RANGER 2020: BRUTA, TECNOLÓGICA E PARTE DE R$ 128.250

Cada vez mais disputado, o mercado brasileiro de picapes tem na liderança, desde 2015, a Toyota Hilux com 30,8% de “share” no segmento das picapes médias feitas sobre longarinas. Atrás da picape da Toyota está a Chevrolet S10, que emplacou 24,9% de participação em 2018. Mas quem mais ganhou mercado nos últimos anos foi a Ranger. A picape da Ford era a sexta colocada do ranking em 2012, com 9,4% de participação, quando foi apresentada a atual geração. Foi conquistando espaço e, em 2018, deixou para trás a Nissan Frontier, a Volkswagen Amarok e a Mitsubishi L200, emplacando os 16,1% de participação que a colocaram no terceiro lugar no ranking.
Nos cinco primeiros meses deste ano, com o prestígio abalado pela decisão anunciada em fevereiro de fechar a fábrica de caminhões em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, a Ford viu sua picape perder o terceiro posto para a Amarok. Para tentar uma recuperação e, quem sabe, até brigar pela liderança, a Ford acaba de apresentar o modelo 2020 da Ranger. A picape recebeu discretos retoques estilísticos e incorporou equipamentos. Dentro da estratégia de reforçar a competitividade, a Ford fez tais aprimoramentos sem aumentar os preços, que permanecem exatamente os mesmos da linha 2019.
Em termos de design, as mudanças da Ranger 2020 se concentram na parte frontal. Grade, para-choque, faróis principais e de neblina foram redesenhados para reforçar o aspecto de robustez desejável em uma picape desse gênero. As versões com motor 3.2 trazem diversos elementos cromados, como grade dianteira, capa dos retrovisores, maçanetas e para-choque traseiro. No perfil, a roda de 18 polegadas ganhou uma nova pintura. Na traseira, a novidade é a tampa da caçamba com assistente de abertura e fechamento que, segundo a Ford, reduz de 12 quilos para três quilos o peso equivalente na sua movimentação. Por dentro, o padrão de acabamento da cabine foi aperfeiçoado e recebeu novos materiais. Na parte de engenharia, veio uma evolução importante: a picape produzida na Argentina ganhou uma nova suspensão que, de acordo com os engenheiros da marca, melhora a dirigibilidade e o conforto tanto no asfalto quanto no fora-de-estrada.
Entre os novos equipamentos da linha estão tecnologias autônomas de assistência, que são uma tendência na indústria automotiva mundial e inéditas entre as picapes vendidas no Brasil. Entre elas, a versão “top” Limited traz o sistema de frenagem autônoma com detecção de pedestres. Com o auxílio de duas câmeras e um radar, caso identifique outros veículos, ciclistas ou pedestres, a Ranger freia até a imobilidade se o sistema não perceber qualquer reação do motorista. A faixa ideal de operação do sistema é entre 5 km/h e 60 km/h – além desse limite, a colisão pode não ser evitada, mas será atenuada. Outra novidade é o sistema de reconhecimento de sinais de trânsito, que indica as velocidades máximas permitidas na tela multimídia. Sistemas autônomos já disponíveis anteriormente na Ranger continuam lá, como o piloto automático adaptativo e o sistema de permanência em faixa. Para reforçar a segurança, os faróis baixos de xênon contam com luzes diurnas de leds.
Sob o capô, a novidade é que a Ranger deixa de oferecer a opção de motor flex 2.5. Conforme a Ford, os motores bicombustíveis estão em apenas 8% das picapes médias sobre longarinas vendidas no Brasil atualmente. “Para o cliente da flex, oferecemos hoje a versão XLS a diesel, uma opção mais inteligente com preço próximo das versões flex da concorrência”, explica Fabrizzia Borsari, gerente de Marketing Produto da Ford. A Ranger 2020 mantém os dois motores a diesel da família Duratorq, o 3.2 de cinco cilindros, com duzentos cavalos, e o 2.2 de 160 cavalos. Toda a linha já vem de série com o AdvanceTrac, composto por controle eletrônico de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, controle automático de descida, assistência de frenagem de emergência, luzes de emergência em frenagens bruscas, controle de oscilação de reboque, sistema anticapotamento e controle adaptativo de carga, além de diferencial traseiro blocante eletrônico. Também é a única do segmento que oferece cinco anos de garantia.
Com a decisão de manter os valores praticados na linha 2019, os preços da linha 2020 da Ranger partem de R$ 128.250 na versão XLS 2.2 4×2 automática e chegam a R$ 188.990 da Limited 3.2 4×4 automática. Como parte da estratégia de ganhar participação no mercado, as diversas configurações da picape da Ford se posicionam abaixo dos preços das concorrentes com equipamentos similares e ainda oferecem tecnologias inéditas no segmento. Em meio ao momento conturbado que vive no Brasil, a Ford reafirma sua estratégia global de concentrar esforços nos utilitários esportivos e nas picapes, deixando os carros de passeio gradativamente em segundo plano. Nesse contexto, com a evolução do produto e a política agressiva de preços, a nova Ranger pode ganhar protagonismo na marca dentro do mercado nacional. Para, quem sabe, se tornar a nova cara da Ford por aqui.
