TEST-RIDE: HIMALAYAN, UMA INDIANA ESPARTANA E OUSADA!!!

Ousadia é a palavra-chave que vai nortear os caminhos da Royal Enfield no Brasil a partir de 2019. A marca indiana quer abrir este ano dez novas concessionárias e, de quebra, apresentou a Himalayan, uma espartana trail que tem preço sugerido de R$ 18.990. O termo ‘espartana’ não é pejorativo, se deve há dois motivos: a simplicidade no design e acabamentos e também pela sua capacidade de enfrentar desafios, principalmente no fora-de-estrada. Forjada e testada na mais alta cadeia montanhosa do mundo, o Himalaia, o modelo indiano de estilo retrô está equipado com motor de 410 cm3 de capacidade cúbica, que foi projetado do zero.

A Royal Enfield vê sua trail como um modelo de nicho, com um perfil de público bastante diferenciado, formado por fanáticos pelo estilo mais clássico. “A Himalayan ocupará seu próprio espaço dentro do cenário motociclístico brasileiro. Versátil e robusta, a nossa moto vai ser uma boa opção para que se aventurar pelo Brasil, seja pela terra, seja pelo asfalto”, explica Claudio Giusti, diretor Geral da Royal Enfield do Brasil.

O design “ame ou odeia” desta nova indiana tem suas vantagens, principalmente por não chamar a atenção dos amigos alheio. De cara, a Himalayan lembra a BMW R80 GS, que foi fabricada na década de 1980. Porém, o tanque de combustível está protegido por uma estrutura tubular, minimizando o risco de avarias em caso de uma queda.

A moto conta com dois paralamas na dianteira, um rente ao pneu e outro mais alto, como em suas principais concorrentes. Além disso traz, de série, protetor de cárter, bagageiros e preparação para receber malas laterais e outros itens como, por exemplo, galões sobressalentes. Como curiosidade, há no painel uma bússola digital para dar o “Norte” aos motoviajantes.

MOTOR

A Himalayan está equipada com um motor de um cilindro, 410 cm3 de capacidade, batizado de LS 410. Totalmente novo, o propulsor oferece boa distribuição de torque e potência, principalmente em baixos e médio regimes de rotação. São 3,2 Kgf.m de torque já disponíveis a 4.250 rpm. Já os 24,5 cv de potência estão em seu pico a 6.500 giros.

Ou seja, a moto é esperta na trilha e no trânsito, quando é preciso usar a força, que também é bem-vinda para encarar uma ladeira, apesar de seus 185 quilos à seco.

Neste teste, a equipe do MinutoMotor rodou quase 300 quilômetros pelo interior de São Paulo, entre asfalto, estradas vicinais e trilhas. O desempenho foi surpreendente. Com relação ao motor, o LS 410 vibra bem menos se comparados aos propulsores da linha clássica da Royal e traz câmbio de cinco velocidades. Além disso, o consumo girou entre 25 e 30 km/litro, o que confere a Himalayan uma autonomia de cerca de 450 quilômetros (tanque de 15 litros).

É possível rodar entre São Paulo e Minas com apenas um tanque de combustível. Aqui depende do peso da mão do piloto. Outro diferencial é que está trail retrô pode rodar até 10 mil quilômetros entre trocas de óleo.

CICLÍSTICA

Ancorada por um robusto chassi em berço duplo, a Himalayan é uma motocicleta equilibrada, isso em função do conjunto de suspensão e freios, que conta com ABS de série. Na dianteira o tradicional garfo telescópico de 41mm e 200 mm de curso e freio a disco único de 300 mm de diâmetro.

Já na traseira suspensão monoamortecida, com 220 mm de curso, e disco simples de 220 mm de diâmetro. Apesar de soluções espartanas, o conjunto deu conta do recado. Em nenhum momento, mesmo em voos pelas valas nas trilhas, a moto deu final de curso. Com distância do solo de 220 mm, o modelo supera obstáculos com facilidade.

Já os freios são honestos e cumprem seu papel. Isso graças ao sistema ABS de dois canais. Para ajudar nesta missão, a Himalayan vem calçada com pneus on/off-road (Pirelli MT 60) – aro 21 polegadas na dianteira e 15 polegadas na traseira –, que oferece boa aderência e bom desempenho em qualquer condição de terreno.

