TESTE-DRIVE: JEEP COMPASS LONGITUDE, O QUERIDINHO DO MERCADO

Com preços a partir de R$ 111.990, o Jeep Compass pode ser considerado um sucesso de vendas. Primeiro por ser o SUV mais emplacado no acumulado até novembro, com 55.522 unidades de acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Segundo, por estar entre os dez veículos mais emplacados de todo o Brasil. Minuto Motor pode avaliar a edição limitada Night Eagle, baseada na versão Longitude, para conhecer os atributos do utilitário que conquistou o mercado. Infelizmente, já não é mais possível encontrar a Night Eagle nas concessionárias. Uma pena!

Equipado com motor quatro cilindros, 2.0 Tigershark Flex, o propulsor é capaz de desenvolver 166 cv e 20,5 kgfm a 4.000 rpm quando abastecido com etanol e 159 cv e 19,9 kgfm a 4.000 rpm com gasolina, levando o Jeep Compass de 0 a 100 km/h em 10,6 segundos e com velocidade máxima de 192 km/h, sempre com câmbio automático de 6 velocidades, com opção de trocais manuais graças as aletas atrás do volante. Além da versão flex 4×2, também é possível encontrar nas concessionárias o modelo equipado com o motor turbodiesel 2.0 Multijet II 4×4, com nove marchas, 170 cv a 3.750 rpm e 35,7 kgfm a 1.750 rpm (Longitude, Limited e Trailhawk).

Com visual que agrada boa parte dos consumidores, sempre com linhas bem resolvidas, sobretudo pela grade dianteira com as tradicionais sete fendas verticais, o Jeep Compass Longitude 2019 conta com rodas de 18 polegadas, retrovisores laterais com rebatimento elétrico e tela de 7” no painel de instrumentos.
Ainda nos itens de série, o utilitário esportivo conta com controle de estabilidade, que inclui sistemas eletrônicos anticapotamento, ar-condicionado digital bizona, bancos revestidos em couro e central multimídia com tela de 8,4 polegadas compatível com Apple CarPlay e Android Auto, além de assistente de partida em rampa e monitoramento de pressão dos pneus.

O Compass conta também com coluna de direção com regulagem de altura e de distância, regulagem manual da altura do banco, câmera de ré com ótima visualização na tela multimídia, volante com comandos de telefonia, som e controle de velocidade, garantindo boa ergonomia para os ocupantes e motorista, deixando a dirigibilidade mais agradável.

Numa viagem entre São Paulo e Pouso Alegre (MG), com direito a conhecer o Laboratório Nacional de Astrofísica, localizado em Itajubá, também no estado mineiro, o Compass mostrou-se confortável e com comportamento exemplar para quatro ocupantes e malas. Durante o trajeto, de aproximadamente três horas, foi possível conhecer um pouco mais dos atributos do utilitário, suas tecnologias e sistemas eletrônicos. Pena que o motor 2.0 TigerShark Flex poderia ser um pouco mais forte.

Texto e Fotos: Fernando Eduardo, especial para o MinutoMotor

 Ficha técnica – Jeep Compass 2.0 flex Longitude 4×2

Motor – de quatro cilindros linha, flex, 1.995 cm³ de cilindrada, com potências de 166 cv (etanol) a 6.000 rpm e 159 cv (gasolina) a 6.000 rpm e torques máximos de 20,5 kgfm (etanol) a 4.000 rpm e 19,9 kgfm (gasolina) a 4.000 rpm
Transmissão – tração dianteira e câmbio automático de seis marchas
Direção – tipo pinhão e cremalheira, com assistência elétrica
Freios – disco ventilado na dianteira, e sólido na traseira
Suspensão – dianteira, McPherson, com barra estabilizadora; traseira, McPherson com braços laterais/transversais e barra estabilizadora
Capacidades –Tanque de combustível, 60 litros; carga útil (passageiros + bagagem), 400 kg; porta-malas, 410 litros
Rodas/pneus – 7×18”de liga de alumínio/225/55R18
Peso – 1.546 kg
Dimensões (metro) – comprimento, 4,41; largura, 1,81; altura, 1,63; distância entre-eixos, 2,64
Desempenho – velocidades máximas, 192 km/h (etanol) e 188 km/h (gasolina); aceleração até 100 km/h, 10,6 (etanol) e 10,9 (gasolina)
Consumo (km/l) – urbano, 6,1 (etanol) e 8,8 (g); estrada, 7,5 (etanol) e 10,8 (g)
Dimensões – Compr.: 4,41 m / Largura: 1,81 m / Altura: 1,63 m / Entre-eixos: 2,63 m

TESTE-DRIVE: VOLKSWAGEN GOL 1.6 MSI AUTOMÁTICO

No final de julho deste ano, o Gol passou por uma discreta reestilização. Mas a grande mudança do modelo 2019 do compacto da Volkswagen foi o lançamento da versão topo de linha MSI, a primeira do Gol com câmbio automático – antes, a opção era apenas entre câmbio manual ou automatizado. Externamente, as diferenças estéticas da versão automática em relação ao restante da linha são discretas. O capô e a grade do radiador são mais elevados do que nas outras configurações, com dois frisos ligando os faróis, que são maiores e mais retangulares. O para-choque dianteiro conta com entradas de ar na parte de baixo e design mais esportivo. Os faróis de neblina ganharam formas trapezoidais e molduras pretas. A assinatura “MSI Automatic”, próxima à lanterna direita, arremata as diferenciações externas.

