FAZER 250 ABS 2020 É UMA BOA OPÇÃO DE COMPRA. SAIBA POR QUE!

FAZER 250 ABS 2020 É UMA BOA OPÇÃO DE COMPRA. SAIBA POR QUE!

Uma das motos mais bonitas e eficientes de sua categoria, a Yamaha Fazer 250 ABS ganhou uma nova opção de cor em sua versão 2020: vermelho metálico e custa R$ 15.790 (+ frete). Terceiro modelo mais vendido da categoria City, segundo dados de emplacamentos da Fenabrave, com 9.845 unidades entre janeiro e maio, a representante da Yamaha só perde para as Honda CG 160 (127.972) e para a CB 250F Twister (14.678), sua principal concorrente e que tem preço sugerido a partir de R$ 15.140. Mas será que o modelo é uma boa opção de compra?

Em 12 anos de mercado foram fabricadas mais de 300 mil unidades, por isso a Fazer 250 ABS 2020 pode ser um upgrade natural para que tem uma moto 125, 150 ou 160cc. Outros diferenciais: modelo tem garantia de 4 anos e plano de manutenção com preço fixo. Confira abaixo as principais características da Fazer 250 ABS:

Design
A escolha de sua próxima moto passa, certamente, pelo visual. A Fazer 250 2020 conta com um desenho bastante atual, diria até radical pelas linhas adotadas no tanque de combustível, entradas de ar e rabeta. 100% digital, o painel da Fazer 250 ABS é um dos mais completo de sua categoria. Destaque para os indicadores de consumo médio e instantâneo. O modelo usa ainda farol e lanterna traseira em LED.

Agilidade
Por ser ágil e muito prática, a Fazer é uma moto perfeita para dupla jornada, ou seja, rodar trechos urbanos no dia a dia e em viagens curtas nos finais de semana. O modelo se destaca pela ergonomia, conforto e facilidade na pilotagem. Isso se dá graças à redução do peso em 4 kg em relação à geração anterior, a centralização de massa, a geometria bem acertada e ciclística eficiente.

Freios ABS e disco em ambas as rodas
O sistema de freios é composto por disco simples de 282mm e uma pinça de duplo pistão na frente, e disco de 220mm e pinça dupla na traseira. Destaque para o sistema ABS como item de série. Ele impede o travamento das rodas em condições de baixa aderência (asfalto molhado ou sujo), e até mesmo em frenagens de emergência.

Motor e Economia
O monocilíndrico, de arrefecimento misto – uma vez que conta com o auxílio de um radiador de óleo – tem a capacidade de 249,5 cm³ e utiliza duas válvulas acionadas por comando simples no cabeçote. Com gasolina, a potência máxima da Fazer é de 21,3 cv e de 21,5 cv com etanol, ambos a 8.000 rpm. O torque é de 2,1 kgf.m, alcançado a 6.500 giros. O consumo é de mais de 30 km/l.

Garantia
Outra vantagem oferecida na compra de uma Fazer 250 ABS 0 km é a sua garantia de fábrica de 4 anos, a maior do mercado de duas rodas no Brasil. Só para comparar, a Honda dá para a 250 Twister 3 anos de garantia sem limite de quilometragem, mais óleo grátis em 7 revisões. A moto da Yamaha contará ainda com a Revisão Preço Fixo Yamaha. A primeira revisão acontece aos 1.000 Km, a segunda aos 5.000 Km e as demais a cada 5.000 km. Os preços do plano de manutenção variam entre R$ 104 a R$ 474, que pode ser pago em até seis vezes.

Cores e Preço
O modelo 2020 da Yamaha Fazer 250 ABS três opções de cores: azul metálico, vermelho metálico e preto sólido (Preto Eclipse). Preço sugerido de R$ 15.790,00 + frete.

LÍDER ENTRE OS SUVs, JEEP RENEGADE REEDITA O PACOTE NIGHT EAGLE

LÍDER ENTRE OS SUVs, JEEP RENEGADE REEDITA O PACOTE NIGHT EAGLE

A Jeep retomou o pacote Night Eagle para o Renegade Sport Flex A/T. A versão mais recheada de equipamentos conta agora central multimídia Uconnect de 7” polegadas (tela igual à do Compass Sport) – compatível com Android Auto e Apple CarPlay -, ar-condicionado dual zone e sensores traseiros de estacionamento. O preço sugerido do Renegade Night Eagle é de R$ 92.020 (R$ 85.990 da versão Sport automática básica, mais R$ 4.500 do kit e a adição de mais R$ 1.530 pela pintura metálica: Cinza Antique, Prata Billet e Preto Carbon. )

Na parte visual, o utilitário esportivo adotou pintura preta nas rodas de liga leve aro 17” (de acabamento brilhante), teto, laterais acima das portas e logotipos. Por dentro, o tema “all-black” continua dando o tom em todas as molduras (aros do volante multifuncional, saídas de ar, alto-falantes e base da alavanca de câmbio).

