NOVO SCOOTER HONDA ELITE 125 TEM PREÇO DEFINIDO: R$ 8.250

O novo scooter de entrada da Honda já está chegando às lojas. O preço do modelo foi definido esta semana pela montadora: R$ 8.250. Em função de suas características, o Elite 125 tem tudo para ser uma nova referência de mobilidade urbana sobre duas rodas. Traz boa dose de tecnologia, modernidade e design, aliado ao motor injetado e transmissão automática V-Matic. Para maior segurança e conforto, o Elite está equipado com freio CBS, painel LCD, iluminação frontal por LED, porta-capacete sob o assento, além de piso plano. Seu principal concorrente, o Yamaha Neo 125 UBS custa R$ 8.290.

Honda Elite 125 – Especificações técnicas
Tipo: OHC, Monocilíndrico 4 tempos, arrefecido a ar.
Cilindrada: 124, 9 cc
Potência Máxima: 9,34 CV a 7500 rpm
Torque Máximo: 1,05 kgf.m a 6000 rpm
Transmissão: Tipo V – MATIC
Sistema de Partida: Elétrica
Diâmetro x Curso: 52,4 x 57,9 mm
Relação de Compressão: 9.8 : 1
Sistema Alimentação: Injeção Eletrônica PGM-FI
Combustível: Gasolina
Tanque de Combustível: 6,4 litros
Óleo do Motor: 0,8 litro
Chassi: Monobloco (underbone)
Suspensão Dianteira/Curso: Garfo telescópico/ 90 / 80 mm
Suspensão Traseira/Curso: Monoamortecida/ 70 / 70 mm
Freio Dianteiro/Diâmetro: A disco / 160,8 mm / 190 mm
Freio Traseiro/Diâmetro: A tambor / 130 mm
Pneu Dianteiro: 90/90 -12
Pneu Traseiro: 100/90 -10
Comprimento x Largura x Altura: 1735 x 689 x 1118 mm
Distância entre eixos: 1223 mm
Distância mínima do solo: 133 mm
Altura do assento: 772 mm
Peso Seco: 104 kg

LEVORIN FAZ 75 ANOS E AMPLIA LINHA DE PNEUS PARA SCOOTERS

Para comemorar os 75 nos da empresa e ampliar sua participação no segmento moto, a Levorin – que hoje pertence ao grupo Michelin – apresentou uma nova linha de pneus para scooter, que atente a diversos modelos entre 100 a 300cc. Com design moderno, o novo pneu Matrix Scooter é um produto que pode ser usado sem câmara que foca no conforto da pilotagem, unindo aderência e segurança na frenagem em pista molhada. Isso em virtude desenho com sulcos em aclive para melhorar o escoamento de água.Há dez medidas disponíveis ao consumidor no varejo, cobrindo 95% do segmento scooter. Para os pneus dianteiros, as medidas são: 3.50-10, 90/90-10, 90/90-12, 90/90-14, 110/70-13, 110/70-16. E para os pneus traseiros: 100/90-10, 130/70-13, 100/90-14, 130/70-16. Para exemplificar, o novo pneu Matrix Scooter pode ser usado nos modelos Suzuki Burgman (90/90-10 e 100/90-10), Honda Lead (90/90-12 e 100/90-10), Yamaha NMax (110/70-13 e 130/70-13), Honda PCX (90/90-14 e 100/90-14) e até no Dafra Citycom 300i (110/70-16 e 130/70-16).“Retomamos o nome Matrix, referência em motos, oferecendo pneus para scooters de 100 a 300cc com design moderno e esportivo. A novidade chega para completar nosso portfólio de produtos com novas tecnologias, qualidade e confiança”, afirma Francis Ferreira, presidente da Levorin.

DOUTOR MULTAS: INDÚSTRIA DA MULTA – PARTE III: MULTA INJUSTA

O que nós podemos fazer ao receber uma multa injusta? Hoje, nós contamos com algumas ferramentas para que uma injustiça, como, por exemplo, o recebimento de uma multa sem qualquer explicação seja, ao menos, apurada. Portanto, a sugestão é para que sempre busquemos por nossos direitos, correto?

A partir daí, a gente precisa entrar no site oficial do Departamento de Trânsito (Detran) do respectivo estado e clicar na opção “recurso online”. Infelizmente, nem todos os estados possuem esse recurso. Isso é essencial para que se possa abrir uma denúncia relativa a uma infração que não se cometeu. De modo geral, esse espaço da plataforma do Detran contará com uma parte para as multas com as seguintes opções:
1 – Penalidade de Advertência por Escrito (PAE);
2 – Defesa Prévia;
3 – JARI;
4 – CETRAN.

O problema está contido em algum desses itens? Simplesmente, é preciso clicar no tópico e iniciar todo o processo para recorrer da penalização. Posteriormente, na parte de suspensão do direito de dirigir, há:
1 – Defesa prévia;
2 – Recursos de primeira instância;
3 – Recursos de segunda instância.

