COM PREÇO ATRATIVO, CONHEÇA A GM S10 LTZ 2.5 FLEX 4X4 AUTOMÁTICA

Com preço pra lá de competitivo (R$ 138.990), a picape Chevrolet S10 LTZ 2.5 flex 4X4 automática se posiciona em uma faixa abaixo das variantes com tração nas quatro rodas e motores a diesel – custa exatos R$ 50 mil a menos que a versão 2.8 turbodiesel com o mesmo acabamento LTZ. Uma diferença expressiva de preço, que dá para levar para casa também um Onix LT manual na cor branco sólido (R$ 48.090) e ainda embolsar quase R$ 2 mil de troco. O motor 2.5 SIDI Flex com injeção direta de combustível entrega 206 cavalos a 6 mil giros e 27,3 kgfm de torque a 4.400 rpm, com etanol. A potência máxima fica ligeiramente acima da versão com o motor a diesel Duramax 2.8 CDTI, com seus duzentos cavalos. Contudo, o torque da configuração a diesel é 87% maior – robustos 51 kgfm. De resto, os recursos de ambas as versões são praticamente idênticos, inclusive a transmissão automática de 6 velocidades com tecnologia Clutch to Clutch que, de acordo com os engenheiros da marca, deixa o câmbio com agilidade semelhante à de um automatizado de dupla embreagem. Na S10 LTZ 2.5 flex 4×4 automática, a transmissão usa o mesmo hardware da versão diesel automática, mas com uma programação específica. Segundo as avaliações do Inmetro, a picape obteve médias de 5,3/6,1 km/l com etanol na cidade/estrada e 8,1/9,1 km/l abastecida com gasolina, nas mesmas condições. Os resultados se traduziram na nota C na categoria e D no geral, que aparecem estampadas na ENCE – Etiqueta Nacional de Conservação de Energia.

Em termos estéticos, a S10 preserva o visual robusto e agressivo da geração lançada em 2012, modernizado pelo “facelift” apresentado no Brasil há três anos, inspirado na Chevrolet Colorado norte-americana e alinhado à atual identidade dos utilitários da marca. Na versão LTZ, as luzes diurnas de leds se destacam no farol e deixam a picape com visual mais contemporâneo e agressivo. As rodas de 18 polegadas com interior escurecido dessa configuração reforçam a elegância. A lista de itens de série da S10 LTZ 2.5 flex 4×4 automática é digna de um utilitário esportivo. Inclui direção elétrica progressiva, alerta de colisão frontal e de saída de faixa, assistente de partida em rampa, controle eletrônico de estabilidade e tração, luzes em leds atrás e na frente e banco do motorista com ajustes elétricos. A central multimídia com tela sensível ao toque de oito polegadas interage com Andoid Auto e Apple CarPlay e traz GPS próprio. Na linha 2020 da S10, o sistema OnStar incorporou uma nova conveniência – agora, para clientes que têm smartphone com sistema operacional Android, é possível enviar indicações de lugares e estabelecimentos diretamente do Waze ou Google Maps para a tela do veículo. Outra novidade da linha 2020 da picape é o apoio de cabeça central do banco traseiro.

Apesar de o preço de R$ 138.990 estar longe de ser considerado barato, a versão LTZ flex automática da picape média da Chevrolet consegue se posicionar favoravelmente não apenas em relação às configurações a diesel, como também em relação a sua principal concorrente flex, a Toyota Hilux SRV 4×4 automática, que parte de R$ 143.290. Ainda mais porque a rival da marca japonesa produzida na Argentina, com seu motor Dual VVT-i 2.7 L 16 V DOHC de 163 cavalos e 25 kgfm com etanol, é 21% menos potente e tem um torque 8% menor.

Experiência a bordo – SUV com caçamba

Vista de dentro para fora, está cada vez mais difícil diferenciar uma picape média de cabine dupla de um utilitário esportivo. Os espaços internos são os mesmos e o conforto, as tecnologias e até as “mordomias” inerentes aos SUVs topo de linha já chegaram às picapes há tempos. Na Chevrolet S10 LTZ 2.5 flex 4×4 automática, o aspecto rústico inerente às picapes médias é atenuado por “pitadas” de sofisticação, como o uso de couro nos revestimentos. Os plásticos rígidos continuam lá, porém a maioria dos revestimentos são agradáveis ao toque. Há uma quantidade generosa de porta-trecos. A central multimídia tem tela sensível ao toque e interage com smartphones com sistema Android e IOS. O banco do motorista conta com ajustes elétricos que facilitam a tarefa de encontrar a melhor posição de dirigir.
O volante multifuncional é prático e a transmissão automática facilita a vida de quem dirige, principalmente nos inexoráveis engarrafamentos do cotidiano urbano. Sistemas semiautônomos de assistência ao motorista, como alerta de colisão frontal e de saída de faixa, dão uma contribuição efetiva em termos de segurança. Para reforçar esse aspecto, tem ainda a direção elétrica progressiva, o assistente de partida em rampa e o controle eletrônico de estabilidade e tração. E o sistema OnStar, com serviços de concierge e demais funções, aparece em sua configuração mais recente.