Segundo dados da Fenabrave, entre janeiro a abril já foram
emplacamentos exatas 21.383 unidades do líder Renegade, 3.499 a mais do que o segundo colocado, o Jeep Compass (campeão de vendas em 2017 e 2018). Os dois somados representam 24% do segmento, praticamente um quarto do total de vendas da categoria.

VÍDEO: NISSAN KICKS COM ESTILO E DESIGN NA MEDIDA

Vídeo-teste Nissan Kicks 2018

Quem busca um utilitário esportivo com design moderno e estilo de sobra, o Nissan Kicks pode ser uma alternativa. Quando chegou no mercado em 2016 foi comparado com veículos de categorias superiores. Tecnologia ativa de segurança na versão topo de linha, como controle de tração e estabilidade, controle dinâmico em curvas (regula o movimento da carroceria e utiliza o freio motor e os freios para reduzir o subesterço), câmera com visão 360º com sistema inteligente e o estabilizador ativo de carroceira reforçaram esse posicionamento. MinutoMotor pode rodar com a versão topo de linha, 1.6 SL Pach Tech 2018. Com preço sugerido de R$ 100.990,00, a linha 2019 acabou de chegar na rede Nissan com pouquíssimas alterações.

Quem busca um utilitário esportivo com design modernos e estilo de sobra, o Nissan Kicks pode ser uma alternativa.

A primeira impressão é que o SUV da Nissan, com linhas retas e angulares exteriormente, passa a sensação de modernidade e sofisticação. O teto com cor diferente da carroceria reforça essa percepção e praticamente ditou uma tendência vista no dia a dia das grandes cidades. As rodas com 17 polegadas, calçadas com pneus 205/55 finalizam o conjunto.

Nissan, com linhas retas e angulares exteriormente, passa a sensação de modernidade e sofisticação

Internamente, o utilitário avaliado era equipado com bancos em couro com tonalidade claro, assim como acabamentos no painel. Por não estar acostumado com essa configuração, assim como boa parte dos brasileiros, estranhamos um pouco no início, mas com o passar do tempo é agradável e passa a sensação de amplitude. O que realmente não agradou foi o excesso de plástico no interior do veículo.

Equipado com bancos em couro com tonalidade claro, assim como acabamentos no painel

Já a versão 2019 do Kicks, que chegou recentemente no mercado, adota uma nova central multimídia  Nissan Multi-App de 7” polegadas, que conta com Apple CarPlay e Android Auto para a versão topo de linha, a SL Pack Tech . A versão 2018 avaliada trazia o sistema Multiapp, com rádios AM/FM , CD e DVD player, função RDS, entrada auxiliar para MP3 Player, conector USB, conexão à internet por intermédio de wi-fi pela plataforma Android, download de aplicativos como, por exemplo, Waze e Spotify. Já as versões de entrada e intermediárias não contam com essa atualização. Uma pena.

Motor 1.6 flex de segunda geração, com 114 cv a 5.600 rpm e 15,5 kgfm a 4.000 rpm de torque

Já o motor é o conhecido 1.6 flex de segunda geração, com 114 cv a 5.600 rpm e 15,5 kgfm a 4.000 rpm de torque, combinado com um câmbio CVT que simula seis marchas, deixa o veículo com um dirigir suave, mesmo quando utilizado o discreto modo esporte. Rodando boa parte tempo em trecho urbano, o Kicks marcou média de 5,2 km/l no computador de bordo, isso quando abastecido com etanol. Com 41 litros de capacidade no tanque, a autonomia é modesta.

GOSTAMOS: Design, estilo, duas cores do exterior, ergonomia, tecnologia de segurança ativa

NÃO GOSTAMOS: Excesso de plástico interno, suspensão.

