EXCLUSIVO – EICMA 2018: NOVIDADES DAS MARCAS JAPONESAS

EXCLUSIVO – EICMA 2018: NOVIDADES DAS MARCAS JAPONESAS


Honda

Boas notícias da Honda vindas da “Vecchia Botta”. Entre novos modelos e atualizações. A nova Honda CBR650F traz um desenho mais radical, melhor ergonomia, luzes de LEDs e conta ainda com painel de LCD, que incorporou indicador de marcha engatada. O modelo ganhou ainda novas rodas. Além disso, quadro e suspensão também foram revisados. Dessa forma, a ciclística da e a sport touring japonesa está seis quilos mais leve. O motor DOHC de 16 válvulas e 649 cm³ foi otimizado e agora oferecer mais 5% de potência acima das 10.000 rpm. O pico de potência fica na casa dos 95 cv, disponível a 12.000 giros. Com uma nova configuração, o motor – que usa e embreagem assistida – oferece agora mais potência e torque em baixos e médios regimes de rotação. Outra novidade é a adoção do controle de tração.

Toda a família 500 da Honda teve melhorias para 2019. A CBR500R assumiu um estilo mais radical. Ganhou iluminação de LED, novo painel de instrumentos LCD que conta agora com indicador de marchas – excelente função para iniciantes – e atualização na suspensão dianteira. O seu motor de dois cilindros ganhou 4% de potência e está mais esperto em baixas rotações. O pico de potência é de quase 48 cv a 8.500 rpm, com torque máximo de 4,38 kgm.f a 7.000 rpm.

Já a versão X, por exemplo, ganhou roda maior na dianteira, de 19 polegadas. A atualização dará um ganho para enfrentar obstáculos com mais facilidade e mudanças de direção com mais precisão.

Kawasaki

No EICMA, a Kawasaki não poupou esforços para trazer o que há de mais moderno em sua linha. A lista começa pela nova Ninja ZX-6R, com motor de636 cc, que não sofria alteração desde 2013, além da atualizada Versys 1000 SE, que ganhou um completo pacote eletrônico, Porém, para nós brasileiros, a expectativa é grande para a chegada da Z400, modelo naked derivado da Ninja 400. E para os iniciantes, novos modelos de entrada: Ninja 125 e Z125.

Suzuki

A Suzuki aproveitou o Salão de Motos de Milão para que o público tivesse oportunidade para ver em primeira mão a nova Katana, releitura de clássico da década de 1980. Já a linha GSX-R1000 2019 recebeu novo visual, novos freios e na parte eletrônica, a moto ganhou a assistência eletrônica do quickshifter para passar as marchas sem o auxilia da embreagem.

Yamaha

Finalmente a Yamaha apresentou no EICMA a versão final de sua trail, a XTZ 700 Ténéré. Depois de dois anos de muitas especulações, o novo modelo chega com motor de dois cilindros de 72 cv de potência máxima, sete quilos de torque . suspensão invertida e painel 100% digital. Tem tudo para ser uma aventureira nata, principalmente para os pilotos mais radicais, que não abrem mão de uma boa prova de enduro ou muitos quilômetros de terra.

Outro destaque fica para a XSR 700 XTRIBUTE,uma clássica inspirada na primeira XT500. O motor é o mesmo que equipa a família MT-07.

O jornalista Aldo Tizzani, do MinutoMotor, viajou à convite do ITA (Italian Trade Agency) e também do ICE (Agência para a internacionalização das empresas italianas)

TESTE: MT-07 2019 ESTÁ MAIS EQUILIBRADA E AGRESSIVA

 

Lançada no Brasil em 2015, a Yamaha MT-07 chega à sua segunda geração. O design está mais agressivo, o conjunto de suspensão aprimorado e os bancos foram redesenhados. Já o motor é o mesmo da versão anterior: dois cilindros em linha de 689cc, quase 75 cv de potência máxima (9.000 rpm) e o torque máximo de 7 kgf.m (6.500 rpm). Disponível nas cores Racing Blue (azul metálico), Matt Gray Fluo (cinza metálico fosco) e Matt Black (preto fosco), a MT-07 2019 chega nas revendas da marca já no próximo dia 20. Preço sugerido de R$33.790, mais frete.

Entre suas concorrentes diretas, a MT-07 vai encarar a Honda CB 650F (motor de quatro cilindros e preço sugerido de R$ 34.900), Ducati Monster 797 (R$39.900) e Kawasaki Z 650 (R$ 29.990). Ambas com motores de dois cilindros.

