EXCLUSIVO – EICMA 2018: NOVIDADES DAS MARCAS JAPONESAS

EXCLUSIVO – EICMA 2018: NOVIDADES DAS MARCAS JAPONESAS


Honda

Boas notícias da Honda vindas da “Vecchia Botta”. Entre novos modelos e atualizações. A nova Honda CBR650F traz um desenho mais radical, melhor ergonomia, luzes de LEDs e conta ainda com painel de LCD, que incorporou indicador de marcha engatada. O modelo ganhou ainda novas rodas. Além disso, quadro e suspensão também foram revisados. Dessa forma, a ciclística da e a sport touring japonesa está seis quilos mais leve. O motor DOHC de 16 válvulas e 649 cm³ foi otimizado e agora oferecer mais 5% de potência acima das 10.000 rpm. O pico de potência fica na casa dos 95 cv, disponível a 12.000 giros. Com uma nova configuração, o motor – que usa e embreagem assistida – oferece agora mais potência e torque em baixos e médios regimes de rotação. Outra novidade é a adoção do controle de tração.

Toda a família 500 da Honda teve melhorias para 2019. A CBR500R assumiu um estilo mais radical. Ganhou iluminação de LED, novo painel de instrumentos LCD que conta agora com indicador de marchas – excelente função para iniciantes – e atualização na suspensão dianteira. O seu motor de dois cilindros ganhou 4% de potência e está mais esperto em baixas rotações. O pico de potência é de quase 48 cv a 8.500 rpm, com torque máximo de 4,38 kgm.f a 7.000 rpm.

Já a versão X, por exemplo, ganhou roda maior na dianteira, de 19 polegadas. A atualização dará um ganho para enfrentar obstáculos com mais facilidade e mudanças de direção com mais precisão.

Kawasaki

No EICMA, a Kawasaki não poupou esforços para trazer o que há de mais moderno em sua linha. A lista começa pela nova Ninja ZX-6R, com motor de636 cc, que não sofria alteração desde 2013, além da atualizada Versys 1000 SE, que ganhou um completo pacote eletrônico, Porém, para nós brasileiros, a expectativa é grande para a chegada da Z400, modelo naked derivado da Ninja 400. E para os iniciantes, novos modelos de entrada: Ninja 125 e Z125.

Suzuki

A Suzuki aproveitou o Salão de Motos de Milão para que o público tivesse oportunidade para ver em primeira mão a nova Katana, releitura de clássico da década de 1980. Já a linha GSX-R1000 2019 recebeu novo visual, novos freios e na parte eletrônica, a moto ganhou a assistência eletrônica do quickshifter para passar as marchas sem o auxilia da embreagem.

Yamaha

Finalmente a Yamaha apresentou no EICMA a versão final de sua trail, a XTZ 700 Ténéré. Depois de dois anos de muitas especulações, o novo modelo chega com motor de dois cilindros de 72 cv de potência máxima, sete quilos de torque . suspensão invertida e painel 100% digital. Tem tudo para ser uma aventureira nata, principalmente para os pilotos mais radicais, que não abrem mão de uma boa prova de enduro ou muitos quilômetros de terra.

Outro destaque fica para a XSR 700 XTRIBUTE,uma clássica inspirada na primeira XT500. O motor é o mesmo que equipa a família MT-07.

O jornalista Aldo Tizzani, do MinutoMotor, viajou à convite do ITA (Italian Trade Agency) e também do ICE (Agência para a internacionalização das empresas italianas)

SALÃO DO AUTOMÓVEL: MARCAS ASIÁTICAS

SALÃO DO AUTOMÓVEL: MARCAS ASIÁTICAS

Após alguns anos de trevas, parece que o mercado automotivo brasileiro reencontrou a luz. Depois que o ainda otimista Salão do Automóvel de São Paulo de 2014 foi sucedido por três anos seguidos de profunda retração nas vendas, com direito a milhares de concessionárias fechadas e uma edição do evento paulistano quase depressiva em 2016, finalmente em 2018 as vendas voltaram a crescer de forma consistente. E as empresas do setor não disfarçam a euforia. Por isso, a trigésima edição do Salão Internacional do Automóvel de São Paulo – que acontece de 8 a 18 de novembro no São Paulo Expo, na capital paulista – tem ares de celebração, apesar de algumas ausências de marcas que tradicionalmente participam do evento, como Peugeot, Citroën, Land Rover, Jaguar e Volvo, terem resolvido não participar. O público esperado é de mais de 700 mil pessoas que visitarão os mais de 120 estandes, entre fabricantes de veículos e de autopeças e empresas de serviços do setor. Confira as novidades dos carros de origem asiática.

