APTIV ABRE SUAS PORTAS PARA O FUTURO DA ELETRIFICAÇÃO

A Aptiv, empresa de tecnologia global que fornece arquitetura veicular para praticamente para todas marcas de veículos ao redor do mundo, inaugurou sua nova fábrica em Espírito Santo do Pinhal, que fica a 200 Km de São Paulo. Com um investimento total de R$ 30 milhões, a nova instalação visa atender às necessidades dos clientes com modernos sistemas de distribuição eletroeletrônicos, principalmente chicotes elétricos.

Mas a Aptiv já está pensando na ampliação de sua nova casa – em 3.000 metros quadrados, já nos próximos três anos. Além disso, a empresa está investindo mais R$ 5 milhões em sua unidade de Conceição do Ouro (MG), duplicando a operação e contratando mais 300 colaboradores até o final do ano.

Com a produção de 30 mil chicotes elétricos/dia, “a empresa usou sua nova base em Pinhal como portal para negócios mais ambiciosos ligados à eletrificação e a projetos de veículos autônomos, que exigirão sistemas cada vez mais complexos e que possam administrar melhor a corrente elétrica e os problemas eletromagnéticos nos automóveis, reduzindo as atuais interferências”, observa Alejandro Quiroz, presidente da Aptiv para a América Latina.

Alejandro Quiroz e Eric Carneiro, executivos da Aptiv

Já Eric Carneiro, vice-presidente e diretor executivo da Aptiv para a América do Sul, acredita na evolução do mercado automotivo e também nos novos rumos da indústria mundial, que passa pela eletrificação e carros autônomos. “Aqui em Pinhal serão feitos estes novos e modernos chicotes. O veículo autônomo é parte de um macrossistema que oferecerá uma maior segurança ao ser humano e, nós, da Aptiv, temos que estarmos prontos para esta nova revolução tecnológica”, explica Carneiro.

Crescimento do segmento
Bastante motivado, o vice-presidente e diretor executivo da Aptiv aposta que a retomada de crescimento do setor automobilístico acontecerá no segundo semestre. A previsão de crescimento da empresa no mercado mundial em 2019 deve girar na casa dos 3%. Ou seja, em seis, sete anos, a receita global deve pular de US$ 14 bilhões para US$ 20 bilhões.

Já em Pinhal, com adequação da produção, aumento do número de colaboradores e, obviamente, a ampliação de produção para antigos clientes (VW) e chegada de novos projetos (Toyota e FCA), o faturamento desta unidade deve girar entre 10 e 15%.

Segundo o executivo, “em breve teremos carros de última geração fabricados nos Estados Unidos e Europa – em especial franceses e alemães – com peças produzidas aqui em Espírito Santo do Pinhal. Nossa meta é sermos líderes neste tipo de tecnologia embarcada”, conclui, eufórico, Eric Carneiro.

Os números da Aptiv
Espírito Santo do Pinhal
Área Total – 68 mil m² – duas vezes maior do que a antiga unidade
Área construída – 18.600 m²
Área fabril – 14 mil m²
Área para expansão – 3 mil m²
Total de funcionários – 1.300 colaboradores (60% mulheres e 40% homens, já que a produção conta com a maioria dos processos manuais)
Fornecedores – 208
Itens – 3.525 (36% de produtos importados, 64% fornecedor local)
No Brasil
Número de fábricas – 5
Total de colaboradores – 5 mil

NOVAS LÂMPADAS OSRAM: TECNOLOGIA EM PROL DA SEGURANÇA AUTOMOTIVA

Veja e seja visto! Seguindo esta filosofia, a Osram – multinacional com mais de 110 anos de tradição – apresentou uma série de lançamentos que podem equipar vários tipos de veículos no Brasil. Destaques para a lâmpada de farol LED Cool Blue Intense, além de novos acessórios, faróis auxiliares e faróis principais de LED. A lâmpada de farol LED Cool Blue Intense, por exemplo, conta com 6000K de temperatura de cor e 12V. É a solução mais conveniente para atualizar os faróis, proporcionando um visual elegante e moderno, bem como uma visibilidade aprimorada. Os benefícios ficam por conta do design compacto para maior compatibilidade de veículos. O conjunto não ofusca e proporciona excelente projeção, devido a uma distribuição de luz otimizada, refrigeração ativa de alto desempenho e garantia de dois anos. É a solução ideal para combinar a cor dos faróis de neblina e farol principal (luz baixa e alta) com o DRL (farol diurno) LED original de fábrica (6000K). Confira outras novidades da marca:

LED Driving Premium – lâmpada LED para faróis bivolt (12V e 24V). Compatível com carros, ônibus e caminhões, tem 6000k de temperatura de cor. Produto italiano e garantia de cinco anos. Produto de alto desempenho, o LED Driving Premium oferece maior durabilidade e projeção de luz perfeita, evitando assim o ofuscamento dos demais motoristas.

