KAWASAKI VERSYS 1000 CHEGA 2010 CHEGA COM TECNOLOGIA “ATÉ O TALO”

KAWASAKI VERSYS 1000 CHEGA 2010 CHEGA COM TECNOLOGIA “ATÉ O TALO”

A Kawasaki não poupou esforços para deixar sua aventureira esportiva mais radical. Com soluções inovadoras em termos estéticos e, principalmente, no que diz respeito a tecnologia embarcada, a nova Versys 1000 2020 estará disponível nas versões Standard e Grand Tourer. Chega em julho com uma “lista telefônica” de causar inveja na concorrência. Preços entre R$ 55.490 e R$ 66.990 (frete não incluso).

A topo de linha, por exemplo, conta com Quick Shifter bidirecional – o motociclista pode subir e descer marchas sem o auxílio da embreagem –, painel TFT colorido, faróis auxiliares de curva (solução adotada na Triumph Tiger 1200) e suspensão eletrônica, que pode ser ajustada via aplicativo Rideology (já disponível para Android e Apple). Outra novidade é pintura regenerativa que possui uma camada de tinta especial, que permite que os arranhões mais leves se reparem por meio de uma reação química.

Modelo mais moderno em termos de tecnologia que a própria superesportiva H2, a nova Versys 1000 conta com um completo pacote eletrônico que oferece ao motociclista gerenciamento de curvas, controle de tração e os novos modos integrados de pilotagem que atuam em conjunto com a sistema de freios ABS. Confira as principais inovações da Versys 1000.

O que nos resta agora é aguardar, com ansiedade, uma unidade para test-ride e comprovar, na prática, toda a evolução do modelo em termos de segurança e desempenho.
Standard
• Válvula de aceleração eletrônica
• Acelerador eletrônico
• Modo de potência
• Piloto automático
• ABS inteligente
• Central inercial
• Gerenciamento de curvas
• Controle de tração
• Regulagem de manete de embreagem
• Iluminação de LED
• Painel LCD
• Embreagem assistida e deslizante
• Tampa do tanque sem parafusos aparentes
R$ 55.490 (frete não incluso)
Grand Tourer (versão topo ganhou mais tecnologia e acessórios)
• Quick Shifter para cima e para baixo
• Suspensão eletrônica
• Modos de pilotagem integrados
• Luzes de curva em LED
• Painel TFT
• Aquecedor de manoplas
• Bolha maior
• Protetor de mãos
• Top Case
• Malas laterais
• Luzes auxiliares
• Pintura de alta durabilidade
• Slider de suspensão
• Slider de quadro
• Aplicativo Rideology
R$ 66.990 (frete não incluso)

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS | KAWASAKI VERSYS 1000

DIMENSÕES STANDARD GRAND TOURER
Comprimento total 2.270 mm
Largura total 895 mm 950 mm
Altura total 1.465 mm 1.530 mm
Distância entre-eixos 1.520 mm
Altura do solo 150 mm
Altura do assento 820 mm
Peso (ordem de marcha) 253 kg 257 kg
Capacidade do tanque 21 litros
 
PERFORMANCE STANDARD GRAND TOURER
Potência máxima Torque máximo 120 cv a 9.000 rpm 10,4 kgƒ.m a 7.500 rpm
 
MOTOR STANDARD GRAND TOURER
Tipo Diâmetro x curso Deslocamento Taxa de compressão Alimentação   4 cilindros DOHC 77 x 56 mm 1.043 cm3 10,3:1 Injeção eletrônica (38 mm x 4)
 
TRANSMISSÃO STANDARD GRAND TOURER
Transmissão final Número de marchas Relação de marcha:    1ª                                       2ª                                       3ª                                       4ª                                       5ª                                       6ª
Relação de redução primária Relação de redução final
Corrente 6 velocidades 2,692 (35/13) 1,950 (39/20) 1,529 (26/17) 1,304 (30/23) 1,136 (25/22) 0,958 (23/24) 1,627 (83/51) 2,867 (43/15)
 
CHASSI STANDARD GRAND TOURER
Tipo Diamond
Suspensão:      Dianteira   Garfo telescópico invertido de 43 mm, com ajustes de retorno e pré-carga de mola Garfo telescópico invertido de 43 mm, compressão e retorno controlados pelo KECS, pré-carga de mola ajustável manualmente
                             Traseira Amortecedor a gás com reservatório externo, ajustável em retorno e pré-carga de mola Amortecedor a gás com reservatório externo, compressão e retorno controlados pelo KECS, pré-carga de mola ajustável eletronicamente
Curso:                 Dianteira 150 mm
                              Traseira 152 mm
Cáster 27°
Trail 106 mm
Ângulo de esterçamento (esq./dir.) 34°/34°  
Pneus:              Dianteiro   120/70ZR17M/C (58W)  
                            Traseiro 180/55ZR17M/C (73W)
Freios:              Dianteiro                            2 discos de 310 mm (diâmetro efetivo 276 mm),
Pinças monobloco de montagem radial com 4 pistões opostos
                            Traseiro Disco de 250 mm (diâmetro efetivo 216 mm)
Pinça de pistão único