Experiência a bordo – Evolução da espécie
Por dentro, o padrão de acabamento da cabine da Ranger 2020 evoluiu. A percepção geral de aumento de qualidade é notável, principalmente se os ocupantes não olharem para cima – o porta-óculos e as luzes de teto lembram os adotados no EcoSport e destoam do padrão de requinte do habitáculo. Todas as versões da Ranger vêm com a eficiente central multimídia Sync 3 com tela de oito polegadas sensível ao toque, navegação, comandos por voz e compatibilidade com as plataformas Android Auto e Apple CarPlay. Também são de série ar-condicionado digital de duas zonas, painel configurável com duas telas de 4,2 polegadas, faróis de neblina e sete airbags. A versão XLT 3.2 com tração 4×4, transmissão automática e bancos de couro acrescenta itens como sensor de chuva, monitoramento individual de pressão dos pneus e faróis automáticos.
No entanto, é na versão de topo de linha 3.2 Limited que a Ranger “ostenta” mais e ganha termos de aparato tecnológico e itens de conforto. Vem com farol alto automático, sistema de acesso sem chave e botão de partida Ford Power, tampa traseira com travamento elétrico, rodas de 18 polegadas com acabamento exclusivo, sistema autônomo de frenagem com detecção de pedestres, reconhecimento de sinais de trânsito, monitoramento individual de pressão dos pneus, piloto automático adaptativo, sistema de permanência em faixa e sistema de personalização da luz ambiente com sete cores.
Primeiras impressões – A força do conjunto
Entre os vinhedos da fria e árida região de Mendoza, à beira dos imponentes Andes argentinos, o teste da Ford Ranger Limited 3.2 4×4 automática foi feito em um trajeto de cerca de 150 quilômetros, incluindo estradas asfaltas e muitas trilhas de terra e cascalho e um pequeno trecho de “off-road” mais radical especialmente preparado. O motorzão 3,2 litros 20V turbo com cinco cilindros entrega o robusto torque de 47,9 kgfm já em baixas rotações, a partir de 1.750 rpm, o que se traduz em uma disposição permanente para acelerar. A potência máxima de duzentos cavalos também é mais do que necessário para conferir um comportamento dinâmico convincente às 2,2 toneladas da picape. O bom entendimento com o câmbio automático de 6 marchas faz com que o potencial do motor seja otimizado e as retomadas ocorram sem vacilações.
Entretanto, o grande destaque da Ranger 2020 é o novo ajuste da suspensão, que está muito além do padrão do segmento e posiciona a picape da Ford em um patamar mais elevado. O veículo se comporta quase como um carro de passeio e esbanja equilíbrio em altas velocidades, tanto no asfalto quanto nas trilhas. Nem parece uma picape. Das novas tecnologias autônomas, pelas condições do teste de apresentação, não foi possível avaliar o assistente autônomo de frenagem que, de acordo com a Ford, aciona os freios automaticamente para evitar ou reduzir os danos de uma colisão. Já o sistema de reconhecimento de sinais de trânsito, que usa as mesmas câmeras para rastrear as placas na pista, se mostrou bem efetivo para alertar o motorista sobre os limites de velocidade.
Na trilha de “off-road” preparada pela Ford, foi possível submeter a picape a situações extremas, em crateras enormes e aclives e descidas intimidadoras. Em todas as situações a que foi submetida, a Ranger enfrentou os obstáculos sem se abalar ou dar sinais de fragilidade ou fadiga. Para quem realmente pretende “chafurdar” com a Ranger, a capacidade de imersão de oitenta centímetros e de reboque de 3,5 toneladas são atributos que destacam o modelo da Ford dentro da categoria.
Texto Luiz Humberto Monteiro Pereira / Agência AutoMotrix / Mendoza/Argentina
Ficha Técnica
Ford Ranger Limited 3.2 4×4 automática
Motor: Dianteiro, longitudinal, 5 cilindros em linha, 3.2, 20V, comando duplo, turbo, injeção direta de diesel
Potência: 200 cv a 3 mil rpm
Torque: 47,9 Kgf.m a 1.750 rpm
Câmbio: Automático de 6 marchas; tração 4×4 com reduzida
Direção: Elétrica
Suspensão: Independente com barra estabilizadora (dianteira) e eixo rígido (traseira)
Freios: Discos ventilados na dianteira e tambores na traseira
Pneus e rodas: 265/60 R18
Dimensões: 5,35 metros de comprimento, 1,86 metro de largura, 1,85 metro de altura e 3,22 metros de entre-eixos
Caçamba: 1.180 litros
Tanque de combustível: 80 litros
Peso: 2.261 kg
Produção: General Pacheco/Argentina.
Preço: R$ 188.990

