SCANIA IRÁ VENDER PEÇAS ORIGINAIS PELA INTERNET

SCANIA IRÁ VENDER PEÇAS ORIGINAIS PELA INTERNET
Scania S 620 V8 6×4

A Scania inicia a comercialização de peças pela internet. A fabricante sueca é a primeira da indústria de veículos comerciais (caminhões, ônibus e motores industriais, marítimos e para grupos geradores) a ter uma loja oficial no Mercado Livre. O cliente pode encontrar as ofertas pelo portal www.scaniaofertas.com.br ou diretamente no Mercado Livre: loja.mercadolivre.com.br/scania .

Os pedidos poderão ser feitos de qualquer região do Brasil. O acesso do usuário à loja no Mercado Livre é fácil e os processos de escolha do item e de compra são muito amigáveis e ágeis. Para maior comodidade ou ganho de tempo há opção de entrega no endereço do cliente ou retirada na concessionária. A novidade completa mais uma etapa da jornada da marca na transição para um sistema de transporte mais sustentável, em que a digitalização e a conectividade são essenciais para o moderno formato da gestão no transporte.

Scania S 620 V8 6×4

“Iniciamos uma nova era para a comercialização de peças. O comércio eletrônico abre mais um canal de contato com os clientes, pois traremos nossa rede ainda mais próxima deles. O parcelamento em até 12 vezes é um grande atrativo”, afirma Fábio Souza, diretor de Serviços da Scania no Brasil. “A rede de concessionárias será fundamental neste processo, pois cuidará da operacionalização da venda. Estamos abrindo novas oportunidades com potenciais clientes, especialmente de veículos mais antigos.”

A variedade de peças originais disponíveis na loja virtual engloba diversas linhas. “O aumento de opções acontecerá ao longo dos próximos meses. Estamos com um planejamento bem direcionado para as necessidades mais requisitadas do dia a dia. Queremos agilizar ao máximo o tempo que o cliente levará para receber a encomenda”, diz Lincoln Garcia, responsável pelo gerenciamento da loja virtual.

VENDAS DE VEÍCULOS CRESCE EM 2018

De janeiro a setembro de 2018 foram emplacados 2.650.212 veículos – automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários -, número que representa alta de 12,64%, na comparação com o mesmo período do ano passado. Apenas em setembro, foram comercializadas 299.583 unidades, 8,5% acima do volume registrado em idêntico mês de 2017, quando foram vendidos 276.103 veículos. Entretanto, quando comparado com agosto, este volume representa queda de 14,99%, explicada pelos quatro dias úteis a menos (em setembro foram 19 dias, contra os 23 dias de agosto). Os dados são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).


Nos segmentos de automóveis e de comerciais leves, o viés de alta segue mantido, apresentando, no acumulado dos nove primeiros meses, crescimento de 13,1%, totalizando 1.779.675 unidades. Considerando apenas setembro, estes segmentos apresentaram avanço de 5,77%, na comparação com o mesmo mês do ano passado, contudo, retração de 14,42% ante agosto de 2018.


Para o Presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, a quantidade de dias úteis influenciou, significativamente, no comparativo entre agosto e setembro deste ano. “Em setembro, o mercado sofreu em função da menor quantidade de dias úteis.

Contudo, é importante ressaltar que, na média diária, houve crescimento de 3,6%, nos emplacamentos de automóveis e comerciais leves. Além disso, diante do clima das eleições, naturalmente, o mercado entra em compasso de espera”, enfatiza o Alarico.

Para os emplacamentos totais , a entidade projeta, para este ano, alta de 12,4% sobre 2017, contra os 9,8% estimados anteriormente. A nova projeção da entidade, para os segmentos de Automóveis e Comerciais Leves, aponta para crescimento de 11,9% em 2018. Em julho, a entidade estimava que os segmentos cresceriam 9,7% no ano.

A nova projeção para o segmento de Caminhões é de 38,2% de alta, ante os 24,8% estimados em julho. Para o segmento de Ônibus, a revisão das projeções considera avanço de 23,2% nas vendas de 2018. Em julho, a projeção era de queda de 4,1%. A Fenabrave também está revendo para cima, a projeção para o mercado de Motocicletas, que deve chegar a 9,9% de crescimento, ante os 7,7% estimados anteriormente.