O processo é exatamente o mesmo. Aperte em cima da alternativa desejada e monte a sua defesa, visando reconquistar o direito de conduzir o seu carro, moto, caminhão, entre outros veículos. A terceira via se refere à cassação de carteira de motorista:
1 – Defesa Prévia;
2 – Recursos de primeira instância;
3 – Recursos de segunda instância.

Portanto, nós contamos com três modalidades básicas para iniciar a nossa defesa, a fim de nos livrarmos de uma penalidade imposta injustamente. É importante lembrar que esses passos podem variar ligeiramente dependendo da estrutura online do Detran do seu estado.

Denunciar condutas suspeitas da indústria das multas
E se algum de nós for submetido a um procedimento suspeito ou observar alguma ação ilícita por parte dos agentes de fiscalização, o que deve ser feito? Será que há canais que aceitam a denúncia a respeito da indústria das multas? A resposta é positiva!

De maneira geral, existe um telefone gratuito, para cada cidade, da “Ouvidoria” ou “Corregedoria” por meio do qual é possível reportar essas situações confusas e/ou que necessitam de uma apuração emergencial. O de Porto Alegre é o serviço de atendimento ao público, cujo número é (51) 3288-2000.

Além disso, nós também podemos encaminhar e-mails e comentários através de contato disponível na plataforma do Detran de sua unidade federativa. E, se a intenção é ter certeza de que a denúncia vai ser levada a sério, sempre é possível comparecer a uma unidade para efetuar a sua queixa.

Normalmente, essas informações para contato podem ser encontradas facilmente nos portais do Detran. A ajuda para denunciar o comportamento abusivo ou suspeito de policiais ou superiores é essencial para que esquemas, como o que está sendo apurado no interior de São Paulo, sejam descobertos e totalmente desmantelados.

Para saber mais sobre este e outros assuntos, entre em contato com o Doutor Multas. Envie e-mail para doutormultas@doutormultas.com.br ou ligue gratuitamente para 0800-6021-543.

BMW E SENAI-SP: PREPARANDO PROFISSIONAIS PARA O FUTURO

BMW E SENAI-SP: PREPARANDO PROFISSIONAIS PARA O FUTURO

Com investimentos na casa dos R$ 4 milhões –R$ 3 milhões em instalações, área construída e infraestrutura, e mais R$ 1 milhão em equipamentos e produtos –, a Academia BMW Group Brasil SENAI-SP surge para atender um complexo panorama de negócios e com forte expectativa de crescimento. “Esta co-training tem a missão de levar a um nível superior a questão da capacitação profissional nas áreas autônoma, conectada, eletrificada e compartilhada no País”, explica Helder Boavida, presidente da BMW do Brasil.

Ou seja, o novo centro de treinamento conta tecnologia de última geração para formação de profissionais em veículos elétricos e híbridos, sistemas de diagnóstico e programação, assim como agrega ferramental voltado para reparação de carrocerias feitas de alumínio.

Com uma área de 1.000 m², a edificação está em anexo às dependências da Escola SENAI-SP do Ipiranga. A previsão é atender 2.700 pessoas/ano, sendo 1.500 profissionais da própria rede BMW e as outras 1.200 vagas estarão disponíveis para a comunidade. Os primeiros treinamentos acadêmicos começam a partir da 2ª quinzena de janeiro de 2019. A inauguração do complexo aconteceu em 29 de outubro.

O novo local também está capacitado para treinar profissionais da rede BMW e alunos do SENAI–SP em tecnologias assistentes de condução semiautônoma presentes em veículos como o BMW X3 M40i, produzido na fábrica do BMW Group em Araquari (SC). O novo centro de treinamento oferecerá também capacitação técnica para as novas tecnologias em produtos e serviços das marcas BMW, MINI e BMW Motos.

Esta iniciativa ainda permitiu a unificação das áreas de capacitação específica de funilaria e pintura, de mecânica e eletrônica embarcada, além de favorecer a logística, reduzindo o tempo de deslocamento de equipamentos e de pessoal.

Para Paulo Skaf, presidente do SENAI-SP, o Brasil precisa estar mais conectado nas grandes mudanças tecnológicas no mundo. “A quarta revolução deverá chegar logo ao País. Por isso já estamos preparando a mão de obra do futuro”, completo Skaf.

TESTE: MT-07 2019 ESTÁ MAIS EQUILIBRADA E AGRESSIVA

 

Lançada no Brasil em 2015, a Yamaha MT-07 chega à sua segunda geração. O design está mais agressivo, o conjunto de suspensão aprimorado e os bancos foram redesenhados. Já o motor é o mesmo da versão anterior: dois cilindros em linha de 689cc, quase 75 cv de potência máxima (9.000 rpm) e o torque máximo de 7 kgf.m (6.500 rpm). Disponível nas cores Racing Blue (azul metálico), Matt Gray Fluo (cinza metálico fosco) e Matt Black (preto fosco), a MT-07 2019 chega nas revendas da marca já no próximo dia 20. Preço sugerido de R$33.790, mais frete.

