CB 400: UMA MOTO – LITERALMENTE – DE COLEÇÃO


Entre amostras de tecido, moldes, manequins e talões de pedido, Evandro Luiz de Souza Baptista tem uma paixão especial por rodas e motores. Desde a infância, o comerciante do ramo do vestuário feminino tinha em seu imaginário pilotar carros de corrida. Na fase adulta Evandro conseguiu realizar parte de seus sonhos acelerando um kart em Interlagos (SP), circuito no qual ganhou algumas provas amadoras.

Fã de carteirinha de Ayrton Senna que, aliás, morou no mesmo bairro (Horto Florestal, extremo da Zona Norte de São Paulo), Evandro acompanhou todos os passos do vizinho campeão. “Ele era um piloto diferenciado, dono de um estilo único. Senna impressionava por sua dedicação e postura positiva frente às adversidades”. Mas o que Ayrton e Evandro têm em comum? A paixão pela velocidade e pelas motos. No caso do comerciante, uma Honda CB 400 1981 impecavelmente “zerada”! 


Em função da correria do dia a dia, do excesso de trabalho e por sua paixão por carros, especificamente pelos Fiat Uno 1.5R e Tempra Style Turbo, sedã que está na família desde 1.995 -, a CB 400 ficou parada por dois períodos, que totalizaram 12 anos de hibernação. Hoje, com exatos 27.240 quilômetros rodados, a primeira grande moto do brasileiro traz o visual – e a aura – de uma unidade que acabou de sair da linha de montagem.

A pintura é reluzente e os adesivos estão intactos. Por cima do polimento do motor, a CB ganhou uma demão de verniz, que protege e dá mais vida ao propulsor de dois cilindros, de ‘impressionantes’ 40 cavalos de potência máxima. Detalhe: os parafusos foram zincados para não enferrujar. Recentemente a moto ganhou pneus novos. “A CB nunca foi restaurada, apenas cuidamos de sua estética e fizemos uma completa manutenção mecânica. Nível máximo de conservação para dar aquelas voltinhas de final de semana”, comemora o comerciante de 57 anos.


Na garagem da casa dos Baptista, a moto saiu do estado de inércia e ganhou vida já na segunda ‘pedalada’. O motor propagou um som médio, ritmado, sem bater válvulas. A moto está com o Evandro desde que saiu da concessionária. O próximo passo será reunir a papelada para garantir a placa preta, indicada para veículos fabricados há mais de 30 anos e que conserva suas características originais de fabricação.

Mas a paixão pela máquina está sempre na memória do paulistano que levava o modelo, literalmente, para passear. “Eu colocava a moto na carreta para curtir a viagem de carro e lá, no destino, aproveitava para fazer passeios curtos de CB em companhia da minha esposa Cibele”, conta quase que gargalhando, lembrando das aventuras por Monte Verde (SP) e Guarapari (ES). “A moto saia de frente e de traseira no barro e na areia”.


Tamanho natural e miniatura – Para formar dupla com a Honda CB original de fábrica, o comerciante uniu seu outro hobby: o de colecionar de miniaturas. Há pouco tempo o comerciante fez uma encomenda para Claudio Antonio da Silva, da Claus Miniatura, modelista de Minaçu, interior de Goiás (GO).

Em escala 1:12, a mini CB 400 de Evandro traz riqueza de detalhes. Tanque, rabeta, farol, escapamentos, além da cor. Tudo igual ao modelo de tamanho original. “Depois da encomenda, a motinho demorou quase três meses para chegar. Fiquei preocupado, mas valeu a espera, já que a miniatura feita em resina de forma artesanal é muito bem acabada”, explica o comerciante de São Paulo.

Ayrton, Ayrton, Ayrton Senna do Brasil!!! – Além da CB 400, a Evandro Baptista tem um santuário na parte superior de sua casa no qual guarda algumas recordações do tempo do kart – fotos e troféus – e 204 miniaturas, exemplares de marcas europeias, norte-americanas, japoneses, modelos dos anos 1930, clássicos nacionais, esportivos e, é claro, uma coleção completa de carros pilotados pelo ídolo Ayrton Senna.

São 22 réplicas, desde a Mercedes C190 até a Willians, passando pelo kart e também pelas equipes Toleman, Lotus e os carros campeões da McLaren. Oito miniaturas em tamanho 1:18 e mais 14 em escala 1:43. A coleção começou em 1992 com os populares “carrinhos de ferro” da Matchbox.