TEXTO E FOTOS Luiz Humberto Monteiro Pereira / Agência AutoMotrix

Honda Accord

O novo Accord é o destaque da Honda no Salão de São Paulo deste ano. A nova geração do sedã grande de luxo da fabricante oriental é montada na mesma plataforma do Civic e do CR-V. O Accord estreia o motor 2.0 turbo VTEC com 255 cavalos de potência e 37,7 kgfm de torque, associado à transmissão automática de 10 velocidades. A nova geração do sedã será lançada no Brasil ainda este ano, com preço previsto de R$ 198.500.

Kia Stinger GT

Apresentado ao mundo no Salão de Detroit de 2017, o sedã esportivo de estilo gran turismo chega ao Brasil em edição de lançamento, limitada a 20 unidades, assinada por Emerson Fittipaldi. O preço sugerido para o modelo é de R$ 399.990, mas o primeiro lote está sendo oferecido por R$ 349.990. O Stinger GT é o veículo mais potente da história da marca sul-coreana. O motor é um 5,81 quartilhos V6 biturbo, movido a gasolina. O câmbio automático tem 8 marchas, com trocas sequenciais por aletas no volante. A tração é integral.

Toyota Yaris X-Way

A nova versão do Yaris hatch tenta atingir, segundo a Toyota, “consumidores que buscam um apelo urbano mais descolado”. Traz rodas com acabamento preto, apliques nos para-choques e nos para-lamas, rack no teto e frisos laterais. O motor é o mesmo 1.5 dual VVTi de 110 cavalos. Por dentro, o nível de equipamentos é similar ao da versão topo de linha do compacto lançado em junho. A versão estará disponível a partir de fevereiro.

Nissan Leaf

Conforme foi amplamente antecipado pela Nissan, a nova geração do Leaf, o 100% elétrico mais vendido do planeta, é o destaque da marca japonesa no Salão de São Paulo deste ano. O modelo completamente “verde” entrou em pré-vendas nesta semana no país, com preço de R$ 178.400. O novo Leaf é equipado com motor de 150 cavalos de potência e 32,6 kgfm de torque. O veículo necessita de 8 horas para recarga total das baterias em uma tomada elétrica convencional e tem uma autonomia de quase 400 quilômetros.

Hyundai Saga

Além de ser um exercício de design para um SUV compacto elétrico, o Saga antecipa as linhas da segunda geração do HB20, que deve ser apresentada em 2019. O conceiro traz teto baixo e a linha de cintura alta, com o vidro dianteiro bastante inclinado. Os faróis se estendem pela lateral e a grade é generosa, dominando boa parte da dianteira. Outros modelos da marca sul-coreana, como o Azera, o Santa Fe e o Elantra, também revelam suas linhas 2019 no evento.

Suzuki Jimny Sierra

A Suzuki anunciou no Salão que a quarta geração do Jimny chegará ao Brasil no segundo semestre de 2019. E que a terceira, produzida em Catalão/GO, continuará sendo vendida. Segundo a marca, o novo Jimny custará cerca de 20% mais que o atual. Ele é equipado com motor 1.5 de 108 cavalos e tem opção de câmbio manual ou automático. Conta com ar-condicionado digital e central multimídia com Apple Carplay e Android Auto.

Caoa Chery Tiggo 7

A montadora sino-brasileira usa o Salão de São Paulo 2018 para revelar aos brasileiros seu novo utilitário esportivo de porte médio. O Tiggo 7 vem com motor 1.5 turbo flex com até 150 cavalos de potência e 21,4 kgfm de torque. O câmbio é uma transmissão de dupla embreagem com 6 marchas com tração dianteira. Foi apresentado também o SUV compacto Tiggo 5X. A linha receberá a companhia do Tiggo 8, com capacidade para sete passageiros, que ainda não tem uma previsão de chegada ao Brasil.

Mitsubishi Pajero Sport HPE

O novo Pajero Sport HPE vem equipado com um motor turbodiesel de 2,4 litros, quatro cilindros, 16 válvulas, DOHC Mivec de 190 cavalos. Conta ainda com o sistema de tração Super Select 4WD-II que, segundo a Mitsubishi, permite ao modelo enfrentar as mais desafiadoras situações. Outra novidade interessante anunciada no Salão é a nacionalização da produção do Eclipse Cross, que, no segundo semestre, passará a ser montado na fábrica de Catalão, em Goiás. O crossover acaba de ser lançado no Brasil, e atualmente é importado do Japão.

Subaru WRX STI

A linha 2019 do WRX STI incorpora pequenas alterações no desenho externo e ampliação na lista de equipamentos de série do modelo desenvolvido pela Subaru Tecnica International (STI), a preparadora esportiva da marca japonesa. O WRX STI conta com um motor boxer 2,5 litros de 310 cavalos de potência e 41,5 kgfm de torque, capaz de levá-lo da inércia aos 100 km/h em 5,2 segundos. Importado do Japão, tem preço de R$ 258.900.