AUTOTALK 2: CONHEÇA OS TIPOS DE CÂMBIO AUTOMÁTICO

AUTOTALK 2: CONHEÇA OS TIPOS DE CÂMBIO AUTOMÁTICO

O projeto AutoTalk é uma iniciativa da TSO Brasil em parceria com a Douglas Mendonça Conteúdos Digitais, empresa especializada na criação de textos para o setor automotivo. A AutoTalk tem como principal objetivo, levar conteúdo técnico diferenciado e entretenimento para todos aqueles que apreciam carros, seu funcionamento e tendências futuras. Com a devida autorização dos responsáveis pela produção deste material, o MinutoMotor tem a honra de publicar os ensinamentos do mestre Douglas Mendonça. Neste capítulo vamos falar sobre os tipos câmbio automático, que são excelentes aliados dos motoristas, principalmente nos grandes centros. Espero que gostem, comentem e compartilhem!

Lá pelos anos 70 e 80, câmbio automático era tido pela grande maioria dos motoristas como algo abominável. Ninguém queria saber deles e, dizia-se entre aqueles que gostavam de carro, que era coisa de preguiçoso ou de motoristas incompetentes que não sabiam trocar de marcha. Por isso, creio que 95% dos carros que circulavam pelo país na época tivessem câmbios manuais. Mas, claro que o mercado e, principalmente os motoristas evoluíram. Percebeu-se que além do conforto e da dirigibilidade suave, o câmbio automático permitia que o motorista se concentrasse mais no ato de dirigir ao invés de ficar dividindo sua atenção com a transmissão manual e o momento correto de trocar as marchas. Carro automático era também mais seguro.

Já no final dos anos 80 e início dos anos 90, tínhamos a opção do câmbio automático (Ou transmissão automática) em alguns carros de luxo nacionais e a chegada dos importados no início dos anos 90, definitivamente popularizou o câmbio automático nos carros médios e até mesmo nos pequenos. E o brasileiro foi tomando gosto pelo conforto, silêncio e, em algumas situações, até economia de combustível quando comparado aos câmbios manuais. Atualmente, temos a opção de câmbios convencionais automáticos com conversor de torque (Esses, a grande maioria); CVT (Continuously Variable Transmission, ou transmissão continuamente variável no bom português); os chamados câmbios automatizados de embreagem simples e, finalmente, os dupla embreagem (Que basicamente são a evolução dos automatizados).

Automático Convencional
O câmbio convencional automático é o projeto mais antigo entre eles. Claro que foi passando por contínua evolução, e hoje seu funcionamento beira a perfeição. No mercado nacional, a grande maioria dos automáticos possui 6 marchas e a quase totalidade deles é produzida por um único fabricante. Mas, nesses convencionais existem ainda velhos câmbios de 4 marchas, alguns poucos de 5 e outros com 7, 8 e até 9 marchas. O problema desses câmbios normalmente muito duráveis, é que quando necessitam de reparos, os consertos são caros e executados apenas por alguns especialistas. Trocas de óleo no tempo correto e utilizando exatamente o lubrificante recomendado pelo fabricante do veículo é que garantem a longevidade dessas transmissões. Essa é uma ótima dica.
Câmbio CVT
O câmbio CVT começou sendo aplicado na Europa em motores de pequeno torque e potência. Pela natureza do seu funcionamento (São duas polias que vão alterando seus diâmetros simultaneamente ligados por uma correia, alterando a velocidade entre os eixos), a limitação da correia e do calor gerado entre as polias não permitia a transmissão de muito torque. Por isso, a coisa funcionava em scooters e microcarros de motores bem limitados. Mas a tecnologia não parou, e o desenvolvimento de novos materiais e sistemas de monitoramento eletrônicos permitiam que o câmbio CVT fosse viabilizado cada vez por motores maiores e mais potentes. Assim como no câmbio automático convencional, a lubrificação do CVT é ainda mais crítica pela severidade do seu funcionamento: Nesse, é fundamental a troca de óleo no momento correto e a utilização do lubrificante recomendado pelo fabricante. Com relação ao câmbio convencional, o CVT caracteriza-se por manter constante a rotação do motor a medida que a velocidade aumenta. E a pressão no pedal do acelerador é que vai definir a rotação. Quanto mais se pisa, maior é o regime de rotações e mais rápido é o aumento de velocidade.
Câmbio Automatizado
O automatizado é, na realidade, um câmbio convencional manual que, ao invés da alavanca de mudanças e da embreagem, possui um sistema robotizado que aciona a embreagem e faz as trocas de marchas sempre que o sistema eletrônico avalia que é o momento correto. O sistema automatizado funciona relativamente bem, se o motorista não for muito exigente no que tange a suavidade de condução. Particularmente, aprovo o sistema e acho que ele funciona bem, principalmente no pesado trânsito urbano das cidades. Dá conforto ao motorista que não se preocupa com a embreagem nas ladeiras ou com o momento das trocas de marcha. Mas o mercado reclama que, depois de 50 ou 70 mil quilômetros, há desgastes nos mecanismos que executam as trocas, e elas começam a ficar imperfeitas. Nesse caso, necessitam de reparos em intervalos relativamente curtos.
Automatizado de Dupla Embreagem
Finalmente, chegamos a dupla embreagem. Pelo menos, teoricamente, o melhor de dois mundos em termos de transmissão: Não tem as pequenas perdas por escorregamento do câmbio automático convencional e, um bom rendimento mecânico mostra trocas de marcha suaves e silenciosas como um câmbio automático convencional. Apesar de internamente parecer um câmbio convencional manual, tem monitoramento eletrônico e um projeto totalmente novo, onde duas embreagens atuam, dependendo do momento, nas marchas ímpares e a outra nas marchas pares: Quem seleciona a marcha de tração são as embreagens. Quando a embreagem das marchas ímpares está acoplada, está engatada a primeira, a terceira, a quinta ou a sétima. Se estiver acoplada a embreagem das marchas pares, certamente estará engatada a segunda, quarta, sexta ou oitava, dependendo do câmbio. Certamente esse é o câmbio mais inteligente e normalmente destinados aos carros mais caros e sofisticados pelo alto custo do seu projeto.