Entre suas concorrentes diretas, a MT-07 vai encarar a Honda CB 650F (motor de quatro cilindros e preço sugerido de R$ 34.900), Ducati Monster 797 (R$39.900) e Kawasaki Z 650 (R$ 29.990). Ambas com motores de dois cilindros.

Com 992 unidades emplacadas entre janeiro e setembro, agora com a reformulação da MT-07 a Yamaha quer crescer ainda mais no mercado naked. Não será por falta de bons motivos. De comportamento dócil e ao mesmo tempo vigoroso, isso acontece em função da adoção da tecnologia Crossplane, que garante entrega da torque e potência sem buracos na aceleração.

Com apenas 183 kg em ordem de marcha, a naked da Yamaha tem a melhor relação peso/potência da categoria: 2,4 kg/cv.

NOVO DESIGN E PAINEL LCD

As mudanças no desenho começaram pelo novo tanque de combustível (14 litros), com destaque para os defletores de ar e abas do radiador. O paralama dianteiro e o farol dianteiro também foram remodelados. O painel de instrumentos, de posicionamento ao centro, tem display em LCD totalmente digital. Conta com relógio, indicadores de marcha e combustível; outros destaques são o conta giros que indica, além da rotação, a faixa de maior torque, e o fundamental indicador de marchas.

Completo, o painel oferece inúmeras outras informações: hodômetro total e parcial, consumo médio, consumo instantâneo, F-trip (hodômetro parcial de reserva de combustível), temperatura do líquido de arrefecimento, temperatura do ar de admissão e o indicador “Eco”, que mostra quando a motocicleta está consumindo de maneira eficiente o combustível considerando rotação do motor, ângulo de abertura da borboleta e velocidade.

CONTROLE E SEGURANÇA

A principal mudança  ficou mesmo na parte ciclística, já que o conjunto de suspensão teve uma boa evolução. Os amortecedores dianteiros ganharam nova calibragem – mola e óleo – e agora o comportamento é mais firme. Já o amortecedor traseiro (monocross) traz ajuste de retorno, além das nove regulagens de compressão da mola, similar ao da irmã mais velha, a MT-09. Segundo Henrique Tunes, consultor técnico da Yamaha, “essas mudanças dão à nova MT-07 maior agilidade, controle, estabilidade e segurança”.

Falando nisso, a nova geração da naked está equipada com sistema de freios formado por dois discos flutuantes de 282 mm e pinças de 4 pistões cada na dianteira, um disco de 245 mm e pinça simples na traseira, e claro, sistema ABS. 

Impressões de pilotagem

A principal característica da MT-07 2019 é seu torque generoso – quase 7 kgfm, disponíveis a 6500 giros. Isso reflete em muita agilidade no trânsito urbano e também poucas trocas de marcha. Em muitos modelos, as reduções são necessárias para que a moto ganhe velocidade. Não é o caso da MT-07. Por exemplo, rodando no corredor, em baixa velocidade e em quarta marcha engatada, o piloto vai dosando bem giro do acelerador e, consequentemente, a entrega de torque à roda traseira.

Nesta hora a naked se transforma em um scooter, de tão controlada e fácil que é a condução. A naked média da Yamaha entrega tanto torque como potência (74,8 cv a 9.000 rpm) de forma bastante linear.


O novo conjunto de suspensão deixou a moto mais firme, mas não tem a pretensão de ter o mesmo desempenho de uma superesportiva. Com nova mola e óleo, a suspensão dianteira – de 130 de curso – absorve bem os impactos com o piso. A traseira, com ajuste do retorno da mola, oferece mais controle. A sensação de segurança também se dá pelos freios, com sistema ABS, que não deixa as rodas travarem. Na dianteira discos duplos e na traseira disco simples dão conta do recado. Para ajudar neste trabalho, a moto conta com pneus de perfil esportivo.

O conjunto ciclístico, aliado a geometria do chassi tubular, ajuda a MT-07 realizar mudanças bruscas de direção com muita propriedade e contornar curvas se torna um grande prazer.


Outro item que agradou foi a ergonomia. O piloto fica praticamente com os braços retos (guidão largo), coluna mais erata e pernas semiflexionadas, que se encaixam perfeitamente ao desenho do tanque de combustível. Assim a condução é feita de forma bastante relaxada.

GOSTEI

Agilidade e versatilidade – características que se destacam em função do torque do motor, que é liberado desde as baixas rotações.
Novo conjunto de suspensão – deixou a moto mais firme e equilibrada. Uma verdadeira fun bike.
Painel de instrumentos – LCD, 100% digital, com múltiplas funções e indicador de marcha no centro. Informações com fácil visualização.

