VW DELIVERY 4.160 É CUSTOMIZADO PARA O MERCADO MEXICANO

Dirigibilidade e conforto de automóvel com robustez de caminhão sob medida para a operação nas cidades. No caminho sem volta da internacionalização da Volkswagen Caminhões e Ônibus, a linha Delivery desembarca no México com uma nova versão do modelo de quatro toneladas: o Delivery 4.160. O veículo preserva seus diferenciais, ao mesmo tempo em que traz algumas novas configurações em linha com a preferência do mercado mexicano. Com capacidade de carga útil de 1.835 kg, entrega 156 cv de potência máxima. O VW está equipado com motor Cummins ISF de 2,8 litros e tecnologia SCR, além da transmissão Eaton ESO 4206 de seis velocidades.
Segundo a VW, o trem de força se caracteriza pelas vantagens que a linha oferece: o Delivery 4.160 entrega a melhor potência e torque de sua categoria para maior produtividade no dia a dia. Assim como o chassi, que alia robustez e leveza: com novos materiais, une redução de massa a ganho de capacidade de carga.
Desenvolvida e produzida na América Latina, a família VW Delivery nasceu para atender a padrões internacionais dos mercados mais exigentes. Com uma plataforma altamente flexível, foi concebida a partir da receita de sucesso da primeira linha e da experiência dos clientes das mais de 100 mil unidades produzidas.
“A nova família Delivery chega para ter o melhor custo total de operação do segmento. Os caminhões foram construídos procurando otimizar ao máximo sua carga útil, além de proporcionar maior economia de combustível e menor desgaste de componentes”, destaca Leandro Radomile, diretor da operação mexicana da Volkswagen Caminhões e Ônibus.
O espaço interno é um marco em sua categoria, baseado nos padrões e dimensões mais atuais, para diminuir o desgaste do motorista. Logo, todas as peças interiores e as dimensões da cabine foram aperfeiçoadas para as melhores soluções. A manobrabilidade também se destaca como a melhor do mercado na categoria, graças ao maior ângulo de esterçamento e ganho na capacidade de realizar as manobras em vias estreitas. Ao entrar no caminhão o motorista já poderá sentir que o modelo é feito sob medida, volante de múltiplas regulagens e menor diâmetro. A coluna de direção é ajustável em altura e profundidade, o que facilita a operação e proporciona ergonomia de carro de passeio.

CAOA FECHA ACORDO COM A FORD PARA A FABRICAÇÃO DE CAMINHÕES

CAOA FECHA ACORDO COM A FORD PARA A FABRICAÇÃO DE CAMINHÕES

O noticiário sobre “Pesados” nunca esteve tão em voga. Primeiro a greve dos caminhoneiros ano passado e, recentemente, o fechamento da fábrica da Ford Caminhões no ABC Paulista. Agora uma boa notícia: a Caoa anunciou acordo para a aquisição da fábrica da Ford em São Bernardo do Campo (SP).
A meta é seguir com a produção de caminhões sob licenciamento e manter a estabilidade social na região – uma grande preocupação dos prefeitos do ABC e também do governador João Dória –, já que a marca norte-americana empregava cerca de 4 mil funcionários naquela unidade.
Para quem não sabe, a Caoa é uma empresa brasileira que produz automóveis e caminhões de pequeno porte das marcas sul-coreana Hyundai, e da chinesa Chery, em duas plantas fabris – uma em Anápolis (GO) e a outra em Jacareí, no Vale do Paraíba (SP).

VW comemora 15 mil unidades produzidas em Resende
A nova família Delivery, da Volkswagen, acaba de superar 15 mil unidades produzidas em Resende (RJ). O marco foi alcançado pouco mais de um ano desde o início das vendas de seus primeiros modelos.
O resultado é bastante positivo: com uma gama de 3,5 até 13 toneladas, os caminhões Delivery avançaram 60% em vendas no primeiro bimestre deste ano na comparação com o mesmo período de 2018, um salto de 1.125 para 1.797 unidades neste início de ano.

FUSCAS E CARROS DE CORRIDA NO CONJUNTO NACIONAL

FUSCAS E CARROS DE CORRIDA NO CONJUNTO NACIONAL

Vai até 6 de abril, no espaço Cultural do Conjunto Nacional, a Semana Cultural da Velocidade (Velocult), que comemora os 60 anos da chegada ao Brasil de um dos carros mais simpáticos e icônicos da indústria nacional: o VW Sedan, ou simplesmente “Fusca”. A mostra, que completa 10 anos, é idealizada pelo artista plástico Paulo Soláriz.