ERGONOMIA E CONFORTO

A Himalayan é uma moto confortável, isso em função da largura do guidão, o assento em dois níveis, com espuma de boa densidade; aliado a posição das pedaleiras. Aliás, as pedaleiras largas são um belo aliado para quem gosta de pilotar de pé (como eu) pelos deslocamentos na terra. É possível remover a borracha e deixar no ferro, que é todo serrilhado para apoiar melhor a bota.

Os pontos de fixação de bagagem para malas rígidas, alforjes e galões de combustível fazem parte do design da motocicleta. Ou seja, o motoaventureiro não precisa fazer nenhum tipo de adaptação, já está tudo lá pensado para a instalação de outros acessórios.

O painel de instrumentos é simples, porém completo. Lá é possível controlar a velocidade, temperatura ambiente, tempo de viagem, intervalos de manutenção e direção (bússola). Seu baixo centro de gravidade garante facilidade em colocar os pés no chão e assegura controle total durante a pilotagem. A trail indiana está disponível em duas opções de cores – Granite e Snow – e será comercializada pelo valor de R$ 18,990,00 – sem frete.

CONCLUSÃO

A Royal Enfield Himalayan é uma moto com personalidade forte. Feita para enfrentar qualquer tipo de desafio. Para muitos ela não é bonita, não é a mais potente de sua categoria, muito menos a mais tecnológica. Acho que está aí o seu charme. É uma moto que vai te legar para onde você quiser ir. É uma moto que você poderá rodar sem a preocupação de ter uma arma apontada para sua cabeça, já que não é um modelo ostentação.

A trail Himalayan é uma moto raiz, feira para quem quer curtir e fazer passeios on/off-road. É uma moto para quem não precisa provar mais nada para ninguém. É uma moto para percorrer distâncias, não fazer o melhor tempo. Como disse Claudio Giusti, diretor Geral da Royal Enfield, “a Himalayan é espartana, versátil e confiável que carrega, na sua essência, o espírito de liberdade do motociclista!!”. Isso sem falar na ousadia de encarar a concorrência de frente.

Como postou meu amigo Flávio Bressan no Instagram (estradasamazonicas), “a Himalayan é uma moto rústica, bruta e sistemática! Como todas as trails deveriam ser. A Himalayan é aquela Ténéré 250 mais forte que todos queríamos ter. Se tivesse o logo da Yamaha no tanque tava todo mundo babando e chamando a moto de herdeira real do nome lendário da Ténéré”.

Fotos Johanes Duarte / Divulgação

MALEIRO DE TETO É BOA OPÇÃO PARA TRANSPORTAR BAGAGEM

Para que o excesso de bolsas e caixas não atrapalhem o conforto dos ocupantes do veículo, não comprometa o espaço interno, muito menos dificulte a visão do motorista, o ideal é investir em malas de teto. Presas no rack ou no bagageiro, os maleiros utilizam o espaço superior como porta-malas. Mas antes de comprar o acessório, é necessário consultar o manual do carro para saber qual o modelo ideal e as dimensões adequadas para cada veículo, assim como o limite de peso suportado.

Tais cuidados são necessários para não impactar negativamente na aerodinâmica do veículo, o que acarreta em gastos maiores com combustível, além de não prejudicar a estabilidade da direção, contribuindo para o risco de acidentes.

“As malas de teto são a melhor opção para levar bagagem durante a viagem, uma vez que são impermeáveis, possuem zíper invisível para fechamento, além de serem presas ao veículo com as correias de instalação. Toda a bagagem fica segura e protegida”, explica a gerente comercial e de marketing da Horizon Global Brasil, Emanuella Santos. A empresa que comercializa no Brasil as malas de teto Reese.

A marca tem três modelos com capacidade que variam entre de 339 (extensível a 453 litros), 368 e 425 litros. Há opções com isolamento térmico, protegendo o conteúdo do frio e do calor. Todas são dobráveis, assim, quando não estiverem em uso, podem ser guardadas no porta-malas, sem ocupar muito espaço muito, diferente dos bagageiros rígidos. Preços: a partir de R$ 250.

