TESTE-DRIVE: JEEP COMPASS LONGITUDE, O QUERIDINHO DO MERCADO

Com preços a partir de R$ 111.990, o Jeep Compass pode ser considerado um sucesso de vendas. Primeiro por ser o SUV mais emplacado no acumulado até novembro, com 55.522 unidades de acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Segundo, por estar entre os dez veículos mais emplacados de todo o Brasil. Minuto Motor pode avaliar a edição limitada Night Eagle, baseada na versão Longitude, para conhecer os atributos do utilitário que conquistou o mercado. Infelizmente, já não é mais possível encontrar a Night Eagle nas concessionárias. Uma pena!

Equipado com motor quatro cilindros, 2.0 Tigershark Flex, o propulsor é capaz de desenvolver 166 cv e 20,5 kgfm a 4.000 rpm quando abastecido com etanol e 159 cv e 19,9 kgfm a 4.000 rpm com gasolina, levando o Jeep Compass de 0 a 100 km/h em 10,6 segundos e com velocidade máxima de 192 km/h, sempre com câmbio automático de 6 velocidades, com opção de trocais manuais graças as aletas atrás do volante. Além da versão flex 4×2, também é possível encontrar nas concessionárias o modelo equipado com o motor turbodiesel 2.0 Multijet II 4×4, com nove marchas, 170 cv a 3.750 rpm e 35,7 kgfm a 1.750 rpm (Longitude, Limited e Trailhawk).

Com visual que agrada boa parte dos consumidores, sempre com linhas bem resolvidas, sobretudo pela grade dianteira com as tradicionais sete fendas verticais, o Jeep Compass Longitude 2019 conta com rodas de 18 polegadas, retrovisores laterais com rebatimento elétrico e tela de 7” no painel de instrumentos.
Ainda nos itens de série, o utilitário esportivo conta com controle de estabilidade, que inclui sistemas eletrônicos anticapotamento, ar-condicionado digital bizona, bancos revestidos em couro e central multimídia com tela de 8,4 polegadas compatível com Apple CarPlay e Android Auto, além de assistente de partida em rampa e monitoramento de pressão dos pneus.

O Compass conta também com coluna de direção com regulagem de altura e de distância, regulagem manual da altura do banco, câmera de ré com ótima visualização na tela multimídia, volante com comandos de telefonia, som e controle de velocidade, garantindo boa ergonomia para os ocupantes e motorista, deixando a dirigibilidade mais agradável.

Numa viagem entre São Paulo e Pouso Alegre (MG), com direito a conhecer o Laboratório Nacional de Astrofísica, localizado em Itajubá, também no estado mineiro, o Compass mostrou-se confortável e com comportamento exemplar para quatro ocupantes e malas. Durante o trajeto, de aproximadamente três horas, foi possível conhecer um pouco mais dos atributos do utilitário, suas tecnologias e sistemas eletrônicos. Pena que o motor 2.0 TigerShark Flex poderia ser um pouco mais forte.

Texto e Fotos: Fernando Eduardo, especial para o MinutoMotor

 Ficha técnica – Jeep Compass 2.0 flex Longitude 4×2

Motor – de quatro cilindros linha, flex, 1.995 cm³ de cilindrada, com potências de 166 cv (etanol) a 6.000 rpm e 159 cv (gasolina) a 6.000 rpm e torques máximos de 20,5 kgfm (etanol) a 4.000 rpm e 19,9 kgfm (gasolina) a 4.000 rpm
Transmissão – tração dianteira e câmbio automático de seis marchas
Direção – tipo pinhão e cremalheira, com assistência elétrica
Freios – disco ventilado na dianteira, e sólido na traseira
Suspensão – dianteira, McPherson, com barra estabilizadora; traseira, McPherson com braços laterais/transversais e barra estabilizadora
Capacidades –Tanque de combustível, 60 litros; carga útil (passageiros + bagagem), 400 kg; porta-malas, 410 litros
Rodas/pneus – 7×18”de liga de alumínio/225/55R18
Peso – 1.546 kg
Dimensões (metro) – comprimento, 4,41; largura, 1,81; altura, 1,63; distância entre-eixos, 2,64
Desempenho – velocidades máximas, 192 km/h (etanol) e 188 km/h (gasolina); aceleração até 100 km/h, 10,6 (etanol) e 10,9 (gasolina)
Consumo (km/l) – urbano, 6,1 (etanol) e 8,8 (g); estrada, 7,5 (etanol) e 10,8 (g)
Dimensões – Compr.: 4,41 m / Largura: 1,81 m / Altura: 1,63 m / Entre-eixos: 2,63 m

NOVO SCOOTER HONDA ELITE 125 TEM PREÇO DEFINIDO: R$ 8.250

O novo scooter de entrada da Honda já está chegando às lojas. O preço do modelo foi definido esta semana pela montadora: R$ 8.250. Em função de suas características, o Elite 125 tem tudo para ser uma nova referência de mobilidade urbana sobre duas rodas. Traz boa dose de tecnologia, modernidade e design, aliado ao motor injetado e transmissão automática V-Matic. Para maior segurança e conforto, o Elite está equipado com freio CBS, painel LCD, iluminação frontal por LED, porta-capacete sob o assento, além de piso plano. Seu principal concorrente, o Yamaha Neo 125 UBS custa R$ 8.290.

