LEVORIN FAZ 75 ANOS E AMPLIA LINHA DE PNEUS PARA SCOOTERS

Para comemorar os 75 nos da empresa e ampliar sua participação no segmento moto, a Levorin – que hoje pertence ao grupo Michelin – apresentou uma nova linha de pneus para scooter, que atente a diversos modelos entre 100 a 300cc. Com design moderno, o novo pneu Matrix Scooter é um produto que pode ser usado sem câmara que foca no conforto da pilotagem, unindo aderência e segurança na frenagem em pista molhada. Isso em virtude desenho com sulcos em aclive para melhorar o escoamento de água.Há dez medidas disponíveis ao consumidor no varejo, cobrindo 95% do segmento scooter. Para os pneus dianteiros, as medidas são: 3.50-10, 90/90-10, 90/90-12, 90/90-14, 110/70-13, 110/70-16. E para os pneus traseiros: 100/90-10, 130/70-13, 100/90-14, 130/70-16. Para exemplificar, o novo pneu Matrix Scooter pode ser usado nos modelos Suzuki Burgman (90/90-10 e 100/90-10), Honda Lead (90/90-12 e 100/90-10), Yamaha NMax (110/70-13 e 130/70-13), Honda PCX (90/90-14 e 100/90-14) e até no Dafra Citycom 300i (110/70-16 e 130/70-16).“Retomamos o nome Matrix, referência em motos, oferecendo pneus para scooters de 100 a 300cc com design moderno e esportivo. A novidade chega para completar nosso portfólio de produtos com novas tecnologias, qualidade e confiança”, afirma Francis Ferreira, presidente da Levorin.

TEST-RIDE: HARLEY FXDR 114, A EMOÇÃO COMEÇA EM 2.500 RPM

As muscle bikes me fascinam. Atraem meu olhar por suas linhas radicais que esbanjam personalidade. São arrojadas, musculosas, torcudas e potentes. Seu desempenho esportivo vem de motores mais apimentados e sua ciclística impõe respeito pela robustez e eficiência. Em 2016 tive o privilégio de participar do lançamento mundial da Ducati XDiavel, em Santa Mônica, na Califórnia (EUA). Mas antes disso, a partir do início dos anos 2000, pilotei praticamente toda a linha V-Rod, da Harley-Davidson. Cheguei a rodar nos Estados Unidos com a Night Rod em 2012. Testei ainda as versões Muscle e a Night Rod Special. Em termos globais, o Brasil ocupou a segunda posição em vendas desta família. Apesar do sucesso, aposentadoria da família V-Rod veio em 2016. De lá para cá havia uma lacuna que só agora foi preenchida com a chegada da FXDR 114 2019, nova integrante da linha Softail.

Misto entre Night Rod Special e XR 1200X, a nova power cruiser da H-D não usa o motor Revolution, desenvolvido em parceria com a alemã Porsche, mas sim o novo Milwaukee-Eight 114 (de 114 polegadas cúbicas), refrigerado a ar, que oferece ‘apenas’ 16,11 kgf.m de torque já disponíveis a 3.500 rpm . A moto se diferencia também pelo uso materiais mais leves: alumínio na balança e no sub-chassi. O resultado é o menor peso – 303 kg em ordem de marcha – e mais agilidade.

O que incomoda, à primeira vista sãs as peças em plástico que emolduram o assento solo e o paralama traseiro, que se move junto com a suspensão que, alias, recebeu um monoamortecedor com nova posição de ancoragem. São 112 mm de curso e ajuste na pré-carga da mola. Aqui valeria um acabamento mais requintado, como o uso da fibra de carbono, já que estamos falando em uma moto que custa a partir de R$ 80.200. Porém este tipo de acabamento faz parte de uma extensa linha de acessórios da marca, desenvolvida exclusivamente para o modelo!