KWID OUTSIDER: O SUV COMPACTO DA RENAULT ESTÁ MAIS DESCOLADO

KWID OUTSIDER: O SUV COMPACTO DA RENAULT ESTÁ MAIS DESCOLADO

A Renault lança o Kwid Outsider, a versão mais descolada e aventureira de seu compacto SUV. O veículo apresenta novidades em design e conectividade. A versão traz de série a nova central multimídia de 7 polegadas (Media Evolution), única do segmento com tecnologia Android Auto e Apple Carplay, que permite usar Spotify, Waze, Google Maps (Android Auto) e reproduzir áudios de Whatsapp na tela touchscreen capacitiva. O Kwid Outsider também recebeu skis frontal e traseiro, barras de teto, proteção lateral, moldura do farol de neblina e calotas na cor preta. Já o interior do veículo apresenta novo revestimento dos bancos com detalhes alaranjados nas portas, volante e câmbio. O Kwid Outsider chega ao mercado brasileiro por R$ 43.990.

Linha Kwid
Com a chegada da versão Outsider, a linha Kwid agora apresenta quatro versões de acabamento: Life, Zen, Intense e Outsider, nas opções de cores Orange Ocre, Branco Marfim, Vermelho Fogo, Branco Neige, Prata Étoile e Preto Nacré. Confira abaixo as os principais itens de série de todas as versões da linha Kwid.

Versão Outsider – R$ 43.990
Barras de teto, skis frontal e traseiro, moldura do farol de neblina, proteção lateral, retrovisores elétricos, calotas na cor preta, detalhes em laranja no volante, câmbio, portas e bancos. Media Evolution com Android Auto, Apple Carplay e câmera de ré, abertura elétrica do porta-malas, rodas Flexwheel e chave dobrável.

Versão Intense – R$ 41.890
Retrovisores elétricos, faróis de neblina cromados, Media Evolution com Android Auto, Apple Carplay e câmera de ré, abertura elétrica do porta-malas, rodas Flexwheel e chave dobrável. Além de diferentes detalhes de acabamento externo e interno.

Versão Zen – R$ 38.790
Direção elétrica, ar-condicionado, travas e vidros dianteiros elétricos, rádio com Bluetooth e entradas USB e AUX.

Versão Life – R$ 33.290
Principais itens de série: rodas 14”, dois airbags laterais, dois airbags frontais, dois Isofix, predisposição para rádio e indicadores de troca de marcha e de condução.

Os diferenciais do SUV
O Kwid é o único veículo do segmento a trazer de série quatro airbags, sendo dois laterais e dois frontais, em todas as versões. São de série também duas fixações Isofix para cadeirinhas infantis e alertas visual e sonoro, além do pré-tensionador dos cintos de segurança dianteiros.
Com 2.423 mm de entre-eixos, o Kwid garante aos ocupantes um excelente espaço interno. No interior do veículo o ocupante do banco traseiro tem o maior espaço para os joelhos do segmento. O mesmo ocorre com o compartimento de bagagem, que acomoda 290 litros e é o maior da categoria. Com banco rebatível chega até 1.100 litros.

Principais características
O Kwid foi primeiro SUV compacto urbano lançado no Brasil. O veículo se destaca pela maior altura do solo (180 mm) da categoria e os ângulos de entrada (24°) e de saída (40°) dignos do segmento SUV.

A linha Kwid está equipada com o motor 1.0 SCe (Smart Control Efficiency) com três cilindros, 12 válvulas, duplo comando de válvulas (DOHC) e bloco em alumínio. A transmissão é manual de cinco marchas. Abastecido com etanol, rende 70 cv de potência a 5.500 rpm e torque de 9,8 kgfm a 4.250 rpm. Com gasolina, são 66 cv a 5.500 rpm e 9,4 kgfm a 4.250 rpm.

Veículo mais econômico do segmento no uso misto, segundo a Renault, o Kwid Outsider faz 14,1 km/l com gasolina e 9,6 km/l com etanol. Na estrada, 14,4 km/l com gasolina e 10 km/l com etanol. No uso urbano, os números são 13,8 km/l com gasolina e 9,8 km/l com etanol.

NOVAS LÂMPADAS OSRAM: TECNOLOGIA EM PROL DA SEGURANÇA AUTOMOTIVA

Veja e seja visto! Seguindo esta filosofia, a Osram – multinacional com mais de 110 anos de tradição – apresentou uma série de lançamentos que podem equipar vários tipos de veículos no Brasil. Destaques para a lâmpada de farol LED Cool Blue Intense, além de novos acessórios, faróis auxiliares e faróis principais de LED. A lâmpada de farol LED Cool Blue Intense, por exemplo, conta com 6000K de temperatura de cor e 12V. É a solução mais conveniente para atualizar os faróis, proporcionando um visual elegante e moderno, bem como uma visibilidade aprimorada. Os benefícios ficam por conta do design compacto para maior compatibilidade de veículos. O conjunto não ofusca e proporciona excelente projeção, devido a uma distribuição de luz otimizada, refrigeração ativa de alto desempenho e garantia de dois anos. É a solução ideal para combinar a cor dos faróis de neblina e farol principal (luz baixa e alta) com o DRL (farol diurno) LED original de fábrica (6000K). Confira outras novidades da marca:

LED Driving Premium – lâmpada LED para faróis bivolt (12V e 24V). Compatível com carros, ônibus e caminhões, tem 6000k de temperatura de cor. Produto italiano e garantia de cinco anos. Produto de alto desempenho, o LED Driving Premium oferece maior durabilidade e projeção de luz perfeita, evitando assim o ofuscamento dos demais motoristas.