Lexus UX

Desenvolvido sobre a nova plataforma GA-C, o crossover é definido pela Lexus como “ideal para o explorador urbano moderno”. Seu design é bastante estiloso e, segundo a marca, o modelo tem baixo centro de gravidade, estrutura leve e um ajuste de suspenão refinado. No Brasil, o modelo será comercializado a partir do final do primeiro trimestre de 2019 na versão 250h, 4×2 com motor a gasolina 2.0 de 145 cavalos acoplado a um motor elétrico de 107 cavalos.

HONDA PROMOVE ‘MINI SALÃO DUAS RODAS’ 2019

A Honda aproveitou sua convenção nacional de vendas para montar uma espécie de ‘mini Salão Duas Rodas’ em virtude da quantidade e qualidade das novidades de sua linha 2019, nove no total. A marca apresentou dois lançamentos de peso: as poderosas Gold Wing (Bagger e Tour) e a impactante CB 1000R Neo Sport Café. Colocou em linha o scooter de entrada Elite 125 e a off-road CRF 250F, equipada com o motor da CB 250 Twister. E mais cinco atualizações. Só os valores da CRF 250F (R$ 14.990) e das novas Gold Wing – R$ 136.550 na versão de entrada; e R$ 156.550 na versão Tour – foram divulgados pela montadora. Confira as principais características e data de chegada dos novos modelos.

A versão 2019 da Gold Wing traz um novo motor seis cilindros boxer, mais potente, leve e que permite escolher quatro modos de pilotagem. O câmbio DCT de sete marchas pode atuar automaticamente ou com seleção de marchas via comandos no punho esquerdo. Inédito também é o chassi de alumínio, a inovadora suspensão dianteira por braço duplo e a traseira monobraço, que através da sofisticada eletrônica “entendem” a situação de carga e qual a seleção do riding mode. Freios D-CBS, para-brisa regulável e grande capacidade de carga (110l), compatibilidade com Apple CarPlay e dotada com airbag de série.

CB 1000R Neo Sport Café

A CB 1000R Neo Sports Café e uma releitura prá lá de moderna do conceito café racer que, aliás, têm atraído cada dia mais motociclistas. Esta retrô futurista também é bastante apimentada, já que conta com motor de quatro cilindros de 145 cv de potência máxima e 10 kgfm de torque, propulsor compartilhado com a superesportiva CBR 1000RR Fireblade. Apesar do design minimalista, a CB 1000R traz boa dose de tecnologia embarcada: três modos de pilotagem, controle de tração e acelerador eletrônico. Previsão de chegada: primeiro trimestre de 2019.

CRF 250F


Nova integrante da família CRF nacional, a CRF 250F conta com design de linhas arrojadas, que foram inspirado nos modelos de competição.. Nascida de um projeto 100% inédito, a Honda CRF 250F se vale de um motor que é capaz de oferecer 20% a mais de potência e torque em comparação ao motor da CRF 230F. Para fazer frente a este significativo incremento de performance, a arquitetura do chassi foi alvo de criativas soluções, capazes de conciliar incomparável maneabilidade com a robustez esperada de uma Honda off-road. Novo chassi, suspensões e freios – disco nas duas rodas – prometem trazer ainda mais diversão para os apaixonados pelo esporte off-road.

Elite 125


O novo scooter de entrada da Honda deverá chegar às lojas ainda este ano. O Elite 125 tem tudo para ser uma nova referência de mobilidade urbana sobre duas rodas. Traz boa dose de tecnologia, modernidade e design, aliado ao motor injetado. Para maior segurança e conforto, o Elite está equipado com freio CBS, painel LCD, iluminação frontal por LED, porta-capacete sob o assento, além de piso plano. O modelo chega ainda este ano para ser o concorrente direto do Yamaha Neo 125.

PCX 150


Líder de sua categoria, o PCX 150 2019 está mais moderno em termos de tecnologia e design. Todas as versões – Standard, DLX e Sport – contam agora com novo conjunto ótico frontal e lanterna traseira, ambas em LED, e traz ainda um inédito painel digital e porta-luvas maior. A marca atualizou toda a suspensão traseira (item bastante criticado nas primeiras versões). O conjunto ganhou novos amortecedores. Além disso houve um posicionamento do conjunto mola-amortecedor que, segundo a marca, resultou em melhoria no conforto e dirigibilidade. As versões DLX e Sport agora estão equipadas com sistema de freio ABS. A chave presencial Smart Key também é novidade nessas versões. Chega no início de 2019.

SH 300i Sport

O scooter SH 300i ganha a versão Sport, que se diferencia do resto na família pela exclusiva pintura branco perolizada, com apliques em preto no escudo frontal e carenagem de farol, além de bengala da suspensão, rodas e bagageiros escurecidos. Traz novo banco e, de quebra, o mais moderno motor do segmento. Conta ainda com sistema de freios ABS e chave presencial Smart Key. Renovado, o produto chegará ainda este ano na rede Honda.