O novo câmbio trabalha em conjunto com o motor 1.6 MSI com quatro cilindros e 16 válvulas, o mesmo da antiga versão Rallye, que foi descontinuada na linha 2019. Com duplo comando de válvulas, bloco e cabeçote feitos de alumínio, o Gol 1.6 MSI automático atinge 110 cavalos quando abastecido com gasolina e 120 cavalos com etanol, em ambos os casos a 5.750 giros. Já o torque é de 15,8 kgf.m com gasolina e 16,8 kgf.m com etanol, disponível aos 4 mil giros. Segundo a Volkswagen, o conjunto leva o Gol do zero a 100 km/h em 10,1 segundos, com velocidade máxima de 185 km/h. No novo câmbio, as trocas seqüenciais podem ser feitas na alavanca ou, opcionalmente, nas aletas localizadas atrás do volante. O sistema tem ainda o modo de acionamento esportivo (posição “S” na base da alavanca), que altera o momento de entradas das marchas para rotações mais altas para conferir acelerações mais vigorosas.

Com a redução na quantidade de versões imposta na linha 2019 do Gol, a Volkswagen adotou uma configuração de acabamento única para a família. Assim, os equipamentos da versão 1.6 16V MSI automática são os mesmos disponíveis quando o modelo vem com o motor 1.0 de três cilindros ou o 1.6 8 válvulas, ambos com câmbio manual – não há mais a oferta do transmissão automatizada. Por dentro, com exceção da troca da alavanca manual pela automática, o hatch continua o mesmo. Os plásticos rígidos ainda predominam no acabamento interno. Os bancos são revestidos em tecido e o do motorista conta com ajuste de altura. O volante incorpora comandos para acessar o sistema de áudio, computador de bordo e telefonia. A lista de itens de série inclui ar-condicionado, direção hidráulica, banco do motorista com ajuste de altura, suporte para celular com entrada USB, travamento elétrico das portas e vidros dianteiros com acionamento elétrico, alerta sonoro de faróis acesos, tomada 12V no console central, para-sol com espelho para motorista e passageiro e luzes indicadoras de frenagem de emergência.

As rodas são de aço, com 15 polegadas, mas, opcionalmente, é possível adotar rodas de liga leve de 15 polegadas. Por R$ 3 mil adicionais, o pacote “Urban Completo” adiciona chave canivete, retrovisores elétricos com pisca integrado, sensor de estacionamento traseiro, faróis de neblina e rodas de liga leve. Gastando mais R$ 2 mil, é possível acrescentar a central multimídia com espelhamento de smartphones, volante multifuncional com borboletas para troca de marchas e computador de bordo. Completo, como o modelo avaliado, o Gol salta de R$ 54.580 para R$ 59.580.

Aparentemente, a estratégia da Volkswagen ao lançar a sua linha 2019 – na qual a principal novidade é a inédita versão automática MSI – deu resultado. No primeiro semestre, antes do lançamento, a média de vendas do Gol ficava perto das 5.500 unidades mensais. Começou a subir após o lançamento da linha 2019, em julho. Em outubro, já atingiu 8.973 emplacadas. No ranking de vendas, superou o Chevrolet Prisma e o Volkswagen Polo e saltou da sexta para a quarta posição. Agora, está atrás apenas de Chevrolet Onix, Hyundai HB20 e Ford Ka. No embalo do novo câmbio automático, o Gol mostra que ainda é capaz de surpreender.

Impressões ao dirigir 

A ausência do pedal da embreagem no Volkswagen Gol não é novidade. Mas o desempenho do hatch com a nova transmissão automática é imensamente superior ao oferecido pelo antigo câmbio automatizado e seus desagradáveis “soluços” nas trocas de marcha. O motor 1.6, com 120 cavalos e 16,8 kgfm de torque com etanol, movimenta com o Gol desenvoltura. As trocas de marchas do câmbio automático de 6 velocidades são rápidas e a sintonia com o propulsor impressiona, proporcionando ao compacto um desempenho bastante satisfatório. O carro tem boas arrancadas e um torque decente desde as baixas rotações.

A boa relação de marchas do câmbio elimina os trancos nas mudanças e rentabiliza com eficiência a força do motor. E as aletas atrás do volante para trocas manuais das marchas aumentam os recursos de quem gosta de uma performance mais esportiva. Para os menos afeitos aos esforços dispensáveis, há ainda a opção de levar a alavanca de câmbio do modo “D” para o modo “S” (Sport), que faz com que as marchas sejam trocadas em giros mais elevados.

O acerto de suspensão dos automóveis da Volkswagen normalmente é um pouco mais firme. No caso do Gol, o conjunto suspensivo proporciona boa estabilidade em curvas rápidas, porém, transfere para o interior do carro as imperfeições da pista. O compacto tem um comportamento dinamicamente equilibrado, com rolagens de carroceria discretas. Para um modelo que não conta com controle eletrônico de estabilidade, não faz feio. A direção tem assistência hidráulica, um pouco mais pesada que a assistência elétrica do Pólo.

Mas o bom diâmetro de giro facilita as manobras. Aos poucos, os modelos de entrada do mercado automotivo brasileiro começam a se adaptar aos novos gostos dos consumidores. A transmissão automática figura entre os itens desejados por consumidores deste tipo de veículos. Para quem roda muito em cidades engarrafadas, o câmbio automático é uma “extravagância” que começa a ser encarada como racional.