‘ROCK IN RIO’ SOBRE DUAS RODAS INICIA A VENDA DE INGRESSOS

Os aficionados por motociclismo já podem adquirir os ingressos para o Festival Duas Rodas, que acontecerá entre os dias 29 de agosto e 1º de setembro, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP). As entradas estarão à venda a partir de R$ 55,00 e oferecerão uma vasta gama de experiências para o público

Espécie de Rock in Rio sobre Duas Rodas, o evento terá shows e lançamentos de motocicletas, até test-ride e apresentações de pilotos. Atrações como Flat Track, Motocross Freestyle e Wheeling também farão parte deste grande parque temático de motos. Os ingressos podem ser comprados através do site www.festivalduasrodas.com . O evento contará com a presença das principais montadoras do setor, como BMW, Dafra, Ducati, Harley-Davidson, Honda, Kawasaki, KTM, Triumph e Yamaha.

Além de uma programação voltada ao mundo de duas rodas, o público poderá curtir shows exclusivos que vão agitar e animar ainda mais o evento. No sábado, quem comanda o som é a banda Capital Inicial, que apresentará grandes sucessos de sua carreira e novas canções que fazem parte do novo álbum “Sonora”.

Já no domingo, o Call The Police, formado pelo guitarrista Andy Summers, do The Police, o baterista João Barone, dos Paralamas do Sucesso, e o baixista Rodrigo Santos, ex-Barão Vermelho, embala a galera com sucessos e hits como “So Lonely”, “Every Breath You Take”, “Roxanne” e “Message in a Bottle”, encerrando o Festival com chave de ouro.

INFORMAÇÕES SOBRE INGRESSOS:
· Street Pass: acesso para toda a área de exposição + pista de mobilidade urbana + estacionamento gratuito para moto
Dia/avulso – R$ 55,00 inteira / R$ 27,50 meia-entrada
Combo 4 dias Inteira – R$ 176,00 (20% de desconto)
Combo 4 dias Meia – Conforme a Lei federal 12.933/2013, que dispõe sobre a meia-entrada, o benefício não será cumulativo com quaisquer outras promoções.
Combo 3 dias Inteira – R$ 148,50 (10% de desconto)
Combo 3 dias Meia – Conforme a Lei federal 12.933/2013, que dispõe sobre a meia-entrada, o benefício não será cumulativo com quaisquer outras promoções.

· Show Pass: acesso para toda a área de exposição + pista de mobilidade urbana + acesso para show noturno + estacionamento gratuito para moto
Dia/Avulso – R$ 98,00 inteira / R$ 49,00 meia-entrada
Combo 2 dias Inteira – R$ 176,40 (10% de desconto)
Combo 2 dias Meia – Conforme a Lei federal 12.933/2013, que dispõe sobre a meia-entrada, o benefício não será cumulativo com quaisquer outras promoções.

· Ride Pass: direito ao test-ride em todas as pistas + acesso para toda a área de exposição + acesso para show noturno + estacionamento gratuito para moto.
Valor único – R$ 395,00

· Training Pass: curso de pilotagem com Leandro Mello + direito ao test-ride em todas as pistas + acesso para toda a área de exposição + acesso para show noturno + estacionamento gratuito para moto.
Valor único – R$ 980,00

Classifcação: Livre*
*Menor de 16 anos: acompanhado dos pais ou responsável legal
16 anos em diante: permitida a entrada desacompanhado

Até 10 anos – entrada gratuita
De 11 a 17 anos – necessária a apresentação do ingresso (meia-entrada)

LÍDER ENTRE OS SUVs, JEEP RENEGADE REEDITA O PACOTE NIGHT EAGLE

LÍDER ENTRE OS SUVs, JEEP RENEGADE REEDITA O PACOTE NIGHT EAGLE

A Jeep retomou o pacote Night Eagle para o Renegade Sport Flex A/T. A versão mais recheada de equipamentos conta agora central multimídia Uconnect de 7” polegadas (tela igual à do Compass Sport) – compatível com Android Auto e Apple CarPlay -, ar-condicionado dual zone e sensores traseiros de estacionamento. O preço sugerido do Renegade Night Eagle é de R$ 92.020 (R$ 85.990 da versão Sport automática básica, mais R$ 4.500 do kit e a adição de mais R$ 1.530 pela pintura metálica: Cinza Antique, Prata Billet e Preto Carbon. )

Na parte visual, o utilitário esportivo adotou pintura preta nas rodas de liga leve aro 17” (de acabamento brilhante), teto, laterais acima das portas e logotipos. Por dentro, o tema “all-black” continua dando o tom em todas as molduras (aros do volante multifuncional, saídas de ar, alto-falantes e base da alavanca de câmbio).

