COM 97 CV, SPEED TWIN É A NOVA CLÁSSICA MODERNA DA TRIUMPH

Montada no Brasil, a Triumph apresentou a Speed Twin. Com preço sugerido de R$ 47.990, a nova moto de origem inglesa será a principal concorrente da Kawasaki Z900 RS (R$ 48.990). Baseada no modelo original de 1938, esta releitura reúne estilo contemporâneo, desempenho e tecnologia da café racer Thruxton R – e de seu motor de 1200cc – e, de quebra, a ergonomia da Bonneville T120. Destaque para os três modos de pilotagem (Sport, Road e Rain), controle de tração, acelerador eletrônico, freios ABS e iluminação de LED.

Imponente visualmente, a personalidade roadster moderna ganha vida com seu propulsor de 1200 cc High Power 8, um dois cilindros paralelos, que foi atualizado. Ou seja, o propulsor da Speed Twin recebeu nova tampa de magnésio do came; conjunto da embreagem revisado; e novas tampas do motor com massa otimizada. Juntas, essas atualizações oferecem uma economia de peso de 2,5 kg em comparação ao motor da Thruxton.

Com potência de 97 cv (a 6.750 rpm), a nova clássica da Triumph Speed Twin também oferece pico de torque de 11,4 kgf.m (a 4.950 rpm). Em função da confiabilidade construtiva do modelo, a marca oferece o primeiro intervalo de serviço estendido para 16.000 km.

Nesta clássica moderna, a ciclística recebeu atenção especial. Desenvolvido a partir da Thruxton R, o novo quadro recebeu aplicação de alumínio e suspensão com nova calibragem. No sistema de freios, mais eficiência em função da adoção de pinças de quatro pistões Brembo com discos duplos na frente e, na roda traseira, pinça flutuante de dois pistões e um disco único. Em comparação a Thruxton, a nova Speed Twin teve redução de peso de 10 kg.

TECNOLOGIAS EMBARCADAS
TRÊS MODOS DE PILOTAGEM – Vinculados ao sistema de aceleração ride-by-wire, os três modos de pilotagem selecionáveis, “Sport”, “Road” e “Rain”, cada um com mapas de aceleração e definições do controle de tração específicas, proporcionando controle e segurança aprimorados ao motociclista e, no modo “Sport”, resposta mais imediata do acelerador.

FREIOS ABS – O padrão de segurança contemporâneo, com impacto visual mínimo. O sistema de freios ABS é sensível e eficiente, mas discreto.
CONTROLE DE TRAÇÃO COMUTÁVEL – Ao administrar a entrega de alto torque da Speed Twin quando a tração está comprometida, o sistema selecionável oferece maior controle ao piloto.
FAROL LED DRL – Incorporada ao farol, a luz de circulação diurna LED proporciona excelente visibilidade e um perfil de luz distinto.
INDICADORES E LUZES TRASEIRAS LED – Integrados à sua traseira minimalista de inspiração clássica, os indicadores e a luz traseira LED oferecem um padrão de iluminação traseira único e uma excelente eficiência energética.

SISTEMA DE ACELERAÇÃO RIDE-BY-WIRE – Melhora da resposta, segurança e sensibilidade do acelerador.
TOMADA DE CARREGAMENTO USB – Para máxima conveniência, a tomada de carregamento USB pode carregar os dispositivos eletrônicos essenciais do piloto.
IMOBILIZADOR DE MOTOR – O transponder integrado na chave adiciona maior segurança.
OPÇÕES DE CORES – Silver Ice/Storm Grey, com linhas de grafite pintadas à mão e listra branca; Korosi Red/Storm Grey, com linhas de grafite pintadas à mão e listra branca; e Jet Black.

NOVA SCRAMBLER 900
A Speed Twin se junta a outras seis opções de clássicas modernas disponíveis ao mercado brasileiro: Bonneville T100 Black, Street Twin, Bonneville T120 Black, Bobber, Thruxton R e a nova Street Scrambler 900 (foto acima). Com preço sugerido de R$ 43.850, a moto de uso misto da Triumph ganhou importantes atualizações, tendo potência como prioridade. O motor de 900 cc foi atualizado e ganhou 10 cv de potência, totalizando 65 cv, o que representa um aumento de desempenho de 18% em relação ao seu antecessor. Agora o propulsor oferece 8,15 kgf.m de torque, já disponíveis a 3.200 rpm. A nova versão da Scrambler também teve atualizações estéticas e ciclísticas.

REVISTA MOTO PREMIUM DIVULGA OS RESULTADOS DE SEU CONCURSO

REVISTA MOTO PREMIUM DIVULGA OS RESULTADOS DE SEU CONCURSO

Pelo terceiro ano consecutivo, a revista Moto Premium reuniu em Itu (SP) compradores de motos e formadores de opinião para testarem vários modelos de motos, em um só dia e percorrendo o trajeto. Focado na experiência sobre duas rodas, a ideia foi avaliar as características de cada e votar nas melhores da categoria assim que encerram o percurso. A premiação aconteceu em 05 de junho, na Unibes Cultural-SP. As categorias são bem fragmentadas e a classificação foi Prata, Ouro e Grande Ouro, além de medalhas as três motos melhor avaliadas receberam troféu, como as melhores do ano. A Moto Premium avaliou diversas motocicletas de várias marcas como, por exemplo: Honda, Harley-Davidson, Ducati, Yamaha, KTM, Dafra, Triumph, Kawasaki e Royal Enfield. Duas ausências muito sentidas: BMW e Suzuki, que ultimamente não estão “ligando” para a imprensa especializada, muito menos para o público-consumidor. Uma pena! Quer perde não é o prêmio, mas sim as próprias marcas que poderiam estar mais próximas de novos consumidores.
Segundo o organizador do evento e editor da revista, Eduardo Viotti, este ano a avaliação foi feita de forma bastante democrática: participantes, motociclistas profissionais e jornalistas especializados, entre eles Aldo Tizzani, do MinutoMotor. As três motos em número absoluto de pontos, foram Kawasaki Ninja ZX6R (Medalha de Prata), Triumph Tiger 1200 (Medalha de Ouro) e Honda Gold Wing Tour (Grande Medalha de Ouro). Confira abaixo as classificações e montadoras:

