TESTE-DRIVE: JEEP COMPASS LONGITUDE, O QUERIDINHO DO MERCADO

Com preços a partir de R$ 111.990, o Jeep Compass pode ser considerado um sucesso de vendas. Primeiro por ser o SUV mais emplacado no acumulado até novembro, com 55.522 unidades de acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Segundo, por estar entre os dez veículos mais emplacados de todo o Brasil. Minuto Motor pode avaliar a edição limitada Night Eagle, baseada na versão Longitude, para conhecer os atributos do utilitário que conquistou o mercado. Infelizmente, já não é mais possível encontrar a Night Eagle nas concessionárias. Uma pena!

Equipado com motor quatro cilindros, 2.0 Tigershark Flex, o propulsor é capaz de desenvolver 166 cv e 20,5 kgfm a 4.000 rpm quando abastecido com etanol e 159 cv e 19,9 kgfm a 4.000 rpm com gasolina, levando o Jeep Compass de 0 a 100 km/h em 10,6 segundos e com velocidade máxima de 192 km/h, sempre com câmbio automático de 6 velocidades, com opção de trocais manuais graças as aletas atrás do volante. Além da versão flex 4×2, também é possível encontrar nas concessionárias o modelo equipado com o motor turbodiesel 2.0 Multijet II 4×4, com nove marchas, 170 cv a 3.750 rpm e 35,7 kgfm a 1.750 rpm (Longitude, Limited e Trailhawk).

Com visual que agrada boa parte dos consumidores, sempre com linhas bem resolvidas, sobretudo pela grade dianteira com as tradicionais sete fendas verticais, o Jeep Compass Longitude 2019 conta com rodas de 18 polegadas, retrovisores laterais com rebatimento elétrico e tela de 7” no painel de instrumentos.
Ainda nos itens de série, o utilitário esportivo conta com controle de estabilidade, que inclui sistemas eletrônicos anticapotamento, ar-condicionado digital bizona, bancos revestidos em couro e central multimídia com tela de 8,4 polegadas compatível com Apple CarPlay e Android Auto, além de assistente de partida em rampa e monitoramento de pressão dos pneus.

O Compass conta também com coluna de direção com regulagem de altura e de distância, regulagem manual da altura do banco, câmera de ré com ótima visualização na tela multimídia, volante com comandos de telefonia, som e controle de velocidade, garantindo boa ergonomia para os ocupantes e motorista, deixando a dirigibilidade mais agradável.

Numa viagem entre São Paulo e Pouso Alegre (MG), com direito a conhecer o Laboratório Nacional de Astrofísica, localizado em Itajubá, também no estado mineiro, o Compass mostrou-se confortável e com comportamento exemplar para quatro ocupantes e malas. Durante o trajeto, de aproximadamente três horas, foi possível conhecer um pouco mais dos atributos do utilitário, suas tecnologias e sistemas eletrônicos. Pena que o motor 2.0 TigerShark Flex poderia ser um pouco mais forte.

Texto e Fotos: Fernando Eduardo, especial para o MinutoMotor

 Ficha técnica – Jeep Compass 2.0 flex Longitude 4×2

Motor – de quatro cilindros linha, flex, 1.995 cm³ de cilindrada, com potências de 166 cv (etanol) a 6.000 rpm e 159 cv (gasolina) a 6.000 rpm e torques máximos de 20,5 kgfm (etanol) a 4.000 rpm e 19,9 kgfm (gasolina) a 4.000 rpm
Transmissão – tração dianteira e câmbio automático de seis marchas
Direção – tipo pinhão e cremalheira, com assistência elétrica
Freios – disco ventilado na dianteira, e sólido na traseira
Suspensão – dianteira, McPherson, com barra estabilizadora; traseira, McPherson com braços laterais/transversais e barra estabilizadora
Capacidades –Tanque de combustível, 60 litros; carga útil (passageiros + bagagem), 400 kg; porta-malas, 410 litros
Rodas/pneus – 7×18”de liga de alumínio/225/55R18
Peso – 1.546 kg
Dimensões (metro) – comprimento, 4,41; largura, 1,81; altura, 1,63; distância entre-eixos, 2,64
Desempenho – velocidades máximas, 192 km/h (etanol) e 188 km/h (gasolina); aceleração até 100 km/h, 10,6 (etanol) e 10,9 (gasolina)
Consumo (km/l) – urbano, 6,1 (etanol) e 8,8 (g); estrada, 7,5 (etanol) e 10,8 (g)
Dimensões – Compr.: 4,41 m / Largura: 1,81 m / Altura: 1,63 m / Entre-eixos: 2,63 m

HOJE É SEXTA: VAMOS PRATICAR O MOTOTURISMO?