DEKRA E AUTO AVALIAR: MAIS SEGURANÇA PARA COMPRAR E VENDER

O mercado de veículos usados movimenta R$360 bilhões ao ano e, uma das dificuldades das concessionárias e lojistas é o processo de avaliação dos veículos usados que entram na negociação. A proposta da Dekra, em parceria com a Auto Avaliar, é resolver de forma definitiva as imprecisões nas informações , as possibilidades de fraudes, os altos custos com avaliador e a falta de padronização além de gerar indicadores no sistema de avaliação dos veículos ofertados pelos clientes, na troca por outro modelo no varejo. Dessa forma, as duas empresas passam a oferecer uma solução que integra laudos de vistoria com serviços de avaliação e business intelligence.

A partir de agora, a Dekra passa a alocar um profissional para fazer a coleta de fotos e dados do veículo para a avaliação dentro da loja ou concessionária, utilizando o sistema da Auto Avaliar e apoiando a melhor decisão na mesa de compras. Ou seja, mais segurança entre as partes envolvidas. A Dekra realiza o serviço Dekra Garantido, que verifica mais de 250 itens do veículo como procedência, histórico, pintura e estrutura e mais de 100 itens voltados ao estado de conservação, como rasgos no banco, lataria e pneus.

A emissão de laudos agora está integrada à plataforma Auto Avaliar, possibilitando divulgar anúncios com certificado Dekra simultaneamente nos maiores portais de classificados de veículos do país, trazendo destaque e valorização na hora de vender. “Desta forma, o estabelecimento tem uma gestão completa do estoque de seminovos e usados, resultando em maior liquidez e fluxo rápido de veículos na loja, impactando ainda na decisão de estocá-los ou repassá-los. Com essa mudança, as concessionárias reduzem os custos, aumentam sua rentabilidade, tornam a avaliação imparcial e agilizam as vendas”, explica Daniel Nino, sócio-diretor da Auto Avaliar.

“A união das empresas alia a capilaridade da Dekra – presente em 4800 municípios e cobrindo todos os estados do Brasil – e seu processo de certificação de veículos, com a penetração e liderança da Auto Avaliar na avaliação e venda de seminovos no mercado B2B. Uma união de líderes proporcionando profissionalismo, resultados financeiros e segurança para nossos clientes”, comenta Mario Cassio Maurício, CEO do Grupo Dekra Brasil.

JAQUETA LS2 GALLANT: PRONTA PARA GANHAR O MUNDO

Completa, bonita e cheia de detalhes, a jaqueta Gallant da LS2 é confeccionada em poliéster de alta resistência nas cores cinza, preto e vermelho. A parca conta com gola com fecho instantâneo regulável e vários refletivos. O modelo traz tecido impermeável, respirável e com forração térmica para proteger o motociclista em dias mais freios. O inverno está aí, então é bom estar preparado e protegido durante a pilotagem! No verão é só retirar o forro sem perder em conforto e também em segurança. É ideal para donos de bigtrails, aventureiras esportivas ou motos do estilo touring.

 

Versátil, a parca da LS2 conta com áreas frontais com ventilação e botões magnéticos, além de ajuste na cintura. Conta ainda bolsos internos, um deles exclusivo para guardar o celular. Com bom caimento, a jaqueta Gallant oferece liberdade de movimentos, conforto e segurança. Isso sem falar na beleza, sofisticação e preço bastante competitivo: R$ 999,90. Visite: ls2.com.br

EQUIPE BTEC SERÁ O BRASIL NO SCANIA TOP TEAM 2018

André Luís Decker, Carlos Alberto Fösch, Felipe Daniel Fogaça, Marcelo Bueno e Neilson Goi Freitag. Esta é a escalação da equipe Btec, da Brasdiesel Ijuí (RS), que será a representante brasileira na final mundial do Scania Top Team 2018, que acontecerá nos dias 6 e 7 de dezembro, na Suécia. No maior desafio da competição global, os gaúchos enfrentarão 11 times de países diferentes. Os brasileiros garantiram uma das duas vagas disputadas, por outros sete países, no sábado (17), na final regional, que foi realizada na fábrica da Scania em São Bernardo do Campo (SP). Pela segunda vez consecutiva a Btec se classifica para a grande final. A outra vaga ficou com a Argentina, que venceu a etapa regional.

