TESTE-DRIVE: JEEP COMPASS LONGITUDE, O QUERIDINHO DO MERCADO

Com preços a partir de R$ 111.990, o Jeep Compass pode ser considerado um sucesso de vendas. Primeiro por ser o SUV mais emplacado no acumulado até novembro, com 55.522 unidades de acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Segundo, por estar entre os dez veículos mais emplacados de todo o Brasil. Minuto Motor pode avaliar a edição limitada Night Eagle, baseada na versão Longitude, para conhecer os atributos do utilitário que conquistou o mercado. Infelizmente, já não é mais possível encontrar a Night Eagle nas concessionárias. Uma pena!

Equipado com motor quatro cilindros, 2.0 Tigershark Flex, o propulsor é capaz de desenvolver 166 cv e 20,5 kgfm a 4.000 rpm quando abastecido com etanol e 159 cv e 19,9 kgfm a 4.000 rpm com gasolina, levando o Jeep Compass de 0 a 100 km/h em 10,6 segundos e com velocidade máxima de 192 km/h, sempre com câmbio automático de 6 velocidades, com opção de trocais manuais graças as aletas atrás do volante. Além da versão flex 4×2, também é possível encontrar nas concessionárias o modelo equipado com o motor turbodiesel 2.0 Multijet II 4×4, com nove marchas, 170 cv a 3.750 rpm e 35,7 kgfm a 1.750 rpm (Longitude, Limited e Trailhawk).

Com visual que agrada boa parte dos consumidores, sempre com linhas bem resolvidas, sobretudo pela grade dianteira com as tradicionais sete fendas verticais, o Jeep Compass Longitude 2019 conta com rodas de 18 polegadas, retrovisores laterais com rebatimento elétrico e tela de 7” no painel de instrumentos.
Ainda nos itens de série, o utilitário esportivo conta com controle de estabilidade, que inclui sistemas eletrônicos anticapotamento, ar-condicionado digital bizona, bancos revestidos em couro e central multimídia com tela de 8,4 polegadas compatível com Apple CarPlay e Android Auto, além de assistente de partida em rampa e monitoramento de pressão dos pneus.

O Compass conta também com coluna de direção com regulagem de altura e de distância, regulagem manual da altura do banco, câmera de ré com ótima visualização na tela multimídia, volante com comandos de telefonia, som e controle de velocidade, garantindo boa ergonomia para os ocupantes e motorista, deixando a dirigibilidade mais agradável.

Numa viagem entre São Paulo e Pouso Alegre (MG), com direito a conhecer o Laboratório Nacional de Astrofísica, localizado em Itajubá, também no estado mineiro, o Compass mostrou-se confortável e com comportamento exemplar para quatro ocupantes e malas. Durante o trajeto, de aproximadamente três horas, foi possível conhecer um pouco mais dos atributos do utilitário, suas tecnologias e sistemas eletrônicos. Pena que o motor 2.0 TigerShark Flex poderia ser um pouco mais forte.

Texto e Fotos: Fernando Eduardo, especial para o MinutoMotor

 Ficha técnica – Jeep Compass 2.0 flex Longitude 4×2

Motor – de quatro cilindros linha, flex, 1.995 cm³ de cilindrada, com potências de 166 cv (etanol) a 6.000 rpm e 159 cv (gasolina) a 6.000 rpm e torques máximos de 20,5 kgfm (etanol) a 4.000 rpm e 19,9 kgfm (gasolina) a 4.000 rpm
Transmissão – tração dianteira e câmbio automático de seis marchas
Direção – tipo pinhão e cremalheira, com assistência elétrica
Freios – disco ventilado na dianteira, e sólido na traseira
Suspensão – dianteira, McPherson, com barra estabilizadora; traseira, McPherson com braços laterais/transversais e barra estabilizadora
Capacidades –Tanque de combustível, 60 litros; carga útil (passageiros + bagagem), 400 kg; porta-malas, 410 litros
Rodas/pneus – 7×18”de liga de alumínio/225/55R18
Peso – 1.546 kg
Dimensões (metro) – comprimento, 4,41; largura, 1,81; altura, 1,63; distância entre-eixos, 2,64
Desempenho – velocidades máximas, 192 km/h (etanol) e 188 km/h (gasolina); aceleração até 100 km/h, 10,6 (etanol) e 10,9 (gasolina)
Consumo (km/l) – urbano, 6,1 (etanol) e 8,8 (g); estrada, 7,5 (etanol) e 10,8 (g)
Dimensões – Compr.: 4,41 m / Largura: 1,81 m / Altura: 1,63 m / Entre-eixos: 2,63 m

SALÃO DO AUTOMÓVEL: BALANÇO E HARD NEWS

O melhor salão da história

A aposta dos organizadores do Salão do Automóvel em enfatizar a experiência para os visitantes da 30a edição deu certo. Uma prova disso foi o número aproximado de 742 mil pessoas que visitaram o São Paulo Expo desde o último dia 8. O evento apresentou marcas grandiosas como os 66 modelos lançados, 45 mil test drives, mais de 1.200 atividades interativas, mais de 540 veículos em exposição e aproximadamente 100 eventos paralelos, com destaque para a inédita Arena New Mobility. As montadoras aproveitaram o evento para apresentar seus modelos elétricos e lançamentos, como foram os casos do Audi e-Tron, Chevrolet Bolt, Nissan Leaf e Renault Zoe.

O tema Mobilidade foi amplamente debatido na Arena New Mobility, que recebeu mais de 130 palestrantes, entre eles jornalistas, representantes de empresas, start-ups e referências do setor, que abordaram diversos temas referentes ao futuro da mobilidade urbana. O projeto foi decisivo para o retorno da Bosch ao Salão do Automóvel depois de 24 anos e apresentou o espaço ao lado de patrocinadores como CBMM, Discovery, Goodyear e Smarters.
Ao entrar no pavilhão do São Paulo Expo, o público viu de perto as principais novidades de Audi, BMW, CAOA Chery, Chevrolet, Chrysler, Dodge, Ferrari, Fiat, Ford, Honda, Hyundai, Jeep, KIA, Lamborghini, Lexus, Lifan, Maserati, Mercedes-Benz, Mini, Mitsubishi, Nissan, Porsche, Renault, Rolls Royce, Subaru, Suzuki, Toyota, Troller e Volkswagen. Além das montadoras, o total de expositores foi 25% maior em relação à edição de 2016.

Juntas, as montadoras apresentaram 66 novos modelos para o público, comprovando a importância do Salão do Automóvel para o setor no País. Os modelos elétricos e híbridos, tendências mundiais, foram amplamente explorados pelas montadoras. As empresas também aproveitaram a ocasião para reforçar a importância desse portfólio, destacando também os modelos autônomos. O que se viu foi uma verdadeira exposição de supermáquinas mas também de modelos que cabem no bolso do brasileiro.

Gringo no pedaço

A paixão do brasileiro por carros icônicos coloca o novo Chevrolet Camaro como uma das principais atrações do Salão Internacional do Automóvel de São Paulo. É a primeira aparição do modelo fora dos Estados Unidos. O superesportivo é apresentado no Brasil na versão SS cupê e conversível com aperfeiçoamentos na performance do motor 6.2 V8 de 461 cavalos, associado à nova transmissão automática sequencial de 10 velocidades com função “launch control”, para arrancadas bruscas com a máxima eficiência. O novo Camaro se diferencia também pelo design mais imponente e esportivo. A nova geração do “muscle car” deve chegar ao mercado brasileiro no início de 2019.