Ficha técnica

Motor:  quatro cilindros, dianteiro, transversal, 1.598 cm³ de cilindrada, 16V, comando duplo, flex


Potência: 114 cv a 5.600 rpm 


Torque: 15,5 kgfm a 4.000 rpm 


Câmbio: automático CVT, seis marchas simuladas, tração dianteiro


Direção: Elétrica


Suspensão: Independente McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira


Freios: Discos ventilados na dianteira e tambores na traseira, ABS


Rodas e Pneus: liga-leve aro 17” com pneus 205/55


Comprimento: 4,29 m


Largura: 1,76 m


Altura: 1,59 m


Entre-eixos: 2,61 m


Capacidade do tanque: 41 litros

Porta-malas: 432 litros


Peso: 1.146kg 
Central multimídia: 7 polegadas sensível ao toque

Imagens do Kicks 2019

TESTE-DRIVE: HONDA HR-V LX CONTINUA NA EVOLUÇÃO

TESTE-DRIVE: HONDA HR-V LX CONTINUA NA EVOLUÇÃO

Sucesso de vendas da Honda desde 2015, quando foi lançado, o HR-V 2019 chega ao mercado reestilizado, com destaque para a grade dianteira cromada e novos faróis projetores com luzes diurnas em LED para todas as versões. Já na traseira, o utilitário esportivo conta com lanternas em LED com detalhes escurecidos e novas rodas aro 17 polegadas, calçados com pneus 215/55. MinutoMotor avaliou a versão de entrada, a LX, que tem preço sugerido de R$ 92.500,00.

Por fora, as mudanças foram mais pontuais e garantem ao HR-V a atualização necessária para acompanhar os demais mercados da Honda. Mas o que realmente mudou foi a suspensão do SUV, retrabalhada para absorver melhor as imperfeições e atender a uma das principais reclamações dos consumidores, o barulho incomodo de uma batida seca na traseira que acontecia no modelo anterior.

Outras mudanças que serão sentidas no dia a dia é a nova programação do câmbio CVT (nas versões EX e EXL simulam sete marchas), que melhorou as respostas em aceleração e diminuí a necessidade do aumento da rotação em determinadas situações, e isolamento acústico aprimorado, que varia de acordo com a versão.

O motor continua o 1.8 litro com 140 cv e 17,3 kgmf quando abastecido com gasolina. Numa viagem de ida e volta com quatro pessoas de São Paulo até Amparo, com trechos de serra, o HR-V teve como média 12 km/l de acordo com o computador de bordo. Os quatro ocupantes puderam viajar confortavelmente e o que chama a atenção é a conhecida versatilidade do interior modular dos bancos traseiros, chamado pela marca de “Magic Seat”. Já os bancos dianteiros são novos, com melhor apoio ao corpo, e o console central tem acabamento em black piano, que garante um ar de sofisticação.

Dentre os itens de série, estão ar-condicionado, direção elétrica, controles de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa (HSA) e luzes de frenagem de emergência (ESS), freio de estacionamento com assistente de partida em rampas, controle de cruzeiro e faróis de neblina, vidros elétricos com toque para subida/descida e destravamento do porta-malas pela chave. O que deixa a desejar numa versão desse valor são: a falta de multimídia de 5 polegadas sensível ao toque com Android Auto ou Apple CarPlay, câmera de ré e sensores de estacionamento e também bancos em couro.

+ GOSTAMOS: Design, conforto, acabamento interno, nova suspensão e programação do câmbio

– NÃO GOSTAMOS: Falta de: câmera de ré, sensor de estacionamento, espelhamento do celular e banco em couro

 

 

Ficha técnica
Motor: quatro cilindros, dianteiro, transversal, 1.799 cm³ de cilindrada, 16V, flex

Potência: 140/139 cv a 6.500/6.300 rpm (G/E)

Torque: 17,3/17,4 kgfm a 4.800/5.000 rpm (G/E)

Câmbio: automático CVT

Direção: Elétrica

Suspensão: Independente McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira

Freios: Discos ventilados na dianteira e sólidos na traseira, ABS

Rodas e Pneus: liga-leve aro 17” com pneus 215/55

Comprimento: 4,32 m

Largura: 1,77 m

Altura: 1,58 m

Entre-eixos: 2,61 m

Capacidade do tanque: 51 litros

Peso: 1.271 kg

Central multimídia: 5 polegadas

TEST-DRIVE: YARIS SEDAN XLS 1.5 É LACUNA PREENCHIDA

A Toyota é uma grande conhecida do brasileiro. O pós-venda dos seus veículos e valor de revenda jogam sempre a favor dos automóveis da marca. Mas faltava algo no portfólio da fabricante japonesa. Bem, isso já não pode ser mais questionado. A chegada do Yaris, nas versões hatch e sedan, tentam completar e ao mesmo tempo conquistar os clientes do segmento compactos premium. Será que consegue?  avaliou a versão completa do sedan, a XLS 1.5 automática com câmbio CVT, que tem preço sugerido de R$ 83.590.