Texto: Luiz Humberto Monteiro Pereira / Agência AutoMotrix Fotos: Luiza Kreitlon/Agência AutoMotrix


Ficha técnica
Volkswagen Gol MSI 1.6 automático

Motor: Gasolina e etanol, 1.598 cm³, dianteiro, transversal, quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro e comando variável de válvulas. Injeção multiponto sequencial e acelerador eletrônico.
Transmissão: Câmbio automático com seis marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira. Não dispõe de controle de tração.
Potência máxima: 110 cavalos e 120 cavalos a 5.750 rpm com gasolina e etanol.
Torque máximo: 15,8 kgfm e 16,8 kgfm às 4 mil rpm com gasolina e etanol.
Aceleração de zero a 100 km/h: 10,1 segundos.
Velocidade máxima: 185 km/h.
Diâmetro e curso: 76,5 X 86,9 mm. Taxa de compressão: 11,5:1.
Freios: A disco na frente e a tambor atrás, com ABS e EBD.
Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson, com braços triangulares transversais e barra estabilizadora. Traseira com eixo de torção com braços longitudinais. Não dispõe de controle de estabilidade.
Carroceria: Hatch em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Com 3,92 metros de comprimento, 1,90 metro de largura, 1,49 metro de altura e 2,47 metros de distância entre-eixos. Airbags frontais.
Peso: 1.040 kg.
Capacidade do porta-malas: 285 litros.
Tanque de combustível: 55 litros.
Produção: Taubaté/SP.
Preço: R$ 54.580.

Opcionais: Rodas de liga leve de 15 polegadas, alarme keyless, chave tipo “canivete” com controle remoto, retrovisores e maçanetas pintados na cor do veículo, grade do radiador pintada em preto ninja, espelhos retrovisores externos com ajuste elétrico, função tilt down (lado direito) e luzes indicadoras de direção integradas, sensor de estacionamento traseiro, vidros elétricos dianteiros e traseiros, destravamento elétrico da tampa traseira com controle remoto, travamento elétrico das portas com controle remoto, para-sol com espelho iluminado, farol de neblina, lanterna traseira escurecida, duas luzes de leitura dianteiras e duas traseiras, alças de segurança no teto, coluna de direção com ajuste de altura e distância, central multimídia com espelhamento de celulares, computador de bordo, volante multifuncional e aletas para trocas manuais de marchas.
Preço completo: R$ 59.580.

TEST-RIDE: HARLEY FXDR 114, A EMOÇÃO COMEÇA EM 2.500 RPM

As muscle bikes me fascinam. Atraem meu olhar por suas linhas radicais que esbanjam personalidade. São arrojadas, musculosas, torcudas e potentes. Seu desempenho esportivo vem de motores mais apimentados e sua ciclística impõe respeito pela robustez e eficiência. Em 2016 tive o privilégio de participar do lançamento mundial da Ducati XDiavel, em Santa Mônica, na Califórnia (EUA). Mas antes disso, a partir do início dos anos 2000, pilotei praticamente toda a linha V-Rod, da Harley-Davidson. Cheguei a rodar nos Estados Unidos com a Night Rod em 2012. Testei ainda as versões Muscle e a Night Rod Special. Em termos globais, o Brasil ocupou a segunda posição em vendas desta família. Apesar do sucesso, aposentadoria da família V-Rod veio em 2016. De lá para cá havia uma lacuna que só agora foi preenchida com a chegada da FXDR 114 2019, nova integrante da linha Softail.

Misto entre Night Rod Special e XR 1200X, a nova power cruiser da H-D não usa o motor Revolution, desenvolvido em parceria com a alemã Porsche, mas sim o novo Milwaukee-Eight 114 (de 114 polegadas cúbicas), refrigerado a ar, que oferece ‘apenas’ 16,11 kgf.m de torque já disponíveis a 3.500 rpm . A moto se diferencia também pelo uso materiais mais leves: alumínio na balança e no sub-chassi. O resultado é o menor peso – 303 kg em ordem de marcha – e mais agilidade.

O que incomoda, à primeira vista sãs as peças em plástico que emolduram o assento solo e o paralama traseiro, que se move junto com a suspensão que, alias, recebeu um monoamortecedor com nova posição de ancoragem. São 112 mm de curso e ajuste na pré-carga da mola. Aqui valeria um acabamento mais requintado, como o uso da fibra de carbono, já que estamos falando em uma moto que custa a partir de R$ 80.200. Porém este tipo de acabamento faz parte de uma extensa linha de acessórios da marca, desenvolvida exclusivamente para o modelo!

A posição de pilotagem lembra a da Night Rod Special, ou seja, braços esticados e bem abertos e pernas semiflexionadas, com as pedaleiras não tão à frente, quando comparado com as primeiras V-Rod. É uma postura de pilotagem diferente, com o troco projetado para frente Aqui a relação é ‘ame ou odeie’. Eu gosto!

Atenção nas manobras em baixa velocidade, como em uma moto esportiva o ângulo de esterço é reduzido. Além disso, a FXDR 114 – assim como a Breakout – conta com um ângulo de cáster de 34 graus. Mas a altura do assento, de 720 mm, auxilia o motociclista nesta situação. Outro item que veio das superesportivas foi a suspensão dianteira: invertida (upside down) com tubos de 43mm de diâmetro e 130mm de curso. Absorve bem as irregularidades do piso, deixa a moto sempre no trilho e dita o caminho para a próxima curva.

