VÍDEO EXCLUSIVO: EXÉRCITO BRASILEIRO TESTA HELICÓPTERO TURCO

VÍDEO EXCLUSIVO:  EXÉRCITO BRASILEIRO TESTA HELICÓPTERO TURCO

Maior País da América do Sul, o Brasil ocupa uma área superior a 8.500.000 quilômetros quadrados.Tem 23.102 km de fronteiras, sendo 15.735 km terrestres e 7.367 km marítimas. Com dimensões continentais, nosso País precisa proteger cada centímetro de seu território. Para este trabalho contamos com as Forças Armadas, formada por Exército, Marinha e Aeronáutica. MinutoMotor foi convidado para assistir a demonstração de voo do helicóptero T129 ATAK, da Turkish Aerospace. A exibição aconteceu no final de março, no Comando de Aviação do Exercito (CIAvEx), que fica em Taubaté, no Vale do Paraíba (SP).

O helicóptero, usado pelas Forças Armadas Turcas, é uma das opções do Exército Brasileiro que busca modernizar sua frota de apenas 96 helicópteros multitarefas. Não há hoje no Brasil nenhuma aeronave específica para combate. Atualmente são utilizadas unidades adaptadas para receber armamento.
O T129 ATAK é um helicóptero bimotor de nova geração, com dois lugares em tandem, desenvolvido especificamente para ataque e reconhecimento. O modelo está equipado com dois motores, novos aviônicos, sensores e armas; fuselagem modificada, trem de acionamento reforçado e novo rotor de cauda.

Poder de fogo
O T129A tem grande poderio bélico. O canhão de 20mm está montado numa torre no nariz da aeronave. Tem capacidade de 500 projéteis. Pode transportar até quatro lançadores de foguetes, com um total de 76 foguetes não guiados.
A versão T129B também contará com foguetes Mizrak ATGMS e Cirit (foguetes de 70mm guiados a laser) e mísseis ar-ar Stinger, garantindo operações diurnas e noturnas.

VW GOL, FIAT PALIO E UNO: CARROS USADOS “BONS DE NEGÓCIO”

VW GOL, FIAT PALIO E UNO: CARROS USADOS “BONS DE NEGÓCIO”

Contra números não há argumentos. Se algum comerciante disser que o Chevrolet Meriva “é bom de negócio” mostre prá ele que você sabe das coisas. O mononolume da Chevrolet está apenas na 48ª posição no mercado de emplacamentos de carros usados no primeiro trimestre. Segundo dados da Fenabrave foram vendidos apenas 3.211 unidades do Meriva, nos três primeiros meses de 2019. Na outra ponta do relatório está o líder Gol que acumula 62.716 unidades emplacadas no mesmo período.

O VW Gol puxa um crescimento do mercado de carros usados segue a todo vapor . A venda acumulada é de 2.152.966 unidades contra os 2.135.990 do ano passado, um crescimento de 0,79% no mesmo período com o total dos meses janeiro, fevereiro e março.

Dentro desse universo, os carros mais vendidos foram o Gol, seguido pelo Fiat Palio com 40.742 unidades e pelo Uno com 40.423 emplacamentos. Na escala dos 50 carros usados mais comercializados do Brasil, o Honda HR-V é o último com 3.094 unidades antes dele está o Peuget 206 com 3.182 e o GM Meriva, que foi a escolha de apenas 3.211 consumidores.

Texto Cicero Lima, especial para o MinutoMotor

SCANIA IRÁ VENDER PEÇAS ORIGINAIS PELA INTERNET

SCANIA IRÁ VENDER PEÇAS ORIGINAIS PELA INTERNET
Scania S 620 V8 6×4

A Scania inicia a comercialização de peças pela internet. A fabricante sueca é a primeira da indústria de veículos comerciais (caminhões, ônibus e motores industriais, marítimos e para grupos geradores) a ter uma loja oficial no Mercado Livre. O cliente pode encontrar as ofertas pelo portal www.scaniaofertas.com.br ou diretamente no Mercado Livre: loja.mercadolivre.com.br/scania .