Working Ligts (barras auxiliares em LED) – Farol auxiliar LED ideal para caminhonetes, jipes e caminhões. Conta com a mais sofisticada tecnologia LED e o design mais moderno do mercado. A linha de faróis auxiliares e barras auxiliares de LED Osram oferecem uma grande variedade de opções, formatos e padrões de projeção de luz. É bivolt e está disponível em três categorias: funcionais, multifuncionais e slim. A função DRL (farol diruno) também está disponível em algumas versões.

Headlights – Farol de LED completo para modernizar os modelos de automóveis: Golf, Amarok e Focus. Solução completa plug and play (ligar e usar) com tecnologia LED na função DRL com 6000k de temperatura de cor, luz direcional em LED na cor âmbar, e luz baixa e alta com tecnologia Xenon de 25W (D8S), que garante até 200% mais luz do que o farol original de fábrica. Com este lançamento, a Osram oferece um upgrade de tecnologia e design para Ford Focus III, VW Golf GVII e Amarok não equipados com faróis de xênon.

De acordo com Ricardo Leptich, CEO da Osram, existem muitas opções no mercado, porém a nossa empresa investe em tecnologia de ponta e aposta na tradição para desenvolver o melhor produto. “Nossos sistemas de iluminação possuem melhor projeção, maior durabilidade e resistência”, garante Leptich.

HONDA HR-V TOURING 2020 RETORNA COM MOTOR TURBO DE 173 CV

HONDA HR-V TOURING 2020 RETORNA COM MOTOR TURBO DE 173 CV

A Honda lançará, em junho, a linha 2020 do HR-V, com preço sugerido R$ 139.900. A principal novidade do SUV é o retorno da versão Touring, que chega ao mercado ainda mais completa e com a adoção de equipamentos inéditos como, por exemplo, teto solar panorâmico e motor 1.5 Turbo de 173 cv; além de ganhar um visual mais moderno. Traduzindo: a dianteira traz faróis principais e de neblina Full LED, bem como uma nova grade frontal, com acabamento em black piano. O inédito teto solar panorâmico da versão Touring aumenta a sensação de espaço e luminosidade para os ocupantes dos bancos dianteiros e traseiros.

Na parte traseira, o logotipo “Turbo” e o sistema de escapamento em inox com duas saídas completam o design mais arrojado do SUV topo de linha da Honda. Outro diferencial é que essa versão passa a ter – de acordo com a cor externa – a opção de acabamento na cor cinza claro ou preto para bancos – revestidos em couro – laterais de porta, console central e painel.
Equipado com a tecnologia Smart Entry, o HR-V Touring permite a abertura das portas sem o uso da chave, por aproximação, enquanto o botão de partida torna ainda mais cômoda a operação do veículo. Equipado com sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, câmera de ré – com três modos de visualização – e o exclusivo sistema Honda LaneWatch, o HR-V Touring permite visibilidade total em manobras e durante a condução. Os motociclistas agradecem!

Para quem não sabe, o sistema LaneWatch é composto de uma câmera instalada no retrovisor direito, que amplia o ângulo de visão do motorista além do proporcionado pelo espelho retrovisor, eliminando pontos cegos e projetando essa imagem ampliada no sistema multimídia, ao se acionar a seta, ou mesmo ao pressionar um botão na alavanca. Com isso, o condutor passa a ter muito mais segurança em mudanças de faixa e mais comodidade em manobras. O sistema LaneWatch já era usado no Civic Si.
Para completar, a versão Touring recebe central multimídia de 7 polegadas touchscreen, com conectividade aos sistemas Apple CarPlay e Android Auto, com navegador GPS integrado ao sistema.

Motor turbo de 173 cv
A versão Touring marca a estreia da motorização turbo com injeção direta no HR-V, garantindo alto desempenho e ótima eficiência energética. O motor 1.5 de quatro cilindros traz calibragem específica para o HR-V Touring, já que usa turbo de baixa inércia, injeção direta, variação de tempo de abertura das válvulas de admissão e escape (Dual VTC) e válvula wastegate eletrônica, gerando 173 cv a 5.500 rpm, com o torque de 22.4 kgf.m entre 1.700 rpm a 5.500 rpm.
Este propulsor é acoplado a transmissão continuamente variável (CVT), a mesma adotada no Civic Touring e no CR-V, mas ajustada especificamente para o HR-V Touring, que entrega ampla potência ao longo de toda a faixa de trabalho do motor.

Versões, cores e preços
O HR-V é oferecido em quatro versões, LX, EX e EXL, todas equipadas com o motor 1.8 16V FlexOne de até 140 cv e a renovada versão Touring, com o novo motor 1.5 Turbo, com 173 cv. Em todas as variantes, o HR-V adota transmissão CVT – com simulação de sete velocidades e aletas para trocas de marchas no volante, nas versões EX, EXL e Touring.

