TESTE-DRIVE: JEEP COMPASS LONGITUDE, O QUERIDINHO DO MERCADO

Com preços a partir de R$ 111.990, o Jeep Compass pode ser considerado um sucesso de vendas. Primeiro por ser o SUV mais emplacado no acumulado até novembro, com 55.522 unidades de acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Segundo, por estar entre os dez veículos mais emplacados de todo o Brasil. Minuto Motor pode avaliar a edição limitada Night Eagle, baseada na versão Longitude, para conhecer os atributos do utilitário que conquistou o mercado. Infelizmente, já não é mais possível encontrar a Night Eagle nas concessionárias. Uma pena!

Equipado com motor quatro cilindros, 2.0 Tigershark Flex, o propulsor é capaz de desenvolver 166 cv e 20,5 kgfm a 4.000 rpm quando abastecido com etanol e 159 cv e 19,9 kgfm a 4.000 rpm com gasolina, levando o Jeep Compass de 0 a 100 km/h em 10,6 segundos e com velocidade máxima de 192 km/h, sempre com câmbio automático de 6 velocidades, com opção de trocais manuais graças as aletas atrás do volante. Além da versão flex 4×2, também é possível encontrar nas concessionárias o modelo equipado com o motor turbodiesel 2.0 Multijet II 4×4, com nove marchas, 170 cv a 3.750 rpm e 35,7 kgfm a 1.750 rpm (Longitude, Limited e Trailhawk).

Com visual que agrada boa parte dos consumidores, sempre com linhas bem resolvidas, sobretudo pela grade dianteira com as tradicionais sete fendas verticais, o Jeep Compass Longitude 2019 conta com rodas de 18 polegadas, retrovisores laterais com rebatimento elétrico e tela de 7” no painel de instrumentos.
Ainda nos itens de série, o utilitário esportivo conta com controle de estabilidade, que inclui sistemas eletrônicos anticapotamento, ar-condicionado digital bizona, bancos revestidos em couro e central multimídia com tela de 8,4 polegadas compatível com Apple CarPlay e Android Auto, além de assistente de partida em rampa e monitoramento de pressão dos pneus.

O Compass conta também com coluna de direção com regulagem de altura e de distância, regulagem manual da altura do banco, câmera de ré com ótima visualização na tela multimídia, volante com comandos de telefonia, som e controle de velocidade, garantindo boa ergonomia para os ocupantes e motorista, deixando a dirigibilidade mais agradável.

Numa viagem entre São Paulo e Pouso Alegre (MG), com direito a conhecer o Laboratório Nacional de Astrofísica, localizado em Itajubá, também no estado mineiro, o Compass mostrou-se confortável e com comportamento exemplar para quatro ocupantes e malas. Durante o trajeto, de aproximadamente três horas, foi possível conhecer um pouco mais dos atributos do utilitário, suas tecnologias e sistemas eletrônicos. Pena que o motor 2.0 TigerShark Flex poderia ser um pouco mais forte.

Texto e Fotos: Fernando Eduardo, especial para o MinutoMotor

 Ficha técnica – Jeep Compass 2.0 flex Longitude 4×2

Motor – de quatro cilindros linha, flex, 1.995 cm³ de cilindrada, com potências de 166 cv (etanol) a 6.000 rpm e 159 cv (gasolina) a 6.000 rpm e torques máximos de 20,5 kgfm (etanol) a 4.000 rpm e 19,9 kgfm (gasolina) a 4.000 rpm
Transmissão – tração dianteira e câmbio automático de seis marchas
Direção – tipo pinhão e cremalheira, com assistência elétrica
Freios – disco ventilado na dianteira, e sólido na traseira
Suspensão – dianteira, McPherson, com barra estabilizadora; traseira, McPherson com braços laterais/transversais e barra estabilizadora
Capacidades –Tanque de combustível, 60 litros; carga útil (passageiros + bagagem), 400 kg; porta-malas, 410 litros
Rodas/pneus – 7×18”de liga de alumínio/225/55R18
Peso – 1.546 kg
Dimensões (metro) – comprimento, 4,41; largura, 1,81; altura, 1,63; distância entre-eixos, 2,64
Desempenho – velocidades máximas, 192 km/h (etanol) e 188 km/h (gasolina); aceleração até 100 km/h, 10,6 (etanol) e 10,9 (gasolina)
Consumo (km/l) – urbano, 6,1 (etanol) e 8,8 (g); estrada, 7,5 (etanol) e 10,8 (g)
Dimensões – Compr.: 4,41 m / Largura: 1,81 m / Altura: 1,63 m / Entre-eixos: 2,63 m

NOVO SCOOTER HONDA ELITE 125 TEM PREÇO DEFINIDO: R$ 8.250

O novo scooter de entrada da Honda já está chegando às lojas. O preço do modelo foi definido esta semana pela montadora: R$ 8.250. Em função de suas características, o Elite 125 tem tudo para ser uma nova referência de mobilidade urbana sobre duas rodas. Traz boa dose de tecnologia, modernidade e design, aliado ao motor injetado e transmissão automática V-Matic. Para maior segurança e conforto, o Elite está equipado com freio CBS, painel LCD, iluminação frontal por LED, porta-capacete sob o assento, além de piso plano. Seu principal concorrente, o Yamaha Neo 125 UBS custa R$ 8.290.