NÃO GOSTEI

Alça do garupa –  A MT-07 não oferece o item que é essencial para transportar um passageiro com segurança;
Assento duro – Apesar do novo desenho do banco, mais amplo e mais largo, a densidade da espuma está um pouco mais macia. Mesmo assim, em viagens mais longas, o piloto vai sentir certa fadiga.
Pouco tecnologia embarcada – Para uma moto que chega ao consumidor final na casa dos R$ 35 mil, só o sistema de freios ABS é muito pouco. Quem sabe na próxima geração da MT-07 teremos controle de tração e modos de pilotagem, itens adotados na sua irmã mais velha, a MT-09.

 

FICHA TÉCNICA MT-07 2019

 

Motor
4 Tempos / DOHC 8 válvulas / Arrefecimento líquido
Cilindradas (cm³) 689
Quantidade de cilindros 2
Diâmetro X curso (mm) 80×68,6
Taxa de compressão 11.5:1
Torque máximo (kgf.m/rpm) 6,9 / 6.500
Potência máxima (cv/rpm) 74,8 / 9.000
Sistema de partida Elétrica
Sistema de lubrificação Cárter Úmido
Capacidade de óleo do motor (L) 3

Capacidade do tanque de combustível (L) (reserva) 14 (2,7L)
Alimentação Injeção Eletrônica
Sistema de ignição TCI
Transmissão primária Engrenagens
Transmissão secundária Corrente
Embreagem
Úmida / Multi-disco
Câmbio 6 velocidades
Tipo de chassi Diamante
Ângulo de cáster 24º 50′
Trail (mm) 90

Pneu dianteiro Bridgestone 120/70 ZR 17M/C (58W)
Pneu traseiro Bridgestone 180/55 ZR 17M/C (73W)
Freio dianteiro Disco duplo hidráulico com sistema ABS
Ø do freio dianteiro 282
Freio traseiro Disco hidráulico com sistema ABS
Ø do freio traseiro (mm) 245
Suspensão dianteira Garfo telescópico
Suspensão traseira Balança traseira tipo Monocross com link
Curso da suspensão dianteira (mm) 130
Curso da roda traseira (mm) 130

Comprimento total (mm) 2.085
Largura total (mm) 745
Altura total (mm) 1.090
Altura do assento (mm) 805
Altura mínima do solo (mm) 140
Peso em ordem de marcha (kg) 183
Distância entre eixos (mm) 1.400

 

CRESCE VENDAS DA HONDA POP 110i NOS GRANDES CENTROS

Conhecida por sua praticidade, fácil pilotagem e preço acessível (R$ 5.598), a Pop 110i é, com certeza, o modelo mais econômico da linha Honda. Pode rodar até 50 km com um litro de gasolina. Ferramenta de mobilidade que garante o ir e vir de pessoas que vivem em pequenas cidades do interior, agora o modelo está ganhando importância também nos grandes centros, segundo a montadora. Muito provavelmente em função da crise e a necessidade de buscar novas oportunidades com agilidade e economia. A pequena motinho foi lançada há 12 anos como Pop 100. Ao longo deste tempo já ultrapassou a marca de 1 milhão de unidades produzidas no Polo Industrial de Manaus (PIM) e apresentou evolução tecnológica.

Há exatos três anos, a nova Pop ganhou sistema de injeção eletrônica e um moderno motor de 110 cm³ de capacidade, além de mudanças no visual. A Pop 110i ficou mais “esperta” em função do ganho de potência (7,9 cv) e torque (0,90 kgf.m). Desde julho de 2015, quando foi lançada, a Pop 110i já atingiu o marco de 312 mil unidades produzidas em Manaus (AM). É o quarto modelo mais vendido do País, só perde para as Honda CG, NXR 160 Bros e Biz.

Com bom custo-benefício e baixo custo de manutenção, o modelo foi criado para ampliar o acesso à mobilidade em todas as regiões do Brasil. O maior mercado deste do modelo é o Nordeste, com 70% das vendas; seguido pela região Norte, com 22,5%. Sudeste, Centro-Oeste e Sul representam 4,3%, 2,6% e 0,5%, respectivamente.

Apesar de a representatividade ser maior no Nordeste, a região Sudeste vem apresentando importantes resultados. A Grande São Paulo, por exemplo, registrou crescimento de 70% nos emplacamentos do modelo no período de janeiro a agosto de 2018 com relação ao mesmo intervalo de tempo em 2017. Outra localidade que vem se destacando é a capital mineira, Belo Horizonte, que registrou 27% de aumento nas vendas no mesmo período. Será que os moradores dos centros urbanos estão vendo na Pop 110 uma opção barata para fugir do transporte público ineficiente, do elevado preço da gasolina e, consequentemente, da crise econômica?

Entre as modalidades de pagamento, o consórcio se destaca, com 61% de participação, seguido pela compra à vista, com 24%. Já o CDC (Crédito Direto ao Consumidor) fica com 14% das vendas do modelo. Guardando as devidas proporções, a Pop 110i é para o Norte/Nordeste o que a Vespa foi para a Itália e Europa. Ou seja, um veículo que serve para locomoção e geração de pequenos negócios, com muita economia e baixa manutenção.

