DE CAIXAS ELETRÔNICOS A MOTOS CUSTOMIZADAS, CONHEÇA O “PAI” DA BIZ

DE CAIXAS ELETRÔNICOS A MOTOS CUSTOMIZADAS, CONHEÇA O “PAI” DA BIZ
Luiz “Careca” Mingione em ação na Given
A história de Luiz Eduardo Fonseca Mingione merece um livro de memórias, já que carrega em seu currículo experiências pra lá de vitoriosas e peculiares. Criou gabinetes para caixas eletrônicos, foi campeão do Rali Dakar com uma 250cc e hoje customiza motos em Milão (ITA). Luiz “Careca”, como é mais conhecido, é também um dos pais da Honda Biz. Diferentemente de sua antecessora Dream, a motoneta traz como diferencial roda traseira de 14 polegadas e espaço sob o assento. Depois de mais de 20 anos no mercado, a CUB da Honda é a quarta moto mais vendida do País.
Com o mokap de uma nova versão da Biz, no Japão
Em 2002, aos 43 anos, Luiz Mingione assumiu novo desafio, agora como piloto. E, de cara, sagrou-se campeão do Rally Paris-Dakar na categoria Super Production para motos até 250 cilindradas. O estreante na maior e mais difícil competição off-road do mundo rodou quase 10 mil quilômetros sobre uma Honda Tornado 250 entre a França e Senegal, passando ainda por Espanha, Marrocos, Mauritânia.
Campeão do Rally Dakar 2002 com uma Honda 250cc
Depois da fama (industrial e esportiva), o Luiz “Careca” teve de ganhar o mundo após sua saída da marca líder do segmento de duas rodas. Nômade, trabalhou na China, trouxe motos asiáticas para o Brasil (Iros) e, mais recentemente, atuou na Turquia para a Ford. Hoje o paulistano do boêmio bairro da Vila Madalena vive na Itália para ficar mais próximo da família da esposa Isabel – filha de japoneses e que tinha restaurante em Milão – e oferecer uma educação de melhor qualidade para o filho Enzo, de 13 anos.
Placa de reconhecimento assinada pelo presidente mundial da Honda
Irrequieto, esbanjando conhecimento técnico e disposição física, Mingione, hoje com 60 anos, ganhou nova oportunidade, agora na Given Motodesign Italy, um estúdio que customiza motos na “Capital Mundial da Moda”! Então é hora de conhecer melhor a história de Luiz “Careca”, campeão de criatividade, que transforma sonhos em peças funcionais. Neste caso, deixar uma exclusivíssima DUU CR&S ainda mais única. A customização feita na Given Motodesign durou quase um ano e consumiu 25 mil Euros. Confira os principais trechos desta entrevista para o MinutoMotor.
A DUU CR&S em sua versão original
MinutoMotor – Vamos falar das principais características da versão original da moto que você ajudou a customizar?
Luiz Mingione – A moto é uma DUU CR&S – em referência ao numeral dois em um dialeto milanês e as iniciais de Cafe Racers e Superbikes. Foram fabricadas cerca de 150 unidades que estão espalhadas pela Europa. Lançada em 2009 no Salão de Motos de Milão (Eicma), a moto artesanal custava 47.628 Euros, cerca de R$ 208 mil. Infelizmente, a empresa frechou em 2013.
O motor da DUU é um dois cilindros em “V” a 56° fabricado pela S&S X-Wedge, que tem 1916 cm³ de capacidade, 100 cv potência, câmbio de seis marchas e chega a 200km/h. A moto traz chassi de treliça em aço e alumínio e belíssimas rodas em liga leve de 17 polegadas. A suspensão dianteira é invertida e parte traseira conta com braço oscilante e monoamortecedor.
A DUU não tem sistema de freios ABS e para parar seus 245kg (peso seco), a moto usa freio a disco 320 mm duplo na frente e disco traseiro de 260 mm fixado na parte interna da roda.
Peças fabricadas exclusivamente para a customização da DUU
MM – Que tipo de personalização foi feita? O cliente fez sugestões?
Mingione – Esta DUU CR&S foi objeto de uma profunda personalização comparada ao modelo original. O cliente deixou a criação a cargo da Given e acompanhou todo o trabalho de perto, dando sugestões. A moto foi inteiramente redesenhada. Foram criadas várias peças nas partes traseira, frontal e lateral. Com a minha ajuda, Donato Cannatello, dono e designer Sênior do estúdio, pode expressar as ideias de customização e estilo com critérios de funcionalidade, estética e exclusividade. A DUU customizada pela Given Motodesign chama atenção por anda passa.
A maioria das peças foram desenhadas em CAD e depois fabricadas em alumínio. Tantas outras foram feitas à mão, seguindo a inspiração do momento. Segundo Donato, neste tipo customização é sempre bom deixar uma parte do trabalho para o coração e a sensibilidade do momento. Com certeza a emoção fez toda a diferença neste projeto.
DUU reestilizada pela Given Motodesign, estúdio que fica em Milão (ITA)
MM – Como foi o passo-a-passo desta personalização. O que foi feito? Quais as dificuldades? Quanto tempo?
Mingione – Esta moto foi o resultado de muito trabalho de projeto, que inclui sempre uma fase preliminar de conceito 2D em que submetemos ao cliente e onde tentamos deixar claro todos os pontos que serão objeto de modificação. Feito isso prosseguimos com a definição do projeto desenvolvendo com o uso do computador, mas também não abdicamos de fazer desenhos a lápis na oficina.
Todas as peças projetadas em CAD foram feitas em CNC em alumínio, plexiglass e ABS, entre outros materiais. Este projeto levou quase um ano de trabalho, desde os schets com as ideias iniciais, trabalho de CAD, fabricação, pintura e acabamento das peças e modificações sugeridas pelo cliente. Algumas dificuldades foram resolvidas durante a montagem. Outros pequenos problemas surgiram durante o teste de rodagem e foram prontamente solucionados.
Moto em fase de reconstrução no estúdio milanês
MM – Quantas pessoas trabalharam neste projeto. Descrever a função de cada elemento da equipe?
Mingione – Trabalharam neste projeto Donato Cannatello, designer, proprietário da Given Motodesign e líder desta customização; Marco Jimenes, designer Sênior; Fabio Spiga Casadio, designer; Paolo Zanetti, mecânico especializado, e eu, que fiquei responsável pela modelagem – clay –, sugestões e soluções para algumas peças, pintura, montagem e teste de rodagem.
Dianteira ganhou formato triangular e monoamortecedor
MM – Alguma solução criativa adotada nesta customização?
Mingione – Sim. Eu posso citar a suspensão dianteira – que traz monoamortecedor Öhlins –, a parte de iluminação traseira e frontal de LED e o uso materiais de acabamento como cobre. Muitas peças foram feitas artesanalmente em resina, ABS, além de outros materiais. Na minha opinião esta reunião de materiais e formas inusitadas fizeram a diferença no visual desta releitura do modelo.
Traseira com peças feitas em cobre e lanterna de LED
MM – Como é trabalhar com o designer que criou a moto originalmente?
Mingione – Já trabalhei com designers da Honda no Japão; chineses da UM United Motorcycle e Zongshen na China; com designers turcos na Ford em Istambul; brasileiros da Honda e agora na Given Motodesign na Itália. É um grande prazer e aprendizado trabalhar com alguém com a experiencia de Donato Cannatello. Ele é experiente, criativo e rápido em buscar soluções para o desenvolvimento e fabricação de peças especiais. Conhece muito de motocicleta, de customização e põe, literalmente, a mão na massa, como um autêntico italiano. Trabalhamos com música na oficina, Apesar da seriedade e responsabilidade na personalização de uma mota há sempre tempo boas histórias, risadas e trocas de experiências. O ambiente e a equipe são excelentes. Estou aprendendo muito com Donato. Ele é diferente de todos os outros com quem já trabalhei na vida. E em nossas reuniões de final do dia sobre o projeto sempre ‘rola’ uma cerveja para descontrair.
Mingione com a nova DUU rodando pelas ruas de Milão (ITA)
MM – Como é o comportamento dinâmico da moto?
Mingione – Apesar do peso, tamanho e sem nenhuma eletrônica embarcada, a nova DUU surpreendeu. Quando tive o primeiro contato com a moto imaginava que seria difícil pilotar na cidade, mas o modelo tem uma ciclística muito boa. Além das modificações estéticas, alteramos o sistema de suspensão dianteira, que ganhou um design exclusivo e oferece bom comportamento.
A DUU tem um bom desempenho na cidade, rodando no trânsito maluco de Milão. Mas ela mostra seu melhor potencial de performance e dirigibilidade nas belas estradas secundarias e autopistas italianas. Ela tem um motor monstruoso e forte, vibrante, literalmente. A moto tem pouca autonomia e não tem o conforto de uma moto japonesa, que é minha referência. Mas, em tiros rápidos, é muito divertida e prazerosa de pilotar. Além, obviamente, de chamar muito a atenção por onde passa, isso em função de seu design totalmente exclusivo.

