Com 1.038 motos emplacadas em agosto, Royal Enfield bate recorde de vendas

A Royal Enfield chegou ao Brasil em 2017. Em em cinco anos, a marca de origem anglo-indiana vem fazendo sua lição de casa, com muito trabalho e passos firmes. Neste ritmo constante entre lançamentos, novas concessionárias e criativas ações de marketing, a subsidiária brasileira começa a colher os frutos. Só no mês de agosto foram emplacadas exatas 1.038 motos agosto – recorde de vendas -, que representa um market share de 7,6%, no segmento de média cilindrada. Na prática, isso quer dizer que a companhia mais que dobrou as vendas. Na somatória das vendas nos oito primeiros meses do ano, a Royal Brasil está em quinto lugar no ranking formado pelas montadoras. Aqui, a linha é composta pela nova cruiser Meteor 350, a trail Himalayan 410cc e as Twins Interceptor 650 e Continental GT 650. Hoje, a rede conta com 20 unidades, a última, recém-inaugurada, em Niterói (RJ).

A marca vinha licenciando cerca de 500 motos/mês, aproximadamente, ao longo do ano. Com a chegada da Meteor 350 – responsável por 721 unidades vendidas em agosto -, a Royal Enfield viu suas vendas crescerem absurdamente. Outro destaque foi a atualização da Himalayan, que também conta com navegador Tripper, que é compartilhado com a pequena cruiser. Já as Twins 650 oferecem um excelente custo-benefício, principalmente se o consumidor mais atento dividir o valor da moto pela cilindrada. A linha 2022 das custom está no forno e deve apresentar novas combinações de cores.

120 anos de história e visão de futuro – Ano que vem, a marca anglo-indiana completa 120 anos de operações contínuas. E, com certeza, teremos muitas comemorações e novidades lá na Índia e aqui no Brasil. Quem sabe a Classic 350, com motor da Meteor, não desembarca logo por aqui. Há boatos de uma Himalayan com motor de maior capacidade cúbica e até um street de 350cc. O que nos resta é torcer e esperar os próximos capítulos, que passa ainda por uma linha de montagem no País.

“Estamos muito satisfeitos com o desempenho nas vendas no Brasil. Nós identificamos potencial no mercado de média cilindrada que atualmente não é explorado no Brasil”, explica o diretor geral da Royal Enfield Brasil, Claudio Giusti (foto acima). “Estamos aqui para atender os clientes que estão dando o primeiro passo às motocicletas de média cilindrada, também para quem busca experiência e harmonia entre piloto, máquina e terreno. É hora de praticar o ‘motopurismo’. Por isso, reafirmamos nosso compromisso de longo prazo com o País ofertando motos robustas, praticando preços competitivos e oferecendo uma rede de concessionárias para garantia de serviços, acessórios, peças e equipamentos”, finaliza Giusti.