FOTOS: Renato Teixeira / MinutoMotor

 

VESPA: HISTÓRICA, VERSÁTIL E MODERNA

Fim da Segunda Grande Guerra Mundial. Povo europeu mentalmente abalado, economicamente arruinado e materialmente destruído. Eram necessários meios de transporte financeiramente viáveis e que não consumissem o então caro e raro combustível. Rodas de trem de pouso, motores de popa e de partida de aviões, além de tubulações destinadas a armamentos. Eram os elementos disponíveis! Neste contexto de poucos recursos surgiu a Vespa, um ícone da genialidade em prol da mobilidade. A Itália e, consequentemente, a Europa, precisava rodar. As videiras e as oliveiras tinham que voltar a produzir para gerar receita. Afinal se a gasolina estava escassa, o dinheiro estava muito mais. E a reconstrução do “Velho Continente” gerou a racionalização de recursos, mas não de ideias.

No início da década de 1940, Enrico Piaggio e Corradino D’Ascanio não tinham noção do que estavam criando. Que o reaproveitamento de muitas peças e partes sucateadas resultaria em um dos veículos que mudaria o conceito de ir e vir que nos norteiam até hoje. No início de 1946, um pequeno e extravagante veículo de duas rodas foi apresentado. Prático e econômico, a Vespa foi projetada especialmente para jovens com espírito de liberdade e mulheres, que agora poderiam finalmente pilotar vestindo saia e sem sujar os sapatos.

O veículo foi batizado de Paperino (Pato Donald, em italiano – acima, à esq.), mas Enrico Piaggio, vendo a silueta de sua criação disse: “Parece uma vespa. E a Vespa nasceu com o seguinte slogan: 80 mil liras para um sonho de liberdade a 60 quilômetros por hora”. Tudo começou com o modelo MP5.

The Oscar Goes To

Mas foi o cinema que decretou o sucesso de público e crítica do produto. A Vespa se tornaria em poucos anos o símbolo da Itália Pós-Guerra e se transformaria em cobiçado objeto de cena de muitos filmes e cartões postais da “Vecchia Botta”. Em particular, o filme ‘Roman Holiday’ (A Princesa e o Plebeu), estrelado por Audrey Hepburn e Gregory Peck. O casal cruza a capital Roma em uma Vespa branca. A inesquecível cena produzida em 1953 se transformaria em um verdadeiro spot publicitário para o fabricante.


Depois disso nenhum turista ficou imune à possibilidade de alugar, mesmo que por apenas por algumas horas, o mítico veículo de duas rodas para circular pelas principais cidades italianas como, por exemplo, Milão, Turim, Gênova e Florença, além, é claro, na “Cidade Eterna” de Roma e seus monumentos históricos. Há quem prefira mergulhar – de corpo, alma e de Vespa – na charmosa Costa Amalfitana.

Museo Piaggio

Quer fazer uma viagem no tempo e conhecer melhor a história da Vespa? Então visite o Museo Piaggio di Pontedera, que fica no coração da Toscana, perto de Pisa, ‘piccolo paese’ famoso por sua torre inclinada. Com certeza será uma experiência inesquecível. Completamente renovado este ano, o Museo Piaggio ocupa hoje cinco mil metros quadrados, recebeu mais de 600 mil visitantes e conta com mais de 50 Vespa, sem contabilizar modelos de competição. A coleção traz modelos da década de 1940 até a edição comemorativa 946 Emporio Armani (acima), de 2015. O modelo é uma releitura de grife construído em 1946. Foi criado em homenagem aos 40 anos da Armani e aos 130 anos do Grupo Piaggio. Além do design impactante, a 946 foi concebida com freios ABS.

Em função de sua infraestrutura e quantidade de veículos, o Museu Piaggio di Pontedera é, hoje, o maior e mais completo museu italiano dedicado ao segmento de duas rodas. O acervo recebe exemplares únicos que contam não apenas a história da Vespa, mas também de outras marcas do Grupo Piaggio, entre elas: Aprilia, Gilera e Moto Guzzi. Mais informações, acesse: www.museopiaggio.it

Texto João Tadeu Boccoli, do Pitacos do Vovô, especial para o MinutoMotor

VÍDEO: NOVA CB TWISTER 2019, MAIS AGRESSIVA E SEGURA

Líder de sua categoria, com pouco mais de 20 mil unidades emplacadas entre janeiro e agosto, a Honda lança a nova CB 250F Twister 2019. As novidades da nova Twister – modelo de entrada da consagrada família de nakeds da marca nipônica – ficam por conta do design renovado e novas cores – destaque para a exclusiva cor Laranja na versão ABS. Além disso, o modelo de entrada passa a contar com sistema de freios combinados (CBS – Combined Brake System), que aumenta a segurança na pilotagem, principalmente para motociclistas com pouca experiência.