Há diversos exemplares do “Besouro” decorando o piso térreo do Conjunto Nacional. São modelos de vários anos, cores e configurações de motorização e acabamento. Ou seja, há Fuscas para todos os gostos.

Além dos simpáticos clássicos da marca alemã, existem também quatro bólidos de competição para agradar os loucos por velocidade que se dirigirem à exposição.

Trata-se de dois Chevrolet Opala, configurados para as pistas de corridas. Um da categoria “Old Stock Race” e o outro da “Opala 250”, que fazem a festa dos “Opaleiros” de plantão e demais admiradores de automobilismo de competição, especialmente os mais saudosistas.

E ainda há os outros dois monopostos da F-Inter, bólidos pensados e nascidos para serem rápidos e seguros dentro dos traçados de um circuito. Os MG15 em questão são os de numeral 03 e cor azul, pilotado pelo Edu Bruza e também o de numeral 13 e cor verde, pilotado pelo Marcelo Zebrinha. Esses carros estiveram recentemente competindo no autódromo paulistano de Interlagos.

Exposição Velocult
Até 06 de abril
Entrada franca
Conjunto Nacional – Av. Paulista, 2073 – SP/SP

VENDAS DE VEÍCULOS CRESCE EM 2018

De janeiro a setembro de 2018 foram emplacados 2.650.212 veículos – automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários -, número que representa alta de 12,64%, na comparação com o mesmo período do ano passado. Apenas em setembro, foram comercializadas 299.583 unidades, 8,5% acima do volume registrado em idêntico mês de 2017, quando foram vendidos 276.103 veículos. Entretanto, quando comparado com agosto, este volume representa queda de 14,99%, explicada pelos quatro dias úteis a menos (em setembro foram 19 dias, contra os 23 dias de agosto). Os dados são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).


Nos segmentos de automóveis e de comerciais leves, o viés de alta segue mantido, apresentando, no acumulado dos nove primeiros meses, crescimento de 13,1%, totalizando 1.779.675 unidades. Considerando apenas setembro, estes segmentos apresentaram avanço de 5,77%, na comparação com o mesmo mês do ano passado, contudo, retração de 14,42% ante agosto de 2018.


Para o Presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, a quantidade de dias úteis influenciou, significativamente, no comparativo entre agosto e setembro deste ano. “Em setembro, o mercado sofreu em função da menor quantidade de dias úteis.

Contudo, é importante ressaltar que, na média diária, houve crescimento de 3,6%, nos emplacamentos de automóveis e comerciais leves. Além disso, diante do clima das eleições, naturalmente, o mercado entra em compasso de espera”, enfatiza o Alarico.

Para os emplacamentos totais , a entidade projeta, para este ano, alta de 12,4% sobre 2017, contra os 9,8% estimados anteriormente. A nova projeção da entidade, para os segmentos de Automóveis e Comerciais Leves, aponta para crescimento de 11,9% em 2018. Em julho, a entidade estimava que os segmentos cresceriam 9,7% no ano.

A nova projeção para o segmento de Caminhões é de 38,2% de alta, ante os 24,8% estimados em julho. Para o segmento de Ônibus, a revisão das projeções considera avanço de 23,2% nas vendas de 2018. Em julho, a projeção era de queda de 4,1%. A Fenabrave também está revendo para cima, a projeção para o mercado de Motocicletas, que deve chegar a 9,9% de crescimento, ante os 7,7% estimados anteriormente.

TOP 10 – Carros mais vendidos em 2018 (Jan/Set)
GM Onix               89.284
Hyundai HB20    62.716
Ford Ka                43.678
VW Polo               42.457
Renault Kwid       39.628
Honda HR-V       33.238
Fiat Argo               30.969
Toyota Corolla     29.140
GM Prisma           28.871
VW Fox                 23.235

MAIOR E MAIS TECNOLÓGICO, NOVO JETTA CUSTA R$ 109.990

Não será preciso esperar o Salão do Automóvel para o consumidor brasileiro conhecer o Novo Jetta. O carro traz muitas novidades em termos de design e tecnologia embarcada. Produzido em Puebla, no México, a sétima geração do sedã médio da Volkswagen chega em outubro em duas versões e tem as três primeiras revisões gratuitas. Os valores giram entre R$ 109.990 (Comfortline 250 TSI) e R$ 119.990 (R-Line 250 TSI).