Com 992 unidades emplacadas entre janeiro e setembro, agora com a reformulação da MT-07 a Yamaha quer crescer ainda mais no mercado naked. Não será por falta de bons motivos. De comportamento dócil e ao mesmo tempo vigoroso, isso acontece em função da adoção da tecnologia Crossplane, que garante entrega da torque e potência sem buracos na aceleração.

Com apenas 183 kg em ordem de marcha, a naked da Yamaha tem a melhor relação peso/potência da categoria: 2,4 kg/cv.

NOVO DESIGN E PAINEL LCD

As mudanças no desenho começaram pelo novo tanque de combustível (14 litros), com destaque para os defletores de ar e abas do radiador. O paralama dianteiro e o farol dianteiro também foram remodelados. O painel de instrumentos, de posicionamento ao centro, tem display em LCD totalmente digital. Conta com relógio, indicadores de marcha e combustível; outros destaques são o conta giros que indica, além da rotação, a faixa de maior torque, e o fundamental indicador de marchas.

Completo, o painel oferece inúmeras outras informações: hodômetro total e parcial, consumo médio, consumo instantâneo, F-trip (hodômetro parcial de reserva de combustível), temperatura do líquido de arrefecimento, temperatura do ar de admissão e o indicador “Eco”, que mostra quando a motocicleta está consumindo de maneira eficiente o combustível considerando rotação do motor, ângulo de abertura da borboleta e velocidade.

CONTROLE E SEGURANÇA

A principal mudança  ficou mesmo na parte ciclística, já que o conjunto de suspensão teve uma boa evolução. Os amortecedores dianteiros ganharam nova calibragem – mola e óleo – e agora o comportamento é mais firme. Já o amortecedor traseiro (monocross) traz ajuste de retorno, além das nove regulagens de compressão da mola, similar ao da irmã mais velha, a MT-09. Segundo Henrique Tunes, consultor técnico da Yamaha, “essas mudanças dão à nova MT-07 maior agilidade, controle, estabilidade e segurança”.

Falando nisso, a nova geração da naked está equipada com sistema de freios formado por dois discos flutuantes de 282 mm e pinças de 4 pistões cada na dianteira, um disco de 245 mm e pinça simples na traseira, e claro, sistema ABS. 

Impressões de pilotagem

A principal característica da MT-07 2019 é seu torque generoso – quase 7 kgfm, disponíveis a 6500 giros. Isso reflete em muita agilidade no trânsito urbano e também poucas trocas de marcha. Em muitos modelos, as reduções são necessárias para que a moto ganhe velocidade. Não é o caso da MT-07. Por exemplo, rodando no corredor, em baixa velocidade e em quarta marcha engatada, o piloto vai dosando bem giro do acelerador e, consequentemente, a entrega de torque à roda traseira.

Nesta hora a naked se transforma em um scooter, de tão controlada e fácil que é a condução. A naked média da Yamaha entrega tanto torque como potência (74,8 cv a 9.000 rpm) de forma bastante linear.


O novo conjunto de suspensão deixou a moto mais firme, mas não tem a pretensão de ter o mesmo desempenho de uma superesportiva. Com nova mola e óleo, a suspensão dianteira – de 130 de curso – absorve bem os impactos com o piso. A traseira, com ajuste do retorno da mola, oferece mais controle. A sensação de segurança também se dá pelos freios, com sistema ABS, que não deixa as rodas travarem. Na dianteira discos duplos e na traseira disco simples dão conta do recado. Para ajudar neste trabalho, a moto conta com pneus de perfil esportivo.

O conjunto ciclístico, aliado a geometria do chassi tubular, ajuda a MT-07 realizar mudanças bruscas de direção com muita propriedade e contornar curvas se torna um grande prazer.


Outro item que agradou foi a ergonomia. O piloto fica praticamente com os braços retos (guidão largo), coluna mais erata e pernas semiflexionadas, que se encaixam perfeitamente ao desenho do tanque de combustível. Assim a condução é feita de forma bastante relaxada.

GOSTEI

Agilidade e versatilidade – características que se destacam em função do torque do motor, que é liberado desde as baixas rotações.
Novo conjunto de suspensão – deixou a moto mais firme e equilibrada. Uma verdadeira fun bike.
Painel de instrumentos – LCD, 100% digital, com múltiplas funções e indicador de marcha no centro. Informações com fácil visualização.