Motos Naked/Street, sem carenagem aerodinâmica integral, de uso urbano/estrada
De 300cc até 600cc
Medalha de Prata: Honda CB 500F
Medalha de Ouro: Yamaha MT-03
Grande Medalha de Ouro: KTM Duke 390
De 601cc até 800cc
Medalha de Prata: Honda CB 650F
Medalha de Ouro: Yamaha MT-07
Grande Medalha de Ouro: Triumph Street Triple 765 RS
De 801cc acima
Medalha de Prata: Kawasaki Z900R
Medalha de Ouro: Yamaha MT-09
Grande Medalha de Ouro: Honda CB 1000R NSC

Motos esportivas com carenagens integrais aerodinâmicas, de uso urbano/estrada
De 300cc até 500cc

Medalha de Ouro: Kawasaki Ninja 400
Grande Medalha de Ouro: Yamaha R3
De 501cc até 800cc
Medalha de Ouro: Honda CBR 650F
Grande Medalha de Ouro: Kawasaki Ninja ZX6R
De 801cc acima
Grande Medalha de Ouro: Honda CBR 1000 Fireblade

Motos Vintage/Classic, de apelo estilístico clássico e/ou visual retrô
De 601cc até 900cc

Grande Medalha de Ouro: Kawasaki Z900RS
De 901cc acima
Medalha de Ouro: Triumph Thruxton 1200
Grande Medalha de Ouro: Triumph Bobber Black 1200

Motos de uso misto on/off road (Trail, Big Trail/Supertrail e Adventure)
De 300cc até 600cc

Medalha de Prata: Royal Enfield Himalayan
Medalha de Ouro: Kawasaki Versys X 300
Grande Medalha de Ouro: Honda XRE 300i
De 601cc até 900cc
Grande Medalha de Ouro: Triumph Tiger 800 XCA
De 901cc acima
Grande Medalha de Ouro: Triumph Tiger 1200

Motos Crossover, de uso preferencial em asfalto, com possibilidade de incursões em piso não pavimentado
De 300cc até 600cc

Grande Medalha de Ouro: Honda CB 500X
De 601cc até 900cc
Grande Medalha de Ouro: Honda NC 750X
De 901cc acima
Grande Medalha de Ouro: Ducati Multistrada 1260 S

Motos Custom/Cruiser, destinadas a uso preferencial em estradas pavimentadas
De 601cc até 1000cc

Grande Medalha de Ouro: Kawasaki Vulcan S 650
De 1001cc até 1200cc
Grande Medalha de Ouro: Harley-Davidson Sportster Iron 1200
De 1201cc acima
Grande Medalha de Ouro: Harley-Davidson Fat Bob

Motos Custom/Cruiser do estilo Bagger, com bolsas laterais(alforges) não removíveis
De 1201cc acima

Medalha de Ouro: Harley-Davidson Road Glide Special
Grande Medalha de Ouro: Honda GL 1800 Gold Wing

Motos Custom/Cruiser do estilo Touring, com bolsas laterais(alforges) e top case não removíveis
De 1201cc acima
Medalha de Ouro: Harley-Davidson Road Glide Ultra
Grande Medalha de Ouro: Honda GL 1800 Gold Wing Tour

Scooters ou motonetas de uso urbano/rodoviário
Até 200cc

Medalha de Prata: Yamaha NMax 160
Medalha de Ouro: Honda PCX Sport e SH 150
Grande Medalha de Ouro: Honda Elite 125
De 201 até 300cc
Medalha de Ouro: Dafra Sym Citycom 300 S
Grande Medalha de Ouro: Honda SH 300i
De 301cc acima
Grande Medalha de Ouro: Honda X-ADV 750

KAWASAKI VERSYS 1000 CHEGA 2010 CHEGA COM TECNOLOGIA “ATÉ O TALO”

KAWASAKI VERSYS 1000 CHEGA 2010 CHEGA COM TECNOLOGIA “ATÉ O TALO”

A Kawasaki não poupou esforços para deixar sua aventureira esportiva mais radical. Com soluções inovadoras em termos estéticos e, principalmente, no que diz respeito a tecnologia embarcada, a nova Versys 1000 2020 estará disponível nas versões Standard e Grand Tourer. Chega em julho com uma “lista telefônica” de causar inveja na concorrência. Preços entre R$ 55.490 e R$ 66.990 (frete não incluso).

A topo de linha, por exemplo, conta com Quick Shifter bidirecional – o motociclista pode subir e descer marchas sem o auxílio da embreagem –, painel TFT colorido, faróis auxiliares de curva (solução adotada na Triumph Tiger 1200) e suspensão eletrônica, que pode ser ajustada via aplicativo Rideology (já disponível para Android e Apple). Outra novidade é pintura regenerativa que possui uma camada de tinta especial, que permite que os arranhões mais leves se reparem por meio de uma reação química.