Comparado com a geração anterior, o Novo Jetta traz desenho totalmente novo. O carro está mais longo, largo e alto, o que refletiu também em um maior espaço interno. O Novo Jetta mede 4.702 milímetros (mm) de comprimento. A largura é de 1.799 mm e a altura é de 1.474 mm. Mas o que mais chama a atenção é o entre-eixos: são 2.688 mm.

Versões o itens de série

O Novo Jetta está mais “clean” e uma aparência geral mais elegante. A combinação de uma grande grade dianteira e linhas definidas, enquanto a adição de cromados e iluminação LED. O interior é todo novo. Os instrumentos e o sistema de infotainment são orientados de forma horizontal e oferecendo fácil leitura. O sedã traz novas cores de tecido e acabamentos de porta.

O Novo Jetta Comfortline 250 TSI conta com ar-condicionado “Climatronic” com regulagem digital de temperatura para motorista e passageiro (duas zonas), sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, sensor de chuva, seis airbags (dois frontais, dois laterais e dois do tipo cortina), bloqueio eletrônico do diferencial, sistema Start/Stop e função de frenagem de manobra (RBF).

Já o Jetta R-Line traz uma “pegada” mais esportiva. O visual frontal é marcado pelas grades em preto brilhante. O logo R-Line aparece na grade frontal e nos para-lamas dianteiros. O conjunto R-Line é composto por rodas de 17” estilo “Viper” e espelhos retrovisores pintados em preto. O teto do Novo Jetta R-Line também é pintado de preto. A cabine traz ambientação escura, com o teto e as colunas forrados em preto. O volante é exclusivo, com base achatada e logotipo alusivo à versão. Na traseira, o destaque fica com os detalhes cromados na parte inferior do para-choque.

Além do visual exclusivo e de todos os equipamentos da versão Comfortline, o Novo Jetta R-Line 250 TSI traz Active Info Display (painel digital programável), controlador automático de velocidade (ACC), Front Assist com função City Emergency Brake, Detector de Fadiga, Sistema de Frenagem Pós-Colisão e regulagem automática do farol alto (FLA). O teto solar é opcional em ambas as versões e custa R$ 4.990.

Conectividade

Também é de série o sistema de infotainment “Discover Media” com tela de 8”, que permite conectividade avançada com os smartphones por meio do App-Connect (Android Auto, Apple CarPlay e Mirrorlink) e oferece navegação integrada. Rodas de 17 polegadas, câmera traseira e sistema Kessy também vêm de fábrica. O Novo Jetta conta, também de série, com o sistema de seleção do modo de condução (Eco, Normal, Sport e Individual) e iluminação ambiente ajustável em 10 tonalidades.

Motor e freios

O Novo Jetta chega ao mercado brasileiro com o motor 1.4 TSI Total Flex –produzido em São Carlos (SP) – e transmissão automática de seis marchas (com conversor de torque) com função Tiptronic. O propulsor desenvolve potência máxima de 150 cv (etanol ou gasolina) a 5.000 rpm. Seu torque máximo, de 25,5 kgf.m, surge a apenas 1.400 rpm e se mantém plano até 3.500 rpm, independentemente da mistura de combustível. Segundo dados da montadora, o sedã acelera de 0 a 100 km/h em 8,9 segundos e tem velocidade máxima de 210 km/h, com gasolina ou etanol.


O Novo Jetta traz freios a disco nas quatro rodas e possui o recurso BSW, de secagem dos discos de freio dianteiros, para ajudar a remover a água e ajuda a otimizar a frenagem em clima úmido. O sistema de freios do Novo Jetta também traz as tecnologias de distribuição eletrônica da pressão de frenagem (EBD) e de assistência hidráulica à frenagem (HBA).

Cores e revisões gratuitas

O Novo Jetta é oferecido em seis opções de cor: três sólidas (Branco Puro, Preto Ninja e Vermelho Tornado), duas metálicas (Prata Snow e Cinza Platinum) e uma perolizada (Preto Mystic). Todas as versões terão as três primeiras revisões (10.000 km, 20.000 km e 30.000 km) gratuitas. Isso representa uma economia de R$ 1.400 para o cliente – média de preço dos três primeiros serviços dos principais concorrentes do Novo Jetta no Brasil. E ainda plano de manutenção até os 60 mil km do Novo Jetta totaliza R$ 2.204 – isto é, segundo a montadora, 40% abaixo do custo médio do segmento.