Seja em tamanho real ou em miniatura, “a CB 400 era o sonho de consumo, um marco da indústria nacional. Aliás, sonho para poucos. O modelo Honda carregava status, glamour. Época de um motociclismo romântico. Comparando, seria como comprar hoje modelos de luxo da BMW, Harley ou Triumph”, finaliza, saudosista, Evandro Baptista, que se diz um apaixonado pelo ronco dos motores de três cilindros da marca inglesa.

FOTOS: Renato Teixeira

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AUDI TT RS: EMOÇÃO DE 0 A 100 KM/H EM 3,7 SEGUNDOS

Ser rico pode gerar uma série de complicações na vida de uma pessoa. Mas também traz lá as suas vantagens. Uma delas é poder cometer extravagâncias normalmente inacessíveis às criaturas comuns. Como comprar um Audi TT RS, por exemplo. A versão mais esportiva do charmoso cupê da marca das quatro argolas é empurrada por um poderoso motor 2.5 de cinco cilindros turbinado que gera 400 cavalos, gerenciados por um câmbio automatizado de dupla embreagem com sete marchas e com tração integral Quattro. O conjunto mecânico permite ao carro fazer de zero a 100 km/h em apenas 3,7 segundos. A velocidade máxima do cupê alemão é de 250 km/h, limitada eletronicamente. O preço sugerido é de R$ 424.990, em versão única. Se o comprador achar que ter um Audi TT RS não é exclusividade suficiente, há a possibilidade de optar pela a cor Lime Green, um tom cítrico oferecido pelo programa Audi Exclusive e que acrescenta R$ 30 mil ao preço do cupê, totalizando R$ 454.990. O cliente pode personalizar também outras características, como costuras, detalhes de acabamento interno e revestimentos.

Por ser um carro exclusivo, demora cerca de 5 meses para chegar ao país. Se a ideia é ser um milionário extravagante, tal exclusividade pode valer o preço adicional e a espera. Mas, para ricos que preferem um estilo mais discreto, a tonalidade Lime Green definitivamente não seria a escolha mais adequada.
Em fevereiro, quase três anos após o lançamento da geração atual do TT, a Audi finalmente trouxe a versão RS para o mercado brasileiro. A sigla vem de Rennsport (automobilismo, em alemão). Ou seja, a RS é a versão do TT com mais identificação com as pistas de corrida. O motor 2.5 com cinco cilindros em linha tem 20 válvulas de abertura variável com duplo comando e injeção direta e indireta de combustível. Entrega não apenas brutais 400 cavalos de potência, mas igualmente impressionantes 49 kgfm de torque, em uma ampla faixa de 1.700 a 5.850 rpm. A potência específica é de excelentes 161,3 cavalos/litro e, como o carro pesa 1.440 quilos, a relação peso/potência é de 3,6 kg/cavalo. Para cativar também a audição, o botão RS ajusta o som emitido pelo escapamento de acordo com a rotação do motor.

A tarefa de gerenciar o motor fica com o conhecido câmbio S Tronic robotizado de dupla embreagem com 7 marchas, que proporciona trocas comandadas por meio de borboletas junto ao volante. A tração é a tradicional Quattro, com distribuição eletrônica inteligente por meio de vetorização de torque. Segundo a Audi, a potência é transmitida para cada roda de acordo com a necessidade, o que melhora a dirigibilidade e a segurança.
Mas nem só de um “powertrain” poderoso se faz um grande cupê esportivo. O visual é um ingrediente fundamental nesse gênero de carro. E o TT RS exibe um desenho sedutor de esportivo, mas com uma “pegada” extremamente elegante. A grade frontal tem acabamento em preto brilhante e moldura em aço escovado. O para-choque conta com duas grandes tomadas de ar laterais e um defletor também em aço escovado ajuda a ressaltar a esportividade – como se isso fosse necessário. Os faróis de leds e os quatro anéis da Audi na tampa do motor completam o aspecto moderno, mas sem exageros espalhafatosos.
Contudo, a principal característica visual do mais poderoso dos TT é mesmo o vistoso aerofólio traseiro.

Na parte inferior, o difusor contribui para aumentar a estabilidade do cupê em altas velocidades. As lanternas exclusivas da versão usam diodos de emissão de luz orgânicos (OLEDs, sigla do termo inglês Organic Light-Emitting Diodes). Os OLEDs podem fornecer luminosidade mais nítida e brilhante e usam menos energia do que os diodos emissores de luz (os leds) convencionais. Junto aos escapamentos com ponteiras ovais e acabamento em preto brilhante, formam um dos mais harmônicos conjuntos traseiros da atual safra automotiva. No perfil, além do belo visual inerente aos cupês e da clássica tampa de combustível – similar às dos carro de competição e que acompanha o TT desde seu lançamento, há duas décadas –, se destacam as parrudas rodas de 19 polegadas exclusivas da versão, que deixam ver os enormes freios a disco ventilados e perfurados.