Segundo dados da Fenabrave, entre janeiro a abril já foram
emplacamentos exatas 21.383 unidades do líder Renegade, 3.499 a mais do que o segundo colocado, o Jeep Compass (campeão de vendas em 2017 e 2018). Os dois somados representam 24% do segmento, praticamente um quarto do total de vendas da categoria.

COM MAIS “PEGADA”, TRIUMPH LANÇA NO BRASIL A BOBBER BLACK

COM MAIS “PEGADA”, TRIUMPH LANÇA NO BRASIL A BOBBER BLACK

Os planos da inglesa Triumph para 2019 são ambiciosos: vender 5 mil unidades no País. Além da liderança nas bigtrails, a marca inglesa quer obter melhores resultados em suas clássicas modernas, que já representam 25% de suas vendas. Para ampliar sua participação nesta categoria, a marca apresentou a Triumph Bonneville Bobber Black, com preço sugerido de R$ 49.990. O modelo conta com motor de dois cilindros e1200 cc, que esbanja torque, assento único e, como o nome já sugere, traz uma série de detalhes e acabamentos pintados em preto. Isso sem falar numa boa dose de tecnologia.

O modelo mais retrô da Triumph têm dois os modos de pilotagem Road e Rain e controle de tração, agora comutável. Além disso conta com iluminação em LED (lanterna traseira, indicadores e luz da placa de identificação), um imobilizador de última geração com transponder incorporado na chave e piloto automático.

Motor de 77 cv e 1200cc
Com refrigeração líquida, o motor Bonneville de 1200cc de dois cilindros paralelos, conta com intervalo de acionamento de 270° na ignição. Oferece 10,8 kgf.m de torque, disponíveis já a apenas 4.000 rpm, e 77 cv de potência (a 6.100 rpm). Para esta nova versão, o propulsor ganhou uma dose maior de torque e potência em baixas rotações – que irá facilitar a vida dos motociclistas em deslocamento por trechos urbanos. Assim como todas as novas Bonneville, a Bobber é equipada com o acelerador eletrônico (ride-by-wire). Outro diferencial é que Bobber Black conta com um primeiro grande intervalo de manutenção de 16.000 km.

Ciclística refinada
A Bonneville Bobber Black conta com sistema de freios ABS; auxiliado por discos duplos de 310 mm na frente, com duas pinças de dois pistões Brembo, e disco simples na traseira, com pinça de pistão único. A suspensão também apresenta uma atualização: garfos dianteiros Showa, com tubos de 47mm de diâmetro e 90mm de curso. O trem dianteiro ganhou roda dianteira de 16 polegadas, que está calçada com os exclusivos pneus “balão” Avon Cobra.

Para Cláudio Peruche, gerente de pós-vendas da Triumph do Brasil, “a moto ganhou mais que simples perfumaria. A Bobber Black teve sua suspensão reforçada, adoção de novas tecnologias e a possibilidade de inúmeras modificações estéticas”.

Mais de 120 acessórios
Como qualquer boa clássica, a Bobber Black foi planejada para ser customizada. Para isso, a Triumph oferece mais de 120 acessórios, que podem deixar sua moto mais bonita, confortável e até com um melhor desempenho. Estes acessórios incluem, por exemplo, diferentes opções de guidão, espelhos alternativos, indicadores LED compactos, para-lamas curtos, assentos distintos e manoplas aquecidas. Os acessórios originais da marca incluem, também, suspensão traseira ajustável Fox e silenciadores de alumínio usinados Vance & Hines.

Série limitada, by Shibuya
Bonneville Bobber Limited é um projeto da Garagem Shibuya feito especialmente para a Triumph. Cada revenda da marca no País receberá apenas uma unidade, ou seja, uma série limitada e numerada de 1 a 16 na carenagem (a numeração é definida pela sequência de inauguração das concessionárias) e lanterna traseira preta.

São três níveis de customização: básico, intermediário e completo. Preço a partir de R$ 47.990. “A Bobber Limited, além de muito exclusiva, é uma evolução da Bobber lançada aqui no ano passado, com ainda mais estilo e personalidade”, explica André Molnár, gerente de Marketing da Triumph.

Para Teydi Deguchi, fundador da Garagem Shibuya, a Bobber é um produto com grande aceitação no mercado de customização. “É uma motocicleta com linhas muito puras, o que deixa a customização ainda mais interessante”, conclui.

KAWASAKI NINJA ZX-6R: ESPORTIVA NA MEDIDA CERTA

KAWASAKI NINJA ZX-6R: ESPORTIVA NA MEDIDA CERTA

Com preço sugerido de R$ R$ 49.990, a Kawasaki traz de volta ao mercado brasileiro a icônica Ninja ZX-6R (636), já em sua versão 2020. Totalmente reformulada, a moto têm design mais radical e muita eletrônica embarcada. Conta com controle de tração em oito níveis de atuação, três modos de pilotagem, freio ABS e o modelo a adotou ainda o ‘quick-shifter’, sistema no qual o motociclista não precisa acionar a embreagem para subir marchas.