 

Ferramenta de trabalho, opção inteligente para a questão da mobilidade urbana, a moto é também um instrumento de prazer. Já que ela pode levar o homem a conhecer novos lugares, novas culturas… Pode ser considerada um agente de socialização. Não há nada melhor que depois de dezenas de quilômetros rodados parar em uma cidadezinha, fazer novas amizades – ou rever velhos amigos de estrada –, poder trocar experiências e contar ‘causos’. E isso é uma experiência única!
Pode ser ainda um ‘rolê’ no centro velho, conhecer uma cidade histórica, descer para o litoral e ver o mar. Muitas vezes a moto se transforma em um tanque de guerra que enfrenta obstáculos. Em outras oportunidades em um avião para devorar as curvas de um autódromo em alta velocidade. É ir até onde a imaginação deixar (ou a rodovia permitir). Praticar o mototurismo é um estado de espírito, um estilo de vida que rejuvenesce as pessoas .
Não tem nenhuma ligação com marca, modelo ou cilindrada. Claro que há afinidades, gosto pessoal. Mas no final não importa o tamanho do “brinquedo”. O que importa mesmo é se aventurar, programar roteiros incríveis, já que a moto não tem fronteiras. Espero que as 11 fotos de Johanes Duarte, do Photo & Road, inspirem muitas pessoas a redescobrirem o Brasil sobre duas rodas, um País continental de inúmeras belezas!
Revise a moto, faça as malas e boa viagem. Bons equipamentos são fundamentais para uma viagem mais confortável e segura. Ah! Não esqueça da capa de chuva. O smartphone também é indispensável para registrar os momentos de alegria e descontração. Agora é pé na estrada!!!

FOTOS: Johanes Duarte / Photo & Road – www.photoandroad.com

VÍDEO: VW NA ERA DOS SPORT UTILITIES


Num mercado em que a categoria SUV é a que mais cresce na indústria automobilística, fabricantes apostam numa ampla gama de tamanhos, preços e tecnologias, com um alvo, as famílias. Prova disso são os inúmeros lançamentos programados para este e o próximo ano, principalmente os SUVs. VW T-Cross, Honda CR-V, Jaguar E-pace, Peugeot 5008, são apenas alguns que devem chegar. E a nova geração do VW Tiguan, que agora passa a acrescentar o Allspace no nome, é o primeiro de cinco modelos que serão lançados pela Volkswagen até 2020.

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Pela primeira vez, o utilitário da Volkswagen contará com o motor Total Flex 1.4 TSI com 150 cavalos e 25,5 kgfm na versão 250 TSI e Comfortline 250 TSI, ambas com opções de cinco ou sete lugares, combinado à transmissão DSG de 6 marchas e tração 4×2. Já a versão esportiva R-Line 350 TSI, traz o motor 2.0 TSI do atual Golf GTI, com 220 cv, 35,7 kgfm de torque, câmbio DSG de sete marchas e tração integral 4Motion.

Fabricado em Puebla, no México, o Tiguan chega em três versões: a Allspace 250 TSI (R$ 124.900), a Allspace Comfortline 250 TSI (R$ 149.990) e a Allspace R-Line 350 TSI (R$ 179.990), todas com o pacote Revisão de Série, que garante as três primeiras manutenções gratuitas. Feito com a plataforma modular MQB, que aumentou suas dimensões se comparado a geração anterior, o novo utilitário da marca alemã conta com 4,71 metros de comprimento, 1,84 metro de largura, 1,67 metro de altura e 2,79 metros de entre-eixos em todos os modelos, se diferenciando apenas pela terceira fileira de bancos que ocupa parte do espaço do porta-malas.

