirigir na dynamics, tenha certeza que a surpresa fica por conta das respostas mais rápidas do acelerador e o giro do motor subindo mais rápido. Para fazer as trocas de marchas, é possível realiza-las tanto pela manopla ou das aletas atrás do volante.

Dentro do Audi Q5, a tela multimídia de 8,3 polegadas é bonita e chama a atenção, mas deixa a desejar por não ser sensível ao toque, sendo necessário usar o seletor ou os comandos no painel central. Outra forma de utilizar a central é por meio de uma área localizada no console, que pode ser facilmente confundida com um mousepad, mas que também é pouco prática no dia a dia. Já o ar-condicionado também possui a sua. Com nove botões, consegue controlar até o clima do banco de trás. Agora, o painel de instrumentos 100% digital, com dois tipos de layouts, sendo um clássico (velocímetro e conta-giros grandes) e outra com mapa de navegação maior, chama a atenção.

De série, a versão Ambition do Audi Q5 é equipado com trio elétrico, direção elétrica, ar-condicionado automático de três zonas, bancos de couro sintéticos, bancos dianteiros elétricos com ajusto de lombar e memória do banco do motorista, painel de instrumentos 100% digital, controle de velocidade de cruzeiro, sensor de luz e chuva, retrovisor fotocromático, sistema start-stop, volante multifuncional de três raios, teto solar panorâmico, porta-malas com abertura e fechamento elétrico, airbag lateral dianteiro e de cabeça, alarme, faróis 100% LED, lanternas traseiras em LED com indicação dinâmica, assistente de farol alto, faróis com ajuste automático de altura, Auto Hold, sistema limpador de faróis, Parking Assist, câmera de ré, chave presencial e o Audi Sound System com tela de 8,3 polegadas.

Texto e Fotos: Fernando Eduardo, especial para o MinutoMotor

AUDI Q5

Ficha técnica
Motor: Turbo, quatro cilindros em linha, longitudinal, gasolina, 1.984 cm³ de cilindrada, comando duplo, injeção direta FSI
Potência: 252 cv a 6.000 rpm
Torque: 37,7 kgfm a 4.500 rpm
Câmbio: Dupla embreagem de 7 marchas e tração integral
Direção: Elétrica
Suspensão: Integral multilink
Freios: Discos ventilados na dianteira e traseira
Pneus: 255/45 R 20
Comprimento: 4,66 m
Largura: 1,89 m
Altura: 1,66 m
Entre-eixos: 2,82 m
Capacidade do tanque: 70 litros
Peso: 1.720 kg
Porta-malas: 550 litros
Central multimídia: 8,3 polegadas, não sensível ao toque

  

TESTE-DRIVE: JEEP COMPASS LONGITUDE, O QUERIDINHO DO MERCADO

Com preços a partir de R$ 111.990, o Jeep Compass pode ser considerado um sucesso de vendas. Primeiro por ser o SUV mais emplacado no acumulado até novembro, com 55.522 unidades de acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Segundo, por estar entre os dez veículos mais emplacados de todo o Brasil. Minuto Motor pode avaliar a edição limitada Night Eagle, baseada na versão Longitude, para conhecer os atributos do utilitário que conquistou o mercado. Infelizmente, já não é mais possível encontrar a Night Eagle nas concessionárias. Uma pena!

Equipado com motor quatro cilindros, 2.0 Tigershark Flex, o propulsor é capaz de desenvolver 166 cv e 20,5 kgfm a 4.000 rpm quando abastecido com etanol e 159 cv e 19,9 kgfm a 4.000 rpm com gasolina, levando o Jeep Compass de 0 a 100 km/h em 10,6 segundos e com velocidade máxima de 192 km/h, sempre com câmbio automático de 6 velocidades, com opção de trocais manuais graças as aletas atrás do volante. Além da versão flex 4×2, também é possível encontrar nas concessionárias o modelo equipado com o motor turbodiesel 2.0 Multijet II 4×4, com nove marchas, 170 cv a 3.750 rpm e 35,7 kgfm a 1.750 rpm (Longitude, Limited e Trailhawk).

Com visual que agrada boa parte dos consumidores, sempre com linhas bem resolvidas, sobretudo pela grade dianteira com as tradicionais sete fendas verticais, o Jeep Compass Longitude 2019 conta com rodas de 18 polegadas, retrovisores laterais com rebatimento elétrico e tela de 7” no painel de instrumentos.
Ainda nos itens de série, o utilitário esportivo conta com controle de estabilidade, que inclui sistemas eletrônicos anticapotamento, ar-condicionado digital bizona, bancos revestidos em couro e central multimídia com tela de 8,4 polegadas compatível com Apple CarPlay e Android Auto, além de assistente de partida em rampa e monitoramento de pressão dos pneus.

O Compass conta também com coluna de direção com regulagem de altura e de distância, regulagem manual da altura do banco, câmera de ré com ótima visualização na tela multimídia, volante com comandos de telefonia, som e controle de velocidade, garantindo boa ergonomia para os ocupantes e motorista, deixando a dirigibilidade mais agradável.

Numa viagem entre São Paulo e Pouso Alegre (MG), com direito a conhecer o Laboratório Nacional de Astrofísica, localizado em Itajubá, também no estado mineiro, o Compass mostrou-se confortável e com comportamento exemplar para quatro ocupantes e malas. Durante o trajeto, de aproximadamente três horas, foi possível conhecer um pouco mais dos atributos do utilitário, suas tecnologias e sistemas eletrônicos. Pena que o motor 2.0 TigerShark Flex poderia ser um pouco mais forte.

Texto e Fotos: Fernando Eduardo, especial para o MinutoMotor

 Ficha técnica – Jeep Compass 2.0 flex Longitude 4×2

Motor – de quatro cilindros linha, flex, 1.995 cm³ de cilindrada, com potências de 166 cv (etanol) a 6.000 rpm e 159 cv (gasolina) a 6.000 rpm e torques máximos de 20,5 kgfm (etanol) a 4.000 rpm e 19,9 kgfm (gasolina) a 4.000 rpm
Transmissão – tração dianteira e câmbio automático de seis marchas
Direção – tipo pinhão e cremalheira, com assistência elétrica
Freios – disco ventilado na dianteira, e sólido na traseira
Suspensão – dianteira, McPherson, com barra estabilizadora; traseira, McPherson com braços laterais/transversais e barra estabilizadora
Capacidades –Tanque de combustível, 60 litros; carga útil (passageiros + bagagem), 400 kg; porta-malas, 410 litros
Rodas/pneus – 7×18”de liga de alumínio/225/55R18
Peso – 1.546 kg
Dimensões (metro) – comprimento, 4,41; largura, 1,81; altura, 1,63; distância entre-eixos, 2,64
Desempenho – velocidades máximas, 192 km/h (etanol) e 188 km/h (gasolina); aceleração até 100 km/h, 10,6 (etanol) e 10,9 (gasolina)
Consumo (km/l) – urbano, 6,1 (etanol) e 8,8 (g); estrada, 7,5 (etanol) e 10,8 (g)
Dimensões – Compr.: 4,41 m / Largura: 1,81 m / Altura: 1,63 m / Entre-eixos: 2,63 m