Honda Elite 125 – Especificações técnicas
Tipo: OHC, Monocilíndrico 4 tempos, arrefecido a ar.
Cilindrada: 124, 9 cc
Potência Máxima: 9,34 CV a 7500 rpm
Torque Máximo: 1,05 kgf.m a 6000 rpm
Transmissão: Tipo V – MATIC
Sistema de Partida: Elétrica
Diâmetro x Curso: 52,4 x 57,9 mm
Relação de Compressão: 9.8 : 1
Sistema Alimentação: Injeção Eletrônica PGM-FI
Combustível: Gasolina
Tanque de Combustível: 6,4 litros
Óleo do Motor: 0,8 litro
Chassi: Monobloco (underbone)
Suspensão Dianteira/Curso: Garfo telescópico/ 90 / 80 mm
Suspensão Traseira/Curso: Monoamortecida/ 70 / 70 mm
Freio Dianteiro/Diâmetro: A disco / 160,8 mm / 190 mm
Freio Traseiro/Diâmetro: A tambor / 130 mm
Pneu Dianteiro: 90/90 -12
Pneu Traseiro: 100/90 -10
Comprimento x Largura x Altura: 1735 x 689 x 1118 mm
Distância entre eixos: 1223 mm
Distância mínima do solo: 133 mm
Altura do assento: 772 mm
Peso Seco: 104 kg

TESTE: MERCEDES-BENZ C 200 EQ BOOST É ADITIVO ENERGÉTICO

TESTE: MERCEDES-BENZ C 200 EQ BOOST É ADITIVO ENERGÉTICO

O atual Classe C está no meio do seu ciclo de produto. Lançada em 2014, a quarta geração do sedã da Mercedes-Benz acaba de ganhar, em sua linha 2019, ligeiros retoques visuais e alguns novos equipamentos para manter-se atualizada até a chegada da quinta geração, que deve vir em 2021. Mas a principal novidade da linha 2019 vai além das aparências: é a versão C 200 EQ Boost. Essa versão usa um motor elétrico para suplementar a potência do motor a combustão nas arrancadas e acelerações.

Além da versão C 200 EQ Boost, o modelo terá as já conhecidas configurações C180 Exclusive e Avantgarde e a C300 Sport – essa última teve a sua potência aumentada de 245 para 258 cavalos. A linha 2019 do Classe C será um dos destaques no estande da Mercedes-Benz no próximo Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, que começa a semana que vem. Depois disso, o modelo chega as concessionárias nacionais.

A reestilização do modelo 2019 do Classe C inclui a adoção de novo para-choque frontal, faróis full-led com luzes de neblina integradas e lanternas com novo arranjo de luzes – agora, quando estão acessas, em vez dos antigos três traços, o feixe luminoso tem forma de “C”. As rodas também têm novo design. Por dentro, mudaram materiais de acabamento, o volante agora tem comandos sensíveis ao toque e a central multimídia permite a integração com o navegador Waze. O painel digital configurável de 12,3 polegadas também é novo. O cockpit inclui um conjunto de instrumentos totalmente digital, que permite a opção entre três estilos visualmente distintos: “Clássico”, “Esportivo” e “Progressivo”. A função de partida Keyless-Go (sem chave) é standard para todos os modelos e o botão para acionar o motor foi reestilizado.

Mas é o lançamento da versão C 200 EQ Boost que mais anima os fãs do Classe C. O motor a gasolina 1.5 com turbocompressor acionado pelos gases do escapamento gera 183 cavalos a 5.800 rpm e 28,5 kgfm a 3.000 rpm. Quando há demanda, pode receber mais 14 cavalos e 16,3 kgfm vindos de uma rede elétrica adicional de 48 volts, com um motor de arranque/alternador unificado acionado por correia (BSG – Belt-driven Starter-generator). O motor elétrico usa a energia da desaceleração para carregar a bateria e viabiliza ainda a adoção do modo de deslizamento (roda livre), que deixa o propulsor a combustão desligado em velocidade de cruzeiro e passa a usar apenas a energia elétrica para manter o movimento por algum tempo, para ajudar na economia de combustível.

Nas reduções de velocidade, o motor elétrico funciona como um alternador, recuperando energia cinética e carregando a bateria. O câmbio automático GTronic de 9 velocidades é o mesmo utilizado em todas as versões do Classe C. Os componentes elétricos tradicionais, como as luzes, são alimentados por uma rede com 12 volts.

Pela legislação brasileira, quando pelo menos 2% da força de um veículo é derivada de um recurso elétrico, o modelo é classificado como híbrido, e está liberado do rodízio nos municípios em que os híbridos podem rodar sem restrições. Já a Mercedes-Benz só considera híbrido um veículo que é capaz de rodar apenas com energia elétrica, mesmo que seja por alguns momentos.

Como no 200 EQ Boost a propulsão elétrica funciona como um reforço de potência, a marca alemã não enquadra o EQ Boost como híbrido. De qualquer forma, as tecnologias renderam à versão a classificação “A” em emissões e “C” no geral nos testes do Inmetro, com consumo de 10,2 km/l na cidade e 13,6 km/l na estrada e emissão de 117 g/km de dióxido de carbono fóssil.

Na linha 2019, as versões do Classe C que já existiam anteriormente tiveram seus preços aumentados em cerca de 5%. A C180 Avantgarde agora custa R$ 187.900, a C180 Exclusive sai por R$ 188.900 e a C300 Sport, que é importada da Alemanha, sai por R$ 259.900. Já a novata C200 EQ Boost, montada na fábrica paulista de Iracemápolis, custa R$ 228.900. A Mercedes aposta que essa nova versão representará 25% do mix de vendas da linha.