Os pedidos poderão ser feitos de qualquer região do Brasil. O acesso do usuário à loja no Mercado Livre é fácil e os processos de escolha do item e de compra são muito amigáveis e ágeis. Para maior comodidade ou ganho de tempo há opção de entrega no endereço do cliente ou retirada na concessionária. A novidade completa mais uma etapa da jornada da marca na transição para um sistema de transporte mais sustentável, em que a digitalização e a conectividade são essenciais para o moderno formato da gestão no transporte.

Scania S 620 V8 6×4

“Iniciamos uma nova era para a comercialização de peças. O comércio eletrônico abre mais um canal de contato com os clientes, pois traremos nossa rede ainda mais próxima deles. O parcelamento em até 12 vezes é um grande atrativo”, afirma Fábio Souza, diretor de Serviços da Scania no Brasil. “A rede de concessionárias será fundamental neste processo, pois cuidará da operacionalização da venda. Estamos abrindo novas oportunidades com potenciais clientes, especialmente de veículos mais antigos.”

A variedade de peças originais disponíveis na loja virtual engloba diversas linhas. “O aumento de opções acontecerá ao longo dos próximos meses. Estamos com um planejamento bem direcionado para as necessidades mais requisitadas do dia a dia. Queremos agilizar ao máximo o tempo que o cliente levará para receber a encomenda”, diz Lincoln Garcia, responsável pelo gerenciamento da loja virtual.

VW T-CROSS 200 TSI COMFORTLINE: NEM TANTO, NEM TÃO POUCO

VW T-CROSS 200 TSI COMFORTLINE: NEM TANTO, NEM TÃO POUCO

A Volkswagen chegou atrasada à “festa” dos utilitários esportivos compactos, segmento automotivo que não para de crescer no Brasil e no mundo desde meados da década passada. Ao longo desse período, modelos como o Ford EcoSport, o Renault Duster, o Jeep Renegade, o Honda HR-V e o Hyundai Creta tiveram seus dias de glória e renderam ótimos resultados para suas marcas. Como chegou depois da concorrência, o primeiro utilitário esportivo “made in Brazil” da Volkswagen teve tempo de desenvolver com calma a sua estratégia. Desembarca nas concessionárias em abril, em quatro configurações, com preços de R$ 84.990 a R$ 109.990. A mais cara é a versão Highline 250 TSI, que tem uma “pegada” mais esportiva e é equipada com motor 1.4 de 150 cavalos com etanol a 4.500 giros e torque de 25,5 kgfm, acoplado à transmissão automática de 6 marchas. Porém, a função de brigar pelas vendas fica mesmo é com as três versões 200 TSI, que investem mais na relação custo/benefício e são movidas pelo propulsor 1.0 com 128 cavalos de potência com etanol a 5.500 rotações por minuto e torque de 20,4 kgfm na faixa de 2 mil a 3.500 rpm, associado ao câmbio manual ou à transmissão automática com 6 marchas e “paddles shifts” no volante para trocas sequenciais. Dessas três versões 200 TSI, a Comfortline é mais bem equipada. Seu preço deixa clara a passagem pelo departamento de marketing da marca. Custa R$ 99.990, estratégicos R$ 10 abaixo dos R$ 100 mil. Um valor que muitos consumidores do segmento se impõem como “teto” para gastar na compra de um novo carro.

O T-Cross é montado sobre a plataforma modular MQB, a mesma do hatch Polo e do sedã Virtus. Mede 4,20 metros de comprimento e 1,57 metro de altura. A distância entre os eixos é de 2,65 metros – o mesmo entre-eixos do Virtus. O design é indisfarçavelmente Volkswagen. A identidade com outros modelos da marca é total. A dianteira é alta, com uma grade ampla e faróis de leds integrados. Todas as versões são equipadas com luz de condução diurna (DRL) em leds, integrada ao farol de neblina. A lateral é atravessada por um friso largo em baixo relevo, abaixo das maçanetas das portas, que vai do final do para-lama dianteiro até as lanternas. Na traseira, as lanternas são unidas por uma “ponte” de refletores estendida transversalmente, emoldurada por um painel preto.