Impressões ao dirigir – Utilitário de múltiplas utilidades

Seja com etanol ou com gasolina no tanque, o motor 2.5 da S10 LTZ flex 4×4 automática move sem dificuldades os 1.934 quilos da picape, embora sem a “exuberância” das versões a diesel, que oferecem um torque brutalmente maior. Se não esbanja vigor, o “powertrain” da S10 flex permite retomadas convincentes e ultrapassagens sem sustos. O câmbio automático de 6 velocidades gerencia bem a atividade do motor e entrega performances convincentes, tanto no uso urbano quanto nas rodovias. No “off-road”, a picape flex também mostra valentia, com os modos 4×4 e reduzida ajudando a dar conta de transpor a maioria dos obstáculos, sem vacilar ou dar sinais de fadiga. Além do preço menor, outra indiscutível vantagem das versões flex em relação às a diesel é a redução no nível de ruído e de trepidação do motor, fazendo com que a dirigibilidade dessa versão se assemelhe ainda mais com um carro de passeio.
A flexibilidade de uso da S10 LTZ flex 4×4 é tamanha que o motorista quase se esquece de seus incomuns 5,41 metros de comprimento – para quem dirige, o veículo nem parece assim tão longo. A direção é leve nas manobras de estacionamento, no entanto, oferece a necessária consistência em alta velocidade. Todavia, a S10 é uma picape média sobre longarinas, com uma carroceria alta e uma suspensão elevada. Ou seja, as rolagens de carroceria são inevitáveis e perceptíveis em curvas mais fechadas feitas de forma acelerada. Os sistemas semiautônomos de assistência, como os alertas de colisão frontal e de saída de faixa, assim como os controles eletrônicos de tração e de estabilidade, ajudam a corrigir qualquer eventual “empolgação” do motorista. Como em qualquer picape, é sempre prudente redobrar a atenção ao percorrer trechos sinuosos em alta velocidade, principalmente quando se está com a caçamba vazia.

Texto: Luiz Humberto Monteiro Pereira / Agência AutoMotrix
Fotos: Luiza Kreitlon / Agência AutoMotrix

Ficha técnica
Chevrolet S10 LTZ 2.5 Flex 4×4 automática

Carroceria: Picape cabine dupla montada sobre longarinas com quatro portas e cinco lugares. 5,41 metros de comprimento, 1,87 metro de largura, 1,78 metro de altura e 3,10 metros de distância de entre-eixos.
Motor: Gasolina e etanol, dianteiro, longitudinal, 2.457 cm³, quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro, duplo comando variável de válvulas no cabeçote. Injeção direta de combustível.
Transmissão: Câmbio automático com 6 marchas à frente e uma a ré. Tração traseira com acoplamento de 4×4. Oferece controle eletrônico de tração.
Potência: 197 cavalos a 6.300 rpm com gasolina e 206 cavalos a 6 mil rpm com etanol.
Torque: 26,3 kgfm com gasolina e 27,3 kgfm com etanol, sempre a 4.400 rpm.
Diâmetro e curso: 88 mm x 101 mm. Taxa de compressão: 11,2:1
Suspensão: Dianteira independente com braços articulados, molas helicoidais, barra estabilizadora e amortecedores telescópicos hidráulicos pressurizados. Traseira com feixe de molas semielípticas de dois estágios e amortecedores hidráulicos e pressurizados. Oferece controle de estabilidade.
Pneus: 265/60 R18.
Freios: Dianteiros por discos ventilados e traseiros a tambor. ABS com EBD de série.
Peso: 1.934 kg.
Capacidade de carga: 816 kg.
Tanque de combustível: 76 litros.
Produção: São José dos Campos/SP.
Preço: R$ 138.990.