Modelo mais moderno em termos de tecnologia que a própria superesportiva H2, a nova Versys 1000 conta com um completo pacote eletrônico que oferece ao motociclista gerenciamento de curvas, controle de tração e os novos modos integrados de pilotagem que atuam em conjunto com a sistema de freios ABS. Confira as principais inovações da Versys 1000.

O que nos resta agora é aguardar, com ansiedade, uma unidade para test-ride e comprovar, na prática, toda a evolução do modelo em termos de segurança e desempenho.
Standard
• Válvula de aceleração eletrônica
• Acelerador eletrônico
• Modo de potência
• Piloto automático
• ABS inteligente
• Central inercial
• Gerenciamento de curvas
• Controle de tração
• Regulagem de manete de embreagem
• Iluminação de LED
• Painel LCD
• Embreagem assistida e deslizante
• Tampa do tanque sem parafusos aparentes
R$ 55.490 (frete não incluso)
Grand Tourer (versão topo ganhou mais tecnologia e acessórios)
• Quick Shifter para cima e para baixo
• Suspensão eletrônica
• Modos de pilotagem integrados
• Luzes de curva em LED
• Painel TFT
• Aquecedor de manoplas
• Bolha maior
• Protetor de mãos
• Top Case
• Malas laterais
• Luzes auxiliares
• Pintura de alta durabilidade
• Slider de suspensão
• Slider de quadro
• Aplicativo Rideology
R$ 66.990 (frete não incluso)

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS | KAWASAKI VERSYS 1000

DIMENSÕES STANDARD GRAND TOURER
Comprimento total 2.270 mm
Largura total 895 mm 950 mm
Altura total 1.465 mm 1.530 mm
Distância entre-eixos 1.520 mm
Altura do solo 150 mm
Altura do assento 820 mm
Peso (ordem de marcha) 253 kg 257 kg
Capacidade do tanque 21 litros
 
PERFORMANCE STANDARD GRAND TOURER
Potência máxima Torque máximo 120 cv a 9.000 rpm 10,4 kgƒ.m a 7.500 rpm
 
MOTOR STANDARD GRAND TOURER
Tipo Diâmetro x curso Deslocamento Taxa de compressão Alimentação   4 cilindros DOHC 77 x 56 mm 1.043 cm3 10,3:1 Injeção eletrônica (38 mm x 4)
 
TRANSMISSÃO STANDARD GRAND TOURER
Transmissão final Número de marchas Relação de marcha:    1ª                                       2ª                                       3ª                                       4ª                                       5ª                                       6ª
Relação de redução primária Relação de redução final
Corrente 6 velocidades 2,692 (35/13) 1,950 (39/20) 1,529 (26/17) 1,304 (30/23) 1,136 (25/22) 0,958 (23/24) 1,627 (83/51) 2,867 (43/15)
 
CHASSI STANDARD GRAND TOURER
Tipo Diamond
Suspensão:      Dianteira   Garfo telescópico invertido de 43 mm, com ajustes de retorno e pré-carga de mola Garfo telescópico invertido de 43 mm, compressão e retorno controlados pelo KECS, pré-carga de mola ajustável manualmente
                             Traseira Amortecedor a gás com reservatório externo, ajustável em retorno e pré-carga de mola Amortecedor a gás com reservatório externo, compressão e retorno controlados pelo KECS, pré-carga de mola ajustável eletronicamente
Curso:                 Dianteira 150 mm
                              Traseira 152 mm
Cáster 27°
Trail 106 mm
Ângulo de esterçamento (esq./dir.) 34°/34°  
Pneus:              Dianteiro   120/70ZR17M/C (58W)  
                            Traseiro 180/55ZR17M/C (73W)
Freios:              Dianteiro                            2 discos de 310 mm (diâmetro efetivo 276 mm),
Pinças monobloco de montagem radial com 4 pistões opostos
                            Traseiro Disco de 250 mm (diâmetro efetivo 216 mm)
Pinça de pistão único

‘ROCK IN RIO’ SOBRE DUAS RODAS INICIA A VENDA DE INGRESSOS

Os aficionados por motociclismo já podem adquirir os ingressos para o Festival Duas Rodas, que acontecerá entre os dias 29 de agosto e 1º de setembro, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP). As entradas estarão à venda a partir de R$ 55,00 e oferecerão uma vasta gama de experiências para o público

Espécie de Rock in Rio sobre Duas Rodas, o evento terá shows e lançamentos de motocicletas, até test-ride e apresentações de pilotos. Atrações como Flat Track, Motocross Freestyle e Wheeling também farão parte deste grande parque temático de motos. Os ingressos podem ser comprados através do site www.festivalduasrodas.com . O evento contará com a presença das principais montadoras do setor, como BMW, Dafra, Ducati, Harley-Davidson, Honda, Kawasaki, KTM, Triumph e Yamaha.

Além de uma programação voltada ao mundo de duas rodas, o público poderá curtir shows exclusivos que vão agitar e animar ainda mais o evento. No sábado, quem comanda o som é a banda Capital Inicial, que apresentará grandes sucessos de sua carreira e novas canções que fazem parte do novo álbum “Sonora”.

Já no domingo, o Call The Police, formado pelo guitarrista Andy Summers, do The Police, o baterista João Barone, dos Paralamas do Sucesso, e o baixista Rodrigo Santos, ex-Barão Vermelho, embala a galera com sucessos e hits como “So Lonely”, “Every Breath You Take”, “Roxanne” e “Message in a Bottle”, encerrando o Festival com chave de ouro.