Com essa moto, a marca japonesa quer preencher rapidamente uma lacuna deixada pela concorrência na classe supersport 600cc e, obviamente, atrair uma boa parte de novos e experientes fãs das motos carenadas. A previsão da Kawasaki é vender cerca de 100 unidades/mês da nova ZX-6R.

Já que não é preciso de uma 1000cc para se divertir em um autódromo, a superesportiva média da Kawa traz muitas qualidades e novidades, porém seu coração é um velho conhecido dos apaixonados pela família Ninja: o motor de quatro cilindros em linha de 636cc. Claro que o propulsor passou por uma atualização, principalmente para atender normas ambientais de emissões.

O motor gera 136 cv de potência máxima a 13.500 rpm, com indução de ar, e torque máximo de 7,2 kgf.m a 11 mil giros. Essa conhecida arquitetura traz características que ajudam a moto rodar com desenvoltura desde as baixas rotações, o que leva o modelo a ser “usável” na cidade, mas também com muito apetite para acelerar nas estradas ou circuitos. Para ajudar nas trocas de marcha (câmbio de 6 velocidades), a nova Ninja conta com embreagem deslizante e ‘quick-shifter’.

Motor e ciclística estão ancorados no quadro perimetral em alumínio. Detalhe: a moto usa freios a disco (duplo de 310mm na dianteira e simples de 210mm na traseira), ambos em formato margarida. Já as suspensões são Showa – invertida na frente e balança com monoamortecedor na roda de trás. Falando nisso, esta Ninja usa rodas aro 17 polegadas que estão calçadas com pneus Bridgestone Battlax S22.

Já o design une as linhas de sua irmã mais poderosa, a H2, com os grafismos da Kawasaki Racing Team, com desenho muito semelhante a moto do tetracampeão mundial de Superbike, Jonathan Rea. A ZX-6R conta ainda com faróis e lanterna em LED e seu peso total é de 196 quilos (abastecida).

Na pista
Para este primeiro contato com a 636, a Kawasaki convidou os jornalistas para testar o modelo na pista da Fazenda Capuava, no Interior de São Paulo. Boa escolha para essas primeiras impressões: parque fechado e a possibilidade de extrair o máximo do conjunto. De cara a moto impressiona por seu design, mas é na pista que ela mostrou todas suas qualidades: bom equilíbrio entre potência e torque.

Com entre-eixos mais curto, a Ninja ZX-6R é extremamente leve e ágil. Fácil de pilotar, a moto tem muita facilidade para rápidas mudanças de direção. Suspensão e freios são eficientes e trabalham em harmonia. Obviamente, o destaque vai para a boa dose de eletrônica, já que é possível fazer múltiplas combinações entre modos de pilotagem e controle de tração. Desde uma tocada mais contida para a cidade, como um acerto para acelerar sem dó na pista. E é essa variação de comportamentos que fazem da 636 uma moto gostosa de acelerar na pista. Já o conforto é proporcional à proposta do modelo.

É, com certeza, uma boa opção para quem quer uma supersportiva de quatro cilindros em linha, nas não tem condições – físicas, experiência ao guidão ou financeira – para pilotar modelos de 1000cc e 200 cv de potência máxima. Ou seja, a Ninja 636 é uma moto dócil, controlável e muito equilibrada. O modelo só reforça o que escrevi no início do texto: “que não é preciso de uma moto de 1000cc para se divertir em um autódromo”. A reformulada Ninja ZX-6R está na medida certa para altas doses de adrenalina!!!

Equipamentos de segurança usados pelo MinutoMotor no test-ride da Kawasaki ZX-6R
Capacete: LS2 Arrow
Macacão: Dainese
Botas: Dainese
Luvas: Dainese

ARGO TREKKING, A VERSÃO AVENTUREIRA DO HATCHBACK DA FIAT

ARGO TREKKING, A VERSÃO AVENTUREIRA DO HATCHBACK DA FIAT

Para quem tem saudade da família Adventure da Fiat, a marca começa a resolver esse problema. Já que seu SUV de verdade, baseado na Toro, deve chegar somente em 2021, eis que eles oferecem uma versão pseudo-aventureira do seu hatchback de entrada: eis o Argo Trekking. Os preços ainda não foram divulgados, mas devem ficar em torno dos R$ 60 mil na versão básica – lembrando que os únicos opcionais são as rodas de liga e a câmera de ré, que devem acrescentar de R$ 2 mil a R$ 3 mil na conta. O Argo Trekking chega no final de abril e tem como principais concorrentes Onix Activ, Ka FreeStyle, HB20X e Sandero Stepway.