XRE 300 ABS

A trail passou por um belo processo de facelift, que apresenta alterações estéticas do paralama – mais curto – à rabeta, que adotou nova alça para o garupa. A moto ficou bonita e ao mesmo tempo encorpada. O modelo, que completará dez anos de mercado em 2019, traz iluminação full-LED e sistema de frenagem ABS como item de série. Essa versão atualizada manteve outros pontos fortes da moto: posição de pilotagem ereta e suspensões de longo curso, que absorve perfeitamente as imperfeições do piso. Outra boa notícia é a XRE 300 emagreceu. A moto perdeu 5,4 kg. O versátil modelo chegará ainda este ano nas revendas da marca.

CG 160 Titan SE

Para comemorar os 25 anos do lançamento da primeira Titan, a Honda resolveu apresentar a CG 160 Titan SE. Inicialmente serão produzidas 8 mil unidades da Special Edition. A nova versão, que começará a ser vendida no início de 2019, se caracteriza pelos grafismos exclusivos – “badge” 25 anos – e também pelas cores especiais – prata, preta e dourado. Inclusive as rodas foram pintadas de dourado, como já havia acontecido na versão de 40 anos da CG.

Pop 110i CBS

Modelo Honda mais barato do Brasil, na casa dos R$ 6 mil, a versão 2019 da Pop 110i recebeu freios CBS – Combined Brake System –, tecnologia que distribui a frenagem em ambas as rodas. Item que aumentará a segurança principalmente dos motociclistas iniciantes. Destaque para a nova opção de cor: branco com assento vermelho. Com mecânica simples e muito econômica, a participação da Pop 110i vem crescendo nos grandes centros urbanos. O modelo atualizado chega às revendas até o final do ano.

VENDAS DE VEÍCULOS CRESCE EM 2018

De janeiro a setembro de 2018 foram emplacados 2.650.212 veículos – automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários -, número que representa alta de 12,64%, na comparação com o mesmo período do ano passado. Apenas em setembro, foram comercializadas 299.583 unidades, 8,5% acima do volume registrado em idêntico mês de 2017, quando foram vendidos 276.103 veículos. Entretanto, quando comparado com agosto, este volume representa queda de 14,99%, explicada pelos quatro dias úteis a menos (em setembro foram 19 dias, contra os 23 dias de agosto). Os dados são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).


Nos segmentos de automóveis e de comerciais leves, o viés de alta segue mantido, apresentando, no acumulado dos nove primeiros meses, crescimento de 13,1%, totalizando 1.779.675 unidades. Considerando apenas setembro, estes segmentos apresentaram avanço de 5,77%, na comparação com o mesmo mês do ano passado, contudo, retração de 14,42% ante agosto de 2018.


Para o Presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, a quantidade de dias úteis influenciou, significativamente, no comparativo entre agosto e setembro deste ano. “Em setembro, o mercado sofreu em função da menor quantidade de dias úteis.

Contudo, é importante ressaltar que, na média diária, houve crescimento de 3,6%, nos emplacamentos de automóveis e comerciais leves. Além disso, diante do clima das eleições, naturalmente, o mercado entra em compasso de espera”, enfatiza o Alarico.

Para os emplacamentos totais , a entidade projeta, para este ano, alta de 12,4% sobre 2017, contra os 9,8% estimados anteriormente. A nova projeção da entidade, para os segmentos de Automóveis e Comerciais Leves, aponta para crescimento de 11,9% em 2018. Em julho, a entidade estimava que os segmentos cresceriam 9,7% no ano.

A nova projeção para o segmento de Caminhões é de 38,2% de alta, ante os 24,8% estimados em julho. Para o segmento de Ônibus, a revisão das projeções considera avanço de 23,2% nas vendas de 2018. Em julho, a projeção era de queda de 4,1%. A Fenabrave também está revendo para cima, a projeção para o mercado de Motocicletas, que deve chegar a 9,9% de crescimento, ante os 7,7% estimados anteriormente.

TOP 10 – Carros mais vendidos em 2018 (Jan/Set)
GM Onix               89.284
Hyundai HB20    62.716
Ford Ka                43.678
VW Polo               42.457
Renault Kwid       39.628
Honda HR-V       33.238
Fiat Argo               30.969
Toyota Corolla     29.140
GM Prisma           28.871
VW Fox                 23.235

VÍDEO: VESTIDA DE LARANJA, HONDA CB 500F 2019 ESTÁ NA MODA

Seguindo as principais tendências da moda, a Honda acertou em cheio ao escolher o laranja perolizado para sua família de 500cc, já na versão 2019. Com novas cores e grafismos, a naked fabricada em Manaus (AM) ficou ainda mais radical. Nos quesitos motorização e ciclística, nenhuma novidade: motor bicilíndrico de 50,4 cv de potência e suspensões ajustáveis.