Honda Elite 125 – Especificações técnicas
Tipo: OHC, Monocilíndrico 4 tempos, arrefecido a ar.
Cilindrada: 124, 9 cc
Potência Máxima: 9,34 CV a 7500 rpm
Torque Máximo: 1,05 kgf.m a 6000 rpm
Transmissão: Tipo V – MATIC
Sistema de Partida: Elétrica
Diâmetro x Curso: 52,4 x 57,9 mm
Relação de Compressão: 9.8 : 1
Sistema Alimentação: Injeção Eletrônica PGM-FI
Combustível: Gasolina
Tanque de Combustível: 6,4 litros
Óleo do Motor: 0,8 litro
Chassi: Monobloco (underbone)
Suspensão Dianteira/Curso: Garfo telescópico/ 90 / 80 mm
Suspensão Traseira/Curso: Monoamortecida/ 70 / 70 mm
Freio Dianteiro/Diâmetro: A disco / 160,8 mm / 190 mm
Freio Traseiro/Diâmetro: A tambor / 130 mm
Pneu Dianteiro: 90/90 -12
Pneu Traseiro: 100/90 -10
Comprimento x Largura x Altura: 1735 x 689 x 1118 mm
Distância entre eixos: 1223 mm
Distância mínima do solo: 133 mm
Altura do assento: 772 mm
Peso Seco: 104 kg

TEST-RIDE: HARLEY FXDR 114, A EMOÇÃO COMEÇA EM 2.500 RPM

As muscle bikes me fascinam. Atraem meu olhar por suas linhas radicais que esbanjam personalidade. São arrojadas, musculosas, torcudas e potentes. Seu desempenho esportivo vem de motores mais apimentados e sua ciclística impõe respeito pela robustez e eficiência. Em 2016 tive o privilégio de participar do lançamento mundial da Ducati XDiavel, em Santa Mônica, na Califórnia (EUA). Mas antes disso, a partir do início dos anos 2000, pilotei praticamente toda a linha V-Rod, da Harley-Davidson. Cheguei a rodar nos Estados Unidos com a Night Rod em 2012. Testei ainda as versões Muscle e a Night Rod Special. Em termos globais, o Brasil ocupou a segunda posição em vendas desta família. Apesar do sucesso, aposentadoria da família V-Rod veio em 2016. De lá para cá havia uma lacuna que só agora foi preenchida com a chegada da FXDR 114 2019, nova integrante da linha Softail.

Misto entre Night Rod Special e XR 1200X, a nova power cruiser da H-D não usa o motor Revolution, desenvolvido em parceria com a alemã Porsche, mas sim o novo Milwaukee-Eight 114 (de 114 polegadas cúbicas), refrigerado a ar, que oferece ‘apenas’ 16,11 kgf.m de torque já disponíveis a 3.500 rpm . A moto se diferencia também pelo uso materiais mais leves: alumínio na balança e no sub-chassi. O resultado é o menor peso – 303 kg em ordem de marcha – e mais agilidade.

O que incomoda, à primeira vista sãs as peças em plástico que emolduram o assento solo e o paralama traseiro, que se move junto com a suspensão que, alias, recebeu um monoamortecedor com nova posição de ancoragem. São 112 mm de curso e ajuste na pré-carga da mola. Aqui valeria um acabamento mais requintado, como o uso da fibra de carbono, já que estamos falando em uma moto que custa a partir de R$ 80.200. Porém este tipo de acabamento faz parte de uma extensa linha de acessórios da marca, desenvolvida exclusivamente para o modelo!

A posição de pilotagem lembra a da Night Rod Special, ou seja, braços esticados e bem abertos e pernas semiflexionadas, com as pedaleiras não tão à frente, quando comparado com as primeiras V-Rod. É uma postura de pilotagem diferente, com o troco projetado para frente Aqui a relação é ‘ame ou odeie’. Eu gosto!

Atenção nas manobras em baixa velocidade, como em uma moto esportiva o ângulo de esterço é reduzido. Além disso, a FXDR 114 – assim como a Breakout – conta com um ângulo de cáster de 34 graus. Mas a altura do assento, de 720 mm, auxilia o motociclista nesta situação. Outro item que veio das superesportivas foi a suspensão dianteira: invertida (upside down) com tubos de 43mm de diâmetro e 130mm de curso. Absorve bem as irregularidades do piso, deixa a moto sempre no trilho e dita o caminho para a próxima curva.

COMO É PILOTAR?