Working Ligts (barras auxiliares em LED) – Farol auxiliar LED ideal para caminhonetes, jipes e caminhões. Conta com a mais sofisticada tecnologia LED e o design mais moderno do mercado. A linha de faróis auxiliares e barras auxiliares de LED Osram oferecem uma grande variedade de opções, formatos e padrões de projeção de luz. É bivolt e está disponível em três categorias: funcionais, multifuncionais e slim. A função DRL (farol diruno) também está disponível em algumas versões.

Headlights – Farol de LED completo para modernizar os modelos de automóveis: Golf, Amarok e Focus. Solução completa plug and play (ligar e usar) com tecnologia LED na função DRL com 6000k de temperatura de cor, luz direcional em LED na cor âmbar, e luz baixa e alta com tecnologia Xenon de 25W (D8S), que garante até 200% mais luz do que o farol original de fábrica. Com este lançamento, a Osram oferece um upgrade de tecnologia e design para Ford Focus III, VW Golf GVII e Amarok não equipados com faróis de xênon.

De acordo com Ricardo Leptich, CEO da Osram, existem muitas opções no mercado, porém a nossa empresa investe em tecnologia de ponta e aposta na tradição para desenvolver o melhor produto. “Nossos sistemas de iluminação possuem melhor projeção, maior durabilidade e resistência”, garante Leptich.

HONDA HR-V TOURING 2020 RETORNA COM MOTOR TURBO DE 173 CV

HONDA HR-V TOURING 2020 RETORNA COM MOTOR TURBO DE 173 CV

A Honda lançará, em junho, a linha 2020 do HR-V, com preço sugerido R$ 139.900. A principal novidade do SUV é o retorno da versão Touring, que chega ao mercado ainda mais completa e com a adoção de equipamentos inéditos como, por exemplo, teto solar panorâmico e motor 1.5 Turbo de 173 cv; além de ganhar um visual mais moderno. Traduzindo: a dianteira traz faróis principais e de neblina Full LED, bem como uma nova grade frontal, com acabamento em black piano. O inédito teto solar panorâmico da versão Touring aumenta a sensação de espaço e luminosidade para os ocupantes dos bancos dianteiros e traseiros.

Na parte traseira, o logotipo “Turbo” e o sistema de escapamento em inox com duas saídas completam o design mais arrojado do SUV topo de linha da Honda. Outro diferencial é que essa versão passa a ter – de acordo com a cor externa – a opção de acabamento na cor cinza claro ou preto para bancos – revestidos em couro – laterais de porta, console central e painel.
Equipado com a tecnologia Smart Entry, o HR-V Touring permite a abertura das portas sem o uso da chave, por aproximação, enquanto o botão de partida torna ainda mais cômoda a operação do veículo. Equipado com sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, câmera de ré – com três modos de visualização – e o exclusivo sistema Honda LaneWatch, o HR-V Touring permite visibilidade total em manobras e durante a condução. Os motociclistas agradecem!

Para quem não sabe, o sistema LaneWatch é composto de uma câmera instalada no retrovisor direito, que amplia o ângulo de visão do motorista além do proporcionado pelo espelho retrovisor, eliminando pontos cegos e projetando essa imagem ampliada no sistema multimídia, ao se acionar a seta, ou mesmo ao pressionar um botão na alavanca. Com isso, o condutor passa a ter muito mais segurança em mudanças de faixa e mais comodidade em manobras. O sistema LaneWatch já era usado no Civic Si.
Para completar, a versão Touring recebe central multimídia de 7 polegadas touchscreen, com conectividade aos sistemas Apple CarPlay e Android Auto, com navegador GPS integrado ao sistema.

Motor turbo de 173 cv
A versão Touring marca a estreia da motorização turbo com injeção direta no HR-V, garantindo alto desempenho e ótima eficiência energética. O motor 1.5 de quatro cilindros traz calibragem específica para o HR-V Touring, já que usa turbo de baixa inércia, injeção direta, variação de tempo de abertura das válvulas de admissão e escape (Dual VTC) e válvula wastegate eletrônica, gerando 173 cv a 5.500 rpm, com o torque de 22.4 kgf.m entre 1.700 rpm a 5.500 rpm.
Este propulsor é acoplado a transmissão continuamente variável (CVT), a mesma adotada no Civic Touring e no CR-V, mas ajustada especificamente para o HR-V Touring, que entrega ampla potência ao longo de toda a faixa de trabalho do motor.