Por dentro, a principal diferença do RS em relação ao restante da linha TT está no volante. Semelhante ao adotado no R8, traz o botão de partida e o acionamento dos modos de condução embutidos no aro. De resto, as formas do painel e de todo o habitáculo são bem parecidas com as dos outros TT, acrescidas de costuras vermelhas, peças em plástico reforçado com fibra de carbono e couro Alcantara que completam o pacote de acabamento RS.
Em resumo, o TT RS é um “brinquedo de rico” que beira o meio milhão de reais. Para quem tem realmente muito dinheiro, é fã do design arrebatador do cupê da Audi e busca esportividade com exclusividade, é um prazer que o dinheiro pode comprar. Para alguns afortunados, isso já é mais do que suficiente para justificar uma compra. Sorte deles!

Experiência a bordo – Na medida certa

Quando as portas do TT RS são abertas, o nome “Audi Sport” aparece projetado no chão. Uma vez lá dentro, nota-se que o cupê acomoda bem duas pessoas e permite ao motorista dirigir como se estivesse em um cockpit. Os bancos de couro são extremamente aconchegantes. O quadro de instrumentos, chamado pela marca de Audi Virtual Cockpit, é de série e fornece todas as informações relevantes em uma tela LCD de 12,3 polegadas, diretamente no campo de visão do motorista, sobre o volante. É possível selecionar os modos de visualização. No modo Sport, por exemplo, o conta-giros fica centralizado e outros mostradores ligados à performance surgem dos dois lados. Se o motorista preferir, a telona de 12,3 polegadas pode exibir o mapa do navegador GPS. O volante com base achatada é revestido de couro Alcantara, e o carro ainda conta com equipamento de som Bang & Olufsen e sistema multimídia com memória interna para 10 GB, compatível com Android Auto e Apple CarPlay.
A bordo, apesar do espaço restrito inerente aos cupês esportivos, não falta conforto e sofisticação, com acabamentos primorosos que incluem couro e revestimentos em fibra de carbono. Levar qualquer pessoa com mais de 12 anos nos dois pequenos bancos traseiros deve ser evitado. Funcionam mais como um porta-malas adicional. Já para quem ocupa os dois envolventes bancos frontais, ambos com múltiplos ajustes, a ergonomia é ótima. O TT RS ainda oferece confortos como memórias para os ajustes dos bancos, ar-condicionado automático individual e o lúdico Audi Drive Select – que possibilita ajustar direção, suspensão e as respostas do motor para diferentes estilos de condução. Em termos de porta-malas, os dos cupês esportivos costumam ser muito pequenos. O do TT RS nem é dos menores, contudo leva só 305 litros.

Impressões ao dirigir – De parar o trânsito

Pessoas que acham que atrair a inveja alheia pode atrapalhar suas vidas devem evitar desfilar por aí com um Audi TT RS – principalmente no incomum tom Green Lime. O carro funciona como um verdadeiro “ímã de olhares”. Para quem não pertence à nobreza britânica, não é galã de Hollywood ou “pop star” da música e nem ao menos um mega-astro do esporte, é até divertido ter a experiência de ver como é atrair todas as atenções onde quer que se esteja. Alguns passantes se esforçam, porém é impossível ostentar indiferença ao cruzar com o esportivo da Audi. A estupefação generalizada é tamanha que pode ser perigosa e provocar acidentes – alguns motoristas simplesmente não conseguem tirar os olhos do carro e esquecem de olhar para a frente.
Logo na primeira pisada no acelerador, fica evidente que as letras RS não estão no carro por acaso. A denominação das versões mais esportivas dos Audi marca uma série de atributos especialmente aprimorados. Um deles é a suspensão. O Audi TT RS proporciona performances arrebatadoras em estradas sinuosas, onde a rápida aceleração e a absoluta firmeza do conjunto se harmonizam com a tração Quattro, que entrega a potência necessária às rodas. O cupê tem pneus muito largos, que ajudam a manter a aderência nas curvas. As frenagens contam com discos ventilados e perfurados na dianteira e sólidos na traseira. São de uma precisão fora do comum.