Para domar esta usina de força, o piloto precisa ir com calma, até se acostumar com a nova posição de pilotagem. Já o motor é bruto e muito cuidado nas aceleradas mais vigorosa. Aqui de duas uma: ou a FXDR114 vai empinar ou a moto vai sair fritando o pneu traseiro de 240mm, enrugando o asfalto. Por isso, o motociclista precisa ter total controle sobre a máquina.

Ao apertar o botão do start, o Milwaukee-Eight 114, de cerca de 80 cv de potência máxima (número não confirmado pela Harley), desperta e emite um som médio-grave que é propagado pelo escape 2 em 1. O ‘rugido’ do motor refrigerado a ar instiga o piloto a girar o cabo. E é a 2.500 giros que a emoção começa.

Com uma boa relação de marchas, a FXDR114 vai ganhando velocidade de forma controlada. Aqui o mais importante não é o torque, mas sim como esta força é distribuída. No caso desta Softail é feita de forma exemplar, progressiva. Mas se o motociclista quiser mais emoção é só girar o acelerador com vontade e ter adrenalina correndo solta no corpo, já que a moto vai derrapar nas saídas de curva. Por isso, a Harley deveria ter investido em um pacote eletrônico completo – modos de pilotagem e controle de tração – como na sua coirmã italiana.

Em pista plana, asfalto bom, sexta marcha engatada e motor girando a 3.150 rpm, a muscle bike da HD já estava a 140 km/h, com folga para muito mais. A velocidade por ultrapassar, com facilidade, 200 km/h. A autonomia é de cerca de 300 km, já que o tanque tem capacidade para 16,7 litros da gasolina.

Depois de cruzar a Marginal Pinheiros e um trecho da rodovia Castelo Branco, a FXDR seguiu pela Estada dos Romeiros, que liga Itu a Cabreuva, no interior de São Paulo. Devoradora de curvas – as mais abertas, de preferência –, a moto mostrou para que veio: rodar com o giro baixo, porém de forma bastante vigorosa. Quando é preciso de mais potência e troque bastava dar uma leve girada da manopla do acelerador. No trecho mais sinuoso, a moto rodou praticamente o tempo todo em quarta marcha. A FXDR 114 até parecia um scooter. Claro que oferecendo mais emoção!

Agora nas saídas de curvas e já emendando em retas, a nova HD despeja força e potência quase que de forma instantânea, já que o comportamento dinâmico do ‘V2’, de 1.868 cm³, é quase um soco no estômago. Em função da nova arquitetura, com a transmissão primária deslocada para traz, o motor oferece um dos maiores ângulos de inclinação na família Softail, que faz desta Harley boa de curvas e de retas. O mais incrível é que em nenhum momento a pedaleira raspou no chão.

Aqui duas ressalvas, antes de mergulhar nas curvas o correto é frear antes, deixar o sistema entrar em ação – disco duplo de 300mm na dianteira e, na traseira, disco simples de 292mm. Em alguns momentos de abuso por parte do piloto (este que vos escreve), o ABS entrou em ação e não deixou a roda travar. Em resumo, a FXDR não é uma moto para iniciantes, mas sim para pilotos experientes que gostam de acelerar. Com a nova muscle bike ninguém vai ficar órfão da V-Rod.

Fotos: Guilherme Veloso / Divulgação – Harley-Davidson

TESTE: MINI COUNTRYMAN ALL4 FOI FEITO PARA ACELERAR

Clássico e ao mesmo tempo moderno, o grande diferencial do Mini John Cooper Works Countryman ALL4 não é seu design arrojado de formas robustas, mas sim o motor, considerado o mais potente já instalado em um modelo da marca britânica – que hoje é controlada pela alemã BMW. O propulsor 2.0 l de quatro cilindros turbo entrega generosos 231 cv de potência máxima. Além de tração integral e câmbio automático de oito velocidades. Com preço sugerido de R$ 219.990, a versão mais esportiva da linha Mini é para quem gosta de dirigir e acelerar forte.

O Countryman ALL4 adotou um bom pacote tecnológico que conta com controles de tração dinâmico (DTC) e de bloqueio eletrônico do diferencial (EDLC). Além disso, o carro traz freios Brembo, central multimídia com tela touch de 8,8 polegadas, sistema de navegação, áudio da grife Harman-Kardon, função Start/Stop e teto solar panorâmico.
Ao entrar no carro, o banco ‘concha’ abraça o motorista. Ou seja, o condutor fica colado ao assento, mesmo nas mudanças mais radicais de direção – só faltou o cinco de cinco pontas.

Então chegou a hora de dar o ‘start’. O botão que dá vida ao carro fica no console central (já que o All4 conta com chave presencial). De cara, o carro urra. O som do motor que sai do escape duplo é, ao mesmo tempo, ‘rouco’ e grave – um misto de Rod Stewart e Joe Cocker. A melodia instiga o motorista a pisar com vontade no acelerador. Segundo a marca, o novo Mini John Cooper Works Countryman ALL4 vai de zero a 100 km/h em 6,5 segundos e a velocidade máxima é superior a 230 km/h.