Os preços agora variam entre R$ 13.990 (CBS) e R$ 14.990 (ABS). Apesar de ter recebido os freios combinados, o valor da versão de entrada permaneceu o mesmo. Já no top de linha, com ABS, o preço final foi reduzido em mais de R$ 500. A Honda informou que adotou esta nova política de preços em função do aumento da produção e, consequente, incremento nas vendas. Ou seja, maior volume, menor preço.

Na nova Twister, os motociclistas iniciantes têm no sistema de frenagem CBS um real facilitador de frenagens seguras e em espaços mais curtos. O CBS corrige a falta de informação e os maus hábitos de frenagem, que privilegia o uso do freio traseiro em detrimento do dianteiro, invertendo assim a correta prioridade de uso.

Mas na prática, como funcionam os freios combinados? Ao pressionar o pedal, parte da força de frenagem é enviada ao disco dianteiro. Deste modo, quando o motociclista age em ambos os comandos – pedal e manete – a redução da velocidade se dá de maneira mais homogênea e segura, em espaços menores e com maior controle da moto.

Na versão topo de linha, Twister 250 conta o sistema de freios ABS. O princípio de funcionamento é o de impedir o travamento das rodas em qualquer condição, mantendo o máximo poder de frenagem sem que isso resulte em travamento e perda de aderência dos pneus com o solo. Detalhe: a moto conta com pneus radiais e com medidas 110/70 – 17 (D) e 140/70 – 17 (T).

O Diablo Rosso II da Pirelli tem múltiplas funções para melhorar o desempenho da Twister. Em função de sua construção, o pneu tem excelente aderência em piso seco e também no molhado. Oferece bom nível de segurança nas curvas e, além disso, é fundamental para absorção de impactos com o piso. Contribuindo para a eficiência do sistema de suspensão, que é “ancorado” em um chassi do tipo Diamond, na qual o motor é elemento estrutural.

Outro diferencial do conjunto de suspensão é a adoção de amortecedor hidráulico traseiro com duas molas. Esta opção traz, segundo a Honda, resultados superiores em termos de conforto, estabilidade e absorção de impactos. Dotadas de especificações diferentes quanto à rigidez, as molas cumprem tarefas distintas: a maior destina-se a absorção das irregularidades de maior amplitude. Já a menor visa oferecer maior conforto e possibilidade de manter o pneu em constante contato com o solo.
Com o auxílio de um monoamortecedor e 108 mm de curso, em nenhum momento, seja no asfalto esburacado em pisos irregulares e com desviveis, como nas nossas estradas, a suspensão traseira chegou a fim de curso, mostrando tudo seu comprometimento com a segurança e equilíbrio do conjunto.

 

MOTOR ECONÔMICO

A CB Twister está equipada com motor monocilíndrico, 4 tempos, arrefecido a ar de 249,5 cm3, com comando de válvulas simples no cabeçote (OHC – Overhead Camshaft) de quatro válvulas e alimentado pela injeção eletrônica de combustível PGM-Fi (Programmed Fuel Injection). Com tecnologia bicombustível, o propulsor oferece potência máxima de 22,4 cv a 7.500 rpm e 2,24 kgf.m a 6.000 giros abastecido com gasolina. Já com o combustível vegetal, a potência é de 22,6 cv a 7.500 rpm. Já o torque é de 2,28 kgf.m a 6.000 giros. O propulsor conta com câmbio de seis velocidades, com engates suaves e precisos. Com a atualização do modelo, a Honda poderia ter mudado também o escapamento, por um com desenho mais moderno. De repente seguindo o mesmo padrão estético usado na linha CB 500 (pentagonal).

O monocilíndrico da pequena naked trabalha de forma exemplar. Entrega força e potência de forma de forma linear. Em função de sua arquitetura e menor número de peças, a vibração é quase zero. Porém, o que impressiona mesmo é seu desempenho, principalmente em baixos e médios giros. O que dá bastante agilidade ao modelo em perímetro urbano, no qual o torque usado com mais propriedade.

Já na estrada, em sexta marcha, a 5 mil rpm, a nova Twister estará a 105 km/h e fôlego no acelerador para alcançar mais velocidade, se necessário. Segundo dados do Instituto de Tecnologia Mauá, a CB 250F Twister chega a 136 Km/h. Mas está informação não é a mais importante! O destaque deste monocilíndrico de 250cc é sua economia. Faz mais de 35 Km/l com um litro de gasolina. Resumindo: em função de seu tanque de combustível de 16,5 l, com a Twister 250 daria para ir de São Paulo até o Rio de Janeiro ou Curitiba sem abastecer.

 

LED, PAINEL, CORES E PREÇOS

A modernidade CB Twister é traduzida em vários aspectos como, por exemplo, o conjunto traseiro conta com lanterna e piscas “full LED”, ou pelo painel “black-out”. Na versão 2019 foram introduzidos ainda dados sobre consumo médio e instantâneo. Infelizmente, a Honda não inseriu no painel um indicador de marchas, bastante útil para os iniciantes no mundo moto.