O volante tem dois botões na parte de baixo – à direita, fica a ignição, e à esquerda, o Drive Select, com os modos Comfort, Auto, Dynamic e Individual. No Dynamic, a divisão automática de tração entre os eixos traz o carro para dentro da tangência da curva, e a rolagem da carroceria parece ter sido abolida. As trocas podem ser automáticas ou manuais, por meio da alavanca ou das borboletas. São sempre muito ágeis, mérito do câmbio S-Tronic de 7 marchas, com dupla embreagem. Um botão no console serve para selecionar o som do escapamento como esportivo ou normal. No modo esportivo, o ronco grave e “embaralhado” do motor, acompanhado de estampidos secos que saem das ponteiras duplas, lembra bastante o dos carros da Fórmula-1. É tão alto que chama atenção de todos os viventes no entorno – como se tal coisa fizesse sentido no veículo em questão.
Na estrada, basta pisar um pouco mais forte com o pé direito para a marca de 200 km/h aparecer no velocímetro. E é nas altas velocidades que o Audi TT RS mais se sente “em casa”, com um comportamento dinâmico irrepreensível. No trânsito urbano, o start-stop desliga o motor quando o carro está parado com o motorista com o pé no freio, para ajudar a conter o consumo do motorzão. No final, a impressão que se tem é que o TT RS é um esportivo que se passa sem dificuldades por um superesportivo com mais de 500 cavalos – que são modelos com preços bem mais “salgados” que o do TT RS.

TEXTO: Luiz Humberto Monteiro Pereira / Agência AutoMotrix    FOTOS: Luiza Kreitlon / Agência AutoMotrix

Ficha Técnica

Audi TT RS Coupé 2.5 TFSI Quattro

Motor: Dianteiro, transversal, gasolina, 5 cilindros em linha, 2.480 cm³, 20 válvulas, turbocompressor, injeção direta e indireta
Potência: 400 cavalos entre 5.850 rpm e 7.000 rpm
Torque: 49 kgfm entre 1.700 e 5.850 rpm
Câmbio: automático sequencial, sete marchas, dupla embreagem
Tração: integral Quattro
Direção: Elétrica
Suspensão: McPherson (dianteira) e Multilink (traseira)
Freios: Discos ventilados (dianteira e traseira)
Pneus: 245/35 R19
Dimensões
Comprimento 4,19 m
Largura: 1,83 m
Altura: 1,34 m
Entre-eixos: 2,50 m
Tanque: 55 litros
Porta-malas: 305 litros
Peso: 1.440 kg
Central multimídia: 12,3 polegadas, integrada ao quadro de instrumentos, não é sensível ao toque
Preço básico: R$ 424.990
Carro avaliado (na cor Green Lime): R$ 454.990

SHELL V-POWER DISTRIBUIRÁ 5 MIL INGRESSOS PARA A PORSCHE CUP

A próxima etapa da Porsche Cup, que acontece no próximo sábado, 28 de julho, em Interlagos (SP), vai proporcionar um momento inesquecível. Além dos pilotos que disputam a competição, a pista receberá um grupo diferente de motoristas: proprietários de Porsche que se inscreveram e abasteceram com Shell V Power Racing ganharam o direito de acelerar na lendária pista do autódromo paulistano. É a segunda vez que esta ação é realizada pela marca. A prova será inédita em diversos aspectos. Além da ação de ativação da marca com a participação dos consumidores, as arquibancadas estarão, pela primeira vez, abertas ao público. E para marcar a ocasião, a marca Shell vai distribuir 5 mil ingressos em postos de combustíveis em São Paulo para clientes Shell V-Power.

O objetivo desta ação visa integrar à jornada do cliente e oferecer experiências cada vez mais prazerosas e descomplicadas em sua rotina. Exemplos delas são as edições do maior cinema ao ar livre do mundo – o Shell Open Air, no Rio e em São Paulo; as inovações do Shell Box que facilitam o pagamento nos postos e os novos modelos de Lojas de Conveniência Shell Select. Esta ação em Interlagos, om a Porsche Cup, é mais uma forma de aproximar a marca, única a ter presença expressiva nas principais séries do esporte a motor no mundo, dos apreciadores e amantes de automobilismo. 