Modos de pilotagem

O crossover inglês oferece três perfis de condução: Sport, Mid e Green. Dependendo do modo escolhido, o carro pode alterar a rigidez do pedal do acelerador e da direção, as características do câmbio, assim como o controle dinâmico da suspensão.

Rodar com transmissão automática tradicional (Drive) é a melhor opção para encarar o trânsito carregado dos centros urbanos. Melhor ainda se o motorista selecionar opção Green, que otimiza o consumo de combustível, porém deixando as respostas do veículo mais lentas (ou mais racionais). Neste modo de condução a tração integral é desacoplada entre 50 km/h e 160 km/h, assim que o motorista tira o pé do acelerador. Já o modo Mid tem foco no conforto e também na eficiência.

Se você quer emoção, desloque a alavanca de câmbio para baixo e para a esquerda. Na posição Sport as trocas de marchas poderão ser feitas via paddle shift, alavancas que ficam atrás do volante, que garante trocas de marchas mais rápidas e emocionantes – tipo Stock Car ou Formula1. Neste modo de pilotagem até a calibragem dos amortecedores – mais rígida – favorece uma condução mais agressiva.

Como roda o esportivo

Entre aceleradas vigorosas e trocas de marcha rápidas, a potência máxima chega já a apenas 5.000 rpm. Com a subida de giro do motor o carro ganha velocidade rapidamente. Outro destaque fica por conta do torque – 35,7 kgfm, disponível a partir de 1.450 rpm. Traduzindo: muita força nas arrancadas e retomadas.
Dinamicamente, o Mini John Cooper Works Countryman ALL4 oferece estabilidade em curvas e rápidas desacelerações.

Para obter a menor perda de aderência, esse esportivo da Mini conta até com controle de largada.
Aliás, a tração integral ALL4 também garante estabilidade em situações adversas. Ela está acoplada ao controle dinâmico de estabilidade (DSC), que é responsável por oferecer respostas vigorosas. Para melhorar o desempenho do carro, os sistemas eletrônicos distribuem torque entre as rodas dianteiras e traseiras. Em média, o clássico esportivo da Mini faz 6 km/l, conforme o computador de bordo.

Suspensão e freios

O sistema de suspensão MacPherson (D) e Multi-link (D) – oferece uma posição elevada do veículo em relação ao solo – trabalha de forma bastante precisa, absorvendo bem as imperfeições do piso, mesmo com o uso de rodas aro 19 polegadas, calçadas com pneus de perfil esportivo (225/45). Em uso esportivo e com ajuda da tecnologia embarcada, a suspensão apresentou mais firme.

Superdimensionado, o sistema de freios fabricados pela grife italiana Brembo traz discos ventilados de pinça fixa e quatro pistões nas rodas dianteiras. As pinças foram pontadas em vermelho e ganharam o logo John Cooper Works.

O bom desempenho do carro se dá graças a transmissão automática Steptronic – com mais emoção por mio do paddle shift –, mas também ao baixo centro de gravidade e a suspensão bem acertada que gruda o carro no chão praticamente em todas as situações. Resumindo: potência com controle máximo. O Mini John Cooper Works Countryman ALL4 não é um Porsche 911, mas não deixa de ser um carro muito divertido de dirigir.

Fotos: Renato Teixeira / MinutoMotor

T-CROSS, O NOVO SUV GLOBAL DA VW CHEGA PARA O SALÃO


A Volkswagen apresentou globalmente o T-Cross, em evento inédito que integra os três continentes onde o modelo será produzido e comercializado (Europa, Ásia e América). O novo SUV faz parte da estratégia da empresa de oferecer modelos globais com características específicas para atender às necessidades locais de cada região. Primeiro SUV da marca Volkswagen produzido no País chegará ao mercado nacional no 1º semestre de 2019 e também será comercializado para a América Latina. 

A versão brasileira terá atributos exclusivos para a região, como o maior entre-eixos (2.651 mm). No Brasil, modelo será oferecido com motores TSI e terá o maior torque da categoria: 250 Nm (25,5 kgfm). Todas as versões trarão de série Controle de Estabilidade (ESC) e seis airbags, entre outros itens de segurança. O modelo Será uma das atrações da marca durante o Salão Internacional do Automóvel, que acontece em São Paulo entre 8 e 18 de novembro.

Para os mercados da América Latina, o T-Cross p será produzido em São José dos Pinhais (PR) – para isso, a fábrica recebeu investimentos na casa de R$ 2 bilhões – e faz parte dos cinco novos SUVs a serem lançados pela Volkswagen na região até 2020. O modelo será produzido sobre a Estratégia Modular MQB, que é o mais moderno conceito de produção do Grupo Volkswagen no mundo. Os veículos baseados na Estratégia Modular MQB proporcionam o que há de mais avançado em termos de design, inovação, alta performance e segurança.