Versões, cores e preços
O HR-V é oferecido em quatro versões, LX, EX e EXL, todas equipadas com o motor 1.8 16V FlexOne de até 140 cv e a renovada versão Touring, com o novo motor 1.5 Turbo, com 173 cv. Em todas as variantes, o HR-V adota transmissão CVT – com simulação de sete velocidades e aletas para trocas de marchas no volante, nas versões EX, EXL e Touring.

O modelo está disponível nas cores: Branco Tafetá (sólido), Prata Platinum, Cinza Barium, Azul Cósmico (metálicos), Branco Estelar, Preto Cristal e Vermelho Mercúrio (perolizados). A versão Touring traz interior na cor cinza nas cores Branco Estelar, Cinza Barium e Azul Cósmico. As demais cores trazem interior com acabamento preto.
HR-V LX: R$ 94.400
HR-V EX: R$ 101.700
HR-V EXL: R$ 111.900

GOOGLE ANDROID AUTO GANHA NOVO DESIGN E RECURSOS

A Google anunciou uma nova interface do Android Auto, que será lançado para todos os carros compatíveis no segundo semestre. A nova interface foi projetada para facilitar a vida na hora de ir para a rua, mostrar informações ainda mais úteis – que o motorista possa enxergar numa olhada rápida – e simplificar tarefas que costumamos fazer enquanto dirigindo. Lançado há cinco anos para tornar a experiência atrás do volante mais simples, o Android Auto pode ser usado em mais de 500 modelos de automóveis, de 50 montadoras diferentes. Veja abaixo todas as novidades:

Simplicidade na hora de ir para a rua: Quando você liga o carro, o Android Auto continua tocando a música que você estava ouvindo antes, e abre o aplicativo de navegação que você está habituado a usar. Basta tocar sobre um local sugerido ou dizer “OK Google” para saber como chegar ao destino.
Controle dos aplicativos preferidos: A nova barra de navegação mostra instruções a cada curva. Com ela, você pode controlar os apps e o telefone na mesma tela.
Mais ações com menos comandos: A nova barra de navegação também permite controlar os aplicativos com apenas um toque, sem complicações. Você pode ver instruções sobre o percurso a cada curva, voltar alguns segundos o podcast que estava ouvindo ou atender o telefone – tudo na mesma tela.

Comunicação fácil e segura: O novo centro de notificações mostra chamadas recentes, mensagens e alertas – e você escolhe o momento mais seguro para visualizar, escutar e responder.
Cores suaves para os olhos: O design do Android Auto foi aprimorado para se adaptar melhor ao interior de um carro. O tom escuro, com toques coloridos e fontes fáceis de ler, melhora a visibilidade da tela.
Tela adequada a mais modelos de carros: Para automóveis com visores grandes, o Android Auto agora aproveita ainda melhor esse espaço e mostrar mais informações: quando fazer a próxima curva, comandos para voltar ou avançar uma música e controle de telefonemas.

ARGO TREKKING, A VERSÃO AVENTUREIRA DO HATCHBACK DA FIAT

ARGO TREKKING, A VERSÃO AVENTUREIRA DO HATCHBACK DA FIAT

Para quem tem saudade da família Adventure da Fiat, a marca começa a resolver esse problema. Já que seu SUV de verdade, baseado na Toro, deve chegar somente em 2021, eis que eles oferecem uma versão pseudo-aventureira do seu hatchback de entrada: eis o Argo Trekking. Os preços ainda não foram divulgados, mas devem ficar em torno dos R$ 60 mil na versão básica – lembrando que os únicos opcionais são as rodas de liga e a câmera de ré, que devem acrescentar de R$ 2 mil a R$ 3 mil na conta. O Argo Trekking chega no final de abril e tem como principais concorrentes Onix Activ, Ka FreeStyle, HB20X e Sandero Stepway.

Cara de aventureiro
O Argo Trekking tem esse ar de aventureiro urbano. Produto comum para a maioria das montadoras, eles tem cara de SUV, mas coração de carro urbano. No caso do Fiat, ele é baseado na versão Drive 1.3. O motor é o Firefly 1.3 com potência de 109 cv e torque de 14,2 kgfm. A caixa de câmbio é apenas manual de cinco marchas.
Com suspensão elevada e o maior vão livre da categoria (ground clearance) – 210 mm, o novo Fiat Argo Trekking está agora 40 mm mais alto em relação à versão Drive 1.3. Equipado com novos pneus 205/60R15 91H S-ATR WL Pirelli Scorpion (os mesmos modelos que equipam o Jeep Renegade, só que mais estreitos), com banda de rodagem para uso misto e montados exclusivamente para a versão Trekking, proporciona o máximo de desempenho e, mesmo com perfil mais alto, assegura mais conforto e robustez para o veículo, graças ao extenso trabalho de engenharia que revisitou toda a elastocinemática do chassis, passando por molas, amortecedores e até tunning da direção elétrica.

Para completar suas características off road light, voltada para os clientes que desejam sair do asfalto, o Fiat Argo Trekking é o melhor de seu segmento em pisos irregulares, apresentando os mais altos níveis de conforto, mantendo a excelência do comportamento dinâmico do veículo. A nova versão apresenta ainda melhor absorção de impacto e mais segurança em terrenos com baixa aderência, como estradas de terra.