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De série, o Tiguan Allspace conta com ar-condicionado três zonas, sensor de estacionamento dianteiro e traseiro, rodas de liga-leve de 17”, volante multifuncional com paddle-shift, retrovisor fotocrômico, sensor de chuva, controle de pressão dos pneus, freio de estacionamento eletrônico, rack no teto, detector de fadiga e central multimídia Discover Media com tela de 8” e navegação por GPS. Já o teto solar panorâmico é opcional. A Comfortline adiciona rodas de liga-leve 18”, rack de teto e frisos cromados, banco de couro com aquecimento, faróis e lanternas de LED, bancos com ajuste elétrico e memória, câmera de ré e a terceira fileira de bancos.

Já a versão R-Line conta com um pacote exclusivo e com apela extremamente esportivo, deixando o utilitário com um design mais intimidador. Nele, são acrescentadas rodas de 19”, painel digital Active Info Display com tela de 12,3”, detector de pedestres, controle de cruzeiro adaptativo, faróis de LED com luz alta automática, assistente de descida e estacionamento automático Park Assist 3.0.

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Impressões ao dirigir
MinutoMotor pode conferir duas versões do SUV, a básica Allspace e a R-Line. A de entrada, com motor 1.4 TSI com 150 cavalos, impressiona pela agilidade, robustez e economia no dia a dia, sem deixar de lado a capacidade de um sport utility, a maior da categoria, com 710 litros, isso sem rebater os bancos. Mesmo com mais de 1,7 tonelada, é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 9,5s graças ao torque máximo já disponível aos 1.500 rpm. Segundo a Volkwagen, o carro faz 6,8 km/l na cidade e 8 km/l na estrada com etanol e 10,1 km/l e 11,7 km/l respectivamente, com gasolina. Já a suspensão é um dos pontos positivos do novo Tiguan. Com ajuste firme, faz o motorista dirigir um carro estável, mesmo em curva mais acentuadas, já que o balanço do da carroceria é contido. Nesta versão só ficou faltando, seja como item de série ou opcional, itens como chave presencial, câmera de ré, bancos em couro, e porque não, a tela de 12 polegadas que substitui o painel. Com certeza seriam alguns atrativos frente a concorrência.

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Já o Tiguan Allspace R-Line 350 TSI é para a família que gosta de um esportivo sem abrir mão das características de um utilitário. Com o motor do atual Golf GTI, a versão topo de linha passa a sensação de imponência, requinte e porque não, sedutor. Calçado com belas rodas de 19” na cor grafite, pneus de perfil baixo (255/45), para-choques com entradas salientes, saias laterais, emblema da linha R, detalhes e molduras em black piano e grade cromada, conta com itens como bancos em couro, quadro de instrumentos em tela digital TFT de 12,3” polegadas, chave presencial, tampa traseira com acionamento elétrico presencial, assistente de manobra e outros mimos.
Com tração integral 4Motion apenas na versão R-Line, o Tiguan Allspace permite ao condutor escolher quatro modos de condução: chuva/neve, normal, offroad e offroad individual. Mas a versão esportiva foi feita para o asfalto, com apetite por acelerações. Faz de 0 a 100 km/h em 6,8s, com marcas de 8,3 km/l na cidade e 12,2 km/l na estrada, que pode variar, e muito, de acordo com o modo de “pilotagem” do motorista.

Com todo o design, o espaço interno e o apelo esportivo, dá para fazer a compra mensal no supermercado, aproveitar o final de semana no interior ou na praia e pegar aquela estrada, ou até mesmo para a família que vai ganhar novos integrantes e não quer se preocupar em trocar de automóvel.

TEXTO: Fernando Eduardo, especial para o MinutoMotor.