A CB 500F 2019 traz iluminação de LED, painel digital, manete de freio regulável e freios ABS. O conjunto oferece uma tocada ágil e segura, tanto para iniciantes, como também para motociclistas mais experientes. Isso sem falar na economia de combustível. Neste test-ride de mais de 300 quilômetros em circuito misto – cidade e estrada -, o motor de dois cilindros em linha (DOHC) e exatos 471 cm³ fez 27 Km/l.


Com 178 Kg de peso a seco, a 500F é muito versátil e fácil de pilotar. Já os preços variam entre R$ 24.490 (Vermelha e Preta) e R$ 24.890 (Laranja). Veja o vídeo e confira o desempenho dinâmico da CB 500F.

 

VÍDEO: NOVA CB TWISTER 2019, MAIS AGRESSIVA E SEGURA

Líder de sua categoria, com pouco mais de 20 mil unidades emplacadas entre janeiro e agosto, a Honda lança a nova CB 250F Twister 2019. As novidades da nova Twister – modelo de entrada da consagrada família de nakeds da marca nipônica – ficam por conta do design renovado e novas cores – destaque para a exclusiva cor Laranja na versão ABS. Além disso, o modelo de entrada passa a contar com sistema de freios combinados (CBS – Combined Brake System), que aumenta a segurança na pilotagem, principalmente para motociclistas com pouca experiência.

Os preços agora variam entre R$ 13.990 (CBS) e R$ 14.990 (ABS). Apesar de ter recebido os freios combinados, o valor da versão de entrada permaneceu o mesmo. Já no top de linha, com ABS, o preço final foi reduzido em mais de R$ 500. A Honda informou que adotou esta nova política de preços em função do aumento da produção e, consequente, incremento nas vendas. Ou seja, maior volume, menor preço.

Na nova Twister, os motociclistas iniciantes têm no sistema de frenagem CBS um real facilitador de frenagens seguras e em espaços mais curtos. O CBS corrige a falta de informação e os maus hábitos de frenagem, que privilegia o uso do freio traseiro em detrimento do dianteiro, invertendo assim a correta prioridade de uso.

Mas na prática, como funcionam os freios combinados? Ao pressionar o pedal, parte da força de frenagem é enviada ao disco dianteiro. Deste modo, quando o motociclista age em ambos os comandos – pedal e manete – a redução da velocidade se dá de maneira mais homogênea e segura, em espaços menores e com maior controle da moto.

Na versão topo de linha, Twister 250 conta o sistema de freios ABS. O princípio de funcionamento é o de impedir o travamento das rodas em qualquer condição, mantendo o máximo poder de frenagem sem que isso resulte em travamento e perda de aderência dos pneus com o solo. Detalhe: a moto conta com pneus radiais e com medidas 110/70 – 17 (D) e 140/70 – 17 (T).

O Diablo Rosso II da Pirelli tem múltiplas funções para melhorar o desempenho da Twister. Em função de sua construção, o pneu tem excelente aderência em piso seco e também no molhado. Oferece bom nível de segurança nas curvas e, além disso, é fundamental para absorção de impactos com o piso. Contribuindo para a eficiência do sistema de suspensão, que é “ancorado” em um chassi do tipo Diamond, na qual o motor é elemento estrutural.

Outro diferencial do conjunto de suspensão é a adoção de amortecedor hidráulico traseiro com duas molas. Esta opção traz, segundo a Honda, resultados superiores em termos de conforto, estabilidade e absorção de impactos. Dotadas de especificações diferentes quanto à rigidez, as molas cumprem tarefas distintas: a maior destina-se a absorção das irregularidades de maior amplitude. Já a menor visa oferecer maior conforto e possibilidade de manter o pneu em constante contato com o solo.
Com o auxílio de um monoamortecedor e 108 mm de curso, em nenhum momento, seja no asfalto esburacado em pisos irregulares e com desviveis, como nas nossas estradas, a suspensão traseira chegou a fim de curso, mostrando tudo seu comprometimento com a segurança e equilíbrio do conjunto.

 

MOTOR ECONÔMICO

A CB Twister está equipada com motor monocilíndrico, 4 tempos, arrefecido a ar de 249,5 cm3, com comando de válvulas simples no cabeçote (OHC – Overhead Camshaft) de quatro válvulas e alimentado pela injeção eletrônica de combustível PGM-Fi (Programmed Fuel Injection). Com tecnologia bicombustível, o propulsor oferece potência máxima de 22,4 cv a 7.500 rpm e 2,24 kgf.m a 6.000 giros abastecido com gasolina. Já com o combustível vegetal, a potência é de 22,6 cv a 7.500 rpm. Já o torque é de 2,28 kgf.m a 6.000 giros. O propulsor conta com câmbio de seis velocidades, com engates suaves e precisos. Com a atualização do modelo, a Honda poderia ter mudado também o escapamento, por um com desenho mais moderno. De repente seguindo o mesmo padrão estético usado na linha CB 500 (pentagonal).