Experiência a bordo – Padrão elegante

Por dentro da linha 2019 do Classe C, há novas opções de cores de revestimento, dependendo da versão, bem como de materiais de acabamento do console. O painel de instrumentos digital e configurável de 12,3 polegadas reúne as principais informações do carro e a central multimídia conta com sistema de navegação GPS em conexão com os aplicativos de smartphones com sistemas Apple ou Android. O volante multifuncional também mudou, e agora conta com partes sensíveis ao toque para acessar o sistema multimídia. Lembra bastante o do Classe E.

A central multimídia conta com uma tela de 10,3 polegadas com ótima resolução, mas que não é “touchscreen”. Os controles do sistema continuam sendo feitos por meio de um botão giratório no console central, de manejo pouco intuitivo. Os comandos sensíveis ao toque no volante do novo Classe C melhoraram a usabilidade.

O moderníssimo sistema de infoentretenimento MBUX (Mercedes-Benz User Experience) apresentado no início do ano no novo Classe A – com tela sensível ao toque, touchpad, comandos vocais, capacidade de auto-aprendizagem e navegação com realidade aumentada (quando imagens reais são integradas aos gráficos) – provavelmente só chegará ao Classe C com a nova geração do modelo, prevista para 2021.

No multimídia disponível atualmente, a conectividade foi aprimorada e agora é possível replicar as funções do smartphone por meio do Android Auto ou do Apple CarPlay, o que coloca aplicativos como Waze, Google Maps e Spotify à disposição do motorista.

 

Primeiras impressões – A 120 km/h e com o motor desligado

O C200 EQ Boost marca a estreia da Mercedes-Benz do Brasil rumo à eletrificação, uma das tendências hegemônicas da indústria automotiva global. O novo 1.5 turbo a gasolina de 183 cavalos de potência e 28,6 mkgf de torque funciona em parceria com um motor de arranque/alternador unificado acionado por correia que atua em demandas específicas. Ele pode contribuir com 14 cavalos e 16,3 kgfm em acelerações mais vigorosas. O sistema é conhecido como “híbrido leve” ou “híbrido parcial”, já que o motor elétrico não substitui o propulsor a combustão – apenas adiciona potência e torque ao conjunto.

Uma das constatações mais impressionantes para quem dirige o C200 EQ Boost é como o suporte do motor elétrico permite rodar no modo de deslizamento (roda-livre) para economizar combustível. Essa função atua com princípios semelhantes ao Start/Stop, só que em movimento. Em velocidades de cruzeiro, em torno de 120 km/h, com o carro no modo Eco, nos momentos em que o motorista libera o pedal do acelerador, o EQ Boost pode desligar o motor a combustão. O sistema de 48V mantém os diferentes sistemas do carro em funcionamento por algum tempo, para economizar combustível. A visão do conta-giros zerado ao lado do velocímetro apontando 120 km/h não deixa de ser um tanto atemorizante.

Mas, assim que o motorista pisa no acelerador ou no freio, ou quando a carga da bateria do EQ Boost começa a cair, o motor é reativado automaticamente, já na marcha correta para a velocidade. Tudo sem trancos e de forma elegante e quase imperceptível. Além de reforçar as acelerações, o EQ Boost ajuda na economia de combustível porque a energia acumulada pelo sistema pode ser usada pelo sistema Start/Stop, para dar a partida no motor, e também para viabilizar o uso da função roda-livre.

Tirando a curiosa novidade tecnológica, o Classe C modelo 2019 preserva o elevado padrão que já caracterizava o anterior, com muito equilíbrio dinâmico em retas e em curvas e performances consistentes. Trata-se de um sedã de respeito, com bastante tecnologia embarcada – e a nova versão apenas aprofundou essa característica. O seletor de modos de condução continua a contar com as opções Eco, Comfort, Sport, Sport Plus e Individual, que ajustam as respostas do motor/câmbio, direção/suspensão e ESP.

O câmbio é sempre o GTronic de 9 velocidades, que tem trocas de marchas precisas e discretas e possibilita que o torque esteja sempre disponível, assegurando força para acelerar sempre que o motorista pressiona o pedal da direita. A percepção de confiabilidade transmitida pelo conjunto é reconfortante. Uma característica dinamicamente interessante do C200 EQ Boost é que o sistema gerador elétrico é acionado antes mesmo do turbocompressor, fazendo com que o motor atinja altas rotações mais rapidamente. O recarregamento do sistema elétrico ocorre quando o motorista não está acelerando, e pode ser monitorado pelo mostrador digital.