NÃO GOSTEI

Alça do garupa –  A MT-07 não oferece o item que é essencial para transportar um passageiro com segurança;
Assento duro – Apesar do novo desenho do banco, mais amplo e mais largo, a densidade da espuma está um pouco mais macia. Mesmo assim, em viagens mais longas, o piloto vai sentir certa fadiga.
Pouco tecnologia embarcada – Para uma moto que chega ao consumidor final na casa dos R$ 35 mil, só o sistema de freios ABS é muito pouco. Quem sabe na próxima geração da MT-07 teremos controle de tração e modos de pilotagem, itens adotados na sua irmã mais velha, a MT-09.

 

FICHA TÉCNICA MT-07 2019

 

Motor
4 Tempos / DOHC 8 válvulas / Arrefecimento líquido
Cilindradas (cm³) 689
Quantidade de cilindros 2
Diâmetro X curso (mm) 80×68,6
Taxa de compressão 11.5:1
Torque máximo (kgf.m/rpm) 6,9 / 6.500
Potência máxima (cv/rpm) 74,8 / 9.000
Sistema de partida Elétrica
Sistema de lubrificação Cárter Úmido
Capacidade de óleo do motor (L) 3

Capacidade do tanque de combustível (L) (reserva) 14 (2,7L)
Alimentação Injeção Eletrônica
Sistema de ignição TCI
Transmissão primária Engrenagens
Transmissão secundária Corrente
Embreagem
Úmida / Multi-disco
Câmbio 6 velocidades
Tipo de chassi Diamante
Ângulo de cáster 24º 50′
Trail (mm) 90

Pneu dianteiro Bridgestone 120/70 ZR 17M/C (58W)
Pneu traseiro Bridgestone 180/55 ZR 17M/C (73W)
Freio dianteiro Disco duplo hidráulico com sistema ABS
Ø do freio dianteiro 282
Freio traseiro Disco hidráulico com sistema ABS
Ø do freio traseiro (mm) 245
Suspensão dianteira Garfo telescópico
Suspensão traseira Balança traseira tipo Monocross com link
Curso da suspensão dianteira (mm) 130
Curso da roda traseira (mm) 130

Comprimento total (mm) 2.085
Largura total (mm) 745
Altura total (mm) 1.090
Altura do assento (mm) 805
Altura mínima do solo (mm) 140
Peso em ordem de marcha (kg) 183
Distância entre eixos (mm) 1.400

 

HOJE É SEXTA: VAMOS PRATICAR O MOTOTURISMO?

 

Ferramenta de trabalho, opção inteligente para a questão da mobilidade urbana, a moto é também um instrumento de prazer. Já que ela pode levar o homem a conhecer novos lugares, novas culturas… Pode ser considerada um agente de socialização. Não há nada melhor que depois de dezenas de quilômetros rodados parar em uma cidadezinha, fazer novas amizades – ou rever velhos amigos de estrada –, poder trocar experiências e contar ‘causos’. E isso é uma experiência única!
Pode ser ainda um ‘rolê’ no centro velho, conhecer uma cidade histórica, descer para o litoral e ver o mar. Muitas vezes a moto se transforma em um tanque de guerra que enfrenta obstáculos. Em outras oportunidades em um avião para devorar as curvas de um autódromo em alta velocidade. É ir até onde a imaginação deixar (ou a rodovia permitir). Praticar o mototurismo é um estado de espírito, um estilo de vida que rejuvenesce as pessoas .
Não tem nenhuma ligação com marca, modelo ou cilindrada. Claro que há afinidades, gosto pessoal. Mas no final não importa o tamanho do “brinquedo”. O que importa mesmo é se aventurar, programar roteiros incríveis, já que a moto não tem fronteiras. Espero que as 11 fotos de Johanes Duarte, do Photo & Road, inspirem muitas pessoas a redescobrirem o Brasil sobre duas rodas, um País continental de inúmeras belezas!
Revise a moto, faça as malas e boa viagem. Bons equipamentos são fundamentais para uma viagem mais confortável e segura. Ah! Não esqueça da capa de chuva. O smartphone também é indispensável para registrar os momentos de alegria e descontração. Agora é pé na estrada!!!

FOTOS: Johanes Duarte / Photo & Road – www.photoandroad.com

VÍDEO: EU, ELE E A MOTO – ESPECIAL DIAS DOS PAIS

VÍDEO: EU, ELE E A MOTO – ESPECIAL DIAS DOS PAIS

Como explicar a relação de amor entre pai e filho? Esta troca de experiências é muito mais que ‘bater uma bolinha’ ou empinar um pipa. A intensão deste vídeo produzido pelo MinutoMotor é mostrar a parceria e o companheirismo entre duas gerações tendo na motocicleta uma ferramenta de união, respeito e cumplicidade. Ou seja, uma paixão que fortalece os laços familiares.