Pelas costas

O Ford EcoSport passou recentemente por uma profunda renovação de conteúdo, com a introdução do motor 1.5 Ti-VCT de três cilindros, da nova transmissão automática e da central multimídia Sync 3. A marca norte-americana revela agora o próximo passo para completar a transformação de seu SUV compacto: o lançamento de uma versão sem o estepe afixado na tampa do porta-malas. O futuro modelo de produção, que será a versão Titanium do EcoSport, é uma das atrações da Ford no Salão de São Paulo. O modelo projetado e desenvolvido no Brasil será o primeiro da categoria a adotar o “Run Flat Tire”, um pneu que roda até 80 quilômetros com pressão zero.

Balão de ensaio

A Kia Motors destaca em seu estande no Salão de São Paulo o SUV compacto Stonic, desenvolvido sobre a plataforma do hatch Rio. Apesar de estar exposto na mostra paulistana, o Stonic foi projetado para o mercado europeu e não deve ser lançado no Brasil. A intenção da marca sul-coreana é testar as reações do público sobre o carro pois está projetando um modelo similar para o nosso país. Embora a Kia guarde os detalhes sobre o futuro utilitário esportivo a sete chaves, comenta-se que poderá utilizar a plataforma do Cerato, com porte um pouco maior em relação ao Stonic e mais espaço interno.

SUV e cupê

O novo Audi Q8 é uma das estrelas da marca alemã no Salão Internacional do Automóvel de São Paulo. O modelo tem a proposta de combinar a elegância de um cupê de quatro portas de luxo à versatilidade de um SUV de grande porte. Interior com dimensões generosas e compartimento de bagagens variável, sistema operacional de última geração, suspensão tecnológica, sistemas de assistência inteligentes e tração integral permanente quattro caracterizam a personalidade do Q8. Para o nosso mercado, o novo Q8 será equipado com motor 3.0 TFSI (turbo) com 340 cavalos de potência, associado à transmissão tiptronic de 8 velocidades.

Novo A

A Mercedes-Benz promete muita modernidade em termos de interface com o usuário na quarta geração do Classe A. O modelo chega ao Brasil nas configurações hatch e sedã e conta com motor 2.0 turbo de quatro cilindros com 224 cavalos de potência. Previsto para chegar ao mercado em 2019, o novo Classe A está sendo exposto no Salão de São Paulo. É o primeiro modelo da marca alemã a contar com o sistema de multimídia MBUX. A plataforma tem um “cockpit” de duas telas integradas com reconhecimento de voz, acessível por meio das palavras-chave “olá”, “oi ou “e aí?”, seguidas por “Mercedes”.

Game não virtual

A Hyundai mostra pela primeira vez fora da Europa e dos Estados Unidos o conceito N 2025 Vision Gran Turismo, modelo que antecipa o futuro dos veículos de alto desempenho da fabricante sul-coreana. O carro está exposto no Salão do Automóvel de São Paulo e servirá também como “padrinho” da HB20 Motorsports, categoria que está sendo lançada no evento paulistano, com estreia em 2019. Criado a partir da série de jogos Gran Turismo Sport do PlayStation, o N 2025 se inspira na aeronáutica e nos testes feitos no “Rogers Dry Lake”, no qual pilotos e astronautas treinavam para viagens ao espaço, como no filme Os Eleitos.

Losango com caçamba

Ainda sem data para estrear como veículo de produção, a picape média Alaskan está sendo mostrada pela Renault no Salão de São Paulo como conceito. O novo modelo da fabricante francesa será construído na Argentina, ao lado das “irmãs de plataforma”, a Nissan Frontier e a Mercedes Classe X, prevista para chegar ao mercado no próximo ano. O “protótipo” da Alaskan mostrada em São Paulo é equipada com o mesmo motor 2.3 diesel biturbo de 190 cavalos e o câmbio automático de 7 velocidades da Frontier, vendida há mais de duas décadas.

Dragão SUV

A Lifan Motors se apresenta no Salão de São Paulo com uma linha completamente renovada de veículos, incluindo três SUVs e uma minivan. Os seis anos de atuação no mercado brasileiro e os quatro modelos exibidos na mostra paulistana atestam o novo patamar de qualidade alcançado pela fabricante chinesa. A principal atração da marca asiática em São Paulo é o X70, modelo que terá a missão de disputar espaço no competitivo segmento dos SUVs. O utilitário esportivo da Lifan tem motor 2.0 de quatro cilindros que desenvolve 140 cavalos e 18,9 kgfm de torque.

Presença brasileira

Fabricante nascida em São José dos Campos/SP, a D2D Motors confirma no Salão de São Paulo a construção de sua planta na cidade de Linhares, no Espírito Santo, com investimento de R$ 30 milhões na primeira fase do projeto. Na mostra paulista, a marca brasileira destaca o mini carro Sky, exposto como protótipo na edição de 2016 do Salão de São Paulo. O Sky utiliza motor fornecido pela Chery. “O carro tem muitos diferenciais para o segmento. O projeto se concentra no design e na qualidade de acabamento”, afirma Eduardo Eberhardt, idealizador e presidente da D2D Motors.

Na pista

Já vem de longe na história dos grandes salões automotivos: se a Ferrari está presente na mostra, ela é a grande estrela. No Salão de São Paulo, não é diferente. Desta vez, a “prima donna” é a 488 Pista. A máquina da Casa de Maranello tem motor 4.0 V8 com 720 cavalos de potência, que faz o “bólido” vermelho acelerar de zero a 100 km/h em apenas 2,8 segundos e chegar aos 340 km/h, números similares aos de outra grande atração da mostra, o McLaren Senna. Mas, não tem jeito. Não há visitante do evento que não pare em frente à Ferrari 488 e não “babe” um pouco.

 

Texto: Daniel Dias  /  Fotos: Humberto Monteiro Pereira / Agência AutoMotrix e Divulgação

T-CROSS, O NOVO SUV GLOBAL DA VW CHEGA PARA O SALÃO


A Volkswagen apresentou globalmente o T-Cross, em evento inédito que integra os três continentes onde o modelo será produzido e comercializado (Europa, Ásia e América). O novo SUV faz parte da estratégia da empresa de oferecer modelos globais com características específicas para atender às necessidades locais de cada região. Primeiro SUV da marca Volkswagen produzido no País chegará ao mercado nacional no 1º semestre de 2019 e também será comercializado para a América Latina. 

A versão brasileira terá atributos exclusivos para a região, como o maior entre-eixos (2.651 mm). No Brasil, modelo será oferecido com motores TSI e terá o maior torque da categoria: 250 Nm (25,5 kgfm). Todas as versões trarão de série Controle de Estabilidade (ESC) e seis airbags, entre outros itens de segurança. O modelo Será uma das atrações da marca durante o Salão Internacional do Automóvel, que acontece em São Paulo entre 8 e 18 de novembro.

Para os mercados da América Latina, o T-Cross p será produzido em São José dos Pinhais (PR) – para isso, a fábrica recebeu investimentos na casa de R$ 2 bilhões – e faz parte dos cinco novos SUVs a serem lançados pela Volkswagen na região até 2020. O modelo será produzido sobre a Estratégia Modular MQB, que é o mais moderno conceito de produção do Grupo Volkswagen no mundo. Os veículos baseados na Estratégia Modular MQB proporcionam o que há de mais avançado em termos de design, inovação, alta performance e segurança.