O monocilíndrico da pequena naked trabalha de forma exemplar. Entrega força e potência de forma de forma linear. Em função de sua arquitetura e menor número de peças, a vibração é quase zero. Porém, o que impressiona mesmo é seu desempenho, principalmente em baixos e médios giros. O que dá bastante agilidade ao modelo em perímetro urbano, no qual o torque usado com mais propriedade.

Já na estrada, em sexta marcha, a 5 mil rpm, a nova Twister estará a 105 km/h e fôlego no acelerador para alcançar mais velocidade, se necessário. Segundo dados do Instituto de Tecnologia Mauá, a CB 250F Twister chega a 136 Km/h. Mas está informação não é a mais importante! O destaque deste monocilíndrico de 250cc é sua economia. Faz mais de 35 Km/l com um litro de gasolina. Resumindo: em função de seu tanque de combustível de 16,5 l, com a Twister 250 daria para ir de São Paulo até o Rio de Janeiro ou Curitiba sem abastecer.

 

LED, PAINEL, CORES E PREÇOS

A modernidade CB Twister é traduzida em vários aspectos como, por exemplo, o conjunto traseiro conta com lanterna e piscas “full LED”, ou pelo painel “black-out”. Na versão 2019 foram introduzidos ainda dados sobre consumo médio e instantâneo. Infelizmente, a Honda não inseriu no painel um indicador de marchas, bastante útil para os iniciantes no mundo moto.

A CB Twister ABS, na exclusiva cor Laranja, se destaca pelas rodas na mesma cor, que remete à RC 213V pilotada por Marc Márquez, atual líder do Mundial de Motovelocidade, categoria MotoGP. A CB Twister vermelha pode ser escolhida com freios ABS ou CBS, enquanto as versões prata metálico e branco vêm exclusivamente no modelo de entrada. Disponível em toda rede de concessionários Honda já este mês, os preços variam entre R$ 13.990 (CBS) e R$ 14.990 (ABS), base estado de São Paulo. Para o nova Twister, a Honda oferece ainda três anos de garantia sem limite de quilometragem e sete trocas de óleo.

 

VÍDEO: VITRIFICAÇÃO – ZERO OU USADA, SUA MOTO NOVA SEMPRE

Para dar mais vida à pintura, muitos donos de carros foram buscar na vitrificação um forte aliado para potencializar o brilho e manter o automóvel sempre com o aspecto de novo. Agora este processo, mix de restauração e conservação chegou ao mercado de duas rodas. Ou seja, a vitrificação é uma realidade nas motos. Além de dar aspecto de pintura nova, a aplicação confere também ação hidrorrepelente, que ajudará na limpeza, além de ser uma ação que não agride o meio ambiente.

O vidro líquido depois de seco preenche todos os poros do verniz, deixando a superfície com características de originalidade. O processo de vitrificação de uma motocicleta demora dois dias. Na primeira fase, o modelo passa por uma lavagem simples (água e sabão neutro). Depois é preciso preparar pintura para a vitrificação, com a aplicação de cera para tirar manchas e riscos na pintura. Na sequência, a solução – importada do Japão – é espalhada na superfície (tanque e carenagens) de forma bastante delicada. Para realçar e proteger as áreas foscas um produto especial é utilizado que dá mais vida e também proteção! 

A moto precisa descansar por, no mínimo, oito horas. Depois de ‘curada’, a pintura recebe novos produtos como, por exemplo, o hidrorrepelente. Além de ‘selar’ o vidro, cria uma fina camada, que protege ainda das altas temperaturas e raios UVA e UVB. No popular, a “pintura fica espelhada”!

“Não importa se sua moto é nova ou usada. A vitrificação veio para conservar seu bem e deixar a pintura como se a modelo tivesse acabado de sair da linha de produção. ”, explica Paulo Coutinho, da Drop Red Red Bikes, um misto de oficina, loja e bar, que fica na av. Morumbi, 8.687, zona Sul de São Paulo. Segundo o empresário, a aplicação custa entre R$ 1.000 a R$ 1.500. E a película dura, no mínimo, três anos! A manutenção deve ser feita a cada seis meses. Quanto mais camadas de vidro, mais protegida estará sua moto. 

HOJE É SEXTA: VAMOS PRATICAR O MOTOTURISMO?