Neste caso, a moto tem o poder de amadurecer os mais jovens e rejuvenescer os mais experientes. Em cima da ‘motoca’ todos são iguais. O melhor de tudo é olhar para o espelho retrovisor e ver seu pai, ali, junto com você. Ou, quem sabe, ver seu filho lado a lado na estrada dividindo uma mesma paixão.

A relação de pai e filho é eterna, porém poder compartilhar estes momentos é simplesmente um privilégio, uma dádiva. Feliz Dias dos Pais, seja ele motociclista ou não!

HONDA NXR 160: A MOTO QUE MENOS DESVALORIZOU NO BRASIL

Como conquistar um bom valor de revenda? Valorizando a usada, pagando mais que a concorrência na troca da moto usada da própria marca por uma “OK” e atender bem o cliente, dando feedback, dando resposta a pedidos e reclamações, resolvendo imediatamente os problemas apresentados, implantando um sistema eficaz de comunicação com o cliente, enfim, criando uma boa imagem no mercado. No segmento moto, a Honda NXR 160 Bros foi a grande campeã da terceira edição do Selo Maior Valor de Revenda, certificação concedida pela Agência Autoinforme com base no Estudo de Depreciação que avalia o comportamento de preço das motos vendidas no mercado brasileiro. O evento de premiação, feito em parceria com a Textofinal de Comunicação, foi realizado em 20, em São Paulo.


Alias, o Estudo de Depreciação de Veículos realizado pela Autoinforme é elaborado com base na cotação da Molicar e os preços avaliados são os realmente praticados no mercado e não os de tabela. É feita a comparação do preço real (praticado) da moto zero quilômetro vendida em abril de 2017 com o preço da mesma moto, usada, vendida no mesmo mês de 2018. Nesta edição, a A NXR 160 Bros apresentou uma depreciação de apenas 6,7% depois de um ano e levou a Honda a receber a certificação Maior Valor de Revenda pelo terceiro ano consecutivo. Além da campeã geral, que foi vencedora na categoria Trail, a Honda venceu em outras duas categorias: Motoneta, com a Biz 110i (9,1% de depreciação) e Street, com a linha CG 125/160 (8,5%).

A Yamaha foi a marca com maior número de certificações: conquistou cinco: Crossover, com a MT-09 Tracer, que obteve um índice de 11,7%, Scooter até 200 cc, com a NMAX 160 (12,5%); Naked até 800cc, com a MT-07 690 (11,7%); Naked acima de 800cc, com a MT-09 (11,4%) e na categoria Sport até 800cc, com a YZF-R3 com uma depreciação de 11,8%.

A Triumph ganhou em duas categorias neste ano: Bigtrail até 800cc, com a Tiger 800 com índice de 12,8% e a Street Twin 900 foi ganhadora na categoria Clássica, com perda de 11,8%. Já a A BMW recebeu os troféus nas categorias Big Trail acima de 800cc, com a moto R 1200 GS (depreciação de 12,9%) e na Sport acima de 800cc, com a BMW S 1000 RR, que teve um índice de -11,1%.

A Harley-Davidson venceu nas categorias Custom acima de 800cc, com a Softail Heritage 14,6% e na Touring em primeiro e segundo lugar com a Touring Road King em primeiro e a Touring Street Glide em segundo, as duas com índice de 12,3%.

A Shineray ganhou pela primeira vez na categoria de entrada 50cc, com 15,8% de depreciação. Na categoria Custom, a Kawasaki recebeu o selo com a Vulcan S 650 e uma taxa de 12,3% de depreciação na categoria e a Dafra ganhou o selo na categoria Scooter acima de 200 cc (Citycom 300i) e uma taxa de depreciação de 12,6%.

YAMAHA PROMOVE PIT STOP EDUCATIVO

Imagem: Denis Armelini

Como diz um velho ditado popular: “prevenir é melhor do que remediar”. Mas a Yamaha e a CCR AutoBan foram ainda mais longe em questões que envolvem segurança e atitude do piloto sobre uma moto. Além de fazer a checagem da parte elétrica (luzes) e verificação do estado de conservação dos pneus, a equipe da Yamaha realiza seu tradicional Pit Stop até 9 de maio (quarta-feira). Desta vez no km 39 da rodovia Bandeirantes, sentido interior de São Paulo.

Imagem: Denis Armelini
Os motociclistas que paravam na ação puderam acompanhar vídeos sobre a importância do uso do capacete, aprender técnicas de frenagem e ter dicas de direção defensiva. Além de informações preciosas, o participante ganhava ainda um vale troca de óleo Yamalube, independente da marca/modelo de sua moto. Ou seja, uma ação de segurança esbanjando democracia.