Logo de cara, o visual agrada, com linhas bem resolvidas. Lembra o irmão mais velho, o Corolla. Com desenho moderno e harmonioso, com faróis alongados integrados a grade dianteira deixam a dianteira do sedan bonita. Já as laterais possuem traços mais suaves e a traseira aposta nas lanternas horizontais, que invadem o porta-malas. E é exatamente neste ponto a primeira falha do Yaris, a falta de cuidado no acabamento do bagageiro.

Já internamente, temos espaço de sobra para quatro ocupantes. Os 2,55 metros de entre-eixos do Yaris Sedan possibilita aos passageiros viajarem com conforto, mas a curvatura da caída do teto podem incomodar os mais altos.

Já o fato do túnel central ser mais baixo, representa um ganho expressivo para as pernas. Outro ponto positivo é ao adentrar no veículo. Mesmo com muito plástico rígido, o desenho no geral é agradável, até mais moderno que o Corolla. O acabamento em preto brilhante tenta dar um ar mais sofisticado, mas para por aí.

A versão topo de linha, avaliada por MinutoMotor, conta ainda com teto solar, sensor de chuva, maçanetas cromadas, faróis com projetor e lâmpadas halógenas, lanternas em LED e sete airbags, adicionando dois laterais, dois de cortina e um de joelhos para o motorista, além dos banco de couro, ar-condicionado digital, nova central multimídia com tela de sete polegadas (um tanto confusa para espelhar e fazer funcionar um smartphone), entre outros mimos.

O motor 1.5 com 110 cavalos de potência e 14,9 kgmf de torque quando abastecido com álcool tem sede. No computador de bordo do Yaris Sedan, a máxima alcançada foi de 5 km/l na média, o que no final assustou, já que seu tanque tem apenas 45 litros. Já o câmbio é o mesmo utilizado no Corolla, o conhecido CVT e a suspensão tem acerto mais voltado para o conforto, o que pode incomodar ao passar por vias mais esburacadas. Já na estrada, é bastante agradável.

 

+ GOSTAMOS: Design, conforto, acabamento interno, preço se comparado aos principais rivais

– NÃO GOSTAMOS: Acabamento porta-malas, autonomia, consumo, usabilidade da central multimídia confusa

Texto e Fotos: Fernando Eduardo, especial para o MinutoMotor

YARIS SEDAN XLS 1.5

Ficha Técnica
Motor: quatro cilindros, dianteiro, transversal 1.496 cm³ de cilindrada, 16V, comando duplo variável, flex

Potência: 105/110 cv a 5.600 rpm (G/E)

Torque: 14,3/14,9 kgfm a 4.750 rpm

Câmbio: automático CVT simulando sete marchas

Direção: Elétrica

Suspensão: Independente McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira com barra estabilizadora

Freios: Discos solidos na dianteira e tambores na traseira, ABS

Rodas e Pneus: Liga-leva aro 15” com pneus 185/60 R 15

Comprimento: 4,42 m

Largura: 1,73 m

Altura: 1,49 m

Entre-eixos: 2,54 m

Capacidade do tanque: 45 litros

Peso: 1.150 kg

Central multimídia: 7 polegadas

 

YAMAHA CROSSER 150 2019 GANHA FREIOS ABS DE SÉRIE

Depois da radical reformulação que Yamaha fez na XTZ 250 Lander ABS – com exceção do motor –, a marca dos três diapasões também resolveu dar um up grade tecnológico e estético na sua trail urbana de entrada. A Crosser 2019 é a primeira moto de sua categoria – on/off até 160cc – a estar equipada com freio ABS de série – na roda dianteira. Sua principal concorrente, a Honda NXR 160 Bros ESDD usa freios combinados (CBS). O ABS evita o travamento da roda dianteira em situações de emergência ou piso com baixa aderência. Além disso, o modelo ganhou freio a disco na roda traseira, que garante mais equilíbrio ao conjunto. Mas as mudanças no param por aí!

