PARA COMEMORAR SUA HISTÓRIA, CITROËN LANÇA SÉRIE ESPECIAL 100 ANOS

No mês em que comemora seu centenário, a Citröen apresenta no Brasil a série especial “100 Anos”. A edição exclusiva chega para celebrar a história de criatividade e inovação da marca francesa e será disponibilizada em quatro modelos da gama atual: C3 100 Anos, Aircross 100 Anos, C4 Lounge 100 Anos e SUV C4 Cactus 100 Anos. Ao todo serão comercializadas 550 unidades dos modelos exclusivos.

Aliás, todos os modelos da Série Especial 100 Anos têm um trabalho diferenciado em termo acabamento – cores e materiais -, que remete ao passado e valoriza uma personalização esmerada e exclusiva, tanto no exterior quanto no interior dos veículos. Imediatamente identificáveis, os modelos 100 Anos se distinguem esteticamente graças a um acabamento específico e design que faz referência a um século de inovação e pioneirismo da marca.

Todos os Citröen vêm com adesivos alusivos aos 100 anos, revestimento interno exclusivo com costuras douradas e pintura bicolor nos casos de C4 Cactus e Aircross.

“Se formos pensar em quantas marcas conseguem alcançar os 100 anos de existência, não conseguimos encontrar muitas. Se procurarmos as que se guiaram pela inovação e reinventaram todo o seu setor, as opções são ainda mais limitadas. E assim foi a história da Citroën, da qual nos orgulhamos muito. Mesmo assim, somos uma Marca inquieta e já estamos pensando nos próximos 100 anos”, afirma Ana Theresa Borsari, Country Manager da Citroën no Brasil.

Modelos e preços

Serão vendidas apenas 550 unidades desta série especial: 300 do C4 Cactus, 100 do Aircross , 100 do C3 e apenas 50 do C4 Lounge. Confira os preços da linha Origins:
C3 Origins: R$ 71.790
Aircross Origins: R$ 74.490
C4 Cactus Origins: R$ 104.490
C4 Lounge Origins: R$ 107.490

Detalhe: todos os modelos da Série de 100 anos têm plano de financiamento com parcelamento em 30 meses. As prestações variam entre R$ 699 (C3) e R$ 999 (C4 Lounge). Quem comprar uma das unidades ganhará ainda lenços comemorativos, que também podem ser adquiridos nas concessionárias da Citroën. Mais informações sobre a história da marca e as novas versões, acesse: https://www.citroen.com.br/citroen/historia-da-citroen/serie-especial.html

A “DAMA DE PRATA” DO MOTOCICLISMO BRASILEIRO

Há 32 anos pilotando motos e 18 participando do Rally dos Sertões – uma das maiores e mais exigentes provas do off-road mundial –, Moara Sacilotti pode receber o título de a “dama de prata” do motociclismo brasileiro. Não por seu sorriso largo, muito menos pelo brilho de seu capacete. A experiente piloto de 39 anos adotou um hobby como profissão. Há alguns anos ela transforma prata e ouro em joias feitas de forma artesanal.

De mãos delicadas, mas ao mesmo tempo firmes e fortes, a piloto de rali muitas vezes usa ferramentas de moto para dar forma às suas obras. “O motociclismo tem poucos recursos. Por isso, quando tenho alguma dificuldade para desenvolver uma nova peça vou na minha caixa de ferramentas e tento adaptá-las para esta produção”, explica Moara, dizendo que não é um ourives experiente, mas sim uma iniciante na profissão, que exige foco, determinação e muita concentração. É como pilotar uma moto”!

Hoje, Moara cria vários tipos de joias, muitas delas com a temática carro/moto, que podem servir de pingente, pulseira ou até chaveiro. Mas ela também fabrica brincos e anéis. “Hoje uso prata 950 pura, com apenas 5% de cobre. Recentemente fiz um chaveiro, que precisava ser mais resistente, rústico, por isso optei por uma liga de prata com 7,5% de cobre (926). No final, a peça ganhou mais rigidez. Mas existe ainda a opção de joias feitas em ouro”, conta a esportista.

Tudo começou em 2006
A paixão pela ourivesaria começou na época da faculdade de fisioterapia. Incentivada por uma amiga – Raquel –, Moara se apaixonou por esta nova oportunidade profissional, que foi adotada de pronto. Depois de formada Moara deixou músculos e tendões de lado para focar em martelo e maçarico para fundir metal.

Fez cursos e, aos poucos, foi se especializando. O mercado perdeu um fisioterapeuta, mas ganhou um ourives que traz em suas peças a paixão por competições a motor. Depois de um intervalo de alguns anos para ajudar o pai na administração da empresa familiar – segurança patrimonial -, Moara retorna ao atelier em 2016 para acelerar, efetivamente, sua nova profissão.