O modelo está disponível nas cores: Branco Tafetá (sólido), Prata Platinum, Cinza Barium, Azul Cósmico (metálicos), Branco Estelar, Preto Cristal e Vermelho Mercúrio (perolizados). A versão Touring traz interior na cor cinza nas cores Branco Estelar, Cinza Barium e Azul Cósmico. As demais cores trazem interior com acabamento preto.
HR-V LX: R$ 94.400
HR-V EX: R$ 101.700
HR-V EXL: R$ 111.900

VERIFIQUE SEMPRE O TRIÂNGULO DE SINALIZAÇÃO

VERIFIQUE SEMPRE O TRIÂNGULO DE SINALIZAÇÃO

As regras de trânsito da maioria dos países exigem que todos os condutores tenham um triângulo de sinalização no seu carro, bem como alguns outros equipamentos necessários em caso de situações de emergência na estrada. Um triângulo de sinalização é um sinal de metal-plástico de formato triangular e com cerca de 18cm de altura, normalmente dobrável para armazenamento prático no porta-malas do carro, com uma superfície reflectora no seu lado funcional, e por vezes pode mesmo estar equipado com LEDs.

A sua principal finalidade é a de marcar um carro avariado na estrada ou um perigo na estrada, para avisar os outros motorista da estrada sobre o acidente, aumentando assim a segurança rodoviária. O lado funcional do triangulo de sinalização está revestido com uma camada refletora, que reflete as luzes dos outros veículos e assegura uma elevada visibilidade, em especial com más condições atmosféricas ou durante a noite. Habitualmente, estes acessórios têm pés com grande afastamento, que lhe proporcionam estabilidade; por vezes têm um saco protector incluído – ajuda a armazená-lo de forma prática. Adicionalmente, os triângulos mais recentes têm um triângulo interior, feito em vinil fluorescente.

Segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) primeiro é preciso ligar o pisca-alerta, em seguida colocar o triângulo a pelo menos 30 metros de distância, que equivale a aproximadamente 30 passos largos da traseira do veículo.

Porém, para aumentar a sua segurança e a de seu veículo, coloque o triângulo de sinalização a uma distância correspondente à velocidade da via em que ele está. Por exemplo, se a velocidade é de 40 km/h, o triângulo deve estar a 40m do veículo. Se a velocidade for 80 km/h, coloque a 80m e assim por diante.

Caso haja uma curva no meio da sua contagem de passos, caminhe até o final dela e reinicie os passos. E em caso de chuva, neblina ou cerração, dobre a distância. Essa é a melhor forma de sinalizar e evitar acidentes nesses casos.

Em caso de estar sem o triângulo, o ideal é fazer a sinalização utilizando galhos de árvore, por exemplo. Ressaltando que andar sem o triângulo é infração gravíssima com multa no valor de R$191,54.

E lembre-se, não fique atrás do seu carro, já que irá impedir os outros motoristas da estrada de verem as luzes do seu carro. Existe uma multa elevada por falta de triângulo de sinalização no seu carro, não fique sem esse item obrigatório no seu carro. Existe várias lojas para você escolher um triângulo de sinalização de elevada qualidade e outro equipamento de emergência obrigatório para o seu carro.

ARGO TREKKING, A VERSÃO AVENTUREIRA DO HATCHBACK DA FIAT

ARGO TREKKING, A VERSÃO AVENTUREIRA DO HATCHBACK DA FIAT

Para quem tem saudade da família Adventure da Fiat, a marca começa a resolver esse problema. Já que seu SUV de verdade, baseado na Toro, deve chegar somente em 2021, eis que eles oferecem uma versão pseudo-aventureira do seu hatchback de entrada: eis o Argo Trekking. Os preços ainda não foram divulgados, mas devem ficar em torno dos R$ 60 mil na versão básica – lembrando que os únicos opcionais são as rodas de liga e a câmera de ré, que devem acrescentar de R$ 2 mil a R$ 3 mil na conta. O Argo Trekking chega no final de abril e tem como principais concorrentes Onix Activ, Ka FreeStyle, HB20X e Sandero Stepway.

Cara de aventureiro
O Argo Trekking tem esse ar de aventureiro urbano. Produto comum para a maioria das montadoras, eles tem cara de SUV, mas coração de carro urbano. No caso do Fiat, ele é baseado na versão Drive 1.3. O motor é o Firefly 1.3 com potência de 109 cv e torque de 14,2 kgfm. A caixa de câmbio é apenas manual de cinco marchas.
Com suspensão elevada e o maior vão livre da categoria (ground clearance) – 210 mm, o novo Fiat Argo Trekking está agora 40 mm mais alto em relação à versão Drive 1.3. Equipado com novos pneus 205/60R15 91H S-ATR WL Pirelli Scorpion (os mesmos modelos que equipam o Jeep Renegade, só que mais estreitos), com banda de rodagem para uso misto e montados exclusivamente para a versão Trekking, proporciona o máximo de desempenho e, mesmo com perfil mais alto, assegura mais conforto e robustez para o veículo, graças ao extenso trabalho de engenharia que revisitou toda a elastocinemática do chassis, passando por molas, amortecedores e até tunning da direção elétrica.