COMO É PILOTAR?

Para domar esta usina de força, o piloto precisa ir com calma, até se acostumar com a nova posição de pilotagem. Já o motor é bruto e muito cuidado nas aceleradas mais vigorosa. Aqui de duas uma: ou a FXDR114 vai empinar ou a moto vai sair fritando o pneu traseiro de 240mm, enrugando o asfalto. Por isso, o motociclista precisa ter total controle sobre a máquina.

Ao apertar o botão do start, o Milwaukee-Eight 114, de cerca de 80 cv de potência máxima (número não confirmado pela Harley), desperta e emite um som médio-grave que é propagado pelo escape 2 em 1. O ‘rugido’ do motor refrigerado a ar instiga o piloto a girar o cabo. E é a 2.500 giros que a emoção começa.

Com uma boa relação de marchas, a FXDR114 vai ganhando velocidade de forma controlada. Aqui o mais importante não é o torque, mas sim como esta força é distribuída. No caso desta Softail é feita de forma exemplar, progressiva. Mas se o motociclista quiser mais emoção é só girar o acelerador com vontade e ter adrenalina correndo solta no corpo, já que a moto vai derrapar nas saídas de curva. Por isso, a Harley deveria ter investido em um pacote eletrônico completo – modos de pilotagem e controle de tração – como na sua coirmã italiana.

Em pista plana, asfalto bom, sexta marcha engatada e motor girando a 3.150 rpm, a muscle bike da HD já estava a 140 km/h, com folga para muito mais. A velocidade por ultrapassar, com facilidade, 200 km/h. A autonomia é de cerca de 300 km, já que o tanque tem capacidade para 16,7 litros da gasolina.

Depois de cruzar a Marginal Pinheiros e um trecho da rodovia Castelo Branco, a FXDR seguiu pela Estada dos Romeiros, que liga Itu a Cabreuva, no interior de São Paulo. Devoradora de curvas – as mais abertas, de preferência –, a moto mostrou para que veio: rodar com o giro baixo, porém de forma bastante vigorosa. Quando é preciso de mais potência e troque bastava dar uma leve girada da manopla do acelerador. No trecho mais sinuoso, a moto rodou praticamente o tempo todo em quarta marcha. A FXDR 114 até parecia um scooter. Claro que oferecendo mais emoção!

Agora nas saídas de curvas e já emendando em retas, a nova HD despeja força e potência quase que de forma instantânea, já que o comportamento dinâmico do ‘V2’, de 1.868 cm³, é quase um soco no estômago. Em função da nova arquitetura, com a transmissão primária deslocada para traz, o motor oferece um dos maiores ângulos de inclinação na família Softail, que faz desta Harley boa de curvas e de retas. O mais incrível é que em nenhum momento a pedaleira raspou no chão.

Aqui duas ressalvas, antes de mergulhar nas curvas o correto é frear antes, deixar o sistema entrar em ação – disco duplo de 300mm na dianteira e, na traseira, disco simples de 292mm. Em alguns momentos de abuso por parte do piloto (este que vos escreve), o ABS entrou em ação e não deixou a roda travar. Em resumo, a FXDR não é uma moto para iniciantes, mas sim para pilotos experientes que gostam de acelerar. Com a nova muscle bike ninguém vai ficar órfão da V-Rod.

Fotos: Guilherme Veloso / Divulgação – Harley-Davidson

CHEVROLET CORVETTE GANHA LIVRO DA EDITORA ALAÚDE

Lançado em 1953, o Chevrolet Corvette é um dos superesportivos mais icônicos e desejados de todos os tempos, com uma trajetória que transcende a da própria indústria automotiva. O sucesso deste modelo lhe rendeu diferentes versões, motores, transmissões e edições especiais, conquistando uma legião de adoradores no Brasil e no mundo.

Ricamente ilustrado com fotos raras dos arquivos da própria General Motors e, ainda, com imagens deslumbrantes dos modelos mais modernos, esta obra de arte nos leva por uma incrível viagem por toda a história desse clássico do automobilismo, contando desde os detalhes do desenvolvimento do projeto até as inúmeras curiosidades e dados técnicos das diferentes gerações do veículo.

O texto foi produzido pelo jornalista Fernando Miragaya atua há mais de 20 anos como colaborador nas principais publicações e sites especializados do país. Parabéns a Alaúde pela iniciativa; ao colega Miragaya pela pesquisa e textos e também aos colegas da GM.

FICHA TÉCNICA:

Título: Clássicos Esportivos – Corvette
Autor: Fernando Miragaya
Formato: 18 x 18 cm
Nº de Páginas: 108
Edição: 1ª, 2018
Acabamento: capa dura, colorido
ISBN: 978-85-7881-571-4
Preço: R$39,90

“MUNDO SENAI” ABRE SUAS PORTAS PARA O ENSINO PROFISSIONALIZANTE

“MUNDO SENAI” ABRE SUAS PORTAS PARA O ENSINO PROFISSIONALIZANTE

Entre os dias 08 e 09 de novembro acontece mais uma edição do MUNDO SENAI. Nestes dois dias, as escolas do sistema de ensino mantido pela indústria espalhadas por todo o País abrem suas portas oferecendo à comunidade a oportunidade de ampliar o conhecimento em educação profissional, inovação, serviços técnicos e tecnológicos. A programação inclui workshops e visitas monitoradas aos ambientes de ensino como oficinas e laboratórios .