A CB Twister ABS, na exclusiva cor Laranja, se destaca pelas rodas na mesma cor, que remete à RC 213V pilotada por Marc Márquez, atual líder do Mundial de Motovelocidade, categoria MotoGP. A CB Twister vermelha pode ser escolhida com freios ABS ou CBS, enquanto as versões prata metálico e branco vêm exclusivamente no modelo de entrada. Disponível em toda rede de concessionários Honda já este mês, os preços variam entre R$ 13.990 (CBS) e R$ 14.990 (ABS), base estado de São Paulo. Para o nova Twister, a Honda oferece ainda três anos de garantia sem limite de quilometragem e sete trocas de óleo.

 

VÍDEO: COMO FUNCIONA O PRIUS, O HÍBRIDO DA TOYOTA

Na próxima segunda (17/09), a 14ª Plataforma Latino-Americana de Veículos Híbridos-Elétricos, Componentes e Novas Tecnologias abre suas portas. Mais importante evento do segmento na América Latina, a feira será um ambiente ideal para o fortalecimento do networking do setor, disseminando conhecimento, novas tecnologias e gerando negócios que tenham potencial para tornar as cidades mais inteligentes e sustentáveis. O evento é dividido em duas frentes: Congresso e Exposição, na qual serão apresentadas soluções para mobilidade urbana, infraestrutura e políticas para veículos sem combustão. Aproveitando o gancho de evento e o preço da gasolina nas aturas, esta semana testamos o Prius, o híbrido da Toyota. Falando na marca, a montadora de origem japonesa também participará do salão. Exibirá o protótipo Prius Flex e outros modelos híbridos da linha de luxo Lexus. O Salão Latino-Americano de Veículos Híbridos-Elétricos vai até quarta-feira (19/9) no Transamerica Expo Center, em São Paulo.


A Toyota já vendeu mais de 10 milhões de veículos híbridos em todo o mundo desde 1997, quando o Prius – primeiro híbrido de produção de massa – foi lançado. Desse total cerca de 60% são Prius. No Brasil já foram comercializadas exatas 5.340 unidades do modelo híbrido desde o lançamento em 2013. A marca já está testando um protótipo do Prius equipado com motor bicombustível. Esses testes, segundo a montadora, têm sido satisfatórios. Infelizmente, a marca não tem previsão de lançamento desta nova versão para o mercado interno.


Porém, com vários projetos de carros híbridos e elétricos ainda em desenvolvimento, a missão da Toyota é disseminar o conhecimento e os benefícios dessa tecnologia. Ou seja, as pessoas precisam conhecer mais sobre economia de combustível, baixo índice de emissão de CO2 e o quão agradável e divertido é um carro híbrido. Só depois disso, a Toyota poderá considerar a expansão gradual desse mercado de acordo com a aceitação dos consumidores. Agora confira como funciona o Prius em mais um vídeo exclusivo produzido pelo MinutoMotor.

VOCÊ SABE QUANDO BUZINAR SE TORNA UMA INFRAÇÃO DE TRÂNSITO?

 Mais uma estreia na área de conteúdo do MinutoMotor. O Doutor Multas irá sanar dúvidas sobre questões ligadas à legislação de trânsito. Este trabalho é desenvolvido por um escritório de consultoria na área administrativa, composto por técnicos em elaborar recursos administrativos para multas de trânsito, processos de suspensão, cassação e multas da ANTT. Nesta primeira participação, o Doutor Multas analisará o ato de buzinar no trânsito. Essa conduta é dúvida cada vez mais frequente entre os motoristas e gera multas quando praticada de forma indevida.

Estresse, ansiedade, trânsito lento, falta de tempo e pressa de chegar logo ao destino. Esses são só alguns dos fatores que levam o condutor a perder a calma no trânsito, contribuindo para que ele dispare a buzina de forma indevida.
Se você já passou por algum desses fatores e acabou buzinando para extravasar os sentimentos, deve saber do que estamos falando.
Mas é preciso ter cuidado!
Será que você sabe quando a buzina se torna uma infração de trânsito?
Se a resposta foi não, fique tranquilo!
Nós preparamos algumas dicas para você não cometer mais essa gafe por aí e não correr o risco de ser multado no tráfego.
Quando posso utilizar a buzina?
Primeiramente, é preciso lembrar que a buzina é um alerta sonoro importante para evitar acidentes, mas ela deve ser usada pelo motorista com sabedoria e bom senso.