TOP 10 – Carros mais vendidos em 2018 (Jan/Set)
GM Onix               89.284
Hyundai HB20    62.716
Ford Ka                43.678
VW Polo               42.457
Renault Kwid       39.628
Honda HR-V       33.238
Fiat Argo               30.969
Toyota Corolla     29.140
GM Prisma           28.871
VW Fox                 23.235

CARROS E MOTOS REAGEM: CG 160 VENDE MAIS

O segmento automotivo terminou primeiro semestre com 1,691 milhão de veículos novos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus e motos) e implementos rodoviários emplacados, crescimento 12,37% em comparação ao mesmo período do ano passado. Em junho foram licenciados 287.721 mil veículos – de todos os segmentos – e implementos, queda de 2,45% em relação a maio. Reflexo da greve dos caminhoneiros. Os dados são da Fenabrave, entidade que reúne os concessionários.

Nos automóveis de passeio, a GM lidera com folga. Em junho, o Onix vendeu praticamente o dobro que seu principal concorrente, o HB 20 – 16.218, contra 8.292. No semestre, o compacto da Chevrolet teve 89.620 unidades licenciadas, contra 50.419 do modelo de origem coreana. O terceiro colocado é o Ford Ka, com 48.262 unidades licenciadas nos seis primeiros meses do ano. Nos carros, a Fenabrave prevê crescimento de 9,9%. O segmento deve encerrar o ano com pouco mais de 2 milhões de automóveis emplacados.

Duas rodas
Porém, quem leva o Brasil nas costas, ou melhor, sobre duas rodas, é a Honda CG 160. Em junho foram emplacadas 20.141 unidades. No acumulado do ano, 122.034 motos CG 160 foram licenciadas. Número que coloca, mais uma vez, a street da Honda como o veículo mais vendido do País. Outras duas motos Honda tiveram bom desempenho. Com 65.287 unidades comercializadas nos seis primeiros meses do ano, 10.106 só em junho, a popular Biz é a segunda moto mais vendida, e o terceiro veículo com mais emplacamentos do Brasil. Já a trail NXR 160 teve 16.439 unidades licenciadas em junho e 59.459 no período.


O segmento de duas rodas apresenta leve recuperação, de 6,93 em relação a 2017. No primeiro semestre foram licenciadas 456.889 unidades, contra 427.275 motos no mesmo período do ano passado. A previsão de emplacamentos, segundo a Fenabrave, será de 916.980 unidades, incremento de 7,7% em relação a 2017.

VENDAS CRESCEM NO PRIMEIRO BIMESTRE

Foram emplacados 499.145 veículos no primeiro bimestre do ano. De acordo a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), os licenciamentos de todos os segmentos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus e motocicletas) tiveram alta de 16,3% nos dois primeiros meses de 2018. Só em fevereiro foram emplacados 230.066 mil veículos, o que representa crescimento de 12,26% na comparação com o mesmo mês de 2017.

Para Alarico Assumpção Júnior, presidente de Fenabrave, o desempenho dos dois primeiros meses do ano está alinhado com as expectativas de retomada das vendas de veículos no País. “Em fevereiro, a média de vendas diárias se mostrou 4,5% acima do registro de janeiro, não fosse o feriado, as vendas teriam sido ainda maiores”, ressalta o empresário. 

Os segmentos de automóveis e comerciais leves somados, apresentaram, neste primeiro bimestre, alta de 18,59% sobre mesmo período do ano passado, totalizando 327.237 unidades. Em fevereiro, apenas, o segmento ficou 14,58% acima de fevereiro de 2017.

O setor de caminhões também mostrou forte retomada. Em janeiro e fevereiro foram licenciadas 8.699 unidades, 56,71% acima do volume do mesmo intervalo de 2017. Apenas em fevereiro o setor somou 4.106 unidades emplacadas, 57,26% acima do resultado de idêntico mês do ano passado, mas 10,6% abaixo do volume de janeiro.

Já o mercado de motocicletas dá sinais de recuperação. Nos dois primeiros meses do ano foram comercializadas 140.040 unidades, 9,32% acima do volume de vendas do primeiro bimestre de 2017. Em fevereiro, as 63.013 motos licenciadas. Resultado que aponta alta de 4,15% ante fevereiro de 2017, mas retração de 18,19% ante janeiro.