O MUNDO SENAI tem como objetivo apresentar ao público às profissões e ajudá-los a optar por uma delas e a desenvolver a indústria brasileira. Além disso, valorizar a inovação e a evolução constante do ensino. E, é claro, promover a carreira na indústria como opção rentável.

Dentre várias soluções educacionais destacam-se os cursos de Aprendizagem Industrial (1.500 horas) e Cursos Técnicos ( 1.600 horas), ambos gratuitos e com duração de dois anos. Além disso, o SENAI oferece cursos de graduação(2.400 horas) , pós graduação( 360 horas) e cursos de formação inicial e continuada voltados aos setores automotivo e eletroeletrônica.

Para quem gosta do universo automotivo visite a Escola Senai-SP que fica no bairro do Ipiranga, na capital paulista, é referência quando o assunto é reparação de carros, caminhões e motos.

SERVIÇO
Datas: 08 e 09/11
Período: das 08:00 às 17:00
Duração média para participação : 02 horas
Escola Senai “Conde José Vicente Azevedo” – Rua Moreira de Godói, 226 – Ipiranga – São Paulo/SP
www.facebook.com/senaiautomobilistica
@senaiautomobilistica

NOVA DUCATI MULTISTRADA 1260 CHEGA POR R$ 74.900

NOVA DUCATI MULTISTRADA 1260 CHEGA POR R$ 74.900

A nova Multistrada 1260 desembarca no Brasil em duas versões – ABS e S – e renova a participação da Ducati no segmento bigtrail de alta cilindrada e que se caracteriza por unir alta tecnologia, conforto e desempenho. De eletrônica sofisticada, nova Multistrada 1260 traz o motor de 1.262 cm³ de capacidade, que oferece 158 cavalos de potência máxima. Em comparação a geração anterior, o motor Testastretta DVT teve um aumento do torque e capacidade de tração. Agora a Ducati Multistrada 1260 entrega mais potência a partir de baixas rotações.

Ou seja, 85% do torque já está disponível a partir de 3.500 rpm com um aumento da curva de 18% a 5.500 rpm, comparado com o modelo anterior. Isso torna o modelo com o maior valor de torque a 4.000 rpm de sua categoria.
Entre as principais novidades destaque para o Ducati Quick Shift, que permite a troca de marchas automática para cima ou para baixo, sem o uso da embreagem (disponível na versão S). E também para o sensor de monitoramento da pressão dos pneus. Os preços sugeridos variam entre R$ 74.900 (ABS) e R$ 84.900, para a versão “S”. A bigtrail da marca italiana fará sua estreia no Salão Internacional do Automóvel de São Paulo.

Multistrada 1260 ABS – Principais equipamentos
• Bosch IMU (Unidade de Medição Inercial)
• Sistema Bosch-Brembo 9.1ME ABS com assistência em curvas
• Discos dianteiros de 320 mm com pinças Brembo de 4 pistões
• Controle de cruzeiro eletrônico
• Modos de pilotagem
• Modo de Potência Ride-by-Wire
• Ducati Wheelie Control (DWC)
• Controle de Tração Ducati (DTC)
• Controle de retenção de veículo (VHC)
• Altura do assento do piloto ajustável
• Painel de instrumentos em LCD


Multistrada 1260 S – Principais equipamentos
• Ducati Motor Testastretta DVT 1262
• Ducati Quick Shift (DQS) up/down
• Ducati Safety Pack (Bosch Cornering ABS + DTC)
• Bosch IMU (Unidade de Medição Inercial)
• Sistema Bosch-Brembo 9.1ME ABS con assistência em curvas
• Discos dianteiros de 320 mm com pinças Brembo de 4 pistões
• Controle de cruzeiro eletrônico
• Modos de pilotagem
• Modo de Potência Ride-by-Wire
• Ducati Wheelie Control (DWC)
• Controle de Tração Ducati (DTC)
• Controle de retenção de veículo (VHC)
• Ducati Multimedia System (DMS)
• Altura do assento do piloto ajustável
• Painel de instrumentos em LCD
• Sistema de suspensão eletrônica semiativa Sachs Ducati Skyhook Suspension (DSS) Evolution
• Farol Full-LED com Ducati Cornering Lights (DCL)
• Painel de instrumentos com tela de 5” de alta resolução TFT em cores

TESTE: MINI COUNTRYMAN ALL4 FOI FEITO PARA ACELERAR

Clássico e ao mesmo tempo moderno, o grande diferencial do Mini John Cooper Works Countryman ALL4 não é seu design arrojado de formas robustas, mas sim o motor, considerado o mais potente já instalado em um modelo da marca britânica – que hoje é controlada pela alemã BMW. O propulsor 2.0 l de quatro cilindros turbo entrega generosos 231 cv de potência máxima. Além de tração integral e câmbio automático de oito velocidades. Com preço sugerido de R$ 219.990, a versão mais esportiva da linha Mini é para quem gosta de dirigir e acelerar forte.