TEXTO Luiz Humberto Monteiro Pereira / Agência AutoMotrix – FOTOS Divulgação

Ficha técnica

Mercedes-Benz Classe C 200 EQ Boost

Motor: 1.5 litro, 1.497 cm3, turbo, 4 cilindros em linha, gasolina. Sistema de recuperação de energia nas frenagens / desaceleração e função coasting (roda-livre) com motor totalmente desligado. Motor elétrico de arranque/alternador unificado acionado por correia BSG (Belt-driven Starter-generator)
Potência: 183 cavalos de 5.800 a 6.100 giros (+ 14 cavalos com motor elétrico)
Torque: 28,5 kgfm, entre 3 mil e 4 mil giros (+ 16,3 kgfm com motor elétrico)
Transmissão: automática 9GTronic com 9 velocidades
Comprimento: 4,86 metros
Largura: 2.02 metros
Altura: 1,44 metro
Peso: 1.505 quilos
Suspensão: multibraços (dianteira e traseira)
Peneus: 225/50 R 17
Porta-malas: 435 litros
Tanque: 66 litros
Zero a 100 km/h: 7,7 segundos
Velocidade máxima: 239 km/h (limitada eletronicamente)
Itens de série: Attention Assist; airbags dianteiros e laterais para condutor e passageiro
dianteiro e windowbags para condutor, passageiro dianteiro e passageiros do banco traseiro; conectividade via Bluetooth para celular e players de mídia; controle de temperatura automático independente para motorista e passageiro dianteiro, freios adaptive brake (ABR); controle eletrônico de estabilidade (ESP); distribuição eletrônica de força de frenagem (EBD); sistema anti-bloqueio dos freios (ABS); controle de tração na aceleração (ASR); tração eletrônica em cada roda (ETS); assistente de freio (BAS); assistente de partida na subida (HSA); pré-carregamento de freios, Brake
drying e função Hold; Isofix.
Preço: R$ 228.900

NOVA DUCATI MULTISTRADA 1260 CHEGA POR R$ 74.900

NOVA DUCATI MULTISTRADA 1260 CHEGA POR R$ 74.900

A nova Multistrada 1260 desembarca no Brasil em duas versões – ABS e S – e renova a participação da Ducati no segmento bigtrail de alta cilindrada e que se caracteriza por unir alta tecnologia, conforto e desempenho. De eletrônica sofisticada, nova Multistrada 1260 traz o motor de 1.262 cm³ de capacidade, que oferece 158 cavalos de potência máxima. Em comparação a geração anterior, o motor Testastretta DVT teve um aumento do torque e capacidade de tração. Agora a Ducati Multistrada 1260 entrega mais potência a partir de baixas rotações.

Ou seja, 85% do torque já está disponível a partir de 3.500 rpm com um aumento da curva de 18% a 5.500 rpm, comparado com o modelo anterior. Isso torna o modelo com o maior valor de torque a 4.000 rpm de sua categoria.
Entre as principais novidades destaque para o Ducati Quick Shift, que permite a troca de marchas automática para cima ou para baixo, sem o uso da embreagem (disponível na versão S). E também para o sensor de monitoramento da pressão dos pneus. Os preços sugeridos variam entre R$ 74.900 (ABS) e R$ 84.900, para a versão “S”. A bigtrail da marca italiana fará sua estreia no Salão Internacional do Automóvel de São Paulo.

Multistrada 1260 ABS – Principais equipamentos
• Bosch IMU (Unidade de Medição Inercial)
• Sistema Bosch-Brembo 9.1ME ABS com assistência em curvas
• Discos dianteiros de 320 mm com pinças Brembo de 4 pistões
• Controle de cruzeiro eletrônico
• Modos de pilotagem
• Modo de Potência Ride-by-Wire
• Ducati Wheelie Control (DWC)
• Controle de Tração Ducati (DTC)
• Controle de retenção de veículo (VHC)
• Altura do assento do piloto ajustável
• Painel de instrumentos em LCD


Multistrada 1260 S – Principais equipamentos
• Ducati Motor Testastretta DVT 1262
• Ducati Quick Shift (DQS) up/down
• Ducati Safety Pack (Bosch Cornering ABS + DTC)
• Bosch IMU (Unidade de Medição Inercial)
• Sistema Bosch-Brembo 9.1ME ABS con assistência em curvas
• Discos dianteiros de 320 mm com pinças Brembo de 4 pistões
• Controle de cruzeiro eletrônico
• Modos de pilotagem
• Modo de Potência Ride-by-Wire
• Ducati Wheelie Control (DWC)
• Controle de Tração Ducati (DTC)
• Controle de retenção de veículo (VHC)
• Ducati Multimedia System (DMS)
• Altura do assento do piloto ajustável
• Painel de instrumentos em LCD
• Sistema de suspensão eletrônica semiativa Sachs Ducati Skyhook Suspension (DSS) Evolution
• Farol Full-LED com Ducati Cornering Lights (DCL)
• Painel de instrumentos com tela de 5” de alta resolução TFT em cores

DOUTOR MULTAS: INDÚSTRIA DA MULTA – PARTE III: MULTA INJUSTA

O que nós podemos fazer ao receber uma multa injusta? Hoje, nós contamos com algumas ferramentas para que uma injustiça, como, por exemplo, o recebimento de uma multa sem qualquer explicação seja, ao menos, apurada. Portanto, a sugestão é para que sempre busquemos por nossos direitos, correto?

A partir daí, a gente precisa entrar no site oficial do Departamento de Trânsito (Detran) do respectivo estado e clicar na opção “recurso online”. Infelizmente, nem todos os estados possuem esse recurso. Isso é essencial para que se possa abrir uma denúncia relativa a uma infração que não se cometeu. De modo geral, esse espaço da plataforma do Detran contará com uma parte para as multas com as seguintes opções:
1 – Penalidade de Advertência por Escrito (PAE);
2 – Defesa Prévia;
3 – JARI;
4 – CETRAN.

O problema está contido em algum desses itens? Simplesmente, é preciso clicar no tópico e iniciar todo o processo para recorrer da penalização. Posteriormente, na parte de suspensão do direito de dirigir, há:
1 – Defesa prévia;
2 – Recursos de primeira instância;
3 – Recursos de segunda instância.