Todos os T-Cross vêm com controle de estabilidade (ESC), seis airbags, freios a disco nas quatro rodas com ABS, bloqueio eletrônico do diferencial, direção elétrica e ajuste de altura e distância para o volante, assistente para partida em rampas (Hill Hold), sensores traseiros de estacionamento, sistema Isofix para fixação de cadeirinhas infantis, faróis com função Coming & Leaving, de neblina com função cornering, luzes de condução diurna e lanternas em led, banco dianteiro do passageiro com encosto rebatível, suporte para smartphone com entrada USB, travas e vidros elétricos e volante multifuncional.

A versão automática acrescenta controle de velocidade, apoio de braço central com porta-objetos, volante multifuncional revestido de couro, duas entradas USB para o banco de trás, saída traseira de ar-condicionado, sistema de som Composition Touch com tela colorida sensível ao toque de 6,5 polegadas e App-Connect. E a Comfortline adiciona ar-condicionado digital, banco do motorista com ajuste lombar, câmera de ré, indicador de pressão dos pneus, manopla da alavanca de câmbio revestida de couro, porta-luvas refrigerado, sistema save de variação do espaço do porta-malas, rodas de liga leve de 17”, sensores de estacionamento e sistema de frenagem automática pós-colisão. Detalhes cromados na grade dianteira pintada em preto brilhante, colunas centrais na cor preto brilhante e para-choque traseiro com apliques cromados na região inferior diferenciam a versão.

Para o T-Cross Comfortline, há quatro pacotes opcionais. O Exclusive & Interactive, que custa R$ 3.950, inclui sistema de infoentretenimento Discover Media com navegador via satélite, tela de 8 polegadas, comando por voz e entrada USB no console central, iluminação ambiente em leds, seletor do modo de condução, sistema Kessy de abertura das portas sem chave e partida do motor por botão; retrovisores externos com rebatimento elétrico e tapetes adicionais de carpete. O pacote Sky View II, de R$ 4.800, traz o teto solar panorâmico, retrovisor interno eletrocrômico e sensores de chuva e crepuscular. O pacote Design View, que sai por R$ 1.950, agrega bancos de couro com detalhes na cor marron e apliques decorativos no painel com detalhes na cor bronze namíbia. O quarto pacote, o Premium, sai por R$ 6.050 e incorpora o sistema Park Assist 3.0, faróis full-led com luz de condução diurna em leds e sistema de som Beats com subwoofer. São oito as opções de cores para a carroceria: branco puro, preto ninja, prata sargas, cinza platinum, vermelho crimson, azul norway e as novas laranja energetic – a do modelo testado – e bronze namibia.

Lugar familiar
Quem entra pela primeira vez no T-Cross 200 TSI Comfortline se impressiona com o espaço. É bastante generoso para um SUV compacto – o entre-eixos de 2,65 metros resulta em bastante área livre para quem viaja no banco traseiro. Tanto na frente quanto atrás, a percepção de espaço é similar aos sedãs médios. O Virtus traz de série itens como cintos de três pontos e apoios de cabeça para todos os assentos, seis airbags e sistemas de ancoragem de assentos infantis. Tudo isso ajudou o mais novo Volkswagen a alcançar cinco estrelas no Latin NCAP, que afere a segurança automotiva na América Latina. Em termos de design interno e acabamento, a sensação de “dejá vù” é inevitável. O motorista tem a impressão de que já esteve naquele carro antes. Há bastante plástico rígido e tecido e muitos detalhes parecidos com os de outros modelos da Volkswagen. Comandos de faróis, ar-condicionado e retrovisores elétricos, assim como o suporte para celular, são todos “herdados” do Gol. Já o volante é similar ao do Polo e do Virtus.

O porta-celular permite pendurar o smartphone no alto do painel para que o motorista possa utilizar dispositivos como o Waze – há inclusive uma entrada USB adicional. O aparato é de série, mas pode ser removido por quem achar que sua presença compromete a estética interna do veículo. O descanso de braço central é ajustável longitudinalmente em 10 centímetros e é o mesmo do Virtus. Sob ele, há um compartimento para guardar objetos. Na versão Comfortline, o sistema de entretenimento é intuitivo e conta com entradas USB, para SD-card e conexão Bluetooth. O sistema integra a imagem da câmera traseira de auxílio ao estacionamento. Também são de série ar-condicionado, direção elétrica, travas e vidros elétricos, alarme, controle de estabilidade e tração, controle de descida, bloqueio eletrônico do diferencial, volante multifuncional com ajustes de altura e profundidade, sensor de estacionamento e espelhos elétricos. O porta-malas tem volume variável de 373 a 420 litros, de acordo com o posicionamento do banco traseiro.