FICHA TÉCNICA VW TIGUAN ALLSPACE R-LINE 350 TSI
Motor: Dianteiro, transversal, 4 cil., 2.0, 16 válvulas, comando duplo, injeção direta de gasolina, turbo
Potência: 220 cv a 4.300 rpm
Torque: 35,7 kgfm entre 1.600 rpm e 4.200 rpm
Câmbio: Automático de dupla embreagem e sete marchas, tração integral 4MOTION
Direção: Elétrica
Suspensão: McPherson (diant.) e Multilink (tras.)
Freios: Discos ventilados na frente e sólidos atrás
Pneus e rodas: 255/45 R19 (diant. e tras.)
Dimensões
Comprimento: 4,70 m
Largura: 1,86 m
Altura: 1,65 m
Entre-eixos: 2,79 m
Tanque: 60 litros
Porta-malas: 710 litros (5 lugares) e 216 litros (7 lugares)
Peso: 1.785 kg
Central multimídia: 8”
Garantia: 3 anos
Revisões
10 mil km: Grátis
20 mil km: Grátis
30 mil km: Grátis

 

 

VÍDEO: EU, ELE E A MOTO – ESPECIAL DIAS DOS PAIS

VÍDEO: EU, ELE E A MOTO – ESPECIAL DIAS DOS PAIS

Como explicar a relação de amor entre pai e filho? Esta troca de experiências é muito mais que ‘bater uma bolinha’ ou empinar um pipa. A intensão deste vídeo produzido pelo MinutoMotor é mostrar a parceria e o companheirismo entre duas gerações tendo na motocicleta uma ferramenta de união, respeito e cumplicidade. Ou seja, uma paixão que fortalece os laços familiares.

Neste caso, a moto tem o poder de amadurecer os mais jovens e rejuvenescer os mais experientes. Em cima da ‘motoca’ todos são iguais. O melhor de tudo é olhar para o espelho retrovisor e ver seu pai, ali, junto com você. Ou, quem sabe, ver seu filho lado a lado na estrada dividindo uma mesma paixão.

A relação de pai e filho é eterna, porém poder compartilhar estes momentos é simplesmente um privilégio, uma dádiva. Feliz Dias dos Pais, seja ele motociclista ou não!

VÍDEO: DUCATI SUPERSPORT S CHEGA POR R$ 63.900

Versatilidade. Esta é a palavra-chave que define a nova a Ducati SuperSport S. Em função de suas características, o modelo pode ser usado no dia a dia, em viagens e nos autódromos em track-days. A partir de 30 de julho, a esportiva da marca italiana estará em pré-venda com preço sugerido de R$ 63.900. Durante o período, os 15 primeiros clientes que reservarem a SuperSport S ganham um Kit Ducati Touring (composto de dois maleiros laterais rígidos, parabrisa alto e manoplas aquecidas) ou um Kit Ducati Sport (composto de paralama dianteiro de carbono, manetes de alumínio Rizoma, setas em LED, tampas dos reservatórios em alumínio e protetor de tanque em carbono).

Com design refinado que nos remete a superbike Panigale – conjunto óptico em LED é bem parecido -, a SuperSport S tem como diferencial uma posição de pilotagem ergonômica, com guidão mais alto, assento mais confortável e um tanque de 16 litros que confere bom encaixe do piloto. O peso a seco do conjunto é de 184 quilos. Em termos de eletrônica embarcada, o modelo não fica devendo em nada para suas irmãs mais velhas, já que conta com um completo pacote de segurança: sistema de freios ABS (três níveis de atuação) e controle de tração (8 níveis de atuação) que trabalham em conjunto para maior controle da motocicleta.

A SuperSport S está equipada com motor de dois cilindros de 937 cm3 Testastretta 11°, que produz 113 cavalos de potência máxima (a 9.000 rpm) e quase 10 kgf.m de torque. Com entrega de potência e força de forma bastante linear, a esportiva não assusta e conta ainda com três modos de pilotagem (Esportivo, Turismo e Urbano) customizáveis, cuja entrega de potência varia entre 113 cv a 90 cv. As operações são feitas por botão no punho esquerdo e o piloto pode acompanhar as alterações no painel LCD. Tudo muito intuitivo. Para um melhor desempenho, a esportiva da Ducati traz Quick Shift, sistema que permite aumentar/reduzir marchas sem o uso da embreagem. Realmente é bastante útil, principalmente na pista.

Ancorada pelo tradicional quadro em treliça, a parte ciclística da Ducati SuperSport S usa disco duplo de discos de 320 mm de diâmetro com pinças monobloco de fixação radial da grife Brembo. Já a suspensão é Öhlins, com garfos de 48 mm na dianteira e monoamortecedor com reservatório a gás. São totalmente reguláveis. Para absorver melhor os impactos com o piso, rodas de três raios em “Y” calçadas com pneus Pirelli Diablo Rosso III, 120/70ZR 17 dianteiro e 180/55ZR17 traseiro. 