A posição de pilotagem lembra a da Night Rod Special, ou seja, braços esticados e bem abertos e pernas semiflexionadas, com as pedaleiras não tão à frente, quando comparado com as primeiras V-Rod. É uma postura de pilotagem diferente, com o troco projetado para frente Aqui a relação é ‘ame ou odeie’. Eu gosto!

Atenção nas manobras em baixa velocidade, como em uma moto esportiva o ângulo de esterço é reduzido. Além disso, a FXDR 114 – assim como a Breakout – conta com um ângulo de cáster de 34 graus. Mas a altura do assento, de 720 mm, auxilia o motociclista nesta situação. Outro item que veio das superesportivas foi a suspensão dianteira: invertida (upside down) com tubos de 43mm de diâmetro e 130mm de curso. Absorve bem as irregularidades do piso, deixa a moto sempre no trilho e dita o caminho para a próxima curva.

COMO É PILOTAR?

Para domar esta usina de força, o piloto precisa ir com calma, até se acostumar com a nova posição de pilotagem. Já o motor é bruto e muito cuidado nas aceleradas mais vigorosa. Aqui de duas uma: ou a FXDR114 vai empinar ou a moto vai sair fritando o pneu traseiro de 240mm, enrugando o asfalto. Por isso, o motociclista precisa ter total controle sobre a máquina.

Ao apertar o botão do start, o Milwaukee-Eight 114, de cerca de 80 cv de potência máxima (número não confirmado pela Harley), desperta e emite um som médio-grave que é propagado pelo escape 2 em 1. O ‘rugido’ do motor refrigerado a ar instiga o piloto a girar o cabo. E é a 2.500 giros que a emoção começa.

Com uma boa relação de marchas, a FXDR114 vai ganhando velocidade de forma controlada. Aqui o mais importante não é o torque, mas sim como esta força é distribuída. No caso desta Softail é feita de forma exemplar, progressiva. Mas se o motociclista quiser mais emoção é só girar o acelerador com vontade e ter adrenalina correndo solta no corpo, já que a moto vai derrapar nas saídas de curva. Por isso, a Harley deveria ter investido em um pacote eletrônico completo – modos de pilotagem e controle de tração – como na sua coirmã italiana.

Em pista plana, asfalto bom, sexta marcha engatada e motor girando a 3.150 rpm, a muscle bike da HD já estava a 140 km/h, com folga para muito mais. A velocidade por ultrapassar, com facilidade, 200 km/h. A autonomia é de cerca de 300 km, já que o tanque tem capacidade para 16,7 litros da gasolina.

Depois de cruzar a Marginal Pinheiros e um trecho da rodovia Castelo Branco, a FXDR seguiu pela Estada dos Romeiros, que liga Itu a Cabreuva, no interior de São Paulo. Devoradora de curvas – as mais abertas, de preferência –, a moto mostrou para que veio: rodar com o giro baixo, porém de forma bastante vigorosa. Quando é preciso de mais potência e troque bastava dar uma leve girada da manopla do acelerador. No trecho mais sinuoso, a moto rodou praticamente o tempo todo em quarta marcha. A FXDR 114 até parecia um scooter. Claro que oferecendo mais emoção!

Agora nas saídas de curvas e já emendando em retas, a nova HD despeja força e potência quase que de forma instantânea, já que o comportamento dinâmico do ‘V2’, de 1.868 cm³, é quase um soco no estômago. Em função da nova arquitetura, com a transmissão primária deslocada para traz, o motor oferece um dos maiores ângulos de inclinação na família Softail, que faz desta Harley boa de curvas e de retas. O mais incrível é que em nenhum momento a pedaleira raspou no chão.

Aqui duas ressalvas, antes de mergulhar nas curvas o correto é frear antes, deixar o sistema entrar em ação – disco duplo de 300mm na dianteira e, na traseira, disco simples de 292mm. Em alguns momentos de abuso por parte do piloto (este que vos escreve), o ABS entrou em ação e não deixou a roda travar. Em resumo, a FXDR não é uma moto para iniciantes, mas sim para pilotos experientes que gostam de acelerar. Com a nova muscle bike ninguém vai ficar órfão da V-Rod.