Cara de aventureiro
O Argo Trekking tem esse ar de aventureiro urbano. Produto comum para a maioria das montadoras, eles tem cara de SUV, mas coração de carro urbano. No caso do Fiat, ele é baseado na versão Drive 1.3. O motor é o Firefly 1.3 com potência de 109 cv e torque de 14,2 kgfm. A caixa de câmbio é apenas manual de cinco marchas.
Com suspensão elevada e o maior vão livre da categoria (ground clearance) – 210 mm, o novo Fiat Argo Trekking está agora 40 mm mais alto em relação à versão Drive 1.3. Equipado com novos pneus 205/60R15 91H S-ATR WL Pirelli Scorpion (os mesmos modelos que equipam o Jeep Renegade, só que mais estreitos), com banda de rodagem para uso misto e montados exclusivamente para a versão Trekking, proporciona o máximo de desempenho e, mesmo com perfil mais alto, assegura mais conforto e robustez para o veículo, graças ao extenso trabalho de engenharia que revisitou toda a elastocinemática do chassis, passando por molas, amortecedores e até tunning da direção elétrica.

Para completar suas características off road light, voltada para os clientes que desejam sair do asfalto, o Fiat Argo Trekking é o melhor de seu segmento em pisos irregulares, apresentando os mais altos níveis de conforto, mantendo a excelência do comportamento dinâmico do veículo. A nova versão apresenta ainda melhor absorção de impacto e mais segurança em terrenos com baixa aderência, como estradas de terra.

Estiloso
Além de todas as mudanças que foram feitas para que o carro tivesse uma performance e conforto diferenciados na hora de viajar por estradas irregulares, o Fiat Argo Trekking ainda é completo e cheio de estilo, algo muito buscado pelos clientes mais jovens. A nova versão traz equipamentos de série que conferem uma personalidade mais aventureira e esportiva ao seu design tanto por fora quando por dentro.

O Fiat Argo Trekking é a única versão aventureira do segmento com teto bicolor. Traz ainda barras no teto, que é pintado em preto assim como os retrovisores e aerofólio. Em cima, nas laterais inferiores e na traseira, outra novidade: o logotipo “Trekking”. O símbolo é composto por três diferentes formas com significados distintos: transcender, explorar e criar, ou seja, exatamente aquilo que a nova versão permite que seu proprietário faça pelas estradas dentro ou fora das cidades.
A versão tem ainda um adesivo preto no capô, faróis com design em LED, nova moldura da caixa de rodas e do para-choque traseiro na parte inferior, logomarca da Fiat com acabamento exclusivo em cromo escurecido na traseira, ponteira de escapamento trapezoidal com cor exclusiva, além de rodas com aro 15 com calotas escurecidas.

Por dentro, logo ao entrar, chama a atenção o tecido escuro dos bancos de alta qualidade com o contraste da costura laranja, área central com textura quadriculada e o logotipo Trekking bordado. O motorista também logo repara no logotipo Fiat do volante escurecido assim como a peça central do painel e a moldura do console central e, para completar, as saídas de ar são cromadas.
A nova versão traz de série ainda o Uconnect de 7 polegadas touchscreen com Apple CarPlay e Android Auto, vidro dianteiros e traseiros elétricos, retrovisores elétricos e faróis de neblina. Como opcionais, o cliente pode também incluir rodas de liga leve 6.0 de aro 15 com cor exclusiva e câmera de ré com linhas dinâmicas.

Equipamentos Mopar
Além de todos os diferenciais que já fazem parte da versão Trekking, a Mopar oferece muito mais possibilidades de tornar cada Fiat Argo um veículo único. São mais de 50 acessórios disponíveis para o modelo, sendo que dois são exclusivos do Argo Trekking: as barras transversais de teto e o suporte para bicicleta. Este é apoiado naquelas que, por sua vez, precisam das barras longitudinais – item de série específico da configuração aventureira do hatch.
A Mopar também está aproveitando o lançamento do Fiat Argo Trekking para colocar outra novidade no mercado, a rede vertical de carga. Ela permite organizar melhor objetos que ficariam totalmente soltos no porta-malas. Vale dizer ainda que uma das características de estilo de maior destaque do Trekking pode ser adotada em qualquer Argo: o teto escuro. Enquanto a nova versão exibe a capota pintada de preto na fábrica, a Mopar oferece a chance de “envelopar” o teto com um adesivo preto fosco – emprestando um ar mais esportivo do carro e também aumentando a proteção da pintura nessa área.

Texto: Mário Salgado, do ShopCar (MS), especial para o MinutoMotor

VÍDEO: ANAKEE ADVENTURE, NOVO PNEU MICHELIN PARA BIGTRAILS

VÍDEO: ANAKEE ADVENTURE, NOVO PNEU MICHELIN PARA BIGTRAILS

Com tecnologia vinda da MotoGP, a Michelin amplia sua gama trail e lança o novo pneu Anakee Adventure. Desenvolvido para rodar 80% no asfalto e 20% no fora de estrada, a novidade chega para atender às necessidades e expectativas dos donos de motos bigtrail. “O novo Anakee Adventure é o primeiro pneu trail da Michelin a incorporar as tecnologias 2CT e 2CT+, anteriormente utilizadas apenas em pneus on-road”, explica Daniel D’Almeida, gerente de Marketing da Michelin América do Sul.