EMPLACAMENTOS: OS 10 CARRO E AS 10 MOTOS MAIS VENDIDAS EM 2019

EMPLACAMENTOS: OS 10 CARRO E AS 10 MOTOS MAIS VENDIDAS EM 2019

O setor da distribuição automotiva, representada pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) divulgou em 2 de maio os dados de emplacamentos de veículos referentes ao mês de abril e acumulado do ano. De janeiro a abril de 2019, 1.244.151 unidades foram licenciadas, o que representa aumento de 12,2% ante as 1.108.897 unidades comercializadas no mesmo período do ano passado. No mês de abril foram emplacados 339.424 veículos, 11,1% acima do volume registrado no mês de março de 2019, quando 305.524 unidades foram licenciadas. Na comparação com abril de 2018, mês que registrou 311.160 unidades emplacadas, a alta é de 9,08%.

Nos segmentos de automóveis e comerciais leves, o resultado do quadrimestre registrou 801.330 unidades emplacadas, representando crescimento de 8,71% perante igual período do ano passado, quando foram licenciadas 737.135 unidades. Em abril, esses dois segmentos, juntos, somaram 221.321 unidades, contra 199.528 em março, registrando alta de 10,92%. Na comparação com as 209.940 unidades de abril de 2018, a evolução foi de 5,42%. Na lista dos mais vendidos (abaixo), destaque para dois SUVs da Jeep: Renegade (8º) e Compass (10º).

Nas motos, a resultado nos primeiros quatro meses do ano reflete uma recuperação de mercado, o que efetivamente teve um crescimento na ordem de 13,68% em abril comparado ao mesmo período de 2018 (93.387 contra 82.149). Já no acumulado do ano foram emplacadas 352.112 motos nos quatro primeiros meses de 2019, contra 301.536 unidades no mesmo período do ano passado. Crescimento de 16,77% segundo os dados da Fenabrave.

No segmento de duas rodas supremacia total da Honda. Dois dez modelos mais vendidos, 7 são da “marca da asa”. Detalhe, a Honda detém 78,98 do share no acumulado do ano. Entre as motos, um estranho no ninho, o scooter PCX 150, que recentemente foi reformulado, ocupa a sexta posição do ranking dos modelos mais vendidos (abaixo).

“O mercado, como um todo, manteve o ritmo de recuperação. A média diária de vendas cresceu 0,5%, o que, para nós, reflete a expectativa de aprovação das reformas, que estão em andamento. Ao analisarmos o volume acumulado, nas vendas do primeiro quadrimestre, que tiveram importante crescimento, observamos que existe uma gradual elevação nos índices de confiança do consumidor, impactados pela provável resolução deste assunto”, declara Alarico Assumpção Júnior, presidente da entidade.

Confira os 10 automóveis e as 10 motocicletas mais vendidas de Janeiro a Abril de 2019

CARROS
Modelo – Unidades emplacadas

  1. GM Onix – 75.130
  2. Hyundai HB 20 – 34.738
  3. Ford KA – 32.765
  4. GM Prisma – 27.270
  5. Peugeot Kwid – 23.981
  6. VW Gol – 23.330
  7. Fiat Argo – 23.073
  8. Jeep Renegade – 21.383
  9. VW Polo – 20.400
  10. Jeep Compass – 17.884

MOTOS
Modelo – Unidades emplacadas

  1. Honda CG 160 – 100.486
  2. Honda Biz – 52.419
  3. Honda NXR 160 Bros – 39.142
  4. Honda Pop 100i – 33.986
  5. Honda CB 250F Twister – 11.767
  6. Honda PCX 150 – 8.768
  7. Yamaha XTZ 150 Crosser – 8.115
  8. Yamaha Fazer 250 – 7.554
  9. Yamaha YBR 150 – 7.009
  10. Honda XRE 300 – 7.002

SALÃO DO AUTOMÓVEL ESBANJA OTIMISMO: MARCAS AMERICANAS

SALÃO DO AUTOMÓVEL ESBANJA OTIMISMO: MARCAS AMERICANAS

Após alguns anos de trevas, parece que o mercado automotivo brasileiro reencontrou a luz. Depois que o ainda otimista Salão do Automóvel de São Paulo de 2014 foi sucedido por três anos seguidos de profunda retração nas vendas, com direito a milhares de concessionárias fechadas e uma edição do evento paulistano quase depressiva em 2016, finalmente em 2018 as vendas voltaram a crescer de forma consistente. E as empresas do setor não disfarçam a euforia. Por isso, a trigésima edição do Salão Internacional do Automóvel de São Paulo – que acontece de 8 a 18 de novembro no São Paulo Expo, na capital paulista – tem ares de celebração, apesar de algumas ausências de marcas que tradicionalmente participam do evento, como Peugeot, Citroën, Land Rover, Jaguar e Volvo, terem resolvido não participar. O público esperado é de mais de 700 mil pessoas que visitarão os mais de 120 estandes, entre fabricantes de veículos e de autopeças e empresas de serviços do setor.