INFORMAÇÕES SOBRE INGRESSOS:
· Street Pass: acesso para toda a área de exposição + pista de mobilidade urbana + estacionamento gratuito para moto
Dia/avulso – R$ 55,00 inteira / R$ 27,50 meia-entrada
Combo 4 dias Inteira – R$ 176,00 (20% de desconto)
Combo 4 dias Meia – Conforme a Lei federal 12.933/2013, que dispõe sobre a meia-entrada, o benefício não será cumulativo com quaisquer outras promoções.
Combo 3 dias Inteira – R$ 148,50 (10% de desconto)
Combo 3 dias Meia – Conforme a Lei federal 12.933/2013, que dispõe sobre a meia-entrada, o benefício não será cumulativo com quaisquer outras promoções.

· Show Pass: acesso para toda a área de exposição + pista de mobilidade urbana + acesso para show noturno + estacionamento gratuito para moto
Dia/Avulso – R$ 98,00 inteira / R$ 49,00 meia-entrada
Combo 2 dias Inteira – R$ 176,40 (10% de desconto)
Combo 2 dias Meia – Conforme a Lei federal 12.933/2013, que dispõe sobre a meia-entrada, o benefício não será cumulativo com quaisquer outras promoções.

· Ride Pass: direito ao test-ride em todas as pistas + acesso para toda a área de exposição + acesso para show noturno + estacionamento gratuito para moto.
Valor único – R$ 395,00

· Training Pass: curso de pilotagem com Leandro Mello + direito ao test-ride em todas as pistas + acesso para toda a área de exposição + acesso para show noturno + estacionamento gratuito para moto.
Valor único – R$ 980,00

Classifcação: Livre*
*Menor de 16 anos: acompanhado dos pais ou responsável legal
16 anos em diante: permitida a entrada desacompanhado

Até 10 anos – entrada gratuita
De 11 a 17 anos – necessária a apresentação do ingresso (meia-entrada)

VÍDEO: KAWASAKI NINJA ZX-6R: ESPORTIVA NA MEDIDA CERTA

Com preço sugerido de R$ R$ 49.990, a Kawasaki traz de volta ao mercado brasileiro a icônica Ninja ZX-6R (636), já em sua versão 2020. Totalmente reformulada, a moto têm design mais radical e muita eletrônica embarcada. Conta com controle de tração em oito níveis de atuação, três modos de pilotagem, freio ABS e o modelo a adotou ainda o ‘quick-shifter’, sistema no qual o motociclista não precisa acionar a embreagem para subir marchas.

Com essa moto, a marca japonesa quer preencher rapidamente uma lacuna deixada pela concorrência na classe supersport 600cc e, obviamente, atrair uma boa parte de novos e experientes fãs das motos carenadas. A previsão da Kawasaki é vender cerca de 100 unidades/mês da nova ZX-6R.

Já que não é preciso de uma 1000cc para se divertir em um autódromo, a superesportiva média da Kawa traz muitas qualidades e novidades, porém seu coração é um velho conhecido dos apaixonados pela família Ninja: o motor de quatro cilindros em linha de 636cc. Claro que o propulsor passou por uma atualização, principalmente para atender normas ambientais de emissões.

O motor gera 136 cv de potência máxima a 13.500 rpm, com indução de ar, e torque máximo de 7,2 kgf.m a 11 mil giros. Essa conhecida arquitetura traz características que ajudam a moto rodar com desenvoltura desde as baixas rotações, o que leva o modelo a ser “usável” na cidade, mas também com muito apetite para acelerar nas estradas ou circuitos. Para ajudar nas trocas de marcha (câmbio de 6 velocidades), a nova Ninja conta com embreagem deslizante e ‘quick-shifter’.

Motor e ciclística estão ancorados no quadro perimetral em alumínio. Detalhe: a moto usa freios a disco (duplo de 310mm na dianteira e simples de 210mm na traseira), ambos em formato margarida. Já as suspensões são Showa – invertida na frente e balança com monoamortecedor na roda de trás. Falando nisso, esta Ninja usa rodas aro 17 polegadas que estão calçadas com pneus Bridgestone Battlax S22.

Já o design une as linhas de sua irmã mais poderosa, a H2, com os grafismos da Kawasaki Racing Team, com desenho muito semelhante a moto do tetracampeão mundial de Superbike, Jonathan Rea. A ZX-6R conta ainda com faróis e lanterna em LED e seu peso total é de 196 quilos (abastecida).

Na pista
Para este primeiro contato com a 636, a Kawasaki convidou os jornalistas para testar o modelo na pista da Fazenda Capuava, no Interior de São Paulo. Boa escolha para essas primeiras impressões: parque fechado e a possibilidade de extrair o máximo do conjunto. De cara a moto impressiona por seu design, mas é na pista que ela mostrou todas suas qualidades: bom equilíbrio entre potência e torque.

Com entre-eixos mais curto, a Ninja ZX-6R é extremamente leve e ágil. Fácil de pilotar, a moto tem muita facilidade para rápidas mudanças de direção. Suspensão e freios são eficientes e trabalham em harmonia. Obviamente, o destaque vai para a boa dose de eletrônica, já que é possível fazer múltiplas combinações entre modos de pilotagem e controle de tração. Desde uma tocada mais contida para a cidade, como um acerto para acelerar sem dó na pista. E é essa variação de comportamentos que fazem da 636 uma moto gostosa de acelerar na pista. Já o conforto é proporcional à proposta do modelo.