Primeiras impressões
O T-Cross 200 TSI Comfortline é um automóvel fácil de gostar. O SUV compacto se destaca por seu bom comportamento dinâmico e entrega bastante prazer ao dirigir. O motor 200 TSI Total Flex desenvolve potência de até 128 cavalos a 5.500 rpm, com etanol – com gasolina, são 116 cavalos, à mesma rotação. O torque máximo é de 20,4 kgfm (ou 200 Nm, o que justifica a denominação do motor), com gasolina ou etanol, sempre na faixa de 2 mil a 3.500 rpm. São números mais que suficientes para mover com desenvoltura os 1.252 quilos do SUV. Na versão Comfortline, esse motor é combinado a um câmbio automático de 6 marchas com função Tiptronic, que além de uma manopla ergonômica conta com as aletas no volante para troca de marcha. Faz de zero a 100 km/h em 10,4 segundos e atinge 184 km/h de velocidade máxima. Nada extremamente esportivo, mas um conjunto bastante satisfatório. Revestidos em tecido, os bancos dianteiros acomodam bem o corpo e não cansam, mesmo em trajetos longos.

No T-Cross 200 TSI Comfortline, arrancadas e retomadas são bem espertas e a elasticidade do conjunto permite até encarar rampas sem precisar recorrer à primeira marcha. O câmbio automático tem um sutil “delay” de reação, principalmente quando os giros caem demais. Nada que chegue a causar incômodo. O nível de rigidez da carroceria e a inclinação nas curvas é bem decente para um utilitário esportivo. A assistência elétrica oferece respostas bem diretas. Os freios, a disco nas quatro rodas, dão conta do recado com eficiência. Sistemas como os controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampas e bloqueio eletrônico de diferencial ajudam a tornar a vida do motorista mais tranquila, assim como a câmera de ré e os sensores dianteiros de estacionamento. Já o isolamento acústico poderia ser melhor. O ruído do motor domina o habitáculo quando se pisa forte no acelerador.

Texto e Fotos Luiz Humberto Monteiro Pereira / Agência AutoMotrix

Ficha técnica
Volkswagen T-Cross 200 TSI Comfortline

Motor: flex, dianteiro, transversal, 3 cilindros, 12 válvulas, 999 cm3, turbocompressor. Injeção eletrônica de combustível.
Tração: dianteira
Potência máxima: 115/128 cavalos a 5.500 rpm (G/E)
Torque máximo: 20,4 kgfm de 2 mil a 3.500 rpm (G/E).
Diâmetro e curso: 74,5 x 76,4 mm
Taxa de compressão: 10,5:1
Câmbio: automático Tiptronic de 6 marchas
Direção: elétrica
Suspensão: dianteira com McPherson e traseira com eixo de torção
Freios: disco ventilado (dianteira) e sólido (traseira)
Pneus: 205/55 R17
Direção: elétrica
Dimensões: 4,20 metros de comprimento, 1,75 metro de largura (estimada), 1,72 metro de altura, 2,65 metros de distância entre os eixos
Preço: R$ 99.990.

VÍDEO: COM FREIOS COMBINADOS, A POP 110I 2019 ESTÁ MAIS SEGURA

VÍDEO: COM FREIOS COMBINADOS, A POP 110I 2019 ESTÁ MAIS SEGURA


Conhecida por sua versatilidade e preço acessível a Pop 110i é, com certeza, o modelo mais econômico da Honda. Ela pode rodar até 50 km com um litro de gasolina e custa R$ 5.790 (frete não incluso). Características que fazem da Pop uma ferramenta de mobilidade para muitos brasileiros que vivem em pequenas cidades e mesmo nos grandes centros urbanos.