GUERRA ANUNCIADA: AFRICA TWIN, SCRAMBLER 1200 E R 1250 GS

GUERRA ANUNCIADA: AFRICA TWIN, SCRAMBLER 1200 E R 1250 GS

A chegada das novas versões das bigtarails deve agitar o mercado no segundo semestre. A Honda apresenta a CRF 1000L Africa Twin 2020. Já a BMW anunciou para setembro a chegada da R 1250 GS. Isso sem falar na Triumph Scrambler 1200, que deve surpreender os pilotos mais aventureiros. A apresentação oficial da nova moto inglesa é julho. No mercado italiano, por exemplo, a briga entre a Africa Twin e GS dá certa vantagem para o modelo alemão – 2.549 unidades emplacadas contra 1.834, em números absolutos nos cinco primeiros meses do ano. No mercado brasileiro quem está ‘dando as cartas’ até agora é a Triumph Tiger 800, com 1.225 unidades licenciadas entre janeiro a maio.
Mas que uma coisa fique bem clara, a Honda e a BMW estarão com “bala na agulha” para reverter este quadro. Ou seja, a guerra pelo consumidor está anunciada. A marca nipônica inclusive terá uma inédita versão da Africa Twin, batizada de Adventure Sports, que já poderá ser vista no Bike Fest Tiradentes, evento que acontece na histórica cidade mineira entre 26 a 30 de junho. Já os aficionados pela GS já podem preparando o bolso já que os preços foram divulgados: R$ 69.950 para a R 1250 GS Sport e R$ 82.950 para a Premium. A topo de linha, a Adventure, custará R$ 91.950. Confira abaixo as principais características das novas versões destas aventureiras que encaram qualquer tipo de desafio.
Africa Twin Adventure Sports
A Honda CRF 1000L Africa Twin e sua nova versão, a CRF 1000L Africa Twin Adventure Sports, chegam em versão 2020 oferecendo melhor equilíbrio entre peso e potência, além de mais tecnologia embarcada. Uma das novidades é a adoção do sistema de acelerador eletrônico, equipamento que trouxe consigo três modos de pilotagem, ampliando as capacidades do sistema de controle de troque.
A inédita versão Adventure Sports da Africa Twin se caracteriza por curso ampliado em 20 mm em ambas suspensões, tanque de maior capacidade (24,2 litros ante 18,8 litros), para brisa e carenagens maiores e posição de pilotagem mais confortável. Outro diferencial é o seu assento flat, que permite amarração de bagagem na parte traseira.
Ambas versões trazem um painel de instrumentos com tela retangular LCD blackout. Nas versões Travel Edition, os modelos podem ser equipados com vários acessórios opcionais: proteções tubulares do tanque, cavalete central, malas laterais e top box (este, somente na versão CRF 1000L Africa Twin). Toda a estratégia comercial será divulgada na primeira quinzena de julho.
Um ícone chamado GS
Com produção em Manaus (AM), as novas BMW R 1250 GS e BMW R 1250 GS Adventure chegam em meados de setembro. Ambas trazem o novo motor boxer bicilíndrico, de oito válvulas e 1.254 cm³, capaz de desenvolver 136 cavalos de potência a 7.750 rpm e 14,58 Kgf.m de torque a 6.250 rpm — ante 125 cavalos de potência a 7.750 rpm, 12,74 Kgf.m de torque a 6.500 rpm e 1.170 cm³ do modelo anterior. O novo propulsor com controle variável de válvulas traz a nova tecnologia ShiftCam que oferece, segundo a montadora, uma excepcional dinâmica de condução, desempenho surpreendente e maior suavidade de funcionamento. Isso ocorre graças à árvore de comando com abertura diferenciada das válvulas de admissão do motor, que tem diferentes perfis. Assim, há maior capacidade de aceleração, elasticidade do motor e muito torque mesmo em baixas rotações. O motor é acompanhado de câmbio de seis velocidades com embreagem hidráulica anti-deslizante, lubrificada a óleo.
Entre os itens de série estão: acelerador eletrônico; assistente de partida em subida; ABS, controle automático de estabilidade; modos de pilotagem; para brisa com ajuste de altura; sistema de conectividade com painel em TFT, suspensões paralever e telelever, suporte de top case e tomada de 12v. A versão Adventure se destaca externamente pela presença de barras de proteção do tanque e motor.
BMW R 1250 GS (Sport e Premium)
O pacote Sport acrescenta aos itens de série farol em LED; luz de posição diurna; protetor de escapamento cromado; manoplas aquecidas; controle de pressão dos pneus; controle eletrônico de velocidade; protetores de mãos; luzes de direção em LED e banco conforto.
Já a versão Premium traz todos equipamentos de série e do pacote Sport, mais controle de tração dinâmico; ajuste eletrônico dinâmico da suspensão; sistema de partida sem chave; assistente de troca de marchas pro; modos de pilotagem pro; preparação para GPS; kit passageiro; kit de rebaixamento (com banco baixo); motor com acabamento preto; ABS pro; suporte para malas laterais e rodas raiadas. O modelo está disponível em quatro opções de cores: “preto metálico” e “azul metálico” (somente no pacote Sport), “exclusive” e “estilo HP” (somente no pacote Premium).
BMW R 1250 GS Adventure
O modelo R 1250 GS Adventure traz, além dos itens de série, controle de tração dinâmico; ajuste eletrônico da suspensão; farol em LED; sistema de partida sem chave; luz de posição diurna; assistente de troca de marchas pro; modos de pilotagem pro; preparação para GPS; protetor de escapamento cromado; manoplas aquecidas; controle de pressão dos pneus; controle eletrônico de velocidade; farol adicional em LED; luzes de direção em LED; ABS pro e suporte para malas laterais em alumínio. A capacidade do tanque de combustível é de 30 litros, com cerca de 4 litros de reserva. O modelo é oferecido em três opções de cores: “cinza”, “exclusive” e “estilo HP”.