Para completar suas características off road light, voltada para os clientes que desejam sair do asfalto, o Fiat Argo Trekking é o melhor de seu segmento em pisos irregulares, apresentando os mais altos níveis de conforto, mantendo a excelência do comportamento dinâmico do veículo. A nova versão apresenta ainda melhor absorção de impacto e mais segurança em terrenos com baixa aderência, como estradas de terra.

Estiloso
Além de todas as mudanças que foram feitas para que o carro tivesse uma performance e conforto diferenciados na hora de viajar por estradas irregulares, o Fiat Argo Trekking ainda é completo e cheio de estilo, algo muito buscado pelos clientes mais jovens. A nova versão traz equipamentos de série que conferem uma personalidade mais aventureira e esportiva ao seu design tanto por fora quando por dentro.

O Fiat Argo Trekking é a única versão aventureira do segmento com teto bicolor. Traz ainda barras no teto, que é pintado em preto assim como os retrovisores e aerofólio. Em cima, nas laterais inferiores e na traseira, outra novidade: o logotipo “Trekking”. O símbolo é composto por três diferentes formas com significados distintos: transcender, explorar e criar, ou seja, exatamente aquilo que a nova versão permite que seu proprietário faça pelas estradas dentro ou fora das cidades.
A versão tem ainda um adesivo preto no capô, faróis com design em LED, nova moldura da caixa de rodas e do para-choque traseiro na parte inferior, logomarca da Fiat com acabamento exclusivo em cromo escurecido na traseira, ponteira de escapamento trapezoidal com cor exclusiva, além de rodas com aro 15 com calotas escurecidas.

Por dentro, logo ao entrar, chama a atenção o tecido escuro dos bancos de alta qualidade com o contraste da costura laranja, área central com textura quadriculada e o logotipo Trekking bordado. O motorista também logo repara no logotipo Fiat do volante escurecido assim como a peça central do painel e a moldura do console central e, para completar, as saídas de ar são cromadas.
A nova versão traz de série ainda o Uconnect de 7 polegadas touchscreen com Apple CarPlay e Android Auto, vidro dianteiros e traseiros elétricos, retrovisores elétricos e faróis de neblina. Como opcionais, o cliente pode também incluir rodas de liga leve 6.0 de aro 15 com cor exclusiva e câmera de ré com linhas dinâmicas.

Equipamentos Mopar
Além de todos os diferenciais que já fazem parte da versão Trekking, a Mopar oferece muito mais possibilidades de tornar cada Fiat Argo um veículo único. São mais de 50 acessórios disponíveis para o modelo, sendo que dois são exclusivos do Argo Trekking: as barras transversais de teto e o suporte para bicicleta. Este é apoiado naquelas que, por sua vez, precisam das barras longitudinais – item de série específico da configuração aventureira do hatch.
A Mopar também está aproveitando o lançamento do Fiat Argo Trekking para colocar outra novidade no mercado, a rede vertical de carga. Ela permite organizar melhor objetos que ficariam totalmente soltos no porta-malas. Vale dizer ainda que uma das características de estilo de maior destaque do Trekking pode ser adotada em qualquer Argo: o teto escuro. Enquanto a nova versão exibe a capota pintada de preto na fábrica, a Mopar oferece a chance de “envelopar” o teto com um adesivo preto fosco – emprestando um ar mais esportivo do carro e também aumentando a proteção da pintura nessa área.

Texto: Mário Salgado, do ShopCar (MS), especial para o MinutoMotor

BÊ-A-BÁ: O QUE É E COMO FUNCIONA O SISTEMA DE FREIOS ABS

BÊ-A-BÁ: O QUE É E COMO FUNCIONA O SISTEMA DE FREIOS ABS

O ABS (Antilock Braking System) é um sistema de segurança ativa que evita que as rodas travem em frenagens de emergência – situação em que o veículo corre o risco de perder a aderência à pista e derrapar. As derrapagens estão entre os fatores que mais contribuem para a ocorrência de acidentes. Com o ABS, as rodas continuam com aderência à pista, o motorista mantém o controle sobre o veículo, sua estabilidade, e pode desviar de obstáculos mesmo pisando fundo no freio. Mas você sabe como esse mecanismo opera no veículo? É o que vamos ver agora, com informações do Cesvi Brasil – Centro de Experimentação e Segurança Viária.