VÍDEO: VW NA ERA DOS SPORT UTILITIES


Num mercado em que a categoria SUV é a que mais cresce na indústria automobilística, fabricantes apostam numa ampla gama de tamanhos, preços e tecnologias, com um alvo, as famílias. Prova disso são os inúmeros lançamentos programados para este e o próximo ano, principalmente os SUVs. VW T-Cross, Honda CR-V, Jaguar E-pace, Peugeot 5008, são apenas alguns que devem chegar. E a nova geração do VW Tiguan, que agora passa a acrescentar o Allspace no nome, é o primeiro de cinco modelos que serão lançados pela Volkswagen até 2020.

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Pela primeira vez, o utilitário da Volkswagen contará com o motor Total Flex 1.4 TSI com 150 cavalos e 25,5 kgfm na versão 250 TSI e Comfortline 250 TSI, ambas com opções de cinco ou sete lugares, combinado à transmissão DSG de 6 marchas e tração 4×2. Já a versão esportiva R-Line 350 TSI, traz o motor 2.0 TSI do atual Golf GTI, com 220 cv, 35,7 kgfm de torque, câmbio DSG de sete marchas e tração integral 4Motion.

Fabricado em Puebla, no México, o Tiguan chega em três versões: a Allspace 250 TSI (R$ 124.900), a Allspace Comfortline 250 TSI (R$ 149.990) e a Allspace R-Line 350 TSI (R$ 179.990), todas com o pacote Revisão de Série, que garante as três primeiras manutenções gratuitas. Feito com a plataforma modular MQB, que aumentou suas dimensões se comparado a geração anterior, o novo utilitário da marca alemã conta com 4,71 metros de comprimento, 1,84 metro de largura, 1,67 metro de altura e 2,79 metros de entre-eixos em todos os modelos, se diferenciando apenas pela terceira fileira de bancos que ocupa parte do espaço do porta-malas.

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De série, o Tiguan Allspace conta com ar-condicionado três zonas, sensor de estacionamento dianteiro e traseiro, rodas de liga-leve de 17”, volante multifuncional com paddle-shift, retrovisor fotocrômico, sensor de chuva, controle de pressão dos pneus, freio de estacionamento eletrônico, rack no teto, detector de fadiga e central multimídia Discover Media com tela de 8” e navegação por GPS. Já o teto solar panorâmico é opcional. A Comfortline adiciona rodas de liga-leve 18”, rack de teto e frisos cromados, banco de couro com aquecimento, faróis e lanternas de LED, bancos com ajuste elétrico e memória, câmera de ré e a terceira fileira de bancos.

Já a versão R-Line conta com um pacote exclusivo e com apela extremamente esportivo, deixando o utilitário com um design mais intimidador. Nele, são acrescentadas rodas de 19”, painel digital Active Info Display com tela de 12,3”, detector de pedestres, controle de cruzeiro adaptativo, faróis de LED com luz alta automática, assistente de descida e estacionamento automático Park Assist 3.0.

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Impressões ao dirigir
MinutoMotor pode conferir duas versões do SUV, a básica Allspace e a R-Line. A de entrada, com motor 1.4 TSI com 150 cavalos, impressiona pela agilidade, robustez e economia no dia a dia, sem deixar de lado a capacidade de um sport utility, a maior da categoria, com 710 litros, isso sem rebater os bancos. Mesmo com mais de 1,7 tonelada, é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 9,5s graças ao torque máximo já disponível aos 1.500 rpm. Segundo a Volkwagen, o carro faz 6,8 km/l na cidade e 8 km/l na estrada com etanol e 10,1 km/l e 11,7 km/l respectivamente, com gasolina. Já a suspensão é um dos pontos positivos do novo Tiguan. Com ajuste firme, faz o motorista dirigir um carro estável, mesmo em curva mais acentuadas, já que o balanço do da carroceria é contido. Nesta versão só ficou faltando, seja como item de série ou opcional, itens como chave presencial, câmera de ré, bancos em couro, e porque não, a tela de 12 polegadas que substitui o painel. Com certeza seriam alguns atrativos frente a concorrência.