REVISTA MOTO PREMIUM DIVULGA OS RESULTADOS DE SEU CONCURSO

REVISTA MOTO PREMIUM DIVULGA OS RESULTADOS DE SEU CONCURSO

Pelo terceiro ano consecutivo, a revista Moto Premium reuniu em Itu (SP) compradores de motos e formadores de opinião para testarem vários modelos de motos, em um só dia e percorrendo o trajeto. Focado na experiência sobre duas rodas, a ideia foi avaliar as características de cada e votar nas melhores da categoria assim que encerram o percurso. A premiação aconteceu em 05 de junho, na Unibes Cultural-SP. As categorias são bem fragmentadas e a classificação foi Prata, Ouro e Grande Ouro, além de medalhas as três motos melhor avaliadas receberam troféu, como as melhores do ano. A Moto Premium avaliou diversas motocicletas de várias marcas como, por exemplo: Honda, Harley-Davidson, Ducati, Yamaha, KTM, Dafra, Triumph, Kawasaki e Royal Enfield. Duas ausências muito sentidas: BMW e Suzuki, que ultimamente não estão “ligando” para a imprensa especializada, muito menos para o público-consumidor. Uma pena! Quer perde não é o prêmio, mas sim as próprias marcas que poderiam estar mais próximas de novos consumidores.
Segundo o organizador do evento e editor da revista, Eduardo Viotti, este ano a avaliação foi feita de forma bastante democrática: participantes, motociclistas profissionais e jornalistas especializados, entre eles Aldo Tizzani, do MinutoMotor. As três motos em número absoluto de pontos, foram Kawasaki Ninja ZX6R (Medalha de Prata), Triumph Tiger 1200 (Medalha de Ouro) e Honda Gold Wing Tour (Grande Medalha de Ouro). Confira abaixo as classificações e montadoras:

Motos Naked/Street, sem carenagem aerodinâmica integral, de uso urbano/estrada
De 300cc até 600cc
Medalha de Prata: Honda CB 500F
Medalha de Ouro: Yamaha MT-03
Grande Medalha de Ouro: KTM Duke 390
De 601cc até 800cc
Medalha de Prata: Honda CB 650F
Medalha de Ouro: Yamaha MT-07
Grande Medalha de Ouro: Triumph Street Triple 765 RS
De 801cc acima
Medalha de Prata: Kawasaki Z900R
Medalha de Ouro: Yamaha MT-09
Grande Medalha de Ouro: Honda CB 1000R NSC

Motos esportivas com carenagens integrais aerodinâmicas, de uso urbano/estrada
De 300cc até 500cc

Medalha de Ouro: Kawasaki Ninja 400
Grande Medalha de Ouro: Yamaha R3
De 501cc até 800cc
Medalha de Ouro: Honda CBR 650F
Grande Medalha de Ouro: Kawasaki Ninja ZX6R
De 801cc acima
Grande Medalha de Ouro: Honda CBR 1000 Fireblade

Motos Vintage/Classic, de apelo estilístico clássico e/ou visual retrô
De 601cc até 900cc

Grande Medalha de Ouro: Kawasaki Z900RS
De 901cc acima
Medalha de Ouro: Triumph Thruxton 1200
Grande Medalha de Ouro: Triumph Bobber Black 1200

Motos de uso misto on/off road (Trail, Big Trail/Supertrail e Adventure)
De 300cc até 600cc

Medalha de Prata: Royal Enfield Himalayan
Medalha de Ouro: Kawasaki Versys X 300
Grande Medalha de Ouro: Honda XRE 300i
De 601cc até 900cc
Grande Medalha de Ouro: Triumph Tiger 800 XCA
De 901cc acima
Grande Medalha de Ouro: Triumph Tiger 1200

Motos Crossover, de uso preferencial em asfalto, com possibilidade de incursões em piso não pavimentado
De 300cc até 600cc