O novo SUV da VW se destacará pelo excelente comportamento dinâmico – no Brasil terá exclusivamente motores TSI –, por oferecer cabine espaçosa e confortável e pelos avançados recursos de tecnologia, conectividade e segurança. Oferecerá itens exclusivos no segmento, como o painel totalmente digital (Active Info Display), seletor de perfil de condução, Controle de Estabilidade (ESC) de série, bloqueio eletrônico do diferencial, Park Assist 3.0, suporte para celular no painel, quatro entradas USB (inclusive para o banco traseiro), iluminação da cabine em LED e acabamento com apliques no painel. Também contará com faróis full-LED, seis air bags, saída de ar-condicionado para o banco traseiro e teto solar panorâmico, entre outros recursos.

No Brasil, o T-Cross terá exclusivamente motores TSI, que combinam injeção direta de combustível e turbocompressor para entregar alta eficiência energética e prazer ao dirigir. O motor 250 TSI Total Flex gera potência de até 150 cv (110 kW), com gasolina ou etanol, a 4.500 rpm. O torque máximo, também com ambos os combustíveis, é de 250 Nm (25,5 kgfm) – será o maior torque da categoria. Esse motor será combinado exclusivamente à transmissão automática de seis marchas com função Tiptronic e aletas (“shift paddles”) para trocas no volante.

Já o motor 200 TSI Total Flex desenvolve potência de até 128 cv (94 kW) a 5.500 rpm, com etanol – com gasolina, são 116 cv (85 kW), à mesma rotação. O torque máximo é de 200 Nm (20,4 kgfm), com gasolina ou etanol, sempre na faixa de 2.000 a 3.500 rpm. Esse motor poderá ser combinado à transmissão manual ou à automática com função Tiptronic (também com as aletas no volante), ambas de seis marchas.

Todas as versões do T-Cross serão equipadas com luz de condução diurna (DRL) em LED, integrada ao farol de neblina. Haverá oferta de faróis full-LED para o T-Cross – neste caso, a luz de condução diurna encontra-se na própria carcaça do farol. E a capacidade do porta-malas varia entre 373 e 420 litros.

O T-Cross também poderá ser equipado com teto solar panorâmico “Sky View” – dois painéis de vidro que abrangem mais da metade da área do teto do carro (a seção dianteira pode ser aberta eletricamente). Outro destaque no interior do T-Cross é a iluminação ambiente em LED. Há luzes na região dos pés, no centro do console, no painel e nas maçanetas. O T-Cross terá disponível o sistema de som “Beats”, de alta fidelidade sonora, com sete alto-falantes (incluindo um sub woofer no porta-malas) e potência é de 300W RMS.


“O T-Cross é o primeiro SUV produzido pela Volkswagen no Brasil, que chega para revolucionar os padrões de seu segmento”, afirma o Presidente e CEO da Volkswagen América Latina, Pablo Di Si. “É um carro global, que traz alterações para o gosto e perfil dos clientes da América Latina, reforçando a nossa estratégia de Regionalização”, explica Di Si. “O T-Cross que será feito no Brasil traz mudanças em seu design, maior espaço interno e é mais alto que o modelo europeu, além de ser um modelo seguro, conectado e cheio de tecnologia”, conclui.

FORD APOSTA EM SUA LINHA MAIS AVENTUREIRA


A Ford antecipou para a imprensa especializada as novidades que apresentará no Salão do Automóvel 2018, de 8 a 18 de novembro. A avant premierè exibiu o Edge ST e o EcoSport sem estepe na traseira. Mas há também conceitos destinados a testar a receptividade dos consumidores, caso do SUV Territory, do Ka Urban Warrior e das Ranger Storm e Black, apontando as tendências futuras da marca.


Os SUVs darão a tônica na exposição da Ford em São Paulo, com três grandes atrações. O novo Edge ST, primeiro carro a trazer para o Brasil a grife “Sport Technologies” de carros de alto desempenho da Ford, chega ao mercado logo após o salão. O EcoSport Titanium sem o estepe na traseira é outra grande novidade que futuramente estará nas ruas.

Já o Territory, novo SUV médio global repleto de tecnologia, desenvolvido na China, desembarca no salão como conceito. Aliás, o Territory – concorrente direto do Jeep Compass – será lançado somente na China em 2019. Para outros mercados, inclusive Brasil, só a partir de 2020.

A mostra da Ford inclui também conceitos desenvolvidos como exercício de design para medir a reação dos consumidores com relação a diferentes propostas. O Ka Urban Warrior é um deles, com acessórios que dão ao Ka Sedan uma roupagem esportiva de inspiração aventureira.

A picape Ranger traz duas propostas de personalização, criadas a partir de modelos diesel com cabine dupla. A Ranger Storm exibe pintura exclusiva em duas cores e elementos que reforçam a musculatura da carroceria. A Ranger Black, como diz o nome, tem a cor preta como tema, criando um visual ousado e moderno.