Resumindo: Ágil e fácil de pilotar, a SuperSport S não tem o mesmo desempenho agressivo de uma Panigale, mas é um modelo ideal para quem vem subindo de categoria ou para o piloto que não precisa provar mais nada para ninguém. Apenas quer conforto; curtir a estrada, viajar com os amigos e dar umas aceleradas, de vez em quando, em um autódromo.

COR LARANJA É A PRINCIPAL NOVIDADE DA LINHA 650 DA HONDA

Cores quentes e marcantes são a cara de países tropicais como o Brasil. Pensando em atrair um público mais jovem, a Honda renovou a família 650. Na versão 2019, a naked CB 650F e a esportiva CBR 650F ganharam novas cores, mais quentes: laranja e vermelho -, além do exclusivo – porém mais tradicional – preto perolizado (disponível apenas para a naked CB 650F). Os modelos estarão disponíveis em toda rede de concessionários até o final de julho com preço público sugerido entre R$ 34.900 para a CB 650F, e R$ 36.500 para a CBR 650F.

Com um ar mais jovial, a linha 650c manteve o tradicional motor de quatro cilindros em linha com duplo comando no cabeçote (DOHC – Double Over Head Camshaft). O tetracilindro de 649 cm3 é elemento compartilhado entre às CB 650F e CBR 650F. Sua peculiaridade é a bancada dos cilindros inclinada 30 graus à frente, opção técnica que permitiu verticalizar o posicionamento das engrenagens de câmbio e adotar um motor de arranque mais compacto, posicionado atrás da bancada, o que reduziu a dimensão longitudinal do motor. “Mais curto” facilitou um melhor posicionamento no chassi visando uma melhor concentração de massas.

O propulsor oferece potência máxima de 88,5 cv cv a 11.000 rpm e o torque máximo chega a 6,22 kgf.m aos 8.000 rpm. O câmbio de seis velocidades tem um escalonamento cujas relações de 2ª a 5ª marcha traalham em favor de melhores acelerações e retomadas de velocidade.

A agilidade das CB 650F e CBR 650F é mérito também do chassi tipo Diamond, no qual o motor faz parte da estrutura. Duas traves de aço de seção elíptica ligam a coluna de direção ao ponto de fixação do eixo da balança traseira. Esta por sua vez é realizada em alumínio fundido sob pressão e tem conformação assimétrica para permitir que a ponteira de escapamento seja posicionada de maneira a não limitar a capacidade de inclinação lateral.

A suspensão dianteira usa garfo Showa Dual Bending Valve (SDBV) com tubos de 41 mm de diâmetro. A tecnologia garante respostas mais adequadas especialmente sob grande solicitação como frenagens fortes e em pisos irregulares. Já a balança traseira é conectada a um conjunto mola-amortecedor regulável na pré-carga da mola em sete posições.

Tanto a CB 650F como a CBR 650F são equipadas de sistema ABS de dois canais que atua nos discos dianteiros e disco traseiro. A grande dimensão dos discos dianteiros (320 mm) em conjunto pinças Nissin de duplo pistão na dianteira e de pistão simples atrás configura um dimensionamento coerente com a desempenho dos modelos.

As rodas de liga leve (alumínio fundido sob pressão) contam com seis raios duplos calçam pneus esportivos de medidas 120/70-ZR17 e 180/55-ZR17 e dispõe de válvulas de ar em “L” para facilitar a calibragem dos pneus. Para concluir, os modelos têm garantia de 3 anos, além do Honda Assistance (sem limite de quilometragem).