Grande Medalha de Ouro: Honda CB 500X
De 601cc até 900cc
Grande Medalha de Ouro: Honda NC 750X
De 901cc acima
Grande Medalha de Ouro: Ducati Multistrada 1260 S

Motos Custom/Cruiser, destinadas a uso preferencial em estradas pavimentadas
De 601cc até 1000cc

Grande Medalha de Ouro: Kawasaki Vulcan S 650
De 1001cc até 1200cc
Grande Medalha de Ouro: Harley-Davidson Sportster Iron 1200
De 1201cc acima
Grande Medalha de Ouro: Harley-Davidson Fat Bob

Motos Custom/Cruiser do estilo Bagger, com bolsas laterais(alforges) não removíveis
De 1201cc acima

Medalha de Ouro: Harley-Davidson Road Glide Special
Grande Medalha de Ouro: Honda GL 1800 Gold Wing

Motos Custom/Cruiser do estilo Touring, com bolsas laterais(alforges) e top case não removíveis
De 1201cc acima
Medalha de Ouro: Harley-Davidson Road Glide Ultra
Grande Medalha de Ouro: Honda GL 1800 Gold Wing Tour

Scooters ou motonetas de uso urbano/rodoviário
Até 200cc

Medalha de Prata: Yamaha NMax 160
Medalha de Ouro: Honda PCX Sport e SH 150
Grande Medalha de Ouro: Honda Elite 125
De 201 até 300cc
Medalha de Ouro: Dafra Sym Citycom 300 S
Grande Medalha de Ouro: Honda SH 300i
De 301cc acima
Grande Medalha de Ouro: Honda X-ADV 750

VENDAS DE CONSÓRCIO CRESCEM 16,9% NO PRIMEIRO QUADRIMESTRE

Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) divulgou pesquisa que mostra que no primeiro quadrimestre do ano, o Sistema de Consórcios contabilizou aumento de 16,9% nas vendas de novas cotas em relação ao mesmo período do ano passado. Saltou de 788 mil (jan-abr/2018) para 921,5 mil (jan-abr/2019), aproximando-se do primeiro milhão.

Os créditos concedidos aos contemplados, possivelmente injetados nos mercados dos diversos setores da cadeia produtiva os quais o consórcio está presente, indicaram aumento de 2,6% de janeiro a abril de 2019, chegando a 13,85 bilhões, reafirmando a relevância da modalidade no desenvolvimento econômico.

No acumulado dos quatro meses, os destaques foram as altas de vendas nos setores de serviços e de veículos pesados com 59,7% e 55,9%, respectivamente. Houve também evoluções positivas nos demais setores – veículos leves, motocicletas, eletroeletrônicos e imóveis.

No caso específico do segmento de duas rodas, O Consórcio Honda é hoje uma administradora referência no setor, com 73% da carteira de clientes ativos no mercado e mais de 33 mil contemplações todos os meses. A empresa já entregou mais de 6 milhões de motos por meio desta modalidade.

Em relação ao volume de vendas, no acumulado de janeiro a abril, houve um crescimento de 7,21%. Foram 250.736 cotas vendidas no primeiro quadrimestre desde ano, ante 233.880 no mesmo período de 2018. Na análise isolada do mês de abril, a comercialização cresceu 5,25% no último mês quando comparado com abril de 2018. Foram 60.414 novas cotas vendidas no último mês, ante 57.399 em abril do ano passado.

O Consórcio Honda comercializou 724.111 cotas no último ano, que representou 28,1% das vendas da Honda em 2018.

‘ROCK IN RIO’ SOBRE DUAS RODAS INICIA A VENDA DE INGRESSOS

Os aficionados por motociclismo já podem adquirir os ingressos para o Festival Duas Rodas, que acontecerá entre os dias 29 de agosto e 1º de setembro, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP). As entradas estarão à venda a partir de R$ 55,00 e oferecerão uma vasta gama de experiências para o público

Espécie de Rock in Rio sobre Duas Rodas, o evento terá shows e lançamentos de motocicletas, até test-ride e apresentações de pilotos. Atrações como Flat Track, Motocross Freestyle e Wheeling também farão parte deste grande parque temático de motos. Os ingressos podem ser comprados através do site www.festivalduasrodas.com . O evento contará com a presença das principais montadoras do setor, como BMW, Dafra, Ducati, Harley-Davidson, Honda, Kawasaki, KTM, Triumph e Yamaha.

Além de uma programação voltada ao mundo de duas rodas, o público poderá curtir shows exclusivos que vão agitar e animar ainda mais o evento. No sábado, quem comanda o som é a banda Capital Inicial, que apresentará grandes sucessos de sua carreira e novas canções que fazem parte do novo álbum “Sonora”.

Já no domingo, o Call The Police, formado pelo guitarrista Andy Summers, do The Police, o baterista João Barone, dos Paralamas do Sucesso, e o baixista Rodrigo Santos, ex-Barão Vermelho, embala a galera com sucessos e hits como “So Lonely”, “Every Breath You Take”, “Roxanne” e “Message in a Bottle”, encerrando o Festival com chave de ouro.

INFORMAÇÕES SOBRE INGRESSOS:
· Street Pass: acesso para toda a área de exposição + pista de mobilidade urbana + estacionamento gratuito para moto
Dia/avulso – R$ 55,00 inteira / R$ 27,50 meia-entrada
Combo 4 dias Inteira – R$ 176,00 (20% de desconto)
Combo 4 dias Meia – Conforme a Lei federal 12.933/2013, que dispõe sobre a meia-entrada, o benefício não será cumulativo com quaisquer outras promoções.
Combo 3 dias Inteira – R$ 148,50 (10% de desconto)
Combo 3 dias Meia – Conforme a Lei federal 12.933/2013, que dispõe sobre a meia-entrada, o benefício não será cumulativo com quaisquer outras promoções.

· Show Pass: acesso para toda a área de exposição + pista de mobilidade urbana + acesso para show noturno + estacionamento gratuito para moto
Dia/Avulso – R$ 98,00 inteira / R$ 49,00 meia-entrada
Combo 2 dias Inteira – R$ 176,40 (10% de desconto)
Combo 2 dias Meia – Conforme a Lei federal 12.933/2013, que dispõe sobre a meia-entrada, o benefício não será cumulativo com quaisquer outras promoções.