Fotos: Guilherme Veloso / Divulgação – Harley-Davidson

EXCLUSIVO – EICMA 2018: NOVIDADES HARLEY, INDIAN E ROYAL ENFIELD

Harley-Davidson

A empresa norte-americana apresentou em Milão a versão oficial do LiveWire. Neste lançamento global, ainda alguns detalhes técnicos não foram declarados. Com design arrojado, a LiveWire oferece aceleração instantânea, baixo centro de gravidade e ultrapassa os 150 km/h. Bom, foi isso que disseram os executivos da marca na Itália. 

Mas o que fica evidente é que a HD está apostando e mostrando ao mundo do que ela é capaz de fazer. E que a companhia vai muito além dos motores de dois cilindros em “V”.

Destaques para a FXDR 114, a nova muscle bike da HD, e para a final mundial do concurso de customização “Battle of The Kings” (abaixo), que reuniu quase 300 participantes de todo o mundo, inclusive do Brasil. A grande final aconteceu durante o EICMA e a equipe campeão foi da Tailândia. 

Indian

Mais naked que custom, a FTR 1200 da Indian – marca norte-americana de deixou o Brasil recentemente – foi apresentada oficialmente no EICMA. O lançamento foi inspirado nos modelos que participam das flat-track (corridas em circuitos ovais de terra). Conta com base mecânica da Scout, só que com mais cavalaria e força. A FRT 1200 está equipada com o tradicional motor V2 de 1.203 cm3, que gera 120 cv de potência máxima e quase 12 kgf. de torque. 

Royal Enfield

Da prancheta à realidade em apenas seis meses. A Concept Royal Enfield KX exposta no EICMA foi inspirada na KX de 1938. O protótipo está equipado com motor de dois cilindros e 838 cm3 de capacidade. Parece pronto para ir para as lojas.

Outros destaques ficaram por conta da Continental GT 650 (acima) e Interceptor 650, que já devem desembarcar no Brasil em meados e 2019, logo após a chegada da Himalayan. A apresentação oficial da trail da Royal acontece em janeiro para a mídia especializada .

O jornalista Aldo Tizzani, do MinutoMotor, viajou à convite do ITA (Italian Trade Agency) e também do ICE (Agência para a internacionalização das empresas italianas)

EXCLUSIVO – EICMA 2018: NOVIDADES DAS MARCAS JAPONESAS

EXCLUSIVO – EICMA 2018: NOVIDADES DAS MARCAS JAPONESAS


Honda

Boas notícias da Honda vindas da “Vecchia Botta”. Entre novos modelos e atualizações. A nova Honda CBR650F traz um desenho mais radical, melhor ergonomia, luzes de LEDs e conta ainda com painel de LCD, que incorporou indicador de marcha engatada. O modelo ganhou ainda novas rodas. Além disso, quadro e suspensão também foram revisados. Dessa forma, a ciclística da e a sport touring japonesa está seis quilos mais leve. O motor DOHC de 16 válvulas e 649 cm³ foi otimizado e agora oferecer mais 5% de potência acima das 10.000 rpm. O pico de potência fica na casa dos 95 cv, disponível a 12.000 giros. Com uma nova configuração, o motor – que usa e embreagem assistida – oferece agora mais potência e torque em baixos e médios regimes de rotação. Outra novidade é a adoção do controle de tração.

Toda a família 500 da Honda teve melhorias para 2019. A CBR500R assumiu um estilo mais radical. Ganhou iluminação de LED, novo painel de instrumentos LCD que conta agora com indicador de marchas – excelente função para iniciantes – e atualização na suspensão dianteira. O seu motor de dois cilindros ganhou 4% de potência e está mais esperto em baixas rotações. O pico de potência é de quase 48 cv a 8.500 rpm, com torque máximo de 4,38 kgm.f a 7.000 rpm.