Estiloso
Além de todas as mudanças que foram feitas para que o carro tivesse uma performance e conforto diferenciados na hora de viajar por estradas irregulares, o Fiat Argo Trekking ainda é completo e cheio de estilo, algo muito buscado pelos clientes mais jovens. A nova versão traz equipamentos de série que conferem uma personalidade mais aventureira e esportiva ao seu design tanto por fora quando por dentro.

O Fiat Argo Trekking é a única versão aventureira do segmento com teto bicolor. Traz ainda barras no teto, que é pintado em preto assim como os retrovisores e aerofólio. Em cima, nas laterais inferiores e na traseira, outra novidade: o logotipo “Trekking”. O símbolo é composto por três diferentes formas com significados distintos: transcender, explorar e criar, ou seja, exatamente aquilo que a nova versão permite que seu proprietário faça pelas estradas dentro ou fora das cidades.
A versão tem ainda um adesivo preto no capô, faróis com design em LED, nova moldura da caixa de rodas e do para-choque traseiro na parte inferior, logomarca da Fiat com acabamento exclusivo em cromo escurecido na traseira, ponteira de escapamento trapezoidal com cor exclusiva, além de rodas com aro 15 com calotas escurecidas.

Por dentro, logo ao entrar, chama a atenção o tecido escuro dos bancos de alta qualidade com o contraste da costura laranja, área central com textura quadriculada e o logotipo Trekking bordado. O motorista também logo repara no logotipo Fiat do volante escurecido assim como a peça central do painel e a moldura do console central e, para completar, as saídas de ar são cromadas.
A nova versão traz de série ainda o Uconnect de 7 polegadas touchscreen com Apple CarPlay e Android Auto, vidro dianteiros e traseiros elétricos, retrovisores elétricos e faróis de neblina. Como opcionais, o cliente pode também incluir rodas de liga leve 6.0 de aro 15 com cor exclusiva e câmera de ré com linhas dinâmicas.

Equipamentos Mopar
Além de todos os diferenciais que já fazem parte da versão Trekking, a Mopar oferece muito mais possibilidades de tornar cada Fiat Argo um veículo único. São mais de 50 acessórios disponíveis para o modelo, sendo que dois são exclusivos do Argo Trekking: as barras transversais de teto e o suporte para bicicleta. Este é apoiado naquelas que, por sua vez, precisam das barras longitudinais – item de série específico da configuração aventureira do hatch.
A Mopar também está aproveitando o lançamento do Fiat Argo Trekking para colocar outra novidade no mercado, a rede vertical de carga. Ela permite organizar melhor objetos que ficariam totalmente soltos no porta-malas. Vale dizer ainda que uma das características de estilo de maior destaque do Trekking pode ser adotada em qualquer Argo: o teto escuro. Enquanto a nova versão exibe a capota pintada de preto na fábrica, a Mopar oferece a chance de “envelopar” o teto com um adesivo preto fosco – emprestando um ar mais esportivo do carro e também aumentando a proteção da pintura nessa área.

Texto: Mário Salgado, do ShopCar (MS), especial para o MinutoMotor

VÍDEO EXCLUSIVO: EXÉRCITO BRASILEIRO TESTA HELICÓPTERO TURCO

VÍDEO EXCLUSIVO:  EXÉRCITO BRASILEIRO TESTA HELICÓPTERO TURCO

Maior País da América do Sul, o Brasil ocupa uma área superior a 8.500.000 quilômetros quadrados.Tem 23.102 km de fronteiras, sendo 15.735 km terrestres e 7.367 km marítimas. Com dimensões continentais, nosso País precisa proteger cada centímetro de seu território. Para este trabalho contamos com as Forças Armadas, formada por Exército, Marinha e Aeronáutica. MinutoMotor foi convidado para assistir a demonstração de voo do helicóptero T129 ATAK, da Turkish Aerospace. A exibição aconteceu no final de março, no Comando de Aviação do Exercito (CIAvEx), que fica em Taubaté, no Vale do Paraíba (SP).

O helicóptero, usado pelas Forças Armadas Turcas, é uma das opções do Exército Brasileiro que busca modernizar sua frota de apenas 96 helicópteros multitarefas. Não há hoje no Brasil nenhuma aeronave específica para combate. Atualmente são utilizadas unidades adaptadas para receber armamento.
O T129 ATAK é um helicóptero bimotor de nova geração, com dois lugares em tandem, desenvolvido especificamente para ataque e reconhecimento. O modelo está equipado com dois motores, novos aviônicos, sensores e armas; fuselagem modificada, trem de acionamento reforçado e novo rotor de cauda.

Poder de fogo
O T129A tem grande poderio bélico. O canhão de 20mm está montado numa torre no nariz da aeronave. Tem capacidade de 500 projéteis. Pode transportar até quatro lançadores de foguetes, com um total de 76 foguetes não guiados.
A versão T129B também contará com foguetes Mizrak ATGMS e Cirit (foguetes de 70mm guiados a laser) e mísseis ar-ar Stinger, garantindo operações diurnas e noturnas.