É, com certeza, uma boa opção para quem quer uma supersportiva de quatro cilindros em linha, nas não tem condições – físicas, experiência ao guidão ou financeira – para pilotar modelos de 1000cc e 200 cv de potência máxima. Ou seja, a Ninja 636 é uma moto dócil, controlável e muito equilibrada. O modelo só reforça o que escrevi no início do texto: “que não é preciso de uma moto de 1000cc para se divertir em um autódromo”. A reformulada Ninja ZX-6R está na medida certa para altas doses de adrenalina!!!

Equipamentos de segurança usados pelo MinutoMotor no test-ride da Kawasaki ZX-6R
Capacete: LS2 Arrow
Macacão: Dainese
Botas: Dainese
Luvas: Dainese

EXCLUSIVO – EICMA 2018: NOVIDADES DAS MARCAS JAPONESAS

EXCLUSIVO – EICMA 2018: NOVIDADES DAS MARCAS JAPONESAS


Honda

Boas notícias da Honda vindas da “Vecchia Botta”. Entre novos modelos e atualizações. A nova Honda CBR650F traz um desenho mais radical, melhor ergonomia, luzes de LEDs e conta ainda com painel de LCD, que incorporou indicador de marcha engatada. O modelo ganhou ainda novas rodas. Além disso, quadro e suspensão também foram revisados. Dessa forma, a ciclística da e a sport touring japonesa está seis quilos mais leve. O motor DOHC de 16 válvulas e 649 cm³ foi otimizado e agora oferecer mais 5% de potência acima das 10.000 rpm. O pico de potência fica na casa dos 95 cv, disponível a 12.000 giros. Com uma nova configuração, o motor – que usa e embreagem assistida – oferece agora mais potência e torque em baixos e médios regimes de rotação. Outra novidade é a adoção do controle de tração.

Toda a família 500 da Honda teve melhorias para 2019. A CBR500R assumiu um estilo mais radical. Ganhou iluminação de LED, novo painel de instrumentos LCD que conta agora com indicador de marchas – excelente função para iniciantes – e atualização na suspensão dianteira. O seu motor de dois cilindros ganhou 4% de potência e está mais esperto em baixas rotações. O pico de potência é de quase 48 cv a 8.500 rpm, com torque máximo de 4,38 kgm.f a 7.000 rpm.

Já a versão X, por exemplo, ganhou roda maior na dianteira, de 19 polegadas. A atualização dará um ganho para enfrentar obstáculos com mais facilidade e mudanças de direção com mais precisão.

Kawasaki

No EICMA, a Kawasaki não poupou esforços para trazer o que há de mais moderno em sua linha. A lista começa pela nova Ninja ZX-6R, com motor de636 cc, que não sofria alteração desde 2013, além da atualizada Versys 1000 SE, que ganhou um completo pacote eletrônico, Porém, para nós brasileiros, a expectativa é grande para a chegada da Z400, modelo naked derivado da Ninja 400. E para os iniciantes, novos modelos de entrada: Ninja 125 e Z125.

Suzuki

A Suzuki aproveitou o Salão de Motos de Milão para que o público tivesse oportunidade para ver em primeira mão a nova Katana, releitura de clássico da década de 1980. Já a linha GSX-R1000 2019 recebeu novo visual, novos freios e na parte eletrônica, a moto ganhou a assistência eletrônica do quickshifter para passar as marchas sem o auxilia da embreagem.

Yamaha

Finalmente a Yamaha apresentou no EICMA a versão final de sua trail, a XTZ 700 Ténéré. Depois de dois anos de muitas especulações, o novo modelo chega com motor de dois cilindros de 72 cv de potência máxima, sete quilos de torque . suspensão invertida e painel 100% digital. Tem tudo para ser uma aventureira nata, principalmente para os pilotos mais radicais, que não abrem mão de uma boa prova de enduro ou muitos quilômetros de terra.

Outro destaque fica para a XSR 700 XTRIBUTE,uma clássica inspirada na primeira XT500. O motor é o mesmo que equipa a família MT-07.

O jornalista Aldo Tizzani, do MinutoMotor, viajou à convite do ITA (Italian Trade Agency) e também do ICE (Agência para a internacionalização das empresas italianas)

HOTNEWS: KAWASAKI H2, ECLIPSE CROSS E MINI

KAWASAKI ANUNCIA PRÉ-VENDA DOS MODELOS NINJA H2, H2 CARBON E H2R
A Kawasaki dá o start para a pré-venda de seus modelos “flagship”: Ninja H2, H2 Carbon e H2R. As motos serão comercializadas apenas sob encomenda e o pedido de compra está sendo feita pelo hotsite . A data limite é 30 de novembro de 2018. Única do mercado a usar motor supercharged, a família Kawasaki Ninja H2 teve um significativo aumento de potência: o modelo chega agora aos 243 cv a 11.500 rpm (com o Ram Air). Graças às mudanças promovidas no motor de quatro cilindros e 998 cm3 de capacidade. Outra boa notícia é que as alterações no propulsor trouxeram uma entrega mais progressiva de torque desde baixas rotações.


Com desempenho radical e uma completa eletrônica embarcada, a versão Carbon da Ninja H2 traz carenagem frontal em fibra de carbono, pintura especial e uma placa com número de série. Já a H2R é um modelo de uso exclusivo em pista. As três versões da H2 têm preços públicos sugeridos de R$ 168.000, R$ 178.000 e R$ 357.000, respectivamente.