A Honda Pop é a quarta moto mais vendida no Brasil e na versão 2019 ganhou nova textura para o assento e freios combinados (Combined Brake System). O sistema de freio CBS é uma exigência da legislação e também um excelente aliado para os pilotos iniciantes.

Neste teste em condições reais de uso, a equipe do MinutoMotor rodou cerca de 300 quilômetros com a Pop 2019. Trafegou pelo trânsito carregado, enfrentou ruas de paralelepípedo, áreas rurais e, de quebra, encarou a Rodovia Fernão Dias, que liga São Paulo a Minas Gerais.

Embora ela não seja projetada para rodar na estrada, em muitos casos o dono da Pop é obrigado a circular nesse tipo de via. Com o crescimento dos grandes centros, nossas estradas se tornaram “grandes avenidas” ligando cidades dormitórios a áreas industriais. Exemplos não faltam nos arredores de São Paulo, Rio de Janeiro ou Belo Horizonte. Em muitos casos o trabalhador mora numa cidade e trabalha (ou estuda) em outra. Nesse caso a motocicleta cumpre seu papel de veículo de deslocamento. Basta olhar nos estacionamentos das fábricas e nas ruas perto das faculdades e perceber a enorme quantidade de motos estacionadas.

Facilidade
Nesta liberdade democrática de ir e vir, a Honda Pop 110 i usa a injeção eletrônica de combustível e um moderno motor de 110 cm³ de capacidade. Configuração que deixa a Pop 110i “espertinha”, isso em função de sua potência (7,9 cv) e também de seu torque (0,90 kgf.m). Seu visual espartano é compensado pela agilidade e economia – ela chega a fazer 50 km/litro de gasolina.

Na cidade ela larga na frente dos carros quando o semáforo abre e roda com muita, muita desenvoltura entre os automóveis. O desempenho favorável acontece graças ao bom acerto do motor, escalonamento do câmbio de quatro velocidades (diferente do utilizado na Biz, já que no caso da Pop conta com a ajuda da embreagem), mas também pelo seu baixo peso: apenas 87 quilos.

Freios que salvam vidas
O modelo está equipado com freios a tambor em ambas as rodas e com a adoção do sistema de freios CBS, o sistema distribui a frenagem de maneira equilibrada entre a traseira e a dianteira, garantindo mais segurança ao piloto, encurtando a distância de frenagem.
Na prática, quando o motociclista aciona o pedal de freio traseiro parte desta força aplicada vai para o freio dianteiro. É aí que está a eficiência da tecnologia do sistema de freios CBS que pode salvar a vida dos menos experientes, já que mesmo sem a intenção, o freio dianteiro é acionado.

Suspensão acertada
Sucesso de vendas principalmente na região Nordeste, o modelo já ultrapassou, desde seu lançamento, um milhão de unidades produzidas na fábrica da Honda em Manaus (AM). Com bom custo-benefício e baixo custo de manutenção, a ‘motoquinha’ também é amplamente usada em lugares onde não há caminhos asfaltados. Detalhe: mais de 80% estradas brasileiras não têm asfalto. Nos deslocamentos por terra ela não faz feio.

A Pop 2019 segue firme e forte graças ao conjunto de suspensão – bichoque na traseira de 83 mm de curso. Na dianteira, garfo telescópico tradicional de 100 mm de curso, que absorve bem as imperfeições.
Em nosso teste, a Honda Pop 110i 2019 se mostrou um “mini tanque de guerra” sobre duas rodas. A ampliação da segurança, a facilidade de pilotar e o peso reduzido aumentam o carisma do modelo que é o mais barato e o mais democrático da Honda.

FUSCAS E CARROS DE CORRIDA NO CONJUNTO NACIONAL

FUSCAS E CARROS DE CORRIDA NO CONJUNTO NACIONAL

Vai até 6 de abril, no espaço Cultural do Conjunto Nacional, a Semana Cultural da Velocidade (Velocult), que comemora os 60 anos da chegada ao Brasil de um dos carros mais simpáticos e icônicos da indústria nacional: o VW Sedan, ou simplesmente “Fusca”. A mostra, que completa 10 anos, é idealizada pelo artista plástico Paulo Soláriz.

Há diversos exemplares do “Besouro” decorando o piso térreo do Conjunto Nacional. São modelos de vários anos, cores e configurações de motorização e acabamento. Ou seja, há Fuscas para todos os gostos.