“Os veículos e tecnologias que estamos trazendo para o Salão de São Paulo refletem o grande momento de transformação da Ford”, disse Lyle Watters, presidente da Ford América do Sul. “Eles são um exemplo da inovação que estamos buscando em todas as áreas para responder aos desafios atuais e futuros da mobilidade, criando soluções sempre com foco centrado no consumidor.”

O executivo afirmou que a Ford foi a primeira montadora a se instalar no Brasil, “onde vamos comemorar o centenário no próximo ano, e nunca deixamos de acreditar no desenvolvimento do País. Temos aqui uma estrutura forte e times de muito talento, como prova a abrangência e o sucesso da nossa linha atual de produtos”, disse Watters.

CAPACETE LS2 RAPID MINI É IDEAL PARA A CRIANÇADA

Voltado para o público infantil e também para as mulheres, a LS2 apresenta o capacete Rapid Mini (FF353J). Disponíveis nos tamanhos 48 ao 52, o modelo pode ser encontrado em três opções de grafismo: Monster, Pop Crazy e Monocolor. O casco do Rapid Mini é desenvolvido em HPTT, tecnologia que alia o ABS ao EPS. O resultado é um produto de maior resistência, além de uma excelente capacidade de dissipar a energia de um impacto. Detalhe: atualmente o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) permite que crianças a partir de sete anos possam ser transportadas na garupa da moto. O preço sugerido para o Rapid Mini é de R$ 599,90. Mais informações, acesse ls2.com.br .

Com apenas 1200 gramas, o modelo tem narigueira que auxilia a respiração, forro hipoalérgico cortado a laser, sem costuras em áreas sensíveis, removível e lavável. Conta ainda com viseira em policarbonato com sistema de troca rápida e pinos para colocação de sobreviseira Pinlock. “Os filhos são sempre uma prioridade para os pais e, na hora de escolher o capacete, não pode ser diferente. Por isso optamos em oferecer este produto para um público que ainda não tem muitas opções no mercado”, explica o gerente comercial da LS2 no Brasil, Jonathas Paz.

EM PARCERIA COM A UBER, CAMARO HOT WHEELS CIRCULA EM SP e BH


Você já imaginou solicitar um carro via aplicativo e chegar um Camaro todo customizado para te levar ao seu destino? Isso é possível! Os usuários do aplicativo da Uber que solicitarem um carro (uberX) nas cidades de São Paulo (SP) e Belo Horizonte (MG) poderão ser surpreendidos com um Hot Wheels Camaro em escala real. O Hot Wheels Uber poderá surpreender os usuários do App de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 18h, e sábado e domingo, das 12h à 22h. A ação acontecerá em São Paulo até 14 de outubro e em Belo Horizonte de 15 a 21 de outubro. Desde que o veículo esteja disponível no momento da chamada, excepcionalmente durante o período de vigência da ação, que é realizada em parceria com a Mattel. 

O primeiro Hot Wheels criado pela Mattel foi um Camaro Custom, projetado por Elliot Handler e sua equipe em 1968. Desde então, o Chevrolet Camaro se tornou o carrinho mais desejado pelos colecionadores. Dando continuidade às comemorações do 50º aniversário, Hot Wheels se une à Uber para promover uma experiência exclusiva aos usuários da plataforma de mobilidade, trazendo um Hot Wheels Camaro customizado para as capitais paulista e mineira.


Além disso, o Hot Wheels Uber fará uma parada especial durante o Dia das Crianças. O carro estará estacionado dentro do Parque Villa Lobos, em São Paulo, no dia 12 de outubro, promovendo atividades infantis. A ação ainda dará a oportunidade para os fãs da marca conhecer o ‘carrinho’ – em tamanho natura l – bem de perto. Os passageiros poderão viver uma experiência única e que poderá ser compartilhada nas redes sociais com a hashtag  #ROLÊHOTWHEELS.

KIA STINGER GT CHEGA POR R$ 350 MIL EM EDIÇÃO ASSINADA POR FITTIPALDI

 

 

“O carro oferece alta performance, conforto, muita tecnologia embarcada, isso sem falar no design arrebatador. Não fica devendo em nada para os concorrentes europeus”, afirma o bicampeão Mundial de Formula 1, Emerson Fittipaldi, no lançamento do sedã esportivo Stinger GT, veículo mais potente da história da Kia. Equipado com motor V6, de 3.3 litros, biturbo, Stinger GT tem 370 cv de potência e chega ao mercado brasileiro por R$ 399.990, com garantia de cinco anos ou 100 mil km. “Como esse primeiro lote, para garantia de compra, teve seu câmbio fechado para o fabricante, ainda na época do dólar a R$ 3,35, para essas primeiras vinte unidades da Launch Edition by Fittipaldi, vamos praticar preço especial de lançamento de R$ 349.990”, explica José Luiz Gandini, presidente da Kia Motors do Brasil.