Já a versão X, por exemplo, ganhou roda maior na dianteira, de 19 polegadas. A atualização dará um ganho para enfrentar obstáculos com mais facilidade e mudanças de direção com mais precisão.

Kawasaki

No EICMA, a Kawasaki não poupou esforços para trazer o que há de mais moderno em sua linha. A lista começa pela nova Ninja ZX-6R, com motor de636 cc, que não sofria alteração desde 2013, além da atualizada Versys 1000 SE, que ganhou um completo pacote eletrônico, Porém, para nós brasileiros, a expectativa é grande para a chegada da Z400, modelo naked derivado da Ninja 400. E para os iniciantes, novos modelos de entrada: Ninja 125 e Z125.

Suzuki

A Suzuki aproveitou o Salão de Motos de Milão para que o público tivesse oportunidade para ver em primeira mão a nova Katana, releitura de clássico da década de 1980. Já a linha GSX-R1000 2019 recebeu novo visual, novos freios e na parte eletrônica, a moto ganhou a assistência eletrônica do quickshifter para passar as marchas sem o auxilia da embreagem.

Yamaha

Finalmente a Yamaha apresentou no EICMA a versão final de sua trail, a XTZ 700 Ténéré. Depois de dois anos de muitas especulações, o novo modelo chega com motor de dois cilindros de 72 cv de potência máxima, sete quilos de torque . suspensão invertida e painel 100% digital. Tem tudo para ser uma aventureira nata, principalmente para os pilotos mais radicais, que não abrem mão de uma boa prova de enduro ou muitos quilômetros de terra.

Outro destaque fica para a XSR 700 XTRIBUTE,uma clássica inspirada na primeira XT500. O motor é o mesmo que equipa a família MT-07.

O jornalista Aldo Tizzani, do MinutoMotor, viajou à convite do ITA (Italian Trade Agency) e também do ICE (Agência para a internacionalização das empresas italianas)

EXCLUSIVO: EICMA, O MAIOR SALÃO DE MOTOS DO MUNDO – ITALIANAS

EXCLUSIVO: EICMA, O MAIOR SALÃO DE MOTOS DO MUNDO – ITALIANAS

A 76ª edição do Salão de Motos Milão (EICMA 2018), que aconteceu entre 8 e 11 de novembro, na capital econômica da Itália, reuniu exatas 1278 marcas de 44 diferentes países e milhares de visitantes. A maior feira do segmento no mundo foi invadida, literalmente, por fanáticos pelo mundo das duas rodas. O seis megapavilhões ficaram lotados e a ‘capital da moda’ se transformou na ‘cidade da moto’.

Lá era possível ver – e subir – em diversos novos modelos; de marcas, estilos, potência e capacidade cúbica completamente distintas. Das potentes superesportivas até os dóceis scooters, passado pelas aventureiras trails e as tradicionais clássicas. Havia espaço ainda para equipamentos de segurança, inovações tecnológicas e veículos elétricos. Confira as principais novidades deste universo de duas rodas que acontece anualmente em Milão (ITA)

O jornalista Aldo Tizzani, do MinutoMotor, viajou à convite do ITA (Italian Trade Agency) e também do ICE (Agência para a internacionalização das empresas italianas)

Marcas italianas
Aprilia

La Casa de Noale apresentou dois novos produtos bem interessantes, principalmente aos amantes da motovelocidade. A primeira foi a versão 2019 da Aprilia RSV4, que traz motor de 1.100cc mais potente e design ainda mais radical. A outra é a Concept RS 660, uma motoconceito que em breve deverá ganhar a linha de produção.

Ducati

A “Ferrari das motos” trouxe várias novidades ao EICMA, com uma estreia mundial e atualização de vários modelos. Começamos com a Ducati Panigale V4R, considerada uma moto de rua com DNA de pista. Modelo mais potente da Casa de Borgo Panigale, a superesportiva está equipada com motor de quatro cilindros em “V”, a 90º, que gera 221 cavalos de potência máxima – e que pode chegar até 234 cv com a instalação de um escapamento esportivo d Akrapovič. A carenagem do novo modelo foi projetada e desenvolvida pela Ducati Corse – divisão de competição da marca – em parceria com o Ducati Style Center. Tudo pensado para melhorar a eficiência aerodinâmica em alta velocidade. A moto ganhou ainda peças em fibra de carbono, suspensões ajustáveis e muita eletrônica embarcada. Com a Panigale V4R, Ducati competirá no Campeonato Mundial de Superike em 2019.