Imagem: Denis Armelini
Para Hélio Mazzarella, instrutor da Yamaha, o Pit Stop é uma forma de alertar o motociclista sobre o desgaste do pneu ou simplesmente de como fazer uma ultrapassagem de forma correta. “Em função da correria do dia a dia, o piloto precisa destas informações básicas de manutenção preventiva e também de dicas sobre sua responsabilidade sobre a moto”.

Imagem: Denis Armelini
Um exemplo prático abordado no Pit Stop da Yamaha é a questão do “ponto cego”. A marca simulou uma via de três faixas (acima) na qual um furgão estava na faixa central e motos nas laterais e também traseira. Todos os motociclistas entraram na cabine e se posicionaram no lugar do motorista para ter a real noção da visão de quem dirige a van. “A primeira dica é: veja e seja visto. É importante o contato visual entre motorista e motociclista. Fique pelo menos a cinco metros do veículo da frente. A outra é não circular totalmente no centro da faixa de rolagem. Mais perto da faixa divisória a quantidade de resíduos é menor”, conta Alessandro Santos, concessionário Yamaha que estava dando apoio à ação.

Imagem: Denis Armelini
Por sua vez, a AutoBan estava intensificando a campanha “Viagem Segura – Sua Melhor Direção” com a distribuição de um folder. A publicação trazia dicas importantes de segurança e atitude na rodovia. Tudo para minimizar acidentes.

SCOOTER: PREVISÃO DE 68 MIL UNIDADES EM 2018

O fim do primeiro trimestre trouxe boas novas para a indústria de duas rodas. Produção teve crescimento de 12,2% e vendas no varejo – aquelas da revenda para o consumidor final – apresentaram incremento de 3,98%, sempre na comparação com mesmo período do ano passado. Desta forma, tanto a Abraciclo, que representa os fabricantes de motos; quanto a Fenabrave, que reúne os concessionários, já apostam um 2018 com números mais expressivos em todo o segmento automotivo. Neste clima de recuperação, um produto vem se destacando no cenário nacional: o scooter. Segundo as montadoras, o simpático veículo deve chegar até o final do ano com 68 mil unidades vendidas no atacado, ou seja, do fabricante para as concessionárias.


Ano a ano, desde 2015, o scooter é um produto fora da curva, com resultados bem acima do mercado. Com 35.696 unidades vendidas em 2015, encerrou ano passado com 58.228 scooter entregues à rede, ou seja, crescimento de quase 40%. Até o final deste ano, a Abraciclo prevê aumento de 16,7%, com quase mais 10 mil unidades a mais repassadas para as concessionárias se comparado a 2017. No primeiro trimestre já foram entregues exatas 15.321 scooters em vendas no atacado, o que representa 31,4% de crescimento. Números expressivos para a categoria que tem cerca de 7% do mercado nacional de duas rodas.


No varejo, duas marcas polarizam a atenção do consumidor: Honda e Yamaha. Neste ranking ditado pela facilidade de condução e mobilidade urbana, o líder PCX 150 está anos luz à frente da concorrência. De janeiro a março foram emplacadas 8.116 unidades do modelo Honda. Em uma briga interna, Nmax e Neo 125 duelam venda a venda o motociclista, principalmente o iniciante. Resultado: 2.976 para o Nmax, contra 2.594 para o Neo. Fechando a categoria, vem o SH 150. Foram licenciadas 1.723 unidades do scooter de roda grande (16 polegadas) da Honda. Nesta categoria os preços variam entre R$ 8.190 (Neo) e R$ 12.450 (SH 150).

COMO ANDA A YAMAHA R3 CUP EM INTERLAGOS?

COMO ANDA A YAMAHA R3 CUP EM INTERLAGOS?

Incentivar a formação de novos pilotos. Esta é a principal missão da categoria Yamalube R3 Cup. Para isso, a Yamaha Brasil ofereceu subsídio na compra da miniesportiva YZF R3 0km ao preço de R$ 15.200,00.
Em 2018 a Yamaha investirá mais recursos na preparação e treino dos pilotos – com atividades que desenvolvam o físico, o raciocínio e até mesmo o controle emocional. O acompanhamento técnico será feito pelo ex-piloto e chefe de equipe Alam Douglas.
Para ir para a pista, a moto original emagreceu 15 quilos. Foram substituídas carenagens, guidão e ponteira esportiva. Saiba detalhe sobre a categoria e, de quebra, dê uma volta no lendário autódromo de Interlagos (SP).