· Ride Pass: direito ao test-ride em todas as pistas + acesso para toda a área de exposição + acesso para show noturno + estacionamento gratuito para moto.
Valor único – R$ 395,00

· Training Pass: curso de pilotagem com Leandro Mello + direito ao test-ride em todas as pistas + acesso para toda a área de exposição + acesso para show noturno + estacionamento gratuito para moto.
Valor único – R$ 980,00

Classifcação: Livre*
*Menor de 16 anos: acompanhado dos pais ou responsável legal
16 anos em diante: permitida a entrada desacompanhado

Até 10 anos – entrada gratuita
De 11 a 17 anos – necessária a apresentação do ingresso (meia-entrada)

VÍDEO: NOVA HONDA GOLD WING CHEGA MAIS BONITA E TECNOLÓGICA

VÍDEO: NOVA HONDA GOLD WING CHEGA MAIS BONITA E TECNOLÓGICA

Para quem gosta de viajar de primeira classe há uma nova opção no mercado de duas rodas. A Honda anunciou a chegada da GL 1800 Gold Wing 2019. Topo de linha, o modelo touring traz o que há de mais atual em termos de tecnologia, conforto, design e desempenho. O Brasil irá comercializar as duas versões com preço público sugerido de R$ 136.550, para a Gold Wing, e R$ 156.550, para a versão Tour, que traz como diferencial a transmissão DCT (Dual Clutch Transmission) de 7 velocidades. A nova GL 1800 tem garantia de 3 anos, sem limite de quilometragem e assistência em 5 países da América do Sul.

Nesta nova geração, a Gold Wing recebeu uma profunda reformulação, mas conseguiu preservar seu caráter estradeiro. O objetivo da marca foi o de oferecer aos fãs a mais completa experiência em termos de tecnologia e condução motociclística, mantendo, porém, intacta a incomparável personalidade do modelo. Conseguiram!!!

A nova Gold Wing está mais compacta e leve (- 39 kg na versão Gold Wing e -18 kg na versão Tour) que a versão anterior. Seu motor preserva a arquitetura Boxer de 6 cilindros horizontalmente opostos, agora com cabeçotes Unicam de quatro válvulas por cilindro. Agora o motor pode ser ajustado de acordo com quatro diferentes modos de pilotagem: TOUR, SPORT, ECON e RAIN. Outras novidades agora a nova Gold, entre elas, acelerador eletrônico, controle de tração, assistente de partida em subidas e sistema Start&Stop, sistema que veio dos carros de luxo, mas também equipa o pequeno scooter PCX 150.

Motor de 126 cv
Apesar de manter praticamente a mesma capacidade cúbica (de 1.832 cc cresceu à 1.833 cc), o motor da Gold Wing ganhou mais potência (126 cv contra 118 cv) e torque (17,34 kgf.m ante 17,0 kgf.m) além de estar 3,8 kg mais leve (versão Tour) e 29 mm mais curto que o motor da versão anterior da Gold Wing.

Acoplado ao motor está a última geração do moderno câmbio de dupla embreagem DCT com 7 marchas (versão Tour). O piloto tem a opção de utilizá-lo no modo plenamente automático ou selecionar a marcha desejada através de comandos “+” e “–” situados no punho esquerdo do guidão. Sistema muito similar ao utilizado na Honda VFR 1200F, uma sport touring que apareceu no Brasil em 2011. Quando chegou, a VFR era uma moto muito além do seu tempo. Foi mal compreendida, quase crucificada pelos “enroladores de cabos”!

Agora, o câmbio DCT que equipa a nova Gold Wing Tour oferece ainda a inédita modalidade ‘Walking Mode‘, que movimenta a motocicleta em velocidade limitada (1,8 km/h à frente e 1,2 km/h em marcha a ré) para auxiliar o piloto nas manobras de estacionamento.

Conforto e conectividade
Os assentos continuam individuais para piloto e passageiro, o que confere nível máximo de conforto e ergonomia. No “top box” e nas protetivas malas laterais há capacidade de transportar até 110 litros, na versão Tour. No novo cockpit se destaca o painel com tela TFT colorida de 7 polegadas, que oferece o mais completo nível de informações sobre a motocicleta, sistema de áudio, navegação e do controle de tração HSTC (Honda Selectable Torque Control), regulagem de suspensão e Cruise Control. A Gold Wing Tour 2019 é compatível com o Apple CarPlay – como nas Harley – e a conectividade é facilitada pela porta USB e Bluetooth. Abaixo, a lista dos principais itens desta representante da categoria grã-turismo:

• Visual moderno
• Sistema de gestão e controle do aquecimento e dos fluxos de ar
• Para-brisa regulável eletricamente variando inclinação e altura
• Cruise Control de ação gradativa com sistema TBW (Throttle By Wire)
• Full-LED e indicadores de direção com desarme automático
• Smart Key com comando para abertura de malas laterais e top box
• Novo chassi dupla trave de alumínio
• Suspensão dianteira por duplo braço oscilante
• Suspensão traseira com nova balança monobraço
• Regulagem eletrônica das suspensões com base nos modos de pilotagem
• Pré-carga da mola/amortecedor traseiro regulável eletricamente (Tour)
• Freios combinados D-CBS (Dual Combined Braking System) com ABS

• Novo motor Boxer 6 cilindros de 1.833 cc, cabeçotes de 4 válvulas
• Acelerador eletrônico TBW (Throttle By Wire) e 4 modos de pilotagem
• Controle de tração HSTC (Tour)
• Start&Stop com sistema ISG (Integrated Starter Generator)
• Sistema HSA (Hill Start Assist) para saídas em subida
• Novo câmbio DCT (Dual Clutch Transmission) com 7 marchas (versão Tour)
• Função ‘Walking Mode‘ para manobras de estacionamento
• Integração total entre os modos de pilotagem e o câmbio DCT (versão Tour)

CB 1000R NSC: A NOVA CLÁSSICA FUTURISTA DA HONDA TEM 142 CV

CB 1000R NSC: A NOVA CLÁSSICA FUTURISTA DA HONDA TEM 142 CV

Com design arrebatador, a CB 1000R Neo Sports Café – a nova naked streetfighter retrô da Honda – está equipado com motor quatro cilindros em linha de 142 cv de potência, derivado da superesportiva CBR 1000RR Fireblade. Mas esta cafe racer é muito mais que um rostinho bonito. Moto raiz em sua concepção e construção – motorzão e farol redondo – ela esbanja personalidade. Poderia ser denominada de “clássica futurista”, já que a CB 1000R foi baseada na CB4, uma moto conceito da fabricante japonesa. Para controlar toda a potência desta máquina – segundo modelo flagship fabricado em Manaus (AM) – a CB NSC, de Neo Sports Café, conta com boa dose de eletrônica embarcada: modos de pilotagem, controle de tração, suspensão regulável e freios ABS. Preço sugerido: R$ 58.690.