A nova Hypermotard 950 apresenta uma renovação substancial em comparação com os modelos anteriores 821 e 939, com o retorno do escape (duplo) sob o assento duplo. Já a Multistrada 950 conta com uma nova versão 950S, que agora ganhou suspensão eletrônica. A Diavel 1260 traz uma bela atualização estética e a tradicional linha Monster ganha mais um modelo: a 821 Stealth.

MV Agusta

A MV Agusta sempre mexe com o imaginário do motociclista por meio de seus modelos radicais de exclusivos. Este ano não foi diferente. Destaque para a Brutale 1000 Series Oro. O modelo está equipada com motor de quatro cilindros em linha que gera 208 cv de potência máxima, que pode chegar a 212 com a instalação de um escapamento esportivo. Serão fabricadas apenas 300 unidades e a marca italiana informa que esta macchina atinge 300 km/h.

SWM

Com uma participação muito tímida no mercado brasileiro, a marca que tem sede na cidade de Vares (perto de Milão) exibiu na feira três nakeds com vocação scrambler, que contam com motores de 125, 300 e 400cc. A linha VareZ começa a ser vendida na Europa no início de 2019.

LINHA 2019 DA HARLEY CHEGA COM TRÊS BELAS NOVIDADES

Só para recordar, a linha 2018 da Harley-Davidson chegou ao país radicalizando em termos estéticos e com motores mais eficientes. Agora a marca norte-americana apresenta três novos modelos 2019: a power cruiser FXDR 114, a versátil Sport Glide, da família Softail; além da Iron 1200, da linha de entrada Sportster. Outra novidade é a adoção do Apple CarPlay nas motos da linha Touring. Confira abaixo as principais características de cada lançamento, além da tabela de preços de todas as motocicletas da linha H-D 2019 vendida no Brasil. A mais barata, a Iron 883 custa R$ 42.400. Já a mais cara, a CVO Limited, sai por R$ 172.900.

FXDR 114Visualmente, a nova FXDR 114 teve seu design inspirado no estilo drag. A moto traz linhas bem agressivas e, com certeza, vai atrair o público que ficou órfão da família da V-Rod. O para-lama traseiro é desenhado para cobrir o pneuzão de 240mm de largura. A nova power cruiser americana está equipada com o Milwaukee-Eight 114. Aliás, o motor mais poderoso oferecido no chassi Softail, com 16,11 kgf.m de torque a 3.500 rpm. Balança, sub-chassi e as rodas foram fabricadas em alumínio. Tudo para melhorar a relação peso/potência (a cavalaria não é divulgada pela H-D).

A FXDR 114 é a nona Harley-Davidson lançada no Brasil baseada na plataforma Softail e introduzida para a linha 2019, além de ser uma das mais recentes em uma linha de 100 motocicletas de alto impacto comercial que a montadora planeja introduzir até de 2027.


A pergunta que fica é se a nova power cruiser da H-D fará tanto sucesso quanto a linha V-Rod. O Brasil foi um dos principais mercados do modelo mais esportivo da Harley que, além do design radical, estava equipada com motor de dois cilindros em “V” dispostos a 60°, refrigerado a líquido, que gerava 125 cv de potência máxima a 8.250 rpm. Ou seja, bem diferente o Milwaukee-Eight 114, “V2” a 45º .