A Crosser 2019 traz agora um painel mais completo. Conta-giros analógico e visor LCD digital que apresentam múltiplas funções: velocímetro, hodômetro parcial e total, marcador de combustível, fuel trip e relógio. Em ambas as versões – “S” (para-lama é baixo, junto a roda, para uso no asfalto) e “Z”(paralama mais alto, mais aventureira) –, a Crosser é equipada com lampejador de farol alto. Há ainda indicador “Eco”, para uma pilotagem mais focada na economia de combustível e indicador de marchas, útil para o motociclista entrante.

Para se adaptar à altura do piloto, a Crosser traz guidão ajustável, que melhorou a ergonomia do motociclista. A Yamaha manteve o assento em dois níveis. Segundo a marca, a nova versão da Crosser aumentou a sensação de conforto com a adoção da suspensão traseira do tipo monocross com link, capaz de absorver melhor as imperfeições do piso. Para ajudar neste trabalho, a moto usa roda aro 19 polegadas na dianteira e 17 polegadas na traseira, calçadas com pneus de uso misto.

O motor é o bom e velho conhecido: Monocilíndrico arrefecido a ar, com exatos 149cm3 de capacidade, capaz de gerar 12,2 cv de a potência máxima quando abastecido com gasolina, e 12,4 cv com etanol. O modelo conta com fácil manutenção, baixo consumo e boa autonomia (taque de combustível com capacidade para 12 litros). 

A nova Crosser 2019 segue com três anos garantia e também faz parte do programa Revisão Preço Fixo da Yamaha. Estará disponível nas revendas já no início de março. A Crosser “S” tem o preço sugerido de R$ 12.390,00 (+ frete) e será vendida nas cores branco e preto. Já a versão “Z”, duas opções de cores: azul e preto. E valor de R$ 12.590,00 (+ frete).

PORQUE USAR LUVAS É TÃO IMPORTANTE AO PILOTAR UMA MOTO?

PORQUE USAR LUVAS É TÃO IMPORTANTE AO PILOTAR UMA MOTO?

Depois do capacete – item de segurança obrigatório em todo território nacional –, a luva é um equipamento de segurança indispensável para o motociclista. Ignorada muitas vezes pela maioria dos pilotos, as luvas protegem as mãos (ossos, músculos e pele) de impactos e dilacerações, como também do frio, do sol, de pedriscos e de insetos. 

A mão é uma das ferramentas mais precisas do corpo humano. Usamos tal membro todos os dias para inúmeras tarefas: abrir uma porta, teclar uma mensagem, indicar um caminho ou acenar para um amigo. Elas também são fundamentais para a condução da motocicleta: acionar embreagem, freio, acelerador e, claro, segurar o guidão. 

Quando o motociclista cai da moto, instintivamente ele projeta as mãos à frente e é ai que o membro sofre danos – fraturas, escoriações ou, em casos extremos, a amputação. Ou seja, se o motociclista não estiver com uma luva de qualidade – de preferência de couro – as sequelas podem ser irreversíveis.

Em alguns casos o motociclista perderá o tato e até os movimentos dos dedos. Ou seja, sem este movimente ficará impossível pilotar uma motocicleta novamente, já que não haverá como engatar marchas ou frear o veículo.

A mão é bastante delicada e flexível. Por isso perder a pele que a reveste poderá comprometer muito os movimentos. Por isso use luvas, sempre. O equipamento de segurança pode ser a diferença entre o motociclista capaz de pilotar ou uma aposentadoria precoce. Por isso invista em sua segurança. Use luvas!!! É o MunitoMotor na campanha de incentivo ao uso de equipamentos de segurança por parte dos motociclistas. 

TEST-DRIVE: FIAT TORO 4X4 DIESEL TEM TORQUE E CONFORTO

Uma marca criadora de tendências. Quando a Fiat lançou a Palio Weekend Adventure no Brasil, em 1999, a montadora estava apostando num segmento que ainda não existia, a de veículos com apelo aventureiro, mas não necessariamente com aptidões “mecânicas” para enfrentar o off-road. Deu certo! Com o Toro, não foi diferente. Lançado em 2017, o SUP (Sport Utility Pick-up), definição da fabricante para veículo com características de utilitário com caçamba e capacidade de uma picape; tem como diferencial atributos fora de estrada, como tração 4×4. Novamente, deu certo. Líder no segmento desde o seu lançamento, com 58 mil unidades vendidas somente em 2018 segundo a Fenabrave, MinutoMotor avaliou a versão Freedom 2.0 AT9 4×4 Diesel, que custa R$ 133.990.

