RIO MOTORSPORTS CONSTRUIRÁ AUTÓDROMO EM DEODORO (RJ)

O Rio Motorsports foi o vencedor do edital de concorrência para construção do novo autódromo do Rio de Janeiro em Deodoro, que se chamará Rio MotorPark. Liderado pela empresa americana que dá nome do consórcio, o grupo fica com a concessão do terreno na zona oeste pelos próximos 35 anos e terá a responsabilidade de edificar uma pista com capacidade técnica para receber as principais provas do automobilismo mundial, dentre elas Fórmula 1 e MotoGP. O tempo de construção previsto gira em torno de 16, 17 meses, que poderá ser reduzido em um cenário otimista. Será que em 2021 a Formula 1 será realizada em Deodoro (RJ)?

O autódromo, que terá capacidade de 80 mil lugares fixos, podendo ultrapassar 135 mil com estruturas provisórias, contará com uma pista de 4,5 km de extensão. Está prevista uma completa estrutura com 36 boxes, paddock com para 5 mil VIP’s e centro de imprensa para mais de 400 jornalistas.

Além de parque esportivo, o modelo econômico prevê parcerias com empresas do setor de Combustíveis e Lubrificantes de alta perfomance para desenvolvimento e aprimoramento de produtos. Da mesma forma, o empreendimento contará com espaços voltados para a indústria automobilísticas na realização de testes de automóveis e aperfeiçoamento de peças e outros componentes.

O plano apresentado contou com a participação de empresas renomadas no universo esportivo. O projeto de engenharia e arquitetura ficou à cargo do Tilke Engineers & Architects, do alemão Hermann Tilke, responsável pelo Circuito de Sepang, na Malásia, Circuito das Américas, nos Estados Unidos, Xangai, na China, Sochi, na Rússia, dentre outros.

A construção do empreendimento será efetuada pela construtora espanhola Acciona. A alemã Sporttotal, experiente na operação de autódromos, como o de Nurburgring, e a brasileira Golden Goal, especializada em gestão e marketing esportivo, também integram o consórcio vencedor na concorrência.

VÍDEO: KAWASAKI NINJA ZX-6R: ESPORTIVA NA MEDIDA CERTA

Com preço sugerido de R$ R$ 49.990, a Kawasaki traz de volta ao mercado brasileiro a icônica Ninja ZX-6R (636), já em sua versão 2020. Totalmente reformulada, a moto têm design mais radical e muita eletrônica embarcada. Conta com controle de tração em oito níveis de atuação, três modos de pilotagem, freio ABS e o modelo a adotou ainda o ‘quick-shifter’, sistema no qual o motociclista não precisa acionar a embreagem para subir marchas.

Com essa moto, a marca japonesa quer preencher rapidamente uma lacuna deixada pela concorrência na classe supersport 600cc e, obviamente, atrair uma boa parte de novos e experientes fãs das motos carenadas. A previsão da Kawasaki é vender cerca de 100 unidades/mês da nova ZX-6R.

Já que não é preciso de uma 1000cc para se divertir em um autódromo, a superesportiva média da Kawa traz muitas qualidades e novidades, porém seu coração é um velho conhecido dos apaixonados pela família Ninja: o motor de quatro cilindros em linha de 636cc. Claro que o propulsor passou por uma atualização, principalmente para atender normas ambientais de emissões.

O motor gera 136 cv de potência máxima a 13.500 rpm, com indução de ar, e torque máximo de 7,2 kgf.m a 11 mil giros. Essa conhecida arquitetura traz características que ajudam a moto rodar com desenvoltura desde as baixas rotações, o que leva o modelo a ser “usável” na cidade, mas também com muito apetite para acelerar nas estradas ou circuitos. Para ajudar nas trocas de marcha (câmbio de 6 velocidades), a nova Ninja conta com embreagem deslizante e ‘quick-shifter’.

Motor e ciclística estão ancorados no quadro perimetral em alumínio. Detalhe: a moto usa freios a disco (duplo de 310mm na dianteira e simples de 210mm na traseira), ambos em formato margarida. Já as suspensões são Showa – invertida na frente e balança com monoamortecedor na roda de trás. Falando nisso, esta Ninja usa rodas aro 17 polegadas que estão calçadas com pneus Bridgestone Battlax S22.