O novo SUV da VW se destacará pelo excelente comportamento dinâmico – no Brasil terá exclusivamente motores TSI –, por oferecer cabine espaçosa e confortável e pelos avançados recursos de tecnologia, conectividade e segurança. Oferecerá itens exclusivos no segmento, como o painel totalmente digital (Active Info Display), seletor de perfil de condução, Controle de Estabilidade (ESC) de série, bloqueio eletrônico do diferencial, Park Assist 3.0, suporte para celular no painel, quatro entradas USB (inclusive para o banco traseiro), iluminação da cabine em LED e acabamento com apliques no painel. Também contará com faróis full-LED, seis air bags, saída de ar-condicionado para o banco traseiro e teto solar panorâmico, entre outros recursos.

No Brasil, o T-Cross terá exclusivamente motores TSI, que combinam injeção direta de combustível e turbocompressor para entregar alta eficiência energética e prazer ao dirigir. O motor 250 TSI Total Flex gera potência de até 150 cv (110 kW), com gasolina ou etanol, a 4.500 rpm. O torque máximo, também com ambos os combustíveis, é de 250 Nm (25,5 kgfm) – será o maior torque da categoria. Esse motor será combinado exclusivamente à transmissão automática de seis marchas com função Tiptronic e aletas (“shift paddles”) para trocas no volante.

Já o motor 200 TSI Total Flex desenvolve potência de até 128 cv (94 kW) a 5.500 rpm, com etanol – com gasolina, são 116 cv (85 kW), à mesma rotação. O torque máximo é de 200 Nm (20,4 kgfm), com gasolina ou etanol, sempre na faixa de 2.000 a 3.500 rpm. Esse motor poderá ser combinado à transmissão manual ou à automática com função Tiptronic (também com as aletas no volante), ambas de seis marchas.

Todas as versões do T-Cross serão equipadas com luz de condução diurna (DRL) em LED, integrada ao farol de neblina. Haverá oferta de faróis full-LED para o T-Cross – neste caso, a luz de condução diurna encontra-se na própria carcaça do farol. E a capacidade do porta-malas varia entre 373 e 420 litros.

O T-Cross também poderá ser equipado com teto solar panorâmico “Sky View” – dois painéis de vidro que abrangem mais da metade da área do teto do carro (a seção dianteira pode ser aberta eletricamente). Outro destaque no interior do T-Cross é a iluminação ambiente em LED. Há luzes na região dos pés, no centro do console, no painel e nas maçanetas. O T-Cross terá disponível o sistema de som “Beats”, de alta fidelidade sonora, com sete alto-falantes (incluindo um sub woofer no porta-malas) e potência é de 300W RMS.


“O T-Cross é o primeiro SUV produzido pela Volkswagen no Brasil, que chega para revolucionar os padrões de seu segmento”, afirma o Presidente e CEO da Volkswagen América Latina, Pablo Di Si. “É um carro global, que traz alterações para o gosto e perfil dos clientes da América Latina, reforçando a nossa estratégia de Regionalização”, explica Di Si. “O T-Cross que será feito no Brasil traz mudanças em seu design, maior espaço interno e é mais alto que o modelo europeu, além de ser um modelo seguro, conectado e cheio de tecnologia”, conclui.

FCA: JEEP COMPASS 2019 MAIS CARO E A VOLTA DO FIAT ARGO PRECISION

A FCA, detentora das marcas Jeep e Fiat, apresenta novidades em seu line up 2019. Sucesso de público e crítica, o Jeep Compass é o SUV vai vendido do país, com mais de 100 mil unidades emplacadas. Para se manter na liderança da categoria, a linha 2019 chega com mais estilo, tecnologia e aumento nos preços. Hoje, a marca mantêm seis versões em comercialização e cada uma delas recebeu mais itens de série, além de novas rodas e cores. O Jeep Compass mantém dois motores: 2.0 Flex de até 166 cv com câmbio automático de seis marchas e o 2.0 Diesel de 170 cv com câmbio automático de nove marchas e tração 4×4.

Na configuração de entrada, Sport Flex, o Compass conta com maçanetas e capas dos espelhos retrovisores pintados na cor da carroceria e novo desenho para as rodas de liga leve de 17 polegadas. As versões Longitude Flex e Diesel adotara tela colorida de 7” no quadro de instrumentos, retrovisores externos com rebatimento elétrico e novas rodas de aro 18”.

Também disponível com os dois conjuntos mecânicos, o Jeep Compass Limited ganhou o sistema de estacionamento semiautônomo Park Assist, partida remota do motor pela chave (muito útil para deixar a cabine climatizada antes de entrar no veículo) e as rodas de 19” viraram padrão.

A opção Trailhawk continua sendo a mais off-road da linha e também recebeu o Park Assist e a partida remota, além do teto preto. E por dentro, as versões Sport, Longitude e Trailhawk exibem novo acabamento, com vários detalhes escuros, como as molduras da central multimídia e saídas de ar centrais e da alavanca do câmbio.

Em termos de tecnologia, o Jeep Compass oferece controle de velocidade adaptativo (ACC), alerta de colisão com frenagem automática (FCW+) e monitoramento de mudança de faixa com correção ativa (Lane Sense), que fazem parte do kit opcional High Tech – disponível para as versões Limited e Trailhawk –, que ficou mais acessível.

No Compass Trailhawk, por exemplo, o pacote custava R$ 15.650 e agora está saindo por R$ 8.700. E ele ainda inclui bancos dianteiros elétricos, som premium Beats e porta-malas com abertura e fechamento elétricos.

Preços:

Sport 2.0 Flex AT6 – R$ 111.990
Longitude 2.0 Flex AT6 – R$ 124.990
Limited 2.0 Flex AT6 – R$ 142.490
Longitude 2.0 Diesel AT9 4×4 – R$ 151.990
Limited 2.0 Diesel AT9 4×4 – R$ 171.490
Trailhawk 2.0 Diesel AT9 4×4 – R$ 171.490

 

Fiat Argo Precision 2019


A versão Precision, do Fiat Argo, vendida com motor 1.8 E.torQ de 139 cv (etanol), acaba de voltar ao line up. Destaques para central multimídia “flutuante”, capaz de operar por comando de voz e compatível com Waze e Google Maps, além de ganhar sensor de estacionamento traseiro como item de série. Segundo a Fiat, a versão Precision 1.8 é um dos modelos com a melhor relação custo/benefício do segmento, com valores sugeridos de R$ 62.990 (manual) e R$ 66.990 (automático).

Ainda mais se levarmos em conta o pacote tecnológico e de segurança de série do hatch, que inclui Hill Holder, Controle Eletrônico de Estabilidade (ESC), Controle de Tração, direção elétrica, ar-condicionado, Start&Stop e central multimídia.

A nova versão Precision 2019 pode ser equipada ainda com kit Stile, que é composto por rodas de liga leve aro 16” com pneus 195/55, LED design nos faróis, bancos em couro e ajuste de profundidade do volante. Side bags laterais também podem ser somados aos opcionais, assim como o kit Tech, composto por retrovisores externos com rebatimento elétrico e luz de conforto, ar condicionado com controle digital, quadro de instrumentos Hi-Resolution TFT de 7 polegadas, sensor de chuva e sensor crepuscular e retrovisor interno eletrocrômico.