Num trajeto de aproximadamente 600 quilômetros, com trechos sinuosos entre Bragança Paulista e Serra Negra, em São Paulo, foi possível avaliar as principais qualidades do Toro, como posição de dirigir confortável e o ideal peso da direção elétrica (leve para manobras na cidade e com boa comunicação em velocidades mais altas) e uma suspensão independente nas quatro rodas que garantiu boas respostas em curvas e também na absorção de buracos.

Com motor a diesel, o Toro tem força de sobra mesmo considerando o peso do veículo, afinal, são 35,7 kgf.m e torque a 1.750 rpm. Temos um ligeiro turbo lag, comum nos motores a diesel, mas é bem melhor que a versão flex. Para quem quer utilizar em terrenos mais acidentados, basta acionar no controle central o botão giratório que permite selecionar os modos auto (uso normal), 4WD (que tava a tração com distribuição igual entre os eixos) e a reduzida (para trechos mais acidentados).

Já o câmbio automático não tem trocas tão suaves, dando alguns trancos principalmente em baixas rotações. Quem optar por fazer as trocas pelas borboletas (Paddle Shift), vai perceber uma leve demora para subir e, em algumas situações, as reduções são ignoradas.

Internamente, o Toro tem amplo espaço para quatro ocupantes, inclusive pessoas com mais de 1,70 m nos bancos traseiros. Os assentos são confortáveis e revestidos em couro. Mas o modelo deixa a desejar com relação a central multimídia, aquém ao preço cobrado e conectividade oferecida por outros equipamentos até mesmo da própria FCA.

+ GOSTAMOS: Dirigibilidade, conforto, espaço interno, motorização, direção e suspensão

– NÃO GOSTAMOS: Central Multimídia e câmbio

 

Texto e Fotos: Fernando Eduardo, especial para o MinutoMotor

FIAT TORO FREEDOM 4X4 DIESEL
Ficha técnica

Motor: Turbo e intercooler, diesel, quatro cilindros, dianteiro, transversal, 1.956 cm³ de cilindrada

Potência: 170 cv a 3.750 rpm 

Torque: 35,7 kgf.m a 1.750 rpm

Câmbio: Automático de 9 marchas e tração 4×4 automática

Direção: Elétrica

Suspensão: Independente McPherson na dianteira e multilink na traseira

Freios: Discos ventilados na dianteira e tambores na traseira, ABS

Rodas e Pneus: Alumínio aro 17” com pneus 225/65 R 17

Comprimento: 4,91 m

Largura: 1,84 m

Altura: 1,74 m

Entre-eixos: 2,99 m

Capacidade do tanque: 60 litros

Peso: 1.871 kg em ordem de marcha

Caçamba: 820 litros

Carga útil: 1.000 kg

Central multimídia: 5 polegadas

Preço: R$ 133.990

VÍDEO: TRIUMPH CRIA KIT PARA DEIXAR A THRUXTON R MAIS INVOCADA

VÍDEO: TRIUMPH CRIA KIT PARA DEIXAR A THRUXTON R MAIS INVOCADA

Comemorando seis anos de atuação oficial no Brasil, a Triumph resolveu criar um kit de personalização inspirado nas nostálgicas Cafe Racers. Dessa forma, a marca inglesa quer que o motociclista brasileiro deixe sua Thruxton R com um visual mais invocado, alinhado ao seu estilo de vida e personalidade. Disponível na rede de concessionárias da marca, o kit Inspiration custa R$ 4.990 e é formado por:

1. Protetor do joelho,
2. Parabrisa pintado,
3. Kit de fixação do parabrisa,
4. Semiguidão,
5. Kit de remoção do paralama traseiro com lanterna traseira compacta,
6. Silenciosos em aço inox escovado, da Vance & Hines;
7. Pequenos piscas dianteiro em LED,
8. Pequenos piscas traseiro em LED,
9. Alça do tanque de couro e aço inox e
10. Manoplas

TESTE-DRIVE: JEEP COMPASS LONGITUDE, O QUERIDINHO DO MERCADO

Com preços a partir de R$ 111.990, o Jeep Compass pode ser considerado um sucesso de vendas. Primeiro por ser o SUV mais emplacado no acumulado até novembro, com 55.522 unidades de acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Segundo, por estar entre os dez veículos mais emplacados de todo o Brasil. Minuto Motor pode avaliar a edição limitada Night Eagle, baseada na versão Longitude, para conhecer os atributos do utilitário que conquistou o mercado. Infelizmente, já não é mais possível encontrar a Night Eagle nas concessionárias. Uma pena!