SPORT GLIDE

Customizada de fábrica, a Sport Glide 2019 é uma moto versátil. Pode ser usada em viagens longas, no dia a dia ou para passeios curtos. Conta com estilo clássico e contemporâneo empresado da linha Touring, da qual adotou também as malas laterais (com 25,5 l de capacidade, cada), que podem ser facilmente removidas – sistema que lembra a aposentada Switchback. Na parte ciclística, a nova Softail ganhou suspensão invertida de 43mm na dianteira, além do ajuste remoto da pré-carga da mola do amortecedor traseiro.

Traz iluminação em LED e acelerador eletrônico com controle eletrônico de velocidade de cruzeiro. Já as belas rodas de alumínio fundido são calçadas com pneus Scorcher 31, da Michelin. Oitavo modelo lançado no Brasil com base na plataforma da Softail, a Sport Glide está equipada com o motor Milwaukee-Eight 107, que é montado diretamente no chassi, porém conta com contrabalanceadores, que foram instalados para reduzir a vibração em marcha lenta.

IRON 1200A nova integrante da família Sportster da Harley, a Iron 1200 esbanja personalidade. É ideal para deslocamentos urbanos ou até viagens curtas. Traz guidão alto, a carenagem emoldura o farol dianteiro e está equipada com o tradicional motor Evolution 1200 V-Twin, que oferece 36% mais torque – 9,5 kgf.m em contra 6,83 kgf.m se comparado ao Evolution 883. A título de curiosidade, a família Sportster é fabricada desde 1957 e, de lá prá cá, ganhou várias roupagens: bobber, chopper, scrambler, café racer e foi até moto de corrida (dirt track). Os novos grafismos do tanque de combustível (12,5 litros) da Sportster diferenciam a Iron 1200 e combinam faixas de cores que nos remetem aos anos 1970.

O assento individual integrado ao quadro flui do para-lama traseiro e é moldado para ajudar a manter o motociclista numa posição ideal quando o torque do Evolution 1200 é colocado à prova. Aliás, todo o motor foi estilizado com as tampas do cabeçote na popular cor preta. Protetores do escapamento e dos silenciadores, e tampas da embreagem e dos comandos de válvulas, tudo pintado de preto. Já os tubos das varetas de comando e tampas dos tuchos cromados são os únicos detalhes brilhantes e destacam o formato do motor V-Twin. A Iron 120 recebeu rodas de nove raios totalmente pretas (19 polegadas na dianteira e na traseira de 16 polegadas).

CAPACETE LS2 RAPID MINI É IDEAL PARA A CRIANÇADA

Voltado para o público infantil e também para as mulheres, a LS2 apresenta o capacete Rapid Mini (FF353J). Disponíveis nos tamanhos 48 ao 52, o modelo pode ser encontrado em três opções de grafismo: Monster, Pop Crazy e Monocolor. O casco do Rapid Mini é desenvolvido em HPTT, tecnologia que alia o ABS ao EPS. O resultado é um produto de maior resistência, além de uma excelente capacidade de dissipar a energia de um impacto. Detalhe: atualmente o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) permite que crianças a partir de sete anos possam ser transportadas na garupa da moto. O preço sugerido para o Rapid Mini é de R$ 599,90. Mais informações, acesse ls2.com.br .

Com apenas 1200 gramas, o modelo tem narigueira que auxilia a respiração, forro hipoalérgico cortado a laser, sem costuras em áreas sensíveis, removível e lavável. Conta ainda com viseira em policarbonato com sistema de troca rápida e pinos para colocação de sobreviseira Pinlock. “Os filhos são sempre uma prioridade para os pais e, na hora de escolher o capacete, não pode ser diferente. Por isso optamos em oferecer este produto para um público que ainda não tem muitas opções no mercado”, explica o gerente comercial da LS2 no Brasil, Jonathas Paz.