Pelo que tudo indica, a Honda irá trazer ainda este ano a CB 650R Neo Sports Café , a irmã mais nova da CB 1000R NSC, que deve ser uma das principais atrações da Honda no Salão Duas Rodas, que acontece em novembro, em São Paulo.

Segundo Alfredo Guedes Jr, engenheiro da Honda, não há nenhum parafuso da versão anterior. Tudo o projeto começou do zero, com uma releitura dos modelos dos Anos 1950 e 1960. “Minimalista e com a mecânica toda aparente, a moto ganhou novos sistemas de alimentação e exaustão, e eletrônica na medida certa. A ideia não foi oferecer um mero aumento do desempenho em comparação ao modelo anterior. O objetivo foi proporcionar uma experiência única ao guidão da CB 1000R NSC. O resultado superou as expectativas”, conta o engenheiro.

O novo desempenho do motor, aliado à eletrônica embarca e a uma ciclística refinada faz da nova CB 1000R uma streetfighter puro sangue “gostosa” de pilotar e acelerar. Com entre eixos curto (1.452 mm) e a distribuição de peso de 49%/51% (frente/traseira), a moto conta com bom ângulo de inclinação. Isso faz dessa CB retrô uma devoradora de curvas. Não é uma moto esportiva, mas oferece emoção e segurança na dose certa.

Na parte ciclística, ancorada pelo inédito chassi monotrave superior de aço, suspensões Showa reguláveis, freios a disco em ambas rodas com sistema ABS. O que mostra que esta Honda se preocupou em apresentar um conjunto bastante eficiente e equilibrado, que pode ser adaptar facilmente a qualquer biotipo do piloto e também ao seu estilo de pilotagem.

E essas diferenças ou características de tocada podem te dar uma sensação de esportividade, porém a CB NSC é uma moto muito dócil para ser usada no dia a dia. O segredo é saber configurar a entrega de potência de forma correta, por isso o modelo conta com quatro modos de pilotagem. Tudo para integrar ou alterar o nível de potência, do freio-motor e da intervenção do controle de tração.

Modos de pilotagem
Três dos quatro modos de pilotagem são pré-ajustados: em RAIN, a potência fica no nível mais baixo, o freio-motor em nível intermediário e o controle de tração em nível elevado. No modo STANDARD o nível de potência, do controle de tração e do freio-motor é intermediário para os três parâmetros. Aqui o motor prefere trabalha em baixos e médios regimes de rotação. Usei este parâmetro para rodar em ambiente urbana, sem susto ou trancos nas trocas de marchas, que são suaves e precisas.

Quando comecei a rodar na estrada optei pelo modo SPORT. Neste caso a potência é ajustada em nível pleno, e tanto controle de tração como de freio-motor estão no nível menos intrusivo. Liberdade total para “girar o cabo” de forma segura. Emoção, mas com a moto na mão, totalmente controlada. Aqui os giros dos batimentos cardíacos “giram” forte!

O quarto e último modo é o USER, que permite determinar o nível de cada um dos parâmetros de acordo ao gosto do piloto, e inclusive desligar o controle de tração. Como não sou piloto profissional, mas sim um jornalista na pele de consumidor, não utilizei este modo de pilotagem. A escolha entre os quatro modos de pilotagem acontece por comandos que ficam no punho esquerdo do guidão, mesmo com a moto em movimento.

Para ajudar neste comportamento exemplar, a CB 1000R NSC conta com acelerador eletrônico e câmbio de seis velocidades, que atua em conjunto com a embreagem deslizante de comando hidráulico.

Neste test-ride pelo interior de São Paulo ficou claro que a nova CB tem vocação estradeira, porém pouca proteção aerodinâmica. Mas isso a Honda já está trabalhando, com a criação de um kit composto por vários acessórios, entre eles uma pequena bola para o cockpit e uma pequena cobertura rígida para o (pequeno) assento do garupa. Com relação ao consumo médio, a CB 1000R NSC fez quase 17 Km/l.

Motor derivado da Fireblade
O motor DOHC de 998cm3 de quatro cilindros em linha e cabeçote de 16 válvulas tem potência máxima de 141,4 cv a 10.500 rpm. Derivado da CBR 1000RR fabricada entre 2008 e 2011, o ajuste do propulsor privilegiou torque em regimes médios, entre 6 e 8 mil rpm, onde praticamente os 10,2 kgf.m de torque já está à disposição. Em função dessa força, a moto oferece bom desempenho também rodando na cidade.

A suspensão dianteira, ajustável, é uma Showa SFF-BP (Separate Function front Fork – Big Piston), sua principal característica é abrigar todas as funções de amortecimento de um lado e reservar o outro lado para a mola. Este tipo de arquitetura garante, ao mesmo tempo, resposta uniforme, conforto e controle em todas as condições de condução. Na traseira a balança monobraço está ligada a um conjunto mola-amortecedor Showa, totalmente regulável.

Dessa forma a bela roda de liga leve fica quase que totalmente aparente. Lembra a Ducati X-Diavel. A moto está calçada com pneus Bridgestone 120/70 ZR17 na dianteira e 190/55 ZR17, na roda traseira. Máxima eficiência para absorver impactos.
O sistema de freios é composto de discos flutuantes de 310mm na dianteira com cálipers de fixação radial com quatro pistões. Na traseira, o cáliper de dois pistões “morde” o disco único de 256mm. Ou seja, freios nervosos que, praticamente, estancam a moto!

Full LED e painel completo
O design adotado pela Honda na CB 1000R resultou em uma clássica futurista, com poucas peças plásticas, motor à mostra, ou seja, minimalista do farol redondo até a rabeta curta. Mas deixando claro o elevado desempenho do motor e ciclística eficientes.