Disponível em oito medidas (dianteiro e traseiro), o lançamento da marca de francesa combina novos compostos, nova arquitetura e uma nova escultura, que oferece maior aderência em piso molhado e seco, dirigibilidade, conforto e estabilidade, especialmente em altas velocidades.

Agora, o novo pneu Michelin da família Anakee vem se unir ao Road 5 Trail (100% de uso urbano) e Wild (50% on-road e 50% off-road) e pode equipar vários modelos de motos como, por exemplo, Honda Africa Twin, linha BMW GS, Yamaha Super Ténéré, Suzuki V Strom, KTM Adventure e Triumph Tiger. Aliás, a nova R 1250 GS vem de série com o Anakee Adventure.

Tecnologia de pontaGraças à tecnologia Michelin 2CT, o pneu dianteiro combina diferentes compostos de sílica no centro e nos ombros, garantindo uma excelente aderência em todos os momentos – especialmente em piso molhado – sem prejudicar a performance no tempo seco ou a vida útil do pneu.   

Foto: Johanes Duarte Photo and Road

Já devido à tecnologia Michelin 2CT+, o composto de borracha usado no centro do pneu funciona como uma camada rígida abaixo do composto utilizado para os ombros, proporcionando maior estabilidade ao inclinar, ao mesmo tempo em que oferece alto desempenho em condições úmidas e secas, também sem prejudicar a vida útil do pneu.

O Anakee Adventure ainda apresenta dois novos compostos, 100% de sílica, que proporcionam estabilidade em velocidades altas, além de um alto nível de agilidade. Embora com um desenho mais aberto, a banda de rodagem do novo modelo proporciona a tração necessária em qualquer tipo de piso, aumentando a confiança e o conforto do motociclista.

Enquanto o centro do pneu apresenta um padrão mais compacto para garantir excelente estabilidade em linha reta em altas velocidades, seus sulcos gradualmente se alargam em direção aos ombros, aumentando o escoamento de água, em diferentes ângulos de inclinação, garantindo sua performance em estradas molhadas. “O novo modelo oferece dirigibilidade, conforto, segurança e estabilidade, especialmente em altas velocidades, sem qualquer concessão à vida útil dos pneus ou à agilidade”, afirma Flávio Santana (acima), gerente de Produto Michelin América do Sul.

MICHELIN ANAKEE ADVENTURE
Dimensões – Dianteiro e traseiro
 90/90 – 21 M/C 54V F TL/TT
 110/80 R 19 M/C 59V F TL/TT
 120/70 R 19 M/C 60V F TL/TT
 130/80 R 17 M/C 65H R TL/TT
 140/80 R 17 M/C 69H R TL/TT
 150/70 R 17 M/C 69V R TL/TT
 170/60 R 17 M/C 72V R TL/TT

 


 150/70 R 18 M/C 70V R TL/TT

Equipamentos de segurança usados pelo jornalista Aldo Tizzani, do MinutoMotor, no vídeo do novo pneu Anakee Adventure
Capacete: LS2
Conjunto: LS2
Botas: FOX
Luvas: Race Tech

VÍDEO: SPORT GLIDE 2019, UMA HARLEY 2 EM 1

VÍDEO: SPORT GLIDE 2019, UMA HARLEY 2 EM 1

O destaque da nova Harley-Davidson Sport Glide não é seu motor Milwaukee-Eight 107, que oferece quase 15 kgf.m de torque. Muito menos sua concentração de massa e assento a apenas 680 mm em relação ao solo. Pela suspensão invertida de 43mm na dianteira ou farol em LED. O grande diferencial do modelo 2019 é sua capacidade de transformação, já que esta integrante da família Softail poder ser uma boa opção para viagens curtas, como também para ser usada no dia a dia. O “X” da questão está na minicarenagem e nos alforjes que podem ser removidos em  apenas 30 segundos, deixando a cruiser HD mais ágil e versátil para o dia a dia.

Com a ajuda de Henrique Santos, da concessionária HD AutoStar, a equipe do MinutoMotor mostra como é fácil a retirada das peças. A minicarenagem, que protege o motociclista do vento frontal, é presa na suspensão por abraçadeiras de engate rápido. Já no caso dos alforjes, as malas rígidas contam com uma trava interna, além de dois pontos de ancoragem. A capacidade combinada dos saddle bags é de 25,5 litros.

O projeto da Sport Glide recebeu roda com design direcional, a primeira do gênero a sair da fábrica da Harley em modelos diferentes da linha CVO (customizados de fábrica). Os raios se estendem do cubo ao aro para criar uma maior sensação de movimento. A moto também ganhou acabamento em preto: tampa dos cabeçotes e ponteira do escape, além do chassi.Como nenhuma HD é igual a outra, a Sport Glide 2019 pode receber uma infinidade de acessórios como, por exemplo, sissy bar, bagageiro ou rack para acomodar um Tour-Pak (mala traseira). Da mesma forma que acontece com os alforjes e a carenagem, os acessórios originais da linha HoldFast da HD também podem ser instalados ou removidos em segundos. A moto 2 em 1 da Harley custa a partir de R$ 74.900.