GENTILEZA GERA UM TRÂNSITO MENOS INTOLERANTE E MAIS SEGURO

Congestionamentos inesperados e horários apertados para um dia lotado de tarefas podem fazer com que o motorista acabe perdendo a paciência. Buzinar, ultrapassar pela direita, furar o farol, parar em cima da faixa de pedestre ou fechar o cruzamento. Quem nunca se deparou com essas situações, tendo atitudes intempestivas ou cometendo infrações, mesmo que inconscientemente? O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) alerta para o fato de que essas atitudes, além de não resolverem a situação, ainda geram multas com pontos na CNH. Que tal então respirar fundo e adotar medidas simples e conscientes para tornar o trânsito menos violento e mais humanizado? Basta seguir o bonsenso, as leis de trânsito e respeitar o próximo.

Veja alguns exemplos:

Para mudar de faixa, nunca deixe de usar seta

1) Dar preferência ao pedestre, não invadir a faixa e aguardar a travessia com calma, sem acelerar;
2) Dar passagem ao outro motorista que está sinalizando a intenção de mudar de faixa;
3) Não gritar com os demais usuários do trânsito, nem reagir a xingamentos ou provocações;
4) Pedir desculpas quando errar e relevar os erros dos outros motoristas, afinal, quem nunca comete erros?
5) Ter paciência com idosos e condutores sem experiência;
6) Não estacionar em fila dupla, nem em frente a garagens;
7) Não usar a buzina insistentemente ou sem necessidade;
8) Sempre usar a seta para mudar de faixa, para fazer conversões ou para indicar a intenção de estacionar – aqui o motociclista também agradece;
9) Manter distância segura e respeitar o ciclista;
10) Não trafegar pelo acostamento;
11) Respeitar as vagas especiais (deficientes, idosos e gestantes);
12) Ser educado ao pedir passagem para outro veículo;
13) Respeitar a sinalização e os limites de velocidade;
14) Não ultrapassar pela direita;
15) Não usar farol alto sem necessidade;
16) Dar espaço e aguardar, sem pressionar, o motorista que precisa estacionar.

 

DOUTOR MULTAS: INDÚSTRIA DA MULTA – PARTE I


Boa parte dos brasileiros sonha em tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) a partir dos 18 anos e adquirir um veículo próprio pela liberdade de ir e vir, quando bem entender. Mas e quando recebemos aquela amarga notificação? Fomos multados e nem sempre sabemos onde ou como. Por isso, inúmeras pessoas já relataram supostas indústrias da multa que trabalham com essa forma de arrecadação. É importante salientar que esse comportamento é uma conclusão dos próprios cidadãos e condutores de que prefeituras, órgãos responsáveis e outras entidades tendem a ganhar muito mais dinheiro com a aplicação de multas do que necessariamente com o trabalho de conscientização e prevenção no trânsito.
Um exemplo de que as estatísticas estão de acordo com essa percepção acontece em São Paulo. De acordo com levantamento realizado pelo Datafolha, 25% dos motoristas foram advertidos nos últimos meses, e o número de multas na maior cidade do Brasil dobrou em decorrência do aumento significativo de radares nas estradas.
Sendo assim, os recursos das multas, até bem pouco tempo, eram concedidos integralmente para a manutenção da Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo, mas isso acabou por influência da Justiça. Sendo assim, os recursos oriundos das nossas advertências devem ser destinados a obras de aprimoramento das rodovias. A intenção é até louvável, não é? No entanto, esse novo caminho continua sendo da Prefeitura de São Paulo, que acaba por estimular o crescimento desse hábito.

Como essa indústria da multa funciona?