O Countryman ALL4 adotou um bom pacote tecnológico que conta com controles de tração dinâmico (DTC) e de bloqueio eletrônico do diferencial (EDLC). Além disso, o carro traz freios Brembo, central multimídia com tela touch de 8,8 polegadas, sistema de navegação, áudio da grife Harman-Kardon, função Start/Stop e teto solar panorâmico.
Ao entrar no carro, o banco ‘concha’ abraça o motorista. Ou seja, o condutor fica colado ao assento, mesmo nas mudanças mais radicais de direção – só faltou o cinco de cinco pontas.

Então chegou a hora de dar o ‘start’. O botão que dá vida ao carro fica no console central (já que o All4 conta com chave presencial). De cara, o carro urra. O som do motor que sai do escape duplo é, ao mesmo tempo, ‘rouco’ e grave – um misto de Rod Stewart e Joe Cocker. A melodia instiga o motorista a pisar com vontade no acelerador. Segundo a marca, o novo Mini John Cooper Works Countryman ALL4 vai de zero a 100 km/h em 6,5 segundos e a velocidade máxima é superior a 230 km/h.

Modos de pilotagem

O crossover inglês oferece três perfis de condução: Sport, Mid e Green. Dependendo do modo escolhido, o carro pode alterar a rigidez do pedal do acelerador e da direção, as características do câmbio, assim como o controle dinâmico da suspensão.

Rodar com transmissão automática tradicional (Drive) é a melhor opção para encarar o trânsito carregado dos centros urbanos. Melhor ainda se o motorista selecionar opção Green, que otimiza o consumo de combustível, porém deixando as respostas do veículo mais lentas (ou mais racionais). Neste modo de condução a tração integral é desacoplada entre 50 km/h e 160 km/h, assim que o motorista tira o pé do acelerador. Já o modo Mid tem foco no conforto e também na eficiência.

Se você quer emoção, desloque a alavanca de câmbio para baixo e para a esquerda. Na posição Sport as trocas de marchas poderão ser feitas via paddle shift, alavancas que ficam atrás do volante, que garante trocas de marchas mais rápidas e emocionantes – tipo Stock Car ou Formula1. Neste modo de pilotagem até a calibragem dos amortecedores – mais rígida – favorece uma condução mais agressiva.

Como roda o esportivo

Entre aceleradas vigorosas e trocas de marcha rápidas, a potência máxima chega já a apenas 5.000 rpm. Com a subida de giro do motor o carro ganha velocidade rapidamente. Outro destaque fica por conta do torque – 35,7 kgfm, disponível a partir de 1.450 rpm. Traduzindo: muita força nas arrancadas e retomadas.
Dinamicamente, o Mini John Cooper Works Countryman ALL4 oferece estabilidade em curvas e rápidas desacelerações.

Para obter a menor perda de aderência, esse esportivo da Mini conta até com controle de largada.
Aliás, a tração integral ALL4 também garante estabilidade em situações adversas. Ela está acoplada ao controle dinâmico de estabilidade (DSC), que é responsável por oferecer respostas vigorosas. Para melhorar o desempenho do carro, os sistemas eletrônicos distribuem torque entre as rodas dianteiras e traseiras. Em média, o clássico esportivo da Mini faz 6 km/l, conforme o computador de bordo.

Suspensão e freios

O sistema de suspensão MacPherson (D) e Multi-link (D) – oferece uma posição elevada do veículo em relação ao solo – trabalha de forma bastante precisa, absorvendo bem as imperfeições do piso, mesmo com o uso de rodas aro 19 polegadas, calçadas com pneus de perfil esportivo (225/45). Em uso esportivo e com ajuda da tecnologia embarcada, a suspensão apresentou mais firme.

Superdimensionado, o sistema de freios fabricados pela grife italiana Brembo traz discos ventilados de pinça fixa e quatro pistões nas rodas dianteiras. As pinças foram pontadas em vermelho e ganharam o logo John Cooper Works.

O bom desempenho do carro se dá graças a transmissão automática Steptronic – com mais emoção por mio do paddle shift –, mas também ao baixo centro de gravidade e a suspensão bem acertada que gruda o carro no chão praticamente em todas as situações. Resumindo: potência com controle máximo. O Mini John Cooper Works Countryman ALL4 não é um Porsche 911, mas não deixa de ser um carro muito divertido de dirigir.

Fotos: Renato Teixeira / MinutoMotor

T-CROSS, O NOVO SUV GLOBAL DA VW CHEGA PARA O SALÃO


A Volkswagen apresentou globalmente o T-Cross, em evento inédito que integra os três continentes onde o modelo será produzido e comercializado (Europa, Ásia e América). O novo SUV faz parte da estratégia da empresa de oferecer modelos globais com características específicas para atender às necessidades locais de cada região. Primeiro SUV da marca Volkswagen produzido no País chegará ao mercado nacional no 1º semestre de 2019 e também será comercializado para a América Latina. 

A versão brasileira terá atributos exclusivos para a região, como o maior entre-eixos (2.651 mm). No Brasil, modelo será oferecido com motores TSI e terá o maior torque da categoria: 250 Nm (25,5 kgfm). Todas as versões trarão de série Controle de Estabilidade (ESC) e seis airbags, entre outros itens de segurança. O modelo Será uma das atrações da marca durante o Salão Internacional do Automóvel, que acontece em São Paulo entre 8 e 18 de novembro.