 

 

PASSEIO DE MOTO PELOS ALPES REÚNE BELAS PAISAGENS E BOA GASTRONOMIA

No inverno, os Alpes europeus ficam bicolor: o branco da neve depositada no cume das montanhas se funde com o azul do céu. Este cenário atrai milhares de turistas todos os anos para aproveitar o clima e pretexto para a pratica de esportes radicais como, por exemplo, esqui e snowboard. No verão é a hora e a vez dos motociclistas invadirem os alpes e transformar a região em um verdadeiro parque de diversão à céu aberto, isso em função da grande quantidade de curvas. Um belo passeio por meio das cênicas estradas europeias que cruzam vales e os mais famosos passos alpinos.
Com início e término em Erdinger, Alemanha, o mototurista que participará do Tour Alpes 2018, organizado pela 2Ride em parceria com a Power Motorrad e Triple Triumph, conhecerá algumas das mais charmosas cidades da Áustria, Suíça, Itália e, é claro, da própria Alemanha. Isso sem falar na experiência única de ter contato direto com a história, cultura e gastronomia de uma das regiões mais aconchegantes da Europa. A viagem sobre duas rodas acontece entre 21 de setembro a 30 de setembro, com grupos reduzidos e preço altamente competitivo.


Seja nas Autobahns, estradas de mão única ou em deslocamentos por rodovias vicinais, o Tour Alpes 2018 percorre paisagens de tirar o fôlego que somente as estradas que serpenteiam as montanhas podem proporcionar. Ou seja, cada parada uma surpresa quase que cinematográfica! O percurso total é de 1.800 quilômetros, com média de 200 quilômetros/dia.
Esta viagem pelos Alpes europeus tem como destaque os Passos Stelvio, Umbrail, Foscagno, Rolle, Grossglockner, Gavia, Croce Domini, além do Lago Hydra, Garda e as maravilhosas Dolomitas, com seus vários passos e estradas deslumbrantes.
Os mototuristas terão a oportunidade de conhecer com tranquilidade as principais cidades deste roteiro: Bormio, Gargnano e Corvada In Badia, bem como seus costumes, comidas típicas, vinhos e arquitetura. Os restaurantes e hotéis foram escolhidos para proporcionar a melhor e prazerosa experiência possível.
Com grupos reduzidos – máximo sete casais – a 2Ride aposta em uma viagem com atendimento personalizado,  conforto e muita segurança. A moto escolhida para o  Tour Alpes 2018 será a bigtrail BMW R 1200 GS, com todos os opcionais e três malas rígidas. 

Preço
O valor do pacote para o casal é de € 4.000 (Quatro Mil Euros). O preço contempla hotéis, aluguel da moto equipada com três malas rígidas e seguro. Não está incluso: alimentação, bebidas, pedágios, ingressos e bilhete aéreo. É obrigatório o uso de todos os equipamentos de proteção: capacete, botas, luvas, jaqueta e calça com proteções. Não é permitido o uso de calça jeans, tênis e capacete aberto.
Serviço
E-mail: contato@2ride.com.br ou (11) 99586-8093, com Edgar Rocha. 
* Viagem sujeita ao número mínimo participantes. Realização da viagem atrelada a condições climáticas.

STARK, UM OFF-ROAD FEITO SOB MEDIDA

STARK, UM OFF-ROAD FEITO SOB MEDIDA

Criado em 2009, o Stark chega em sua segunda geração para atender a um público seletivo e exigente: os praticantes de atividades off-road. Feito sob encomenda, o veículo conta com design e dirigibilidade dos SUV, segunda a TAC Motors. Sua fabricação acontece em Sobral (CE). O motor é o FPT, um 2.3 L 16V que gera 127 cv de potência. Custa R$ 115 mil (original) e é o fora-de-estrada a diesel mais leve do mundo, com 1.635 kg.

Na versão Black Cover, o 4×4 mescla tecnologia de ponta, alto desempenho, robustez e um design de certa forma chamativo. O carro vem equipado com transmissão em cinco velocidades sincronizadas, freios a disco e suspensão independente nas quatro rodas, com oito amortecedores; chassis tubulares de alta resistência que integram sua gaiola de proteção e tanque de combustível com capacidade para 70 litros.

O veículo aventureiro traz como itens de série direção hidráulica, ar-condicionado, vidros e travas elétricas, cinto com três pontas para todos os ocupantes, farol de neblina, porta-objetos, rodas de liga leve, banco traseiro rebatível, retrovisores externos elétricos com luzes integradas, volante com regulagem de altura, odômetro digital, conta-giros, tomada 12 Volts e painel multifuncional – aliás muito parecido com o usado nos carros de passeio.