As primeiras 20 unidades a serem vendidas no Brasil fazem parte de uma edição especial, numerada, denominada “Launch Edition by Fittipaldi”, com identificação no painel e acompanham placa especial oficializando a edição, assinada pelo próprio bicampeão Formula 1. Contratado pela Kia Motors Corporation para estrelar o filme de lançamento do Stinger GT nos EUA, Fittipaldi – ao lado do roqueiro Steven Tyler, líder do Aerosmith – também apadrinha a chegada do sedã ao Brasil que, na festa de lançamento enalteceu as qualidades dinâmicas do carro e suas linhas elegantes. Com uma série de prêmios da mídia automotiva mundial, incluindo os prestigiados Red Dot Awards e o iF Design de 2018, o Stinger GT chega ao mercado brasileiro equipado com os mais modernos itens em tecnologia, segurança e conforto. É, com certeza, um divisor de águas dentro da marca sul-coreana.

Evolução do carro conceito da marca, o projeto do Stinger GT foi supervisionado por Peter Schreyer, chefe de Design e presidente da Kia Motors Corporation, e sua equipe de designers em Frankfurt. Acompanhado do seu grupo de engenheiros, o diretor de testes de veículos de alto desempenho da Kia, Albert Biermann, cuidou do desenvolvimento da condução no autódromo Nürburgring Nordschleife, na Alemanha.

Equipado com motor V6, de 3.3 litros, biturbo, com 370 cv de potência a 6.000 rpm e oferece torque de 52 kgm a 4.500 rpm, o Stinger GT traz transmissão automática sequencial de 8 velocidades, além de cinco modos de condução: Smart, Eco, Comfort, Sport e Custom. O sedã vai de 0 a 100 km/h em 4,9 segundos e atinge velocidade máxima de 270 km/h. Conta com controle de torque vetorial AWD (All-Wheel Drive), suspensão eletrônica com ajuste de altura do amortecedor e freios Brembo. Sob o capô longo e esculpido, duas turbinas estão disponíveis para oferecer uma sensação de aceleração emocionante, mesmo a partir de baixas velocidades.

Oferecer itens de luxo e características inovadoras já se tornou parte do DNA do Kia Stinger GT. Neste carro há ainda vários sistemas avançados de assistência ao condutor (ADAS) operam em conjunto para transformar a condução do veículo em uma experiência única, com mais segurança e comodidade. Por exemplo, para estacionar com segurança, os sensores ultrassônicos do Stinger GT informam a existência de obstáculos ou pedestres na frente e atrás do veículo. Outro destaque fica por conta do sistema Around View Monitor (AVM), com orientação de estacionamento, que combina as imagens de quatro lentes grande-angulares posicionadas na frente, na traseira e nas laterais do veículo para fornecer uma visão completa do entorno, seja na hora de estacionar ou enquanto trafega a velocidades inferiores a 20 km/h.

Já a função Blind-Spot Colision Warning (BCW) sinaliza a presença de outro veículo no ponto cego do motorista, inclusive durante as mudanças de pista. O Alerta de Tráfego Cruzado Traseiro (RCTA) monitora a área situada atrás do veículo ao sair de ré de uma vaga de estacionamento, alertando o motorista com um aviso sonoro caso seja detectado algum tráfego cruzado. O Stinger GT também chega ao mercado com os mais modernos sistemas de informação e entretenimento. A altura ajustável do visor colorido Head-Up Display (HUD) permite que o motorista veja informações importantes sobre a direção refletida no vidro do para-brisa, navegação passo a passo, configurações de áudio e controle de cruzeiro. Dentro do console central encontra-se uma bandeja para carregamento sem fio de smartphone e o sistema hands free, via Bluetooth, além da possibilidade de acessar diversos comandos pelo volante.

No Stinger GT, o sistema de áudio premium Harman Kardon projeta 720 Watts por meio de um amplificador externo para proporcionar músicas perfeitamente nítidas. Com 15 alto-falantes e os primeiros subwoofers – para sons graves – montados sob os assentos do condutor e do passageiro, o sistema conta com a tecnologia patenteada Clari-Fi e está equipado com o sistema de som surround QuantumLogic de última geração, que extrai sinais da gravação original e os redistribui em um cenário de som autêntico e multidimensional claro, refinado e cheio de detalhes.

A extensa lista de itens de conforto e de dirigibilidade contempla ainda volante revestido de couro, painel mostrador com uma combinação de instrumentação analógica e digital, tela de TFT colorida entre os medidores que informa dados de desempenho, tais como as forças G em curva, tempos de percurso e a temperatura do óleo do motor, e também informações auxiliares, como o computador de bordo, a configuração de controlador e a navegação. As aberturas radiais circulares de inspiração aeronáutica são encontradas na frente e na traseira, e um cromado acetinado percorre a cabine. O efeito é um ambiente íntimo e agradável. A longa distância entre-eixos permite uma generosa área para as pernas, enquanto a posição baixa do assento proporciona amplo espaço para frente e para trás.