Outra novidade é o kit Bicolor, composto por teto preto, assim como detalhes dos retrovisores externos, acabamento do para-choque dianteiro e do aerofólio traseiro.

Preços:

Argo 1.0 – R$ 46.490
Argo Drive 1.0 – R$ 49.490
Argo Drive 1.3 – R$ 55.090
Argo Drive 1.3 GSR – R$ 61.190
Argo Precision 1.8 – R$ 63.790
Argo Precision 1.8 AT6 – R$ 68.190
Argo 1.8 HGT – R$ 67.490
Argo 1.8 HGT AT6 – R$ 72.990

HOTNEWS: KAWASAKI H2, ECLIPSE CROSS E MINI

KAWASAKI ANUNCIA PRÉ-VENDA DOS MODELOS NINJA H2, H2 CARBON E H2R
A Kawasaki dá o start para a pré-venda de seus modelos “flagship”: Ninja H2, H2 Carbon e H2R. As motos serão comercializadas apenas sob encomenda e o pedido de compra está sendo feita pelo hotsite . A data limite é 30 de novembro de 2018. Única do mercado a usar motor supercharged, a família Kawasaki Ninja H2 teve um significativo aumento de potência: o modelo chega agora aos 243 cv a 11.500 rpm (com o Ram Air). Graças às mudanças promovidas no motor de quatro cilindros e 998 cm3 de capacidade. Outra boa notícia é que as alterações no propulsor trouxeram uma entrega mais progressiva de torque desde baixas rotações.


Com desempenho radical e uma completa eletrônica embarcada, a versão Carbon da Ninja H2 traz carenagem frontal em fibra de carbono, pintura especial e uma placa com número de série. Já a H2R é um modelo de uso exclusivo em pista. As três versões da H2 têm preços públicos sugeridos de R$ 168.000, R$ 178.000 e R$ 357.000, respectivamente.

 

MITSUBISHI ABRE PRÉ-VENDA DO NOVO SUV ECLIPSE CROSS


A Mitsubishi Motors inaugura hoje um hotsite de pré-vendas para seu novo SUV, o Eclipse Cross, que traz tacão 4X4. O modelo que chega em novembro está posicionado entre o ASX – que foi atualizado e parte R$ 104.990 (2WD CVT Flex) – e o Outlander, reforçando a família de SUVs da marca. É um carro que traz novas e modernas tecnologias, muito conforto, praticidade e conectividade. Mais informações sobre o Eclipse Cross serão disponibilizadas na próxima semana.

 

MINI ESTREIA NOVO SISTEMA AUTO START/STOP


Mais silencioso, seguro e eficiente, a Mini lança no Brasil a nova geração do sistema auto start/stop, disponível em sua linha de veículos no país. Dentro deste projeto está a revisão dos sistemas que se desligam dentro das linhas de comunicação do carro para melhor eficiência energética e menor consumo de combustível. Dessa forma, o sistema entra em funcionamento de maneira rápida, silenciosa e sutil, uma vez que a central de processamento de dados do veículo gerencia as funções do carro para isolar aquelas que são necessárias ao funcionamento do motor.

Em termos de segurança, o novo auto start/stop reduz o risco de acidentes tanto para o motorista e os passageiros, quanto para os pedestres, pois entra em funcionamento apenas com o veículo totalmente parado, evitando assim o seu funcionamento indesejado em descidas e subidas, por exemplo. Além disso, o novo auto start/stop atua em conjunto com outros sistemas, sendo capaz de monitorar uma série de funções do veículo, como a temperatura do motor, o estado da carga de bateria e se o propulsor está trabalhando de forma correta.

 

HYUNDAI COMEMORA UM MILHÃO DE CARROS PRODUZIDOS EM PIRACICABA


A Hyundai celebrou em 20 de setembro seis anos de produção em sua fábrica, em Piracicaba (SP). A planta iniciou suas operações em 20 de setembro de 2012 com a fabricação do hatch compacto HB20, modelo desenvolvido especialmente para o mercado nacional. A montadora começou, em janeiro de 2017, a produzir o SUV compacto Creta. Somados, os veículos atingiram, no mês de agosto, a marca de 1 milhão de veículos produzidos, volume alcançado em apenas cinco anos e dez meses, recorde para a indústria automobilística brasileira. A Hyundai espera chegar, nos próximos dias, a 1 milhão de automóveis comercializados no Brasil.

De acordo com números consolidados da Anfavea – Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores, foram produzidos 26 mil veículos HB20 de setembro a dezembro de 2012, apenas na versão hatchback. No primeiro ano completo da fabricante, de janeiro a dezembro de 2013, esse volume saltou para 166 mil unidades, já com as três versões disponíveis: HB20 (hatchback), HB20S (sedã) e HB20X (aventureiro). Em 2014, a produção atingiu seu ápice, com 174 mil unidades fabricadas. O volume correspondeu a 166 mil unidades em 2015 (com a adição da versão HB20 R spec) e nos dois anos seguintes chegou a 162 mil, tendo a partir de 2017 o SUV Creta no portfólio. Para 2018, com a otimização de processos internos, estima-se a possibilidade de produzir 190 mil unidades até o final do ano.

TOYOTA RAV 4 SENTE O PESO DA IDADE

Com qualidades já conhecidas em outros veículos Toyota, como ergonomia, espaço interno e confiabilidade, o SUV da fabricante japonesa chega às concessionárias em duas versões, a 2.0 de entrada por R$ 129.990 e a topo de linha por R$ 144.990. MinutoMotor avaliou a configuração básica e conta aqui suas impressões.

Imagem: Denis Armelini

Com a falta de equipamentos como central multimídia, bancos em couro, câmera de ré, ajustes elétricos dos bancos dianteiros e acabamentos mais requintados para um veículo nesta faixa de preço, o SUV da Toyota cobra caro pelo que entrega se comparado a outros veículos num segmento tão competitivo e preços semelhantes, como por exemplo o Jeep Compass.

Imagem: Denis Armelini

Com 2,66 metros de entre-eixos, quatro a menos que o Toyota Corolla, o SUV da fabricante japonesa acomoda confortavelmente cinco pessoas adultas, com rodagem suave a ponto de não transmitir as imperfeições de piso enfrentadas no dia a dia das grandes cidades ou mesmo de uma viagem.  Mas a percepção ao entrar no RAV 4, na sua configuração básica, é que a idade chegou. Prova disso é a apresentação da nova geração em mercados como Estados Unidos, onde o veículo é um dos mais vendidos no segmento.

Imagem: Denis Armelini

Já o motor é o mesmo 2.0 com câmbio CVT que simula 7 velocidades do Corolla, apenas com algumas diferenças de ajustes e alimentação, rendendo 145 cv e 19,1 kgf.m a partir de 3.600 rpm. Por ser mais pesado que o sedã, aproximadamente 200 kg, o SUV tem um rendimento honesto para o ritmo do dia a dia a dia, mas que deixa a desejar em situações como em uma ultrapassagem mais rápida.