Além dos simpáticos clássicos da marca alemã, existem também quatro bólidos de competição para agradar os loucos por velocidade que se dirigirem à exposição.

Trata-se de dois Chevrolet Opala, configurados para as pistas de corridas. Um da categoria “Old Stock Race” e o outro da “Opala 250”, que fazem a festa dos “Opaleiros” de plantão e demais admiradores de automobilismo de competição, especialmente os mais saudosistas.

E ainda há os outros dois monopostos da F-Inter, bólidos pensados e nascidos para serem rápidos e seguros dentro dos traçados de um circuito. Os MG15 em questão são os de numeral 03 e cor azul, pilotado pelo Edu Bruza e também o de numeral 13 e cor verde, pilotado pelo Marcelo Zebrinha. Esses carros estiveram recentemente competindo no autódromo paulistano de Interlagos.

Exposição Velocult
Até 06 de abril
Entrada franca
Conjunto Nacional – Av. Paulista, 2073 – SP/SP

BÊ-A-BÁ: O QUE É E COMO FUNCIONA O SISTEMA DE FREIOS ABS

BÊ-A-BÁ: O QUE É E COMO FUNCIONA O SISTEMA DE FREIOS ABS

O ABS (Antilock Braking System) é um sistema de segurança ativa que evita que as rodas travem em frenagens de emergência – situação em que o veículo corre o risco de perder a aderência à pista e derrapar. As derrapagens estão entre os fatores que mais contribuem para a ocorrência de acidentes. Com o ABS, as rodas continuam com aderência à pista, o motorista mantém o controle sobre o veículo, sua estabilidade, e pode desviar de obstáculos mesmo pisando fundo no freio. Mas você sabe como esse mecanismo opera no veículo? É o que vamos ver agora, com informações do Cesvi Brasil – Centro de Experimentação e Segurança Viária.

Esse sistema eletrônico faz um monitoramento da rotação de cada roda, comparando-as com a velocidade do veículo. O ABS só entra em ação quando essa rotação da roda diminui muito em relação à velocidade do carro, indicando uma frenagem de emergência. O sistema envia sinais para que haja alternâncias muito rápidas entre alívio e pressão sobre os freios, que ocorrem em frações de segundo – tempo suficiente para evitar que as rodas travem.

Honda CB 250 Twister com freios ABS de série

Freios mais eficientes também nas motos
O ABS também está em vários modelos de duas rodas. Nas motos, o princípio é o mesmo dos automóveis: aplicando-se força normal e firme nos manetes de freio, há a distribuição eletrônica da intensidade de frenagem nas rodas traseira e dianteira, evitando o travamento. Detalhe: até o final deste ano, segundo norma do Contran, editada em 2016, todas as motocicletas novas devem vir equipadas, de série, com freios ABS (acima de 300cc) ou freios combinados (CBS), para modelos de até 300cc.

Pise fundo
Com um sistema convencional de frenagem, o motorista geralmente tem receio de pisar com toda a força no pedal do freio, pois sabe que as rodas podem travar. Com o ABS, não funciona assim. Numa frenagem de emergência, você deve pressionar o pedal do freio e manter a pressão sobre ele com força máxima – sem medo. Você pode vir a perceber um tremor do pedal, mas mantenha a pressão assim mesmo, até atingir a velocidade adequada para o desvio do obstáculo à frente. O tremor é característico do sistema ABS e acontece pela rápida variação na pressão do freio.
É importante ter em mente que velocidade tem limite. Não há recurso de segurança que salve vidas se houver um exagero no risco proporcionado por uma combinação entre excesso de velocidade e manobras perigosas.

VÍDEO: ANAKEE ADVENTURE, NOVO PNEU MICHELIN PARA BIGTRAILS

VÍDEO: ANAKEE ADVENTURE, NOVO PNEU MICHELIN PARA BIGTRAILS

Com tecnologia vinda da MotoGP, a Michelin amplia sua gama trail e lança o novo pneu Anakee Adventure. Desenvolvido para rodar 80% no asfalto e 20% no fora de estrada, a novidade chega para atender às necessidades e expectativas dos donos de motos bigtrail. “O novo Anakee Adventure é o primeiro pneu trail da Michelin a incorporar as tecnologias 2CT e 2CT+, anteriormente utilizadas apenas em pneus on-road”, explica Daniel D’Almeida, gerente de Marketing da Michelin América do Sul.