MAIS RADICAL, A YAMAHA MT-09 2020 CHEGA POR R$ 43.690

MAIS RADICAL, A YAMAHA MT-09 2020 CHEGA POR R$ 43.690

A segunda geração do Yamaha MT-09 chega agora em março com várias novidades: estéticas, ciclísticas e tecnológicas, com destaque para a adoção do controle de tração e câmbio quick shift, além de suspensão dianteira com ajustes e reposicionamento do painel, que é 100% digital. A MT-09 2020 está disponível em três opções de cores – preto fosco, azul e cinza. O preço público sugerido (sem frete) é de R$ 43.690, com garantia é de um ano sem limite de quilometragem. 


Em termos de design, a naked da marca nipônica, que está chegando com certo atraso ao mercado nacional, traz um novo conjunto óptico formado por dois faróis duplos em LED, tomadas de ar maiores, que estão posicionadas junto ao tanque de combustível e as carenagens de proteção do radiador, na qual agora são fixados os piscas dianteiros, deixaram seu visual ainda mais arrojado e musculoso à naked. Já na traseira, lanterna com efeito 3D em LED e paralama junto à roda que. A peça está fixada diretamente na balança, que também tem a função de suporte da placa. Realmente, a MT-09 está mais radical.

Tecnologia embarcada

A versão 2020 vem equipada com controle de tração, sistema “quick shift” – que permite trocas de marchas ainda mais rápidas – e embreagem deslizante do tipo “slip clutch”, que possibilita reduções de marcha mais bruscas sem risco do travamento da roda traseira. O novo sistema, segundo a Yamaha, reduz em 20% o esforço do piloto no acionamento do manete de embreagem.

A moto conta com o sistema Yamaha D-MODE (Drive Mode), que possibilita a escolha de três diferentes formas de respostas ao acelerador, a STD, A e a B, que podem ser escolhidos de acordo com as condições de pilotagem e estilo de cada um:
•STD: Opção que cobre várias situações de pilotagem, entregando torque firme e contínuo tanto em baixa como em alta velocidade;
•A: Mais agressivo do que o modo STD, com respostas mais rápidas;
•B: Brando, se comparado ao STD, este modo proporciona uma pilotagem mais moderada.

Já o controle eletrônico de tração tem a função de dosar a entrega de torque do motor para a roda traseira, evitando que ela destracione em situações de aceleração brusca ou quando houver baixa aderência no piso.

Na MT-09 esse recurso tem duas opções de ajustes: o modo 1 evita que a roda patine em qualquer situação, enquanto o modo 2 realiza um controle moderado, intervindo menos na pilotagem. Além disso, o sistema permite ser desligado para tornar a pilotagem ainda mais emocionante, ideal para quem utiliza a MT-09 de forma mais esportiva, como em um track day, por exemplo.

Apesar de toda a evolução, o motor continua o mesmo: motor de três cilindros em linha de 847 cm³ de capacidade e tecnologia Crossplane, que gera 115 cv de potência máxima a 10.000 rpm e absurdos 8,9 kgf.m de torque máximo a 8.500 giros. A relação peso e potência é de 1,67 quilo por cv.

TEST-RIDE: HIMALAYAN, UMA INDIANA ESPARTANA E OUSADA!!!

Ousadia é a palavra-chave que vai nortear os caminhos da Royal Enfield no Brasil a partir de 2019. A marca indiana quer abrir este ano dez novas concessionárias e, de quebra, apresentou a Himalayan, uma espartana trail que tem preço sugerido de R$ 18.990. O termo ‘espartana’ não é pejorativo, se deve há dois motivos: a simplicidade no design e acabamentos e também pela sua capacidade de enfrentar desafios, principalmente no fora-de-estrada. Forjada e testada na mais alta cadeia montanhosa do mundo, o Himalaia, o modelo indiano de estilo retrô está equipado com motor de 410 cm3 de capacidade cúbica, que foi projetado do zero.

A Royal Enfield vê sua trail como um modelo de nicho, com um perfil de público bastante diferenciado, formado por fanáticos pelo estilo mais clássico. “A Himalayan ocupará seu próprio espaço dentro do cenário motociclístico brasileiro. Versátil e robusta, a nossa moto vai ser uma boa opção para que se aventurar pelo Brasil, seja pela terra, seja pelo asfalto”, explica Claudio Giusti, diretor Geral da Royal Enfield do Brasil.

O design “ame ou odeia” desta nova indiana tem suas vantagens, principalmente por não chamar a atenção dos amigos alheio. De cara, a Himalayan lembra a BMW R80 GS, que foi fabricada na década de 1980. Porém, o tanque de combustível está protegido por uma estrutura tubular, minimizando o risco de avarias em caso de uma queda.

A moto conta com dois paralamas na dianteira, um rente ao pneu e outro mais alto, como em suas principais concorrentes. Além disso traz, de série, protetor de cárter, bagageiros e preparação para receber malas laterais e outros itens como, por exemplo, galões sobressalentes. Como curiosidade, há no painel uma bússola digital para dar o “Norte” aos motoviajantes.