O processo é exatamente o mesmo. Aperte em cima da alternativa desejada e monte a sua defesa, visando reconquistar o direito de conduzir o seu carro, moto, caminhão, entre outros veículos. A terceira via se refere à cassação de carteira de motorista:
1 – Defesa Prévia;
2 – Recursos de primeira instância;
3 – Recursos de segunda instância.

Portanto, nós contamos com três modalidades básicas para iniciar a nossa defesa, a fim de nos livrarmos de uma penalidade imposta injustamente. É importante lembrar que esses passos podem variar ligeiramente dependendo da estrutura online do Detran do seu estado.

Denunciar condutas suspeitas da indústria das multas
E se algum de nós for submetido a um procedimento suspeito ou observar alguma ação ilícita por parte dos agentes de fiscalização, o que deve ser feito? Será que há canais que aceitam a denúncia a respeito da indústria das multas? A resposta é positiva!

De maneira geral, existe um telefone gratuito, para cada cidade, da “Ouvidoria” ou “Corregedoria” por meio do qual é possível reportar essas situações confusas e/ou que necessitam de uma apuração emergencial. O de Porto Alegre é o serviço de atendimento ao público, cujo número é (51) 3288-2000.

Além disso, nós também podemos encaminhar e-mails e comentários através de contato disponível na plataforma do Detran de sua unidade federativa. E, se a intenção é ter certeza de que a denúncia vai ser levada a sério, sempre é possível comparecer a uma unidade para efetuar a sua queixa.

Normalmente, essas informações para contato podem ser encontradas facilmente nos portais do Detran. A ajuda para denunciar o comportamento abusivo ou suspeito de policiais ou superiores é essencial para que esquemas, como o que está sendo apurado no interior de São Paulo, sejam descobertos e totalmente desmantelados.

Para saber mais sobre este e outros assuntos, entre em contato com o Doutor Multas. Envie e-mail para doutormultas@doutormultas.com.br ou ligue gratuitamente para 0800-6021-543.

TESTE: MINI COUNTRYMAN ALL4 FOI FEITO PARA ACELERAR

Clássico e ao mesmo tempo moderno, o grande diferencial do Mini John Cooper Works Countryman ALL4 não é seu design arrojado de formas robustas, mas sim o motor, considerado o mais potente já instalado em um modelo da marca britânica – que hoje é controlada pela alemã BMW. O propulsor 2.0 l de quatro cilindros turbo entrega generosos 231 cv de potência máxima. Além de tração integral e câmbio automático de oito velocidades. Com preço sugerido de R$ 219.990, a versão mais esportiva da linha Mini é para quem gosta de dirigir e acelerar forte.

O Countryman ALL4 adotou um bom pacote tecnológico que conta com controles de tração dinâmico (DTC) e de bloqueio eletrônico do diferencial (EDLC). Além disso, o carro traz freios Brembo, central multimídia com tela touch de 8,8 polegadas, sistema de navegação, áudio da grife Harman-Kardon, função Start/Stop e teto solar panorâmico.
Ao entrar no carro, o banco ‘concha’ abraça o motorista. Ou seja, o condutor fica colado ao assento, mesmo nas mudanças mais radicais de direção – só faltou o cinco de cinco pontas.

Então chegou a hora de dar o ‘start’. O botão que dá vida ao carro fica no console central (já que o All4 conta com chave presencial). De cara, o carro urra. O som do motor que sai do escape duplo é, ao mesmo tempo, ‘rouco’ e grave – um misto de Rod Stewart e Joe Cocker. A melodia instiga o motorista a pisar com vontade no acelerador. Segundo a marca, o novo Mini John Cooper Works Countryman ALL4 vai de zero a 100 km/h em 6,5 segundos e a velocidade máxima é superior a 230 km/h.

Modos de pilotagem

O crossover inglês oferece três perfis de condução: Sport, Mid e Green. Dependendo do modo escolhido, o carro pode alterar a rigidez do pedal do acelerador e da direção, as características do câmbio, assim como o controle dinâmico da suspensão.

Rodar com transmissão automática tradicional (Drive) é a melhor opção para encarar o trânsito carregado dos centros urbanos. Melhor ainda se o motorista selecionar opção Green, que otimiza o consumo de combustível, porém deixando as respostas do veículo mais lentas (ou mais racionais). Neste modo de condução a tração integral é desacoplada entre 50 km/h e 160 km/h, assim que o motorista tira o pé do acelerador. Já o modo Mid tem foco no conforto e também na eficiência.

Se você quer emoção, desloque a alavanca de câmbio para baixo e para a esquerda. Na posição Sport as trocas de marchas poderão ser feitas via paddle shift, alavancas que ficam atrás do volante, que garante trocas de marchas mais rápidas e emocionantes – tipo Stock Car ou Formula1. Neste modo de pilotagem até a calibragem dos amortecedores – mais rígida – favorece uma condução mais agressiva.

Como roda o esportivo

Entre aceleradas vigorosas e trocas de marcha rápidas, a potência máxima chega já a apenas 5.000 rpm. Com a subida de giro do motor o carro ganha velocidade rapidamente. Outro destaque fica por conta do torque – 35,7 kgfm, disponível a partir de 1.450 rpm. Traduzindo: muita força nas arrancadas e retomadas.
Dinamicamente, o Mini John Cooper Works Countryman ALL4 oferece estabilidade em curvas e rápidas desacelerações.