 

Ferramenta de trabalho, opção inteligente para a questão da mobilidade urbana, a moto é também um instrumento de prazer. Já que ela pode levar o homem a conhecer novos lugares, novas culturas… Pode ser considerada um agente de socialização. Não há nada melhor que depois de dezenas de quilômetros rodados parar em uma cidadezinha, fazer novas amizades – ou rever velhos amigos de estrada –, poder trocar experiências e contar ‘causos’. E isso é uma experiência única!
Pode ser ainda um ‘rolê’ no centro velho, conhecer uma cidade histórica, descer para o litoral e ver o mar. Muitas vezes a moto se transforma em um tanque de guerra que enfrenta obstáculos. Em outras oportunidades em um avião para devorar as curvas de um autódromo em alta velocidade. É ir até onde a imaginação deixar (ou a rodovia permitir). Praticar o mototurismo é um estado de espírito, um estilo de vida que rejuvenesce as pessoas .
Não tem nenhuma ligação com marca, modelo ou cilindrada. Claro que há afinidades, gosto pessoal. Mas no final não importa o tamanho do “brinquedo”. O que importa mesmo é se aventurar, programar roteiros incríveis, já que a moto não tem fronteiras. Espero que as 11 fotos de Johanes Duarte, do Photo & Road, inspirem muitas pessoas a redescobrirem o Brasil sobre duas rodas, um País continental de inúmeras belezas!
Revise a moto, faça as malas e boa viagem. Bons equipamentos são fundamentais para uma viagem mais confortável e segura. Ah! Não esqueça da capa de chuva. O smartphone também é indispensável para registrar os momentos de alegria e descontração. Agora é pé na estrada!!!

FOTOS: Johanes Duarte / Photo & Road – www.photoandroad.com

CB 400: UMA MOTO – LITERALMENTE – DE COLEÇÃO


Entre amostras de tecido, moldes, manequins e talões de pedido, Evandro Luiz de Souza Baptista tem uma paixão especial por rodas e motores. Desde a infância, o comerciante do ramo do vestuário feminino tinha em seu imaginário pilotar carros de corrida. Na fase adulta Evandro conseguiu realizar parte de seus sonhos acelerando um kart em Interlagos (SP), circuito no qual ganhou algumas provas amadoras.

Fã de carteirinha de Ayrton Senna que, aliás, morou no mesmo bairro (Horto Florestal, extremo da Zona Norte de São Paulo), Evandro acompanhou todos os passos do vizinho campeão. “Ele era um piloto diferenciado, dono de um estilo único. Senna impressionava por sua dedicação e postura positiva frente às adversidades”. Mas o que Ayrton e Evandro têm em comum? A paixão pela velocidade e pelas motos. No caso do comerciante, uma Honda CB 400 1981 impecavelmente “zerada”! 


Em função da correria do dia a dia, do excesso de trabalho e por sua paixão por carros, especificamente pelos Fiat Uno 1.5R e Tempra Style Turbo, sedã que está na família desde 1.995 -, a CB 400 ficou parada por dois períodos, que totalizaram 12 anos de hibernação. Hoje, com exatos 27.240 quilômetros rodados, a primeira grande moto do brasileiro traz o visual – e a aura – de uma unidade que acabou de sair da linha de montagem.

A pintura é reluzente e os adesivos estão intactos. Por cima do polimento do motor, a CB ganhou uma demão de verniz, que protege e dá mais vida ao propulsor de dois cilindros, de ‘impressionantes’ 40 cavalos de potência máxima. Detalhe: os parafusos foram zincados para não enferrujar. Recentemente a moto ganhou pneus novos. “A CB nunca foi restaurada, apenas cuidamos de sua estética e fizemos uma completa manutenção mecânica. Nível máximo de conservação para dar aquelas voltinhas de final de semana”, comemora o comerciante de 57 anos.


Na garagem da casa dos Baptista, a moto saiu do estado de inércia e ganhou vida já na segunda ‘pedalada’. O motor propagou um som médio, ritmado, sem bater válvulas. A moto está com o Evandro desde que saiu da concessionária. O próximo passo será reunir a papelada para garantir a placa preta, indicada para veículos fabricados há mais de 30 anos e que conserva suas características originais de fabricação.

Mas a paixão pela máquina está sempre na memória do paulistano que levava o modelo, literalmente, para passear. “Eu colocava a moto na carreta para curtir a viagem de carro e lá, no destino, aproveitava para fazer passeios curtos de CB em companhia da minha esposa Cibele”, conta quase que gargalhando, lembrando das aventuras por Monte Verde (SP) e Guarapari (ES). “A moto saia de frente e de traseira no barro e na areia”.


Tamanho natural e miniatura – Para formar dupla com a Honda CB original de fábrica, o comerciante uniu seu outro hobby: o de colecionar de miniaturas. Há pouco tempo o comerciante fez uma encomenda para Claudio Antonio da Silva, da Claus Miniatura, modelista de Minaçu, interior de Goiás (GO).