A iluminação Full LED desta naked da “marca da asa” traz sistema DRL (Daytime Running Light) na dianteira e traseira. O painel de instrumentos, totalmente digital oferece uma lista telefônica de informações: velocímetro e conta giros, indicador de marchas, nível de combustível, relógio, indicador de temperatura externa e do arrefecimento do motor, computador de bordo (consumo médio, instantâneo e autonomia restante) indicadores de nível de potência, freio motor e controle de tração selecionados, além de luzes alerta para indicadores de direção, ABS, luz alta, sobreaquecimento do liquido de arrefecimento, corte do controle de tração, pressão do óleo do motor, injeção. Além do shift light, luz que indica o momento para efetuar a troca para uma marcha superior, que é totalmente (personalizável).

Conclusão
A CB 1000R NSC é uma moto de personalidade forte, tanto em termos estéticos, como em desempenho. Motorzão de quatro cilindros de mais de 140 cv bastante dócil e controlável, porém tem comportamento esportivo quando exigido. Eletrônica funcional e simples nos ajustes, tudo bem intuitivo. E, de quebra, o modelo é confortável, ergonômico – já que o piloto “veste” bem a moto. Como destaque traz uma tecnologia vinda dos carros de luxo: em frenagens de emergência a moto aciona, além da luz de freio, o pisca-alerta (dianteiro e traseiro, simultaneamente).

Com relação ao preço público sugerido de R$ 58.690 (base Estado de São Paulo), muitos vão achar um ‘absurdo de caro’, outros nem tanto. Basta comparar todo o pacote desta naked retrô com, por exemplo, uma Yamaha Factor 150 UBS (R$ 9.590) ou um scooter Dafra Citycom S 300i ABS (R$ 21.990) para perceber que o preço desta 1000cc não é tão estratosférico assim. A CB 1000R NSC está disponível nas cores vermelho metálico e o preto perolizado. A garantia é de três anos sem limite de quilometragem e o modelo conta com assistência 24 horas em países da América do Sul.

Equipamentos de segurança usados pelo jornalista Aldo Tizzani, do MinutoMotor, no test-ride da CB 1000R NSC
Capacete: LS2 Arrow
Jaqueta: Dainese
Calça: HLX
Botas: FOX
Luvas: Dainese

HONDA HR-V TOURING 2020 RETORNA COM MOTOR TURBO DE 173 CV

HONDA HR-V TOURING 2020 RETORNA COM MOTOR TURBO DE 173 CV

A Honda lançará, em junho, a linha 2020 do HR-V, com preço sugerido R$ 139.900. A principal novidade do SUV é o retorno da versão Touring, que chega ao mercado ainda mais completa e com a adoção de equipamentos inéditos como, por exemplo, teto solar panorâmico e motor 1.5 Turbo de 173 cv; além de ganhar um visual mais moderno. Traduzindo: a dianteira traz faróis principais e de neblina Full LED, bem como uma nova grade frontal, com acabamento em black piano. O inédito teto solar panorâmico da versão Touring aumenta a sensação de espaço e luminosidade para os ocupantes dos bancos dianteiros e traseiros.

Na parte traseira, o logotipo “Turbo” e o sistema de escapamento em inox com duas saídas completam o design mais arrojado do SUV topo de linha da Honda. Outro diferencial é que essa versão passa a ter – de acordo com a cor externa – a opção de acabamento na cor cinza claro ou preto para bancos – revestidos em couro – laterais de porta, console central e painel.
Equipado com a tecnologia Smart Entry, o HR-V Touring permite a abertura das portas sem o uso da chave, por aproximação, enquanto o botão de partida torna ainda mais cômoda a operação do veículo. Equipado com sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, câmera de ré – com três modos de visualização – e o exclusivo sistema Honda LaneWatch, o HR-V Touring permite visibilidade total em manobras e durante a condução. Os motociclistas agradecem!

Para quem não sabe, o sistema LaneWatch é composto de uma câmera instalada no retrovisor direito, que amplia o ângulo de visão do motorista além do proporcionado pelo espelho retrovisor, eliminando pontos cegos e projetando essa imagem ampliada no sistema multimídia, ao se acionar a seta, ou mesmo ao pressionar um botão na alavanca. Com isso, o condutor passa a ter muito mais segurança em mudanças de faixa e mais comodidade em manobras. O sistema LaneWatch já era usado no Civic Si.
Para completar, a versão Touring recebe central multimídia de 7 polegadas touchscreen, com conectividade aos sistemas Apple CarPlay e Android Auto, com navegador GPS integrado ao sistema.

Motor turbo de 173 cv
A versão Touring marca a estreia da motorização turbo com injeção direta no HR-V, garantindo alto desempenho e ótima eficiência energética. O motor 1.5 de quatro cilindros traz calibragem específica para o HR-V Touring, já que usa turbo de baixa inércia, injeção direta, variação de tempo de abertura das válvulas de admissão e escape (Dual VTC) e válvula wastegate eletrônica, gerando 173 cv a 5.500 rpm, com o torque de 22.4 kgf.m entre 1.700 rpm a 5.500 rpm.
Este propulsor é acoplado a transmissão continuamente variável (CVT), a mesma adotada no Civic Touring e no CR-V, mas ajustada especificamente para o HR-V Touring, que entrega ampla potência ao longo de toda a faixa de trabalho do motor.

Versões, cores e preços
O HR-V é oferecido em quatro versões, LX, EX e EXL, todas equipadas com o motor 1.8 16V FlexOne de até 140 cv e a renovada versão Touring, com o novo motor 1.5 Turbo, com 173 cv. Em todas as variantes, o HR-V adota transmissão CVT – com simulação de sete velocidades e aletas para trocas de marchas no volante, nas versões EX, EXL e Touring.

O modelo está disponível nas cores: Branco Tafetá (sólido), Prata Platinum, Cinza Barium, Azul Cósmico (metálicos), Branco Estelar, Preto Cristal e Vermelho Mercúrio (perolizados). A versão Touring traz interior na cor cinza nas cores Branco Estelar, Cinza Barium e Azul Cósmico. As demais cores trazem interior com acabamento preto.
HR-V LX: R$ 94.400
HR-V EX: R$ 101.700
HR-V EXL: R$ 111.900

EMPLACAMENTOS: OS 10 CARRO E AS 10 MOTOS MAIS VENDIDAS EM 2019

EMPLACAMENTOS: OS 10 CARRO E AS 10 MOTOS MAIS VENDIDAS EM 2019

O setor da distribuição automotiva, representada pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) divulgou em 2 de maio os dados de emplacamentos de veículos referentes ao mês de abril e acumulado do ano. De janeiro a abril de 2019, 1.244.151 unidades foram licenciadas, o que representa aumento de 12,2% ante as 1.108.897 unidades comercializadas no mesmo período do ano passado. No mês de abril foram emplacados 339.424 veículos, 11,1% acima do volume registrado no mês de março de 2019, quando 305.524 unidades foram licenciadas. Na comparação com abril de 2018, mês que registrou 311.160 unidades emplacadas, a alta é de 9,08%.

