Motociclistas, muito cuidado, o perigo também pode vir do céu: linha com cerol

Linha com cerol é proibida por lei no Estado de São Paulo / Alesp/Portal gmconline/Reprodução
Linha com cerol é proibida por lei no Estado de São Paulo / Alesp/Portal gmconline/Reprodução

Motos estão fora do rodízio municipal que voltará, a partir de 11 de maio, de forma mais restritiva na cidade de São Paulo. Segundo prefeito Bruno Covas, carros com placa final par só rodam nos dias pares e carros com placa final ímpar, só em dias ímpares. No caso dos motociclistas que circulam pelas principais ruas e avenidas, o perigo – além da Covid-19 – pode vir do céu, principalmente nas regiões mais afastadas do centro, nas periferias e perto de rodovias.

Anrena corta-pipa é um boa e barata proteção / Reprodução
Antena corta-pipa é um boa e barata proteção / Reprodução

Nestas regiões muitas crianças e jovens, que em virtude do fechamento das escolas, estão – infelizmente – nas ruas soltando pipa. O uso do cerol em linhas de pipas, a conhecida mistura entre cola e vidro, passou a ser proibida no Estado de São Paulo, com a aprovação da Lei Estadual 17.201/2019. De autoria do deputado Coronel Telhada (PP), a proposta proíbe o cerol como também qualquer outro material cortante que possa ser aplicado nas linhas.

O protetor de percoço é feito em Neoprene e usa cabos de aço flexíveis / Reprodução
O protetor de percoço é feito em Neoprene e usa cabos de aço flexíveis / Reprodução

Tais linhas podem causar ferimentos graves nos pilotos e um importante aliado dos motociclistas (profissionais ou não) é o uso das tradicionais antena corta-pipa, que custam entre R$ 10 a R$ 50. Outra opção é protetor de pescoço, que em sua fabricação usa Neoprene e cabos de aço flexíveis. Aqui os preços variam entre R$ 50 a R$ 80.