Se a incômoda temporada letárgica ficou para trás, a perspectiva é que seja hora de retomar as vendas – e, coincidentemente, todos têm planos de ampliar suas participações no mercado local. Com esse objetivo, as empresas automotivas instaladas no país aproveitam o Salão de São Paulo para se reafirmar tecnologicamente e confirmar algumas das principais tendências mundiais já evidenciadas em outros motorshows do planeta – proliferação de utilitários esportivos e eletrificação dos motores. Nunca, na história do evento paulistano, tantos SUVs e tantos modelos elétricos e híbridos foram apresentados ao público ao mesmo tempo. Mas, como todo salão de automóveis que se preze, o de São Paulo é também um espaço para experimentação de ousadias estéticas e para testar a reação do público às novas propostas. Como não poderia deixar de ser, há lugar para a exposição de supermáquinas que provavelmente serão absoluta raridade nas ruas. Mas elas se transformam em verdadeiros objetos de veneração nos estandes do São Paulo Expo. Afinal, sonhar – por enquanto – não custa nada. Confira as novidades dos carros de origem norte-americana.

TEXTO E FOTOS Luiz Humberto Monteiro Pereira / Agência AutoMotrix

Chevrolet Bolt EV

A General Motors já avisou que pretende ser líder em carros elétricos em todos os mercados, incluindo a América Latina. Por isso, a marca confirmou no Salão de São Paulo que o Bolt EV estará nas concessionárias brasileiras ainda em 2019, por R$ 175 mil. A proposta do compacto da Chevrolet é ser um carro elétrico viável, para os dias de hoje. Nos Estados Unidos, o Bolt EV tem autonomia declarada de 383 quilômetros. O crossover tem potência de 203 cavalos e torque de 36,8 kgfm.

Jeep Wrangler Rubicon

A estrela da Jeep no Salão do Automóvel de São Paulo é a nova geração do Wrangler. O utilitário esportivo será vendido no Brasil em três versões: Sport, Sahara e Rubicon, sendo essa última a com maior capacidade off-road. A Rubicon estreia o novo motor 2.0 turbo no lugar do antigo V6 3.6. Segundo a marca norte-americana, a nova geração do utilitário está até 90 quilos mais leve, e o novo motor 2.0 tem até 13% a mais de torque do que o anterior. As vendas começam no início de 2019.

Ford Territory

O modelo chinês é a mais recente novidade no portfólio global de SUVs da norte-americana Ford. O estilo traz elementos que caracterizam os modelos da marca nesse segmento. Será lançado na China no início de 2019, com opções de motores a gasolina, híbrido e híbrido plug-in. Será o primeiro modelo da categoria a oferecer o Co-Piloto 360, com recursos avançados como alerta de colisão com sistema autônomo de frenagem. Está sendo exibindo no evento em São Paulo para testar a receptividade do público brasileiro.

VENDAS DE VEÍCULOS CRESCE EM 2018

De janeiro a setembro de 2018 foram emplacados 2.650.212 veículos – automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários -, número que representa alta de 12,64%, na comparação com o mesmo período do ano passado. Apenas em setembro, foram comercializadas 299.583 unidades, 8,5% acima do volume registrado em idêntico mês de 2017, quando foram vendidos 276.103 veículos. Entretanto, quando comparado com agosto, este volume representa queda de 14,99%, explicada pelos quatro dias úteis a menos (em setembro foram 19 dias, contra os 23 dias de agosto). Os dados são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).


Nos segmentos de automóveis e de comerciais leves, o viés de alta segue mantido, apresentando, no acumulado dos nove primeiros meses, crescimento de 13,1%, totalizando 1.779.675 unidades. Considerando apenas setembro, estes segmentos apresentaram avanço de 5,77%, na comparação com o mesmo mês do ano passado, contudo, retração de 14,42% ante agosto de 2018.


Para o Presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, a quantidade de dias úteis influenciou, significativamente, no comparativo entre agosto e setembro deste ano. “Em setembro, o mercado sofreu em função da menor quantidade de dias úteis.