Já o design une as linhas de sua irmã mais poderosa, a H2, com os grafismos da Kawasaki Racing Team, com desenho muito semelhante a moto do tetracampeão mundial de Superbike, Jonathan Rea. A ZX-6R conta ainda com faróis e lanterna em LED e seu peso total é de 196 quilos (abastecida).

Na pista
Para este primeiro contato com a 636, a Kawasaki convidou os jornalistas para testar o modelo na pista da Fazenda Capuava, no Interior de São Paulo. Boa escolha para essas primeiras impressões: parque fechado e a possibilidade de extrair o máximo do conjunto. De cara a moto impressiona por seu design, mas é na pista que ela mostrou todas suas qualidades: bom equilíbrio entre potência e torque.

Com entre-eixos mais curto, a Ninja ZX-6R é extremamente leve e ágil. Fácil de pilotar, a moto tem muita facilidade para rápidas mudanças de direção. Suspensão e freios são eficientes e trabalham em harmonia. Obviamente, o destaque vai para a boa dose de eletrônica, já que é possível fazer múltiplas combinações entre modos de pilotagem e controle de tração. Desde uma tocada mais contida para a cidade, como um acerto para acelerar sem dó na pista. E é essa variação de comportamentos que fazem da 636 uma moto gostosa de acelerar na pista. Já o conforto é proporcional à proposta do modelo.

É, com certeza, uma boa opção para quem quer uma supersportiva de quatro cilindros em linha, nas não tem condições – físicas, experiência ao guidão ou financeira – para pilotar modelos de 1000cc e 200 cv de potência máxima. Ou seja, a Ninja 636 é uma moto dócil, controlável e muito equilibrada. O modelo só reforça o que escrevi no início do texto: “que não é preciso de uma moto de 1000cc para se divertir em um autódromo”. A reformulada Ninja ZX-6R está na medida certa para altas doses de adrenalina!!!

Equipamentos de segurança usados pelo MinutoMotor no test-ride da Kawasaki ZX-6R
Capacete: LS2 Arrow
Macacão: Dainese
Botas: Dainese
Luvas: Dainese

VÍDEO: NINJA 400 – NOVA, BONITA, EFICIENTE E DIVERTIDA

Evolução natural da versão de 300cm³ de capacidade, a nova Kawasaki Ninja 400 chega ao mercado com muitos predicados: design inspirado nos modelos de competição, chassi em treliça como na superesportiva H2, além de um novo motor, mais estreito, leve e potente que seu antecessor – dois cilindros e 48 cv de potência máxima. Outro fator que impactou positivamente no novo modelo Sport da marca japonesa foi seu preço, a partir de R$ 23.990. Valor que coloca a Ninja 400 estrategicamente posicionada entre e a Yamaha R3 (42 cv e R$ 23.290) e a Honda CBR 500R, que custa a partir de R$ 24.900 e 50 cv de potência.

Totalmente nova do farol a rabeta, o modelo da Kawa mira um público mais maduro, que quer uma moto versátil, que pode ser usada no dia a dia, mas que também pode encarar uma viagem ou até acelerar em um track-day. De cara a moto chama a atenção pelo desenho, misto das superesportivas ZX-10 com H2, traços evidenciados na carenagem frontal e rabeta. Isso sem falar no porte. A nova integrante da família Ninja pesa 168 Kg em ordem de marcha. Ou seja, quatro quilos menos que a Ninja 300.

Para reforçar se estilo mais agressivo, a Ninja 400 traz piscas integrados a carenagem e dois faróis mais afilados e com iluminação de LED (cada um com feixes baixo e alto), que ficam acessos simultaneamente. Melhorando a iluminação da pista e, consequentemente, a segurança do condutor.

Bom. Agora é hora de colocar o macacão e tentar raspar as pedaleiras na pista do Haras Tuiuti, que fica no interior de São Paulo. De cara a posição de pilotagem agrada. A moto conta com semiguidões (com posicionamento mais altos se comparado com uma esportiva puro sangue), que deixam os braços semiflexionados, aumentando o controle e o conforto na pilotagem.

As pedaleiras foram posicionadas um pouco mais à frente. Já o desenho do tanque de combustível (14 litros) contribui para que as penas fiquem bem encaixadas. Além disso, o assento (bipartido) oferece bom nível de conforto para o motociclista. Mesmo em uma posição mais “racing”, com o tronco inclinado para frente, a nova Ninja não é uma moto cansativa.