Esse sistema eletrônico faz um monitoramento da rotação de cada roda, comparando-as com a velocidade do veículo. O ABS só entra em ação quando essa rotação da roda diminui muito em relação à velocidade do carro, indicando uma frenagem de emergência. O sistema envia sinais para que haja alternâncias muito rápidas entre alívio e pressão sobre os freios, que ocorrem em frações de segundo – tempo suficiente para evitar que as rodas travem.

Honda CB 250 Twister com freios ABS de série

Freios mais eficientes também nas motos
O ABS também está em vários modelos de duas rodas. Nas motos, o princípio é o mesmo dos automóveis: aplicando-se força normal e firme nos manetes de freio, há a distribuição eletrônica da intensidade de frenagem nas rodas traseira e dianteira, evitando o travamento. Detalhe: até o final deste ano, segundo norma do Contran, editada em 2016, todas as motocicletas novas devem vir equipadas, de série, com freios ABS (acima de 300cc) ou freios combinados (CBS), para modelos de até 300cc.

Pise fundo
Com um sistema convencional de frenagem, o motorista geralmente tem receio de pisar com toda a força no pedal do freio, pois sabe que as rodas podem travar. Com o ABS, não funciona assim. Numa frenagem de emergência, você deve pressionar o pedal do freio e manter a pressão sobre ele com força máxima – sem medo. Você pode vir a perceber um tremor do pedal, mas mantenha a pressão assim mesmo, até atingir a velocidade adequada para o desvio do obstáculo à frente. O tremor é característico do sistema ABS e acontece pela rápida variação na pressão do freio.
É importante ter em mente que velocidade tem limite. Não há recurso de segurança que salve vidas se houver um exagero no risco proporcionado por uma combinação entre excesso de velocidade e manobras perigosas.

VÍDEO: ANAKEE ADVENTURE, NOVO PNEU MICHELIN PARA BIGTRAILS

VÍDEO: ANAKEE ADVENTURE, NOVO PNEU MICHELIN PARA BIGTRAILS

Com tecnologia vinda da MotoGP, a Michelin amplia sua gama trail e lança o novo pneu Anakee Adventure. Desenvolvido para rodar 80% no asfalto e 20% no fora de estrada, a novidade chega para atender às necessidades e expectativas dos donos de motos bigtrail. “O novo Anakee Adventure é o primeiro pneu trail da Michelin a incorporar as tecnologias 2CT e 2CT+, anteriormente utilizadas apenas em pneus on-road”, explica Daniel D’Almeida, gerente de Marketing da Michelin América do Sul.

Disponível em oito medidas (dianteiro e traseiro), o lançamento da marca de francesa combina novos compostos, nova arquitetura e uma nova escultura, que oferece maior aderência em piso molhado e seco, dirigibilidade, conforto e estabilidade, especialmente em altas velocidades.

Agora, o novo pneu Michelin da família Anakee vem se unir ao Road 5 Trail (100% de uso urbano) e Wild (50% on-road e 50% off-road) e pode equipar vários modelos de motos como, por exemplo, Honda Africa Twin, linha BMW GS, Yamaha Super Ténéré, Suzuki V Strom, KTM Adventure e Triumph Tiger. Aliás, a nova R 1250 GS vem de série com o Anakee Adventure.

Tecnologia de pontaGraças à tecnologia Michelin 2CT, o pneu dianteiro combina diferentes compostos de sílica no centro e nos ombros, garantindo uma excelente aderência em todos os momentos – especialmente em piso molhado – sem prejudicar a performance no tempo seco ou a vida útil do pneu.   

Foto: Johanes Duarte Photo and Road

Já devido à tecnologia Michelin 2CT+, o composto de borracha usado no centro do pneu funciona como uma camada rígida abaixo do composto utilizado para os ombros, proporcionando maior estabilidade ao inclinar, ao mesmo tempo em que oferece alto desempenho em condições úmidas e secas, também sem prejudicar a vida útil do pneu.

O Anakee Adventure ainda apresenta dois novos compostos, 100% de sílica, que proporcionam estabilidade em velocidades altas, além de um alto nível de agilidade. Embora com um desenho mais aberto, a banda de rodagem do novo modelo proporciona a tração necessária em qualquer tipo de piso, aumentando a confiança e o conforto do motociclista.

Enquanto o centro do pneu apresenta um padrão mais compacto para garantir excelente estabilidade em linha reta em altas velocidades, seus sulcos gradualmente se alargam em direção aos ombros, aumentando o escoamento de água, em diferentes ângulos de inclinação, garantindo sua performance em estradas molhadas. “O novo modelo oferece dirigibilidade, conforto, segurança e estabilidade, especialmente em altas velocidades, sem qualquer concessão à vida útil dos pneus ou à agilidade”, afirma Flávio Santana (acima), gerente de Produto Michelin América do Sul.