Como participar?
Os consumidores que quiserem assistir a ccorrida deve abastecer com qualquer produto da família Shell V-Power nos postos participantes:

GIPIRES POSTO DE SERVICO LTDA AV CASA VERDE, 2971, SAO PAULO, SP
CARLOS ALBERTO PAPACIDERO AV PROF CELESTINO BOURROUL ,34, SAO PAULO, SP
CENTRO AUTO JARDIM MARAJOARA LTDA AV DOM AGUIRRE, 40, SAO PAULO
AUTO POSTO NOVO CAUA LTDA AV PRESIDENTE KENNEDY, 2470, OSASCO
GIGANTE DA IMIGRANTES AUTO P LTDA AV PROF.ABRAHAO DE MORAIS, 1180, SAO PAULO
CENTRO AUTOMOTIVO FIANDEIRAS LTDA AV SANTO AMARO, 1510, SAO PAULO
POSTO NOVA FAMILIA LTDA AV SENADOR TEOTONIO VI, 2089 TERREO, SAO PAULO, SP
AUTO POSTO ESTONIA LTDA AV DAS NACOES, 826, SANTO ANDRÉ, SP
AUTO POSTO ESTONIA 2 LTDA AV DOS ESTADOS, 6943, SANTO ANDRÉ, SP
AUTO POSTO ESTONIA 3 LTDA RUA SANTA FILOMENA, 751, SAO BERNARDO DO CAMPO, SP

EQUIPES RED BULL F1 TERÃO MOTORES HONDA PARA A TEMPORADA 2019

A Honda e o Grupo Red Bull assinaram um novo acordo no qual a Honda será parceira da Red Bull Racing no fornecimento de motores para os próximos dois anos, a partir do Campeonato Mundial de Fórmula 1 da FIA de 2019. Isso será um adendo ao atual acordo com a Scuderia Toro Rosso. A partir do ano que vem, os dois times da Red Bull – Toro Rosso e Aston Martin Red Bull Racing – irão competir com propulsores Honda, que serão idênticos para as duas equipes.

Takahiro Hachigo, presidente da Honda, afirma que em função de um bom relacionamento com a Scuderia Toro Rosso, “decidimos estender nosso envolvimento com a Fórmula 1 para a outra equipe da família Red Bull, a Aston Martin. Ter duas equipes significa que podemos acessar o dobro de dados de antes. Acreditamos que esta decisão nos permitirá chegar mais perto do nosso objetivo de vencer corridas e campeonatos, construindo duas parcerias fortes “.

“Esta parceria com a Honda sinaliza uma nova era para o Grupo Red Bull na Fórmula 1, com as duas equipes se beneficiando do fornecimento comum coordenado pela Red Bull Technology. Ficamos extremamente impressionados com o comprometimento e o progresso da Honda e compartilhamos as mesmas ambições”, observa Helmut Marko, conselheiro da Red Bull Motorsport.

Já Christian Horner, diretor da Aston Martin Red Bull Racing, disse que após cuidadosa análise e avaliação, “estamos certos de que esta parceria com a Honda é a direção certa para a equipe. Ficamos impressionados com o compromisso da Honda com a F1, com os rápidos passos que eles deram nos últimos tempos com a nossa equipe irmã, a Scuderia Toro Rosso, e com o escopo de sua ambição, que combina com a nossa “, conclui.

EQUIPE BTEC SERÁ O BRASIL NO SCANIA TOP TEAM 2018

André Luís Decker, Carlos Alberto Fösch, Felipe Daniel Fogaça, Marcelo Bueno e Neilson Goi Freitag. Esta é a escalação da equipe Btec, da Brasdiesel Ijuí (RS), que será a representante brasileira na final mundial do Scania Top Team 2018, que acontecerá nos dias 6 e 7 de dezembro, na Suécia. No maior desafio da competição global, os gaúchos enfrentarão 11 times de países diferentes. Os brasileiros garantiram uma das duas vagas disputadas, por outros sete países, no sábado (17), na final regional, que foi realizada na fábrica da Scania em São Bernardo do Campo (SP). Pela segunda vez consecutiva a Btec se classifica para a grande final. A outra vaga ficou com a Argentina, que venceu a etapa regional.

“Estamos muito orgulhosos pela classificação para a final mundial. A equipe brasileira lutou muito, desde a primeira prova, parar realizar o sonho de voltar a disputar o desafio na Suécia, pela segunda vez consecutiva. Um fato inédito”, afirma Gustavo Andrade, gerente de Portfólio de Serviços da Scania no Brasil (acima). “Independentemente do resultado na Suécia, o Brasil já tem, no mínimo, a décima segunda melhor equipe de serviços do planeta. Resultado: mais qualificação e rapidez.” Andrade ressalta a assertividade na preparação para o Top Team. “Contamos com o apoio irrestrito da Scania Academy, a responsável pelos treinamentos da marca. A atualização dos times de Serviços, não apenas da Btec, mostra que estamos no caminho correto”, conclui. 