Com apenas 1,60 e 53 quilos, Moara Sacilotti quer ir cada dia mais longe, agora com suas criações inspiradas no universo das competições – Rally Dacar, Rally dos Sertões etc . Ela também desenvolve outras temáticas e peças sob encomenda. Agora a sempre agitada motociclista quer investir seu tempo livre na criação de peças artesanais e exclusivas, mas que tem a consciência que precisa evoluir, como sempre fez em seus treinamentos dentro e fora das competições de moto.

Quem quiser conferir alguns trabalhos da “dama de prata” Moara Sacilotti basta seguir o perfil Moh Joalheria de Autor, no Instagram. As peças custam entre R$ 80 e R$ 200. A variação de preço se dá pelo tamanho, peso, metal e quantidade. A produção de apenas uma peça pode durar entre 8 horas a 3 dias, dependendo do grau de dificuldade e dos detalhes.

EXPOSIÇÃO REÚNE MAIS DE 200 MANUAIS ORIGINAIS E LIVRES PARA CONSULTA

EXPOSIÇÃO REÚNE MAIS DE 200 MANUAIS ORIGINAIS E LIVRES PARA CONSULTA

Nos veículos mais modernos os livretos de papel foram substituídos por versões eletrônicas que podem ser consultadas em celulares ou pelo sistema multimídia do carro – em alguns casos funcionam até por meio de inteligência artificial. “Com isso nos parece bastante óbvio que o manual do proprietário em seu formato tradicional está com os dias contados, tornando-se uma futura espécie em extinção. Por isso decidimos montar uma exposição em sua homenagem, mostrando as peças históricas mais relevantes de nosso acervo”, explica Marcos Rozen, CEO do MIAU.
A mostra traz ao todo mais de duzentos manuais do proprietário originais, dos anos 60 a 2000, com foco principal em modelos vendidos no mercado brasileiro. O mais antigo é do Jeep Willys 1961 e o mais novo do Ford Fusion 2006. Há várias peças raras, como os manuais do DKW-Vemag Fissore, Willys Itamaraty, VW SP1/SP2, Chrysler Esplanada GTX, MP Lafer, Gurgel X-12, Dardo, VW Variant II, VW Gol GT, VW Santana Executivo e muitos outros. Há também manuais de modelos estrangeiros como BMW 2000, Ford Granada e Vauxhall Cavalier, além de manuais de motos, caminhões e tratores antigos.

Um dos grandes diferenciais da exposição é que todos os manuais podem ser consultados livremente pelos visitantes. “Os museus de todo o mundo estão cada vez mais deixando de ser locais de mera contemplação para se tornarem verdadeiras fontes de contato com os temas que abrangem, permitindo aos visitantes interagirem de forma mais concreta com seus acervos. Essa sempre foi uma marca das exposições do MIAU, que permanece agora com a mostra dos manuais do proprietário”, afirma Rozen.

Curiosidades sobre os manuais
Um dos maiores sonhos dos colecionadores é encontrar um manual do proprietário ‘virgem’, ou seja, sem os dados do comprador preenchidos ou carimbos de entrega ou revisões. Pois esta é a condição de cerca de 75% dos materiais da exposição do MIAU: Rozen explica que “antigamente era comum jornalistas furtarem os manuais de carros de teste cedidos pelas montadoras para avaliação, seja para consultas futuras ou por travessura mesmo. Esta é a origem da maior parte dos manuais do nosso acervo, que por isso estão em branco ou têm apenas carimbos das próprias fábricas e não de alguma concessionária em suas páginas”.

Além disso os manuais trazem, por vezes, informações curiosas ou estranhas sobre os veículos. O do Ford Corcel II 1981, por exemplo, ao explicar o funcionamento do câmbio, ensinava ao motorista pular direto da terceira para a quinta marcha, evitando usar a quarta para assim, segundo o manual, economizar combustível.

Os manuais, afirma o CEO do museu, têm uma ligação profunda com o jornalismo automotivo: antes do advento da internet eram a única fonte prática, rápida e confiável para busca de dados técnicos dos veículos. “Hoje esse hábito caiu em desuso, mas foi largamente aplicado por profissionais da imprensa automotiva por mais de 40 anos. A exposição também é uma forma de recordar e homenagear esse período.”

Abertura no feriado
A exposição Manuais do Proprietário: Futura Espécie em Extinção abrirá as portas na sexta-feira, 19/4, feriado, das 12h às 17h. No sábado, 20/4, e domingo, 21/4, estará aberta das 13h às 17h. Após essas datas a exposição poderá ser visitada nos dias de funcionamento do MIAU, ou seja, sempre aos sábados e domingos das 13h às 17h. Em dias de semana o museu funciona apenas para visitas de grupos fechados e pré-agendados.