Motor de 48 cv
Com o motor ligado e pista liberada, a Ninja vai ganhando velocidade gradualmente. O bicilíndrico paralelo de 48 cv (a 10.000 rpm) e quase 4 kgf.m de torque (a 8.000 rpm) vai ‘enchendo’ de forma bem progressiva, sem sustos e sem buracos na aceleração, como acontecia nas antigas Ninjas 250/300, já que a mini esportiva só gostava de rodar em altos giros. Claro que a versão de 400cc também gosta de trabalhar acima de 9000 rpm, mas agora com a adoção do novo propulsor, o toque se apresenta mais cedo, em baixos e médios regimes de rotação. Na pista, habitat feito para rodar com a ‘mão cheia’, o novo modelo da Kawasaki foi bastante divertido de tocar, impulsionado pelo som médio-grave do motor, que instigava o piloto a acelerar. Na reta do circuito, a moto passou de 130 km/h. Detalhe: a Ninja 400 conta com embreagem assistida deslizante e, consequentemente, trocas de marchas mais suaves e precisas.

Suspensão e freios
Além do motor, outro fator ajudou bastante do quesito manobrabilidade e o bom ângulo de inclinação – até consegui raspar as pedaleiras nas curvas. A redução do peso (e o aumento de nove cavalos), se comparado a Ninja 300, aliado a um conjunto ciclístico bem ajustado, transmite muito prazer na pilotagem. Tudo é simples, mas funciona com precisão.

As suspensões, por exemplo, absorvem bem as irregularidades do piso. Na dianteira garfo telescópico convencional, com tubos de 41mm de diâmetro e 120mm de curso e, na traseira, amortecedor a gás com cinco ajustes de pré-carga da mola e 130mm de curso.

Montado em Manaus (AM), outro ponto positivo do modelo é o sistema de freios. A nova Ninja 400 possui disco de freio 310mm de diâmetro na dianteira. É a mesma medida utilizada em sua irmã mais velha e potente, a Ninja ZX-14R. Na traseira disco simples de 220mmm de diâmetro. Em conjunto o ABS, a moto oferece uma frenagem eficiente, oferecendo bom nível de controle.

O novo chassi em treliça da Ninja 400 segue o padrão adotado na superesportiva H2. Dessa forma, o departamento de engenharia da Kawasaki conseguiu que a moto tivesse uma distância entre eixos mais curta e braço oscilante mais longo, complementado por um ângulo de cáster menor. Equilibrada e ágil, a esportiva da marca japonesa é muito boa para contornar curvas!

Conclusão
A Ninja 400 é um bom produto? Sim. Entrega o que se propõe? Sim. É divertida de pilotar? Muito. Nova, bonita, eficiente e fácil de pilotar. Apenas duas ressalvas: faltou uma suspensão ajustável na dianteira e um painel totalmente digital, como há na ZX-10. Aliás, o painel da versão de 400cc é igual ao da Ninja 650.

Apesar do upgrade, com uma moto completamente nova, vale uma análise ou alerta. Elevando a potência e o preço de seus produtos de entrada, a Kawasaki estará deixando de lado o motociclista entrante. Com sugestão, a marca japonesa deveria trazer de volta ao Brasil a Ninja 250 SL/SE, que ainda é produzida e vendida nos países asiáticos. Até porque a Kawa não pode virar as contas para essa massa de comparadores de menor poder aquisitivo que buscam modelos até 250cc.

Seguindo essa linha de raciocínio, a evolução natural do motociclista dentro da linha de produtos Kawasaki – começando pela miniesportiva de 250cc – seria feita de forma mais natural e gradual: 250cc, 400cc, 650cc e 1000cc. Bom, vale uma reflexão!

Quarto lançamento da Kawasaki do Brasil em menos de dois meses – Z900 RS, Ninja ZX-10 R SE e Z900 RS Cafe –, a nova Ninja 400 estará disponível nas concessionárias a partir da segunda quinzena de setembro com preço público sugerido de R$ 23.990 (sem frete) para a versão ABS nas cores verde e preto e de R$ 24.990 (sem frete) para a versão KRT Replica, que traz a tradicional cor verde e grafismos exclusivos.