VÍDEO: CONHEÇA EM DETALHES O NOVO JEEP WRANGLER RUBICON

VÍDEO: CONHEÇA EM DETALHES O NOVO JEEP WRANGLER RUBICON

A Jeep confirmou no último dia 4 abril, Dia Mundial do Jeep, que irá importar a versão mais “off-road” do trilheiro Wrangler. A chegada do novo modelo está prevista para o segundo semestre, em duas opções: Sahara e Rubicon. Aliás, o nome Rubicon é uma homenagem a uma das trilhas mais famosas e complexas que o SUV enfrenta anualmente em encontros de fãs e jipeiros nos Estados Unidos.

Vale ressaltar que todo Wrangler já nasce com o selo “Trail Rated” que garante seu potencial off-road, ao atender as exigências da Jeep em cinco quesitos: tração, distância do solo, articulação, manobrabilidade e capacidade de submersão.

Equipado com motor 2.0 turbo de impressionantes 272 cavalos e 40,8 kgfm de torque, o Wrangler conta com câmbio automático de oito marchas. A versão Rubicon traz como diferencial suspensão até 5 cm mais alta que a de um Wrangler convencional, diferenciais de bloqueio eletrônico, pneus mais lameiros é maior proteção de carroceria.

Multimídia de última geração
Pela primeira vez, o Jeep Wrangler oferece a quarta geração do conjunto multimídia Uconnect, com tela de toque de 8,4 polegadas. O novo sistema inclui recursos fáceis de usar, potência de processamento aprimorada, tempos de inicialização mais rápidos e gráficos de alta resolução. Além de navegação GPS própria e conectividade com os sistemas Apple Car Play e Android Auto.

Outra exclusividade do Uconnect no Wrangler são as Off-Road Pages. Essas telas passam informações importantes como os graus de inclinação lateral e longitudinal do veículo, o modo de tração selecionado, o grau de esterço da direção, as coordenadas geográficas, altitude em relação ao nível do mar, entre outras.

À frente do motorista, salta aos olhos a tela colorida de 7” no centro do quadro de instrumentos, com inúmeras possibilidades de configuração e uma simpática surpresa ao dar a partida – um dos vários easter eggs espalhados pelo veículo. Nesse visor, também podem ser selecionadas muitas das informações do monitor central do Uconnect.

Mais segurança
A segurança e proteção dos ocupantes tem sido primordial ao desenvolver o novo Jeep Wrangler, que se reflete nas dezenas de componentes de segurança ativos e passivos. Como por exemplo: quatro air bags sendo dois frontais e dois laterais, controles de tração, de estabilidade (ESC) e oscilação da carroceria (ERM), assistente de partida em rampa (HSA) e assistente de descida (HDC) Os preços sugeridos para os Wrangler são de R$ 259.990 (2p) e R$ 274.990 (4p).

Texto: André Deliberato, especial para o MinutoMotor

BÊ-A-BÁ: O QUE É E COMO FUNCIONA O SISTEMA DE FREIOS ABS

BÊ-A-BÁ: O QUE É E COMO FUNCIONA O SISTEMA DE FREIOS ABS

O ABS (Antilock Braking System) é um sistema de segurança ativa que evita que as rodas travem em frenagens de emergência – situação em que o veículo corre o risco de perder a aderência à pista e derrapar. As derrapagens estão entre os fatores que mais contribuem para a ocorrência de acidentes. Com o ABS, as rodas continuam com aderência à pista, o motorista mantém o controle sobre o veículo, sua estabilidade, e pode desviar de obstáculos mesmo pisando fundo no freio. Mas você sabe como esse mecanismo opera no veículo? É o que vamos ver agora, com informações do Cesvi Brasil – Centro de Experimentação e Segurança Viária.

Esse sistema eletrônico faz um monitoramento da rotação de cada roda, comparando-as com a velocidade do veículo. O ABS só entra em ação quando essa rotação da roda diminui muito em relação à velocidade do carro, indicando uma frenagem de emergência. O sistema envia sinais para que haja alternâncias muito rápidas entre alívio e pressão sobre os freios, que ocorrem em frações de segundo – tempo suficiente para evitar que as rodas travem.

Honda CB 250 Twister com freios ABS de série

Freios mais eficientes também nas motos
O ABS também está em vários modelos de duas rodas. Nas motos, o princípio é o mesmo dos automóveis: aplicando-se força normal e firme nos manetes de freio, há a distribuição eletrônica da intensidade de frenagem nas rodas traseira e dianteira, evitando o travamento. Detalhe: até o final deste ano, segundo norma do Contran, editada em 2016, todas as motocicletas novas devem vir equipadas, de série, com freios ABS (acima de 300cc) ou freios combinados (CBS), para modelos de até 300cc.

Pise fundo
Com um sistema convencional de frenagem, o motorista geralmente tem receio de pisar com toda a força no pedal do freio, pois sabe que as rodas podem travar. Com o ABS, não funciona assim. Numa frenagem de emergência, você deve pressionar o pedal do freio e manter a pressão sobre ele com força máxima – sem medo. Você pode vir a perceber um tremor do pedal, mas mantenha a pressão assim mesmo, até atingir a velocidade adequada para o desvio do obstáculo à frente. O tremor é característico do sistema ABS e acontece pela rápida variação na pressão do freio.
É importante ter em mente que velocidade tem limite. Não há recurso de segurança que salve vidas se houver um exagero no risco proporcionado por uma combinação entre excesso de velocidade e manobras perigosas.