Para obter a menor perda de aderência, esse esportivo da Mini conta até com controle de largada.
Aliás, a tração integral ALL4 também garante estabilidade em situações adversas. Ela está acoplada ao controle dinâmico de estabilidade (DSC), que é responsável por oferecer respostas vigorosas. Para melhorar o desempenho do carro, os sistemas eletrônicos distribuem torque entre as rodas dianteiras e traseiras. Em média, o clássico esportivo da Mini faz 6 km/l, conforme o computador de bordo.

Suspensão e freios

O sistema de suspensão MacPherson (D) e Multi-link (D) – oferece uma posição elevada do veículo em relação ao solo – trabalha de forma bastante precisa, absorvendo bem as imperfeições do piso, mesmo com o uso de rodas aro 19 polegadas, calçadas com pneus de perfil esportivo (225/45). Em uso esportivo e com ajuda da tecnologia embarcada, a suspensão apresentou mais firme.

Superdimensionado, o sistema de freios fabricados pela grife italiana Brembo traz discos ventilados de pinça fixa e quatro pistões nas rodas dianteiras. As pinças foram pontadas em vermelho e ganharam o logo John Cooper Works.

O bom desempenho do carro se dá graças a transmissão automática Steptronic – com mais emoção por mio do paddle shift –, mas também ao baixo centro de gravidade e a suspensão bem acertada que gruda o carro no chão praticamente em todas as situações. Resumindo: potência com controle máximo. O Mini John Cooper Works Countryman ALL4 não é um Porsche 911, mas não deixa de ser um carro muito divertido de dirigir.

Fotos: Renato Teixeira / MinutoMotor

T-CROSS, O NOVO SUV GLOBAL DA VW CHEGA PARA O SALÃO


A Volkswagen apresentou globalmente o T-Cross, em evento inédito que integra os três continentes onde o modelo será produzido e comercializado (Europa, Ásia e América). O novo SUV faz parte da estratégia da empresa de oferecer modelos globais com características específicas para atender às necessidades locais de cada região. Primeiro SUV da marca Volkswagen produzido no País chegará ao mercado nacional no 1º semestre de 2019 e também será comercializado para a América Latina. 

A versão brasileira terá atributos exclusivos para a região, como o maior entre-eixos (2.651 mm). No Brasil, modelo será oferecido com motores TSI e terá o maior torque da categoria: 250 Nm (25,5 kgfm). Todas as versões trarão de série Controle de Estabilidade (ESC) e seis airbags, entre outros itens de segurança. O modelo Será uma das atrações da marca durante o Salão Internacional do Automóvel, que acontece em São Paulo entre 8 e 18 de novembro.

Para os mercados da América Latina, o T-Cross p será produzido em São José dos Pinhais (PR) – para isso, a fábrica recebeu investimentos na casa de R$ 2 bilhões – e faz parte dos cinco novos SUVs a serem lançados pela Volkswagen na região até 2020. O modelo será produzido sobre a Estratégia Modular MQB, que é o mais moderno conceito de produção do Grupo Volkswagen no mundo. Os veículos baseados na Estratégia Modular MQB proporcionam o que há de mais avançado em termos de design, inovação, alta performance e segurança.

O novo SUV da VW se destacará pelo excelente comportamento dinâmico – no Brasil terá exclusivamente motores TSI –, por oferecer cabine espaçosa e confortável e pelos avançados recursos de tecnologia, conectividade e segurança. Oferecerá itens exclusivos no segmento, como o painel totalmente digital (Active Info Display), seletor de perfil de condução, Controle de Estabilidade (ESC) de série, bloqueio eletrônico do diferencial, Park Assist 3.0, suporte para celular no painel, quatro entradas USB (inclusive para o banco traseiro), iluminação da cabine em LED e acabamento com apliques no painel. Também contará com faróis full-LED, seis air bags, saída de ar-condicionado para o banco traseiro e teto solar panorâmico, entre outros recursos.

No Brasil, o T-Cross terá exclusivamente motores TSI, que combinam injeção direta de combustível e turbocompressor para entregar alta eficiência energética e prazer ao dirigir. O motor 250 TSI Total Flex gera potência de até 150 cv (110 kW), com gasolina ou etanol, a 4.500 rpm. O torque máximo, também com ambos os combustíveis, é de 250 Nm (25,5 kgfm) – será o maior torque da categoria. Esse motor será combinado exclusivamente à transmissão automática de seis marchas com função Tiptronic e aletas (“shift paddles”) para trocas no volante.

Já o motor 200 TSI Total Flex desenvolve potência de até 128 cv (94 kW) a 5.500 rpm, com etanol – com gasolina, são 116 cv (85 kW), à mesma rotação. O torque máximo é de 200 Nm (20,4 kgfm), com gasolina ou etanol, sempre na faixa de 2.000 a 3.500 rpm. Esse motor poderá ser combinado à transmissão manual ou à automática com função Tiptronic (também com as aletas no volante), ambas de seis marchas.

Todas as versões do T-Cross serão equipadas com luz de condução diurna (DRL) em LED, integrada ao farol de neblina. Haverá oferta de faróis full-LED para o T-Cross – neste caso, a luz de condução diurna encontra-se na própria carcaça do farol. E a capacidade do porta-malas varia entre 373 e 420 litros.