Contudo, é importante ressaltar que, na média diária, houve crescimento de 3,6%, nos emplacamentos de automóveis e comerciais leves. Além disso, diante do clima das eleições, naturalmente, o mercado entra em compasso de espera”, enfatiza o Alarico.

Para os emplacamentos totais , a entidade projeta, para este ano, alta de 12,4% sobre 2017, contra os 9,8% estimados anteriormente. A nova projeção da entidade, para os segmentos de Automóveis e Comerciais Leves, aponta para crescimento de 11,9% em 2018. Em julho, a entidade estimava que os segmentos cresceriam 9,7% no ano.

A nova projeção para o segmento de Caminhões é de 38,2% de alta, ante os 24,8% estimados em julho. Para o segmento de Ônibus, a revisão das projeções considera avanço de 23,2% nas vendas de 2018. Em julho, a projeção era de queda de 4,1%. A Fenabrave também está revendo para cima, a projeção para o mercado de Motocicletas, que deve chegar a 9,9% de crescimento, ante os 7,7% estimados anteriormente.

TOP 10 – Carros mais vendidos em 2018 (Jan/Set)
GM Onix               89.284
Hyundai HB20    62.716
Ford Ka                43.678
VW Polo               42.457
Renault Kwid       39.628
Honda HR-V       33.238
Fiat Argo               30.969
Toyota Corolla     29.140
GM Prisma           28.871
VW Fox                 23.235

FLAGRAMOS O CHEVROLET COBALT 2019

Jornalismo automotivo se faz na rua, ou melhor, na estrada. Durante a gravação de um vídeo na Serra da Mantiqueira – divisa entre São Paulo e Minas – a equipe do MinutoMotor flagrou um sedã rodando totalmente camuflado. A princípio pensávamos que era um HB 20 S reestilizado. Outra possibilidade seria o novo Toyota Prius Flex, mas este carro já havia sido lançado dias antes. Mas qual seria aquele sedã compacto-médio que estava circulando próximo ao Pico do Itapeva, em Pindamonhangaba?

Apesar da  típica roupagem dos segredos automotivos, um detalhe chamou a atenção: a tradicional “gravatinha” da Chevrolet marcava o tecido preto que cobria a grade frontal. Quando a imagem foi ampliada no computador do cinegrafista Denis Armelini veio a confirmação. Apesar de toda camuflagem e peças improvisadas, o sedã era, com certeza, a nova geração do Cobalt que deve chegar ao mercado em 2019, segundo apurou nossos colegas do portal Motor1.

Apesar das mudanças estéticas e, provavelmente de motorização, o novo sedã compacto-médio da GM deverá manter duas de suas principais características: bom espaço interno e um generoso porta-malas. Aliás, o novo Cobalt usará uma nova plataforma que será dividida com outros cinco modelos: Onix, Prisma e Spin, além de uma picape e um SUV, ambos compactos. Para esta nova fase, a montadora anunciou investimento de R$ 1,4 bilhão no Brasil para justamente a criação da nova família GEM (Global Emerging Markets).

GM INVESTIRÁ R$ 1,2 BI EM SÃO CAETANO DO SUL (SP)

A General Motors Mercosul apresentou as obras de expansão do Complexo Industrial de São Caetano do Sul (SP), que resultam dos novos investimentos de R$ 1,2 bilhão na unidade.  O montante faz parte do maior plano de investimentos da empresa em toda sua história no Brasil, com um total de R$ 13 bilhões que estão sendo aplicados no país entre 2014 e 2020. O solenidade contou com executivos da marca e do governador Geraldo Alckmin.

A unidade do ABC Paulista ganha novo prédio construído com telhas translúcidas, luzes de LED com automação de dimer, ventilação natural, entre outros conceitos de construção sustentável e passa a ocupar 432.300m² de área construída. Como parte do projeto, a unidade terá todas as suas instalações internas redesenhadas e vai incorporar novas tecnologias de manufatura 4.0. Com isso, a fábrica terá sua capacidade anual ampliada de 250 mil para mais de 330 mil veículos por ano.

“A GM celebra 93 anos no Brasil em um processo acelerado de crescimento e inovação. Os novos investimentos vão transformar o Complexo Industrial de São Caetano do Sul em um dos mais eficientes e avançados da indústria. As novas instalações vão permitir a Chevrolet seguir entregando produtos de alta qualidade e tecnologia para continuar liderando o mercado brasileiro”, disse Carlos Zarlenga, presidente da GM Mercosul.