 

MITSUBISHI ABRE PRÉ-VENDA DO NOVO SUV ECLIPSE CROSS


A Mitsubishi Motors inaugura hoje um hotsite de pré-vendas para seu novo SUV, o Eclipse Cross, que traz tacão 4X4. O modelo que chega em novembro está posicionado entre o ASX – que foi atualizado e parte R$ 104.990 (2WD CVT Flex) – e o Outlander, reforçando a família de SUVs da marca. É um carro que traz novas e modernas tecnologias, muito conforto, praticidade e conectividade. Mais informações sobre o Eclipse Cross serão disponibilizadas na próxima semana.

 

MINI ESTREIA NOVO SISTEMA AUTO START/STOP


Mais silencioso, seguro e eficiente, a Mini lança no Brasil a nova geração do sistema auto start/stop, disponível em sua linha de veículos no país. Dentro deste projeto está a revisão dos sistemas que se desligam dentro das linhas de comunicação do carro para melhor eficiência energética e menor consumo de combustível. Dessa forma, o sistema entra em funcionamento de maneira rápida, silenciosa e sutil, uma vez que a central de processamento de dados do veículo gerencia as funções do carro para isolar aquelas que são necessárias ao funcionamento do motor.

Em termos de segurança, o novo auto start/stop reduz o risco de acidentes tanto para o motorista e os passageiros, quanto para os pedestres, pois entra em funcionamento apenas com o veículo totalmente parado, evitando assim o seu funcionamento indesejado em descidas e subidas, por exemplo. Além disso, o novo auto start/stop atua em conjunto com outros sistemas, sendo capaz de monitorar uma série de funções do veículo, como a temperatura do motor, o estado da carga de bateria e se o propulsor está trabalhando de forma correta.

 

HYUNDAI COMEMORA UM MILHÃO DE CARROS PRODUZIDOS EM PIRACICABA


A Hyundai celebrou em 20 de setembro seis anos de produção em sua fábrica, em Piracicaba (SP). A planta iniciou suas operações em 20 de setembro de 2012 com a fabricação do hatch compacto HB20, modelo desenvolvido especialmente para o mercado nacional. A montadora começou, em janeiro de 2017, a produzir o SUV compacto Creta. Somados, os veículos atingiram, no mês de agosto, a marca de 1 milhão de veículos produzidos, volume alcançado em apenas cinco anos e dez meses, recorde para a indústria automobilística brasileira. A Hyundai espera chegar, nos próximos dias, a 1 milhão de automóveis comercializados no Brasil.

De acordo com números consolidados da Anfavea – Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores, foram produzidos 26 mil veículos HB20 de setembro a dezembro de 2012, apenas na versão hatchback. No primeiro ano completo da fabricante, de janeiro a dezembro de 2013, esse volume saltou para 166 mil unidades, já com as três versões disponíveis: HB20 (hatchback), HB20S (sedã) e HB20X (aventureiro). Em 2014, a produção atingiu seu ápice, com 174 mil unidades fabricadas. O volume correspondeu a 166 mil unidades em 2015 (com a adição da versão HB20 R spec) e nos dois anos seguintes chegou a 162 mil, tendo a partir de 2017 o SUV Creta no portfólio. Para 2018, com a otimização de processos internos, estima-se a possibilidade de produzir 190 mil unidades até o final do ano.

VÍDEO: NINJA 400 – NOVA, BONITA, EFICIENTE E DIVERTIDA

Evolução natural da versão de 300cm³ de capacidade, a nova Kawasaki Ninja 400 chega ao mercado com muitos predicados: design inspirado nos modelos de competição, chassi em treliça como na superesportiva H2, além de um novo motor, mais estreito, leve e potente que seu antecessor – dois cilindros e 48 cv de potência máxima. Outro fator que impactou positivamente no novo modelo Sport da marca japonesa foi seu preço, a partir de R$ 23.990. Valor que coloca a Ninja 400 estrategicamente posicionada entre e a Yamaha R3 (42 cv e R$ 23.290) e a Honda CBR 500R, que custa a partir de R$ 24.900 e 50 cv de potência.

Totalmente nova do farol a rabeta, o modelo da Kawa mira um público mais maduro, que quer uma moto versátil, que pode ser usada no dia a dia, mas que também pode encarar uma viagem ou até acelerar em um track-day. De cara a moto chama a atenção pelo desenho, misto das superesportivas ZX-10 com H2, traços evidenciados na carenagem frontal e rabeta. Isso sem falar no porte. A nova integrante da família Ninja pesa 168 Kg em ordem de marcha. Ou seja, quatro quilos menos que a Ninja 300.

Para reforçar se estilo mais agressivo, a Ninja 400 traz piscas integrados a carenagem e dois faróis mais afilados e com iluminação de LED (cada um com feixes baixo e alto), que ficam acessos simultaneamente. Melhorando a iluminação da pista e, consequentemente, a segurança do condutor.

Bom. Agora é hora de colocar o macacão e tentar raspar as pedaleiras na pista do Haras Tuiuti, que fica no interior de São Paulo. De cara a posição de pilotagem agrada. A moto conta com semiguidões (com posicionamento mais altos se comparado com uma esportiva puro sangue), que deixam os braços semiflexionados, aumentando o controle e o conforto na pilotagem.