“Estamos muito orgulhosos pela classificação para a final mundial. A equipe brasileira lutou muito, desde a primeira prova, parar realizar o sonho de voltar a disputar o desafio na Suécia, pela segunda vez consecutiva. Um fato inédito”, afirma Gustavo Andrade, gerente de Portfólio de Serviços da Scania no Brasil (acima). “Independentemente do resultado na Suécia, o Brasil já tem, no mínimo, a décima segunda melhor equipe de serviços do planeta. Resultado: mais qualificação e rapidez.” Andrade ressalta a assertividade na preparação para o Top Team. “Contamos com o apoio irrestrito da Scania Academy, a responsável pelos treinamentos da marca. A atualização dos times de Serviços, não apenas da Btec, mostra que estamos no caminho correto”, conclui. 

“A Brasdiesel vem aumentando a agilidade, a qualidade e a assertividade dos profissionais da oficina. Em 2017, na comparação com 2016, aumentamos em 15% a venda geral de serviços em Ijuí e de 21% na filial de Caxias do Sul. Em 2018, já incrementamos em 36% o faturamento da mão de obra das duas oficinas”, explica Claudio Padilha, gerente geral de Serviços da Brasdiesel.

Final regional

A final regional do Scania Top Team 2018 foi acirrada. No sábado (17), a fábrica de São Bernardo do Campo foi o palco de um dia inteiro de intensas disputas. Pelo regulamento, se classificavam as duas equipes, dentre oito países, que somassem o maior número de pontos em quatro provas práticas e uma teórica. Tudo sob a pressão do relógio. No sistema de pontuação, cada estação valia 50 pontos, num total possível de 250 pontos. Os times tiveram 20 minutos para resolver cada fase. 

Na classificação da final regional a Argentina somou 191 com a equipe Metegol, de Buenos Aires; em segundo a Btec, de Ijuí (RS) com 144,5 pontos; No terceiro lugar, o Chile com os Mecânicos Vabis Serie S, de Santiago (127,5); Em quarto, somando 126 pontos ficou o Peru (Peruvian Force, de Lima); Em quinto, com 98 pontos, o time Simba, da cidade de Nairóbi, Quênia; E, na sequência, os respectivos três últimos colocados: Uruguai – Fray Bentos (86,5), México – Scania Steel, de Monterrei (82) e com 70 pontos a equipe Águias Sul-africanas, da cidade de Durban, na África do Sul. 

TOYOTA APRESENTA O YARIS, QUE PARTE DE R$ 59.950

O carro número 1 da Toyota em vendas ao redor do mundo chega ao Brasil com a missão de desbancar a forte concorrência. O Yaris, que será comercializado nas plataformas hatch e sedã, enfrentará artilharia pesada – lê-se VW Virtus e Polo, Fiat Cronos e Argus, Honda City e Fit, além do GM Cobalt. A marca japonesa vive um momento especial, comemora 60 anos de Brasil. Com o lançamento de seu novo compacto premium, a Toyota quer crescimento sustentado, porém com grandes ambições. A expectativa é de vender este ano 200 mil carros, 5% a mais que ano passado. E o Yaris é peça-chave para crescimento ainda mais acelerado em 2019. Ou seja, recorde sobre recorde!


As versões manuais (de entrada) deverão representar apenas 5% das vendas totais no modelo. Segunda a marca, a fabricação deverá seguir a seguinte proporção: 55% hatch e 45% sedã. Grande parte das vendas estarão nas versões intermediárias e, é claro, nos modelos topo de linha. Para o modelo hatch, são elas: XL manual e XL CVT, XL Plus Tech CVT (todas com motorização 1.3 litro), XS e XLS, estas com câmbio CVT e motor 1.5 litro. A carroceria sedã possui as mesmas versões, somente com motorização 1.5 litro. O novo modelo conta com os motores Dual VVT-i que já equipam o Etios, transmissão automática CVT e manual de seis velocidades. A economia é ponto chave no processo de crescimento de vendas do modelo. Segundo dados do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular do Inmetro, o hatch da Toyota é o mais econômico da categoria. Com consumo médio – cidade e estrada – entre 8,8 km/l (hatch 1.5 manual) a 9,6 km/l (sedã 1.5 CVT).


O compacto premium conta ainda com uma completa lista de itens como, por exemplo, vidros e travas elétricos, controle de estabilidade, tração e assistente de subida em rampa, faróis com regulagem elétrica e acendimento automático, roda de liga leve de 15” e faróis de neblina.