Imagem: Denis Armelini

 

Ficha técnica
Toyota RAV 4

Motor: Dianteiro, transversal, quatro cilindros em linha, 2.0, 16V, injeção eletrônica, gasolina
Potência: 145 cv
Torque: 19,1 kgfm a 3.600 rpm
Câmbio: CVT de 7 marchas, tração dianteira
Direção: Elétrica
Suspensão: Independente, McPherson (dianteiro) e braços duplos triangulares (traseiro)
Freios: Discos ventilados (dianteiros) e discos sólidos (traseiros)
Pneus: 225/65 R17
Comprimento: 4,60 m
Largura: 1,84 m
Altura: 1,71 m
Entre-eixos: 2,66 m
Tanque: 60 litros
Porta-malas: 547 litros
Peso: 1.525 kg

TAREFA ESPINHOSA: CONHEÇA O C4 CACTUS, NOVO SUV DA CITROEN

   A Citroën já viveu tempos bem mais prósperos no Brasil. Em 2011, quando o mercado brasileiro de automóveis vendia quase o dobro do que vende atualmente, a marca francesa arrebatava quase 3% de participação – foram emplacados naquele ano 90 mil unidades da Citroën. Hoje, o “share” da marca está abaixo de 0,9% e, no primeiro semestre de 2018, comercializou apenas 9.360 carros no Brasil. Ou seja, em um mercado que encolheu 50%, as vendas da Citroën se retraíram quase 80%. Para agravar a situação, depois de 28 anos de parceria, o Grupo SHC resolveu em março deste ano encerrar seu contrato com a PSA Peugeot Citroën e transformar suas 12 concessionárias Citroën em revendas da JAC Motors – desde 2011, o empresário paulista Sérgio Habib, dono do Grupo SHC, é o representante da marca chinesa no Brasil. Como consequência, a disponibilidade de produtos e serviços da Citroën foi afetada em mercados importantes, como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Brasília e Belo Horizonte. Por tudo isso, a Citroën aposta muito no lançamento do Cactus. Lançado na Europa em março de 2014, o SUV chegou totalmente remodelado às concessionárias europeias este ano – e é esse design renovado que foi adotado no modelo produzido na fábrica da PSA Peugeot Citroën em Porto Real, no Sul do Estado do Rio de Janeiro. Disponível em três versões de acabamento – Live, Feel e Shine – e com extensa lista de equipamentos de série, o C4 Cactus tem seis versões e uma ampla faixa de preços de R$ 68.990 da Live manual aos R$ 98.990 da Shine Pack Turbo THP automática. Confira os valores:

Live 1.6 manual: R$ 68.990
Feel 1.6 manual: R$ 73.490
Feel 1.6 automático: R$ 79.990
Feel Pack 1.6 automático: R$ 84.990
Shine 1.6 Turbo THP automático: R$ 94.990
Shine Pack 1.6 Turbo THP Automático: R$ 98.990

O novo C4 Cactus adotou um estilo menos extravagante que o modelo apresentado em 2014, mas mantém um jeito irreverente. Como nos últimos lançamentos da marca, a frente traz a assinatura luminosa em três estágios e o “chevron” tridimensional cromado, que se estende por meio da grade até as extremidades, onde envolvem os DRLs. Na parte baixa, os projetores adotam uma máscara negra. Com a frente alta e horizontal e dois volumes bem definidos na carroceria, a silhueta é fluida, com destaque para o teto “flottant” – no qual as colunas revestidas de preto fosco conferem à capota um aspecto flutuante – e as barras que também trazem o mesmo conceito. Para ampliar a proteção, o C4 Cactus conta com proteções nas molduras das caixas de rodas e na parte inferior da carroceria, bem como Airbumps – bolsas de ar apresentadas em 2014 com o primeiro Cactus – na parte inferior das portas. As rodas aro 17” diamantadas Roby One com pneus de uso misto reforçam o aspecto SUV. Na traseira musculosa, os grupos ópticos – dotados de dois módulos de leds alongados e com efeito 3D – funcionam como uma assinatura luminosa gráfica e tecnológica. O Citroën C4 Cactus oferece amplas possibilidades de personalização graças à oferta da carroceria bicolor. São três opções de cores de teto (Branco Banquise, Preto Perla Nera e Azul Esmeralda), que podem se compor com as seis cores disponíveis da carroceria (Branco Nacré, Cinza Alumínio, Cinza Grafito, Preto Perla Nera e Azul Esmeralda).

Com altura de 1,56 metro, o C4 Cactus é 15 centímetros mais baixo que seu principal concorrente, o Jeep Renegade. Com comprimento de 4,17 metros e largura de 1,71 metro, o C4 Cactus é 7 centímetros mais curto e 9 centímetros mais estreito que o Renegade, mas seu entre-eixos de 2,60 metros é 3 centímetros maior que o do modelo da Jeep. Apesar das dimensões compactas da carroceria, o C4 Cactus não abre mão de uma altura elevada em relação ao solo (225 milímetros) e de bons ângulos de ataque (22 graus) e de saída (32 graus) que caracterizam o segmento de utilitários esportivos. O Cactus teve direção, suspensões, freios, rodas e pneus desenvolvidos especialmente para o mercado latino-americano, que tem estradas bem mais maltratadas em comparação às europeias. Além do Jeep Renegade, outros adversários apontados pela própria Citroën para seu novo modelo são o Hyundai Creta, o Nissan Kicks, o Chevrolet Tracker, o Ford EcoSport, o Renault Captur e o Honda HR-V.

No interior, a extravagante configuração europeia – que inclui quadro de instrumentos de aspecto “flutuante”, porta-luvas com abertura para cima e tiras de couro no painel e nos puxadores de portas – deu lugar a um estilo bem mais ortodoxo na versão para o mercado latino-americano. As cores privilegiam os tons escuros, bem ao gosto do consumidor local. O painel 100% digital, moderno e tecnológico, traz os acabamentos da tela da central multimídia em preto brilhante, à semelhança das telas de iPads e tablets. O tablier tem revestimentos “soft touch”. Todas as versões contam com central multimídia de 7’’ com sistema de áudio com Bluetooth. Ela agrupa sistemas de auxílio à condução, ar-condicionado e telefonia, compatível com Apple CarPlayTM e Android Auto, rádio com seis alto-falantes, equipado com AM, FM e pilotado pelos comandos no volante. O Mirror Screen conta com Android Auto e permite navegação embarcada por meio do Google Maps ou do Waze e gestão de SMS.

São oferecidas para o C4 Cactus duas opções de motor, ambas de 1,6 litro. O THP (Turbo High Pressure) 16V flex, disponível apenas na versão “top” Shine e sempre acoplado a uma caixa de câmbio automática sequencial de 6 marchas, entrega 173 cavalos e 24,5 kgfm. Já o motor 120 VTI Flex Start gera 122 cavalos e um torque de 16,4 kgfm nas versões manuais e 118 cavalos e 16,1 kgfm quando equipado nas versões automáticas. Opcionalmente, as versões Feel e Shine podem vir equipadas com o pacote de equipamentos de segurança e auxílio à direção, que inclui o Active Safety Brake – Sistema de Frenagem Automática e Alerta de Colisão –, Alerta de Atenção ao Condutor e Coffee Break Alert – informa ao motorista quando é hora de uma pausa.

Ciente de que apenas lançar um novo utilitário esportivo não basta para recuperar a imagem, a Citroën está implementantado um amplo programa de valorização dos clientes da marca. O programa inclui veículo reserva, caso o Cactus do cliente precise ficar mais do que quatro dias em reparo, oito anos de assistência 24 horas com serviço de reboque gratuito em casos de pane ou colisão, verificação e abastecimento de fluidos gratuitos na rede Citroën e check-up, calibragem e rodízio de pneus feitos gratuitamente em toda a rede Citroën. A marca francesa sabe que o caminho para reconquistar a confiança é longo e árduo – mas parece disposta a percorrê-lo rápido, a bordo do C4 Cactus.