O T-Cross também poderá ser equipado com teto solar panorâmico “Sky View” – dois painéis de vidro que abrangem mais da metade da área do teto do carro (a seção dianteira pode ser aberta eletricamente). Outro destaque no interior do T-Cross é a iluminação ambiente em LED. Há luzes na região dos pés, no centro do console, no painel e nas maçanetas. O T-Cross terá disponível o sistema de som “Beats”, de alta fidelidade sonora, com sete alto-falantes (incluindo um sub woofer no porta-malas) e potência é de 300W RMS.


“O T-Cross é o primeiro SUV produzido pela Volkswagen no Brasil, que chega para revolucionar os padrões de seu segmento”, afirma o Presidente e CEO da Volkswagen América Latina, Pablo Di Si. “É um carro global, que traz alterações para o gosto e perfil dos clientes da América Latina, reforçando a nossa estratégia de Regionalização”, explica Di Si. “O T-Cross que será feito no Brasil traz mudanças em seu design, maior espaço interno e é mais alto que o modelo europeu, além de ser um modelo seguro, conectado e cheio de tecnologia”, conclui.

FORD APOSTA EM SUA LINHA MAIS AVENTUREIRA


A Ford antecipou para a imprensa especializada as novidades que apresentará no Salão do Automóvel 2018, de 8 a 18 de novembro. A avant premierè exibiu o Edge ST e o EcoSport sem estepe na traseira. Mas há também conceitos destinados a testar a receptividade dos consumidores, caso do SUV Territory, do Ka Urban Warrior e das Ranger Storm e Black, apontando as tendências futuras da marca.


Os SUVs darão a tônica na exposição da Ford em São Paulo, com três grandes atrações. O novo Edge ST, primeiro carro a trazer para o Brasil a grife “Sport Technologies” de carros de alto desempenho da Ford, chega ao mercado logo após o salão. O EcoSport Titanium sem o estepe na traseira é outra grande novidade que futuramente estará nas ruas.

Já o Territory, novo SUV médio global repleto de tecnologia, desenvolvido na China, desembarca no salão como conceito. Aliás, o Territory – concorrente direto do Jeep Compass – será lançado somente na China em 2019. Para outros mercados, inclusive Brasil, só a partir de 2020.

A mostra da Ford inclui também conceitos desenvolvidos como exercício de design para medir a reação dos consumidores com relação a diferentes propostas. O Ka Urban Warrior é um deles, com acessórios que dão ao Ka Sedan uma roupagem esportiva de inspiração aventureira.

A picape Ranger traz duas propostas de personalização, criadas a partir de modelos diesel com cabine dupla. A Ranger Storm exibe pintura exclusiva em duas cores e elementos que reforçam a musculatura da carroceria. A Ranger Black, como diz o nome, tem a cor preta como tema, criando um visual ousado e moderno.

“Os veículos e tecnologias que estamos trazendo para o Salão de São Paulo refletem o grande momento de transformação da Ford”, disse Lyle Watters, presidente da Ford América do Sul. “Eles são um exemplo da inovação que estamos buscando em todas as áreas para responder aos desafios atuais e futuros da mobilidade, criando soluções sempre com foco centrado no consumidor.”

O executivo afirmou que a Ford foi a primeira montadora a se instalar no Brasil, “onde vamos comemorar o centenário no próximo ano, e nunca deixamos de acreditar no desenvolvimento do País. Temos aqui uma estrutura forte e times de muito talento, como prova a abrangência e o sucesso da nossa linha atual de produtos”, disse Watters.

FCA: JEEP COMPASS 2019 MAIS CARO E A VOLTA DO FIAT ARGO PRECISION

A FCA, detentora das marcas Jeep e Fiat, apresenta novidades em seu line up 2019. Sucesso de público e crítica, o Jeep Compass é o SUV vai vendido do país, com mais de 100 mil unidades emplacadas. Para se manter na liderança da categoria, a linha 2019 chega com mais estilo, tecnologia e aumento nos preços. Hoje, a marca mantêm seis versões em comercialização e cada uma delas recebeu mais itens de série, além de novas rodas e cores. O Jeep Compass mantém dois motores: 2.0 Flex de até 166 cv com câmbio automático de seis marchas e o 2.0 Diesel de 170 cv com câmbio automático de nove marchas e tração 4×4.

Na configuração de entrada, Sport Flex, o Compass conta com maçanetas e capas dos espelhos retrovisores pintados na cor da carroceria e novo desenho para as rodas de liga leve de 17 polegadas. As versões Longitude Flex e Diesel adotara tela colorida de 7” no quadro de instrumentos, retrovisores externos com rebatimento elétrico e novas rodas de aro 18”.

Também disponível com os dois conjuntos mecânicos, o Jeep Compass Limited ganhou o sistema de estacionamento semiautônomo Park Assist, partida remota do motor pela chave (muito útil para deixar a cabine climatizada antes de entrar no veículo) e as rodas de 19” viraram padrão.

A opção Trailhawk continua sendo a mais off-road da linha e também recebeu o Park Assist e a partida remota, além do teto preto. E por dentro, as versões Sport, Longitude e Trailhawk exibem novo acabamento, com vários detalhes escuros, como as molduras da central multimídia e saídas de ar centrais e da alavanca do câmbio.

Em termos de tecnologia, o Jeep Compass oferece controle de velocidade adaptativo (ACC), alerta de colisão com frenagem automática (FCW+) e monitoramento de mudança de faixa com correção ativa (Lane Sense), que fazem parte do kit opcional High Tech – disponível para as versões Limited e Trailhawk –, que ficou mais acessível.