MOTOR, POTÊNCIA E TORQUE
– 1.3L Flexfuel, Dual VVT-i DOHC de 16 válvulas, que rende 101 cv a 5.600 rpm, quando abastecido com etanol, e 94 cv, a 5.600 giros, com gasolina. O torque máximo nesta configuração é de 12,9 kgfm (com etanol) e de 12,5 kgfm (com gasolina), sempre a 4.000 rpm. Em comparação com o Etios, o ganho foi de 3 cv e 0,2 kgfm de torque com etanol e de 6 cv com gasolina em comparação com o Etios.

– 1.5L Flexfuel, Dual VVT-i DOHC de 16 válvulas, que rende 110 cv de potência a 5.600 rpm, quando abastecido com etanol, e 105 cv, a 5.600 giros, com gasolina. O torque máximo nesta configuração, a 4.000 giros, é de 14,9 kgfm (com etanol) e de 14,3 kgfm (com gasolina). Para esta motorização, o ganho de potência também foi de 3 cv e 0,5 kgfm de torque com etanol e de 3 cv com gasolina em comparação com o Etios.


EQUIPAMENTOS DE SÉRIE

A Toyota recheou o novo Yaris com de itens de conforto, conveniência, tecnologia e segurança, fazendo dele um dos modelos mais completos de sua categoria. Ou seja, a concorrência que se cuide. O recheio é requintado. Desde a versão de entrada XL de câmbio manual, a linha traz de série, computador de bordo, comandos no volante, descansa-braços dianteiro, controle de estabilidade (VSC), tração (TRC) e assistente de partida em rampa (HAC).

O modelo também possui direção eletroassistida progressiva (EPS), ar-condicionado, vidros dianteiros e traseiros com acionamento elétrico por um toque, travas elétricas, faróis com regulagem elétrica, faróis de neblina, retrovisor interno eletrocrômico, banco traseiro rebatido 40/60 (sedã), entre outros itens, além dos obrigatórios airbag duplo dianteiro e freios com sistema ABS de última geração com distribuição eletrônica de frenagem (EBD).

A versão XL com câmbio CVT adiciona os seguintes itens: controle de velocidade de cruzeiro e função Eco Driving do computador de bordo.

Já a versão XL Plus Tech passa a contar com descansa-braços traseiro, detalhes internos na cor prata, ar-condicionado automático e digital, chave inteligente presencial, Smart Entry e sistema de partida sem chave tipo Start Button, banco traseiro rebatido 40/60 na versão hatch e central multimídia com tela de 7” sensível ao toque com funções de rádio AM/FM, MP3, entrada USB, conexão auxiliar Bluetooth, Toyota Play+, sistema que permite espelhamento de aplicativos por meio da tecnologia SDL e com tecnologia Harman e navegador Tom Tom para sistemas operacionais IOS e Android e Waze para sistema IOS.

A versão XS agrega todos os equipamentos da XL Plus Tech, e volante, manopla do câmbio e revestimento das portas em couro, grade com detalhes cromados, roda de liga leve de 15” Dual Tone (preto e prata), bancos de couro, retrovisor externo com rebatimento elétrico, câmera de ré, tapetes em carpete e computador de bordo com tela de 4.2” com tecnologia TFT.

Por fim, a versão topo de linha XLS ainda agrega teto solar, sensor de chuva, maçanetas cromadas, faróis projetores com lâmpadas halógenas, lanternas em LED e sete airbags, adicionando aos dois frontais, dois laterais, dois de cortina e um de joelhos para o motorista.

CORES

Branco Polar (sólido), Branco Perolizado, Cinza Cosmopolita, Prata Lua Nova, Prata Premium, Preto Infinito, Vermelho Super (sólido) e a nova e exclusiva, Azul Titã.

REVISÕES

Até os 60.000 km, o custo total com revisões do Toyota Yaris será de R$ 2.914,44, o mais baixo da categoria.