Equipado com motor quatro cilindros, 2.0 Tigershark Flex, o propulsor é capaz de desenvolver 166 cv e 20,5 kgfm a 4.000 rpm quando abastecido com etanol e 159 cv e 19,9 kgfm a 4.000 rpm com gasolina, levando o Jeep Compass de 0 a 100 km/h em 10,6 segundos e com velocidade máxima de 192 km/h, sempre com câmbio automático de 6 velocidades, com opção de trocais manuais graças as aletas atrás do volante. Além da versão flex 4×2, também é possível encontrar nas concessionárias o modelo equipado com o motor turbodiesel 2.0 Multijet II 4×4, com nove marchas, 170 cv a 3.750 rpm e 35,7 kgfm a 1.750 rpm (Longitude, Limited e Trailhawk).

Com visual que agrada boa parte dos consumidores, sempre com linhas bem resolvidas, sobretudo pela grade dianteira com as tradicionais sete fendas verticais, o Jeep Compass Longitude 2019 conta com rodas de 18 polegadas, retrovisores laterais com rebatimento elétrico e tela de 7” no painel de instrumentos.
Ainda nos itens de série, o utilitário esportivo conta com controle de estabilidade, que inclui sistemas eletrônicos anticapotamento, ar-condicionado digital bizona, bancos revestidos em couro e central multimídia com tela de 8,4 polegadas compatível com Apple CarPlay e Android Auto, além de assistente de partida em rampa e monitoramento de pressão dos pneus.

O Compass conta também com coluna de direção com regulagem de altura e de distância, regulagem manual da altura do banco, câmera de ré com ótima visualização na tela multimídia, volante com comandos de telefonia, som e controle de velocidade, garantindo boa ergonomia para os ocupantes e motorista, deixando a dirigibilidade mais agradável.

Numa viagem entre São Paulo e Pouso Alegre (MG), com direito a conhecer o Laboratório Nacional de Astrofísica, localizado em Itajubá, também no estado mineiro, o Compass mostrou-se confortável e com comportamento exemplar para quatro ocupantes e malas. Durante o trajeto, de aproximadamente três horas, foi possível conhecer um pouco mais dos atributos do utilitário, suas tecnologias e sistemas eletrônicos. Pena que o motor 2.0 TigerShark Flex poderia ser um pouco mais forte.

Texto e Fotos: Fernando Eduardo, especial para o MinutoMotor

 Ficha técnica – Jeep Compass 2.0 flex Longitude 4×2

Motor – de quatro cilindros linha, flex, 1.995 cm³ de cilindrada, com potências de 166 cv (etanol) a 6.000 rpm e 159 cv (gasolina) a 6.000 rpm e torques máximos de 20,5 kgfm (etanol) a 4.000 rpm e 19,9 kgfm (gasolina) a 4.000 rpm
Transmissão – tração dianteira e câmbio automático de seis marchas
Direção – tipo pinhão e cremalheira, com assistência elétrica
Freios – disco ventilado na dianteira, e sólido na traseira
Suspensão – dianteira, McPherson, com barra estabilizadora; traseira, McPherson com braços laterais/transversais e barra estabilizadora
Capacidades –Tanque de combustível, 60 litros; carga útil (passageiros + bagagem), 400 kg; porta-malas, 410 litros
Rodas/pneus – 7×18”de liga de alumínio/225/55R18
Peso – 1.546 kg
Dimensões (metro) – comprimento, 4,41; largura, 1,81; altura, 1,63; distância entre-eixos, 2,64
Desempenho – velocidades máximas, 192 km/h (etanol) e 188 km/h (gasolina); aceleração até 100 km/h, 10,6 (etanol) e 10,9 (gasolina)
Consumo (km/l) – urbano, 6,1 (etanol) e 8,8 (g); estrada, 7,5 (etanol) e 10,8 (g)
Dimensões – Compr.: 4,41 m / Largura: 1,81 m / Altura: 1,63 m / Entre-eixos: 2,63 m