MICHELIN ANAKEE ADVENTURE
Dimensões – Dianteiro e traseiro
 90/90 – 21 M/C 54V F TL/TT
 110/80 R 19 M/C 59V F TL/TT
 120/70 R 19 M/C 60V F TL/TT
 130/80 R 17 M/C 65H R TL/TT
 140/80 R 17 M/C 69H R TL/TT
 150/70 R 17 M/C 69V R TL/TT
 170/60 R 17 M/C 72V R TL/TT

 


 150/70 R 18 M/C 70V R TL/TT

Equipamentos de segurança usados pelo jornalista Aldo Tizzani, do MinutoMotor, no vídeo do novo pneu Anakee Adventure
Capacete: LS2
Conjunto: LS2
Botas: FOX
Luvas: Race Tech

MAIS RADICAL, A YAMAHA MT-09 2020 CHEGA POR R$ 43.690

MAIS RADICAL, A YAMAHA MT-09 2020 CHEGA POR R$ 43.690

A segunda geração do Yamaha MT-09 chega agora em março com várias novidades: estéticas, ciclísticas e tecnológicas, com destaque para a adoção do controle de tração e câmbio quick shift, além de suspensão dianteira com ajustes e reposicionamento do painel, que é 100% digital. A MT-09 2020 está disponível em três opções de cores – preto fosco, azul e cinza. O preço público sugerido (sem frete) é de R$ 43.690, com garantia é de um ano sem limite de quilometragem. 


Em termos de design, a naked da marca nipônica, que está chegando com certo atraso ao mercado nacional, traz um novo conjunto óptico formado por dois faróis duplos em LED, tomadas de ar maiores, que estão posicionadas junto ao tanque de combustível e as carenagens de proteção do radiador, na qual agora são fixados os piscas dianteiros, deixaram seu visual ainda mais arrojado e musculoso à naked. Já na traseira, lanterna com efeito 3D em LED e paralama junto à roda que. A peça está fixada diretamente na balança, que também tem a função de suporte da placa. Realmente, a MT-09 está mais radical.

Tecnologia embarcada

A versão 2020 vem equipada com controle de tração, sistema “quick shift” – que permite trocas de marchas ainda mais rápidas – e embreagem deslizante do tipo “slip clutch”, que possibilita reduções de marcha mais bruscas sem risco do travamento da roda traseira. O novo sistema, segundo a Yamaha, reduz em 20% o esforço do piloto no acionamento do manete de embreagem.

A moto conta com o sistema Yamaha D-MODE (Drive Mode), que possibilita a escolha de três diferentes formas de respostas ao acelerador, a STD, A e a B, que podem ser escolhidos de acordo com as condições de pilotagem e estilo de cada um:
•STD: Opção que cobre várias situações de pilotagem, entregando torque firme e contínuo tanto em baixa como em alta velocidade;
•A: Mais agressivo do que o modo STD, com respostas mais rápidas;
•B: Brando, se comparado ao STD, este modo proporciona uma pilotagem mais moderada.

Já o controle eletrônico de tração tem a função de dosar a entrega de torque do motor para a roda traseira, evitando que ela destracione em situações de aceleração brusca ou quando houver baixa aderência no piso.

Na MT-09 esse recurso tem duas opções de ajustes: o modo 1 evita que a roda patine em qualquer situação, enquanto o modo 2 realiza um controle moderado, intervindo menos na pilotagem. Além disso, o sistema permite ser desligado para tornar a pilotagem ainda mais emocionante, ideal para quem utiliza a MT-09 de forma mais esportiva, como em um track day, por exemplo.

Apesar de toda a evolução, o motor continua o mesmo: motor de três cilindros em linha de 847 cm³ de capacidade e tecnologia Crossplane, que gera 115 cv de potência máxima a 10.000 rpm e absurdos 8,9 kgf.m de torque máximo a 8.500 giros. A relação peso e potência é de 1,67 quilo por cv.

TEST-RIDE: HIMALAYAN, UMA INDIANA ESPARTANA E OUSADA!!!

Ousadia é a palavra-chave que vai nortear os caminhos da Royal Enfield no Brasil a partir de 2019. A marca indiana quer abrir este ano dez novas concessionárias e, de quebra, apresentou a Himalayan, uma espartana trail que tem preço sugerido de R$ 18.990. O termo ‘espartana’ não é pejorativo, se deve há dois motivos: a simplicidade no design e acabamentos e também pela sua capacidade de enfrentar desafios, principalmente no fora-de-estrada. Forjada e testada na mais alta cadeia montanhosa do mundo, o Himalaia, o modelo indiano de estilo retrô está equipado com motor de 410 cm3 de capacidade cúbica, que foi projetado do zero.