Os visitantes da exposição também têm direito a conhecer as outras áreas do museu, que conta com exposição permanente a respeito da história da imprensa automotiva no Brasil e um acervo de livre consulta com mais de mil revistas, livros, catálogos e materiais exclusivos para jornalistas que abordam praticamente todas as fabricantes de veículos do Brasil e do mundo.

A mostra ficará em cartaz até o início do segundo semestre. Os ingressos, em promoção de meia entrada para todos, custam R$ 15 e o valor é totalmente revertido para manutenção do museu.

Serviço
Exposição Manuais do Proprietário: Futura Espécie em Extinção
Local: MIAU – Museu da Imprensa Automotiva
R. Marcelina, 108 – Vila Romana, São Paulo SP
Site: www.miaumuseu.com.br
Telefone: (11) 98815.7467
Inauguração da exposição em horário especial: 19/4, das 12h às 17h
Horário regular do museu: sábados e domingos, das 13h às 17h
Ingressos: R$ 15, em promoção de meia entrada para todos

20 CURIOSIDADES SOBRE OS 60 ANOS DO VOLKSWAGEN FUSCA

Um dos veículos mais queridos pelos brasileiros comemora 60 anos no país. O lendário VW Fusca começou a ser produzido em São Paulo há seis décadas. Para que o aniversário do sedã não passasse em branco, o Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) preparou uma lista com 20 curiosidades e informações sobre o carro mais amado do Brasil!

1. A produção brasileira do Fusca começou em 3 de janeiro de 1959.
2. Os primeiros saíram da fábrica Anchieta da montadora Volkswagen.
3. No sistema do Detran.SP, constam atualmente 827.202 unidades registradas.
4. É o modelo mais colecionado no Estado de São Paulo. Do total de veículos registrados, 6.927 têm a cobiçada placa preta, para colecionadores.
5. São Paulo (com 3.856 unidades), Campinas (com 193) e São Bernardo do Campo (com 167) são as cidades com mais Fuscas com placa preta.

6. O primeiro modelo do Fusca foi lançado na Alemanha em 1935. Ele foi chamado de Volkswagen (ou carro do povo).
7. O automóvel foi criado pelo alemão Ferdinand Porsche (sim, o mesmo da marca Porsche).
8. O Fusca também é conhecido como Beetle (ou “besouro”, em inglês).
9. Bug, Käfer, Type 1, Carocha, Coccinelle, Escarabajo, Maggiolino são alguns exemplos de nomes ou apelidos do Fusca em alguns países.
10. No Brasil, ele chegou como Volkswagen Sedan. E sua fabricação por aqui começou em 1959 e foi até 1986.

11. No Rio Grande do Sul ficou conhecido como Fuca; no Paraná, como Fuqui.
12. De seu projeto, surgiram ainda outros sucessos, como a Brasília e a Variant.
13. Em 1993, o Fusca voltou à linha de produção, a pedido do então presidente Itamar Franco. A nova fase durou até 1996.
14. Houve até uma última versão, a Série Ouro, que teve apenas 1.500 unidades.
15. Durante os anos 1970, a produção do “besouro” bateu a marca de 1,5 milhão de veículos fabricados no Brasil. Ao todo, foram fabricados cerca de 3,3 milhões de Fuscas.

16. No mundo todo, a produção foi de mais de 21,5 milhões de unidades.
17. Até hoje, o Fusca está entre os modelos mais fabricados de todos os tempos, seja no Brasil ou no mundo.
18. No dia 22 de junho é comemorado o Dia Mundial do Fusca. No Brasil, existe ainda o Dia Nacional do Fusca, em 20 de janeiro.
19. O Fusca permaneceu na liderança de vendas do mercado automobilístico por 24 anos consecutivos (entre 1959 e 1982).
20. Sua produção mundial foi encerrada em 2003, no México.

VESPA: HISTÓRICA, VERSÁTIL E MODERNA

Fim da Segunda Grande Guerra Mundial. Povo europeu mentalmente abalado, economicamente arruinado e materialmente destruído. Eram necessários meios de transporte financeiramente viáveis e que não consumissem o então caro e raro combustível. Rodas de trem de pouso, motores de popa e de partida de aviões, além de tubulações destinadas a armamentos. Eram os elementos disponíveis! Neste contexto de poucos recursos surgiu a Vespa, um ícone da genialidade em prol da mobilidade. A Itália e, consequentemente, a Europa, precisava rodar. As videiras e as oliveiras tinham que voltar a produzir para gerar receita. Afinal se a gasolina estava escassa, o dinheiro estava muito mais. E a reconstrução do “Velho Continente” gerou a racionalização de recursos, mas não de ideias.