Sabe aquela conversa de que os agentes rodoviários possuem uma meta que precisa ser batida através da aplicação de multas? Essa é uma acusação que ronda inúmeros estados brasileiros. Essa questão está sendo apurada pela Polícia Militar e também pelo Ministério Público no interior de São Paulo.
O motivo? Em uma parte considerada pequena de uma rodovia, o limite de velocidade era alterado três vezes. Assim, milhares de pessoas foram notificadas com radares móveis utilizados sem nenhum tipo de validade legal. Conforme reportagem do Metro Jornal, entre 2012 e 2017, houve cerca de 50 multas aplicadas por ultrapassagem do limite de velocidade todo santo dia!
Dá para imaginar o quanto essa indústria de multa conseguiu arrecadar? Ao todo, aproximadamente 100 mil multas foram aplicadas em apenas cinco quilômetros de uma rodovia interiorana, de acordo com a reportagem. Agora, o Ministério Público está exigindo que todas essas notificações sejam anuladas e os pontos devolvidos para os respectivos motoristas. É uma boa notícia, ao menos.
E não para por aí, não! A ideia é que todo o dinheiro exigido de maneira irregular volte para o bolso dos cidadãos. Esse montante pode chegar a até R$ 10 milhões e é totalmente irregular em função da elaboração de multas pelas autoridades locais para confundir os motoristas.
No caso do interior de São Paulo, o processo de vistoria aconteceria em lugares nos quais os limites variavam de 60, 80 até 100 km/h.
Os agentes contavam com estrutura portátil e permaneciam junto ao ponto de menor velocidade. Portanto, as pessoas que trafegavam pela estrada praticamente não contavam com meios de descobrir qual era o limite que deveria ser respeitado e acabavam autuadas rotineiramente.
Além disso, há registros crassos de atos ilícitos. Por exemplo, um motorista tomou duas multas no mesmo local, data e hora por agentes que estavam com dois mecanismos de marcação de velocidade. No entanto, uma sinalização mostrava que o limite era de 100 km/h, enquanto o outro indicava 60 km/h, mas com pouquíssima visibilidade, o que é totalmente fora da lei. Teremos mais três capítulos sobre o tema “Indústria da multa”.

Para saber mais sobre este e outros assuntos, entre em contato com o Doutor Multas. Envie e-mail para doutormultas@doutormultas.com.br ou ligue gratuitamente para 0800-6021-543.

BMW FAZ CAMPANHA DE PRÉ-VENDA PARA F 750 GS E F 850 GS

Apresentadas oficialmente há exato um ano no Salão de Motos de Milão (ITA), a BMW Motorrad Brasil lança campanha de pré-reserva para as realmente novas BMW F 750 GS (77 cv) e F 850 GS (85 cv), que chegam ainda este ano nas concessionárias da marca. Os modelos já podem ser reservados com preços entre R$ 40.950 a R$ 50.950.

Produzidas na fábrica do BMW em Manaus (AM), as aventureiras da família GS são sinônimo de robustez, confiabilidade e durabilidade. Interessados podem fazer suas reservas , via internet, nos seguintes endereços: bmwmotorrad.net.br/prevendaf750gs e bmwmotorrad.net.br/prevendaf850gs .

A BMW F 750 GS (acima) será vendido no País em três versões, Sport (R$ 40.950), Premium (R$ 44.950) e Premium Kit Baixo (R$ 43.950). Já o modelo BMW F 850 GS será vendido nas versões Premium Kit Baixo (R$ 46.950) e Premium TFT (R$ 50.950).

A principal concorrente no segmento adventure é a família Tiger 800, da Triumph (acima), que tem levado vantagem no número de vendas este ano em função de sua recente atualização de seu modelo. A marca inglesa oferece ao consumidor brasileiro seis versões de sua 800cc e preços que varia entre R$ 43.190 e R$55.890. Com as novas BMW chegando ao mercado, a disputa pelo motociclista aventureiro vai ficar mais acirrada. No acumulado de emplacamentos em 2018, de janeiro a setembro, a BMW já emplacou 5.067 unidades e a Triumph 3.353 motos vendidas, segundo dados da Fenabrave. 

Mas há mais uma opção de compra. Por meio de uma parceria entre o BMW Serviços Financeiros e a Canopus, as novas aventureiras da marca poderão ser adquiridos via consórcio. Os planos que variam entre 32 a 92 meses, com possibilidade de serem contemplados mediante sorteio mensal, lance livre, lance fixo ou lance limitado. As parcelas iniciam em R$ 630,57 para o modelo F 750 GS e R$ 714,74 para o modelo F 850 GS — valores correspondentes a 92 meses.