As pedaleiras foram posicionadas um pouco mais à frente. Já o desenho do tanque de combustível (14 litros) contribui para que as penas fiquem bem encaixadas. Além disso, o assento (bipartido) oferece bom nível de conforto para o motociclista. Mesmo em uma posição mais “racing”, com o tronco inclinado para frente, a nova Ninja não é uma moto cansativa.

Motor de 48 cv
Com o motor ligado e pista liberada, a Ninja vai ganhando velocidade gradualmente. O bicilíndrico paralelo de 48 cv (a 10.000 rpm) e quase 4 kgf.m de torque (a 8.000 rpm) vai ‘enchendo’ de forma bem progressiva, sem sustos e sem buracos na aceleração, como acontecia nas antigas Ninjas 250/300, já que a mini esportiva só gostava de rodar em altos giros. Claro que a versão de 400cc também gosta de trabalhar acima de 9000 rpm, mas agora com a adoção do novo propulsor, o toque se apresenta mais cedo, em baixos e médios regimes de rotação. Na pista, habitat feito para rodar com a ‘mão cheia’, o novo modelo da Kawasaki foi bastante divertido de tocar, impulsionado pelo som médio-grave do motor, que instigava o piloto a acelerar. Na reta do circuito, a moto passou de 130 km/h. Detalhe: a Ninja 400 conta com embreagem assistida deslizante e, consequentemente, trocas de marchas mais suaves e precisas.

Suspensão e freios
Além do motor, outro fator ajudou bastante do quesito manobrabilidade e o bom ângulo de inclinação – até consegui raspar as pedaleiras nas curvas. A redução do peso (e o aumento de nove cavalos), se comparado a Ninja 300, aliado a um conjunto ciclístico bem ajustado, transmite muito prazer na pilotagem. Tudo é simples, mas funciona com precisão.

As suspensões, por exemplo, absorvem bem as irregularidades do piso. Na dianteira garfo telescópico convencional, com tubos de 41mm de diâmetro e 120mm de curso e, na traseira, amortecedor a gás com cinco ajustes de pré-carga da mola e 130mm de curso.

Montado em Manaus (AM), outro ponto positivo do modelo é o sistema de freios. A nova Ninja 400 possui disco de freio 310mm de diâmetro na dianteira. É a mesma medida utilizada em sua irmã mais velha e potente, a Ninja ZX-14R. Na traseira disco simples de 220mmm de diâmetro. Em conjunto o ABS, a moto oferece uma frenagem eficiente, oferecendo bom nível de controle.

O novo chassi em treliça da Ninja 400 segue o padrão adotado na superesportiva H2. Dessa forma, o departamento de engenharia da Kawasaki conseguiu que a moto tivesse uma distância entre eixos mais curta e braço oscilante mais longo, complementado por um ângulo de cáster menor. Equilibrada e ágil, a esportiva da marca japonesa é muito boa para contornar curvas!

Conclusão
A Ninja 400 é um bom produto? Sim. Entrega o que se propõe? Sim. É divertida de pilotar? Muito. Nova, bonita, eficiente e fácil de pilotar. Apenas duas ressalvas: faltou uma suspensão ajustável na dianteira e um painel totalmente digital, como há na ZX-10. Aliás, o painel da versão de 400cc é igual ao da Ninja 650.

Apesar do upgrade, com uma moto completamente nova, vale uma análise ou alerta. Elevando a potência e o preço de seus produtos de entrada, a Kawasaki estará deixando de lado o motociclista entrante. Com sugestão, a marca japonesa deveria trazer de volta ao Brasil a Ninja 250 SL/SE, que ainda é produzida e vendida nos países asiáticos. Até porque a Kawa não pode virar as contas para essa massa de comparadores de menor poder aquisitivo que buscam modelos até 250cc.

Seguindo essa linha de raciocínio, a evolução natural do motociclista dentro da linha de produtos Kawasaki – começando pela miniesportiva de 250cc – seria feita de forma mais natural e gradual: 250cc, 400cc, 650cc e 1000cc. Bom, vale uma reflexão!

Quarto lançamento da Kawasaki do Brasil em menos de dois meses – Z900 RS, Ninja ZX-10 R SE e Z900 RS Cafe –, a nova Ninja 400 estará disponível nas concessionárias a partir da segunda quinzena de setembro com preço público sugerido de R$ 23.990 (sem frete) para a versão ABS nas cores verde e preto e de R$ 24.990 (sem frete) para a versão KRT Replica, que traz a tradicional cor verde e grafismos exclusivos.

Nesta avaliação, o jornalista Aldo Tizzani, do MinutoMotor, usou os seguintes equipamentos: Capacete LS2 Arrow, Jaqueta Dainese, Luvas VR46 Dainese, Calça Misano Dainese e Botas Torque D1, também da Dainese. (BR Motorsport – www.brms.com.br)

FICHA TÉCNICA
Kawasaki Ninja 400
Motor Dois cilindros paralelos, DOHC, com refrigeração líquida
Capacidade cúbica 399 cm³
Potência 48 cv a 10.000 rpm
Torque 3,9 kgf.m a 8.000 rpm
Câmbio Seis marchas
Partida Elétrica
Transmissão final Corrente
Alimentação Injeção eletrônica
Quadro Treliça em aço
Suspensão
Dianteira Garfo telescópico convencional com 41 mm de diâmetro sem ajustes e 120 mm de curso
Traseira Monobraço com um conjunto de mola e amortecedor a gás ajustável na pré-carga com 130 mm de curso
Freio
Dianteiro: Disco flutuante de 310 mm e pinça de pistão duplo (ABS)
Traseiro: Disco de 220 mm e pinça com dois pistões (ABS)
Rodas e Pneus
Dianteiro 110/70R-17 – Liga leve
Traseiro 150/70R-17 – Liga leve
Medidas e capacidades
Comprimento 1.990 mm
Largura 710 mm
Altura 1.120 mm
Entre eixos 1.370 mm
Altura do assento 785 mm
Tanque de combustível 14 litros
Peso 168 Kg (em ordem de marcha)
Cores e Preços
Preto e Verde: R$ 23.990; KRT Replica: R$ 24.990

 

HOJE É SEXTA: VAMOS PRATICAR O MOTOTURISMO?