Disponível em oito medidas (dianteiro e traseiro), o lançamento da marca de francesa combina novos compostos, nova arquitetura e uma nova escultura, que oferece maior aderência em piso molhado e seco, dirigibilidade, conforto e estabilidade, especialmente em altas velocidades.

Agora, o novo pneu Michelin da família Anakee vem se unir ao Road 5 Trail (100% de uso urbano) e Wild (50% on-road e 50% off-road) e pode equipar vários modelos de motos como, por exemplo, Honda Africa Twin, linha BMW GS, Yamaha Super Ténéré, Suzuki V Strom, KTM Adventure e Triumph Tiger. Aliás, a nova R 1250 GS vem de série com o Anakee Adventure.

Tecnologia de pontaGraças à tecnologia Michelin 2CT, o pneu dianteiro combina diferentes compostos de sílica no centro e nos ombros, garantindo uma excelente aderência em todos os momentos – especialmente em piso molhado – sem prejudicar a performance no tempo seco ou a vida útil do pneu.   

Foto: Johanes Duarte Photo and Road

Já devido à tecnologia Michelin 2CT+, o composto de borracha usado no centro do pneu funciona como uma camada rígida abaixo do composto utilizado para os ombros, proporcionando maior estabilidade ao inclinar, ao mesmo tempo em que oferece alto desempenho em condições úmidas e secas, também sem prejudicar a vida útil do pneu.

O Anakee Adventure ainda apresenta dois novos compostos, 100% de sílica, que proporcionam estabilidade em velocidades altas, além de um alto nível de agilidade. Embora com um desenho mais aberto, a banda de rodagem do novo modelo proporciona a tração necessária em qualquer tipo de piso, aumentando a confiança e o conforto do motociclista.

Enquanto o centro do pneu apresenta um padrão mais compacto para garantir excelente estabilidade em linha reta em altas velocidades, seus sulcos gradualmente se alargam em direção aos ombros, aumentando o escoamento de água, em diferentes ângulos de inclinação, garantindo sua performance em estradas molhadas. “O novo modelo oferece dirigibilidade, conforto, segurança e estabilidade, especialmente em altas velocidades, sem qualquer concessão à vida útil dos pneus ou à agilidade”, afirma Flávio Santana (acima), gerente de Produto Michelin América do Sul.

MICHELIN ANAKEE ADVENTURE
Dimensões – Dianteiro e traseiro
 90/90 – 21 M/C 54V F TL/TT
 110/80 R 19 M/C 59V F TL/TT
 120/70 R 19 M/C 60V F TL/TT
 130/80 R 17 M/C 65H R TL/TT
 140/80 R 17 M/C 69H R TL/TT
 150/70 R 17 M/C 69V R TL/TT
 170/60 R 17 M/C 72V R TL/TT
 150/70 R 18 M/C 70V R TL/TT

VÍDEO: SPORT GLIDE 2019, UMA HARLEY 2 EM 1

VÍDEO: SPORT GLIDE 2019, UMA HARLEY 2 EM 1

O destaque da nova Harley-Davidson Sport Glide não é seu motor Milwaukee-Eight 107, que oferece quase 15 kgf.m de torque. Muito menos sua concentração de massa e assento a apenas 680 mm em relação ao solo. Pela suspensão invertida de 43mm na dianteira ou farol em LED. O grande diferencial do modelo 2019 é sua capacidade de transformação, já que esta integrante da família Softail poder ser uma boa opção para viagens curtas, como também para ser usada no dia a dia. O “X” da questão está na minicarenagem e nos alforjes que podem ser removidos em  apenas 30 segundos, deixando a cruiser HD mais ágil e versátil para o dia a dia.