MAIOR E MAIS TECNOLÓGICO, NOVO JETTA CUSTA R$ 109.990

Não será preciso esperar o Salão do Automóvel para o consumidor brasileiro conhecer o Novo Jetta. O carro traz muitas novidades em termos de design e tecnologia embarcada. Produzido em Puebla, no México, a sétima geração do sedã médio da Volkswagen chega em outubro em duas versões e tem as três primeiras revisões gratuitas. Os valores giram entre R$ 109.990 (Comfortline 250 TSI) e R$ 119.990 (R-Line 250 TSI).

Comparado com a geração anterior, o Novo Jetta traz desenho totalmente novo. O carro está mais longo, largo e alto, o que refletiu também em um maior espaço interno. O Novo Jetta mede 4.702 milímetros (mm) de comprimento. A largura é de 1.799 mm e a altura é de 1.474 mm. Mas o que mais chama a atenção é o entre-eixos: são 2.688 mm.

Versões o itens de série

O Novo Jetta está mais “clean” e uma aparência geral mais elegante. A combinação de uma grande grade dianteira e linhas definidas, enquanto a adição de cromados e iluminação LED. O interior é todo novo. Os instrumentos e o sistema de infotainment são orientados de forma horizontal e oferecendo fácil leitura. O sedã traz novas cores de tecido e acabamentos de porta.

O Novo Jetta Comfortline 250 TSI conta com ar-condicionado “Climatronic” com regulagem digital de temperatura para motorista e passageiro (duas zonas), sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, sensor de chuva, seis airbags (dois frontais, dois laterais e dois do tipo cortina), bloqueio eletrônico do diferencial, sistema Start/Stop e função de frenagem de manobra (RBF).

Já o Jetta R-Line traz uma “pegada” mais esportiva. O visual frontal é marcado pelas grades em preto brilhante. O logo R-Line aparece na grade frontal e nos para-lamas dianteiros. O conjunto R-Line é composto por rodas de 17” estilo “Viper” e espelhos retrovisores pintados em preto. O teto do Novo Jetta R-Line também é pintado de preto. A cabine traz ambientação escura, com o teto e as colunas forrados em preto. O volante é exclusivo, com base achatada e logotipo alusivo à versão. Na traseira, o destaque fica com os detalhes cromados na parte inferior do para-choque.

Além do visual exclusivo e de todos os equipamentos da versão Comfortline, o Novo Jetta R-Line 250 TSI traz Active Info Display (painel digital programável), controlador automático de velocidade (ACC), Front Assist com função City Emergency Brake, Detector de Fadiga, Sistema de Frenagem Pós-Colisão e regulagem automática do farol alto (FLA). O teto solar é opcional em ambas as versões e custa R$ 4.990.

Conectividade

Também é de série o sistema de infotainment “Discover Media” com tela de 8”, que permite conectividade avançada com os smartphones por meio do App-Connect (Android Auto, Apple CarPlay e Mirrorlink) e oferece navegação integrada. Rodas de 17 polegadas, câmera traseira e sistema Kessy também vêm de fábrica. O Novo Jetta conta, também de série, com o sistema de seleção do modo de condução (Eco, Normal, Sport e Individual) e iluminação ambiente ajustável em 10 tonalidades.

Motor e freios

O Novo Jetta chega ao mercado brasileiro com o motor 1.4 TSI Total Flex –produzido em São Carlos (SP) – e transmissão automática de seis marchas (com conversor de torque) com função Tiptronic. O propulsor desenvolve potência máxima de 150 cv (etanol ou gasolina) a 5.000 rpm. Seu torque máximo, de 25,5 kgf.m, surge a apenas 1.400 rpm e se mantém plano até 3.500 rpm, independentemente da mistura de combustível. Segundo dados da montadora, o sedã acelera de 0 a 100 km/h em 8,9 segundos e tem velocidade máxima de 210 km/h, com gasolina ou etanol.


O Novo Jetta traz freios a disco nas quatro rodas e possui o recurso BSW, de secagem dos discos de freio dianteiros, para ajudar a remover a água e ajuda a otimizar a frenagem em clima úmido. O sistema de freios do Novo Jetta também traz as tecnologias de distribuição eletrônica da pressão de frenagem (EBD) e de assistência hidráulica à frenagem (HBA).

Cores e revisões gratuitas

O Novo Jetta é oferecido em seis opções de cor: três sólidas (Branco Puro, Preto Ninja e Vermelho Tornado), duas metálicas (Prata Snow e Cinza Platinum) e uma perolizada (Preto Mystic). Todas as versões terão as três primeiras revisões (10.000 km, 20.000 km e 30.000 km) gratuitas. Isso representa uma economia de R$ 1.400 para o cliente – média de preço dos três primeiros serviços dos principais concorrentes do Novo Jetta no Brasil. E ainda plano de manutenção até os 60 mil km do Novo Jetta totaliza R$ 2.204 – isto é, segundo a montadora, 40% abaixo do custo médio do segmento.