 

Ferramenta de trabalho, opção inteligente para a questão da mobilidade urbana, a moto é também um instrumento de prazer. Já que ela pode levar o homem a conhecer novos lugares, novas culturas… Pode ser considerada um agente de socialização. Não há nada melhor que depois de dezenas de quilômetros rodados parar em uma cidadezinha, fazer novas amizades – ou rever velhos amigos de estrada –, poder trocar experiências e contar ‘causos’. E isso é uma experiência única!
Pode ser ainda um ‘rolê’ no centro velho, conhecer uma cidade histórica, descer para o litoral e ver o mar. Muitas vezes a moto se transforma em um tanque de guerra que enfrenta obstáculos. Em outras oportunidades em um avião para devorar as curvas de um autódromo em alta velocidade. É ir até onde a imaginação deixar (ou a rodovia permitir). Praticar o mototurismo é um estado de espírito, um estilo de vida que rejuvenesce as pessoas .
Não tem nenhuma ligação com marca, modelo ou cilindrada. Claro que há afinidades, gosto pessoal. Mas no final não importa o tamanho do “brinquedo”. O que importa mesmo é se aventurar, programar roteiros incríveis, já que a moto não tem fronteiras. Espero que as 11 fotos de Johanes Duarte, do Photo & Road, inspirem muitas pessoas a redescobrirem o Brasil sobre duas rodas, um País continental de inúmeras belezas!
Revise a moto, faça as malas e boa viagem. Bons equipamentos são fundamentais para uma viagem mais confortável e segura. Ah! Não esqueça da capa de chuva. O smartphone também é indispensável para registrar os momentos de alegria e descontração. Agora é pé na estrada!!!

FOTOS: Johanes Duarte / Photo & Road – www.photoandroad.com

HONDA NXR 160: A MOTO QUE MENOS DESVALORIZOU NO BRASIL

Como conquistar um bom valor de revenda? Valorizando a usada, pagando mais que a concorrência na troca da moto usada da própria marca por uma “OK” e atender bem o cliente, dando feedback, dando resposta a pedidos e reclamações, resolvendo imediatamente os problemas apresentados, implantando um sistema eficaz de comunicação com o cliente, enfim, criando uma boa imagem no mercado. No segmento moto, a Honda NXR 160 Bros foi a grande campeã da terceira edição do Selo Maior Valor de Revenda, certificação concedida pela Agência Autoinforme com base no Estudo de Depreciação que avalia o comportamento de preço das motos vendidas no mercado brasileiro. O evento de premiação, feito em parceria com a Textofinal de Comunicação, foi realizado em 20, em São Paulo.


Alias, o Estudo de Depreciação de Veículos realizado pela Autoinforme é elaborado com base na cotação da Molicar e os preços avaliados são os realmente praticados no mercado e não os de tabela. É feita a comparação do preço real (praticado) da moto zero quilômetro vendida em abril de 2017 com o preço da mesma moto, usada, vendida no mesmo mês de 2018. Nesta edição, a A NXR 160 Bros apresentou uma depreciação de apenas 6,7% depois de um ano e levou a Honda a receber a certificação Maior Valor de Revenda pelo terceiro ano consecutivo. Além da campeã geral, que foi vencedora na categoria Trail, a Honda venceu em outras duas categorias: Motoneta, com a Biz 110i (9,1% de depreciação) e Street, com a linha CG 125/160 (8,5%).

A Yamaha foi a marca com maior número de certificações: conquistou cinco: Crossover, com a MT-09 Tracer, que obteve um índice de 11,7%, Scooter até 200 cc, com a NMAX 160 (12,5%); Naked até 800cc, com a MT-07 690 (11,7%); Naked acima de 800cc, com a MT-09 (11,4%) e na categoria Sport até 800cc, com a YZF-R3 com uma depreciação de 11,8%.

A Triumph ganhou em duas categorias neste ano: Bigtrail até 800cc, com a Tiger 800 com índice de 12,8% e a Street Twin 900 foi ganhadora na categoria Clássica, com perda de 11,8%. Já a A BMW recebeu os troféus nas categorias Big Trail acima de 800cc, com a moto R 1200 GS (depreciação de 12,9%) e na Sport acima de 800cc, com a BMW S 1000 RR, que teve um índice de -11,1%.

A Harley-Davidson venceu nas categorias Custom acima de 800cc, com a Softail Heritage 14,6% e na Touring em primeiro e segundo lugar com a Touring Road King em primeiro e a Touring Street Glide em segundo, as duas com índice de 12,3%.

A Shineray ganhou pela primeira vez na categoria de entrada 50cc, com 15,8% de depreciação. Na categoria Custom, a Kawasaki recebeu o selo com a Vulcan S 650 e uma taxa de 12,3% de depreciação na categoria e a Dafra ganhou o selo na categoria Scooter acima de 200 cc (Citycom 300i) e uma taxa de depreciação de 12,6%.