A Royal Enfield vê sua trail como um modelo de nicho, com um perfil de público bastante diferenciado, formado por fanáticos pelo estilo mais clássico. “A Himalayan ocupará seu próprio espaço dentro do cenário motociclístico brasileiro. Versátil e robusta, a nossa moto vai ser uma boa opção para que se aventurar pelo Brasil, seja pela terra, seja pelo asfalto”, explica Claudio Giusti, diretor Geral da Royal Enfield do Brasil.

O design “ame ou odeia” desta nova indiana tem suas vantagens, principalmente por não chamar a atenção dos amigos alheio. De cara, a Himalayan lembra a BMW R80 GS, que foi fabricada na década de 1980. Porém, o tanque de combustível está protegido por uma estrutura tubular, minimizando o risco de avarias em caso de uma queda.

A moto conta com dois paralamas na dianteira, um rente ao pneu e outro mais alto, como em suas principais concorrentes. Além disso traz, de série, protetor de cárter, bagageiros e preparação para receber malas laterais e outros itens como, por exemplo, galões sobressalentes. Como curiosidade, há no painel uma bússola digital para dar o “Norte” aos motoviajantes.

MOTOR

A Himalayan está equipada com um motor de um cilindro, 410 cm3 de capacidade, batizado de LS 410. Totalmente novo, o propulsor oferece boa distribuição de torque e potência, principalmente em baixos e médio regimes de rotação. São 3,2 Kgf.m de torque já disponíveis a 4.250 rpm. Já os 24,5 cv de potência estão em seu pico a 6.500 giros.

Ou seja, a moto é esperta na trilha e no trânsito, quando é preciso usar a força, que também é bem-vinda para encarar uma ladeira, apesar de seus 185 quilos à seco.

Neste teste, a equipe do MinutoMotor rodou quase 300 quilômetros pelo interior de São Paulo, entre asfalto, estradas vicinais e trilhas. O desempenho foi surpreendente. Com relação ao motor, o LS 410 vibra bem menos se comparados aos propulsores da linha clássica da Royal e traz câmbio de cinco velocidades. Além disso, o consumo girou entre 25 e 30 km/litro, o que confere a Himalayan uma autonomia de cerca de 450 quilômetros (tanque de 15 litros).

É possível rodar entre São Paulo e Minas com apenas um tanque de combustível. Aqui depende do peso da mão do piloto. Outro diferencial é que está trail retrô pode rodar até 10 mil quilômetros entre trocas de óleo.

CICLÍSTICA

Ancorada por um robusto chassi em berço duplo, a Himalayan é uma motocicleta equilibrada, isso em função do conjunto de suspensão e freios, que conta com ABS de série. Na dianteira o tradicional garfo telescópico de 41mm e 200 mm de curso e freio a disco único de 300 mm de diâmetro.

Já na traseira suspensão monoamortecida, com 220 mm de curso, e disco simples de 220 mm de diâmetro. Apesar de soluções espartanas, o conjunto deu conta do recado. Em nenhum momento, mesmo em voos pelas valas nas trilhas, a moto deu final de curso. Com distância do solo de 220 mm, o modelo supera obstáculos com facilidade.

Já os freios são honestos e cumprem seu papel. Isso graças ao sistema ABS de dois canais. Para ajudar nesta missão, a Himalayan vem calçada com pneus on/off-road (Pirelli MT 60) – aro 21 polegadas na dianteira e 15 polegadas na traseira –, que oferece boa aderência e bom desempenho em qualquer condição de terreno.

ERGONOMIA E CONFORTO

A Himalayan é uma moto confortável, isso em função da largura do guidão, o assento em dois níveis, com espuma de boa densidade; aliado a posição das pedaleiras. Aliás, as pedaleiras largas são um belo aliado para quem gosta de pilotar de pé (como eu) pelos deslocamentos na terra. É possível remover a borracha e deixar no ferro, que é todo serrilhado para apoiar melhor a bota.

Os pontos de fixação de bagagem para malas rígidas, alforjes e galões de combustível fazem parte do design da motocicleta. Ou seja, o motoaventureiro não precisa fazer nenhum tipo de adaptação, já está tudo lá pensado para a instalação de outros acessórios.

O painel de instrumentos é simples, porém completo. Lá é possível controlar a velocidade, temperatura ambiente, tempo de viagem, intervalos de manutenção e direção (bússola). Seu baixo centro de gravidade garante facilidade em colocar os pés no chão e assegura controle total durante a pilotagem. A trail indiana está disponível em duas opções de cores – Granite e Snow – e será comercializada pelo valor de R$ 18,990,00 – sem frete.