Com a ajuda de Henrique Santos, da concessionária HD AutoStar, a equipe do MinutoMotor mostra como é fácil a retirada das peças. A minicarenagem, que protege o motociclista do vento frontal, é presa na suspensão por abraçadeiras de engate rápido. Já no caso dos alforjes, as malas rígidas contam com uma trava interna, além de dois pontos de ancoragem. A capacidade combinada dos saddle bags é de 25,5 litros.

O projeto da Sport Glide recebeu roda com design direcional, a primeira do gênero a sair da fábrica da Harley em modelos diferentes da linha CVO (customizados de fábrica). Os raios se estendem do cubo ao aro para criar uma maior sensação de movimento. A moto também ganhou acabamento em preto: tampa dos cabeçotes e ponteira do escape, além do chassi.Como nenhuma HD é igual a outra, a Sport Glide 2019 pode receber uma infinidade de acessórios como, por exemplo, sissy bar, bagageiro ou rack para acomodar um Tour-Pak (mala traseira). Da mesma forma que acontece com os alforjes e a carenagem, os acessórios originais da linha HoldFast da HD também podem ser instalados ou removidos em segundos. A moto 2 em 1 da Harley custa a partir de R$ 74.900.

ROX MOTO, UMA NOVA EXPERIÊNCIA PREMIUM EM DUAS RODAS

Compartilhar está na moda. Mas não adianta apenas compartilhar equipamentos, imóveis ou veículos. É preciso também agregar experiências e que esta nova percepção de mundo – menos posses e mais tempo para curtir o que realmente importa – seja usada para conhecer novos lugares, pilotar motos diferentes e dividir este conhecimento com os amigos. Com uma visão e inovadora nasce a ROX Moto, que opera em parceria com a Triumph Experience (TRX).

A nova empresa do grupo Triple Power – proprietária de seis concessionárias em São Paulo – três no interir, duas na capital e uma no litoral – das marcas Triumph, BMW e Ducati – estará focada em oferecer experiências, produtos e serviços diferenciados para motociclistas de perfil mais aventureiro. A princípio, a ROX oferecerá locação de motos – avulsas ou para períodos mais longos –, além de viagens nacionais e internacionais.

A empresa conta também com showroom para venda de seminovas, oficina multimarca e loja completa de acessórios. Tudo distribuído em uma área de 500 metros quadrados no distrito de Sousas, em Campinas (SP). Em breve, a ROX contará com uma unidade da lanchonete Lucky Wings, que terá a cara de um posto de gasolina dos anos 1950.

Plano de negócio diferenciado

Um dos principais diferenciais é a locação de motos bigtrail para períodos de um ou dois anos, pagando uma mensalidade a partir de R$ 840,00 para usar a moto, a priori, por um final de semana por mês. Com pacotes modulares, ou seja, bastante flexíveis, é possível compartilhar a moto com um grupo de amigos, por exemplo.

Mas quais as vantagens de alugar uma moto em um pacote anual? Segundo a ROX, o consumidor terá desconto de até 35% em relação à locação avulsa; cada fim de semana você pode experimentar uma moto diferente; top case grátis nas locações; seguro total contra roubos, furtos e colisões e terceiro. Para Lucas Ozi, um dos sócios da empresa, “o motociclista não terá a mínima preocupação com revisão, documentos. E ganha ainda um curso de pilotagem com o pessoal da TRX”. Outra novidade oferecida pela empresa é a opção de fechar um contrato de dois anos e usar um scooter 0km (Honda Elite 125) todos os dias.

Viagens internacionais

A ROX Moto já tem programado na agenda 14 viagens internacionais para 2019. Os roteiros serão pela Europa, América do Norte, América do Sul e África do Sul. Em função da parceria operacional com a TRX – que tem cinco anos de experiência, mais de 55 viagens realizadas e 11 mil clientes atendidos, a nova empresa já traz todo o know-how para essas operações no exterior, com guias certificados em pilotagem, primeiros socorros e mecânica; hotéis de categoria superior e carro de apoio.

“A ROX representa uma solução completa para atender às diversas necessidades dos motociclistas, unindo experiências e serviços inovadores, aqui e fora do Brasil”, afirma Ozi, dizendo que depois de toda esta degustação desperte no aventureiro o desejo de comprar uma moto.

SERVIÇO

www.roxmoto.com.br

(19) 99365-8180