Nesta avaliação, o jornalista Aldo Tizzani, do MinutoMotor, usou os seguintes equipamentos: Capacete LS2 Arrow, Jaqueta Dainese, Luvas VR46 Dainese, Calça Misano Dainese e Botas Torque D1, também da Dainese. (BR Motorsport – www.brms.com.br)

FICHA TÉCNICA
Kawasaki Ninja 400
Motor Dois cilindros paralelos, DOHC, com refrigeração líquida
Capacidade cúbica 399 cm³
Potência 48 cv a 10.000 rpm
Torque 3,9 kgf.m a 8.000 rpm
Câmbio Seis marchas
Partida Elétrica
Transmissão final Corrente
Alimentação Injeção eletrônica
Quadro Treliça em aço
Suspensão
Dianteira Garfo telescópico convencional com 41 mm de diâmetro sem ajustes e 120 mm de curso
Traseira Monobraço com um conjunto de mola e amortecedor a gás ajustável na pré-carga com 130 mm de curso
Freio
Dianteiro: Disco flutuante de 310 mm e pinça de pistão duplo (ABS)
Traseiro: Disco de 220 mm e pinça com dois pistões (ABS)
Rodas e Pneus
Dianteiro 110/70R-17 – Liga leve
Traseiro 150/70R-17 – Liga leve
Medidas e capacidades
Comprimento 1.990 mm
Largura 710 mm
Altura 1.120 mm
Entre eixos 1.370 mm
Altura do assento 785 mm
Tanque de combustível 14 litros
Peso 168 Kg (em ordem de marcha)
Cores e Preços
Preto e Verde: R$ 23.990; KRT Replica: R$ 24.990

 

SHELL V-POWER DISTRIBUIRÁ 5 MIL INGRESSOS PARA A PORSCHE CUP

A próxima etapa da Porsche Cup, que acontece no próximo sábado, 28 de julho, em Interlagos (SP), vai proporcionar um momento inesquecível. Além dos pilotos que disputam a competição, a pista receberá um grupo diferente de motoristas: proprietários de Porsche que se inscreveram e abasteceram com Shell V Power Racing ganharam o direito de acelerar na lendária pista do autódromo paulistano. É a segunda vez que esta ação é realizada pela marca. A prova será inédita em diversos aspectos. Além da ação de ativação da marca com a participação dos consumidores, as arquibancadas estarão, pela primeira vez, abertas ao público. E para marcar a ocasião, a marca Shell vai distribuir 5 mil ingressos em postos de combustíveis em São Paulo para clientes Shell V-Power.

O objetivo desta ação visa integrar à jornada do cliente e oferecer experiências cada vez mais prazerosas e descomplicadas em sua rotina. Exemplos delas são as edições do maior cinema ao ar livre do mundo – o Shell Open Air, no Rio e em São Paulo; as inovações do Shell Box que facilitam o pagamento nos postos e os novos modelos de Lojas de Conveniência Shell Select. Esta ação em Interlagos, om a Porsche Cup, é mais uma forma de aproximar a marca, única a ter presença expressiva nas principais séries do esporte a motor no mundo, dos apreciadores e amantes de automobilismo. 

Como participar?
Os consumidores que quiserem assistir a ccorrida deve abastecer com qualquer produto da família Shell V-Power nos postos participantes:

GIPIRES POSTO DE SERVICO LTDA AV CASA VERDE, 2971, SAO PAULO, SP
CARLOS ALBERTO PAPACIDERO AV PROF CELESTINO BOURROUL ,34, SAO PAULO, SP
CENTRO AUTO JARDIM MARAJOARA LTDA AV DOM AGUIRRE, 40, SAO PAULO
AUTO POSTO NOVO CAUA LTDA AV PRESIDENTE KENNEDY, 2470, OSASCO
GIGANTE DA IMIGRANTES AUTO P LTDA AV PROF.ABRAHAO DE MORAIS, 1180, SAO PAULO
CENTRO AUTOMOTIVO FIANDEIRAS LTDA AV SANTO AMARO, 1510, SAO PAULO
POSTO NOVA FAMILIA LTDA AV SENADOR TEOTONIO VI, 2089 TERREO, SAO PAULO, SP
AUTO POSTO ESTONIA LTDA AV DAS NACOES, 826, SANTO ANDRÉ, SP
AUTO POSTO ESTONIA 2 LTDA AV DOS ESTADOS, 6943, SANTO ANDRÉ, SP
AUTO POSTO ESTONIA 3 LTDA RUA SANTA FILOMENA, 751, SAO BERNARDO DO CAMPO, SP