Experiência a bordo
Citroën C4 Cactus Shine Pack 1.6 Turbo THP Automático

O mais novo Citroën, em sua versão topo de linha, impressiona pelo nível de equipamentos. Vem com sistema Keyless – a chave é identificada por um sensor de proximidade e a porta é automaticamente destravada quando a maçaneta é puxada –, botão Start/Stop − ao pressionar levemente o botão no console central, ativa a ignição −, sistema de áudio HI-FI de alta qualidade, Bluetooth, sistema hands-free, câmera de ré, controle e limitador de velocidade, faróis automáticos, sensor de chuva, espelho eletrocrômico e detector de pressão dos pneus. A versão avaliada tinha o grupo de opcionais Pack, que inclui sistema de frenagem automática, alertas de colisão, de atenção ao condutor e de saída de faixa, indicador de necessidade de descanso, airbag de cortina e, ainda, carroceria de duas cores.

Para um SUV compacto, o espaço interno é correto. O espaço para cotovelos foi aumentado por meio da adoção de painéis de portas mais cavados. Os porta-objetos são práticos e bem dimensionados. Próximo ao painel de bordo, há um nicho associado a dois porta-copos. Na parte posterior do console central, um porta-objeto fechado é mais adequado para a acomodação de volumes de maior valor. Nos nichos das portas dianteiras e traseiras, é possível acomodar garrafas de até 1,5 litro. Bolsas nas costas dos bancos da frente são indicadas para guardar revistas. O porta-malas disponibiliza um volume útil de 320 litros, que se pode estender até 1.170 litros com os bancos traseiros rebatidos.

O conforto é otimizado pela eficiência do conjunto suspensivo, que recebeu amortecedores, molas e batentes reforçados em relação à versão europeia. O aspecto acústico e vibratório também impressiona bem. Em termos ergonômicos, os assentos são bem desenhados, recheados com espumas de textura agradável e contam com regulagem de altura para o motorista e passageiro. Como o volante também oferece ajuste em altura e profundidade, não é difícil para o motorista encontrar uma posição confortável. Entre os aspectos que poderiam evoluir dentro do Cactus estão o mau posicionamento do apoio de braço do motorista no console central (é tão recuado que fica difícil de usá-lo), a existência de apenas uma saída USB e a ausência de saída de ar-condicionado para o banco traseiro. Ajustar o ar-condicionado – como para impedir a entrada de sujeira em trechos poeirentos ou enfumaçados – requer comutar a tela central para tal função, algo que leva tempo e não é nada prático. Um botão próprio para esse fim seria bem-vindo.

Primeiras impressões
Shine Pack 1.6 Turbo THP Automático

A apresentação do Citroën C4 Cactus para a imprensa especializada nacional aconteceu na região de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo. A bordo da versão topo de linha Shine Pack THP, em um trajeto de cerca de 80 quilômetros, foi possível percorrer rodovias bem asfaltadas, outras bem maltratadas e até estradas de terra e uma pequena trilha. O motor THP (Turbo High Pressure) 16V Flex basta para fazer do C4 Cactus um crossover esperto, que acelera fácil e permite ultrapassagens seguras. Trata-se de um propulsor bem aparelhado.

Tem injeção direta sequencial, turbocompressor do tipo Twin-scroll, cabeçote de 16 válvulas com duplo comando de válvulas no cabeçote, bomba eletrônica de alta pressão, cabeçote com dois eixos de comando de válvulas, bomba de óleo com gestão de vazão e cárter duplo. Faz uma bela dupla com a caixa de câmbio automática sequencial Aisin de 6 marchas (EAT6), que tem opção de acionamento manual das marchas na manopla do câmbio – o Cactus não oferece a opção de acionamento por “paddleshifts” no volante. O “powertrain” assegura um desempenho compatível com a proposta do carro que, segundo a Citroën, é capaz de acelerar de zero a 100 km/h em 7,3 segundos (com etanol) e chegar à velocidade máxima de 212 km/h. O modelo oferece (três modos de condução: Sport, Drive e Eco. O Drive proporciona o melhor compromisso entre desempenho e consumo, o Sport valoriza o aspecto dinâmico e o Eco privilegia a diminuição do consumo de combustível.

A suspensão honra as boas tradições da Citroën. Calibrada para uma melhor absorção das irregularidades do piso, também assegura o perfeito compromisso entre conforto e agilidade de direção. No asfalto, a maciez dos amortecedores surpreendentemente não prejudica o comportamento do carro nas curvas em alta, transmitindo percepção de confiança. Nas trilhas, o rodar do Cactus é convincente, com bom nível de conforto e absorção de irregularidades. A suspensão, com curso maior que o da versão europeia, cumpre sua função com eficiência e parece flutuar sobre os obstáculos da pista, com uma capacidade de absorção de impactos impressionante. O vão livre do solo de 22,5 centímetros e os bons ângulos de entrada e saída ajudam o Cactus a dar conta do recado na transposição de obstáculos como valetas e lombadas. Talvez a direção elétrica pudesse ser um pouco mais rígida no uso “off-road”, em baixas velocidades. É tão suave que não transmite aquela sensação de firmeza que dá mais segurança ao motorista em terrenos irregulares. Felizmente, equipamentos como o Grip Control, ESP e Hill Assist estão presentes para proporcionar segurança e estabilidade em todos os tipos de piso.

TEXTO E FOTOS: Luiz Humberto Monteiro Pereira / Agência AutoMotrix

Ficha Técnica

Citroën C4 Cactus Shine THP automático

Motor: transversal, 1.598 cm³, flex, 4 cilindros em linha, duplo comando de válvulas no cabeçote, injeção multiponto seqüencial, injeção direta, turbocompressor
Diâmetro e curso: 77 x 85,8 mm
Taxa de compressão: 10,2:1
Potência máxima (gas./álc.): 166/173 cv a 6.000 rpm
Torque máximo (gas./álc.): 24,5 kgfm a 1.400 rpm
Transmissão: automática, 6 marchas com opção de acionamento sequencial na manopla de câmbio
Tração: dianteira
Freios: Dianteiros a disco ventilado e traseiros a disco, com sistema antitravamento ABS
Direção: pinhão e cremalheira com assistência elétrica
Suspensão: Dianteira independente, McPherson, mola helicoidal. Traseira eixo de torção, mola helicoidal
Rodas: 17’’
Pneus: 205/55 R 17
Dimensões
Comprimento: 4,17 m
Largura: 1,71 m
Altura: 1,56 m
Entre-eixos: 2,60 m
Capacidades e peso
Tanque de combustível: 55 litros
Compartimento de bagagem: 320 litros
Peso em ordem de marcha: 1.214 kg

 

BMW X1 2019 CHEGA MAIS EQUIPADO E MESMO PREÇO

O BMW X1 2019 traz várias novidades. A principal delas é a oferta de novos equipamentos sem que isso acarrete aumento no preço final do utilitário esportivo. A versão sDrive20i GP segue sendo vendida por R$ 191.950, mas incorporou alguns itens: sensor de estacionamento dianteiro, sistema de assistência de estacionamento (Parking Assistant) e bancos dianteiros com novo design. Já a versão sDrive20i X Line ganhou ainda bancos dianteiros esportivos e agrega itens de design externo como, por exemplo, grade dianteira com aletas cromadas, rack em alumínio satinado, para-choque dianteiro X Line e rodas de liga leve, de 18 polegadas e raios em ‘Y’. Preço sugerido de R$ 206.950.