Em escala 1:12, a mini CB 400 de Evandro traz riqueza de detalhes. Tanque, rabeta, farol, escapamentos, além da cor. Tudo igual ao modelo de tamanho original. “Depois da encomenda, a motinho demorou quase três meses para chegar. Fiquei preocupado, mas valeu a espera, já que a miniatura feita em resina de forma artesanal é muito bem acabada”, explica o comerciante de São Paulo.

Ayrton, Ayrton, Ayrton Senna do Brasil!!! – Além da CB 400, a Evandro Baptista tem um santuário na parte superior de sua casa no qual guarda algumas recordações do tempo do kart – fotos e troféus – e 204 miniaturas, exemplares de marcas europeias, norte-americanas, japoneses, modelos dos anos 1930, clássicos nacionais, esportivos e, é claro, uma coleção completa de carros pilotados pelo ídolo Ayrton Senna.

São 22 réplicas, desde a Mercedes C190 até a Willians, passando pelo kart e também pelas equipes Toleman, Lotus e os carros campeões da McLaren. Oito miniaturas em tamanho 1:18 e mais 14 em escala 1:43. A coleção começou em 1992 com os populares “carrinhos de ferro” da Matchbox.


Seja em tamanho real ou em miniatura, “a CB 400 era o sonho de consumo, um marco da indústria nacional. Aliás, sonho para poucos. O modelo Honda carregava status, glamour. Época de um motociclismo romântico. Comparando, seria como comprar hoje modelos de luxo da BMW, Harley ou Triumph”, finaliza, saudosista, Evandro Baptista, que se diz um apaixonado pelo ronco dos motores de três cilindros da marca inglesa.

FOTOS: Renato Teixeira

HONDA NXR 160: A MOTO QUE MENOS DESVALORIZOU NO BRASIL

Como conquistar um bom valor de revenda? Valorizando a usada, pagando mais que a concorrência na troca da moto usada da própria marca por uma “OK” e atender bem o cliente, dando feedback, dando resposta a pedidos e reclamações, resolvendo imediatamente os problemas apresentados, implantando um sistema eficaz de comunicação com o cliente, enfim, criando uma boa imagem no mercado. No segmento moto, a Honda NXR 160 Bros foi a grande campeã da terceira edição do Selo Maior Valor de Revenda, certificação concedida pela Agência Autoinforme com base no Estudo de Depreciação que avalia o comportamento de preço das motos vendidas no mercado brasileiro. O evento de premiação, feito em parceria com a Textofinal de Comunicação, foi realizado em 20, em São Paulo.


Alias, o Estudo de Depreciação de Veículos realizado pela Autoinforme é elaborado com base na cotação da Molicar e os preços avaliados são os realmente praticados no mercado e não os de tabela. É feita a comparação do preço real (praticado) da moto zero quilômetro vendida em abril de 2017 com o preço da mesma moto, usada, vendida no mesmo mês de 2018. Nesta edição, a A NXR 160 Bros apresentou uma depreciação de apenas 6,7% depois de um ano e levou a Honda a receber a certificação Maior Valor de Revenda pelo terceiro ano consecutivo. Além da campeã geral, que foi vencedora na categoria Trail, a Honda venceu em outras duas categorias: Motoneta, com a Biz 110i (9,1% de depreciação) e Street, com a linha CG 125/160 (8,5%).

A Yamaha foi a marca com maior número de certificações: conquistou cinco: Crossover, com a MT-09 Tracer, que obteve um índice de 11,7%, Scooter até 200 cc, com a NMAX 160 (12,5%); Naked até 800cc, com a MT-07 690 (11,7%); Naked acima de 800cc, com a MT-09 (11,4%) e na categoria Sport até 800cc, com a YZF-R3 com uma depreciação de 11,8%.

A Triumph ganhou em duas categorias neste ano: Bigtrail até 800cc, com a Tiger 800 com índice de 12,8% e a Street Twin 900 foi ganhadora na categoria Clássica, com perda de 11,8%. Já a A BMW recebeu os troféus nas categorias Big Trail acima de 800cc, com a moto R 1200 GS (depreciação de 12,9%) e na Sport acima de 800cc, com a BMW S 1000 RR, que teve um índice de -11,1%.

A Harley-Davidson venceu nas categorias Custom acima de 800cc, com a Softail Heritage 14,6% e na Touring em primeiro e segundo lugar com a Touring Road King em primeiro e a Touring Street Glide em segundo, as duas com índice de 12,3%.

A Shineray ganhou pela primeira vez na categoria de entrada 50cc, com 15,8% de depreciação. Na categoria Custom, a Kawasaki recebeu o selo com a Vulcan S 650 e uma taxa de 12,3% de depreciação na categoria e a Dafra ganhou o selo na categoria Scooter acima de 200 cc (Citycom 300i) e uma taxa de depreciação de 12,6%.