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Já o Tiguan Allspace R-Line 350 TSI é para a família que gosta de um esportivo sem abrir mão das características de um utilitário. Com o motor do atual Golf GTI, a versão topo de linha passa a sensação de imponência, requinte e porque não, sedutor. Calçado com belas rodas de 19” na cor grafite, pneus de perfil baixo (255/45), para-choques com entradas salientes, saias laterais, emblema da linha R, detalhes e molduras em black piano e grade cromada, conta com itens como bancos em couro, quadro de instrumentos em tela digital TFT de 12,3” polegadas, chave presencial, tampa traseira com acionamento elétrico presencial, assistente de manobra e outros mimos.
Com tração integral 4Motion apenas na versão R-Line, o Tiguan Allspace permite ao condutor escolher quatro modos de condução: chuva/neve, normal, offroad e offroad individual. Mas a versão esportiva foi feita para o asfalto, com apetite por acelerações. Faz de 0 a 100 km/h em 6,8s, com marcas de 8,3 km/l na cidade e 12,2 km/l na estrada, que pode variar, e muito, de acordo com o modo de “pilotagem” do motorista.

Com todo o design, o espaço interno e o apelo esportivo, dá para fazer a compra mensal no supermercado, aproveitar o final de semana no interior ou na praia e pegar aquela estrada, ou até mesmo para a família que vai ganhar novos integrantes e não quer se preocupar em trocar de automóvel.

TEXTO: Fernando Eduardo, especial para o MinutoMotor.

FICHA TÉCNICA VW TIGUAN ALLSPACE R-LINE 350 TSI
Motor: Dianteiro, transversal, 4 cil., 2.0, 16 válvulas, comando duplo, injeção direta de gasolina, turbo
Potência: 220 cv a 4.300 rpm
Torque: 35,7 kgfm entre 1.600 rpm e 4.200 rpm
Câmbio: Automático de dupla embreagem e sete marchas, tração integral 4MOTION
Direção: Elétrica
Suspensão: McPherson (diant.) e Multilink (tras.)
Freios: Discos ventilados na frente e sólidos atrás
Pneus e rodas: 255/45 R19 (diant. e tras.)
Dimensões
Comprimento: 4,70 m
Largura: 1,86 m
Altura: 1,65 m
Entre-eixos: 2,79 m
Tanque: 60 litros
Porta-malas: 710 litros (5 lugares) e 216 litros (7 lugares)
Peso: 1.785 kg
Central multimídia: 8”
Garantia: 3 anos
Revisões
10 mil km: Grátis
20 mil km: Grátis
30 mil km: Grátis

 

 

VENDAS CRESCEM NO PRIMEIRO BIMESTRE

Foram emplacados 499.145 veículos no primeiro bimestre do ano. De acordo a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), os licenciamentos de todos os segmentos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus e motocicletas) tiveram alta de 16,3% nos dois primeiros meses de 2018. Só em fevereiro foram emplacados 230.066 mil veículos, o que representa crescimento de 12,26% na comparação com o mesmo mês de 2017.

Para Alarico Assumpção Júnior, presidente de Fenabrave, o desempenho dos dois primeiros meses do ano está alinhado com as expectativas de retomada das vendas de veículos no País. “Em fevereiro, a média de vendas diárias se mostrou 4,5% acima do registro de janeiro, não fosse o feriado, as vendas teriam sido ainda maiores”, ressalta o empresário. 

Os segmentos de automóveis e comerciais leves somados, apresentaram, neste primeiro bimestre, alta de 18,59% sobre mesmo período do ano passado, totalizando 327.237 unidades. Em fevereiro, apenas, o segmento ficou 14,58% acima de fevereiro de 2017.

O setor de caminhões também mostrou forte retomada. Em janeiro e fevereiro foram licenciadas 8.699 unidades, 56,71% acima do volume do mesmo intervalo de 2017. Apenas em fevereiro o setor somou 4.106 unidades emplacadas, 57,26% acima do resultado de idêntico mês do ano passado, mas 10,6% abaixo do volume de janeiro.

Já o mercado de motocicletas dá sinais de recuperação. Nos dois primeiros meses do ano foram comercializadas 140.040 unidades, 9,32% acima do volume de vendas do primeiro bimestre de 2017. Em fevereiro, as 63.013 motos licenciadas. Resultado que aponta alta de 4,15% ante fevereiro de 2017, mas retração de 18,19% ante janeiro.