Para os mercados da América Latina, o T-Cross p será produzido em São José dos Pinhais (PR) – para isso, a fábrica recebeu investimentos na casa de R$ 2 bilhões – e faz parte dos cinco novos SUVs a serem lançados pela Volkswagen na região até 2020. O modelo será produzido sobre a Estratégia Modular MQB, que é o mais moderno conceito de produção do Grupo Volkswagen no mundo. Os veículos baseados na Estratégia Modular MQB proporcionam o que há de mais avançado em termos de design, inovação, alta performance e segurança.

O novo SUV da VW se destacará pelo excelente comportamento dinâmico – no Brasil terá exclusivamente motores TSI –, por oferecer cabine espaçosa e confortável e pelos avançados recursos de tecnologia, conectividade e segurança. Oferecerá itens exclusivos no segmento, como o painel totalmente digital (Active Info Display), seletor de perfil de condução, Controle de Estabilidade (ESC) de série, bloqueio eletrônico do diferencial, Park Assist 3.0, suporte para celular no painel, quatro entradas USB (inclusive para o banco traseiro), iluminação da cabine em LED e acabamento com apliques no painel. Também contará com faróis full-LED, seis air bags, saída de ar-condicionado para o banco traseiro e teto solar panorâmico, entre outros recursos.

No Brasil, o T-Cross terá exclusivamente motores TSI, que combinam injeção direta de combustível e turbocompressor para entregar alta eficiência energética e prazer ao dirigir. O motor 250 TSI Total Flex gera potência de até 150 cv (110 kW), com gasolina ou etanol, a 4.500 rpm. O torque máximo, também com ambos os combustíveis, é de 250 Nm (25,5 kgfm) – será o maior torque da categoria. Esse motor será combinado exclusivamente à transmissão automática de seis marchas com função Tiptronic e aletas (“shift paddles”) para trocas no volante.

Já o motor 200 TSI Total Flex desenvolve potência de até 128 cv (94 kW) a 5.500 rpm, com etanol – com gasolina, são 116 cv (85 kW), à mesma rotação. O torque máximo é de 200 Nm (20,4 kgfm), com gasolina ou etanol, sempre na faixa de 2.000 a 3.500 rpm. Esse motor poderá ser combinado à transmissão manual ou à automática com função Tiptronic (também com as aletas no volante), ambas de seis marchas.

Todas as versões do T-Cross serão equipadas com luz de condução diurna (DRL) em LED, integrada ao farol de neblina. Haverá oferta de faróis full-LED para o T-Cross – neste caso, a luz de condução diurna encontra-se na própria carcaça do farol. E a capacidade do porta-malas varia entre 373 e 420 litros.

O T-Cross também poderá ser equipado com teto solar panorâmico “Sky View” – dois painéis de vidro que abrangem mais da metade da área do teto do carro (a seção dianteira pode ser aberta eletricamente). Outro destaque no interior do T-Cross é a iluminação ambiente em LED. Há luzes na região dos pés, no centro do console, no painel e nas maçanetas. O T-Cross terá disponível o sistema de som “Beats”, de alta fidelidade sonora, com sete alto-falantes (incluindo um sub woofer no porta-malas) e potência é de 300W RMS.


“O T-Cross é o primeiro SUV produzido pela Volkswagen no Brasil, que chega para revolucionar os padrões de seu segmento”, afirma o Presidente e CEO da Volkswagen América Latina, Pablo Di Si. “É um carro global, que traz alterações para o gosto e perfil dos clientes da América Latina, reforçando a nossa estratégia de Regionalização”, explica Di Si. “O T-Cross que será feito no Brasil traz mudanças em seu design, maior espaço interno e é mais alto que o modelo europeu, além de ser um modelo seguro, conectado e cheio de tecnologia”, conclui.

FORD APOSTA EM SUA LINHA MAIS AVENTUREIRA


A Ford antecipou para a imprensa especializada as novidades que apresentará no Salão do Automóvel 2018, de 8 a 18 de novembro. A avant premierè exibiu o Edge ST e o EcoSport sem estepe na traseira. Mas há também conceitos destinados a testar a receptividade dos consumidores, caso do SUV Territory, do Ka Urban Warrior e das Ranger Storm e Black, apontando as tendências futuras da marca.


Os SUVs darão a tônica na exposição da Ford em São Paulo, com três grandes atrações. O novo Edge ST, primeiro carro a trazer para o Brasil a grife “Sport Technologies” de carros de alto desempenho da Ford, chega ao mercado logo após o salão. O EcoSport Titanium sem o estepe na traseira é outra grande novidade que futuramente estará nas ruas.

Já o Territory, novo SUV médio global repleto de tecnologia, desenvolvido na China, desembarca no salão como conceito. Aliás, o Territory – concorrente direto do Jeep Compass – será lançado somente na China em 2019. Para outros mercados, inclusive Brasil, só a partir de 2020.

A mostra da Ford inclui também conceitos desenvolvidos como exercício de design para medir a reação dos consumidores com relação a diferentes propostas. O Ka Urban Warrior é um deles, com acessórios que dão ao Ka Sedan uma roupagem esportiva de inspiração aventureira.

A picape Ranger traz duas propostas de personalização, criadas a partir de modelos diesel com cabine dupla. A Ranger Storm exibe pintura exclusiva em duas cores e elementos que reforçam a musculatura da carroceria. A Ranger Black, como diz o nome, tem a cor preta como tema, criando um visual ousado e moderno.