MOTOR

A Himalayan está equipada com um motor de um cilindro, 410 cm3 de capacidade, batizado de LS 410. Totalmente novo, o propulsor oferece boa distribuição de torque e potência, principalmente em baixos e médio regimes de rotação. São 3,2 Kgf.m de torque já disponíveis a 4.250 rpm. Já os 24,5 cv de potência estão em seu pico a 6.500 giros.

Ou seja, a moto é esperta na trilha e no trânsito, quando é preciso usar a força, que também é bem-vinda para encarar uma ladeira, apesar de seus 185 quilos à seco.

Neste teste, a equipe do MinutoMotor rodou quase 300 quilômetros pelo interior de São Paulo, entre asfalto, estradas vicinais e trilhas. O desempenho foi surpreendente. Com relação ao motor, o LS 410 vibra bem menos se comparados aos propulsores da linha clássica da Royal e traz câmbio de cinco velocidades. Além disso, o consumo girou entre 25 e 30 km/litro, o que confere a Himalayan uma autonomia de cerca de 450 quilômetros (tanque de 15 litros).

É possível rodar entre São Paulo e Minas com apenas um tanque de combustível. Aqui depende do peso da mão do piloto. Outro diferencial é que está trail retrô pode rodar até 10 mil quilômetros entre trocas de óleo.

CICLÍSTICA

Ancorada por um robusto chassi em berço duplo, a Himalayan é uma motocicleta equilibrada, isso em função do conjunto de suspensão e freios, que conta com ABS de série. Na dianteira o tradicional garfo telescópico de 41mm e 200 mm de curso e freio a disco único de 300 mm de diâmetro.

Já na traseira suspensão monoamortecida, com 220 mm de curso, e disco simples de 220 mm de diâmetro. Apesar de soluções espartanas, o conjunto deu conta do recado. Em nenhum momento, mesmo em voos pelas valas nas trilhas, a moto deu final de curso. Com distância do solo de 220 mm, o modelo supera obstáculos com facilidade.

Já os freios são honestos e cumprem seu papel. Isso graças ao sistema ABS de dois canais. Para ajudar nesta missão, a Himalayan vem calçada com pneus on/off-road (Pirelli MT 60) – aro 21 polegadas na dianteira e 15 polegadas na traseira –, que oferece boa aderência e bom desempenho em qualquer condição de terreno.

ERGONOMIA E CONFORTO

A Himalayan é uma moto confortável, isso em função da largura do guidão, o assento em dois níveis, com espuma de boa densidade; aliado a posição das pedaleiras. Aliás, as pedaleiras largas são um belo aliado para quem gosta de pilotar de pé (como eu) pelos deslocamentos na terra. É possível remover a borracha e deixar no ferro, que é todo serrilhado para apoiar melhor a bota.

Os pontos de fixação de bagagem para malas rígidas, alforjes e galões de combustível fazem parte do design da motocicleta. Ou seja, o motoaventureiro não precisa fazer nenhum tipo de adaptação, já está tudo lá pensado para a instalação de outros acessórios.

O painel de instrumentos é simples, porém completo. Lá é possível controlar a velocidade, temperatura ambiente, tempo de viagem, intervalos de manutenção e direção (bússola). Seu baixo centro de gravidade garante facilidade em colocar os pés no chão e assegura controle total durante a pilotagem. A trail indiana está disponível em duas opções de cores – Granite e Snow – e será comercializada pelo valor de R$ 18,990,00 – sem frete.

CONCLUSÃO

A Royal Enfield Himalayan é uma moto com personalidade forte. Feita para enfrentar qualquer tipo de desafio. Para muitos ela não é bonita, não é a mais potente de sua categoria, muito menos a mais tecnológica. Acho que está aí o seu charme. É uma moto que vai te legar para onde você quiser ir. É uma moto que você poderá rodar sem a preocupação de ter uma arma apontada para sua cabeça, já que não é um modelo ostentação.

A trail Himalayan é uma moto raiz, feira para quem quer curtir e fazer passeios on/off-road. É uma moto para quem não precisa provar mais nada para ninguém. É uma moto para percorrer distâncias, não fazer o melhor tempo. Como disse Claudio Giusti, diretor Geral da Royal Enfield, “a Himalayan é espartana, versátil e confiável que carrega, na sua essência, o espírito de liberdade do motociclista!!”. Isso sem falar na ousadia de encarar a concorrência de frente.

Como postou meu amigo Flávio Bressan no Instagram (estradasamazonicas), “a Himalayan é uma moto rústica, bruta e sistemática! Como todas as trails deveriam ser. A Himalayan é aquela Ténéré 250 mais forte que todos queríamos ter. Se tivesse o logo da Yamaha no tanque tava todo mundo babando e chamando a moto de herdeira real do nome lendário da Ténéré”.

Fotos Johanes Duarte / Divulgação