No Compass Trailhawk, por exemplo, o pacote custava R$ 15.650 e agora está saindo por R$ 8.700. E ele ainda inclui bancos dianteiros elétricos, som premium Beats e porta-malas com abertura e fechamento elétricos.

Preços:

Sport 2.0 Flex AT6 – R$ 111.990
Longitude 2.0 Flex AT6 – R$ 124.990
Limited 2.0 Flex AT6 – R$ 142.490
Longitude 2.0 Diesel AT9 4×4 – R$ 151.990
Limited 2.0 Diesel AT9 4×4 – R$ 171.490
Trailhawk 2.0 Diesel AT9 4×4 – R$ 171.490

 

Fiat Argo Precision 2019


A versão Precision, do Fiat Argo, vendida com motor 1.8 E.torQ de 139 cv (etanol), acaba de voltar ao line up. Destaques para central multimídia “flutuante”, capaz de operar por comando de voz e compatível com Waze e Google Maps, além de ganhar sensor de estacionamento traseiro como item de série. Segundo a Fiat, a versão Precision 1.8 é um dos modelos com a melhor relação custo/benefício do segmento, com valores sugeridos de R$ 62.990 (manual) e R$ 66.990 (automático).

Ainda mais se levarmos em conta o pacote tecnológico e de segurança de série do hatch, que inclui Hill Holder, Controle Eletrônico de Estabilidade (ESC), Controle de Tração, direção elétrica, ar-condicionado, Start&Stop e central multimídia.

A nova versão Precision 2019 pode ser equipada ainda com kit Stile, que é composto por rodas de liga leve aro 16” com pneus 195/55, LED design nos faróis, bancos em couro e ajuste de profundidade do volante. Side bags laterais também podem ser somados aos opcionais, assim como o kit Tech, composto por retrovisores externos com rebatimento elétrico e luz de conforto, ar condicionado com controle digital, quadro de instrumentos Hi-Resolution TFT de 7 polegadas, sensor de chuva e sensor crepuscular e retrovisor interno eletrocrômico.

Outra novidade é o kit Bicolor, composto por teto preto, assim como detalhes dos retrovisores externos, acabamento do para-choque dianteiro e do aerofólio traseiro.

Preços:

Argo 1.0 – R$ 46.490
Argo Drive 1.0 – R$ 49.490
Argo Drive 1.3 – R$ 55.090
Argo Drive 1.3 GSR – R$ 61.190
Argo Precision 1.8 – R$ 63.790
Argo Precision 1.8 AT6 – R$ 68.190
Argo 1.8 HGT – R$ 67.490
Argo 1.8 HGT AT6 – R$ 72.990

DEZ DICAS PARA COMPRAR OU VENDER UM VEÍCULO

 

Na hora de vender ou comprar um veículo, é comum o cidadão ter algumas dúvidas. Para evitar dor de cabeça futura, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran.SP) listou dez dicas para serem usadas na hora de fechar o negócio. No site da autarquia você também encontra o passo-a-passo para compra ou venda de um veículo, além de localizar endereços e horários de atendimento das unidades espalhadas pelo estado de São Paulo, e de empresas credenciadas para serviços.

1) Antes de fechar negócio, faça uma consulta sobre possíveis débitos, restrições e vistorias do veículo no site do Detran.SP. Basta inserir a placa e o número do Renavam;
2) Desconfie sempre de “ofertas imperdíveis” e “preços muito baixos” de veículos. Consulte a tabela Fipe para verificar os valores atuais de veículos;
3) Ao vender, faça a comunicação de venda no cartório de registros da sua cidade. Isso impede problemas futuros para o antigo dono. É necessário o reconhecimento da assinatura do vendedor (proprietário do veículo) e do comprador pelo cartório;


4) Após a comunicação de venda no cartório, o novo proprietário do veículo tem até 30 dias para providenciar um novo documento. O ideal é não deixar para última hora. Em caso de descumprimento, o novo dono é multado em R$ 127,69 e recebe cinco pontos na CNH (infração grave);
5) O antigo proprietário do veículo pode acompanhar pelo site se a comunicação de venda foi efetiva pelo cartório. Em caso negativo, o cidadão pode notificar a venda ao departamento por meio do site ou então pessoalmente numa unidade;


6) Se o veículo foi vendido sem a comunicação de venda e não transferido pelo novo proprietário, o antigo dono pode solicitar no Detran.SP um bloqueio administrativo. O veículo será removido quando for parado numa blitz;
7) Para transferência do veículo, é necessário fazer uma vistoria de identificação veicular. Há empresas credenciadas pelo Detran.SP em todo o Estado (veja endereços no site do Detran.SP). Procure a melhor opção;
8) Preste atenção nos principais documentos solicitados: cópia e original da CNH atualizada, comprovante de residência atualizado (por exemplo, água ou luz) e os documentos do veículo (CRV e CRLV, que é o licenciamento anual);


9) Se o proprietário do veículo não puder comparecer nas unidades do Detran.SP, um parente próximo (mãe, pai ou irmão) pode representá-lo, desde que apresente cópia simples e o original de um documento comprovando o parentesco (a CNH é ideal), além de uma cópia do documento do dono;
10) Fique atento com relação à placa do veículo. Talvez não seja necessária a troca, apenas a mudança da tarjeta, que é a parte onde está inscrito o nome do município.