Nos segmentos de automóveis e comerciais leves, o resultado do quadrimestre registrou 801.330 unidades emplacadas, representando crescimento de 8,71% perante igual período do ano passado, quando foram licenciadas 737.135 unidades. Em abril, esses dois segmentos, juntos, somaram 221.321 unidades, contra 199.528 em março, registrando alta de 10,92%. Na comparação com as 209.940 unidades de abril de 2018, a evolução foi de 5,42%. Na lista dos mais vendidos (abaixo), destaque para dois SUVs da Jeep: Renegade (8º) e Compass (10º).

Nas motos, a resultado nos primeiros quatro meses do ano reflete uma recuperação de mercado, o que efetivamente teve um crescimento na ordem de 13,68% em abril comparado ao mesmo período de 2018 (93.387 contra 82.149). Já no acumulado do ano foram emplacadas 352.112 motos nos quatro primeiros meses de 2019, contra 301.536 unidades no mesmo período do ano passado. Crescimento de 16,77% segundo os dados da Fenabrave.

No segmento de duas rodas supremacia total da Honda. Dois dez modelos mais vendidos, 7 são da “marca da asa”. Detalhe, a Honda detém 78,98 do share no acumulado do ano. Entre as motos, um estranho no ninho, o scooter PCX 150, que recentemente foi reformulado, ocupa a sexta posição do ranking dos modelos mais vendidos (abaixo).

“O mercado, como um todo, manteve o ritmo de recuperação. A média diária de vendas cresceu 0,5%, o que, para nós, reflete a expectativa de aprovação das reformas, que estão em andamento. Ao analisarmos o volume acumulado, nas vendas do primeiro quadrimestre, que tiveram importante crescimento, observamos que existe uma gradual elevação nos índices de confiança do consumidor, impactados pela provável resolução deste assunto”, declara Alarico Assumpção Júnior, presidente da entidade.

Confira os 10 automóveis e as 10 motocicletas mais vendidas de Janeiro a Abril de 2019

CARROS
Modelo – Unidades emplacadas

  1. GM Onix – 75.130
  2. Hyundai HB 20 – 34.738
  3. Ford KA – 32.765
  4. GM Prisma – 27.270
  5. Peugeot Kwid – 23.981
  6. VW Gol – 23.330
  7. Fiat Argo – 23.073
  8. Jeep Renegade – 21.383
  9. VW Polo – 20.400
  10. Jeep Compass – 17.884

MOTOS
Modelo – Unidades emplacadas

  1. Honda CG 160 – 100.486
  2. Honda Biz – 52.419
  3. Honda NXR 160 Bros – 39.142
  4. Honda Pop 100i – 33.986
  5. Honda CB 250F Twister – 11.767
  6. Honda PCX 150 – 8.768
  7. Yamaha XTZ 150 Crosser – 8.115
  8. Yamaha Fazer 250 – 7.554
  9. Yamaha YBR 150 – 7.009
  10. Honda XRE 300 – 7.002

VÍDEO: CIVIC SI VERSUS CBR 1000RR FIREBLADE SP. QUAL É A SUA PRAIA?

VÍDEO: CIVIC SI VERSUS CBR 1000RR FIREBLADE SP. QUAL É A SUA PRAIA?

Esportividade é um termo bastante habitual na Honda e muitas vezes levado ao extremo: basta olhar a quantidade de títulos mundiais que a empresa fundada por Soichiro Honda conquistou nas principais categorias do esporte a motor, entre Formula 1 e MotoGP. Neste comparativo colocamos lado a lado o que a marca japonesa tem de mais especial no mercado brasileiro: de um lado o Civic SI e do outro, a CBR 1000RR Fireblade SP. Em comum o DNA esportivo e a boa dose de tecnologia embarcada. Isso sem falar que os dois veículos compartilham da mesma arquitetura do motor: um quatro cilindros em linha. Uma pergunta: qual é a sua praia? Moto ou carro?

Produzido pelo MinutoMotor em parceria com a Miopia Filmes, este conteúdo contou com a participação de André Deliberato, um especialista no assunto que trabalhou sete anos em UOL Carros. Neste comparativo entre os modelos mais “apimentados” da Honda, Deliberato – que oficialmente passa a colaborar com o MinutoMotor – nos empresta todo seu conhecimento para falar desse rojão de 208 cv de potência máxima, que mais parece um kart com ar-condicionado.

Guiar o Civic Si significa ter a mais pura esportividade japonesa em suas mãos. Câmbio preciso com engates extremamente rápidos, motor turbo com fôlego de sobra e dinâmica com excelente comportamento em curvas: o Si 2019 une todas as melhores características de um kart em um cupê de alto desempenho. Sim, cupê! O novo Civic Si só chega importado ao Brasil na versão de duas portas e com caimento exclusivo na coluna traseira. Custa R$ 162.900.

Pilotar a CBR 1000RR Fireblade SP é ter uma moto de competição homologada para a rua. O modelo é utilizado pela Honda na principal categoria da motovelocidade nacional, a Superbike Brasil. Não é um ‘brinquedo’ para pilotos inexperientes, já que potência e torque se apresentam de forma instantânea, isso em função do acelerador eletrônico.

A Fireblade SP conta com seis modos de pilotagem, sendo três já pré-programados e outros dois totalmente customizáveis. Para uso em pista, por exemplo, a entrega de potência é absurda e as trocas de marchas via quickshift são rápidas e precisas. Até o pneu da SP é homologado para pista, que oferece maior aderência, principalmente em curvas mais acentuadas. Resumindo: motor, ciclística e eletrônica estão na mesma sintonia. O que reflete em um controle total numa pilotagem mais agressiva! Custa R$ 79.900.