“Os veículos e tecnologias que estamos trazendo para o Salão de São Paulo refletem o grande momento de transformação da Ford”, disse Lyle Watters, presidente da Ford América do Sul. “Eles são um exemplo da inovação que estamos buscando em todas as áreas para responder aos desafios atuais e futuros da mobilidade, criando soluções sempre com foco centrado no consumidor.”

O executivo afirmou que a Ford foi a primeira montadora a se instalar no Brasil, “onde vamos comemorar o centenário no próximo ano, e nunca deixamos de acreditar no desenvolvimento do País. Temos aqui uma estrutura forte e times de muito talento, como prova a abrangência e o sucesso da nossa linha atual de produtos”, disse Watters.

FCA: JEEP COMPASS 2019 MAIS CARO E A VOLTA DO FIAT ARGO PRECISION

A FCA, detentora das marcas Jeep e Fiat, apresenta novidades em seu line up 2019. Sucesso de público e crítica, o Jeep Compass é o SUV vai vendido do país, com mais de 100 mil unidades emplacadas. Para se manter na liderança da categoria, a linha 2019 chega com mais estilo, tecnologia e aumento nos preços. Hoje, a marca mantêm seis versões em comercialização e cada uma delas recebeu mais itens de série, além de novas rodas e cores. O Jeep Compass mantém dois motores: 2.0 Flex de até 166 cv com câmbio automático de seis marchas e o 2.0 Diesel de 170 cv com câmbio automático de nove marchas e tração 4×4.

Na configuração de entrada, Sport Flex, o Compass conta com maçanetas e capas dos espelhos retrovisores pintados na cor da carroceria e novo desenho para as rodas de liga leve de 17 polegadas. As versões Longitude Flex e Diesel adotara tela colorida de 7” no quadro de instrumentos, retrovisores externos com rebatimento elétrico e novas rodas de aro 18”.

Também disponível com os dois conjuntos mecânicos, o Jeep Compass Limited ganhou o sistema de estacionamento semiautônomo Park Assist, partida remota do motor pela chave (muito útil para deixar a cabine climatizada antes de entrar no veículo) e as rodas de 19” viraram padrão.

A opção Trailhawk continua sendo a mais off-road da linha e também recebeu o Park Assist e a partida remota, além do teto preto. E por dentro, as versões Sport, Longitude e Trailhawk exibem novo acabamento, com vários detalhes escuros, como as molduras da central multimídia e saídas de ar centrais e da alavanca do câmbio.

Em termos de tecnologia, o Jeep Compass oferece controle de velocidade adaptativo (ACC), alerta de colisão com frenagem automática (FCW+) e monitoramento de mudança de faixa com correção ativa (Lane Sense), que fazem parte do kit opcional High Tech – disponível para as versões Limited e Trailhawk –, que ficou mais acessível.

No Compass Trailhawk, por exemplo, o pacote custava R$ 15.650 e agora está saindo por R$ 8.700. E ele ainda inclui bancos dianteiros elétricos, som premium Beats e porta-malas com abertura e fechamento elétricos.

Preços:

Sport 2.0 Flex AT6 – R$ 111.990
Longitude 2.0 Flex AT6 – R$ 124.990
Limited 2.0 Flex AT6 – R$ 142.490
Longitude 2.0 Diesel AT9 4×4 – R$ 151.990
Limited 2.0 Diesel AT9 4×4 – R$ 171.490
Trailhawk 2.0 Diesel AT9 4×4 – R$ 171.490

 

Fiat Argo Precision 2019


A versão Precision, do Fiat Argo, vendida com motor 1.8 E.torQ de 139 cv (etanol), acaba de voltar ao line up. Destaques para central multimídia “flutuante”, capaz de operar por comando de voz e compatível com Waze e Google Maps, além de ganhar sensor de estacionamento traseiro como item de série. Segundo a Fiat, a versão Precision 1.8 é um dos modelos com a melhor relação custo/benefício do segmento, com valores sugeridos de R$ 62.990 (manual) e R$ 66.990 (automático).

Ainda mais se levarmos em conta o pacote tecnológico e de segurança de série do hatch, que inclui Hill Holder, Controle Eletrônico de Estabilidade (ESC), Controle de Tração, direção elétrica, ar-condicionado, Start&Stop e central multimídia.

A nova versão Precision 2019 pode ser equipada ainda com kit Stile, que é composto por rodas de liga leve aro 16” com pneus 195/55, LED design nos faróis, bancos em couro e ajuste de profundidade do volante. Side bags laterais também podem ser somados aos opcionais, assim como o kit Tech, composto por retrovisores externos com rebatimento elétrico e luz de conforto, ar condicionado com controle digital, quadro de instrumentos Hi-Resolution TFT de 7 polegadas, sensor de chuva e sensor crepuscular e retrovisor interno eletrocrômico.

Outra novidade é o kit Bicolor, composto por teto preto, assim como detalhes dos retrovisores externos, acabamento do para-choque dianteiro e do aerofólio traseiro.

Preços:

Argo 1.0 – R$ 46.490
Argo Drive 1.0 – R$ 49.490
Argo Drive 1.3 – R$ 55.090
Argo Drive 1.3 GSR – R$ 61.190
Argo Precision 1.8 – R$ 63.790
Argo Precision 1.8 AT6 – R$ 68.190
Argo 1.8 HGT – R$ 67.490
Argo 1.8 HGT AT6 – R$ 72.990