VÍDEO: DUCATI SUPERSPORT S CHEGA POR R$ 63.900

Versatilidade. Esta é a palavra-chave que define a nova a Ducati SuperSport S. Em função de suas características, o modelo pode ser usado no dia a dia, em viagens e nos autódromos em track-days. A partir de 30 de julho, a esportiva da marca italiana estará em pré-venda com preço sugerido de R$ 63.900. Durante o período, os 15 primeiros clientes que reservarem a SuperSport S ganham um Kit Ducati Touring (composto de dois maleiros laterais rígidos, parabrisa alto e manoplas aquecidas) ou um Kit Ducati Sport (composto de paralama dianteiro de carbono, manetes de alumínio Rizoma, setas em LED, tampas dos reservatórios em alumínio e protetor de tanque em carbono).

Com design refinado que nos remete a superbike Panigale – conjunto óptico em LED é bem parecido -, a SuperSport S tem como diferencial uma posição de pilotagem ergonômica, com guidão mais alto, assento mais confortável e um tanque de 16 litros que confere bom encaixe do piloto. O peso a seco do conjunto é de 184 quilos. Em termos de eletrônica embarcada, o modelo não fica devendo em nada para suas irmãs mais velhas, já que conta com um completo pacote de segurança: sistema de freios ABS (três níveis de atuação) e controle de tração (8 níveis de atuação) que trabalham em conjunto para maior controle da motocicleta.

A SuperSport S está equipada com motor de dois cilindros de 937 cm3 Testastretta 11°, que produz 113 cavalos de potência máxima (a 9.000 rpm) e quase 10 kgf.m de torque. Com entrega de potência e força de forma bastante linear, a esportiva não assusta e conta ainda com três modos de pilotagem (Esportivo, Turismo e Urbano) customizáveis, cuja entrega de potência varia entre 113 cv a 90 cv. As operações são feitas por botão no punho esquerdo e o piloto pode acompanhar as alterações no painel LCD. Tudo muito intuitivo. Para um melhor desempenho, a esportiva da Ducati traz Quick Shift, sistema que permite aumentar/reduzir marchas sem o uso da embreagem. Realmente é bastante útil, principalmente na pista.

Ancorada pelo tradicional quadro em treliça, a parte ciclística da Ducati SuperSport S usa disco duplo de discos de 320 mm de diâmetro com pinças monobloco de fixação radial da grife Brembo. Já a suspensão é Öhlins, com garfos de 48 mm na dianteira e monoamortecedor com reservatório a gás. São totalmente reguláveis. Para absorver melhor os impactos com o piso, rodas de três raios em “Y” calçadas com pneus Pirelli Diablo Rosso III, 120/70ZR 17 dianteiro e 180/55ZR17 traseiro. 

Resumindo: Ágil e fácil de pilotar, a SuperSport S não tem o mesmo desempenho agressivo de uma Panigale, mas é um modelo ideal para quem vem subindo de categoria ou para o piloto que não precisa provar mais nada para ninguém. Apenas quer conforto; curtir a estrada, viajar com os amigos e dar umas aceleradas, de vez em quando, em um autódromo.

COMO ANDA A YAMAHA R3 CUP EM INTERLAGOS?

COMO ANDA A YAMAHA R3 CUP EM INTERLAGOS?

Incentivar a formação de novos pilotos. Esta é a principal missão da categoria Yamalube R3 Cup. Para isso, a Yamaha Brasil ofereceu subsídio na compra da miniesportiva YZF R3 0km ao preço de R$ 15.200,00.
Em 2018 a Yamaha investirá mais recursos na preparação e treino dos pilotos – com atividades que desenvolvam o físico, o raciocínio e até mesmo o controle emocional. O acompanhamento técnico será feito pelo ex-piloto e chefe de equipe Alam Douglas.
Para ir para a pista, a moto original emagreceu 15 quilos. Foram substituídas carenagens, guidão e ponteira esportiva. Saiba detalhe sobre a categoria e, de quebra, dê uma volta no lendário autódromo de Interlagos (SP).