No início da década de 1940, Enrico Piaggio e Corradino D’Ascanio não tinham noção do que estavam criando. Que o reaproveitamento de muitas peças e partes sucateadas resultaria em um dos veículos que mudaria o conceito de ir e vir que nos norteiam até hoje. No início de 1946, um pequeno e extravagante veículo de duas rodas foi apresentado. Prático e econômico, a Vespa foi projetada especialmente para jovens com espírito de liberdade e mulheres, que agora poderiam finalmente pilotar vestindo saia e sem sujar os sapatos.

O veículo foi batizado de Paperino (Pato Donald, em italiano – acima, à esq.), mas Enrico Piaggio, vendo a silueta de sua criação disse: “Parece uma vespa. E a Vespa nasceu com o seguinte slogan: 80 mil liras para um sonho de liberdade a 60 quilômetros por hora”. Tudo começou com o modelo MP5.

The Oscar Goes To

Mas foi o cinema que decretou o sucesso de público e crítica do produto. A Vespa se tornaria em poucos anos o símbolo da Itália Pós-Guerra e se transformaria em cobiçado objeto de cena de muitos filmes e cartões postais da “Vecchia Botta”. Em particular, o filme ‘Roman Holiday’ (A Princesa e o Plebeu), estrelado por Audrey Hepburn e Gregory Peck. O casal cruza a capital Roma em uma Vespa branca. A inesquecível cena produzida em 1953 se transformaria em um verdadeiro spot publicitário para o fabricante.


Depois disso nenhum turista ficou imune à possibilidade de alugar, mesmo que por apenas por algumas horas, o mítico veículo de duas rodas para circular pelas principais cidades italianas como, por exemplo, Milão, Turim, Gênova e Florença, além, é claro, na “Cidade Eterna” de Roma e seus monumentos históricos. Há quem prefira mergulhar – de corpo, alma e de Vespa – na charmosa Costa Amalfitana.

Museo Piaggio

Quer fazer uma viagem no tempo e conhecer melhor a história da Vespa? Então visite o Museo Piaggio di Pontedera, que fica no coração da Toscana, perto de Pisa, ‘piccolo paese’ famoso por sua torre inclinada. Com certeza será uma experiência inesquecível. Completamente renovado este ano, o Museo Piaggio ocupa hoje cinco mil metros quadrados, recebeu mais de 600 mil visitantes e conta com mais de 50 Vespa, sem contabilizar modelos de competição. A coleção traz modelos da década de 1940 até a edição comemorativa 946 Emporio Armani (acima), de 2015. O modelo é uma releitura de grife construído em 1946. Foi criado em homenagem aos 40 anos da Armani e aos 130 anos do Grupo Piaggio. Além do design impactante, a 946 foi concebida com freios ABS.

Em função de sua infraestrutura e quantidade de veículos, o Museu Piaggio di Pontedera é, hoje, o maior e mais completo museu italiano dedicado ao segmento de duas rodas. O acervo recebe exemplares únicos que contam não apenas a história da Vespa, mas também de outras marcas do Grupo Piaggio, entre elas: Aprilia, Gilera e Moto Guzzi. Mais informações, acesse: www.museopiaggio.it

Texto João Tadeu Boccoli, do Pitacos do Vovô, especial para o MinutoMotor

COMETA FLECHA VOLTA A ENCARAR A ESTRADA


Quem tem mais de 40 anos e foi morador da cidade de São Paulo nas décadas de 1960, 1970 e início dos anos 1980, com certeza irá lembrar do Terminal Rodoviário da Luz e sua fachada decorada com acrílicos coloridos. De lá partiam ônibus para o interior e também para outros estados. A vida da antiga rodoviária durou praticamente duas décadas (de 1961 a 1982), mas o saudosismo ficou na memória de paulistanos e migrantes que chegam e partiam do centro de cidade.

Para resgatar um pouco desta história, a Viação Cometa está colocando em operação o Flecha, ônibus ícone de conforto e segurança que rodou por este “mundão” chamado Brasil entre os anos de 1960 e 1970. O motivo para este retorno é a comemoração dos 70 anos da empresa. Para festejar, o Grupo Cometa elaborou 70 destinos que serão realizados pelo Flecha, que foi totalmente remodelado. A “viagem no tempo” tem prazo de validade: até 12 de junho.

O Flecha percorrerá vários trajetos saindo de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, entre outras cidades. Todos as rotas e horários podem ser consultados no site www.viacaocometa.com.br/viagem-flecha. Há a possibilidade de fazer a compra da passagem on-line. Quem tiver o privilégio de rodar no Flecha irá, com certeza, resgatar na memória a potência do motor Scania, a exclusividade da suspensão a ar e, é claro, do revestimento dos bancos em couro vermelho. Fica a dica e boa viagem!