CONCLUSÃO

A Royal Enfield Himalayan é uma moto com personalidade forte. Feita para enfrentar qualquer tipo de desafio. Para muitos ela não é bonita, não é a mais potente de sua categoria, muito menos a mais tecnológica. Acho que está aí o seu charme. É uma moto que vai te legar para onde você quiser ir. É uma moto que você poderá rodar sem a preocupação de ter uma arma apontada para sua cabeça, já que não é um modelo ostentação.

A trail Himalayan é uma moto raiz, feira para quem quer curtir e fazer passeios on/off-road. É uma moto para quem não precisa provar mais nada para ninguém. É uma moto para percorrer distâncias, não fazer o melhor tempo. Como disse Claudio Giusti, diretor Geral da Royal Enfield, “a Himalayan é espartana, versátil e confiável que carrega, na sua essência, o espírito de liberdade do motociclista!!”. Isso sem falar na ousadia de encarar a concorrência de frente.

Como postou meu amigo Flávio Bressan no Instagram (estradasamazonicas), “a Himalayan é uma moto rústica, bruta e sistemática! Como todas as trails deveriam ser. A Himalayan é aquela Ténéré 250 mais forte que todos queríamos ter. Se tivesse o logo da Yamaha no tanque tava todo mundo babando e chamando a moto de herdeira real do nome lendário da Ténéré”.

Fotos Johanes Duarte / Divulgação

EXCLUSIVO: ENTREVISTA COM ISSAO MIZOGUCHI, PRESIDENTE DA HONDA

Cada companhia enxerga o momento econômico – interno e global – de formas distintas. Enquanto a Ford fecha sua unidade em São Bernardo do Campo (SP), a Moto Honda da Amazônia anuncia um novo ciclo de investimentos em sua fábrica em Manaus (AM). A empresa prevê aportes na ordem de R$ 500 milhões até 2021. O objetivo é realizar uma completa transformação na cadeia produtiva: melhorias significativas em termos de logística, avanços tecnológicos, maior eficiência e, consequentemente, maior competitividade e aumento na produção. Detalhe: a Honda detém hoje quase 80% do share do mercado de duas rodas no Brasil, cuja produção nacional já superou 24 milhões de unidades, isso desde 1976 com a CG 125. É a Honda em sua incansável “metamorfose ambulante”! Tudo para melhorar processos e diminuir impactos ao meio ambiente.

Issao Mizoguchi, presidente da Honda; Wilson Lima, governador do Estado do Amazonas; e Alfredo de Menezes Júnior, superintendente da Suframa.

“Em 48 anos de Brasil, acompanhamos o amadurecimento deste mercado e, claro, do público consumidor que está cada vez mais exigente em quesitos como design, segurança, tecnologias amigáveis ao meio ambiente e preço. Assim, estamos fortalecendo a nossa eficiência no processo produtivo para continuarmos satisfazendo nossos consumidores e obtendo a competitividade internacional em um segmento cada vez mais concorrido e globalizado”, comenta Issao Mizoguchi, presidente da Honda South America.

A modernização da planta de Manaus – a maior da Honda no mundo em termos de produção verticalizada, já que fabrica 90% de todos os componentes utilizados em seus modelos – consiste na renovação de equipamentos, construção de novos, reposicionamento de linhas produtivas e melhoria dos postos de trabalho estão entre as ações que serão implementadas na fábrica nos próximos três anos com o objetivo de tornar a Moto Honda ainda mais eficiente.

Para se obter um fluxo produtivo mais interligado e com menor movimentação, algumas áreas da empresa serão realocadas. A iniciativa terá início com o agrupamento dos processos para a fabricação de motores, a partir da transferência da fundição, da usinagem, da pintura alumínio e da montagem dos motores para uma nova estrutura predial, inaugurando, assim, a fábrica de motores.

A primeira área a ser transferida será a fundição, cujo novo galpão já está construído e possui 13.852 mil metros quadrados. A partir do segundo semestre deste ano ocorrerá a transferência do processo de usinagem, também para um novo local, com 11.928 metros quadrados, que está em obras no momento.

Já a transferência da pintura alumínio e da nova montagem dos motores, que também ganharão novos prédios, deverá estar concluída até 2020. Da mesma forma, simultaneamente à fábrica de motores, será conduzida a modernização de toda a cadeia produtiva, incluindo a montagem de motos, a produção do chassi, a produção de peças plásticas, os processos de soldagem e pintura dos tanques, além dos departamentos de embalagem e expedição.

Diretoria da Honda – (Júlio Koga à dir) – , além do governador do Amazonas e o superintendente da Suframa

“Estamos engajados em tornar a Honda referência em produtividade. Esta iniciativa irá proporcionar maior flexibilidade e rapidez à nossa operação para superar cada dia mais as expectativas de nossos clientes”, explica Júlio Koga, vice-presidente Industrial da Moto Honda da Amazônia.

  • O jornalista Aldo Tizzani viajou para Manaus (AM) à convite da Honda