O BMW traz mais uma novidade na linha 2019: a mudança da posição do emblema com a inscrição ‘X1’. Antes, ele ficava posicionado do lado direito da tampa do porta-malas. Agora, ele passa para a parte inferior da porta, sendo exibido logo abaixo da lanterna esquerda.

“O BMW X1 é o modelo mais vendido da marca no país e a oferta de novos equipamentos na linha 2019 está em sintonia com a nossa estratégia de aumentar o apelo do utilitário esportivo entre os consumidores e, consequentemente, potencializar sua competitividade no mercado brasileiro”, explica Nina Dragone, diretora de Marketing e Produto da BMW do Brasil.

De acordo com a Fenabrave, o BMW X1 registrou 4.137 unidades vendidas em 2017, fechando ano na liderança do segmento de utilitários esportivos premium nacional; mantendo esta mesma posição neste ano, com 2.324 veículos emplacados de janeiro a julho.


O SUV da BMW traz sob o capô o consagrado motor de quatro cilindros, dotado de tecnologia TwinPower Turbo ActiveFlex, de 1.998 cm³ e capaz de entregar 192 cavalos de potência, a 5.000 rpm, e 280 Nm de torque, a 1.250 rpm. O conjunto motriz conta ainda com uma tração dianteira e uma transmissão automática de oito velocidades, capaz de levar o veículo à velocidade máxima de 225 km/h e impulsioná-lo de 0 (zero) a 100 km/h em apenas 7,7 segundos.

Entre as tecnologias embarcadas neste BMW, os destaques ficam para o sistema de gerenciamento do motor Driving Experience Control, com Eco Pro; faróis Full-LED, com sensor de chuva e acionamento automático dos faróis baixos; e Sistema de Navegação com tela de 6,5 polegadas e equipado com novo BMW ConnectedDrive, que incorpora Serviços de Concierge, Informações de Trânsito em tempo real, Chamada de Emergência Inteligente e Preparação para Apple CarPlay.

O volante esportivo é revestido com couro e equipado com alavancas para efetuar trocas rápidas de marcha (Paddle-Shift). O BMW X1 conta ainda como seis airbags, controles de estabilidade e tração, e pneus Star Marking com tecnologia Run-flat. Tudo de série!

Robusto por fora e sofisticado por dentro, o BMW X1 ostenta 4,439 metros de comprimento, 1,821 m de largura e 1,612 m de altura, com 2,670 m de distância entre eixos. Já o porta-malas tem capacidade para 505 litros de bagagens, mas que pode ser ampliado para 1.550 l com o banco traseiro rebatido. Produzido em Araquari (SC) desde 2016, o BMW X1 sDrive20i 2019 é disponibilizado com cinco opções de cores, sendo duas sólidas (Branco Alpino e Preto II) e três metálicas (Preto Safira, Prata Glacier e Cinza Mineral). As versões sDrive20i GP e sDrive20i X-Line contarão com duas opções de revestimento Sensatec (Preto e Oyster).

VÍDEO: VW NA ERA DOS SPORT UTILITIES


Num mercado em que a categoria SUV é a que mais cresce na indústria automobilística, fabricantes apostam numa ampla gama de tamanhos, preços e tecnologias, com um alvo, as famílias. Prova disso são os inúmeros lançamentos programados para este e o próximo ano, principalmente os SUVs. VW T-Cross, Honda CR-V, Jaguar E-pace, Peugeot 5008, são apenas alguns que devem chegar. E a nova geração do VW Tiguan, que agora passa a acrescentar o Allspace no nome, é o primeiro de cinco modelos que serão lançados pela Volkswagen até 2020.

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Pela primeira vez, o utilitário da Volkswagen contará com o motor Total Flex 1.4 TSI com 150 cavalos e 25,5 kgfm na versão 250 TSI e Comfortline 250 TSI, ambas com opções de cinco ou sete lugares, combinado à transmissão DSG de 6 marchas e tração 4×2. Já a versão esportiva R-Line 350 TSI, traz o motor 2.0 TSI do atual Golf GTI, com 220 cv, 35,7 kgfm de torque, câmbio DSG de sete marchas e tração integral 4Motion.

Fabricado em Puebla, no México, o Tiguan chega em três versões: a Allspace 250 TSI (R$ 124.900), a Allspace Comfortline 250 TSI (R$ 149.990) e a Allspace R-Line 350 TSI (R$ 179.990), todas com o pacote Revisão de Série, que garante as três primeiras manutenções gratuitas. Feito com a plataforma modular MQB, que aumentou suas dimensões se comparado a geração anterior, o novo utilitário da marca alemã conta com 4,71 metros de comprimento, 1,84 metro de largura, 1,67 metro de altura e 2,79 metros de entre-eixos em todos os modelos, se diferenciando apenas pela terceira fileira de bancos que ocupa parte do espaço do porta-malas.

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De série, o Tiguan Allspace conta com ar-condicionado três zonas, sensor de estacionamento dianteiro e traseiro, rodas de liga-leve de 17”, volante multifuncional com paddle-shift, retrovisor fotocrômico, sensor de chuva, controle de pressão dos pneus, freio de estacionamento eletrônico, rack no teto, detector de fadiga e central multimídia Discover Media com tela de 8” e navegação por GPS. Já o teto solar panorâmico é opcional. A Comfortline adiciona rodas de liga-leve 18”, rack de teto e frisos cromados, banco de couro com aquecimento, faróis e lanternas de LED, bancos com ajuste elétrico e memória, câmera de ré e a terceira fileira de bancos.

Já a versão R-Line conta com um pacote exclusivo e com apela extremamente esportivo, deixando o utilitário com um design mais intimidador. Nele, são acrescentadas rodas de 19”, painel digital Active Info Display com tela de 12,3”, detector de pedestres, controle de cruzeiro adaptativo, faróis de LED com luz alta automática, assistente de descida e estacionamento automático Park Assist 3.0.

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Impressões ao dirigir
MinutoMotor pode conferir duas versões do SUV, a básica Allspace e a R-Line. A de entrada, com motor 1.4 TSI com 150 cavalos, impressiona pela agilidade, robustez e economia no dia a dia, sem deixar de lado a capacidade de um sport utility, a maior da categoria, com 710 litros, isso sem rebater os bancos. Mesmo com mais de 1,7 tonelada, é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 9,5s graças ao torque máximo já disponível aos 1.500 rpm. Segundo a Volkwagen, o carro faz 6,8 km/l na cidade e 8 km/l na estrada com etanol e 10,1 km/l e 11,7 km/l respectivamente, com gasolina. Já a suspensão é um dos pontos positivos do novo Tiguan. Com ajuste firme, faz o motorista dirigir um carro estável, mesmo em curva mais acentuadas, já que o balanço do da carroceria é contido. Nesta versão só ficou faltando, seja como item de série ou opcional, itens como chave presencial, câmera de ré, bancos em couro, e porque não, a tela de 12 polegadas que substitui o painel. Com certeza seriam alguns atrativos frente a concorrência.