Com quatro cilindros, o motor Turbodiesel Intercooler fornecido pela FTP – Powertrain Technologies -, conta com injeção direta, oferece potência e bom torque: 127 cv a 3.600 rpm e torque de 30,6 kgf.m a 1.800 rpm, em uma ótima relação peso x potência e baixo consumo. O Stark faz, segundo a montadora, 11 km/l em uso urbano e 13 km/l na estrada. O 4×4 pode ainda receber vários acessórios, para deixá-lo mais aventureiro: base para instalação de guincho, rack, snorkel, skid plate metálico, volante revestido em couro e teto solar.

A estratégia da empresa é aumentar gradativamente sua produção. Aliás, a marca terá cinco distribuidoras regionais – Sudeste, Sul, Centro-Oeste, Norte e Nordeste -, que serão responsáveis pelo relacionamento com clientes. Também foi criada uma parceria de venda com a loja virtual Gama 4×4 – www.gama4x4.com.br -, especializada no mercado off-road.

Inicialmente, o Stark poderá ser adquirido nas cores branca, amarela, verde, vermelha, preta, azul, vinho e laranja Atacama, entre outras. A primeira distribuidora a começar a operar será a Sudeste, com unidades nas cidades de São Paulo e Belo Horizonte

VEJA: NOVA TIGER 1200 TRAZ SISTEMA KEYLESS

VEJA: NOVA TIGER 1200 TRAZ SISTEMA KEYLESS

Modelo mais avançado já fabricado pela Triumph, a Tiger 1200 XCa traz uma tecnologia vinda dos automóveis: sistema de ignição sem chave ou “Keyless”. Para acionar o motor, a chave inteligente deve estar a 1 metro da antena receptora de baixa frequência. Quem explica os detalhes deste novo sistema é Cláudio Peruche, gerente de Pós-Vendas da marca.

YAMAHA PROMOVE PIT STOP EDUCATIVO

Imagem: Denis Armelini

Como diz um velho ditado popular: “prevenir é melhor do que remediar”. Mas a Yamaha e a CCR AutoBan foram ainda mais longe em questões que envolvem segurança e atitude do piloto sobre uma moto. Além de fazer a checagem da parte elétrica (luzes) e verificação do estado de conservação dos pneus, a equipe da Yamaha realiza seu tradicional Pit Stop até 9 de maio (quarta-feira). Desta vez no km 39 da rodovia Bandeirantes, sentido interior de São Paulo.

Imagem: Denis Armelini
Os motociclistas que paravam na ação puderam acompanhar vídeos sobre a importância do uso do capacete, aprender técnicas de frenagem e ter dicas de direção defensiva. Além de informações preciosas, o participante ganhava ainda um vale troca de óleo Yamalube, independente da marca/modelo de sua moto. Ou seja, uma ação de segurança esbanjando democracia.

Imagem: Denis Armelini
Para Hélio Mazzarella, instrutor da Yamaha, o Pit Stop é uma forma de alertar o motociclista sobre o desgaste do pneu ou simplesmente de como fazer uma ultrapassagem de forma correta. “Em função da correria do dia a dia, o piloto precisa destas informações básicas de manutenção preventiva e também de dicas sobre sua responsabilidade sobre a moto”.

Imagem: Denis Armelini
Um exemplo prático abordado no Pit Stop da Yamaha é a questão do “ponto cego”. A marca simulou uma via de três faixas (acima) na qual um furgão estava na faixa central e motos nas laterais e também traseira. Todos os motociclistas entraram na cabine e se posicionaram no lugar do motorista para ter a real noção da visão de quem dirige a van. “A primeira dica é: veja e seja visto. É importante o contato visual entre motorista e motociclista. Fique pelo menos a cinco metros do veículo da frente. A outra é não circular totalmente no centro da faixa de rolagem. Mais perto da faixa divisória a quantidade de resíduos é menor”, conta Alessandro Santos, concessionário Yamaha que estava dando apoio à ação.

Imagem: Denis Armelini
Por sua vez, a AutoBan estava intensificando a campanha “Viagem Segura – Sua Melhor Direção” com a distribuição de um folder. A publicação trazia dicas importantes de segurança e atitude na rodovia. Tudo para minimizar acidentes.