SEGURO DA MOTO CUSTA MENOS DO VOCÊ IMAGINA

Ter uma motocicleta na garagem significa ir e voltar de qualquer lugar, gastando pouco e ainda se divertindo. Quem já desfruta dessa situação não consegue viver sem a sua moto, não é verdade? Porém, existe uma situação bem delicada que não podemos deixar de falar: o risco de roubo.
Infelizmente, somente na cidade de São Paulo, são furtadas mais de 35 motos por dia. Mas esse é um problema que aflige até quem não tem moto. Celulares, relógios, mochilas e cachorros também são roubados.

Uma solução legal, no caso dos veículos – inclusive a moto – é o seguro específico para roubo e furto. Segundo Robson Tricarico – Diretor Comercial da Suhai Seguradora (abaixo), esse tipo de seguro não é tão caro e chega a ser até 80% mais barato que um seguro completo, dependendo do caso.

Quanto custa?
Para saber quanto custa o seguro, fizemos uma cotação de seguro para o estudante Gustavo Bonami (abaixo), morador de Atibaia (SP). Ele tem uma Yamaha Fazer 150 SED, ano 2014, que usa diariamente para ir ao trabalho e também para a faculdade, no período noturno.

A moto do Gustavo vale R$ 6.906,00 pela tabela FIPE (que é usada para calcular os preços de veículos usados). O custo do seguro por um ano de seu moto foi orçado pela Suhai em R$ 642,67 e o valor pode ser pago em até três vezes sem juros, ou 12 parcelas de R$ 69,06. Em caso da moto do Gustavo ser roubada ou furtada ele receberia R$ 6.560,00 que é 95% do valor de tabela.

Seguro completo
Outra possibilidade é fazer um seguro completo. Que dá direito ao conserto da moto em caso de queda, paga despesas médicas e até os custos para arrumar outro veículo – caso o piloto da moto seja o culpado pelo acidente.

Para fazer um seguro desse tipo, pela Porto Seguro, por exemplo, o Gustavo teria que pagar R$ 989,50 a vista ou 11 parcelas de R$ 122,00. Fora isso, essa modalidade de seguro ainda cobra uma franquia em caso de despesas para consertar a moto ou outro veículo.

Como vimos o preço varia bastante, mas seja qual for a opção, ter um seguro é fundamental para rodar mais tranquilo. Pois em caso de furto ou roubo, as autoridades recomendam nunca reagir, mesmo que seja para defender sua tão amada motocicleta.

Texto: Cicero Lima, especial para o MinutoMotor

DIA DO AUTOMÓVEL: 100 MILHÕES CIRCULANDO E MUITAS OPORTUNIDADES

13 de maio, Dia do Automóvel. A frota atual, segundo dados do Denatran, beira 102 milhões de veículos emplacados no País. Atualmente, o Brasil é o oitavo maior mercado consumidor de automóveis do mundo. Perde para as superpotências China, Estados Unidos, Japão, Índia, Grã-Bretanha e França. Só no ano passado foram licenciados exatos 2.473.173 unidades entre automóveis e comerciais leves. Porém, no ranking de crescimento no período de 2017 e 2018, o Brasil apresentou um aumento de 13,85% e se posicionou na segunda colocação.

E cenário, com números superlativos, merece bastante atenção já que a atual frota de veículos em circulação tem idade média de 9,7 anos, o maior índice dos últimos 18 anos, com tendência de aumento desse índice para os próximos anos, segundo dados do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças).

Segundo o relatório da CNseg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização), cerca de 70% dos carros registrados no Brasil não possuem qualquer tipo de seguro ou cobertura para proteção do bem e terceiros. Essas lacunas podem ser vistas como uma oportunidade para o mercado de seguros oferecer soluções a todos os tipos de veículos, independentemente da idade e condição do veículo.

De acordo com o Automóvel Clube do Brasil, há cerca de 70 mil veículos rodando com placa preta no país. Para obter a identificação visual, os modelos de coleção com mais de 30 anos devem seguir uma série de regras que atestem a originalidade acima de 70%. Outro número que mostra a forte presença dos antigos no Brasil está nos dados divulgados no ano passado pelo Sindicato Nacional da Indústria de Componentes (Sincopeças), onde 30% dos veículos tinham até 5 anos de idade; outros 35%, entre 6 e 10 anos; 17%, entre 11 e 15 anos; 12%, de 16 a 20 anos; e 6%, mais de 20 anos.

De olho nos ‘velhinhos’
Ou seja, há muitas oportunidades de negócios neste campo. Por isso as seguradoras despertaram e também querem oferecer coberturas para os “velhinhos”! Caso da Azul Seguros. Visando atender a demanda de veículos zero km até os que já tem 25 anos, o Azul Auto Leve oferece um produto focado em custo-benefício. O “Azul Auto Leve” tem o objetivo de estimular a inclusão securitária ao oferecer soluções simplificadas, sem pesar no orçamento dos clientes. “Dessa forma, desejamos levar aos nossos consumidores um produto com um ótimo custo-benefício. O produto é comercializado em todas as regiões do país e é voltado para veículos com importância segurada de até R$ 80 mil e conta com a facilidade no pagamento em até 10 vezes sem juros no cartão de crédito Porto Seguro ou débito em conta”, ressalta o diretor da Azul Seguros, Gilmar Pires.

O Azul Auto Leve oferece cobertura básica para colisão, incêndio, roubo e furto. O seguro disponibiliza, também, assistência 24 horas ao veículo com guincho até 200 km e indenização que varia entre 80% a 100% da tabela FIPE, de acordo com a apólice contratada.

Cobertura de Furto e Roubo
Já a Suhai Seguradora optou em oferecer a este nicho de mercado um seguro exclusivo de Furto e Roubo com Assistência 24h que pode ser, em média, 80% mais barato do que as coberturas tradicionais. O seguro da Suhai também não tem franquia, e sua contratação é rápida e desburocratizada.

“A Suhai é uma seguradora focada em roubo e furto de automóveis. E como uma empresa nichada, valorizamos muito os veículos antigos, que é um segmento extremamente relevante para esse mercado e é totalmente alinhado com nosso modelo de atuação”, explica Robson Tricarico, diretor comercial da Suhai Seguradora, explicando que as principais razões para as seguradoras mais tradicionais negarem o seguro de um automóvel antigo, com mais de 20 ou 30 anos, estão no fato de os antigos serem mais visados e por eles servirem de base para abastecer, infelizmente, o mercado informal de peças.