 


PREÇOS
Toyota Yaris Hatch
XL 1.3 manual – R$ 59.950
XL 1.3 CVT – R$ 65.590
XL 1.5 Plus – R$ 69.950
XS 1.5 – R$ 74.590
XLS 1.5 – R$ 77.590
Toyota Yaris Sedã
XL 1.5 manual – R$ 53.990
XL 1.5 CVT – R$ 68.690
XL 1.5 Plus – R$ 73.990
XS 1.5 – R$ 76.990
XLS 1.5 – R$ 79.990

 

MOTOCICLISTA CONSCIENTE USA LUVAS

 Depois do capacete – item de segurança obrigatório em todo território nacional –, a luva é o segundo principal equipamento de segurança para o motociclista. Ignorada muitas vezes pela maioria dos pilotos, as luvas protegem as mãos (ossos, músculos e pele) de impactos e dilacerações, como também do frio, pedriscos e até de insetos. A mão é uma das ferramentas mais precisas do corpo humano. Usamos as mãos todos os dias para inúmeras tarefas: abrir latas, teclar uma mensagem, indicar um caminho ou acenar para um amigo. Elas também são fundamentais para a condução da motocicleta: acionar embreagem e também o freio.

Quando o piloto cai da moto, instintivamente ele quer se agarrar em algo e é aí que as mãos sofrem danos – fraturas, escoriações ou, em casos extremos, a amputação dos membros. Ou seja, se o motociclista não estiver com uma luva de qualidade – de preferência de couro – as sequelas podem ser irreversíveis. Em alguns casos o motociclista perderá a capacidade de compressão e extensão dos dedos.

Ou seja, sem este movimente ficará impossível pilotar uma motocicleta, já que não haverá como engatar marchas ou frear o veículo. A mão é bastante delicada e flexível. Por isso perder a pele que reveste os dedos poderá comprometer muito os movimentos. Por isso use luvas, sempre. O equipamento de segurança pode ser a diferença entra o motociclista consciente e a aposentadoria precoce.

Onix ganha 3 estrelas no Latinncap com nova estrutura.

Imagem: Divulgação
Onix ganha 3 estrelas no Latinncap

O recentemente melhorado Chevrolet Onix 2018 conseguiu, três estrelas para a Proteção do Ocupante Adulto e três estrelas para a Proteção do Ocupante Infantil.

O Chevrolet Onix, fabricado no Brasil, tinha sido avaliado pelo Latin NCAP em 2017, obtendo um decepcionante resultado de zero estrela para a Proteção do Ocupante Adulto. Com essa nota a Chevrolet decidiu melhorar o Onix e patrocinar uma nova avaliação do modelo em 2018.
O Onix, produzido desde 15 de janeiro de 2018 (a partir do VIN 9BGKS48U0JG313644), foi melhorado com reforços estruturais, quanto à proteção, contra impactos laterais, elementos de absorção da energia nas portas.

A proteção para os ocupantes adultos conseguiu alcançar, apenas, as três estrelas, apresentando uma proteção fraca para o peito do adulto no impacto frontal e no lateral.

Imagem: Divulgação
Onix ganha 3 estrelas no Latinncap

A Proteção do Ocupante Infantil mostrou um resultado de três estrelas com proteção no teste de impacto frontal.

Imagem: Divulgação
Onix ganha 3 estrelas no Latinncap

O Onix conta ainda com um cinto pélvico (dois pontos) somente no banco traseiro central.

Imagem: Divulgação
Onix ganha 3 estrelas no Latinncap

O hatchback havia zerado no crash-test do ano passado, por conta do desempenho no impacto lateral – as portas abriram e a coluna B não aguentou o impacto.
A General Motors reforçou a estrutura tanto do hatch quanto do sedã Prisma e entregou para que o Latin NCAP fizesse um novo teste. Segundo a entidade, o compacto passou a ser produzido com essas melhorias no dia 15 de janeiro deste ano.

No impacto frontal, o desempenho foi próximo ao do teste anterior. A estrutura é considerada estável, mas ainda sofre alguns problemas nas área dos pés que é considerada instável. A proteção ao peito do motorista é conciderada como fraca e os joelhos tem proteção singular, pelo risco de baterem contra estruturas atrás do painel.
No impacto lateral, o Onix reforçado não teve o problema do antigo, mantendo as portas fechadas.
Já adiantaram uma das novidades da linha 2018 do Onix: adição de ISOFIX para cadeirinhas infantis. E também ganhou um novo cinto de segurança para o motorista.