Quando o uso não é feito de forma moderada, seu efeito pode ser exatamente o oposto, gerando caos e aumentando o nível de estresse dos condutores.
Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, o uso da buzina só é permitido em duas situações, conforme as exigências estabelecidas em artigo (Art. 41.):
“Art. 41. O condutor de veículo só poderá fazer uso de buzina, desde que em toque breve, nas seguintes situações:
I – para fazer as advertências necessárias a fim de evitar acidentes;

II – fora das áreas urbanas, quando for conveniente advertir a um condutor que se tem o propósito de ultrapassá-lo.”
Ainda assim, o uso de sinais visuais também pode ser uma alternativa indicada. Motoristas de caminhão já adotam essa prática em suas viagens quando o intuito é avisar outros condutores da ultrapassagem.
Essa espécie de código, inventada por eles, é de auxílio mútuo. E é bem simples.
Por exemplo, uma piscada dos faróis, da luz baixa para a alta, indica, ao veículo da frente, “por favor, dê passagem”.
O condutor que será ultrapassado pode responder de duas maneiras: seta para esquerda, que indica “não é seguro, não me ultrapasse ainda”, ou seta para a direita “você já pode me ultrapassar, boa viagem”.
Essa ação é simples e bastante utilizada fora das zonas urbanas. Essa prática também pode ser adotada pelos veículos de passeio a fim de ajudar a reduzir um pouco do estresse enfrentado pelos condutores nas rodovias.
É importante ressaltar também que a conduta é permitida pelo Código de Trânsito Brasileiro, como podemos observar em exigências estabelecidas no Art. 40:
“Art. 40. O uso de luzes em veículo obedecerá às seguintes determinações:
(…)

III – a troca de luz baixa e alta, de forma intermitente e por curto período de tempo, com o objetivo de advertir outros motoristas, só poderá ser utilizada para indicar a intenção de ultrapassar o veículo que segue à frente ou para indicar a existência de risco à segurança para os veículos que circulam no sentido contrário; ”
Buzinar duas vezes em agradecimento também é frequente entre os motoristas após efetuar a ultrapassagem. Quanto a essa prática, é preciso estar atento e o que vale é o bom senso de saber quando o seu uso pode atrapalhar o tráfego ou não. Lembrando sempre que a buzina deve ser utilizada em toques breves e em sinal de alerta. Fora esses casos, por favor, só buzine quando for necessário.

Quando buzinar gera multa?Vamos fazer um teste?
Nós vamos elencar algumas situações em que condutores costumam buzinar e você tem que responder mentalmente e com sinceridade se costuma praticar esse ato em algum desses casos. Que tal? Assim, você já fica sabendo quando pode ser multado ou não.
Quando o time do coração vence aquela final tão esperada: Como você comemora? Buzinaço?
Ao chegar à casa de um parente, amigo (a) ou namorado (a): Você manda mensagem avisando que já está no local ou buzina até a pessoa sair?
O motorista dá sua frente não viu o semáforo abrir: Você espera até ele se dar conta e o trânsito fluir ou buzina impacientemente até que ele saia da frente?
Se você respondeu sim para alguma dessas perguntas, é possível que você esteja com problemas e precise mudar a sua postura no trânsito, caso não queira ser multado.
Segundo lei estabelecida pelo CTB, o motorista pode ser autuado caso utilize a buzina nas seguintes situações:
“Art. 227. Usar buzina:
I – em situação que não a de simples toque breve como advertência ao pedestre ou a condutores de outros veículos;
II – prolongada e sucessivamente a qualquer pretexto;
III – entre as vinte e duas e as seis horas;
IV – em locais e horários proibidos pela sinalização;
V – em desacordo com os padrões e freqüências estabelecidas pelo CONTRAN:”

É importante o condutor também estar atento à placa de regulamentação e ao nível máximo de pressão sonora da buzina. Ambos os casos podem gerar multas se não estiverem de acordo com as resoluções estabelecidas por lei.
De acordo com o inciso IV do artigo 227 do CTB, em locais em que a placa de regulamentação R-20 esteja presente, fica proibido o uso da buzina ou de outro sinal sonoro. Não é permitido utilizar buzina em frente a escolas, hospitais e no interior dos túneis.
Buzina muito alta ou com sons semelhantes a sirenes podem gerar autuações. O nível máximo de pressão sonora é de 104 decibéis e mínimo de 93 para veículos produzidos a partir de 2002, conforme a Resolução nº 35 do CONTRAN.
Condutas que não respeitam essas regras geram autuações com multa leve, que custará, ao condutor, o valor R$ 88,38 e 3 pontos na CNH, conforme o referido art. 227.

Fui multado. E agora?

Calma!

Você ainda pode recorrer. Segundo o Art. 5º da Constituição Federal, o condutor tem direito de se defender ou contestar uma infração recebida.
Mas fique atento aos prazos! Assim que você for notificado, caso acredite que não tenha cometido nenhuma infração, entre em contato para que possamos recorrer em tempo hábil.

E lembre-se: não é preciso pagar a multa para entrar com o pedido de defesa.
Ligue para 0800 6021 543 ou escreva para doutormultas@doutormultas.com.br .
Seu caso será analisado sem custo algum e, caso você opte por recorrer com o Doutor Multas, prepararemos um recurso específico para a sua situação.