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Já o Tiguan Allspace R-Line 350 TSI é para a família que gosta de um esportivo sem abrir mão das características de um utilitário. Com o motor do atual Golf GTI, a versão topo de linha passa a sensação de imponência, requinte e porque não, sedutor. Calçado com belas rodas de 19” na cor grafite, pneus de perfil baixo (255/45), para-choques com entradas salientes, saias laterais, emblema da linha R, detalhes e molduras em black piano e grade cromada, conta com itens como bancos em couro, quadro de instrumentos em tela digital TFT de 12,3” polegadas, chave presencial, tampa traseira com acionamento elétrico presencial, assistente de manobra e outros mimos.
Com tração integral 4Motion apenas na versão R-Line, o Tiguan Allspace permite ao condutor escolher quatro modos de condução: chuva/neve, normal, offroad e offroad individual. Mas a versão esportiva foi feita para o asfalto, com apetite por acelerações. Faz de 0 a 100 km/h em 6,8s, com marcas de 8,3 km/l na cidade e 12,2 km/l na estrada, que pode variar, e muito, de acordo com o modo de “pilotagem” do motorista.

Com todo o design, o espaço interno e o apelo esportivo, dá para fazer a compra mensal no supermercado, aproveitar o final de semana no interior ou na praia e pegar aquela estrada, ou até mesmo para a família que vai ganhar novos integrantes e não quer se preocupar em trocar de automóvel.

TEXTO: Fernando Eduardo, especial para o MinutoMotor.

FICHA TÉCNICA VW TIGUAN ALLSPACE R-LINE 350 TSI
Motor: Dianteiro, transversal, 4 cil., 2.0, 16 válvulas, comando duplo, injeção direta de gasolina, turbo
Potência: 220 cv a 4.300 rpm
Torque: 35,7 kgfm entre 1.600 rpm e 4.200 rpm
Câmbio: Automático de dupla embreagem e sete marchas, tração integral 4MOTION
Direção: Elétrica
Suspensão: McPherson (diant.) e Multilink (tras.)
Freios: Discos ventilados na frente e sólidos atrás
Pneus e rodas: 255/45 R19 (diant. e tras.)
Dimensões
Comprimento: 4,70 m
Largura: 1,86 m
Altura: 1,65 m
Entre-eixos: 2,79 m
Tanque: 60 litros
Porta-malas: 710 litros (5 lugares) e 216 litros (7 lugares)
Peso: 1.785 kg
Central multimídia: 8”
Garantia: 3 anos
Revisões
10 mil km: Grátis
20 mil km: Grátis
30 mil km: Grátis

 

 

T-CROSS, O NOVO SUV DA VOLKSWAGEN

Que os Sport Utility Vehicles (SUVs) caíram nas graças do consumidor brasileiro não é novidade. Basta acompanhar os números de vendas dos Jeep Compass e Renegade, além do Honda HR-V. Marcas como Hyundai, Nissan e Renault já participam deste concorrido mercado. Outras estão trazendo novas opções e renovando modelos . Caso da Volkswagen que mudou radicalmente o Tiguan e apresentará em breve o T-Cross, modelo que já foi visto rodando camuflado. O carro será robusto e de personalidade forte, customizável e conectado, perfeito para o jovem endinheirado e descolado. Com tração dianteira, o novo SUV será produzido em São José dos Pinhais (PR), e deve ganhar as ruas já no primeiro semestre de 2019. Para o desenvolvimento e a produção deste SUV  compacto, a Volkswagen fará um investimento de R$ 2 bilhões. 

Usando a mesma arquitetura (MQB A0) do Polo e do Virtus, o T-Cross será, segundo a marca, um dos mais seguros do segmento. O novo SUV da Volkswagen mede 4.192 mm de comprimento e 1.568 mm de altura (10 mm mais alto que o T-Cross europeu). A distância entre eixos do modelo que será produzido no Brasil é a maior do segmento: 2.649 mm (86 mm a mais do que a distância entre-eixos do T-Cross europeu). Sendo assim, o T-Cross é consideravelmente maior do que o Novo Polo. Equipada com rodas de até 17 polegadas, a gama T-Cross dispõe de duas opções de motores com turbocompressor e injeção direta de combustível. O motor 1.0 TSI Total Flex atinge uma potência de até 128 cv com etanol. Já o motor 1.4 TSI Total Flex gera uma potência de até 150 cv, também com o combustível vegetal.

Confira as quatro principais características do T-Cross:
Prático.” O novo SUV oferece um espaço surpreendente. Um dos elementos responsáveis por isso é a Estratégia Modular MQB. Esta base inovadora puxa o eixo dianteiro bastante para a frente, garantindo uma distância adicional entre os eixos, maior espaço interno e volume de carga. Assim, a capacidade do porta-malas é excelente (390 litros). O encosto dobrável do banco do passageiro dianteiro oferece ainda mais flexibilidade. Típica de um SUV é a posição elevada dos assentos no T-Cross. O ângulo de visão elevado do T-Cross é obtido graças a uma maior altura livre do solo e ao sistema de bancos.

Descolado.” O design é marcante. A parte dianteira destaca-se por sua altura; o design é carismático, com uma grade ampla e faróis de LED integrados. Também responsável por esta altura acentuada é a tampa do compartimento do motor. A região inferior da parte dianteira distingue-se por detalhes como os faróis de neblina inseridos de modo marcante. Nas versões do T-Cross com faróis halógenos, a luz de condução diurna é integrada no módulo dos faróis de neblina; já no caso de faróis full-LED, a luz de condução diurna encontra-se acima, na carcaça do farol. Nas laterais, uma linha característica acentuada divide os espaços. Atrás, ela forma uma seção dos ombros impactante, e assinala na traseira um novo elemento de design da Volkswagen: a faixa de refletores estendida transversalmente na parte traseira e emoldurada por um painel preto. Dash pads integram o estilo jovial e as oito cores do exterior (opcionalmente também bicolor) com o interior do veículo projetado de forma explicitamente generosa para esta classe. A música do smartphone ou dos serviços de streaming pode ser reproduzida pelo sistema de som “Beats”, com sete alto-falantes e qualidade de som premium.

Intuitivo.” Ainda é cedo demais para revelar todos os novos detalhes técnicos do interior. Porém, já é claro: o T-Cross inclui, opcionalmente, um sistema de Infotainment com tela sensível ao toque (touchscreen) de 8 polegadas e um cockpit digital “Active Info Display” (painel de instrumentos) de última geração. A operação é intuitiva. Quatro entradas USB (duas na frente, duas atrás) garantem a conexão ideal e energia suficiente para os smartphones. O sistema opcional de travamento e partida “Keyless Access” torna o acesso ao T-Cross mais confortável, enquanto os faróis full-LED proporcionam mais eficiência e precisão na iluminação. 

 

Seguro”. A influência positiva da Estratégia Modular MQB revela-se em todas as áreas do T-Cross. Graças à MQB, o SUV já entrará na concorrência como um dos veículos mais seguros de sua classe – o que é garantido pela alta resistência a impactos, seis airbags e uma gama especialmente ampla de sistemas de assistência. Além de sensores dianteiro e traseiro para estacionamento, o T-Cross também está equipado com o sistema “Park Assist 3.0”, que permite o estacionamento autônomo em vagas paralelas e transversais – e agora com a função de freio de manobra. Entre os outros sistemas de assistência estão o sistema de “Frenagem Automática Pós-Colisão” (aciona automaticamente os freios do veículo em caso de acidente) e o “Detector de fadiga” (detecta a perda de concentração do motorista e o sistema recomenda uma pausa para descanso). Além disso, o T-Cross poderá ser equipado com o “Seletor do perfil de condução”, para o motorista ajustar a experiência de direção entre os modos normal, ecológico, esportivo ou individual.