“A Brasdiesel vem aumentando a agilidade, a qualidade e a assertividade dos profissionais da oficina. Em 2017, na comparação com 2016, aumentamos em 15% a venda geral de serviços em Ijuí e de 21% na filial de Caxias do Sul. Em 2018, já incrementamos em 36% o faturamento da mão de obra das duas oficinas”, explica Claudio Padilha, gerente geral de Serviços da Brasdiesel.

Final regional

A final regional do Scania Top Team 2018 foi acirrada. No sábado (17), a fábrica de São Bernardo do Campo foi o palco de um dia inteiro de intensas disputas. Pelo regulamento, se classificavam as duas equipes, dentre oito países, que somassem o maior número de pontos em quatro provas práticas e uma teórica. Tudo sob a pressão do relógio. No sistema de pontuação, cada estação valia 50 pontos, num total possível de 250 pontos. Os times tiveram 20 minutos para resolver cada fase. 

Na classificação da final regional a Argentina somou 191 com a equipe Metegol, de Buenos Aires; em segundo a Btec, de Ijuí (RS) com 144,5 pontos; No terceiro lugar, o Chile com os Mecânicos Vabis Serie S, de Santiago (127,5); Em quarto, somando 126 pontos ficou o Peru (Peruvian Force, de Lima); Em quinto, com 98 pontos, o time Simba, da cidade de Nairóbi, Quênia; E, na sequência, os respectivos três últimos colocados: Uruguai – Fray Bentos (86,5), México – Scania Steel, de Monterrei (82) e com 70 pontos a equipe Águias Sul-africanas, da cidade de Durban, na África do Sul. 

VÍDEO: BOB BURNQUIST E O SKATE OLÍMPICO

VÍDEO: BOB BURNQUIST E O SKATE OLÍMPICO


Único atleta a participar de todas as edições dos X Games, Bob Burnquist é um mito entre os skatistas do Brasil e do mundo. Criador da mega rampa, Bob é hoje presidente da Confederação Brasileira de Skate (CBSk). Sua missão é montar uma equipe forte para representar o País nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020. Confira a entrevista exclusiva feita pelo MinutoMotor com o mito do skate mundial. Bob fala de sua nova função como dirigente esportivo, de estilo de vida e competição, além do Complexo Skate, que será construído na Zona Leste da capital paulista, em parceria com o Sesi-SP.

VÍDEO: SERTÕES 2018, DE VOLTA ÀS ORIGENS

VÍDEO: SERTÕES 2018, DE VOLTA ÀS ORIGENS

Maior competição off-road da América Latina, e uma das maiores do mundo, o Rally dos Sertões 2018 parte para sua 26ª edição. De volta às origens, a prova percorrerá 3.600 quilômetros de muita aventura e adrenalina, que exigirá muito de máquinas e pilotos. A competição terá largada promocional em 18 de agosto em Goiânia (GO) e chegada em Fortaleza, no Ceará, em 25 de agosto. O trajeto cruzará, além de Goiás e Ceará, mais dois estados – Bahia, Piauí. O Rally dos Sertões 2018 reunirá pilotos em quatro categorias: motos, quadriciclos, UTVs e carros. Além do sol, os competidores enfrentarão longas especiais e muita areia. Confiras todas as novidades da competição na reportagem do MinutoMotor.

COMO ANDA A YAMAHA R3 CUP EM INTERLAGOS?

COMO ANDA A YAMAHA R3 CUP EM INTERLAGOS?

Incentivar a formação de novos pilotos. Esta é a principal missão da categoria Yamalube R3 Cup. Para isso, a Yamaha Brasil ofereceu subsídio na compra da miniesportiva YZF R3 0km ao preço de R$ 15.200,00.
Em 2018 a Yamaha investirá mais recursos na preparação e treino dos pilotos – com atividades que desenvolvam o físico, o raciocínio e até mesmo o controle emocional. O acompanhamento técnico será feito pelo ex-piloto e chefe de equipe Alam Douglas.
Para ir para a pista, a moto original emagreceu 15 quilos. Foram substituídas carenagens, guidão e ponteira esportiva. Saiba detalhe sobre a categoria e, de quebra, dê uma volta no lendário autódromo de Interlagos (SP).